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domingo, 23 de dezembro de 2018

TOP 10: OS PIORES FILMES DE 2018

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Em um ano em que tivemos nos cinemas muita representatividade, ótimas histórias contadas, atuações impressionantes e cenas que jamais vamos esquecer, as bombas também se fizeram presentes
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Mais um ano em que fica provado: boa bilheteria não significa filme bom - caso do péssimo Venom, nosso campeão de 2018!

Para fechar o ano, confira os 10 piores filmes de 2018 pelo Blog de Klau - na classificação, abaixo, clique no nome do filme em destaque amarelo e relembre a crítica do Blog.


10º: Arranha-céu - Coragem Sem Limites

O salto de Dwayne Johnson gerou um dos melhores memes do ano, e só! O filme não traz nada novo e só não tem uma posição mais para cima no ranking porque não se espera muito dele.


9º: Tomb Raider - A Origem

A maldição dos filmes de games continua mais viva do que nunca. Genérico e incapaz de empolgar, a heroína de Alicia Vikander enfrenta na verdade um roteiro preguiçoso, o maior vilão da trama.


8º: Gnomeu E Julieta: O Mistério Do Jardim

Mais um daqueles casos que a expectativa já não é alta, ou seja, se conseguiu decepcionar é porque é muito ruim. A melhor coisa que o filme pode trazer é o fim dessa franquia sem criatividade.


7º: Rampage - Destruição Total

Eu tenho vontade de chorar ao colocar um segundo filme do Dwayne Johnson na lista de piores. Você não se importa com os personagens... E quando um roteiro consegue fazer você ignorar a amizade entre The Rock e um macaco albino gigante é porque deu tudo errado!


6º: A Maldição Da Casa Winchester

Com uma temática que tinha tudo para dar certo, o filme não tem foco algum e no meio da boa onda do terror chama atenção pelo fraco desenvolvimento. Um desperdício!



Um "monstro" sem rosto, um filme sem roteiro e personagens sem desenvolvimento. Um terror sem sustos que consegue errar em tudo.


4º: Cinquenta Tons De Liberdade

A melhor coisa desse filme é que ele encerra a trilogia 50 Tons. UFA! O grande comercial de produtos de luxo terminou como começou: péssimo.



O ponto alto do filme foi chegar de surpresa na Netflix, anunciado já na plataforma e disponível. E pronto. Sem saber se quer ser um horror independente ou um prólogo dos filmes da franquia, o longa é um fan service que não entrega nada.



Um filme sem Jar Jar Binks, mas que consegue ser o pior entre os dez da franquia. É pior ainda que os filmes dos Ewoks que foram direto para televisão. Não adianta em nada o CGI incrível, enquanto somos obrigados a ver personagens fracos e um estrago irreparável a nossa memória de quem é Solo. Uma pena apenas por Donald Glover que sim merecia um filme de Lando Calrisian.



O sucesso de bilheteria já passou de 800 milhões de dólares na arrecadação mundial, mas nenhum caminhão de dinheiro pode salvar esse filme que não se esforça em nada! Desenvolvimento de personagens, atuações, cenas de ação, piadas... Tudo é feito do jeito mais fácil e a soma fica difícil de assistir. Dá até para perceber que em um momento Tom Hardy simplesmente largou mão e ficou extremamente caricato em sua interação com o Simbionte.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

'THE CLOVERFIELD PARADOX' NÃO AGRADOU E TEVE AUDIÊNCIA INFERIOR A 'BRIGHT'

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O filme atingiu a marca de 2,8 milhões de telespectadores em três dias
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Mesmo com uma enorme ação de marketing para lançar 'The Cloverfield Paradox', a Netflix não obteve um resultado tão bom assim - se falarmos de números.

De acordo com informações da Variety, o longa produzido por J.J. Abrams teve uma audiência inferior a 'Bright', longa que traz Will Smith no elenco e foi considerado uma grande bomba.

'Paradox' atingiu a marca de 2,8 milhões de telespectadores dos EUA nos primeiros três dias após seu lançamento no Super Bowl, no 4 de fevereiro.

Se comparado com o mesmo período, 'Bright' somou 11 milhões de telespectadores no país.

O serviço de streaming garantiu os direitos de 'The Cloverfield Paradox' por US$ 50 milhões.

A estratégia foi um comum acordo entre a Paramount Pictures, produtora do filme e a Netflix - para evitar custos de campanhas de marketing.

Deu no que deu.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

'THE CLOVERFIELD PARADOX': TANTO BARULHO POR NADA


SINOPSE:

Terceiro filme da franquia - antes, tivemos 'Cloverfield' (2008) e  'Rua Cloverfield, 10 (2016), o longa acompanha um grupo de astronautas internacionais a bordo de uma estação espacial que, após ativarem um acelerador de partículas para tentar solucionar a crise energética da Terra, acidentalmente acabam viajando para uma realidade alternativa e devem encontrar um caminho de volta para casa.

CRÍTICA:

O primeiro filme, lançado em 2008, circulava com outro título, 01-18-08, até chegar aos cinemas, quando caiu no gosto do público e da crítica ao usar o gênero do found footage para para mostrar o lado civil de uma invasão de monstros.

O segundo, 'Rua Cloverfield, 10', de 2016, nasceu como 'The Cellar' e foi incorporado à marca em um filme completamente diferente do longa original, contrastando monstros humanos e espaciais.

Agora, no seu terceiro capítulo, uma nova surpresa, já que o primeiro trailer do filme ainda sem título, exibido no Super Bowl, o evento máximo da TV nos EUA, era um anúncio de estreia.

Após o jogo, 'The Cloverfield Paradox' estaria disponível na Netflix.

A reação imediata de empolgação, porém, logo se transformou em decepção.

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Ziyi Zhang e Daniel Bruhl são astronautas da China e Alemanha, respectivamente - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Netflix
Depois de dois bons filmes que usavam gêneros preestabelecidos para criar algo novo, esse apresenta um mix de ideias melhores, com personagens rasos e sem sal.

A história mostra uma tripulação multicultural em uma nave espacial, que tenta superar a crise mundial de energia com um superpoderoso acelerador de partículas.

Antes que o experimento cause a desestabilização do espaço-tempo, com a estação espacial sendo teletransportada para outra dimensão e a Terra sendo invadida por monstros, um cientista aparentemente picareta fala na TV sobre os perigos do paradoxo que dá título ao filme.

Apesar do aviso conveniente, quando coisas inexplicáveis passam a ameaçar a tripulação, as mentes mais brilhantes do planeta demoram a concluir que o tal paradoxo não era charlatanismo.

Os eventos bizarros - uma mulher encontrada entre a fiação da nave, um braço com vida própria, entre outros - são respiros interessantes e tecnicamente bem realizados em 1h42 de filme.

Mas a falta de consistência do roteiro de Oren Uziel torna tudo chato demais.

Não há uma ameaça verdadeira quado os personagens não são suficientemente interessantes para que o espectador torça para que eles permaneçam vivos.

Há a uma tentativa dramática em torno de Hamilton (Gugu Mbatha-Raw) - a oportunidade de reencontrar sua família perdida em outra dimensão -, mas não existe reflexão, apenas um questionamento superficial armado para criar um ponto de virada na trama.

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Gugu Mbatha-Raw é Hamilton
Enfim, temos aqui um capítulo insatisfatório dentro de uma franquia inovadora, cuja inferioridade em relação aos filmes anteriores transforma a revolução anunciada por seu lançamento democrático em uma grande desculpa.

Bom para a Paramount - que se livrou dos custos de lançamento de um provável fracasso nas bilheterias - e bom para Netflix que tomou grande parte das conversas em uma noite que também promoveu filmes como 'Han Solo - Uma História Star Wars' e 'Vingadores: Guerra Infinita'.

Mas quem saiu perdendo foi mesmo o público, que correu pra ver e se decepcionou.

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
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'THE COVERFIELD PARADOX'
Gênero:
Terror, Suspense, Ficção científica
Direção:
Julius Onah
Elenco:
Daniel Brühl, Elizabeth Debicki, Aksel Hennie, Gugu Mbatha-Raw, Chris O'Dowd, John Ortiz, David Oyelowo, Zhang Ziyi
Produção:
Drew Goddard, J.J. Abrams, Matt Reeves, Lindsey Weber
Roteiro:
Oren Uziel
História:
Oren Uziel, Doug Jung
Música:
Bear McCreary
Cinematografia:
Dan Mindel
Edição:
Alan Baumgarten, Matt Evans, Rebecca Valente
Produção:
Bad Robot Productions, Paramount Pictures
Distribuição:
Netflix
Lançamento Mundial:
4 de fevereiro de 2018
Idioma:
Inglês
Orçamento:
US$ 45 milhões
País:
Estados Unidos
Ano de Produção:
2018
Duração:
102 min

COTAÇÃO DO KLAU: