Uma espécie de apocalipse zumbi, mas de uma maneira diferente, com um toque de comédia
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Essa é a trama de Little Monsters, protagonizado por Lupita Nyong'o, que aparece enfrentando zumbis para proteger os seus alunos durante a excursão escolar em novo trailer divulgado.
Assista:
Little Monsters mostra a história de Dave, que decide se voluntariar na excursão escolar organizada pela enigmática professora Caroline.
Tentando impressionar a mulher, ele não esperava que acontecesse uma invasão zumbi logo após uma explosão em uma base militar.
Obra do diretor e roteirista Abe Forsythe, o filme tem ainda em seu elenco a participação de Josh Gad e Alexander England.
Little Monsters estreia em 15 de novembro no Reino Unido e na Irlanda - ainda sem data brasileira.
Adelaide (Lupita Nyong'o) e Gabe (Winston Duke) decidem levar a família para passar um fim de semana na praia e descansar em uma casa de veraneio.
Eles viajam com os filhos e começam a aproveitar o ensolarado local, mas a chegada de um grupo misterioso muda tudo e a família se torna refém de seus próprios duplos.
CRÍTICA:
Quando lançou Corra! em 2017, Jordan Peele não fazia ideia de onde iria chegar com seu primeiro trabalho como diretor e roteirista de um thriller psicológico recheado de potentes críticas sociais.
Foi do sucesso estrondoso de público à estatueta de Melhor Roteiro Original no Oscar do ano seguinte - e isso o colocou entre os mais renomados diretores da atualidade.
Agora, o norte-americano traz aos cinemas Nós, seu novo filme que estreia hoje aqui no Brasil e é estrelado por Lupita Nyong'o e Winston Duke.
Evidentemente, o longa representa mais um passo gigante em sua carreira.
Lupita Nyong'o como Adelaide, em cena do longa - Fotos dessa Postagem - Divulgação/Universal Pictures
A trama acompanha uma família que viaja para uma casa de praia a fim de descansar do caos da rotina, mas passa a ser perseguida por cópias idênticas e perigosas que pretendem acabar com esse sossego.
Inicialmente vemos que alguns traumas de Adelaide, a mãe vivida por Nyong'o, serão pontos de partida importantes para o decorrer da narrativa - e eles fazem toda a diferença.
Em comparação com Corra!, o roteiro de Nós se mostra mais consistente e elaborado ao abordar uma crítica social por meio de um terror psicológico.
Sua premissa parece "costurada" à análise estrutural proposta pelo diretor e isso fica claro no equilíbrio que a trama mantém do início ao fim, trazendo diversos elementos que consolidam sua abordagem sobre os problemas enfrentados pela sociedade.
Winston Duke é Gabe
Peele demonstra ter criado ainda mais confiança em seu trabalho e traz um terror poderoso capaz de eliminar qualquer componente externo ou sobrenatural para causar arrepios no espectador.
Assim como em seu primeiro trabalho, o diretor usa e abusa do semblante de seus protagonistas, olhar amedrontado, choro engasgado, gritos e tons de voz que impactam diretamente na relação do público com o horror proposto.
Em termos de atuação, a escalação do elenco principal que compõe a família é excelente.
Cada personagem possui um aprofundamento pessoal e garante ótimas cenas de confronto com suas cópias.
A jovem atriz Shahadi Wright Joseph, que vive Zora, a filha mais velha da família, vem com uma força feminina importante no filme.
Fugindo do esteriótipo mimado de uma adolescente, a garota se destaca quando assume o controle de situações perigosas.
Lupita Nyong'o, Evan Alex e Shahadi Wright Joseph, em cena do longa
Nyong'o dá um show de talento variando radicalmente suas feições entre as personagens que vive.
Quando sua cópia aparece, fica evidente o preparo da atriz para não deixar uma sobrepor a outra e confundir o espectador.
Ambas se distanciam tanto em termos de personalidade que é fácil se esquecer que estão sendo interpretadas pela mesma atriz.
Nyong'o como o duplo de Adelaide: sensacional
Olha mais um Oscar à vista...
Duke garante bons momentos de humor como Gabe, o paizão engraçado e um tanto quanto omisso.
Mesmo que faça por onde para se salvar, seu personagem arranca boas risadas quando se torna corajoso, mas quase sempre prefere deixar a ação nas mãos das mulheres.
Outro destaque está no jovem Evan Alex, que vive o pequeno Jason.
Em seu primeiro grande trabalho nos cinemas, o ator mirim parece ter ligado o Modo-Peele de causar medo e entrega uma ótima atuação, tornando-se um dos elementos chave no desenrolar da trama.
Evan Alex éJason
Os personagens de Elisabeth Moss e Tim Heidecker também são ótimos componentes para o filme.
Ao lado das filhas gêmeas, o casal Kitty e Josh Tyler é a mais caricata crítica à segregação racial.
Ostentando carros de luxo e casa moderna, a família branca demonstra total carinho aos amigos negros, mas o gosto pela superioridade é explícita nos diálogos entre eles e mostrada de forma sagaz e irônica.
Jordan Peele dirige uma cena com Elizabeth Moss e Lupita Nyong'o
Temos aqui um longa poderoso, um dos melhores filmes do ano e que garante um misto de emoções ao espectador que vai, mais uma vez, se sentir preso à cadeira do cinema analisando uma criação da mente ácida e inteligente de Peele.
Dando total liberdade para gerar diferentes interpretações, a produção vai criar longas discussões e fazer o público quebrar a cabeça para chegar em alguma que se aproxime do proposto pelo diretor.
É certeiro dizer que Nós é mais do que um filme de terror com potencial para amedrontar.
É uma experiência que precisa ser vivida.
Filmaço.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
NÓS
Título Original:
US
Gênero:
Suspense, Terror
Direção:
Jordan Peele
Elenco:
Alessandro Garcia, Anna Diop, Cali Sheldon, Elisabeth Moss, Evan Alex, Kara Hayward, Lon Gowan, Lupita Nyong'o, Madison Curry, Nathan Harrington, Noelle Sheldon, Shahadi Wright Joseph, Tim Heidecker, Winston Duke, Yahya Abdul-Mateen II
Roteiro:
Jordan Peele
Produção:
Ian Cooper, Jason Blum, Jordan Peele, Sean McKittrick
Na sessão de perguntas e respostas após o filme, Peele contou que ficou completamente aterrorizado com a interpretação de Lupita Nyong'o
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Prestes a chegar aos cinemas do mundo todo, Nós teve sua primeira exibição mundial no Festival SXSW na noite de hoje (8).
A concorrida sessão fez as filas ultrapassarem dois quarteirões em volta do Paramount Theater em Austin, Texas, mas valeu a pena: o filme fez o público gargalhar, gritar e aplaudir a nova montanha-russa de emoções proposta por Jordan Peele (Corra!)
Elogiadíssimo pela crítica especializada, o novo longa foi considerado uma obra-prima, rendendo ainda a Peele o título de "o próximo Alfred Hitchcock".
O filme ainda traz um toque de humor que permeia toda a produção, sendo um dos aspectos mais elogiados, além o tom sombrio e da complexidade da trama, que deixou a audiência perplexa.
Na trama, a família de Adelaide Wilson (Lupita Nyong'o) e Gabe Wilson (Winston Duke) se vê assombrada por outra família exatamente igual a eles durante as férias de verão.
Com macacões e tesouras douradas, os duplos de vermelho partem numa perseguição insana e só resta à família original se defender a todo custo e tentar entender o que está acontecendo.
E os espectadores, será que também conseguirão captar o recado?
Na sessão de perguntas e respostas, Peele foi relutante em dizer a mensagem exata que queria passar com o filme, especialmente por ter o desejo de que a obra esteja aberta a interpretações variadas.
Ainda assim, o diretor fez suas considerações:
“Minha parte favorita deste filme é que as pessoas vão sair e querer conversar depois. Eu tenho um sentido único que quero dar para este filme, mas também quero que as pessoas tenham sua visão. Esse filme é sobre esse país. Quando comecei a escrever eu estava impactado com o fato de que tememos 'o outro', esse invasor misterioso que vai vir e roubar nosso emprego, nos perseguir ou até mesmo esse outro que votou diferente. Mas talvez esse outro tenha o nosso rosto. Talvez o mal sejamos nós.”
CONFIRA IMAGENS DO EVENTO
(via Getty)
O elenco também se duplicou para dar vida aos "gêmeos" do mal e os atores brilham no filme em ambas as versões, motivo de grande orgulho para o também roteirista e produtor.
Peele destacou o empenho geral do elenco, completado pelos jovens atores Shahadi Wright Joseph e Evan Alex e pelos veteranos Elisabeth Moss e Tim Heidecker:
"Nas diárias da família, eles eram divertidos e efervescentes, mas quando eram a família vermelha, tinha uma vibe completamente diferente no set. A Lupita me deixou completamente aterrorizado! [risos] Eles não criaram personagens que são apenas cópias dos originais. Eles desenvolveram versões tridimensionais, multidimensionais, versões afetadas diretamente pelo background de onde vieram".
O tal "background" é um dos maiores mistérios do filme e o desafio de construir um personagem e depois desdobrá-lo numa outra visão demanda "colocar a loucura para fora", nas palavras do diretor.
Os intérpretes dos filhos do casal Wilson foram tremendamente honestos sobre o processo: enquanto o pequeno Evan Alex disse que estava morrendo de medo de todo o sangue e das tesouras, Shahadi disse que se libertou de sua própria sombra ao enfrentar os desconfortos propostos pela dualidade da trama.
Para Winston Duke (Pantera Negra), o desenvolvimento do duplo de Gabe Wilson envolveu desconstrução:
"Não o via como vilão, mas como alguém que finalmente teve oportunidades. Trabalhei com o personagem como uma pessoa que viveu com zero consentimento sobre o que poderia fazer, tanto nas pequenas coisas quanto nas grandes. Ele olha para esta família de um lugar de necessidade e enxerga conforto ali".
A conversa com a plateia foi rápida diante da sede de discussão que o filme gerou, mas Jordan Peele está confiante com o longa e com as perguntas que vão surgir:
"Não quero presumir que o espectador é burro, quero que eles procurem significados mais profundos e assistam de novo".
A Universal Pictures da Coreia divulgou um trailer do novo terror do diretor Jordan Peele (Corra!), repleto de trechos inéditos
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Assista:
Na trama, Adelaide (Lupita Nyong'o) e Gabe (Winston Duke) decidem levar a família para passar um fim de semana na praia e descansar em uma casa de veraneio.
Eles viajam com os filhos e começam a aproveitar o ensolarado local, mas a chegada de um grupo misterioso muda tudo e a família se torna refém de seus próprios duplos.
A Universal Pictures divulgou o trailer internacional do novo thriller do ganhador do Oscar Jordan Peele (Corra!)
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Confira:
Situado nos dias atuais, o filme apresenta a história de Adelaide Wilson (Lupita Nyong'o), mãe de família que viaja com marido e filhos para a casa de verão onde passou boa parte de sua infância.
A viagem, planejada para ser um descanso, subitamente se transforma em um pesadelo quando um trauma inexplicável volta a assombrar Adelaide.
Ao cair da escuridão, os Wilson terão que enfrentar o mais terrível e improvável adversário: eles mesmos.
Com distribuição da Universal Pictures, a produção é uma parceria entre Blumhouse e MonkeyPaw Productions.
Além das premiadas Lupita Nyong'o e Elisabeth Moss, o elenco conta com Anna Diop, Winston Duke, Tim Heidecker, Yahya Abdul-Mateen II, Evan Alex, Shahadi Wright Joseph, Madison Curry, Cali Sheldon e Noelle Sheldon.
O vídeo traz claras referências de 'Corra!', primeiro filme do diretor
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Nós, novo longa do diretor Jordan Peele, ganhou seu primeiro trailer, com destaque para Lupita Nyong'o e que traz algumas referências de Corra!, longa dirigido por Peele e que levou para casa o Oscar de Melhor Roteiro Original.
Confira:
Desde Corra!, Peele tem trabalhado duro na produção mantendo a narrativa em segredo.
Recentemente o Slash Film divulgou a sinopse oficial do filme.
"Um casal leva seus filhos para a casa de praia, convidando alguns amigos próximos para a viagem. Quando visitantes inesperados aparecem no local, o caos se instala e a família planeja uma fuga arriscada."
Nós reúne um notável grupo de atores - como Winston Duke, Lupita Nyong'o, Elisabeth Moss, Anna Diop e Kara Hayward.
Após a morte do rei T'Chaka (John Kani), o príncipe T'Challa (Chadwick Boseman) retorna a Wakanda para a cerimônia de coroação.
Nela, são reunidas as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo.
T'Challa logo recebe o apoio de Okoye (Danai Gurira), a chefe da guarda de Wakanda, da irmã Shuri (Laetitia Wright), que coordena a área tecnológica do reino, e também de Nakia (Lupita Nyong'o), a grande paixão do atual Pantera Negra, que não quer se tornar rainha.
Juntos, eles estão à procura de Ulysses Klaue (Andy Serkis), que roubou de Wakanda um punhado de vibranium, alguns anos atrás.
CRÍTICA:
Quando o Universo Cinematográfico Marvel foi criado, a premissa era que cada herói tivesse sua aventura solo para depois, todos se reunissem em 'Os Vingadores'.
Só que o tempo passou, mais super-heróis chegaram e a trama entre eles fez com que, cada vez mais, participações ocasionais surgissem - era este o conceito de uma imensa história contínua narrada a cada novo capítulo.
'Pantera Negra', que estreia hoje aqui no Brasil, não foge à esta tendência temporal, mas ao mesmo tempo retoma a ideia original de ambientar a realidade de um herói específico - no caso em questão, Wakanda, o país-natal de T'Challa, que aqui é um dos principais personagens da trama.
Chadwick Boseman é o protagonista T'Challa - Fotos dessa Postagem - Divulgação/Disney
Isolado do resto do mundo para esconder uma potência tecnológica inigualável à base do valioso metal vibranium, Wakanda é um mix das raízes ancestrais do povo africano e a modernidade - não por acaso, a trilha sonora traz muito da força dos tambores.
Mais do que a beleza natural, chama a atenção e enche os olhos do espectador a cultura do lugar: dos figurinos vistosos às máscaras exuberantes, das crenças relacionadas à dança, o movimento dos corpos, o sotaque imaginário e coeso: tudo é muito peculiar a este lugar, trazendo uma nova e importante vertente ao já imenso UCM, tanto em relação à pluralidade quanto à representatividade.
Letitia Wright é Shuri
Em ambos os aspectos, o longa é essencial, não apenas por possibilitar um ícone negro como exemplo - para que jovens da etnia se reconheçam também no universo dos super-heróis - mas também por trazer sua realidade e anseios ao fantasioso mundo da Marvel.
É que o conflito existente entre T'Challa (Chadwick Boseman) e Killmonger (Michael B. Jordan) é um espelho dos ideais de Martin Luther King e Malcolm X sobre a posição dos negros na sociedade norte-americana, nos anos 1960.
Da mesma forma, o filme aborda, ainda que rapidamente, questões urgentes sobre os refugiados e até mesmo dá uma sutil cutucada na ojeriza do atual presidente norte-americano, Donald Trump, às "nações de merda" - o simbolismo da primeira cena pós-créditos fica evidente.
Mais ainda: há no filme uma textura da cultura negra que vem muito do meticuloso trabalho do diretor e roteirista Ryan Coogler, em tão bem retratar particularidades típicas.
Neste sentido, o longa é também um ícone na representação feminina, já que tanto Lupita Nyong'o, quanto com Danai Gurira e a ótima Letitia Wright, são mulheres fortes e decididas, com posição de destaque na estrutura de poder de Wakanda.
Além disto, o trio surge muito bem na composição de suas personagens, especialmente na divertida dinâmica entre irmãos envolvendo Shuri e T'Challa.
Andy Serkis é Ulysses Klaue
No lado masculino, além do protagonista excepcional, há também Martin Freeman, que reprisa seu naturalismo habitual ao compor um personagem bem parecido com seus últimos trabalhos, mais uma vez de forma competente.
Os dois vilões do filme, por sua vez, são infinitamente superiores aos que vimos até aqui nos longas da Marvel.
Se Andy Serkis - aqui de 'corpo limpo', sem representar em captura de movimentos - encarna um personagem exagerado, daqueles que tiram sarro de todos e curtem a maldade intrínseca, Michael B. Jordan vai pelo caminho contrário, raivoso e muito bem fundamentado com base em uma tragédia familiar tipicamente shakespeariana.
Pela contextualização do embate com T'Challa, seu Killmonger desponta não só pela força física mas também pelo peso de seu passado de forma que o roteiro, habilmente, insira tal situação dentro do clima de preconceito e abandono típicos de boa parte da população negra nos Estados Unidos.
Michael B. Jordan é Killmonger
Vale destacar ainda o interessante contraste de sotaques e vocabulário entre o povo de Wakanda e Killmonger, oriundo do submundo da California - quase um easter egg plantado por Ryan Coogler.
Bastante político ao apresentar o ambiente em torno de Wakanda, o longa oferece ao espectador a suntuosidade de uma nova cultura manifestada a partir de imagens, posturas, cores e roupas.
Em meio ao fascinante equilíbrio entre tradição e modernidade, o filme avança mais alguns passos dentro da novela do Universo Cinematográfico Marvel, situando-se entre os eventos de 'Capitão América: Guerra Civil' sem, no entanto, ser uma sequência direta do que lá acontece - ao menos não em relação aos demais super-heróis retratados.
Porém, em meio à tamanho apuro na ambientação, o filme entrega poucas cenas de ação.
Se os dois duelos envolvendo T'Challa são bem resolvidos e funcionam pela tensão, as duas sequências mais grandiosas exageram no CGI e na repetição de movimentos do Pantera Negra, especialmente no trecho situado na Coreia do Sul, ou mesmo na multidão que de repente surge em meio à batalha campal. A
Até divertem, mas estão longe de ser o prato principal neste que é o melhor e mais ambicioso filme da Marvel desde 'Capitão América 2 - O Soldado Invernal'.
Filmaço.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'PANTERA NEGRA'
Título Original:
BLACK PANTHER
Gênero:
Ação
Direção:
Ryan Coogler
Elenco:
Alexis Rhee, Andy Serkis, Angela Bassett, Atandwa Kani, Bambadjan Bamba, Chadwick Boseman, Connie Chiume, Danai Gurira, Daniel Kaluuya, David S. Lee, Elizabeth Elkins, Florence Kasumba, Forest Whitaker, Francesca Faridany, Isaach De Bankolé, John Kani, Letitia Wright, Lupita Nyong'o, Mark Ashworth, Martin Freeman, Michael B. Jordan, Nabiyah Be, Sasha Morfaw, Seth Carr, Shaunette Renée Wilson, Sope Aluko, Sterling K. Brown, Sydelle Noel, Tony Sears, Tunde Laleye, Winston Duke
As filmagens de 'Pantera Negra' devem começar em janeiro de 2017.
A data foi descoberta depois que a produção do filme publicou um anuncio de vagas para figurantes na agência Tammy Smith Casting.
Segundo a descrição da vaga, as filmagens serão nos estúdios da Marvel, em Atlanta, Georgia - e devem perdurar até maio.
Segundo revelado pelo protagonista Chadwick Boseman, a trama contará a história dos outros homens que vestiram o uniforme do herói para proteger a sua nação.
"Há definitivamente mais de sua origem em Pantera Negra. Você vai aprender sobre Wakanda, sua cultura, suas tradições, seu passado. Você pode ler todos os quadrinhos e saber que há outros Panteras que existiram no passado - essa é a origem", explicou ele ao Yahoo! Movies.
O Pantera Negra, em cena de 'Capitão América: Guerra Civil' - Disney
A primeira aparição de Pantera Negra foi em 'Capitão América: Guerra Civil'.
O herói africano começou a trama querendo vingar a morte do pai, mas logo se envolveu com os Vingadores de forma mais profunda.
O longa contará no seu elenco também com Lupita Nyong'o, Michael B. Jordan e Danai Gurira.
Com direção de Ryan Coogler ('Creed: Nascido Para Lutar'), a estreia está prevista para 15 de fevereiro de 2018.
Mogli (Neel Sethi) é um menino criado por uma família de lobos, que sente que não é mais bem-vindo na floresta quando o temido tigre Shere Khan (voz original de Idris Elba), que carrega cicatrizes causadas por caçadores, promete eliminar o que ele considera uma ameaça.
Forçado a abandonar o único lar que conhece, Mogli embarca em uma cativante jornada de autoconhecimento, guiado pelo seu amigo pantera Bagheera (Sir Ben Kinsgley) e pelo alegre urso Baloo (Bill Murray).
Pelo caminho, Mogli encontra criaturas da selva que não são exatamente bondosas, incluindo Kaa (Scarlett Johansson), uma cobra cuja voz sedutora e olhar penetrante hipnotizam o menino-lobo, e o Rei Loiue (voz de Christopher Walken), nobre de fala mansa e que tenta convencer Mogli a contar o segredo da ilusória flor vermelha mortal: o fogo.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
Baseado na série literária de Rudyard Kipling, este longa tem somente um ator em carne e osso, Neel Sethi - os demais personagens e cenários foram todos criados por computação gráfica.
Remake da animação da própria Disney, de 1967.
CRÍTICA:
O novo 'Mogli - O Menino Lobo'é uma aventura que encanta logo de cara crianças e adultos, graças à forma humana e emocionante como essa grande história foi recontada.
Assistir ao longa em 3D é uma das melhores maneiras de se deixar levar por esse universo fantástico, onde animais falantes interagem com um menino humano que mora na selva e explora seus perigos e maravilhas como somente uma criança poderia fazer.
O mais incrível é que o belo mundo selvagem e os animais apresentados foram praticamente todos criados em CGI (computação gráfica), com cenas rodadas num estúdio da Disney em Burbank, grande Los Angeles com o único personagem de carne e osso: o protagonista Mogli, interpretado com uma garra estonteante pelo novato Neel Sethi.
Neel Sethi é o protagonista Mogli - Fotos dessa Postagem: Divulgação?Walt Disney do Brasil
A grande sacada da Disney para fazer essa história, conhecida por todos, tanto pelo livro, como pela animação de 1967, foi colocar Jon Favreu à frente da produção.
O ator e também diretor ('Homem De Ferro 1 e 2') sabe como contar uma boa história e utilizar os efeitos a seu favor, sem carregar no visual, proporcionando uma atmosfera realista e, ao mesmo tempo, lúdica, sem deixar a tecnologia interferir na narrativa (como vimos no recente 'Batman Vs Superman').
Se o filme não tem a leveza e o clima alagre da animação clássica de 1967, a comparação nem é muito justa, pois os filmes tem apenas o tema e o nome em comum.
A atmosfera, as situações e até os personagens tem vida própria na telona, sem tentar resgatar elementos de obras anteriores, o que é muito bom.
Mogli e Bagheera (voz original de Sir Ben Kinsgley) , em cena do longa
Mesmo assim, o filme não funcionaria sem o seu único personagem que não foi criado em CGI - justamente o protagonista Mogli, interpretado por Neel Sethi.
O garoto novaiorquino e que parece um indiano, tinha apenas 10 anos quando o longa estava em produção e está perfeito no papel.
A forma como enfrenta desafios, se diverte na selva e se relaciona com os animais é algo muito especial de se ver, principalmente se lembrarmos que muitas vezes ele atuava sozinho contra um fundo verde no set - mérito de Favreau, bom diretor tanto em cenas de ação quanto na direção dos atores.
A história mostra o crescimento de Mogli e Sethi acompanha bem essa evolução.
O filme traz de forma sutil alguns elementos do desenho de 1967, mas muda alguns momentos importantes da trama a fim de causar impacto e alterar a jornada de Mogli o suficiente para ser capaz de proporcionar algo novo ao espectador.
Cenários e texturas de cada cena são espetaculares
E é claro que o longa não seria o mesmo se os animais não fossem incríveis - e suas vozes originais, mais ainda, como Baloo (Bill Murray), Raksha (Lupita Nyong'o), Bagheera (Sir Ben Kingsley), Rei Loiue (Christopher Walken) e o temido vilão Shere Khan (Idris Elba).
E por incrível que pareça, a dublagem brasileira também é muito boa - com destaque para Tiago Abravanel como o Rei Louie.
O roteiro aprofunda todos os personagens, os quais se tornam seres reais em que podemos acreditar e temos vontade de conhecer.
Embora o filme tenha alguns momentos sombrios e até assustadores para crianças pequenas, a jornada de Mogli é basicamente cheia de aventura -
Favreau fez bem ao voltar ao livro de Rudyard Kipling, sem deixar de lado a animação de 1967.
Mogli diante do Rei Louie (voz original de Christopher Walken)
Seu grande mérito foi conseguir adaptar a obra e atualizar o material para o público de hoje, sem perder a essência da história.
As crianças menores podem não entender todas as motivações dos personagens, mas elas estão lá e o fato do longa não subestimar os espectadores é motivo de elogios.
Com muitas lições passadas de forma natural durante a narrativa, como a importância do respeito à natureza e as outras pessoas, o longa não se aproveita de seu tema fantasioso para garantir risadas fáceis.
O urso Baloo (voz original de Bill Murray) é o principal alívio cômico do longa
Ao invés disso, prefere colocar a perspectiva de cada pessoa no mundo e o impacto de nossas decisões sobre os outros e com isso, é capaz de emocionar, divertir e ensinar.
O novo Mogli traz toda a magia esperada de qualquer fábula da Disney e é um dos melhores filmes do ano até agora.
Filmaço.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'MOGLI: O MENINO LOBO'
Título Original:
The Jungle Book
Gênero:
Aventura
Direção:
Jon Favreau
Produção:
Brigham Taylor
Roteiro:
Justin Marks, baseado em 'O Livro da Selva', de Rudyard Kipling
Elenco:
Neel Sethi (Mogli)
Vozes de:
Bill Murray/Marcos Palmeira (Baloo), Sir Ben Kingsley/Dan Stulbach (Baguera), Idris Elba/Thiago Lacerda (Shere Khan), Scarlett Johansson/Alinne Moraes (Kaa), Lupita Nyong'o/Júlia Lemertz (Raksha), Giancarlo Esposito (Akela), Christopher Walken/Tiago Abravanel (Rei Louie)