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quarta-feira, 23 de setembro de 2020

'TRUTH SEEKERS': SÉRIE GANHA TRAILER FINAL E NOVO PÔSTER

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A Amazon Prime Video divulgou o trailer completo de ‘Truth Seekers’, nova comédia sobrenatural estrelada por Simon Pegg, Nick Frost e Miles Ketley <> 

 Confira:
 
A série conta a história de uma equipe de investigadores paranormais que se unem para descobrir e filmar aparições fantasmas em todo Reino Unido, e que compartilham as aventuras em um canal on-line para que todos assistam. 

 No entanto, enquanto visitam igrejas mal-assombradas, bunkers subterrâneos e hospitais abandonados com um arsenal de aparelhos caseiros que detectam fantasmas, as experiências sobrenaturais tornam-se mais frequentes, aterrorizantes e até fatais, quando descobrem uma conspiração que pode provocar o Armageddon da raça humana. 

 O novo pôster:
Situado em mundo misterioso e repleto de monstros pavorosos, ‘Truth Seekers‘ mistura humor com momentos assustadores em uma narrativa emocionante dos mesmos criadores de ‘Todo Mundo Quase Morto‘.

 Malcolm McDowell, Emma D’Arcy, Samson Kayo e Susan Wokoma completam o elenco. 

 “Nick e eu estamos muito felizes por Truth Seekers ter encontrado uma casa como o Amazon Prime Vide. Nós estamos ansiosos para trabalhar com eles e criar algo muito especial. A televisão está passando por uma ótima fase e eu não consigo imaginar um parceiro melhor do que a Amazon para nos acompanhar neste retorno à telinha”, exalta Simon Pegg

 ‘Truth Seekers‘ estreia no dia 30 de outubro.

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

'THE BOYS': CRÍTICA DA 1ª TEMPORADA


SINOPSE:

The Boys é uma websérie sobre drama de super-heróis com base nos quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson - o show foi desenvolvido por Eric Kripke, Evan Goldberg e Seth Rogen.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população.

Pensando nisso, uma equipe da CIA foi preparada para cuidar desse caso.

Conhecidos como "os meninos", esses agentes têm a missão de vigiar o trabalho dessas personalidades, assim como controlar o surgimento de novos heróis.

CRÍTICA:

Tivemos na última década uma enxurrada de séries super-heróis que chegaram às telinhas: Agents of SHIELD, Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, Arrow, The Flash, Supergirl, Legends of Tomorrow, Titans, Legion, The Gifted, The Runaways e muitas outras produções fizeram a alegria (umas nem tanto) dos fãs dos quadrinhos nos últimos tempos.

Agora, é a vez de The Boys chegar fazendo muito barulho nas telas do Amazon Prime Video desde que estreou, em 26 de julho, ao mesmo tempo celebrando e subvertendo o universo dos heróis.

Baseada nos quadrinhos homônimos de Garth Ennis e Darick Robertson, The Boys se passa em um mundo repleto de super-heróis, muitos deles tomados pela fama e pela sede de poder.

Isso acaba passando uma imagem negativa para a maioria dos heróis, colocando-os numa posição de antagonistas da história, o que por si só já oferece algo diferente do padrão em sagas do gênero.

A trama acompanha Hughie Campbell (Jack Quaid), um jovem que sofre uma perda após uma fatalidade envolvendo um super-herói - sua namorada é estilhaçada por um velocista em plana rua.

Então, Hughie passa a olhar com desconfiança para tais figuras, o que o coloca na mira de Billy Butcher (Karl Urban), um agente da lei que parece não ter uma boa relação com heróis.

Ao mesmo tempo, seguimos a história de Annie (Erin Moriarty), uma jovem com super-poderes que é convidada para se juntar ao grupo “Os Sete”, time de super-heróis controlado pela megacorporação Vought.

As histórias de Hughie e Annie vão se unindo e, aos poucos, o público vai tendo uma noção maior do que acontece, embora o roteiro tente sempre manter um suspense.

Neste sentido, ajuda o fato dos dois protagonistas serem figuras iniciantes em seus universos.

Isso faz com que o público consiga se identificar facilmente com a dupla.

“Os Sete” é uma paródia clara da Liga da Justiça, com versões mais perturbadoras de Superman, Mulher-Maravilha, Aquaman e Flash.

Acompanhamos os heróis matando vilões e inocentes de forma indiscriminada, praticando assédio sexual e muitos outros exemplos de violência física e moral que geralmente passam bem longe de produções do gênero.

Conhecido pelo trabalho no curta Portal: No Escape e no ótimo Rua Cloverfield, 10, Dan Trachtenberg foi o responsável por dirigir o primeiro episódio.

E ele, de fato, consegue dar bem o tom da produção, instigando o público e oferecendo um cliffhanger que torna muito difícil não partir logo para o capítulo seguinte.

A produção conta com ótimos efeitos especiais e uma violência gráfica que chama a atenção.

Lembra um pouco os excessos de Deadpool, mas com um tom mais pesado, sem tantas piadas.

Neste sentido, é interessante notar que a série se leva a sério, mesmo sendo bizarra, absurda, mas em momento algum trata tudo como pura diversão.

A primeira temporada da série conta com oito episódios, com direito a um final bem aberto para novas temporadas.

Inclusive, o cliffhanger é tão impactante que seria frustrante se a Amazon não anunciasse a renovação da produção para um segundo ano antes mesmo de estrear o primeiro.

Afinal, a trama permite inúmeros desenvolvimentos.

Ainda que tenha mais méritos do que problemas, a série sofre um pouco com a atuação de seus principais atores.

Líder dos Seven, Homelander (Antony Starr) é uma mistura de Superman e Capitão América; Queen Maeve (Dominique McElligott) parece um cosplay de Mulher-Maravilha; A-Train (Jessie T. Usher) tem poderes iguais aos de Flash; enquanto Depp lembra Aquaman, inclusive na visão cômica que outros têm sobre ele.

Não é um coincidência que Starlight é a única que parece ter um estilo próprio.

Parte do mérito da série também recai no elenco, que funciona como grupo de maneira decente, mesmo com desafios bem absurdos.

Karl Urban é o nome mais famoso e já está bem acostumado com esse papel de anti-herói politicamente incorreto e grosseiro.

Por sua vez, se é para escolher um destaque, o cargo é Anthony Starr, que constrói um Homelander assustador, equilibrando esterótipo e psicopatia de forma eficaz, sendo o personagem que mais evolui na narrativa — não no sentido de melhorar como pessoa, mas ganhando significado na trama - vide as cenas com Madelyn (Elisabeth Shue), presidente do conglomerado, também ótima.

Jack Quaid e Erin Moriaty encontram desafios ao serem os protagonistas bonzinhos da história, correndo risco de ficarem irritantes.

Mas ambos carregam bem suas funções (ele com humor, ela com carisma) e constroem uma química incrível.

Surpreendentemente, quem deve conquistar o público é Tomer Kapon, que mistura humanidade e gracejos para roubar a cena como Frenchie, principalmente quando seu caminho cruza com The Female.

Aliás, Karen Fukuhara merece palmas por sua bela performance, mesmo sem falas.
Tomara que ela ganhe espaço cada vez maior, ainda mais após ter sido desperdiçada em Esquadrão Suicida.

Fica aqui também uma ressalva para a participação de Simon Pegg, sempre algo agradável de se ver.

Completam o time nomes como Chace Crawford, Jennifer Esposito, Dominique McElligott e Jessie T. Usher, a maioria em performances de pouco destaque.

Mesmo com uma trilha inspirada e piadas de cultura pop, The Boys não é uma série para todo mundo.

É possível que você dê uma chance, mas não consiga terminar ,ou não decidir se voltará para assistir a segunda temporada.

E está tudo bem, pois trata-se de uma história mais carregada em sarcasmo e ceticismo, ao invés de tentar conquistar o espectador com identificação ou emoções.

E é legal ter isso na TV, para fugir um pouco do caminho há trilhado pelos heróis de hoje em dia.

The Boys é uma série com altos e baixos, mas que é quase sempre original e surpreendente.

O que, por si só, já é muito num gênero com tantas produções nos tempos atuais.

Vale a maratona dessas primeiras oito horas - que com certeza vai deixar em você um gostinho de quero mais.

Com tudo isso, The Boys se tornou uma das produções originais mais assistidas do serviço de streaming da Amazon.

A informação foi dada pela diretora da Amazon Studios, Jennifer Salke, através de um comunicado - o número oficial de espectadores não foi dado pelo serviço de streaming.

GALERIA DE IMAGENS:











TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
THE BOYS
Formato:
Websérie
Gênero :
Super-herói, Drama
Duração:
55–66 minutos
Estado:
Renovada
Baseado em:
The Boys, de Garth Ennis & Darick Robertson
Desenvolvedor(es):
Eric Kripke, Evan Goldberg, Seth Rogen
País de origem:
Estados Unidos
Produtor(es):
Hartley Gorenstein
Produtor(es) executivo(s):
Eric Kripke, Seth Rogen, Evan Goldberg, James Weaver, Neal H. Moritz, Pavun Shetty, Ori Marmur, Dan Trachtenberg, Ken F. Levin, Jason Netter
Editor(es):
David Trachtenberg, Nona Khodai, David Kaldor, Cedric Nairn-Smith
Cinematografia: 
Jeff Cutter, Evans Brown, Jeremy Benning, Dylan Macleod
Compositor da música-tema:
Christopher Lennertz
Empresa(s) de produção:
Sony Pictures Television, Amazon Studios, Kripke Enterprises, Point Grey Pictures, Original Film, Kickstart Entertainment, KFL Nightsky Productions
Filmagens em: 
Toronto, Ontário
Exibição Original:
Prime Video
N.º de temporadas:
1 (a segunda já foi anunciada)
N.º de episódios:
8
ELENCO:
Os Caras / The Boys
Karl Urban como Billy Bruto (Billy Butcher)
Jack Quaid como "Wee" Hughie Campbell
Laz Alonso como Leitinho (Mother's Milk)
Tomer Kapon como Francês (Frenchie)
Karen Fukuhara como A Fêmea (Female)
Os Sete
Elisabeth Shue como Madelyn Stillwell
Erin Moriarty como Annie January / Luz-Estrela (Starlight)
Antony Starr como Capitão Pátria (Homelander)
Dominique McElligott como Rainha Maeve (Queen Maeve)
Jessie T. Usher como Trem-Bala (A-Train)
Chace Crawford como o Profundo (Deep)
Nathan Mitchell como Black Noir
Alex Hassell como Translúcido
Recorrente
Jennifer Esposito como a agente da CIA Susan Raynor
Convidado
Simon Pegg como o pai de Hughie

COTAÇÃO DO KLAU:

sexta-feira, 13 de julho de 2018

'MISSÃO IMPOSSÍVEL: EFEITO FALLOUT': NOVO VÍDEO DESTACA AS LOCAÇÕES DO LONGA

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Longa tem Tom Cruise e Henry Cavill no elenco
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Assista:


Na trama, quando uma importante missão não sai como o planejado, Ethan Hunt (Tom Cruise) e o time do IMF unem forças em ação numa corrida contra o tempo para acertar as contas com os erros do passados.

Além de Cruise e Cavill (como o vilão bigodudo), o longa também tem no elenco Rebecca Ferguson, Ving Rhames, Simon Pegg e Angela Basset, entre outros.

A direção é de Christopher McQuarrie.

A Paramount Pictures estreia o longa em 26 de julho aqui no Brasil.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

'MISSÃO IMPOSSÍVEL: EFEITO FALLOUT': NOVOS TRAILER E PÔSTER FORAM DIVULGADOS

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Longa estreia em 26 de julho
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O novo trailer de 'Missão: Impossível - Efeito Fallout' traz os personagens de Tom Cruise e Henry Cavill se enfrentando, além de cenas tensas de Ethan (Cruise) a bordo de um helicóptero.

Confira:


Em 'Missão: Impossível - Efeito Fallout', Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado.

O pôster:
Paramount Pictures

Henry Cavill (e seu bigode que destruiu suas cenas em 'Liga da Justiça'), Vanessa Kirby e Frederick Schmidt completam o elenco.

A Paramount Pictures do Brasil estreia 'Missão: Impossível - Efeito Fallout' em 26 de julho.

quinta-feira, 29 de março de 2018

'JOGADOR Nº1': SPIELBERG VOLTA EM ÓTIMA FORMA FAZENDO O QUE ELE SABE FAZER DE MELHOR: CONTAR UMA HISTÓRIA QUE PRENDA O ESPECTADOR


SINOPSE:

Num futuro distópico, em 2044, Wade Watts (Tye Sheridan), como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do jogo OASIS ao mundo real.

Quando o criador do jogo, o excêntrico James Halliday (Mark Rylance) morre, os jogadores devem descobrir a chave de um quebra-cabeça diabólico para conquistar sua fortuna inestimável.

Para vencer, porém, Watts terá de abandonar a existência virtual e ceder a uma vida de amor e realidade da qual sempre tentou fugir.

CRÍTICA:

Quem leu o livro, leu uma história simples, com diversas referências da cultura pop e situações interessantes vividas por personagens carismáticos, tudo muito divertido, mas não profundo.

Quando saiu o primeiro trailer de 'Jogador Nº1', que estreia hoje aqui no Brasil, parecia que o filme seria ainda mais raso, reunindo um monte de easter eggs para fazer a alegria do espectador.

A surpresa é que o filme funciona muito bem.

A lenda da direção Steven Spielberg, depois de alguns projetos equivocados, criou aqui um belo filme de ação, que funciona tanto no mundo real quanto no virtua e que tem a marca dos melhores filmes do diretor, por ser leve, inteligente, com sequências emocionantes e uma aventura divertida de acompanhar.

O longa se passa parte em Columbus, Ohio e parte no mundo virtual do jogo Oásis.

O protagonista é Wade Watts (Tye Sheridan), que dedica sua vida a procurar o easter egg criado pelo criador desse mundo virtual, James Halliday (Mark Rylance), que não só dará controle do jogo, como também a fortuna do homem mais rico do mundo.

Jogador Nº1 : Foto Tye Sheridan
Tye Sheridan é o protagonista Wade Watts - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Warner Bros.
É um desafio interessante, potencialmente realista, já que, em alguns anos, podemos estar vivendo em um mundo dominado por realidade virtual, e que garante alguns grandes momentos nas telonas.

A verdade é que a caça ao tesouro é o motivo perfeito para uma aventura leve, estilo 'Os Goonies', enquanto os temas reais do filme são a dependência da tecnologia, a liberdade individual e a luta contra uma opressão disfarçada de liberdade.

São temas interessantes, mas o longa está longe de aprofundá-los, já que procurar uma discussão absurdamente relevante no livro ou no filme é um erro.

Apesar de algumas críticas estarem presentes e serem importantes para proporcionar relevância ao tema, o lance aqui é a diversão e nostalgia.

Jogador Nº1 : Foto Mark Rylance
James Halliday (Mark Rylance) é o criador do mundo virtual
O "mal" ganha vida na pele da Innovative Online Industries (IOI), liderados por Nolan Sorrento (Ben Mendelsohn, sensacional), empresa de tecnologia concorrente que luta para controlar o Oásis pelo dinheiro e poder.

Eles basicamente usam a criação de Halliday para escravizar pessoas e lucrar alto, o que, obviamente, nos leva a comparações com corporações da vida real, mas extrapoladas para um futuro distópico,funcionando muito bem para criar um antagonista realista e cruel.

Jogador Nº1 : Foto Ben Mendelsohn
Ben Mendelsohn é Nolan Sorrento 
O filme tem personagens carismáticos e atuações realmente boas do lado dos mocinhos e dos bandidos - Hannah John-Kamen, famosa pela série 'Killjoys', poderia ser menos robótica, mas mesmo sua frieza é justificada dentro de sua missão de oprimir a liberdade das pessoas na vida real.

Dentro do Oásis, as dublagens funcionam muito bem e o único problema é a confusão na hora de misturar a ótima trilha-sonora com cenas de muita ação, deixando o áudio um pouco confuso.

Já o visual, especialmente em Imax, é simplesmente incrível e as cenas de perseguições e batalhas são inesquecíveis - Spielberg deve ter adorado a chance de enlouquecer com os efeitos visuais sem se preocupar com realismo, abusando do movimento, gravidade e manipulando o tempo e espaço.

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Hannah John-Kamen em cena do longa
Apesar da potencial confusão visual para entender as batalhas devido à velocidade e da quantidade de personagens presentes, tudo fica claro e compreensível.

A cena inspirada em um famoso filme de terror foi uma bela sacada, pois usa conhecimento comum para colocar personagens em situações inusitadas e é para vivenciar momentos como esse que os fãs do livro esperaram ansiosos pelo filme.

Oásis é um lugar fantástico, onde as leis da física podem ser manipuladas de formas inusitadas e os personagens são criativos, isso quando não saem diretamente de filmes, games, quadrinhos, séries que amamos.

Robocop, Marv, Street Fighter, Starcraft, Overwatch, Battletoads, Jurassic Park, Tomb Raider, Mass Effect, Embalos de Sábado à noite, Akira, De Volta para o Futuro, Halo, King Kong, DC Comics, Firefly e muito mais aparece no mundo virtual de forma natural e o fato do vilão usar um visual inspirado em Superman é bem interessante.

Porém, o longa falha ao usar narração em off, desnecessária, e o desenvolvimento dos personagens é raso, embora esteja lá.

Além disso, o roteiro em momento algum explica porque a situação mundial de 2045 é tão desesperadora a ponto das pessoas dependerem do Oásis.

A pobreza e a escravidão por dívidas são bem exploradas, mas como funciona esse mundo?

Existe um governo ou só as corporações dominam?

Em que momento as coisas deram tão errado?

Como as pessoas lidam com essa obsessão virtual?

E é possível ganhar dinheiro real no Oásis para poder abrir mão da vida real como parece o caso da maioria dos jogadores?

São questões que precisavam ser melhor exploradas, mesmo que cada espectador preencha as lacunas para tudo fazer sentido.

Porém, são essas questões que fazem o longa funcionar tão bem e ser tão leve, não se levando a sério demais, com as piadas no ponto certo, a trama evoluindo bem com as referências encantando qualquer apreciador de cultura pop.

Apesar de não seguir exatamente o livro, o longa adapta muito bem a ideia central da obra de Ernest Cline, adicionando uma necessária sutileza para fazer o filme funcionar muito bem.

E é muito bom vermos Spielberg de volta em ótima forma.

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
JOGADOR Nº1
Título Original:
READY PLAYER ONE
Gênero:
Ficção Científica
Direção:
Steven Spielberg
Elenco:
Amanda LaCount, Amy Clare Beales, Armani Jackson, Asan N'Jie, Ben Mendelsohn, Britain Dalton, Cara Pifko, Carter Hastings, Daniel Tuite, Daniel Zolghadri, David Barrera, Elisa Perry, Fran Targ, Gem Refoufi, Hannah John-Kamen, Jacob Bertrand, Jacqueline Ramnarine, Jaeden Bettencourt, Jorge Leon Martinez, Julia Nickson, Julian Edwards, Kae Alexander, Kathryn Wilder, Kiera Bell, Kit Connor, Laurence Spellman, Lena Waithe, Letitia Wright, Lynne Wilmot, Mandy June Turpin, Mark Rylance, Mckenna Grace, Michael Wildman, Nasir Jama, Neet Mohan, Olivia Cooke, Philip Zhao, Ralph Ineson, Rona Morison, Sarah Sharman, Simon Pegg, Susan Lynch, Sydney Brower, T.J. Miller, Tye Sheridan, Violet McGraw, Win Morisaki
Roteiro:
Eric Eason, Ernest Cline, Zak Penn
Produção:
Dan Farah, Donald De Line, Kristie Macosko Krieger, Steven Spielberg
Fotografia:
Janusz Kaminski
Trilha Sonora:
Alan Silvestri
Montador:
Michael Kahn, Sarah Broshar
Estúdio:
Amblin Entertainment, De Line Pictures, Dreamworks
Distribuidora:
Warner Bros.
Estréia no Brasil:
29/03/2018
Ano de Produção:
2017
Duração:
140 min.
Classificação Indicativa:
13 anos

COTAÇÃO DO KLAU:

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

'MISSÃO IMPOSSÍVEL 6' GANHA TÍTULO OFICIAL E NOVA IMAGEM

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Novidades foram relevadas pelo astro Tom Cruise, via Instagram
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Tom Cruise usou o seu Instagram para revelar o título oficial do sexto capítulo da franquia 'Missão Impossível'.

O longa se chamará 'Mission: Impossible 6 - Fallout' em inglês e 'Missão: Impossível - Efeito Fallout' aqui no Brasil.

Cruise ainda aproveitou para mostrar mais uma imagem do longa, onde aparece pendurado em um helicóptero.

Confira:
Instagram do ator

Além de Cruise, o elenco contará com Henry Cavill (e seu já famoso bigode), Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Jeremy Renner.

Christopher McQuarrie também retorna na direção.

O longa tem previsão de lançamento para 27 de julho e o primeiro trailer deve ser lançado no início de fevereiro, durante o intervalo do Super Bowl.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

'JOGADOR Nº1' GANHA PRIMEIRO TRAILER LEGENDADO

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A Warner Bros. divulgou o primeiro trailer legendado da aventura dirigida por Steven Spielberg e baseada no livro homônimo de Ernest Cline
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Confira:


Na trama, em 2044, Wade Watts (Tye Sheridan), como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do jogo OASIS ao mundo real.

No jogo, seus usuários devem descobrir a chave de um quebra-cabeça diabólico, baseado na cultura do final do século XX, para conquistar um prêmio de valor inestimável.

Para vencê-lo, porém, Watts terá de abandonar a existência virtual e ceder a uma vida de amor e realidade da qual sempre tentou fugir.

Além de Sheridan, o elenco conta ainda com Olivia Cooke, Ben Mendelsohn, T.J. Miller, Simon Pegg e Mark Rylance, entre outros.

O roteiro é da dupla Ernest Cline (autor do livro homônimo) e Zak Penn.

A Warner Bros. estreia o longa em 5 de abril de 2018.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

'STAR TREK: SEM FRONTEIRAS': PARECIDO COM UM CAPÍTULO DA SÉRIE CLÁSSICA, LONGA TEM ROTEIRO, ELENCO E DIREÇÃO ARREBATADORAS E COMEMORA COM SOBRAS OS 50 ANOS DA FRANQUIA


SINOPSE:

Kirk (Chris Pine), Spock (Zachary Quinto) e a tripulação da USS Enterprise já estão no terceiro ano da missão de exploração do espaço, prevista para durar cinco anos, em busca de novas culturas e novas civilizações.

Kirk começa a questionar o motivo de se juntar à frota estelar e Spock também passa por uma crise existencial.

Enquanto ambos tomam atitudes para mudar o rumo de suas vidas em breve, eles recebem um pedido de socorro que acaba levando-os ao maléfico vilão Krall (Idris Elba), um insurgente anti-Frota Estelar interessado em um objeto de posse do líder da nave.

A Enterprise é atacada e eles acabam em um planeta desconhecido, onde o grupo acaba sendo dividido em duplas.

CRÍTICA:

'Star Trek'  é das franquias mais bem-sucedidas da cultura pop e há 50 anos nos encanta, com sua espaçonave e tripulação icônicas desbravando os confins do universo.

Para comemorar o 50º aniversário da série de TV que originou a mania trekker no mundo, a Paramount Pictures criou 'Star Trek: Sem Fronteiras', em exibição em 514 salas em todo o Brasil e que completa a trilogia iniciada por J.J. Abrams em 2009.

Star Trek: Sem Fronteiras : Foto Zachary Quinto
Spock (Zachary Quinto) em cena do longa - Fotos dessa Postagem; Divulgação/Paramount Pictures do Brasil
Se é muita responsabilidade para um só longa comemorar meio século de aventuras, porém os fãs podem ficar tranquilos, já que que a obra cumpre seu papel, é divertida e se torna, desde já uma das mais perfeitas traduções do universo trekker em todos os tempos.

É que, para a alegria dos fanáticos trekkers, o longa mais parece um capítulo da série clássica (1966-1968), já que a trama se limita a acompanhar uma das aventuras da tripulação, sem ter o futuro da humanidade ou da Federação em suas mãos, um bem vindo respiro numa franquia que não sobrevive apenas com situações extremas e precisa desenvolver tramas mais contidas para garantir a diversidade de suas histórias.

Aliás, isso é o que mais encanta os fãs desde que a série clássica estreou.

Star Trek: Sem Fronteiras : Foto Chris Pine
Kirk (Chris Pine), com o novo uniforme da tripulação, em cena do longa
Aqui, vemos que já se passaram três anos da lendária missão de cinco anos da USS Enterprise, com o Capitão James T. Kirk (Chris Pine) começando a questionar o motivo de se juntar à Frota Estelar e passando a refletir sobre deixar a exploração espacial de lado.

Por sua vez, Spock (Zachary Quinto) também passa por uma crise existencial após a triste notícia da morte do embaixador Spock, versão do futuro interpretada pelo falecido Leonard Nimoy, lembrado com belíssima homenagem nesse filme, o primeiro após a partida definitiva da lenda.

Essa triste novidade faz com que Spock queira voltar junto ao seu povo e ajudar a reconstruir sua raça, dizimada após a destruição do planeta Vulcano (no filme de 2009).

Com isso, o romance dele com a tenente Uhura (Zoe Saldana) é abalado e ele precisa tomar uma difícil decisão.

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Spock e Uhura (Zoe Saldana): romance em crise
Enquanto Kirk e Spock tomam atitudes para mudar o rumo de suas vidas em breve, um pedido de socorro os obriga a sair em uma última missão, mas com consequências desastrosas.

Para os fãs, nada pior do que acompanharmos as cenas (belíssimas, por sinal) da USS Enterprise abatida e sua tripulação feita refém.

Agora, cabe aos protagonistas acharem um jeito de salvar a todos e a partir daí, a trama é muito simples e direta: Kirk precisa reunir sua equipe, fugir do planeta e impedir o plano do vilão Krall (Idris Elba, simplesmente sensacional).

Entretanto, a produção se destaca não apenas visualmente e pelas ótimas cenas de ação, marcas do currículo do diretor  Justin Lin - famoso pela franquia 'Velozes E Furiosos' - mas também pelo desenvolvimento dos personagens, humor e capacidade de aprofundar questões emocionais.

Esses elementos são alcançados, em parte, ao dividir os personagens de forma inusitada, como colocar Spock e Dr. McCoy (Karl Urban), que vem se bicando há 50 anos, juntos, enquanto lutam por suas vidas em um planeta hostil.

O resultado, hilário, ficou irresistível e sensacional.

Star Trek: Sem Fronteiras : Foto Zachary Quinto
Spock e McCoy  (Karl Urban): dupla mais que improvável é responsável por momentos hilários do longa
Chama a atenção também o sólido e inspiradíssimo roteiro - de Doug Jung e Simon Pegg, atual intérprete de Scooty - e atuações espetaculares.

A produção introduz ainda uma nova personagem, Jaylah, uma alien cheia de habilidades e que ajuda a tripulação da Enterprise.

A atriz Sofia Boutella (de 'Kingsman - Serviço Secreto') está encantadora no papel, mesmo com sua personalidade não sendo aprofundada e alguns clichês aparecerem quando ela está em cena.

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Jaylah (Sofia Boutella) e Scooty (Simon Pegg), em cena do longa
Idris Elba, irreconhecível debaixo de tanta maquiagem, dá show como o vilão Krall, exagerado, caricato e com o tom dramático típico dos antagonistas da franquia, de lembrar o lendário Khan de Ricardo Montalban.

O público, encantado, nem percebe que as motivações do vilão são fracas demais, que falta explicação e algumas cenas para aprofundá-lo e transformá-lo em alguém realista e não apenas um vilão clichê, para entendermos realmente como o personagem chegou ao ponto em que se encontra.

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Idris Elba, como o vilão Krall: sensacional
Mesmo assim, o longa faz jus à criação de Gene Roddenberry ao tratar de assuntos sociais relevantes para 2016 e além disso, o clímax ao som de Beastie Boys é absurdo, mas muito divertido e faz sentido com a ideia da série, de soluções fora do comum para resolver grandes problemas.

Assim, o novo longa deve agradar tanto aos fãs de longa data quanto aos novos públicos e comemora muito bem, até com sobras, 50 anos da franquia.

Filmaço.

Pena que Anton Yelchin não tenha vivido para curtir mais esse sucesso da saga: o intérprete de Checov morreu em um acidente na porta da sua casa, em 19 de junho, aos 27 anos - foi prensado pelo seu carro.

O longa traz algumas homenagens a Yelchin, desde a citação nos créditos finais ("Para Anton") até uma cena na qual o capitão Kirk faz um brinde aos amigos ausentes, imediatamente seguido por uma imagem de Chekov.

Yelchin (à direita): homenagens no filme
TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
'STAR TREK: SEM FRONTEIRAS'
Título Original:
STAR TREK BEYOND
Gênero:
Ação, Aventura, Ficção Científica
Direção:
Justin Lin
Roteiro:
Doug Jung e Simon Pegg, baseados na criação de Gene Roddenberry
Elenco:
Adam DiMarco, Anton Yelchin, Ashley Edner, Chris Pine, Christian Sloan, Deep Roy, Fiona Vroom, Idris Elba, Jake Foy, Jason Matthew Smith, Jodi Haynes, Joe Taslim, John Cho, Joseph Gatt, Karl Urban, Lydia Wilson, Natalie Moon, Priya Rajaratnam, Rebecca Husain, Simon Pegg, Sofia Boutella, Thomas Cadrot, Zachary Quinto, Zoe Saldana
Produção:
Bryan Burk, J.J. Abrams, Roberto Orci
Fotografia:
Stephen F. Windon
Montador:
Dylan Highsmith, Greg D'Auria, Kelly Matsumoto
Trilha Sonora:
Michael Giacchino
Duração:
122 min.
Ano:
2016
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia:
01/09/2016 (Brasil)
Distribuidora:
Paramount Pictures Brasil
Estúdio:
Bad Robot / Paramount Pictures / Skydance Productions
Classificação:
12 anos

COTAÇÃO DO KLAU: