
terça-feira, 27 de julho de 2010
MAIS 20 PEDÓFILOS PRESOS PELA PF HOJE

quarta-feira, 19 de maio de 2010
DIA NACIONAL DE COMBATE À EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES
sexta-feira, 30 de abril de 2010
PADRES DE ARAPIRACA INDICIADOS - CÂMARA QUER TORNAR PEDOFILIA CRIME HEDIONDO
Seis pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil de Alagoas na última terça-feira (27), após a conclusão do inquérito que investigou denúncias de pedofilia envolvendo três padres da Igreja Católica na cidade de Arapiraca (140 km de Maceió).
Os monsenhores Luiz Marques Barbosa e Raimundo Gomes e o padre Edilson Duarte foram indiciados pelo crime de abuso sexual de menores. Além desse crime, o padre Edilson também foi indiciado por “importunismo ofensivo ao pudor” e ameaça, enquanto o monsenhor Luiz Marques foi enquadrado por oferecer bebidas alcoólicas a menores de 18 anos. Eles podem pegar penas entre quatro e dez anos de prisão.
Além deles também foram indicados por falso testemunho mais três pessoas – todas ligadas ao monsenhor Luiz Marques: o motorista José Reinaldo, a caseira Maria Izabel e a empregada doméstica Maria Batista. Elas teriam mentido em depoimentos à polícia. Reinaldo e Izabel chegaram a ser presos, no último dia 18, por conta da acusação, mas já foram libertados.
Segundo a delegada Maria Angelita, o caso já foi enviado ao Ministério Público de Alagoas, que deve oferecer denúncia a Justiça.
“Nós encerramos o nosso trabalho e recolhemos provas importantes contra os padres. O padre Edilson confessou os abusos, enquanto os dois monsenhores negaram. Mas existiram muitos depoimentos interessantes, dando conta que eles praticaram o abuso”, explicou a delegada.
O monsenhor Luiz Marques, de 83 anos - aquele que foi filmado fazendo uma gostosa "chupetinha" num ex-coroinha, aos pés de um crucifixo - segue detido, já que teve prisão domiciliar decretada recentemente pelo juiz Rômulo Valença.
Em parecer favorável à sugestão apresentada, o deputado Luiz Couto (PT-PB), destacou o fato de a pedofilia estar alcançando "níveis alarmantes" em todo o País, sobretudo com o uso da internet como instrumento de cooptação de vítimas, o que, segundo ele, exige uma postura mais rigorosa por parte das autoridades.
"A proposta de tornar a pedofilia crime hediondo é adequada como forma de combate e punição efetiva desses crimes. Os pedófilos não podem ficar circulando livremente pelas ruas e fazendo vítimas, enquanto a Justiça decide acerca das ações penais a eles relativas", afirma o deputado.
Para o Instituto Phoenix, a pedofilia deve ser qualificada de crime hediondo por sua “repulsa social”. Segundo a entidade, esse crime é grave e revoltante, merecendo figurar entre aqueles que merecem maior reprovação pelo Estado.
Enquanto isso, em Franca(SP)...
da Agência Estado
A Justiça de Franca (400 km de São Paulo), aceitou a denúncia do Ministério Público contra o padre José Afonso Dé, de 74 anos, acusado de pedofilia.
O padre foi indiciado pela polícia por dois crimes: estupro de vulnerável (menor de 14 anos) e violação sexual mediante fraude. O juiz Wagner Carvalho Lima, da 2ª Vara Criminal de Franca, cuidará do caso, que está sob segredo de justiça. O promotor que ofereceu a denúncia é José Lourenço Alves, da região de Ribeirão Preto (SP).
Sete jovens entre 12 e 16 anos informaram à Polícia Civil que Dé teria os beijado e acariciado seus órgãos genitais neste ano. O caso chegou à Delegacia de Defesa da Mulher em meados de março, após denúncia ao Conselho Tutelar do município.
Outros dois adultos, que teriam sido molestados pelo sacerdote quando menores, foram ouvidos e também acusaram o religioso. Dé afirmou em depoimento e em entrevistas que é inocente. O religioso disse ter ficado perplexo com as acusações. "Sou afetivo, gosto de abraçar as pessoas, beijá-las. Ainda mais depois que nasceram meus netos [18, de dez filhos adotivos]. É meu modo de ser. Pode acontecer que esse meu jeito tenha gerado alguma interpretação diferente", teve a cara de pau de dizer o véio safado.
Desde 26 de março, o padre foi afastado de suas atividades pelo bispo de Franca, Pedro Luiz Stringhini. O bispo encaminhou formalmente o caso à Nunciatura Apostólica, que funciona como uma embaixada do Vaticano no Brasil.
E a CPI da Pedofilia já declarou que vai convocar o padre para prestar esclarecimentos.
Caso seja condenado, o padre pode pegar pena entre 6 e 20 anos, reduzida à metade por ele ter mais de 70 anos.
Por mim, apodreceria na cadeia.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
ATEUS BRITÂNICOS VÃO PEDIR PRISÃO DO PAPA POR ABUSOS NA IGREJA

Notícia da

Dois renomados ateus britânicos expressaram sua intenção de processar o papa Bento 16 pelo seu papel nos casos de abusos sexuais envolvendo padres da Igreja Católica em diversas partes do mundo.
Os escritores Richard Dawkins e Christopher Hitchens disseram que moverão um processo contra o papa tanto na Justiça do Reino Unido, país que o pontífice visitará em setembro, quanto na Corte Penal Internacional.
Dawkins, biólogo de formação, é um conhecido autor de livros que questionam a validade e a veracidade das religiões. Seu trabalho mais conhecido, "Deus, um delírio", vendeu mais de 1,5 milhão de cópias e virou um best-seller publicado em mais de 30 países.
Hitchens é filósofo e cientista político pela Universidade de Oxford, e colunista de diversas publicações, como "Vanity Fair", "Harper's" e "Granta".
A argumentação jurídica seguiria a mesma lógica da ação que culminou com a prisão do ex-ditador chileno Augusto Pinochet durante sua visita a Londres em 1998.
Os pensadores alegam que o pontífice "não é imune à prisão no Reino Unido" porque, apesar de ser o chefe do Vaticano, não é um chefe de Estado reconhecido pela ONU (Organização das Nações Unidas).
"Acredito que a Justiça britânica rejeitará (o argumento de imunidade do papa)", disse o advogado especializado em direitos humanos que representará os escritores, Mark Stephens.
"Se o papa viesse em visita de Estado, normalmente um chefe de Estado teria imunidade soberana. O que defendo é que ele não é um soberano, não é chefe de Estado, por isso não pode se valer dessa defesa."
Dawkins e Hitchens e seu advogado creem que podem acusar o papa de crime contra a humanidade.
Bento 16 tem sido alvo de críticas diante das inúmeras denúncias de abusos de menores que surgiram, porque ele chefiava o braço da Santa Sé responsável pela disciplina.
Em muitos casos o papa, então cardeal Joseph Ratzinger, é acusado de omissão. Mas no fim da semana passada veio a público uma carta de 1985 em que ele resiste à ideia de destituir das funções sacerdotais o padre americano Stephen Kiesle, acusado de abuso sexual.
O então cardeal Ratzinger afirmou na carta que o "bem da Igreja universal" precisava ser levado em conta em um ato como a destituição das funções sacerdotais.
O Vaticano confirmou a assinatura do cardeal no documento, revelado pela agência de notícias Associated Press.
Em resposta à divulgação da carta, o porta-voz do Vaticano disse que o documento foi apresentado "fora do contexto".
