Longa também ganhou novo pôster, mostrando a transformação de Jared Leto no vampiro
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Estrelado por Jared Leto, Morbius apresentará o popular personagem dos quadrinhos que já apareceu tanto como inimigo quanto como aliado do Homem-Aranha ao longo dos anos.
O longa terá um antagonista famoso nas HQs, oponente tanto de Morbius quanto de Peter Parker: Loxias Crown , que será vivido por Matt Smith.
Para entendermos esse vilão, primeiro é preciso entender o contexto do filme:
TRAMA
A história acompanha Dr. Michael Morbius, um biólogo com uma doença rara no sangue que realiza um experimento envolvendo DNA do morcego para tentar encontrar uma cura, mas sofre uma mutação terrível, já que passa a ter características de um vampiro e uma sede incontrolável por sangue.
Só que seu experimento dá origem a outro ser com poderes similares e o grande conflito da narrativa será a tentativa de Morbius impedir Loxias, cujo único objetivo é saciar seu desejo por sangue a todo custo.
O VILÃO
O astro de Doctor Who, Matt Smith, interpreta Loxias Crown.
No filme, ele é amigo de longa data de Morbius, mas, nos quadrinhos da Marvel, Crown se torna o maligno Hunger (Fome).
É esperado que o estúdio faça grandes mudanças na sua história, mas ele ainda vai se tornar um vampiro sedento por sangue no cinema.
No longa, Loxias Crown sofre da mesma doença sanguínea que seu bom amigo Morbius e também será transformado pelo soro que o protagonista criou em uma tentativa de curá-los.
E assim como no caso do personagem de Jared Leto, essa mudança garante várias habilidades a ele:
Pseudo-vampirismo
Força sobre-humana
Velocidade sobre-humana
Resistência sobre-humana
Agilidade sobre-humana
Reflexos sobre-humano
Sentidos agudos sobre-humanos
Fator de cura regenerativa
Presas e carras
Criação de vampiros
ORIGEM
Loxias Crown fez sua primeira aparição na HQ Homem-Aranha # 76, de janeiro de 1997, criado por Howard Mackie, conhecido por comandar os quadrinhos do Motoqueiro Fantasma dos anos 1990.
Nas HQs, o vilão é um cientista da Hydra (sim, o grupo inimigo da S.H.I.E.L.D.) que sequestra Morbius para realizar experiências secretas.
Ele chegou até a vencer o Homem-Aranha em combate, mas eventualmente foi derrotado por Morbius e transformado em um vampiro vivo.
FOME
Nas HQs, já como um vampiro, ele começa a viver nos esgotos da cidade de Nova York, abduzindo cidadãos e até alguns mutantes (lembre-se que, nas HQs, os X-Men, Homem-Aranha e Vingadores estão no mesmo mundo... o mesmo deve acontecer em breve no cinema).
Peter Parker e Betty Brant começam então a investigar os desaparecimentos e assim conhecemos o lado mais violento de Crown.
Finalmente hoje, o Comic Con Magazine divulgou um novo pôster, trazendoLeto com parte do rosto transformado no vampiro.
Confira:
Relembre o trailer:
Se nada mudar, a Sony Pictures lança Morbius nos cinemas brasileiros em 30 de julho.
Depois de viajar pelo espaço-tempo com a TARDIS, Matt Smith está pronto para retornar às estrelas em 'Star Wars'
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O ator britânico, conhecido por ter sido uma das faces do Doctor Who na série homônima e que vem arrebentando como o marido da Rainha Elizabeth II na estupenda série 'The Crown', da Netflix, foi anunciado nessa semana no elenco de 'Star Wars: Episódio IX', filme que vai encerrar a atual trilogia e conta com o retorno de J.J. Abrams ('O Despertar da Força') à direção, após a demissão de Colin Trevorrow.
Matt Smith como o Príncipe Pillip, em 'The Crown' - Netflix
No elenco, veremos também Keri Russell (The Americans), Richard E. Grant e Dominic Monaghan (Lost, O Senhor dos Anéis) - eles se unem a Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Adam Driver e Mark Hamill – que retorna como Luke Skywalker.
Ainda não se sabe qual personagem Smith irá interpretar.
'Star Wars: Episódio IX' tem lançamento marcado para 19 de dezembro de 2019.
Grã-Bretanha irreconhecível, a Coroa em crise, a família real mergulhada em escândalo atrás de escândalo: o que está no futuro de 'The Crown'?
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O novo trailer da segunda temporada anuncia: é hora de fazer mudanças.
No vídeo, Elizabeth (Claire Foy) confronta Philip (Matt Smith) sobre os seus hábitos, e ela mesma enfrenta o próprio desafio de mudar tudo.
Assista:
A segunda temporada de 'The Crown' estreia na Netflix no dia 8 de dezembro, e traz entre as novidades no elenco a dupla Michael C. Hall (Dexter, Six Feet Under) e Jodi Balfour (Bomb Girls, Quarry) respectivamente como John e Jackie Kennedy. Além disso, os dez episódios serão os últimos de Claire Foy e Matt Smith, já que na terceira temporada novos atores irão assumir os personagens, já em décadas à frente. Olivia Colman será a nova Elizabeth II, mas os demais integrantes ainda não foram anunciados.
SINOPSE: A trama da nova série original Netflix, em dez episódios, é focada na família real mais poderosa do mundo, escancarando seus bastidores não muito nobres e também nas audiências semanais realizadas entre a Rainha Elizabeth II (Claire Foy) e os primeiros-ministros britânicos, de 1952 até os dias de hoje - o primeiro a aparecer é Winston Churchill (John Lithgow). A primeira temporada vai do casamento de Elizabeth com Philip Mountbatten (Matt Smith), o duque de Edimburgo, em 20 de novembro de 1947 - e termina dez anos depois. Baseada na peça 'The Audience', encenada por Dame Hellen Mirren. CRÍTICA: A série 'The Crown' é uma superprodução de US$ 124 milhões (R$ 400 milhões), que pretende humanizar a biografia da Rainha da Inglaterra, Elizabeth II, de 90 anos, além de mostrar um outro lado da Casa de Windsor. O drama conta como Elizabeth Alexandra Mary (Claire Foy), filha de George VI (Jared Harris), o rei gago, deixou de ser Princesa para virar a comandante do Império Britânico, numa ascensão marcada por desavenças e barracos típicos de uma família plebeia. A atriz britânica Claire Foy interpreta a rainha Elizabeth - Netflix Com dez episódios, a primeira temporada tem como ponto de partida o casamento de Elizabeth com Philip Mountbatten (Matt Smith), o duque de Edimburgo, em 20 de novembro de 1947, e termina dez anos depois. Cada temporada da série pretende mostrar uma década da vida da Rainha. A entrada de Philip na família real britânica foi cheia de controvérsias: primo de segundo grau da então futura rainha, ele não tinha muito dinheiro e era considerado estrangeiro, por ser filho de pai grego. Suas três irmãs não foram convidadas para o casamento porque eram casadas com nobres alemães - supostamente nazistas. Pouco mais de quatro anos após o matrimônio, o Rei George VI morreu e Elizabeth, sua filha, foi nomeada Rainha. A mudança afetou Philip, que se incomodava com o fato de não poder mais andar ao lado da mulher - o protocolo o fazia ficar sempre atrás. O casal discutiu muito por causa disso - e a série reconstitui os diálogos. Vanessa Kirby é a princesa Margaret, a irmã atrevida da rainha Elizabeth- Netflix Enquanto Elizabeth se casava e ganhava a coroa, sua irmã ficava cada vez mais afastada da rotina de sua família. Alvo preferido dos paparazzi da época, a Princesa Margaret (Vanessa Kirby) tinha uma vida social ativa e não saía das colunas sociais. Ela protagonizou um grande escândalo quando vazou para a imprensa a notícia de que iria se casar com um homem divorciado - os jornais detonaram a ideia e taxaram o caso como um "romance real que coloca a monarquia em risco". Mas Elizabeth tinha um reino para cuidar, fazia reuniões semanais com o primeiro-ministro Winston Churchill (John Lithgow) - e eles discutiam sobre tudo, incluindo qual deveria ser o sobrenome do marido dela. A Rainha procurava não se intimidar frente ao experiente político e evitava ceder às suas pressões. Elizabeth era bem avaliada pela classe política, por ser progressista e contemporânea, ao contrário do conservador Churchill. Claire Foy como Elizabeth e Matt Smith como Phillip - Netflix Assinado por Michele Clapton, vencedora do Emmy e conhecida pelo trabalho em 'Game of Thrones', da HBO, o luxo do figurino chama a atenção. Em entrevista para o site Fashionista, a figurinista contou que buscou ser muito fiel à história e que, basicamente, replicou o que foi documentado em fotos. Só na primeira temporada, foram usadas cerca de 7.000 roupas, das quais 350 feitas feitas à mão. Algumas peças tiveram de ser adquiridas nos Estados Unidos, de mulheres que viveram no período logo após a Segunda Guerra Mundial. Com tudo isso, se você for ver a série, esperando um "The Real Housewives" da família real, esqueça. O criador Peter Morgan - que divide a função de showrunner com o diretor Stephen Daldry ('Billy Elliot', 'As Horas' e 'O Leitor') - assina os dez episódios da primeira temporada de e segue o clima de 'A Rainha' (que lhe rendeu uma indicação ao Oscar por Melhor Roteiro Original). A tensão é estabelecida através de olhares e gestos. Em determinado momento, uma briga violenta entre Elizabeth e seu marido, Philip (Matt Smith) é apresentada ao espectador sem áudio, mas transmite a gravidade da situação. A série não tem medo de tomar seu tempo para acompanhar os acontecimentos históricos e muitos vão se surpreender ao perceber que Elizabeth não é o centro das atenções do piloto. O problema é que, muitas vezes, esse ritmo se torna repetitivo e pode perder a atenção do espectador. Pensando em sua totalidade, a série apresenta certa falta de consistência ao dosar conflitos políticos e dramas pessoais. Enquanto alguns episódios são tão completos que poderiam gerar filmes, outros pecam pela lentidão ou por seguir um caminho educativo demais. Numa situação paradoxal, a série apresenta subtramas dispensáveis e/ou pouco desenvolvidas, mas é agraciada com um elenco eficiente. Como Rainha Elizabeth II, a performance de Claire Foy merece aplausos, de pé. Desde o primeiro momento, seu trabalho traz humanidade para a monarca, capaz de derrubar todos os preconceitos que giram ao redor de sua figura. Ao longo da temporada, a doce e tímida moça cede lugar para a firme governante - e essa transformação é feita com maestria pela atriz, muitas vezes sem uso de palavras. Quem também rouba a cena é John Lithgow, numa composição singular do polêmico Primeiro-Ministro Winston Churchill.
John Lithgow interpreta o Primeiro-Ministro Winston Churchill
Sua atuação é incrível e mostra uma interessante dinâmica com a protagonista, mesmo com seu personagem só apresentando novas camadas emocionais no final da temporada. Já Matt Smith como Phillip apresenta um trabalho bem diferente de 'Doctor Who', retratando um homem contraditório: dono de ideais modernos, mas frustrado ao ser subordinado da esposa numa sociedade (ainda mais) machista. Vanessa Kirby aproveita a chance de brilhar e representa sua Princesa Margaret com charme e emoção. Inclusive, seu drama - que eu não vou contar aqui - é um dos melhores dilemas do show, capaz de mobilizar o espectador até o sensacional embate final entre as duas irmãs, que é de cortar o coração. Jared Harris, Eileen Atkins e Alex Jennings também trazem os lados humanos de grandes figuras públicas e ajudam na identificação com o público. Por enquanto, uma segunda temporada de 'The Crown' não foi confirmada, mas rumores apontam que a pré-produção de novos episódios já começou. Caso aconteça, não será surpresa, já que as performances do elenco principal devem atrair atenção da crítica especializada e o drama tem muito potencial. Sem falar que histórias interessantes não irão faltar. Afinal, são 64 anos do reinado de Elizabeth II... até agora... Série irresistível e espetacular. TRAILER: FICHA TÉCNICA:
'THE CROWN' Título Original: The Crown Série Original Netflix Gênero: Drama, Histórico, Biografia Número de Episódios: 10 Duração dos episódios: 60 minutos Criada por: Peter Morgan, Stephen Daldry Produtores Executivos: Andy Harries, Robert Fox, Matthew Byam-Shaw Elenco Principal: Claire Foy, Matt Smith, John Lithgow, Jared Harris, Eileen Atkins, Alex Jennings País: EUA Status: Em produção Direção do ep 1: Vermin Catcher Roteiro do ep 1: Peter Morgan Exibição: Netflix COTAÇÃO DO KLAU:
Uma misteriosa praga espalha zumbis por todos lados, mas Elizabeth Bennet (Lily James), especialista em artes marciais e no manuseio de armas, está preparada para enfrentar os piores mortos-vivos.
O que a incomoda de verdade é ter que conviver e lutar ao lado do arrogante Sr. Darcy (Sam Riley).
CRÍTICA:
Coitada de Jane Austen.
Quando ela escreveu 'Orgulho e Preconceito', em 1813, nem ela e muito menos nós poderíamos prever que 200 anos depois, zumbis fariam parte da trama do seu icônico romante.
Foi o escritor Seth Grahame-Smith quem colocou os mortos vivos na sua trama clássica, em um livro que resultou bem fraquinho.
Só que agora, contra toda a lógica, o longa'Orgulho e Preconceito e Zumbis', em exibição em 84 salas em todo o Brasil, funciona muito bem, graças a um universo fantasioso e criativo montado ao redor dos personagens principais, que possuem preocupações da aristocracia e ainda enfrentam uma epidemia de mortos vivos que ameaça destruir o estilo de vida inglês do século 19.
A produção, dirigida por Burr Steers, equilibra bem a comédia, ação e drama e se o começo assusta (algumas cenas dão a entender que estamos diante de outra produção tosquêra como 'Abraham Lincoln: Caçador De Vampiros') logo a trama arrebata o espectador, ao mostrar uma praga que assola a Inglaterra e onde os aristocratas vivem em residências fortificadas.
Lily James como Elizabeth Bennet, em cena do longa - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Sony Pictures
Mas o melhor é logo sabermos que absolutamente todos os membros das tradicionais famílias são treinados nas artes orientais de luta - os mais ricos vão para o Japão, os pobres, para a China.
Logo, conhecemos as irmãs Bennet, Elizabeth (Lily James, de 'Cinderela'), Jane (Bella Heathcoate), Kitty (Suki Waterhouse), Lydia (Ellie Bamber) e Mary (Millie Brady), que, ao mesmo tempo em que se preocupam com quem vão casar e como será seu futuro, também são guerreiras bem treinadas e capazes de enfrentar qualquer invasão de mortos-vivos.
Só que elas aprenderam a lutar na China por opção de seu pai, que considera as artes do país mais adequadas para a situação – e isso já as separa de seus colegas nobres, especialmente aos olhos do crítico e pedante Sr. Darcy (Sam Riley, espetacular).
Sam Riley como o Sr.Darcy
Como no livro-paródia, o longa segue a estrutura do enredo de 'Orgulho e Preconceito'.
Jane e Elizabeth precisam de maridos ricos não só para garantir seu futuro, mas também para terem apoio contra os mortos-vivos, que se mostram cada vez mais inteligentes.
A relação de Sr. Darcy com Sr. Wickham (Jack Huston) ganha novos contornos, que funciona bem na narrativa do longa, que só poderia ter tirado melhor proveito da questão das diferenças entre as classes sociais - tão importante no livro de Austen, tão pouco abordada no longa.
Para compensar, o tom moderno ajuda bastante a produção.
Elizabeth Bennet já era uma mulher moderna para os padrões de 1800 e aqui se destaca ainda mais como heroína de extrema inteligência, que ainda domina as artes marciais.
Jack Huston como o Sr. Wickham
Sua história de amor com o Sr. Darcy segue padrões familiares, mas é absolutamente verdadeira - particularmente no mundo fantasioso proposto aqui, onde os dois são atraídos pelas suas habilidades como guerreiros e também por suas inteligências.
Além da direção precisa e da direção de arte e figurinos, soberbos, o grande destaque do longa é mesmo o seu elenco, realmente compromissado em fazer a obra funcionar, tanto pelo lado cômico como pela ação e drama.
Sem Lily James, Sam Riley, Bella Heathcoate, Jack Huston, Douglas Booth e Matt Smith, que se superam e conseguem dar credibilidade ao mundo bizarro em que vivem, esse mundo de fantasia iria ruir rapidamente.
Mesmo quando o roteiro e a montagem atrapalham, as performances desses atores carismáticos sustentam o filme até o fim - sem falar que Smith (famoso por viver o décimo primeiro 'Dr. Who') rouba a cena como Sr. Collins, de longe o personagem mais engraçado da obra.
As irmãs Bennet, prontas para a luta
O longa também poderia trabalhar melhor a interação das cenas de zumbis e de drama nos dois primeiros atos.
Funcionam bem separadas, mas esses dois lados do filme só são integrados 100% no final, quando o conflito com os mortos se torna central para o arco de Elizabeth e Darcy, uma falha significativa de roteiro e direção.
Apesar desse deslize, o longa é muito divertido, o elenco ajuda muito e mesmo quando a direção tropeça, os personagens seguram a trama.
Além disso, os zumbis são diferentes daqueles com os quais estamos acostumados e isso garante alguns momentos interessantes ao longo de toda narrativa - apesar dos sustos serem raros.
Assim, vale a pena juntar os amigos, comprar pipoca e curtir essa aventura apocalíptica no século XIX, bem feita, dirigida e interpretada.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'ORGULHO E PRECONCEITO E ZUMBIS'
Título Original:
PRIDE AND PREJUDICE AND ZOMBIES
Gênero:
Comédia
Direção:
Burr Steers
Roteiro:
Burr Steers
Elenco:
Aisling Loftus, Ancuta Breaban, Ashley Hudson, Bella Heathcote, Charles Dance, Daniel Westwood, Dolly Wells, Dominic Borrelli, Douglas Booth, Ellie Bamber, Emma Greenwell, Euan Macnaughton, Frans Isotalo, Hermione Corfield, Jack Huston, Janet Henfrey, Jess Radomska, Judit Novotnik, Lena Headey, Lily James, Luke Norcross-Webb, Matt Smith, Millie Brady, Morfydd Clark, Pooky Quesnel, Rob Callender, Robert Morgan, Ryan Oliva, Sally Phillips, Sam Riley, Suki Waterhouse, Tom Lorcan
Produção:
Allison Shearmur, Annette Savitch, Brian Oliver, Marc Butan, Natalie Portman, Sean McKittrick, Tyler Thompson
Fotografia:
Remi Adefarasin
Montador:
Padraic McKinley
Trilha Sonora:
Fernando Velázquez
Duração:
107 min.
Ano:
2016
País:
Estados Unidos / Reino Unido
Cor:
Colorido
Estreia:
25/02/2016 (Brasil)
Distribuidora:
Sony Pictures
Estúdio:
Allison Shearmur Productions / Cross Creek Pictures / Handsomecharlie Films / Lionsgate Films / MadRiver Pictures / QC Entertainment
Classificação:
12 anos
Informação complementar:
Adaptação do livro de Seth Grahame-Smith, uma paródia do clássico de Jane Austen