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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

'VELOZES E FURIOSOS: HOBBS E SHAW': PRIMEIRO DERIVADO DA CINESSÉRIE É CLÁSSICO DO CINEMA BRUCUTU


SINOPSE:

Desde que se conheceram, Luke Hobbs (Dwayne Johnson) e Deckard Shaw (Jason Statham) constantemente bateram de frente, não só por inicialmente estarem em lados opostos mas, especialmente, pela personalidade de cada um.

Agora, a dupla precisa unir forças para enfrentar Brixton (Idris Elba), um homem alterado geneticamente que deseja obter um vírus mortal para pôr em andamento um plano que mataria milhões de pessoas em nome de uma suposta evolução da humanidade.

Para tanto, eles contam com a ajuda de Hattie (Vanessa Kirby), irmã de Shaw, que é também agente do MI6, o serviço secreto britânico.

CRÍTICA:

Quando acabou a sessão para a imprensa de Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw - que estreia hoje no Brasil - e as luzes não se acenderam, o exibidor disse: "Calma pessoal, chegou a hora de refletir tudo que vocês acabaram de ver".

É mesmo difícil assimilar quando você está de frente com uma obra de arte - é preciso de tempo para absorver todas as camadas do filme.

Se estamos vivendo uma "época boa para se ser nerd" por conta dos incontáveis de filmes de heróis e séries da CW, depois do spin-off com Dwayne Johnson e Jason Statham vemos que quem está vivo, mesmo, é o Cinema Brucutu.

Na trama, a irmã de Shaw está em apuros após encontrar um vírus mortal e agora é perseguida pelo terrorista Brixton.

Assim, somente a união de Luke Hobbs e Ian Shaw poderá salvar Hattie e O MUNDO.

E apesar das diferenças, vemos esses titãs unidos contra o Superman negro - apesar de Elba ser menos sanguinário que o Clark Kent de Zack Snyder.

Ao contrário de Christopher Nolan, que falha miseravelmente ao tentar falar de amor e família em Interestelar, David Leitch deixa questionamentos que ultrapassam laços consanguíneos.

The Rock e sua famíla em Samoa trazem a sensibilidade da questão filosófica: o que é um lar?

Quando nos sentimos verdadeiramente em casa?

A resposta cabe a cada um, então você terá que ver o filme para encontrar a sua.

O trabalho foi facilitado para Leitch neste filme.

Não há pessoa em Hollywood que mescle tão bem o carisma e a brutalidade de Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger como faz Dwayne Johnson, aliado a uma capacidade de atuar superior a essas duas lendas do Cinema Brucutu.

O filme ainda conta com Jason Statham que a cada fala e ação explode a pergunta do século na tela: "é crime ser hétero?".

Para ele eu respondo não, ninguém é mais mortal e perigoso que o ator que interpreta Shaw.

As participações especiais secretas chamam atenção e são um acerto fenomenal.

O agente da CIA que recruta The Rock (não falarei quem é para não estragar) consegue deixar claro qual é a intenção do filme e como ele deve ser encarado.

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw já nasce como um clássico do Cinema Brucutu e acompanhar os feitos dessa dupla em uma tela gigante é simplesmente imperdível.

Compre sua pipoca e vá preparado para o banho de testosterona que somente um bom filme de ação pode te dar.

Filmaço.

GALERIA DE IMAGENS:
(Divulgação/Universal Pictures Brasil)
Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw : Foto Dwayne Johnson, Jason Statham

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw : Foto Jason Statham

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw : Foto Dwayne Johnson

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw : Foto Jason Statham, Vanessa Kirby

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw : Foto Idris Elba

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw : Foto Vanessa Kirby

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw : Foto Idris Elba

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw : Foto Idris Elba

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
VELOZES E FURIOSOS: HOBBS E SHAW
Título Original:
HOBBS & SHAW
Gênero:
Ação
Direção:
David Leitch
Elenco:
Amar Adatia, Bernardo Santos, Conlan Casal, Daniel Eghan, David Mumeni, Dwayne Johnson, Eddie Marsan, Eiza González, Eliana Sua, Helena Holmes, Idris Elba, Jason Statham, Julian Ferro, Manoj Anand, Matt Townsend, Ruth Horrocks, Sonia Goswami, Stephanie Vogt, Vanessa Kirby, Viktorija Faith
Roteiro:
Chris Morgan, Gary Scott Thompson
Produção:
Hiram Garcia, Neal H. Moritz
Fotografia:
Jonathan Sela
Trilha Sonora:
Tyler Bates
Estúdio:
Universal Pictures
Distribuidora:
Universal Pictures Brasil
Estréia:
01/08/2019
Ano de Produção:
2019
Duração:
134 min.
Classificação Indicativa:
14 anos

COTAÇÃO DO KLAU:

quinta-feira, 26 de julho de 2018

'MISSÃO: IMPOSSÍVEL - EFEITO FALLOUT': MELHOR LONGA DA FRANQUIA ENTREGA BOM ROTEIRO E MUITA AÇÃO


SINOPSE:

Obrigado a unir forças com o agente especial da CIA August Walker (Henry Cavill) para mais uma missão impossível, Ethan Hunt (Tom Cruise) se vê novamente cara a cara com Solomon Lane (Sean Harris) e preso numa teia que envolve velhos conhecidos movidos por interesses misteriosos e contatos de moral duvidosa.

Atormentado por decisões do passado que retornam para assombrá-lo, Hunt precisa se resolver com seus sentimentos e impedir que uma catastrófica explosão ocorra, no que conta com a ajuda dos amigos de IMF.

CRÍTICA:

Tudo começou numa série de TV dos anos 1960, ainda hoje muito à frente do seu tempo.

Depois, o astro Tom Cruise percebeu o seu potencial e 'Missão: Impossível' virou uma das cinesséries mais esperadas pelos fãs de um bom e competente cinema de ação, com um formato sempre campeão, agradável e atrativo.

E foi com muita expectativa que aguardamos a estreia do sexto longa da cinessérie.

Assim, 'Missão Impossível: Efeito Fallout', que estreia hoje aqui no Brasil, não só acerta a mão - assim como 'Nação Secreta' - mas mostra que é, com folgas, o melhor da franquia.

Esta é uma das sequências mais diretas da franquia, com os retornos de Ilsa Faust (Rebecca Ferguson) - 'Nação Secreta' - o vilão Solomon Lane (Sean Harris) e Alan Hunley (Alec Baldwin).

Missão Impossível - Efeito Fallout : Foto Tom Cruise
Tom Cruise, sensacional como Ethan Hunt - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Paramount Pictures Brasil
Sem falar no retorno de Christopher McQuarrie, que primeira vez assina dois filmes da franquia seguidos e se torna o diretor a dirigir mais vezes 'MIs'.

O longa trabalha o passado de Ethan Hunt, mas também apresenta uma nova ameaça do grupo conhecido como Sindicato.

Mas o que gira mesmo é a vontade de Lane torturar o protagonista enquanto cria uma nova ordem mundial.

Por um lado, Lane continua um vilão sem profundidade, que fala pouco e não rende muito em cena, mas tudo bem, porque ele funciona como motivação para o verdadeiro antagonista deste longa, muito mais charmoso e interessante de acompanhar: Henry Cavill e seu bigode que custou milhões à Warner em 'Liga da Justiça', embora esteja longe de ser um "bandido" realmente interessante.

Sua atuação está no mesmo nível do Superman que conhecemos, mas, pelo menos, nas cenas de ação não dá para reclamar.

Missão Impossível - Efeito Fallout : Foto Henry Cavill, Simon Pegg
Henry Cavill e seu bigode, em cena como August
Agora, quem arrebenta, mesmo é Vanessa Kirby: aqui, a princesa Margaret da série 'The Crown' dá vida à a moralmente questionável Viúva Branca, uma enigmática negociante do submundo, com muito apelo de femme fatale de filmes Noir.

Sem falarmos que Ilsa, vivida por Rebecca Ferguson, mais uma vez mostra que é a contraparte perfeita de Ethan Hunt e uma das personagens mais badass do cinema.

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Vanessa Kirby, em cena com Cavill e Cruise
As cenas de ação parecem cada vez mais inspiradas, com Tom Cruise arriscando a vida em momentos espetaculares - mesmo que em uma delas, rodada nos telhados de Londres, ele tenha fraturado um tornozelo, fazendo com que as filmagens ficassem paradas por semanas.

Divertido, claro, mas destaque mesmo para as incríveis cenas de luta, com efeitos sonoros poderosos para fazer o espectador sentir cada porrada.

Sem falarmos nas perseguições – sensacionais em quaisquer que sejam os veículos em que elas aconteçam.

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Ilsa (Rebecca Ferguson), em cena com Ethan (Cruise)
Se o filme não tem surpresas - tanto que a reviravolta final foi divulgada previamente pela equipe de marketing de tão óbvia que seria - o final também peca pela demora em resolver a questão das armas nucleares - dessa vez Ethan corre para impedir três armas nucleares de serem detonadas, mas isso não importa de verdade, qualquer que fosse o motivo faria sentido para colocar as coisas em movimento.

Com um roteiro bem amarrado para justificar a trama e com personagens carismáticos, fica claro que a franquia sabe trabalhar seus temas com criatividade e foco na diversão.

Se continuar assim, podem vir mais 10 longas da franquia no futuro - e o espectador não se cansa.

Filmaço.

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
'MISSÃO: IMPOSSÍVEL - EFEITO FALLOUT'
Título Original:
MISSION: IMPOSSIBLE – FALLOUT
Gênero:
Ação, Espionagem
Diretor:
Christopher McQuarrie
Elenco:
Alec Baldwin, Alix Bénézech, Angela Bassett, Caspar Phillipson, Charlie Vincent, Henry Cavill, Jag Patel, Joey Ansah, Julianne Binard, Michelle Monaghan, Raphael Desprez, Rebecca Ferguson, Ross O'Hennessy, Sean Harris, Simon Pegg, Tom Cruise, Vanessa Kirby, Velibor Topic, Ving Rhames, Wes Bentley
Roteiro:
Bruce Geller, Christopher McQuarrie
Produção:
Bryan Burk, Christopher McQuarrie, Dana Goldberg, David Ellison, Don Granger, J.J. Abrams, Jake Myers, Raphaël Benoliel, Tom Cruise, Tommy Gormley
Fotografia:
Rob Hardy
Trilha Sonora:
Lorne Balfe
Montador:
Eddie Hamilton
Estúdio:
Bad Robot, Paramount Pictures, Skydance Media, TC Productions
Distribuidora:
Paramount Pictures
Ano de Produção:
2018
Duração:
147 min.
Estréia (Brasil):
26/07/2018
Classificação Indicativa:
14 anos

COTAÇÃO DO KLAU:

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

'THE CROWN': SÉRIE SOBRE OS PRIMEIROS ANOS DE REINADO DE ELIZABETH II É IRRESISTÍVEL E ESPETACULAR


SINOPSE:

A trama da nova série original Netflix, em dez episódios, é focada na família real mais poderosa do mundo, escancarando seus bastidores não muito nobres e também nas audiências semanais realizadas entre a Rainha Elizabeth II (Claire Foy) e os primeiros-ministros britânicos, de 1952 até os dias de hoje - o primeiro a aparecer é Winston Churchill (John Lithgow).

A primeira temporada vai do casamento de Elizabeth com Philip Mountbatten (Matt Smith), o duque de Edimburgo, em 20 de novembro de 1947 -  e termina dez anos depois.

Baseada na peça 'The Audience', encenada por Dame Hellen Mirren.

CRÍTICA:

A série 'The Crown' é uma superprodução de US$ 124 milhões (R$ 400 milhões),  que pretende humanizar a biografia da Rainha da Inglaterra, Elizabeth II, de 90 anos, além de mostrar um outro lado da Casa de Windsor.

O drama conta como Elizabeth Alexandra Mary (Claire Foy), filha de George VI (Jared Harris), o rei gago, deixou de ser Princesa para virar a comandante do Império Britânico, numa ascensão marcada por desavenças e barracos típicos de uma família plebeia.

A atriz britânica Claire Foy interpreta a rainha Elizabeth em The Crown, nova série da Netflix - Divulgação/Netflix
A atriz britânica Claire Foy interpreta a rainha Elizabeth - Netflix

Com dez episódios, a primeira temporada tem como ponto de partida o casamento de Elizabeth com Philip Mountbatten (Matt Smith), o duque de Edimburgo, em 20 de novembro de 1947, e termina dez anos depois.

Cada temporada da série pretende mostrar uma década da vida da Rainha.

A entrada de Philip na família real britânica foi cheia de controvérsias: primo de segundo grau da então futura rainha, ele não tinha muito dinheiro e era considerado estrangeiro, por ser filho de pai grego.

Suas três irmãs não foram convidadas para o casamento porque eram casadas com nobres alemães - supostamente nazistas.

Pouco mais de quatro anos após o matrimônio, o Rei George VI morreu e Elizabeth, sua filha, foi nomeada Rainha.

A mudança afetou Philip, que se incomodava com o fato de não poder mais andar ao lado da mulher - o protocolo o fazia ficar sempre atrás.

O casal discutiu muito por causa disso - e a série reconstitui os diálogos.


Vanessa Kirby é a princesa Margaret, a irmã atrevida da rainha Elizabeth- Netflix

Enquanto Elizabeth se casava e ganhava a coroa, sua irmã ficava cada vez mais afastada da rotina de sua família.

Alvo preferido dos paparazzi da época, a Princesa Margaret (Vanessa Kirby) tinha uma vida social ativa e não saía das colunas sociais.

Ela protagonizou um grande escândalo quando vazou para a imprensa a notícia de que iria se casar com um homem divorciado - os jornais detonaram a ideia e taxaram o caso como um "romance real que coloca a monarquia em risco".

Mas Elizabeth tinha um reino para cuidar, fazia reuniões semanais com o primeiro-ministro Winston Churchill (John Lithgow) - e eles discutiam sobre tudo, incluindo qual deveria ser o sobrenome do marido dela.

A Rainha procurava não se intimidar frente ao experiente político e evitava ceder às suas pressões.

Elizabeth era bem avaliada pela classe política, por ser progressista e contemporânea, ao contrário do conservador Churchill.

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 Claire Foy como Elizabeth e Matt Smith como Phillip  - Netflix

 Assinado por Michele Clapton, vencedora do Emmy e conhecida pelo trabalho em 'Game of Thrones', da HBO, o luxo do figurino chama a atenção.

Em entrevista para o site Fashionista, a figurinista contou que buscou ser muito fiel à história e que, basicamente, replicou o que foi documentado em fotos.

Só na primeira temporada, foram usadas cerca de 7.000 roupas, das quais 350 feitas feitas à mão.

Algumas peças tiveram de ser adquiridas nos Estados Unidos, de mulheres que viveram no período logo após a Segunda Guerra Mundial.

Com tudo isso, se você for ver a série, esperando um "The Real Housewives" da família real, esqueça.

O criador Peter Morgan - que divide a função de showrunner com o diretor Stephen Daldry ('Billy Elliot', 'As Horas' e 'O Leitor') - assina os dez episódios da primeira temporada de e segue o clima de 'A Rainha' (que lhe rendeu uma indicação ao Oscar por Melhor Roteiro Original).

A tensão é estabelecida através de olhares e gestos.

Em determinado momento, uma briga violenta entre Elizabeth e seu marido, Philip (Matt Smith) é apresentada ao espectador sem áudio, mas transmite a gravidade da situação.

A série não tem medo de tomar seu tempo para acompanhar os acontecimentos históricos e muitos vão se surpreender ao perceber que Elizabeth não é o centro das atenções do piloto.

O problema é que, muitas vezes, esse ritmo se torna repetitivo e pode perder a atenção do espectador.

Pensando em sua totalidade, a série apresenta certa falta de consistência ao dosar conflitos políticos e dramas pessoais.

Enquanto alguns episódios são tão completos que poderiam gerar filmes, outros pecam pela lentidão ou por seguir um caminho educativo demais.

Numa situação paradoxal, a série apresenta subtramas dispensáveis e/ou pouco desenvolvidas, mas é agraciada com um elenco eficiente.

Como Rainha Elizabeth II, a performance de Claire Foy merece aplausos, de pé.

Desde o primeiro momento, seu trabalho traz humanidade para a monarca, capaz de derrubar todos os preconceitos que giram ao redor de sua figura.

Ao longo da temporada, a doce e tímida moça cede lugar para a firme governante -  e essa transformação é feita com maestria pela atriz, muitas vezes sem uso de palavras.

Quem também rouba a cena é John Lithgow, numa composição singular do polêmico Primeiro-Ministro Winston Churchill.

Foto John Lithgow
John Lithgow interpreta o Primeiro-Ministro Winston Churchill
Sua atuação é incrível e mostra uma interessante dinâmica com a protagonista, mesmo com seu personagem só apresentando novas camadas emocionais no final da temporada.

Matt Smith como Phillip apresenta um trabalho bem diferente de 'Doctor Who', retratando um homem contraditório: dono de ideais modernos, mas frustrado ao ser subordinado da esposa numa sociedade (ainda mais) machista.

Vanessa Kirby aproveita a chance de brilhar e representa sua Princesa Margaret com charme e emoção.

Inclusive, seu drama - que eu não vou contar aqui - é um dos melhores dilemas do show, capaz de mobilizar o espectador até o sensacional embate final entre as duas irmãs, que é de cortar o coração.

Jared Harris, Eileen Atkins e Alex Jennings também trazem os lados humanos de grandes figuras públicas e ajudam na identificação com o público.

Por enquanto, uma segunda temporada de 'The Crown' não foi confirmada, mas rumores apontam que a pré-produção de novos episódios já começou.

Caso aconteça, não será surpresa, já que as performances do elenco principal devem atrair atenção da crítica especializada e o drama tem muito potencial.

Sem falar que histórias interessantes não irão faltar.

Afinal, são 64 anos do reinado de Elizabeth II... até agora...

Série irresistível e espetacular.

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
'THE CROWN'
Título Original:
The Crown
Série Original Netflix
Gênero:
Drama, Histórico, Biografia
Número de Episódios:
10
Duração dos episódios:
60 minutos
Criada por:
Peter Morgan, Stephen Daldry
Produtores Executivos:
Andy Harries, Robert Fox, Matthew Byam-Shaw
Elenco Principal:
Claire Foy, Matt Smith, John Lithgow, Jared Harris, Eileen Atkins, Alex Jennings
País:
EUA
Status:
Em produção
Direção do ep 1:
Vermin Catcher
Roteiro do ep 1:
Peter Morgan
Exibição:
Netflix

COTAÇÃO DO KLAU: