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sábado, 27 de julho de 2019

'THE OLD MAN': SÉRIE DE ESPIONAGEM DO FX SERÁ O PRIMEIRO TRABALHO REGULAR DE JEFF BRIDGES PARA A TV

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Eterno The Dude de O Grande Lebowski, Jeff Bridges fechou acordo para o seu primeiro papel regular nas telinhas
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O ator será o protagonista de The Old Man, nova série do FX já encomendada para uma temporada completa.

Baseada no livro campeão de vendas homônimo de Thomas Perry, The Old Man vai contar a história de Dan Chase, um oficial da CIA aposentado que vive há décadas longe da rota do governo.

Quando um assassino começa a persegui-lo, Chase aprende que para garantir o seu futuro ele precisa se reconciliar com o seu passado.

"Jeff Bridges é um ator icônico e extraordinário, e tê-lo como o astro desta série é um momento incrível para o FX", afirmou o presidente de originais da emissora, Nick Grad.

Com roteiro de Jon Steinber e Robert Levine (Black Sails), a série é uma produção Fox 21 Television Studios, com produção executiva de Dan Shotz, Bridges e David Schiff.

The Old Man será o primeiro papel regular de Bridges na TV, e marca seu retorno às telinhas depois de mais de 50 anos.

Ele fez participações na série Aventura Submarina entre 1958 e 1960, e participou de The Lloyd Bridges Show entre 1962 e 1963 - ambas, protagonizadas por seu pai, Lloyd.

Desde então, ele atuou ocasionalmente em alguns filmes para a TV entre 1970 e 1980.

No cinema, Bridges surgiu recentemente em Maus Momentos no Hotel Royale e em Kingsman: O Círculo Dourado.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

GLOBO DE OURO 2019: 'BOHEMIAN RHAPSODY' LEVA OS PRÊMIOS MAIS IMPORTANTES

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Os ganhadores, as surpresas, as homenagens e os bastidores da cerimônia de entrega do prêmio da Associação dos Correspondentes Estrangeiros de Hollywood
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Jim Carrey sendo 'convidado' pelos apresentadores Andy Samberg e Sandra Oh a deixar o lugar que ocupava entre os indicados de cinema e ocupar seu assento junto ao pessoal de TV - num esquete do mestre do humor, ao vivo e hilário.

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Jim Carrey na esquete ao vivo - reprodução/TNT
Melissa McCarty sendo 'assaltada' a cada intervalo comercial por astros e estrelas esfomeados, atrás de um dos muitos sanduíches de presunto que ela levou escondido.

Jeff Bridges e seu poderoso discurso ao aceitar o prêmio Cecil B. DeMille, pela gloriosa carreira;

Alfonso Cuáron defendendo a Netflix.

Pantera Negra, um dos longas com maior número de indicações, solenemente ignorado, assim como Lady Gaga como Melhor Atriz e a improvável vitória de Bohemian Rapsody nas categorias de Melhor ator em drama e melhor filme em drama.

E muito discurso pela liberdade de expressão, de imprensa e as aparições de lendas, como Glenn Close e Dick Van Dike.

Acabou instantes atrás uma das premiações mais legais da temporada, o Globo de Ouro, prêmio anual concedido pela Associação de Imprensa Estrangeira aos melhores do cinema e da TV, nas categorias drama e comédia/musical.

Os apresentadores da noite, Andy Samberg e Sandra Oh - Variety

Nessa postagem, você confere como foi as premiações e tudo o mais das categorias de CINEMA.

MELISSA McCARTY E SEUS DISPUTADOS SANDUÍCHES

A atriz e comediante Melissa McCarthy, indicada ao Globo de Ouro por sua atuação em 'Poderia Me Perdoar?' foi para a premiação com 30 sanduíches de presunto escondidos.

Segundo o The Insider, o objetivo seria alimentar seus colegas atores, caso eles sentissem fome durante a premiação, tudo em virtude do jantar ser servido bem cedo, antes do início da cerimônia ao vivo.

Segundo os organizadores, se a refeição fosse oferecida durante a atração, a captação de som ficaria comprometida com o tilintar contínuo dos talheres dos convidados.

Melissa McCarty, no red carpet do Globo de Ouro - Variety

Em entrevista à revista Variety, McCarthy comentou sobre o "contrabando" de sanduíches de emergência:

"Eu estou entregando pra qualquer um que peça ao longo da noite. Ano que vem, eu trarei cachorros quentes".

E dava pra ver pela transmissão, realmente, o grupo de 'assaltantes' que pulava em cima da atriz a cada intervalo comercial.

JEFF BRIDGES RECEBE MERECIDA HOMENAGEM

Um dos atores mais queridos de Hollywood, a lenda Jeff Bridges foi o ganhador do prêmio especial Cecil B. DeMille, por conta da carreira de mais de quatro décadas e muitos e muitos longas notáveis.

Introduzido por Chris Pine, o veterano subiu ao palco e falou por longos minutos.

Aos 69 anos, Bridges tem na sua carreira um Oscar de Melhor Ator por Crazy Heart (2009) e ainda nomeações por A Última Sessão (1971), A Última Golpada (1974), Starman - O Homem das Estrelas (1984), O Jogo do Poder (2000), Indomável (2010) e Hell or High Water (2016).

Bridges não tinha preparado o discurso, não levava uma colinha com a lista de todas as pessoas a quem queria agradecer e, por isso, foi ainda mais comovente o modo entusiasmado como se foi lembrando daqueles que foram importantes na sua carreira.

A começar pela mulher, Sue Geston e o irmão, o também ator Beau Bridges e passando depois para os realizadores com quem trabalhou, como Peter Bogdanovich, o responsável por A Última Sessão, Michael Cimino, de O Última Golpe, ou os Irmãos Cohen com quem fez, por exemplo, a comédia O Grande Lebowski (1998):

"Se tiver sorte serei associado ao Dude por toda a minha vida toda. Sinto-me muito orgulho por fazer parte desse filme", disse.

Contou como Michael Cimino lhe explicou que ser escolhido para um papel é como ser "apanhado" no jogo.

Jeff Bridges discursa, ante um maravilhado Chris Pine - Getty Images

Jeff Bridges disse aos seus colegas: 
"Nós todos fomos apanhados, certo? Estamos todos vivos, aqui e agora, isto está a acontecer."

Por fim, Bridges comparou a profissão do ator ao comandante de um navio - e falou da "trim tab", pequenas abas do leme que ajudam a direcionar os barcos e que o designer Buckminster Fuller usou como metáfora para o papel de um indivíduo na sociedade:

"Essa aba é o exemplo de como o indivíduo está ligado à sociedade. e como nós influenciamos a sociedade", explicou o ator, acrescentando:

"Todos nós somos guias de qualidade, pode parecer que não estamos à altura da tarefa, mas estamos - estamos vivos, podemos realmente fazer a diferença. Podemos virar este navio para onde quisermos ir''.

'PANTERA NEGRA' SAI SEM NADA

Pantera Negra pode ter quebrado várias barreiras - foi a primeira adaptação de super heróis a faturar uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Drama - mas seu sucesso passou despercebido na premiação, com o longa sendo esnobado na categoria em questão.

Banner do longa - Disney

E os fãs não deixaram por menos e foram para as redes sociais demonstrar sua revolta com o fato de Bohemian Rhapsody ter tirado o prêmio das mãos da adaptação.

Indignados, muitos reclamaram, outros salientando que o sucesso de bilheterias de 'Pantera Negra' deveria sugerir uma vitória certeira.

FAVORITA AO PRÊMIO DE MELHOR ATRIZ EM DRAMA, LADY GAGA PERDE PARA A VETERANA GLENN CLOSE

Outro longa que teve muitas indicações, mas saiu praticamente sem nada, foi Nasce Uma Estrela, que só levou Melhor Canção.

Sua protagonista, Lady Gaga, chegou favorita na categoria de Melhor Atriz de Drama, mas perdeu para a veteraníssima Glenn Close, que, surpresa como todos nós, subiu ao palco e fez um dos melhores discursos da noite.

CONFIRA TRECHO DO DISCURSO DE CLOSE, LEGENDADO:


Seu filme,  A esposa, estréia na próxima quinta, 10 de janeiro, nos cinemas do Brasil.

ALFONSO CUARÓN E SUA DEFESA VEEMENTE DA NETFLIX

Novo drama do premiado Alfonso Cuarón, Roma foi um dos destaques do Globo de Ouro.

Vencendo nas categorias de Melhor Direção e Melhor Filme Estrangeiro, Cuarón conseguiu um bom destaque para defender a Netflix - que distribuiu seu filme.

Ao ser questionado por um jornalista sobre o perigo da plataforma matar o cinema, o cineasta foi categórico:

"Minha pergunta para você é: quantos cinemas do mundo você acha que exibiriam um longa mexicano em preto e branco, ambientado na Espanha e em Mixteco, que é um drama sem nenhuma estrela de cinema? O quão grande você acha que seria um lançamento convencional no cinema? Simplesmente acho que as discussões entre a Netflix e as outras plataformas em geral deveriam acabar. Aqueles caras, das plataformas e dos cinemas, deveriam se unir e perceber que estão machucando o cinema com suas brigas."

Extremamente elogiado pelos críticos, o filme foi ovacionado no Festival de Veneza - que teve um júri presidido por Guillermo del Toro - e levou o Leão de Ouro.

O longa já está disponível na Netflix.

AS SURPRESAS E MAIS ESNOBADOS

AMY ADAMS, A AZARADA

A talentosíssima Amy Adams já virou figurinha carimbada no subconsciente geral como uma das maiores heroínas trágicas de Hollywood.

Tida como o Leonardo DiCaprio de saias (que antes de seu recente Oscar também era alvo das piadinhas), Adams tem cinco indicações ao prêmio da Academia, sem vitória.

Isso faz dela a melhor atriz de sua geração que ainda está de mãos vazias de estatuetas.

No Globo de Ouro, mais uma vez ela saiu de mãos abanando - e olha que ela estava indicada não apenas em uma, mas em duas categorias.

No filme Vice – no qual vive a esposa do vice-presidente americano da era George W. Bush, Lynne Cheney – sua indicação e possível vitória poderiam servir de termômetro para o Oscar.

A indicação pode até sair, mas sua derrota no Globo de Ouro não é bom sinal - o que poderá resultar em sua sexta indicação sem vitória. line

Amy Adams no red carpet - E! Online

Saindo do terreno do cinema, garantia maior era dada à sua atuação na minissérie de suspense Objetos Cortantes, no qual a atriz mergulhava pela primeira vez na telinha.

Adams era a favorita, mas a vitória ficou mesmo foi com Patricia Arquette (Escape at Dannemora).

BOHEMIAN RHAPSODY CORREU POR FORA - E LEVOU

Pantera Negra, Nasce uma Estrela e A Favorita são alguns dos filmes mais comentados da temporada - e grandes preferidos aos prêmios.

Temos também Vice, filme político sobre Dick Cheney (Christian Bale), que chegou nos 45 do segundo tempo e obteve o maior número de indicações ao Globo de Ouro.

Não que o Globo de Ouro seja o termômetro definitivo para o Oscar - e os prêmios da Academia ainda estão longe de estarem lacrados - mas depois deste domingo, dois longas surgem forte e crescem na disputa: Green Book – O Guia e Bohemian Rhapsody.

O primeiro é um feel good sobre racismo, que se comporta como uma versão moderna de Conduzindo Miss Daisy (1989), dirigido por Peter Farrelly, no qual Viggo Mortensen vive o motorista italiano bronco do músico sofisticado Mahershala Ali, no auge da luta pelos direitos civis nos EUA da década de 1960.

O segundo é a biografia de Freddie Mercury e da banda Queen.

A vitória deste segundo - muito adorado pelos fãs e público em geral - serviu como tapa de luva de pelica em parte da crítica, que torceu o nariz para o longa.

Ao lado dos dois remanescentes do Queen, Rami Malek e elenco comemoram a vitória de Bohemian Rhapsody - Vanity Fair

Green Book ganhou três das cinco indicações (roteiro, filme de comédia e ator coadjuvante para Ali) e Bohemian levou os dois prêmios importantes aos quais estava indicado: melhor ator de drama (Rami Malek) – desbancando o favorito Bradley Cooper (Nasce uma Estrela) e melhor obra de drama – tirando o mesmo filme citado de jogada.

Bohemian é atualmente o número 135 dentre os 250 melhores de todos os tempos na opinião do grande público.

DUELO DE ATRIZES

Por falar em esnobada, Nasce uma Estrela – queridinho do público e crítica – vem perdendo a força - ao menos é o que nos mostrou o Globo de Ouro.

Dos cinco prêmios aos quais estava indicado, o longa dramático levou apenas o óbvio para a canção Shallow, de Lady Gaga.

A própria, até então favorita ao prêmio no Oscar, linda de azul, com espetaculares diamantes no colo e orelhas, saiu de mãos abanando e, ao lado de Melissa McCarthy (outra que despertava muito falatório), desce um degrau na corrida.

Lady Gaga desfila sua imensa cauda azul no red carpet - Town & Country Magazine

Quem sobe são outras duas - boas - atrizes.

Olivia Colman, a Rainha de A Favorita, emplaca no único prêmio (porém, muito importante) para o estranho filme do grego Yorgos Lanthimos (O Lagosta).

Já na categoria de atriz drama, a veterana Glenn Close foi lembrada por seu desempenho impressionante em A Esposa – história sobre um casamento de décadas.

Depois de ontem, Colman e Close estão um pouco à frente nesta corrida.

A FORÇA DA NETFLIX

Um dos filmes que chamou atenção no Globo de Ouro foi o elogiadíssimo Roma, drama em preto e branco sobre uma empregada doméstica, de Alfonso Cuarón.

O longa foi barbada na categoria de filme estrangeiro e Cuarón levou como melhor diretor também.

Seria uma previsão para o Oscar, onde Roma provavelmente estará entre os melhores filmes do ano?

Cuarón segura seus dois prêmios - Vanity fair

Não existe dúvida para os cinéfilos sobre a qualidade e qual merece levar para casa a honraria de melhor filme entre Roma, Green Book e Bohemian Rhapsody.

REPRESENTATIVIDADE FOI ESNOBADA

Pantera Negra, Infiltrado na Klan e Se a Rua Beale Falasse são alguns dos filmes raciais mais representativos do ano.

Enquanto os dois primeiros saíram de mãos abanando, Rua Beale levou o importante prêmio de coadjuvante para Regina King.

Regina King agradece seu Globo de Ouro - CNN.com

Mas se formos parar para pensar, a maioria dos filmes indicados traz sua própria representatividade.

A Favorita tem um elenco liderado por três mulheres.

Bohemian Rhapsody joga os holofotes na comunidade LGBT num filme pop vendido às massas.

Roma fala sobre e traz como protagonista uma não-atriz mexicana.

E Green Book aborda o racismo da forma como os clássicos do cinema de Hollywood (vide Adivinha quem vem para Jantar?) fizeram.

CHRISTIAN BALE, A CAMINHO DO OSCAR

O camaleônico Christian Bale foi o melhor ator cômico da noite por Vice, tirando o prêmio de Viggo Mortensen (Green Book) e do veterano Robert Redford (The Old Man & The Gun).

Mais uma vez mudando seu corpo, agora para incorporar o vice de George W. Bush, Dick Cheney, no longa Vice, Bale mais uma vez entrega uma atuação espetacular e que deve leva-lo a mais um Oscar.

Bale, no discurso de agradecimento - Time Magazine

No agradecimento, Bale agradeceu "a Satã" pelo papel - é que Cheney é um político controverso, uma espécie de Paulo Maluf americano, e só o Demo para fazer Bale brilhar interpretando pessoa tão hedionda.

DISNEY DERROTADA PELA SONY - JUSTAMENTE EM ANIMAÇÃO

Na categoria de animações, a toda poderosa Disney sofreu derrota dupla.

Os Incríveis 2 e Wifi Ralph: Quebrando a Internet foram derrotados pela Sony e sua animação pouco convencional Homem-Aranha no Aranhaverso.

Produtores, diretor e elenco de vozes de Homem-Aranha no Aranhaverso - Getty Images

Mas o que queríamos mesmo era ver Ilha dos Cachorros, novo stop-motion de Wes Anderson, sair vitorioso.

CONFIRA TODOS OS GANHADORES DO GLOBO DE OURO 2019 - CATEGORIAS DE CINEMA:

Melhor Filme Drama - Bohemian Rhapsody

Melhor Filme Musical ou Comédia - Green Book: O Guia

Melhor Diretor - Alfonso Cuarón (Roma)

Melhor Atriz em Drama - Glenn Close (A Esposa)

Melhor Ator em Drama - Rami Malek (Bohemian Rhapsody)

Melhor Atriz em Comédia ou Musical - Olivia Colman (A Favorita)

Melhor Ator em Comédia ou Musical - Christian Bale (Vice)

Melhor Atriz Coadjuvante - Regina King (Se a Rua Beale Falasse)

Melhor Ator Coadjuvante - Mahershala Ali (Green Book: O Guia)

Melhor Roteiro - Green Book: O Guia (Peter Farrelly, Nick Vallelonga e Brian Currie)

Melhor Animação - Homem-Aranha no Aranhaverso

Melhor Filme Estrangeiro - Roma

Melhor Trilha Sonora Original - Justin Hurwitz, O Primeiro Homem

Melhor Música Original - Shallow, Nasce uma Estrela

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

'MAUS MOMENTOS NO HOTEL ROYALE' GANHA NOVO COMERCIAL

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Longa teve estreia cancelada nos cinemas brasileiros
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O suspense ganhou um novo comercial.

Confira:


Relembre o trailer:


Após ter uma recepção fraca nas bilheterias norte-americanas, o novo suspense do diretor Drew Goddar ('O Segredo da Cabana'), teve sua estreia cancelada no Brasil.

Inicialmente previsto para 25 de Outubro, o filme havia sido adiado para 17 de Janeiro e agora chega direto em Video on Demand - com data a ser divulgada.

No filme, sete estranhos - cada um com um segredo para enterrar - encontram-se no Royale de Lake Tahoe, um hotel decadente com um passado sombrio.

Ao longo de uma noite fatídica, todos terão uma última chance de redenção antes que tudo vá para o inferno.

A produção traz no elenco Jeff Bridges, Chris Hemsworth, Dakota Johnson, Jon Hamm, Nick Offerman, Cailee Spaeny e Lewis Pullman.

sábado, 15 de setembro de 2018

'MAUS MOMENTOS NO HOTEL ROYALE': SUSPENSE COM CHRIS HEMSWORTH GANHA NOVO TRAILER

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A Fox film divulgou mais um trailer do aguardado longa
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Veja:


A trama se passa na década de 1960, onde sete desconhecidos se encontram no El Royale, um hotel degradado perto de Lake Tahoe, na fronteira da Califórnia com Nevada.

Cada um deles tem um segredo obscuro e precisa encontrar redenção durante a noite... antes que tudo vá para o inferno.

O elenco de estrelas conta com Jeff Bridges, Chris Hemsworth, Jon Hamm, Dakota Johnson e Cynthia Erivo, entre outros.

A direção é de Drew Goddard.

A Fox Film lança 'Maus Momentos no Hotel Royale' em 25 de outubro aqui no Brasil.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

'MAUS MOMENTOS NO HOTEL ROYALE': TRAILER DO SUSPENSE É REVELADO

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A Fox Film do Brasil divulgou o trailer do novo suspense do diretor Drew Goddar ('O Segredo da Cabana')
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Assista:


Na trama, que se passa na década de 1960, sete desconhecidos se encontram no El Royale, um hotel degradado perto de Lake Tahoe, Califórnia.

Cada um deles tem um segredo obscuro e precisa encontrar redenção durante a noite... antes que tudo vá para o inferno.

No elenco, veremos Jeff Bridges, Chris Hemsworth (usando um inacreditável bigode), Dakota Johnson, Jon Hamm, Nick Offerman, Cailee Spaeny e Lewis Pullman.

A Fox Film do Brasil estreia 'Maus Momentos no Hotel Royale' por aqui em 25 de Outubro.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

'KINGSMAN: O CÍRCULO DOURADO': PIADAS INFANTIS E PERSONAGENS MAL CONSTRUÍDOS FAZEM A SEQUÊNCIA NEM CHEGAR PERTO DO ORIGINAL


SINOPSE:

Um súbito e grandioso ataque de mísseis praticamente elimina o Kingsman, que conta apenas com Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como remanescentes.

Em busca de ajuda, eles partem para os Estados Unidos  e lá encontram a Statesman, uma organização secreta de espionagem onde trabalham os agentes com divertidos nomes de bebida: Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal), Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry).

Juntos, eles precisam unir forças contra a grande responsável pelo ataque: Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas da atualidade, que elabora um plano para sair do anonimato.

CRÍTICA:

No primeiro longa da nova cinessérie da Fox Film, 'Kingsman - Serviço Secreto', o diretor Matthew Vaughn apostou em uma sátira criativa e divertida dos filmes de espionagem, o que resultou em um excelente filme para se ir com os amigos e se divertir muito nas salas de cinema.

Infelizmente, sua sequência, 'Kingsman: O Círculo Dourado', que estreia hoje aqui no Brasil, não tem o mesmo brilho e desanda em meio a piadas infantis e personagens mal construídos.

Kingsman: O Círculo Dourado : Foto Taron Egerton
 Eggsy (Taron Egerton) é um dos protagonistas - Fotos dessa Postagem - Divulgação/Fox Film do Brasil
Na trama, a sede da Kingsman é destruída e a maioria de seus membros acaba morrendo no ataque, ordenado pela máfia conhecida como "O Círculo Dourado", comandada pela sádica e "afetada" Poppy (Julianne Moore) - basicamente uma versão feminina do mesmo personagem vivido por Samuel L. Jackson no primeiro longa.

Para capturar os responsáveis e honrar os ex-colegas, Eggsy (Taron Egerton) e o agente Merlin (Mark Strong) se unem novamente para uma outra missão.

A dupla acaba encontrando uma pista que os leva para uma fábrica de bebidas, nos Estados Unidos.

Lá eles descobrem que o lugar é uma fachada para outra agência de espionagem chamada Statesman, onde os agentes, todos com codinomes de bebidas, também estão investigando a máfia misteriosa depois que um bizarro vírus, caracterizado pela aparição de veias azuis no rosto dos infectados, está sendo transmitido através de drogas.

É nesse momento também que os dois descobrem que o agente Harry (Colin Firth) está vivo, solucionando a dúvida que atormentava os fãs desde o primeiro longa.

Kingsman: O Círculo Dourado : Foto Colin Firth
O agente Harry (Colin Firth), em cena do longa
O novo longa traz um enredo bem menos sádico e sanguinário - é só lembrar que o seu antecessor teve a ousadia de explodir a cabeça de Barack Obama - já o humor é a grande arma de Vaughn.

Pena que as piadas decepcionem, entregando só o mais puro besteirol de baixa qualidade.

Tentando fugir do ambiente machista do outro, a sequência tenta dar mais destaque as mulheres por meio de personagens como a de Halle Berry -  Ginger uma das agentes da Statements buscando superar o machismo da empresa e atuar na linha de frente das missões - e também da própria vilã interpretada por Moore - que reclama por não ser reconhecida como uma mulher de sucesso "apenas" por atuar no mundo do crime.

Kingsman: O Círculo Dourado : Foto Channing Tatum, Halle Berry
Os agentes Tequila (Channing Tatum) e Ginger (Halle Berry)
O elenco estrelado e competente, que conta ainda com Jeff Bridges, Channing Tatum e Pedro Pascal, segura o filme mesmo quando os papéis não fazem jus ao seu talento (caso de Bridges).

Kingsman: O Círculo Dourado : Foto Jeff Bridges
Jeff Bridges, em cena como o agente Champagne
A bem vinda participação do cantor Elton John surpreende e ajuda a dar emoção ao desfecho morno, com vilões que não dificultam aos mocinhos as honras de salvar o mundo.

'O Círculo Dourado' usa e abusa da mesma fórmula do primeiro, mas sem a mesma perspicácia nas piadas e cenas de ação mais contidas e menos inspiradas.

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A vilã Poppy (Julianne Moore), em cena do longa
Vale pela retomada, mas não acrescenta nada ao longa original.

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
'KINGSMAN: O CÍRCULO DOURADO'
Título Original:
KINGSMAN: THE GOLDEN CIRCLE
Gênero:
Ação, Espionagem, Comédia
Direção:
Matthew Vaughn
Roteiro:
Jane Goldman, Matthew Vaughn
Elenco:
Björn Granath, Calvin Demba, Channing Tatum, Colin Firth, Edward Holcroft, Halle Berry, Hanna Alström, Jeff Bridges, Julianne Moore, Keith Allen, Lena Endre, Mark Strong, Michael Gambon, Pedro Pascal, Sophie Cookson, Taron Egerton, Thomas Turgoose
Produção:
Adam Bohling, David Reid, Matthew Vaughn
Fotografia:
George Richmond
Trilha Sonora:
Henry Jackman, Matthew Margeson
Montador: 
Eddie Hamilton
Estúdio:
Marv Films, Twentieth Century Fox Film Corporation
Distribuidora:
Twentieth Century Fox Film Corporation
Ano:
2017
Duração:
141 min.
Estréia no Brasil:
28/09/2017
Classificação Indicativa:
16 anos

COTAÇÃO DO KLAU:

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

' R.I.P.D. - AGENTES DO ALÉM ': JEFF BRIDGES SENSACIONAL E RYAN REYNOLDS APAGADO EM CÓPIA SOBRENATURAL DE 'M.I.B.'


Se você viu 'M.I.B. - Homens De Preto' nos anos 90, basta trocar os ETs por almas penadas e bandidas que você terá 'R.I.P.D. - Agentes Do Além' - em exibição em 196 salas em todo o Brasil.

O longa de Robert Schwentke, com 96 minutos de duração (que parecem intermináveis), se não tem muita ação, acerta no tom da comédia, acompanhando Nick Walker (Ryan Reynolds), um detetive que acabou de morrer e que é resgatado durante sua passagem para o além para servir no 'Departamento do Descanse em Paz' - em inglês Rest Iin Peace Police Department -  força policial responsável por manter o equilíbrio entre o mundo real e a falange rebelde das almas penadas.

Ryan Reynolds como Nick Walker - foto dessa postagem: Divulgação/Universal Pictures

Determinado a se vingar do homem que o matou, Nick encontrará, ao lado de seu novo parceiro, o xerife Roy Pulsipher (Jeff Bridges, sen-sa-cio-nal e fazendo uma auto paródia do seu papel em 'Bravura Indômita') , motivos suficientes para lutar pelos seres humanos.

Se o longa conta uma história divertida, a adaptação da HQ homônima não privilegia a condução da trama - que traz mais energia e diversão nas cenas distantes do clímax - nem a construção dos personagens - que discutem sua nova função na terra sem grande profundidade.

Jeff bridges, como o xerife Roy Pulsipher

O xerife de Jeff Bridges convence: deslocado no tempo, tem aquele ar de justiceiro indefensável, com andar pesado, sotaque caipira e nenhuma modéstia quanto a sua pontaria - "Eu inventei isto", afirma, em um duelo de pistolas - numa auto paródia brilhante, de um ator que, magistral, sabe rir de si mesmo.

Já o fraco Ryan Reynolds não contribui em nada para o vértice de juventude/energia da polícia e se fôssemos depender da intensidade de sua atuação para promover boas cenas de ação, o longa seria perfeito pra se tirar um bom cochilo na sala de cinema.

Pena que, à medida que o filme e a experiência do detetive Nick evolui, as cenas de ação passam a ficar ainda mais chatas.

Se o roteiro jogasse mais com a ingenuidade do personagem, teríamos aqui cenas de perseguição e combate mais divertidas e emocionantes.

Dupla de um só

O diretor Robert Schwentke lucrou mais de US$ 40 milhões com a também comédia de ação 'Red - Aposentados e Perigosos', mas parece que perdeu a mão aqui, já que o longa provoca mais risadas no início do que no fim

E mesmo o 3D, que costuma ser um diferencial, aqui agrega emoção mas não torna o filme incrível.

Vale por Jeff Bridges - e olhe lá.

Confira o trailer do filme:


*****
' R.I.P.D. - AGENTES DO ALÉM'
Gênero:
Ação
Direção:
Robert Schwentke
Roteiro:
Matt Manfredi, Phil Hay - baseados na graphic novel de Peter M. Lenkov
Elenco:
Catherine Kresge, Devin Ratray, James Hong, Jeff Bridges, Josh Sussman, Kachina Dechert, Kevin Bacon, Kimberly Evan, Larry Joe Campbell, Marisa Miller, Mary-Louise Parker, Mike O'Malley, Robert Knepper, Ryan Reynolds, Stephanie Szostak, Zoe Aggeliki
Produção:
Michael Fottrell, Mike Richardson, Neal H. Moritz
Fotografia:
Alwin H. Kuchler
Montador:
Mark Helfrich
Trilha Sonora:
Christophe Beck
Duração:
96 min.
Ano:
2013
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia no Brasil:
27/09/2013
Distribuidora:
Universal Pictures
Estúdio:
Dark Horse Entertainment / Original Film / Rhythm / RSIG Security / Universal Pictures
Classificação:
12 anos
Cotação do Klau: