O longa é um remake do filme Rebecca, de Alfred Hitchcock, lançado em 1940
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Rebecca - A Mulher Inesquecível, nova adaptação para o cinema do romance homônimo de Daphne Du Maurier ganhou um novo trailer no canal oficial da Netflix.
Veja:
O drama conta a história de uma jovem recém-casada, que chega à imponente propriedade da família de seu marido, em uma costa inglesa varrida pelo vento.
Durante a estadia, ela se vê lutando contra a sombra da primeira esposa, Rebecca, cujo legado vive em casa muito depois de sua morte.
O cartaz:
O remake de um dos melhores filmes de Hitchcock é dirigido por Ben Wheatley, que já esteve na direção de seriados de ficção científica como Doctor Who e The Wrong Door.
O longa original de 1940 tinha como protagonistas da trama Laurence Olivier e Joan Fontaine.
Foi a primeira produção em Hollywood de Hitchcock e levou para casa as estatuetas de Melhor Filme e Melhor Fotografia, além de ter sido nomeado para outras nove categorias naquele ano.
Na nova versão, o casal protagonista é interpretado por Lily James e Armie Hammer e a soturna governanta da mansão, que tem papel crucial na trama, agora é vivida por Kristin Scott Thomas.
O elenco ainda conta com Keeley Hawes,Ann Dowd, Sam Riley e Bill Paterson e será lançado na Netflix mundialmente no dia 21 de outubro.
Um ano após a morte de Donna (Meryl Streep), sua filha Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a reinaugurar o hotel da mãe, agora totalmente reformado.
Para tanto convida seus três "pais", Harry (Colin Firth), Sam (Pierce Brosnan) e Bill (Stellan Skarsgard) e as eternas amigas da mãe, Rosie (Julie Walters) e Tanya (Christine Baranski), ao mesmo tempo em que precisa lidar com a distância do marido Sky (Dominic Cooper), que está fazendo um curso de hotelaria em Nova York.
O reencontro serve para desenterrar memórias sobre a juventude de Donna (Lily James), no final dos anos 70, quando ela resolve se estabelecer na Grécia - e também para Sophie se reencontrar com a sua avó, Ruby (Cher).
CRÍTICA:
Após dez anos da estreia do surpreendente musical, a sequência 'Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!' chega aos cinemas brasileiros com a difícil missão de não desapontar os fãs.
E consegue tudo isso com folgas, superando seu antecessor e ousando na nostalgia, sem apelar para o drama que arranca lágrimas fáceis do espectador.
O musical, mais uma vez inspirado nas icônicas canções do grupo sueco ABBA, se passa em dois períodos de tempo e traz Sophie (Amanda Seyfried) sofrendo após um ano da morte de Donna (Meryl Streep).
Sophie (Amanda Seyfried) em cena do longa - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Universal Pictures
Para homenagear a mãe, ela decide reinaugurar o hotel Villa Donna com a ajuda de Sam (Pierce Brosnan), um de seus pais.
Apesar do sucesso no projeto, Sophie está com problemas em seu relacionamento com Sky (Dominic Cooper).
Aqui, foi fundamental não trazer Streep para o elenco da continuação pois, apesar de sua ausência física, o filme faz o espectador entender que a morte é um elemento importante para o desenrolar da trama.
Mesmo assim, Donna está presente em cada detalhe, uma menção ou uma foto, mas está.
Como estamos diante de um musical pra cima e alegre, nem dá tempo de sofrer e nem mesmo de se perguntar porque a morte de Donna aconteceu - e seguimos satisfeitos com sua versão dos anos 70, vivida maravilhosamente por Lily James.
Lily James é a jovem Donna
A jovem atriz, conhecida pela série 'Downton Abbey' e principalmente pelo espetacular live-action 'Cinderela', tinha em suas mãos a grande responsabilidade de trazer para a jovem Donna o mesmo carisma que a Diva das Divas, a principal estrela da Hollywood atual, deixou na personagem anos atrás.
E James faz isso de forma impecável e autêntica, mostrando que consegue cativar e encantar sem resvalar para uma atuação caricata - e isso, ela consegue logo nos primeiros minutos do filme, graças à sua interpretação excepcional da música 'I Wonder'.
Comandado pelo diretor e roteirista Ol Parker, o filme é ainda mais divertido do que o anterior.
O roteiro acerta ao focar na vida da jovem Donna, recém saída da faculdade, cheia de planos e seguindo seu espírito aventureiro e desbravador pelo mundo.
E é junto a ela que embarcamos nessa viagem de descoberta e descobrimos o que a levou até à Grécia, além de entender melhor como ela conheceu os três possíveis pais de Sophie, Sam (Brosnan), Harry (Colin Firth) e Bill (Stellan Skarsgård) - que na versão jovem são vividos por Jeremy Irvine, Hugh Skinner e Josh Dylan, respectivamente.
Alguns dos momentos mais divertidos do longa incluem o grupo 'Donna and the Dynamos', formado por Donna e suas amigas Tanya (Christine Baranski) e Rosie (Julie Walters) que traz uma graça especial para o filme, tanto na versão atual, quanto na versão jovem - onde são interpretadas por Alexa Davies (Rosie) e Jessica Keenan Wynn (Tanya).
A interpretação da canção 'Mamma Mia' é de tirar o fôlego de todos na plateia.
Agora, quem rouba cada cena em que aparece é outra Diva, Cher, uma das melhores amigas da Diva Streep na vida real.
Sua introdução como a mãe (e megera) de Donna, Ruby, dá um sentido maior ao personagem de Andy Garcia, quando o envolvimento dos dois embala a canção 'Fernando' de uma maneira única, especial e simplesmente arrebatadora.
Cher, em cena como Ruby
Além disso, a dedicação da avó com Sophie, agora grávida de seu primeiro filho, a absolve por não ter prestado o mesmo apoio com Donna.
Pena que a participação da ganhadora do Oscar seja muito curta.
Mesmo apresentando alguns furos normais para filmes com linhas temporais distintas, pulando bruscamente de um período para o outro - o que pode deixar o espectador um pouco perdido na trama - o filme é irresistível e excepcional, um passeio delicioso por lindos cenários, embalado por canções inesquecíveis e personagens marcantes.
É uma sequência que merece ser vivenciada pelos fãs do gênero e também por aqueles que curtem uma história leve e divertida.
Com a proximidade da estreia de “Mamma Mia! Lá Vamos nós de novo”, algumas músicas do filme estão sendo lançadas e desta vez, lançaram o clipe de “Waterloo” onde Hugh Skinner canta para Lily James
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No clipe, o espectador é colocado no lugar de Lily como a jovem Donna Sheridan quando a câmera suga a plateia para uma visão de 360 graus.
Assista:
Na trama, ao descobrir que está grávida, Sophie (Amanda Seyfried) busca inspiração para a maternidade lembrando do passado da mãe.
Nos anos 70, a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical "Donna & The Dynamo", parceria com as amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies).
Porém, mais do que isso, ela se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens bem diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).
Relembre o trailer:
A direção é de Ol Parker.
A Universal Pictures lança o longa em 02 de agosto aqui no Brasil.
Filme com Lily James como a versão jovem de Donna, personagem de Meryl Streep, ganhou seu trailer final
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Assista:
Na trama, ao descobrir que está grávida, Sophie (Amanda Seyfried) busca inspiração para a maternidade lembrando do passado da mãe.
Nos anos 70, a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical "Donna & The Dynamo", parceria com as amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies).
Porém, mais do que isso, ela se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens bem diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).
A direção é de Ol Parker.
A Universal Pictures Brasil estreia o longa em 08 de agosto.
Um novo trailer internacional da sequência de 'Mamma Mia!' foi divulgado pela Universal Pictures
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Assista:
Na trama, ao descobrir que está grávida, Sophie (Amanda Seyfried) busca inspiração para a maternidade lembrando do passado da mãe.
Nos anos 70 a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical "Donna & The Dynamo", parceria com as amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies).
Porém, mais do que isso, ela se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens bem diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).
Amanda Seyfried, Pierce Brosnan, Meryl Streep e Colin Firth retornam, além da presença de Lily James, como a versão mais nova de Donna, o personagem de Streep.
A surpresa no elenco fica por conta de outra diva, Cher.
Winston Churchill (Gary Oldman) está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Ministro da Grã-Bretanha.
Paralelamente, ele começa a costurar um tratado de paz com a Alemanha nazista, que pode significar o fim de anos de conflito.
CRÍTICA:
Cinebiografias se tornaram comuns em Hollywood e agora temos mais uma, 'O Destino De Uma Nação', filme dirigido por Joe Wright (Desejo E Reparação), que estreia hoje aqui no Brasil
Gary Oldman, ganhador do Globo de Ouro 2018 pelo papel, vive Winston Churchill, um importante político que assume o cargo de primeiro-ministro britânico durante um delicado momento da Segunda Guerra Mundial.
Sua grande missão é assinar o quanto antes um acordo de paz com a Alemanha para impedir uma invasão à Inglaterra.
Gary Oldman é Churchill - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Universal Pictures
Quem assistiu 'Dunkirk', dirigido por Christopher Nolan, poderá reconhecer a história, já que o longa aborda o resgate dos soldados aliados pelo mar da praia de Dunkirk, enquanto a nova trama traz como foco os bastidores de desespero dos políticos enquanto Hitler deixava sem saída o exército inglês.
No início do longa somos apresentados à Elizabeth Layton (Lily James), uma jovem secretária contratada para trabalhar com Churchill e que logo de cara, é contestada e humilhada pelo duro político enquanto escreve um telegrama ditado por ele.
É provável que nas primeiras cenas o espectador acredite que a história será vista pelo olhar da moça, mas é o personagem de Oldman que assume a trama com uma individualidade gritante, deixando o restante do elenco e o enredo em segundo plano.
Lily James é Elizabeth
Com toda uma tensão que corre por seus 125 minutos, o filme apresenta a história de maneira leve, sem grandes cenas de ação ou foco direto na guerra.
O que vemos na telona é a forma didática na qual o roteiro se agarra para entregar com precisão um momento crucial e histórico para a humanidade.
Exemplo disso são as tomadas engraçadas vindas do político que levava fama de um rabugento nada querido por seus companheiros de partido.
A cena onde ele aprende o significado de um "V de Vitória" é uma das mais cômicas.
O homem só perde sua voz e amansa quando é encurralado por sua mulher Clementine (Kristin Scott Thomas).
Kristin Scott Thomas é Clementine
Outro ponto que faz do personagem um grande foco do longa é a sua caracterização.
É possível que por alguns momentos passe completamente despercebido que o verdadeiro Churchill não está em cena, tamanha é a semelhança de Oldman com o homem após incontáveis horas de maquiagem e um resultado incrível, deixando o ator totalmente irreconhecível.
Não é a toa que o filme lidera as indicações ao Prêmio do Sindicato dos Maquiadores e Cabeleireiros, e que Oldman seja um dos nomes cotados para o Oscar 2018.
Temos aqui um filme para se contemplar, seja a história, as atuações ou os trabalhos visuais.
Vale uma olhada.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
O DESTINO DE UMA NAÇÃO
Título Original:
DARKEST HOUR
Gênero:
Biografia
Direção:
Joe Wright
Elenco:
Annarie Boor, Beatrice Stein, Ben Mendelsohn, Brian Pettifer, Charley Palmer Rothwell, David Olawale Ayinde, Gary Oldman, Hannah Steele, Hilton McRae, Jeremy Child, Jordan Waller, Kristin Scott Thomas, Lily James, Liv Hansen, Nicholas Jones, Philip Martin Brown, Richard Lumsden, Ronald Pickup, Samuel West, Stephen Dillane, Tim Ingall
Roteiro:
Anthony McCarten
Produção:
Anthony McCarten, Douglas Urbanski, Eric Fellner, Lisa Bruce, Tim Bevan
A cantora, atriz e Diva Cher está se preparando para a sequência do musical Mamma Mia!, inspirado nas músicas do grupo Abba
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A estrela está em Londres ensaiando as coreografias para o filme e postou em sua conta no Twitter uma imagem do que pode ser um detalhe do seu figurino.
Veja:
Reprodução - Twitter Cher
Lily James também está no filme como a versão mais nova de Donna, personagem de Meryl Streep no longa original.
O elenco tem filmado em locais na Croácia, mas irão se juntar a Cher no final desta semana.
O papel da Diva e a seleção das músicas do Abba que ela vai cantar estão sendo mantidos em segredo.
Ganhadora de um Oscar, Cher, atuais 71 anos, não participa de filmes há algum tempo, embora tenha estado ocupada visitando e colaborando no desenvolvimento de um musical da Broadway baseado em sua vida e carreira.
'Mamma Mia!' chegou aos cinemas em 2008 e trouxe Streep, Colin Firth, Pierce Brosnan, Julie Walters, Amanda Seyfried, Dominic Cooper e Christine Baranski no elenco.
Uma misteriosa praga espalha zumbis por todos lados, mas Elizabeth Bennet (Lily James), especialista em artes marciais e no manuseio de armas, está preparada para enfrentar os piores mortos-vivos.
O que a incomoda de verdade é ter que conviver e lutar ao lado do arrogante Sr. Darcy (Sam Riley).
CRÍTICA:
Coitada de Jane Austen.
Quando ela escreveu 'Orgulho e Preconceito', em 1813, nem ela e muito menos nós poderíamos prever que 200 anos depois, zumbis fariam parte da trama do seu icônico romante.
Foi o escritor Seth Grahame-Smith quem colocou os mortos vivos na sua trama clássica, em um livro que resultou bem fraquinho.
Só que agora, contra toda a lógica, o longa'Orgulho e Preconceito e Zumbis', em exibição em 84 salas em todo o Brasil, funciona muito bem, graças a um universo fantasioso e criativo montado ao redor dos personagens principais, que possuem preocupações da aristocracia e ainda enfrentam uma epidemia de mortos vivos que ameaça destruir o estilo de vida inglês do século 19.
A produção, dirigida por Burr Steers, equilibra bem a comédia, ação e drama e se o começo assusta (algumas cenas dão a entender que estamos diante de outra produção tosquêra como 'Abraham Lincoln: Caçador De Vampiros') logo a trama arrebata o espectador, ao mostrar uma praga que assola a Inglaterra e onde os aristocratas vivem em residências fortificadas.
Lily James como Elizabeth Bennet, em cena do longa - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Sony Pictures
Mas o melhor é logo sabermos que absolutamente todos os membros das tradicionais famílias são treinados nas artes orientais de luta - os mais ricos vão para o Japão, os pobres, para a China.
Logo, conhecemos as irmãs Bennet, Elizabeth (Lily James, de 'Cinderela'), Jane (Bella Heathcoate), Kitty (Suki Waterhouse), Lydia (Ellie Bamber) e Mary (Millie Brady), que, ao mesmo tempo em que se preocupam com quem vão casar e como será seu futuro, também são guerreiras bem treinadas e capazes de enfrentar qualquer invasão de mortos-vivos.
Só que elas aprenderam a lutar na China por opção de seu pai, que considera as artes do país mais adequadas para a situação – e isso já as separa de seus colegas nobres, especialmente aos olhos do crítico e pedante Sr. Darcy (Sam Riley, espetacular).
Sam Riley como o Sr.Darcy
Como no livro-paródia, o longa segue a estrutura do enredo de 'Orgulho e Preconceito'.
Jane e Elizabeth precisam de maridos ricos não só para garantir seu futuro, mas também para terem apoio contra os mortos-vivos, que se mostram cada vez mais inteligentes.
A relação de Sr. Darcy com Sr. Wickham (Jack Huston) ganha novos contornos, que funciona bem na narrativa do longa, que só poderia ter tirado melhor proveito da questão das diferenças entre as classes sociais - tão importante no livro de Austen, tão pouco abordada no longa.
Para compensar, o tom moderno ajuda bastante a produção.
Elizabeth Bennet já era uma mulher moderna para os padrões de 1800 e aqui se destaca ainda mais como heroína de extrema inteligência, que ainda domina as artes marciais.
Jack Huston como o Sr. Wickham
Sua história de amor com o Sr. Darcy segue padrões familiares, mas é absolutamente verdadeira - particularmente no mundo fantasioso proposto aqui, onde os dois são atraídos pelas suas habilidades como guerreiros e também por suas inteligências.
Além da direção precisa e da direção de arte e figurinos, soberbos, o grande destaque do longa é mesmo o seu elenco, realmente compromissado em fazer a obra funcionar, tanto pelo lado cômico como pela ação e drama.
Sem Lily James, Sam Riley, Bella Heathcoate, Jack Huston, Douglas Booth e Matt Smith, que se superam e conseguem dar credibilidade ao mundo bizarro em que vivem, esse mundo de fantasia iria ruir rapidamente.
Mesmo quando o roteiro e a montagem atrapalham, as performances desses atores carismáticos sustentam o filme até o fim - sem falar que Smith (famoso por viver o décimo primeiro 'Dr. Who') rouba a cena como Sr. Collins, de longe o personagem mais engraçado da obra.
As irmãs Bennet, prontas para a luta
O longa também poderia trabalhar melhor a interação das cenas de zumbis e de drama nos dois primeiros atos.
Funcionam bem separadas, mas esses dois lados do filme só são integrados 100% no final, quando o conflito com os mortos se torna central para o arco de Elizabeth e Darcy, uma falha significativa de roteiro e direção.
Apesar desse deslize, o longa é muito divertido, o elenco ajuda muito e mesmo quando a direção tropeça, os personagens seguram a trama.
Além disso, os zumbis são diferentes daqueles com os quais estamos acostumados e isso garante alguns momentos interessantes ao longo de toda narrativa - apesar dos sustos serem raros.
Assim, vale a pena juntar os amigos, comprar pipoca e curtir essa aventura apocalíptica no século XIX, bem feita, dirigida e interpretada.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'ORGULHO E PRECONCEITO E ZUMBIS'
Título Original:
PRIDE AND PREJUDICE AND ZOMBIES
Gênero:
Comédia
Direção:
Burr Steers
Roteiro:
Burr Steers
Elenco:
Aisling Loftus, Ancuta Breaban, Ashley Hudson, Bella Heathcote, Charles Dance, Daniel Westwood, Dolly Wells, Dominic Borrelli, Douglas Booth, Ellie Bamber, Emma Greenwell, Euan Macnaughton, Frans Isotalo, Hermione Corfield, Jack Huston, Janet Henfrey, Jess Radomska, Judit Novotnik, Lena Headey, Lily James, Luke Norcross-Webb, Matt Smith, Millie Brady, Morfydd Clark, Pooky Quesnel, Rob Callender, Robert Morgan, Ryan Oliva, Sally Phillips, Sam Riley, Suki Waterhouse, Tom Lorcan
Produção:
Allison Shearmur, Annette Savitch, Brian Oliver, Marc Butan, Natalie Portman, Sean McKittrick, Tyler Thompson
Fotografia:
Remi Adefarasin
Montador:
Padraic McKinley
Trilha Sonora:
Fernando Velázquez
Duração:
107 min.
Ano:
2016
País:
Estados Unidos / Reino Unido
Cor:
Colorido
Estreia:
25/02/2016 (Brasil)
Distribuidora:
Sony Pictures
Estúdio:
Allison Shearmur Productions / Cross Creek Pictures / Handsomecharlie Films / Lionsgate Films / MadRiver Pictures / QC Entertainment
Classificação:
12 anos
Informação complementar:
Adaptação do livro de Seth Grahame-Smith, uma paródia do clássico de Jane Austen
Após a trágica e inesperada morte do seu pai, Ella (Lily James) fica à mercê da sua terrível madrasta, Lady Tremaine (Cate Blanchett), e suas filhas Anastasia e Drisella.
A jovem ganha o apelido de Cinderela e é obrigada a trabalhar como empregada na sua própria casa, mas continua otimista com a vida.
Passeando na floresta, ela se encanta por um corajoso estranho (Richard Madden), sem desconfiar que ele é o príncipe do castelo.
Cinderela recebe um convite para o grande baile do reino e acredita que pode voltar a encontrar sua alma gêmea, mas seus planos vão por água abaixo quando a madrasta má rasga seu vestido.
Agora, será preciso uma Fada Madrinha (Helena Bonham Carter) para mudar o seu destino.
CRÍTICA:
Um dos maiores ícones dos contos de fada, a história escrita por Charles Perrault em 1697, já ganhou diversas versões pelo mundo, passando pelo cinema fantástico de Georges Méliès ('Baile Até à Meia-Noite'), até a versão moderninha e desencanada interpretada por Hilary Duff ('A Nova Cinderela').
Mas nenhuma adaptação foi tão aclamada e memorável quanto à clássica animação de 1950, produzida pela Disney.
E foi justamente nessa última versão que o ator e diretor britânico Kenneth Branagh construiu sua versão com atores de carne e osso de 'Cinderela' - que estreia em 540 salas em todo o Brasil.
Indo na contramão dos recentes 'live action' 'Caminhos Da Floresta' e 'Malévola' – que retratam visões alternativas sobre os tradicionais contos – o diretor presta um senhor tributo à animação de sucesso do estúdio.
Lily James como Ella, em cena do longa - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Disney
Na história, Ella – que torna-se Cinderela graças a um apelido dado pela irmã postiça – sofre com a morte precoce da mãe, tendo o pai como único alento.
Mas quando ele inicia um relacionamento com Lady Tremaine (Cate Blanchett) e acaba sofrendo acidente fatal, a garota fica sob os cuidados da madrasta e suas duas filhas, Anastacia (Holliday Grainger) e Drisella (Sophie McShera, a cozinheira Daisy da série 'Downton Abbey').
Escrava da Madrasta e de suas duas filhas
Logo, o trio, ganancioso e tomado pela inveja, faz dela sua escrava particular.
Deslumbrante, chegando ao baile real
Proibida de ir ao baile real, a jovem recebe a ajuda mágica de uma Fada-Madrinha (Helena Bonham Carter), que a transforma na moça mais adorável da festa, mas o encanto só dura até a meia-noite.
Desesperada com o prazo, Cinderela acaba perdendo um de seus sapatos de cristal, que mais tarde é achado pelo Príncipe(Richard Madden), iniciando assim uma verdadeira caçada pela dama misteriosa.
No baile real, com o Príncipe (Richard Madden)
Lily James, que ficou conhecida do grande público ao interpretar a jovem e espetacular Lady Rose MacClare na série 'Downton Abbey', foi a mais que acertada escolha do diretor e do estúdio para dar vida à uma das mais icônicas princesas dos contos de fada.
Rosto novo em Hollywood, Lily tem carisma e talento de sobra, se sai muito bem no icônico papel e certamente tem um futuro promissor no cinema americano, como Mia Wasikowska: desde que deu a vida à Alice de Tim Burton, tem arrematado papéis significantes no cinema, como no recente 'Mapa Para as Estrelas', no qual atuou ao lado de Julianne Moore.
Se a jovem atriz merece atenção especial, o que dizer da Diva Cate Blanchett?
É provável que a estupenda veterana tenha arrancado mais admiração do que raiva na pele da Madrasta, ziguezagueando pelos belos cenários com seus elegantes vestidos, até ganhar seu momento de redenção à lá Malévola, quando revela quase em lágrimas o motivo de sua malvadeza.
Cate Blanchett, sensacional como a Madrasta
Apesar da fidelidade com a história original, a Disney procurou humanizar alguns elementos da trama e, assim, no primeiro encontro de Cinderela com o Príncipe, por exemplo, nada de temor e passividade: sua alteza ganha uma senhora bronca da moça, uma protetora dos animais, que repudia a caça como esporte.
No primeiro encontro, o Príncipe toma ralo da moça por estar caçando
Correndo por fora, temos ainda a sempre competente Helena Bonham Carter que, com ou sem o ex-marido Tim Burton, sempre adiciona talento e surpresa aos seus papéis.
Colocá-la como Fada-Madrinha foi uma decisão acertada da direção, já que a cena da "transformação" da borralheira em princesa é a mais festiva e espetacular de toda a história.
Helena Bonham Carter como a Fada-Madrinha
A produção conta com efeitos especiais caprichadíssimos, direção de arte e fotografia de encher os olhos e só no figurino, foram usados cerca de 1,7 milhão de cristais Swarovski em sua composição, o que traz a aura mágica da animação.
Apesar de não alcançar o mesmo brilho de sua "obra-inspiração", o 'live-action' passa longe de ser uma desilusão e deve agradar a quem deseja reviver e fábula - dessa vez com personagens de carne e osso.
Imperdível.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'CINDERELA'
Título Original:
'CINDERELLA'
Gênero:
Aventura
Direção:
Kenneth Branagh
Roteiro:
Aline Brosh McKenna, Chris Weitz
Elenco:
Alex Marek, Alexander Gillison, Andrew Fitch, Ann Hoang, Ant Henson, Arielle Campbell, Barrie Martin, Ben Chaplin, Bhanu Alley, Bronwyn Pearson, Cate Blanchett, Charlotte Worwood, Craig Mather, Derek Jacobi, Dolapo Umar, Drew Sheridan-Wheeler, Edward Lewis French, Elina Alminas, Elliott Wright, Eloise Webb, Finesse Fonseka, Francesca Bennett, Gareth Mason, Georgie-May Tearle, Gino Picciano, Hayley Atwell, Helena Bonham Carter, Henry McCook, Holliday Grainger, James Butcher, Janet Dawe, Jd Roth-round, João Costa Menezes, Joe Kennard, John W.G. Harley, Joshua McGuire, Julian Seager, Laurent Plancel, Laurie Calvert, Leila Wong, Lily James, Matthew Steer, Melissa Galloway, Michael Jenn, Monique Geraghty, Nonso Anozie, Peter Stacey, Phoenix James, Rachael Hyde, Rajesh Kalhan, Richard Madden, Riley Halden, Rob Brydon, Sayed Kassem, Scherrikar Bell, Sophie McShera, Stellan Skarsgard, Tom Swacha, Zizi Strallen