quarta-feira, 28 de março de 2012
MADONNA DESAFIA PODER RUSSO, DIZ QUE A LEI ANTI-GAY DE SÃO PETERBURGO É ATROCIDADE E LANÇA NOVO CLIPE, CENSURADO PELO YOU TUBE
quarta-feira, 14 de março de 2012
EM PLENO SÉCULO 21, RÚSSIA APROVA LEI CONTRA DIREITOS HOMOSSEXUAIS
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
MINISTÉRIO DA SAÚDE ABAIXA A CABEÇA PARA BANCADA EVANGÉLICA, E NÃO VEICULA VÍDEO ANTI-AIDS PROTAGONIZADO POR GAROTOS GAYS NA CAMPANHA DE CARNAVAL
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
KASSAB VETA O 'ORGULHO HOMOFÓBICO' E AGORA SÃO OS HÉTEROS AS VÍTIMAS DA VEZ NA PAULISTA
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
DATENA FALOU BESTEIRA, E O MINISTÉRIO PÚBLICO O FEZ DESCER DE SUA ARROGÂNCIA
O MPF - Ministério Público Federal - entrou com ação civil pública da Justiça para obrigar a TV Bandeirantes a exibir durante o programa "Brasil Urgente" uma retratação pelas declarações ofensivas do apresentador José Luiz Datena contra os ateus.
Durante a exibição de uma reportagem, no dia 27 de julho, Datena e o repórter Márcio Campos relacionaram o crime com pessoas que não acreditam em Deus.
“...porque o sujeito que é ateu, na minha modesta opinião, não tem limites, é por isso que a gente vê esses crimes aí”.
Além disso, o apresentador atribuiu os males do mundo aos ateus.
“É por isso que o mundo está essa porcaria. Guerra, peste, fome e tudo mais, entendeu? São os caras do mal. Se bem que tem ateu que não é do mal, mas, é ..., o sujeito que não respeita os limites de Deus, é porque não sei, não respeita limite nenhum”, disse o sem noção.
Em todo o tempo em que a matéria ficou no ar, o apresentador associava aos ateus a ideia de que só quem não acreditava em Deus poderia ser capaz de cometer crimes, e ainda debochou dos telespectadores que assistiam ao programa: “Quem é ateu pode desligar a televisão, ou mudar de canal pois eu não faço questão nenhuma de que assistam o meu programa”.
O programa ainda realizou uma pesquisa interativa para saber a opinião da audiência sobre a relação entre violência e ateísmo.
Diante de um grande de ligações que não concordavam com a tese do apresentador, Datena disse: “Muitos bandidos devem estar votando do outro lado".
Para o Procurador Regional dos Direitos do Cidadão Jefferson Aparecido Dias, autor da ação, ao veicular as declarações preconceituosas contra pessoas que não compartilham o mesmo modo de pensar do apresentador, a emissora descumpriu a finalidade educativa e informativa, com respeito aos valores éticos e sociais da pessoa, prestou um desserviço para a comunicação social, uma vez que encoraja a atuação de grupos radicais de perseguição de minorias, podendo, inclusive, aumentar a intolerância e a violência contra os ateus.
“Evidentemente, houve atitudes extremamente preconceituosas uma vez que as declarações do apresentador e do repórter ofenderam a honra e a imagem das pessoas ateias. O apresentador e o repórter ironizaram, inferiorizaram, imputaram crimes, 'responsabilizaram' os ateus por todas as 'desgraças do mundo'”, afirma o procurador.
O procurador ainda ressalta que todos têm direito a receber informações verídicas, não importando raça, credo ou convicção político-filosófica, tendo em vista que grande parte da sociedade forma suas convicções com base nas informações veiculadas em programas de rádio e televisão.
Na ação, o MPF pede ainda que a emissora apresente um quadro com esclarecimentos à população sobre a diversidade religiosa e da liberdade de consciência e de crença no Brasil, com duração de no mínimo o dobro do tempo usado para exibição das mensagens ofensivas - segundo o MPF, Datena criticou os ateus durante mais de 50 minutos.
A Procuradoria quer ainda que a União, através da Secretaria de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, seja obrigada a fiscalizar o programa.
Que o Datena é bocudo, ninguém duvida, mas eu fui um dos que protestaram veementemente, inclusive junto ao Ministério Público, por essas declarações do apresentador.
Quem sabe agora, com prejuízo ao seu bolso, Datena deixe de ser arrogante e dono da verdade.
Afinal, até quem acredita em deus desinteressadamente sempre fala no tal de "livre arbítrio", onde cada um escolhe para si o que mais lhe convém.
Para um grande número de pessoas - e eu me incluo aí - não acreditar em deus ou religião nenhuma não é "o mal", mas sim uma maneira de ser um Ser Humano pleno, completo, sem amarras, culpas e sofrimentos que as religiões impõe.
Volto a afirmar aqui: religião e século 21 são tão díspares como água e óleo, e eu ainda prefiro viver no século 21.
Meus sinceros parabéns ao Ministério Público Federal, e que esse processo siga, nas formas da lei, até o final.
domingo, 21 de novembro de 2010
COM LIVRO-ENTREVISTA A JORNALISTA ALEMÃO, PAPA BENTO 16 FINALMENTE CHEGOU AO SÉCULO 12
Hoje, o Vaticano assegurou que as palavras do papa sobre o uso do preservativo não são "uma mudança revolucionária", mas uma "visão compreensiva" para levar a humanidade "culturalmente muito pobre rumos ao exercício responsável da sexualidade".
O livro, que tem como título "Light of the World: The Pope, the Church and the Signs of the Times" (Luz do Mundo: O Papa, a Igreja e os Sinais do Tempo), é baseado em 20 horas de entrevistas conduzidas pelo jornalista alemão Peter Seewald
A agência Reuters informou que as versões em inglês, francês e alemão do livro citam o termo "prostituto masculino" enquanto o jornal do Vaticano usa "uma prostituta". A divergência na tradução ainda não foi esclarecida.
Leia algumas respostas de Bento 16 na entrevista, divulgados pela Reuters:
PRESERVATIVOS
"Há possibilidades no caso de alguns indivíduos, como talvez quando um prostituto masculino usa preservativo, no qual isso pode ser um primeiro passo em direção à moralização, uma primeira aceitação de responsabilidade, no caminho rumo à recuperação da atenção de que nem tudo é permitido ou se pode fazer de qualquer forma que alguém quiser.
Mas essa não é realmente a maneira para lidar com o mal da infecção por HIV. Isso só pode realmente mentir apenas sobre uma humanização da sexualidade.
Ela [a Igreja] não diz respeito a isso [uso das camisinhas], como um real ou moral solução, mas, nesse caso, não há nada mais com o objetivo de reduzir o risco de infecção, como um primeiro passo no movimento rumo a um forma diferente. e mais humana, de viver a sexualidade."
ABUSOS SEXUAIS NA IGREJA
"Sim, isso é uma grande crise, nós temos que admitir. É entristecedor para todos nós.
De repente, tanta imundice. Foi realmente como uma cratera de um vulcão, fora da qual surgiu uma tremenda nuvem de imundicie, escurecendo e desgraçando, de modo que tudo acima do clero repentinamente pareceu ser um lugar de vergonha e todo padre estava sob suspeita de ser igual também".
"Sim, se o papa realmente se dá conta de que ele não está fisicamente, psicologicamente e espiritualmente capaz de lidar com os deveres do sacerdócio, então ele tem o direito e, em algumas circunstâncias, também a obrigação, de se resignar.
MULHERES E HOMOSSEXUAIS
"Quando, por exemplo, em nome da não discriminação, as pessoas tentam forçar a Igreja Católica a mudar sua posição sobre a homossexualidade ou a consagração de mulheres, então isso significa que ela não está mais permitida de viver sua identidade e que, em vez disso, uma religião negativa e abstrata está criando um padrão tirânico que todos devem seguir.
Isso parece ser aparentemente bem mais liberdade - pela exclusiva razão de que isso é liberação da situação prévia.
"A Igreja não tem autoridade de ordenar uma mulher. A ponto de que nós não estamos dizendo que não queremos fazê-lo. O Senhor nos deu a Igreja na forma de doze [homens apóstolos] e, como seus sucessores, com os bispos e seus presbíteros, os padres.
"Essa forma de Igreja não é algo que nós mesmos produzimos. É como Ele constituiu a Igreja."
"O assunto em questão aqui é a intrínseca verdade do significado da sexualidade humana na constituição do ser humano.
Se alguém tem inclinações homossexuais arraigadas - e isso ainda é uma pergunta aberta se essas inclinações são realmente natas ou se surgem na primeira infância - se, de qualquer forma, elas têm poder sobre ele, isso é um grande desafio para ele, assim como outros desafios podem afligir outras pessoas também.
Mas isso não significa que a homossexualidade portanto se torna moralmente correta. Melhor, ela permanece contrária à essência do que Deus originalmente desejou".
BURCAS
"Quanto à burca, não veria razão para uma abolição geral. Alguns dizem que muitas mulheres não usariam a burca voluntariamente e que isso de fato é uma violação à mulher.
Alguém pode, com certeza, não concordar com isso. Mas se elas querem usar voluntariamente, não compreendo por que deva ser proibido."
PROTESTANTES
"Nós devemos reconhecer que o Protestantismo tomou passos que o levaram longe de nós, mais do que próximo de nós; mulheres ordenadas e a aceitação de parcerias homossexuais são apenas dois de muitos exemplos.
Há ainda outras posições éticas, outras instâncias de conformismo com o espírito da época presente, que faz o diálogo mais difícil".
PAPA JOÃO PAULO 2º
"Eu simplesmente disse a mim mesmo que sou o que sou. Não tento ser outra pessoa. O que posso dar eu dou, e o que não posso dar não tento dar.
Não tento fazer de mim mesmo algo que eu não sou. Sou a pessoa que ocorreu de ser escolhida - os cardeais também são culpados por isso - e faço o que posso fazer."
PAPA PIO 12
"Como no presente momento, nós temos novas pessoas sábias que dizem que, enquanto nós de fato salvamos muitas vidas, nós tivemos ideias atrasadas sobre os judeus que desabaram no 2º Conselho do Vaticano (1962-65).
Mas essa não é a questão. A coisa decisiva é que o que ele fez e o que ele tentou fazer, e é nessa consideração que devemos reconhecer, creio, que ele foi um dos grandes homens honrados e que ele salvou mais judeus que qualquer outro."
*****
O que posso dizer aqui - depois de ler atentamente esses trechos - principalmente nos trechos onde ele claramente diz mulheres são seres inferiores - e por isso não merecem ser ordenadas - e que o Papa Pio 12 "salvou mais judeus que qualquer outro", quando se sabe que esse Papa fechou os olhos para as atrocidades nazistas, objeto até hoje de profunda mágoa do povo judeu com os católicos?
Só posso deduzir que, finalmente, sua santidade chegou ao século 12!
Quem sabe, com mais entrevistas, o Cardeal Joseph Ratinzger - homem tido como culto e inteligente - consiga avançar rumo ao século 21.
Com essa entrevista, ainda faltam 9 longos séculos.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
ABORTO, MISTURADO À POLÍTICA E À RELIGIÃO: NADA A VER

Quem se opõe à descriminalização do aborto defende não a vida, mas uma crença religiosa
Algum tempo atrás, o presidente Luiz Inácio previu que, nas eleições deste ano, todos os candidatos à Presidência seriam de esquerda.
Realmente, os três mais votados candidatos do primeiro turno são considerados de esquerda.
Só que pensaria o contrário quem, sem nada saber dos candidatos, visse as fotos diárias que a imprensa publica de cada um deles a assistir à missa; ou suas declarações de fé; ou suas confraternizações com pastores e políticos evangélicos; ou as promessas de obediência que fazem a líderes religiosos; ou suas renegações da proposta da descriminalização do aborto...
Dias atrás, afirmando que uma eleição é o pior momento para debater qualquer questão que seja, o psicanalista e colunista da "Folha", Contardo Calligaris, postergou uma discussão sobre o aborto, no que ele estava certíssimo.
Só que, cansado de ler - e ouvir - inúmeros ataques à tese de que o aborto deve ser descriminalizado, mas nenhum argumento a favor disso, resolvi lembrar aqui alguns que me parecem decisivos.
Para mim, os argumentos mais decisivos são os do filósofo francês Francis Kaplan no seu livro "O Embrião É um Ser Vivo?".
Segundo Kaplan, deve-se distinguir entre "estar vivo" e "ser um ser vivo".
Um ser vivo não é apenas um ser que tem funções - pois várias partes do ser vivo têm funções -, mas um ser que tem todas as funções necessárias para estar vivo.
Assim é um ser humano, por exemplo.
Já o olho do ser humano, na medida em que lhe faculta enxergar, está vivo, mas não é um ser vivo.
Assim também o embrião está vivo somente enquanto parte de outro ser vivo, que é a sua mãe.
Por si mesmo, "as funções vitais de que ele precisa para estar vivo são as da mãe. É graças à função digestiva da mãe que ele recebe o alimento, que pode usar somente por lhe chegar previamente digerido pela mãe; é graças à função glicogênica do fígado da mãe que ele recebe a glicose; é graças à função respiratória da mãe que os glóbulos vermelhos de seu sangue recebem o oxigênio; é graças à função excretória da mãe que ele expulsa materiais prejudiciais, dejetos que, de outro modo, o envenenariam", relata Kaplan.
E ele continua: "Não é o embrião que se desenvolve: é a mãe que, por meio da produção da serotonina periférica no sangue, determina, durante mais da metade da gestação, o desenvolvimento neurobiológico e a viabilidade futura do organismo que carrega".
Kaplan explica que, pelo menos até o terceiro mês da concepção, o feto não tem atividade cerebral.
Acontece que, como ele observa, "um homem sem atividade cerebral é considerado clinicamente morto".
Ora, "o prazo de três meses é o prazo dentro do qual a maioria das mulheres que quer abortar aborta, mesmo que possam legalmente fazê-lo mais tarde".
Dito isso, vê-se que não é verdadeiro, como se supõe às vezes, que o embrião esteja para uma criança como uma semente para uma árvore ou um ovo para uma ave.
Uma semente largada na terra pode tornar-se uma árvore; e um ovo pode, sendo incubado, tornar-se uma ave; um embrião, porém, não é capaz de se tornar uma criança fora do corpo da mãe.
Concluindo, não se pode comparar a destruição de uma semente com a derrubada de uma árvore nem se pode comparar quebrar um ovo com matar uma ave, menos ainda se pode comparar o aborto, como querem alguns religiosos, com o assassinato de uma pessoa.
Sobre a tese de que a vida da mãe não vale mais que a do feto,
diga-se a verdade: quem se opõe à descriminalização do aborto defende não a vida, como alega, mas sim uma crença religiosa segundo a qual nem o prazer sexual pode ser um fim em si mesmo nem o ser humano é dono de si próprio ou do seu corpo.
Cada um tem o direito à crença religiosa que bem entender, mas o Estado, que deve ser laico, não pode adotar nenhuma delas em particular.
Nenhuma mulher recorre ao aborto por prazer, mas por sofrimento e para evitar ainda maior sofrimento para si, para sua família e para a criança que nasceria.
E é uma grande crueldade que o Estado penalize ainda mais justamente as mulheres pobres que, sem recursos, são obrigadas a praticar o aborto nos açougues das esquinas brasileiras.
Pior que isso, só o Holocausto, e o Poder Público tem o dever de prover os seus cidadãos de meios que mantenham sua saúde em níveis aceitáveis, olhando o aborto
como um problema de saúde pública, e não moral ou religiosa.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
ABORTO E A ELEIÇÃO NO SÉCULO XII
O destaque nesse segundo turno da campanha à presidência, é o tema da descriminalização do aborto.
Questão complexa, que por envolver convicções pessoais e religiosas, só poderia ser decidida legitimamente pela mulher que deseja abortar, ou por meio de uma consulta popular, o tal "plebiscito sobre", de que tanto martelou no primeiro turno Tia Marina Silva Clorofila ex-Malafaia.Nem por isto é fora de questão que o tema se torne presente no debate eleitoral, já que é direito do eleitor conhecer as opiniões dos candidatos sobre o tema.
Só que, em vez de ocasionar uma discussão racional e franca, a disputa sucessória tem-se caracterizado por uma atitude retrógrada, ignorante e obscurantista.
Obscurantista, não pela rasa identificação que se costuma fazer entre a firmeza de convicções religiosas e um espírito medieval de caça às bruxas, já que se pode perfeitamente ser contra o aborto em qualquer circunstância, sem ser um fanático fundamentalista - e mesmo sem professar nenhuma religião como eu, que sou ateu.O obscurantismo marca a campanha eleitoral quando o que se procura é, antes, confundir o eleitor do que esclarecer as próprias posições.
O exemplo maior disso é o slogan do "direito à vida", que aparece na propaganda eleitoral de ambos os candidatos ao segundo turno.
Como se sabe, essas palavras têm um sentido claro para o eleitorado católico - e cristão de modo geral -, já que podem ser traduzidas como uma condenação do aborto, mesmo nos casos já admitidos na lei brasileira -o de gravidez por estupro e o de risco de morte para a mãe.
Nenhum dos dois candidatos propõe a revogação desse dispositivo mas, que lancem mão ao lema do tal "direito à vida" é sintoma da dificuldade de ambos em defender o que já existe na legislação, contrário às ideias dos eleitores que pretendem conquistar.
Pessoalmente, considero que a legislação vigente deve ser flexibilizada, de modo a permitir que, já sofrendo numa circunstância evidentemente dramática e dolorosa, qualquer mulher em solo brasileiro possa interromper a gravidez, sem que seja considerada criminosa por isso.
Cerca de 1,1 milhão de abortos clandestinos são feitos anualmente no país, na grande maioria das vezes em condições precaríssimas, em ambientes que mais parecem um açougue de quinta categoria do que uma sala de cirurgia.
Os abortos mal feitos dão um gasto de mais de R$ 850 milhões por ano ao SUS, e são a terceira causa de mortalidade materna no Brasil.Em 56 países, que representam 40% da população mundial, o aborto é permitido sem restrições até a 12ª semana de gravidez - limite máximo que se poderia admitir, e com o qual eu concordo.

Com certeza, políticas públicas de esclarecimento e garantia de acesso a meios anticoncepcionais - como a pílula do dia seguinte -, poderiam, se amplas, intensivas e duradouras, prevenir a gravidez indesejada e reduzir de maneira drástica o número de mulheres que se valem, numa situação extrema, do traumático recurso.
Só que alguns setores religiosos, como é certo e sabido, são contra até mesmo o uso de anticoncepcionais e da camisinha - que nos dias atuais não serve só para não ter filhos, mas principalmente para evitar contágio por doenças sexualmente transmissíveis.
A sociedade felizmente evoluiu na direção oposta, e hoje os jornais já trazem a informação que o tema do aborto só fez cerca de 1% dos eleitores mudarem seu voto em 3 de outubro.Fica provado, assim, que tivemos segundo turno muito mais pelo tráfico de influência da companheira Erenice na Casa Civil - e o salto alto de Dona Dilma, Luiz Inácio e companhia bela - do que pela pregação religiosa/medievalesca que pastores e padres fizeram contra a petista.
O Brasil precisa com urgência de um plebiscito sobre o aborto, para que a população seja esclarecida sobre os vários aspectos envolvidos na questão, longe das religiões todas que, para mim, só servem para levar a Humanidade ao começo do século 12, para dizer o mínimo.
Confira a coluna de hoje em vídeo, já postado no YouTube e no UOL:
terça-feira, 3 de agosto de 2010
MALAFAIA, DESCENDO A LADEIRA

sábado, 31 de julho de 2010
TESTES COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS? TIA MARINA É CONTRA!


sábado, 17 de julho de 2010
ARGENTINA, SEMPRE À FRENTE DO BRASIL QUANDO SE TRATA DE FUTURO E PESSOAS








