Longa é estrelado por K.J. Apa, astro de 'Riverdale'
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Assista:
Na trama, veremos a história real de Jeremy Camp (K.J. Apa), famoso cantor de rock cristão e indicado ao Grammy.
A obra deseja focar como a religião foi essencial para o artista superar dores de sua vida, principalmente quando sua esposa Melissa (Britt Robertson) é vítima de câncer.
O filme é comandado pelos Irmãos Erwin, com roteiro assinado por Jon Erwin e Jon Gunn.
Além de K.J. Apa e Britt Robertson, o elenco conta comShania Twain, Melissa Roxburgh e Gary Sinise.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de abril.
Nesta comédia romântica, várias histórias associadas à maternidade se cruzam: Sandy (Jennifer Aniston) é uma mãe solteira com dois filhos, Bradley (Jason Sudeikis) é um pai solteiro com uma filha adolescente, Jesse (Kate Hudson) tem uma história complicada com a sua mãe, Kristin (Britt Robertson) nunca conheceu a sua mãe biológica e Miranda (Julia Roberts) é uma escritora de sucesso que abre mão de ter filhos para se dedicar à carreira.
CRÍTICA:
Nova comédia romântica de Garry Marshall ('Uma Linda Mulher'), 'O Maior Amor do Mundo', em exibição em 131 salas em todo o Brasil, tenta mostrar as mais variadas formas de amor materno.
Assim, temos a mãe divorciada (que se dá bem com o ex-marido); a mãe do bebê fruto de uma relação inter-racial; de um amor de sexualidade não-convencional; a conservadora, educada em outra época; a mãe insegura; a mãe ausente e até o pai que é mãe.
A ideia de mostrar toda essa complexidade é o ponto positivo na construção deste longa, que no original se chama 'Mother's Day' (Dia das Mães).
Jennifer Aniston e Kate Hudson, em cena do longa - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Imagem Filmes
Marshall já tinha abordado outros “feriados” - 'Idas e Vindas do Amor' (2010), lançado no dia dos namorados e 'Noite de Ano Novo' (2011), com certa maestria, mas aqui, o bom diretor parece ter perdido a mão.
Primeiro porque, se a diversidade é bem-vinda no tema 'maternidade', ao atirar para todos os lados o diretor acaba não acertando ninguém.
Julia Roberts é Miranda
Depois, se prega uma certa aura de contemporaneidade, o que se vê no subtexto do longa é um conservadorismo absurdo.
A personagem de Jennifer Aniston, por exemplo (mãe divorciada que se dá bem com o ex-marido) só se justifica no papel de "mulher de alguém", se (des)equilibrando entre a esperança de o ex a aceitar de volta e/ou (o que vier primeiro) o surgimento de um novo interesse amoroso, de forma quase que desesperada.
Numa época em que discutimos diariamente o empoderamento da mulher, a construção da personagem soa antiquada.
Jason Sudeikis, em cena do longa
Como não há tempo de tela suficiente para tantos exemplos (mesmo com quase duas horas de projeção), o roteiro trata de correr mais que Usain Bolt para fechar adequadamente as histórias, tornando as soluções muito amadoras.
Como alguém consegue esconder um filho já em idade para entrar para a pré-escola da própria mãe (no caso, a avó da criança) é um dos mistérios que envolve a história de Kate Hudson (da relação inter-racial).
A jovem mãe insegura (Britt Robertson) foge do casamento por que... “eu não sei quem eu sou”.
Quando à presença da Diva das Divas Julia Roberts, pelo que vimos aqui, podemos supor que ela só topou participar do projeto por causa da eterna gratidão que tem com Garry Marshall, que a catapultou ao estrelado em 'Uma Linda Mulher' (1989) e a tornou Diva em 'Noiva em Fuga' (1999), contribuindo decisivamente para a projeção da carreira e da conta bancária da atriz.
Julia Roberts e Jennifer Aniston, em cena do longa
Enfim, Marshall subestima a inteligência do espectador, por acreditar que não se questiona a mensagem do filme (bonita, claro), que mostra o amor de mãe, o amor incondicional.
É a ideia de que, com os olhos rasos d'água, o público não consiga ver o todo da obra, melosa e com todo tipo de clichê e que pouco ou nada está interessada no verdadeiro sentimento.
O público americano deu uma boa espiada: o longa estreou lá na semana passada em quarto lugar no Top 10 EUA, faturando US$ 8.302 milhões.
Vamos ver como o público brasileiro receberá Marshall e seu elenco estelar, que já fizeram filmes muito melhores.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'O MAIOR AMOR DO MUNDO'
Título Original:
MOTHER'S DAY
Gênero:
Comédia
Direção:
Garry Marshall
Roteiro:
Anya Kochoff, Lily Hollander, Tom Hines
Elenco:
Aasif Mandvi, Brandon Spink, Britt Robertson, Christine Lakin, Ella Anderson, Gianna Simone, Grayson Russell, Inder kumar, Jack Whitehall, Jamie Soricelli, Jason Sudeikis, Jennifer Aniston, Jon Lovitz, Julia Roberts, Kate Hudson, Margo Martindale, Nicolette Noble, Sandra Taylor, Sarah Chalke, Shay Mitchell, Timothy Olyphant
Produção:
Brandt Andersen, Daniel Diamond, Howard Burd, Mark DiSalle, Mike Karz, Wayne Allan Rice
Fotografia:
Charles Minsky
Montador:
Bruce Green, Robert Malina
Trilha Sonora:
John Debney
Duração:
118 min.
Ano:
2016
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia:
05/05/2016 (Brasil)
Distribuidora:
Imagem Filmes
Estúdio:
Aperture Media Partners / Capacity Pictures / Gulfstream Pictures / PalmStar Media / Rice Films
Casey Newton (Britt Robertson) é uma adolescente com enorme curiosidade pela ciência.
Um dia, ela encontra um pequeno broche que permite que se teleporte automaticamente para uma realidade paralela chamada Tomorrowland, repleta de invenções futuristas visando o bem da humanidade.
No caminho, conta com a ajuda da misteriosa Athena (Raffey Cassidy) e do criador de Tomorrowland, Frank Walker (George Clooney), um ex-garoto prodígio que hoje está desiludido.
CRÍTICA:
Brad Bird é um dos mais versáteis e criativos diretores da atualidade.
Diretor de dois grandes sucessos da Pixar ('Os Incríveis' e 'Ratatouille') ele sempre se mostrou um bom contador de histórias e um fervoroso defensor da excelência e da criatividade, que ele demonstrou muito bem em seu primeiro longa com atores reais - 'Missão Impossível - Protocolo Fantasma'.
'Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível',que estreia hoje em 277 salas em todo o Brasil, marca o retorno de Bird à Disney para tentar reforçar seu talento e seus princípios - e ele manda muito bem.
Baseado no 'Mundo do Amanhã', uma ala dos parques da Disney, o filme realmente conta uma boa história de aventura, onde a jovem Casey Newton (Britt Robertson) tenta descobrir mais sobre um lugar futurístico que viu após tocar em um pin (ou broche), que recebeu da pequena Athena (Raffey Cassidy).
Britt Robertson é protagonista Casey Newton - Fotos dessa postagem: Divulgação/Disney
Tirando sua longa apresentação, muito arrastada, o filme é entretenimento inteligente, principalmente pelas boas doses de mistério até o final da trama, despertando a curiosidade do espectador, que fica atento com tudo o que acontece na história.
O elenco é um achado, a começar pelos experientes George Clooney e Hugh Laurie (em seu primeiro trabalho pós fim da série 'House')
Bird, sempre se mostrando absolutamente seguro na direção, consegue um entrosamento absurdo do elenco, mesclando os veteranos e os jovens - principalmente, a dupla Robertson e Cassidy - e fazendo a trama ficar bem mais dinâmica e agradável de se ver.
Boas atrizes, as duas demonstram uma intensidade poucas vezes vista em filmes do gênero - transmitindo as nuances de suas personagens e causando empatia imediata com o espectador.
A trama começa com Frank Walker (Clooney), um apaixonado por ciência, contando para uma plateia como foi parar em Tomorrowland, um lugar futurístico e belíssimo, quando ainda era um menino.
George Clooney, Britt Robertson e Raffey cassidy, em cena do longa
Depois, a bem mais nova Casey passa a falar sobre a sua história e diz como ficou admirada ao entrar em uma espécie de realidade paralela após tocar um pin, que acabou parando em sua mochila.
A partir daí, ela é convocada por Athena, uma menina que carrega muitos mistérios, para encontrar o velho Frank, que é agora um sujeito desiludido.
Juntos, devem arranjar um jeito de voltar para Tomorrowland, que agora está longe de ser o mesmo lugar do início da história.
Mesmo com um roteiro coerente e um bom desenvolvimento de personagens, o longa ostenta um 'rótulo Disney', que sempre projeta a necessidade de deixar uma mensagem positiva para o espectador.
Assim, aqui há uma preocupação excessiva de plantar uma moral, o que desvia o foco do espectador e pior: torna a obra infantil demais para um adulto e adulto demais para uma criança, o que faz com que o filme perca um pouco da sua identidade.
No longa, Hugn Laurie tem seu primeiro papel pós 'House'
Para compensar, a edição da dupla dinânica da Disney Walter Murch e Craig Wood é ágil e competente o suficiente para que o espectador não fique chateado a maior parte do tempo com as mensagens subliminares plantadas pelo estúdio enquanto assiste ao filme.
Se não é a excelência que seu diretor defendeu nas entrevistas promocionais, o longa mais acerta do que erra e é uma ótima opção de entretenimento, pois tem trama convincente, com ideias inovadoras e, acima de tudo, com final otimista.
Bird mostra que sabe contar histórias e, para isso, nada melhor do que uma trama envolvente e alegre.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'TOMORROWLAND – UM LUGAR ONDE NADA É IMPOSSÍVEL'
Título Original:
TOMORROWLAND
Gênero:
Ficção Científica
Direção:
Brad Bird
Roteiro:
Damon Lindelof, Jeff Jensen
Elenco:
Aliyah O'Brien, Britt Robertson, Darren Shahlavi, George Clooney, Hugh Laurie, Jedidiah Goodacre, Judy Greer, Kathryn Hahn, Keegan-Michael Key, Lochlyn Munro, Matthew MacCaull, Michael Rowe, Pierce Gagnon, Raffey Cassidy, Tim McGraw
Aos 91 anos, com a saúde debilitada e sozinho no mundo, Ira Levinson (Alan Alda) sofre um acidente de carro e se vê abandonado em um lugar isolado.
Ele luta para manter a consciência e passa a ver sua amada esposa Ruth (Oona Chaplin), que faleceu há nove anos.
A poucos quilômetros de distância, a bela Sophia Danko (Britt Robertson) conhece o jovem e também belo caubói Luke (Scott Eastwood), que a apresenta a um mundo de aventuras e riscos.
De forma inesperada, os dois casais vão ter suas vidas cruzadas.
CRÍTICA:
Após os sucessos das adaptações cinematográficas de seus livros 'Um Amor para Recordar' e 'Diário de uma Paixão', muita gente mundo afora conheceu o escritor Nicholas Sparks.
Os filmes baseados em suas obras não apenas tinham vendido muitos ingressos como também tinham feito barulho suficiente para fazer do escritor um nome importante no mercado.
Passados 13 anos desde 'Um Amor para Recordar', vários outros filmes baseados em obras de Sparks chegaram aos cinemas.
Ano após ano, o público teve acesso a um romance leve, que tinha sempre uma reviravolta dramática no final e, aos poucos, ao invés de esperar pelo novo projeto, o público passou a já saber o que esperar.
Assim, "Filme baseado em obra de Nicholas Sparks" deixou de ser informação e passou a ser a sinopse da obra.
Agora, chegou a hora de 'Uma Longa Jornada', em exibição em 87 salas em todo o Brasil, contar a história de um casal improvável que se apaixona loucamente e luta contra marcas do passado que insistem em reaparecer.
Sophia (Britt Robertson) e Luke (Scott Eastwood), casal protagonista do longa - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Fox Film do Brasil
O casal impossível da vez é Sophia (Britt Robertson), um estudante de belas artes que está perto de começar um estágio em uma galeria de Nova York, e Luke (Scott Eastwood), um peão de rodeio que passou por um trauma e agora tenta voltar às arenas da vida.
Logo no primeiro encontro, os dois acabam encontrando um carro acidentado na estrada e socorrem um idoso nonagenário, Ira (a lenda americana Alan Alda).
Sophia vai se interessar pela história de Ira e o ajudará em sua recuperação, lendo várias cartas dele para sua esposa.
Sophia e Ira (Alan Alda), em cena do longa
Sim, nas obras de Nicholas Sparks tem sempre um velho - e sim, sempre temos cartas.
Britt Robertson, que foi catapultada ao estrelato na série 'Under The Dome', fotografa bem e tem carisma.
Scott Eastwood, um dos mais belos homens da Hollywood atual - disparado, também cumpre bem o papel do caubói da vez, demonstrando ter talento e presença cênica que herdou do pai, a lenda das lendas Clint Eastwood.
Scott Eastwood, em cena do longa
O casal Sophia/Luke tem boa química em cena, protagonizando cenas lindas de se ver - mas é impossível não ficar com a sensação de 'dejavú'.
Jack Huston, que interpreta a versão jovem do personagem Ira, e Oona Chaplin, que vive sua amada, são os pontos fracos da trama, que tem roteiro e direção apenas corretos.
Jack Huston e Oona Chaplin interpretam Ira e sua amada quando jovens
Ainda bem que temos no elenco Melissa Benoist: a jovem e muito talentosa atriz - que despontou em 'Glee' e com certeza vai arrebentar como a protagonista do próximo seriado da Warner/DC, 'Supergirl' - interpreta sua personagem, Marcia, com um frescor e segurança que não se vê hoje em dia numa atriz da idade dela.
Simplesmente irresistível essa Melissa.
Melissa Benoist como Marcia, em cena do longa
Trilha melosa, cenários bonitos, beijos na chuva e na natureza, discussões vazias e a vida como vilã, embora de forma menos trágica que nos primeiros filmes, fecham o pacote.
Bunitinho.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'UMA LONGA JORNADA'
Título Original:
THE LONGEST RIDE
Gênero:
Romance
Direção:
George Tillman Jr.
Roteiro:
Craig Bolotin, baseado no romance de Nicholas Sparks
Elenco:
Alan Alda, Amber Chaney, Amy Parrish, Barry Ratcliffe, Brett Edwards, Britt Robertson, Courtney Lakin, Gabriel Manak, Gina Herron, Hayley Lovitt, Hunter Burke, Jack Huston, Karen Labbe, Lolita Davidovich, Mark Jeffrey Miller, Melissa Benoist, Michael Lowry, Oona Chaplin, Peter Jurasik, Scott Eastwood
Produção:
Marty Bowen, Nicholas Sparks, Theresa Park, Wyck Godfrey