A atriz Melissa Benoist utilizou a conta dela no Instagram para revelar ter aceito o pedido de casamento feito a ela pelo namorado, o ator Chris Wood, que interpretou Mon-El na série.
“Sim sim sim será sempre sim”, escreveu a protagonista da série ‘Supergirl’ na legenda da foto em que ostenta a aliança dada pelo noivo.
No registro, a celebridade aparece sorridente, sendo beijada por Wood enquanto uma lareira queima ao fundo.
Veja:
Benoist já foi casada com o ator Blake Jenner, colega dela na série ‘Glee’.
Apesar de só ter revelado o casamento em 2015, ela depois contou que os dois haviam trocado alianças em 2013.
Os dois pediram divórcio em 2016, alegando diferenças inconciliáveis.
Desde 2017, pouco após ela e Chris Wood tornarem público que estavam namorando, ela e agora noivo criaram o site ‘I Don’t Mind’, voltado para alertar as pessoas sobre as melhores formas de lidar com depressão e ansiedade, problemas com o qual a atriz convive desde os 13 anos.
Série finaliza arco de vários personagens e abre possibilidades para o futuro
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A série 'Supergirl', produzida e exibida pelo canal The CW nos EUA e aqui no Brasil, exibida pelo Warner Channel, tem temporadas longas, com mais de 20 episódios de 40 minutos em cada temporada.
Assim, ao chegar ao seu terceiro ano, o desgaste é certo, pois os personagens já passaram pelos percalços os mais variados, enfrentaram vários vilões e se desenvolveram junto com o público.
Por tudo isso, é que a terceira temporada da série protagonizada por Melissa Benoist - para mim, a mais perfeita tradução recente de como uma super-heroína deve ser num live action - caminhou para frente, encerrando o ciclo de vários personagens e deixando novas possibilidades para uma eventual quarta temporada.
Nessa terceira, Kara (Melissa Benoist) começou sua jornada, sofrendo com a partida de Mon-El (Chris Wood, bom ator e namorado de Melissa na vida real).
Só que, apesar do retorno do rapaz vulnerável ao chumbo, a relação dos dois continuou num vai, não vai, estressante - e isso, durante todos os 23 episódios, o que foi, sem dúvida, a maior bola fora de toda a temporada.
Chris Wood e Melissa Benoist, em cena da terceira temporada - Fotos dessa Postagem: Divulgação/The CW
Embora Mon-El tenha vivido tramas próprias, a falta de uma resolução final sobre o relacionamento e a confusão de sentimentos do casal gerou um cansaço do público com o casal - uma pena, pois Melissa e Chris tem uma química das mais absurdas em cena.
É que esse retorno de Mon-El se transformou num problema: se voltar para Kara e viver feliz com ela seria uma replay da segunda temporada, matá-lo poderia ser demais para um seriado jovem do canal CW e deixá-lo na Terra apenas como um membro da Legião dos Super-Heróis continuaria com o clima estranho com a Supergirl.
Assim,depois de idas e vindas, os roteiristas tomaram a melhor decisão: encontrar uma nova missão para o personagem e deixá-lo, finalmente, seguir seu caminho.
Agora, com a confirmação de que Chris Wood não estará no quarto ano da série, temos finalmente uma solução definitiva para o romance - e isso combina muito bem com a nova fase da história.
Se na parte amorosa a trama deixou a desejar, a série acertou ao tratar dos dilemas kryptonianos de Kara Zor-El.
Quando descobre que ainda há um pedaço de seu planeta no espaço, a heroína mostra seu lado mais frágil, o fato de ser uma refugiada na Terra.
Ao contrário de Kal-El, o Superman, que foi lançado de Krypton ainda bebê, Kara tem lembranças da infância em seu planeta natal e isso torna sua saudade ainda mais densa.
O reencontro com a mãe Alura (Erica Durance, a Lois de 'Smallville'), rendeu momentos emocionantes, que poderiam ser melhor abordados se esse arco não tivesse sido deixada de lado no decorrer da temporada.
Como já aconteceu antes, Kara tem uma crise de identidade ao rever parte de seu planeta: não quer mais ser a responsável por salvar a Terra - e o vislumbre de uma vida comum em Krypton parece ser bem legal.
Evidentemente, quando seus amigos entram em perigo, ela segue “seu chamado” e volta a ser a heroína que todos conhecem, tudo muito antigo e repetido - mas o fato disso fazer total sentido com a história da personagem releva o que poderia ser outra bola fora na temporada.
Reunir Kara e Alura foi apenas um dos momentos em que a série focou no tema da família, um dos pontos centrais do terceiro ano.
J’onn (David Harewood) enfrenta seu maior medo ao se despedir do pai, que deixou o seriado na hora certa, antes de se tornar um personagem mais cansativo e perdido do que já era.
J’onn (David Harewood), em cena da série
M’yrnn (Carl Lumbly) parte com um propósito claro e isso torna todos os seus ensinamentos ainda mais importantes.
A relação entre Ruby (Emma Tremblay) e Alex (Chyler Leigh) se torna tão profunda, que a agora diretora do DEO percebe que quer ser uma mãe solo, por mais difícil que seja conciliar o trabalho com a vida pessoal.
Essas pequenas descobertas e mudanças dos personagens mostram muito bem o amadurecimento de cada um deles.
Ruby (Emma Tremblay) e Alex (Chyler Leigh), em cena da série
Apesar de ser uma série sobre a Supergirl, os dilemas apresentados são extremamente humanos e isso cria uma conexão tão profunda com o público, que é quase impossível não se emocionar com certos acontecimentos - e os momentos de emoção foram vários.
A série também encontrou tempo nessa terceira temporada para abordar dois temas atuais: o preconceito racial e o problema do porte de armas nos EUA.
Perdido no arco romântico com Lena (Katie McGrath), Jimmy Olsen (Mehcad Brooks) se saiu melhor ao falar dos dois temas, demonstrando o medo de revelar sua identidade e ser vítima do preconceito, ao mesmo tempo em que fala sobre o perigo do uso negligente de armas de fogo.
Com tantos casos de tiroteios nos EUA (principalmente em escolas), seria fácil mostrar apenas um lado da discussão, mas a série mostrou maturidade ao incluir também os argumentos daqueles que se sentem protegidos com os objetos, como Lena: “Nossas armas unem famílias”, diz um executivo preocupado com os funcionários de sua empresa.
No fim, a série escolhe seu lado na discussão, mas deixa claro que é um tema difícil, sem uma resposta definitiva.
Lena Luthor (Katie McGrath) e Jimmy Olsen (Mehcad Brooks), em cena da série
Mas o melhor foi reservado para “Battles Lost and Won”, último episódio do terceiro ano, que foi um dos pontos altos de toda a história.
Com um grande clima de despedida, o capítulo tem uma cena de ação muito bem feita para o padrão de séries de super-heróis - deve ser por isso que a série teve um hiato excepcional nessa temporada, para fazerem os efeitos espetaculares que vimos - e ainda introduz duas possíveis vilãs para o futuro: Lena Luthor, que pode deixar sua ambição ser maior do que a sua bondade, e o melhor, um clone da Supergirl, que aparece na Sibéria em uma já confirmada homenagem ao arco das HQs 'Entre a Foice e o Martelo'.
Dessa forma, ao fechar as pontas soltas que abriu com o decorrer dos anos e concluir a jornada de vários personagens, 'Supergirl' termina seu terceiro ano com uma necessária renovação e possibilidades ousadas para o futuro.
O que se espera é que todo esse potencial seja bem trabalhado - e que as histórias de Kara, Alex e Lena não terminem tão cedo.
CONFIRA AS CENAS FINAIS DE 'BATTLES LOST AND WON':
SUPERGIRL - TERCEIRA TEMPORADA
Criado por:
Andrew Kreisberg, Allison Adler, Greg Berlanti, Blake Neely
Elenco Principal:
Melissa Benoist, Chris Wood, Chyler Leigh, Katie McGrath, Mehcad Brooks, David Harewood
Produção:
Warner Bros. Television, Berlanti Productions, DC Entertainment
A narrativa de Mon-El, na série 'Supergirl'chegou ao fim
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Segundo o TVLine, o ator Chris Wood não voltará para a 4ª temporada.
“O plano para Chris sempre foi tê-lo por duas temporadas” - disse o produtor executivo da série, Robert Rovner.
"Nós adoramos contar a história de Mon-El, assim como a história que desenvolvemos para ele e a Kara. Esperamos que os fãs sintam ter sido uma conclusão satisfatória".
Melissa Benoist e Chris Wood, em cena da terceira temporada de 'Supergirl' - The CW
Jessica Queller, também produtora executiva do programa, acrescenta:
"Os dois têm destinos em diferentes tempos como heróis. O que eles fizeram foi tomar uma decisão meio Casablanca, colocando em primeiro lugar o que é mais importante para eles – que é salvar o mundo. É um pouco agridoce que o destino de um seja ser um herói neste tempo, e o outro é comandar a Legião em outro tempo, mas acredito que eles aprenderam muito um com o outro. Eles se respeitam, e têm respeito pelas decisões que fizeram."
Sobre a possibilidade do retorno do personagem, Rovner disse:
"Nós amamos trabalhar com o Chris, e adoraríamos que o Mon-El retornasse algum dia se a história permitir e se Chris estiver disponível."
'Supergirl' é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner Channel.
Chyler Leigh, intérprete de Alex Danvers, revelou que muitas cenas gravadas do relacionamento de sua personagem com Maggie Sawyer (Floriana Lima) foi limado da edição final - Pôster da retomada é liberado
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Desde que apareceu em 'Supergirl', os fãs de Mon-El (Chris Wood) tem esperado que o personagem abandone os trajes pretos e use algo mais parecido com seu icônico uniforme vermelho e azul dos quadrinhos - que tinha aparecido brevemente em um vídeo do canal The CW, mas até agora não tinha sido levado para a série.
Só que, agora, novas imagens do episódio 15 dessa temporada finalmente revelam o aguardado uniforme e ele está bem parecido com a versão dos quadrinhos.
Veja:
The CW
A sinopse oficial do episódio mostra que Mon-El treinará Kara Danvers (Melissa Benoist) para que ela consiga bater de frente contra os Arrasa-Mundos, uma vez que o alienígena tem um conhecimento de técnicas mais avançadas, já que ele veio do futuro.
A SINOPSE:
3×15 – In Search of Lost Time (Em Busca do Tempo Perdido)
J’ONN PRECISA ENCARAR A VERDADE SOBRE SEU PAI – Quando Myr’nn inadvertidamente causa pertubações psíquicas no DEO, Supergirl precisa trabalhar com J’onn para conter o caos que resulta disso. Enquanto isso, Mon-El começa a treinar Kara nas técnicas de luta que ele aprendeu no futuro para a batalha contra os Arrasa-Mundos".
O episódio vai ao ar em 23 de abril no The CW.
Por outro lado, durante uma participação em um painel da ClexaCon em Las Vegas, a atriz Chyler Leigh, intérprete de Alex Danvers em 'Supergirl', falou sobre o relacionamento de sua personagem com Maggie Sawyer (Floriana Lima), e como muito do que elas haviam gravado foi deixado de fora.
Embora as duas personagens tenham terminado seu relacionamento, o romance se tornou um dos favoritos entre os fãs da série, e segundo Leigh, cerca de três quartos do que foi filmado não entrou nos episódios.
“Cerca de três quartos das cenas que filmamos” - disse Leigh, respondendo a uma pergunta sobre o quanto não vimos das cenas filmadas dela com Lima.
Chyler Leigh na ClexaCon em Las Vegas - Variety
“Existem muitas cenas em específico que eu gostaria que todos vissem, pois você trabalha duro em muitas coisas nesse negócio, mas eu gostaria que esse relacionamento em específico fosse visto”.
A atriz afirma que havia coisas em específico que ela gostaria de ter visto, mas que havia material o suficiente para fazer um episódio inteiro focado no relacionamento das duas:
“Gostaria que tivessem colocado mais beijos" - disse Leigh.
“Havia muita coisa. Aposto que provavelmente filmamos material para um episódio inteiro”.
Dificilmente veremos as cenas, ainda mais agora que o relacionamento entre Danvers e Sawyer acabou, mas seria interessante se tivessem usado isso na série, já que os fãs responderam bem ao romance lésbico.
'Supergirl' está prestes a retornar com os episódios finais da terceira temporada e para deixar os fãs mais ansiosos, um novo pôster promocional foi liberado.
Mostrando a garota de aço em meio à faíscas, detritos e fumaça, a arte parece ter sido tirada diretamente das páginas dos quadrinhos.
Junto da arte temos a frase: “Sentiu minha falta?” - fazendo referência ao longo hiato que a série sofreu.
Confira:
Comic Book Movie
'Supergirl' retorna em 16 de abril ao The CW e cerca de duas semanas depois, ao Warner Channel brasileiro.
Quando 'Supergirl' teve o último episódio do ano exibido, antes de seu hiato, os fãs ficaram completamente assustados com a cena final do episódio.
Todo focado em Régia, vimos a vilã dando uma surra gigantesca na heroína, em uma sequência brutal e e violenta.
Agora, em 2018 a série retorna com o episodio de número dez da terceira temporada, intitulado “Legion of Superheroes” (Legião dos Super-Heróis).
Confira a sinopse:
Lutando para se curar de seus ferimentos feitos por Régia, Supergirl permanece em estado de coma, impossível de ser acordada. Mon-El recruta um dos membros da Legião, Brainiac-5 (Jesse Rath), para tentar salvá-la. Enquanto isso, Régia continua a aterrorizar a cidade, então o DEO se une com a Legião de Super-Heróis para tentar pará-la".
O episódio vai ao ar em 15 de Janeiro, no canal The CW e será nele que, finalmente, Mon-El (Chris Wood) ganhará um uniforme.
A CW divulgou uma nova imagem promocional, mostrando o antigo príncipe de Daxan pronto para assumir seu lado herói, já usando seu uniforme na Legião de Super-Heróis, grupo que fará sua estreia no episódio.
Confira:
The CW
Por outro lado, o canal anunciou, durante o TCA 2018, que a terceira temporada de 'Supergirl' será interrompida por nove semanas a partir de 12 de fevereiro, quando 'Legends of Tomorrow' assume o seu lugar na programação (via Variety).
Os novos episódios voltam a ser exibidos, nos Estados Unidos, somente no dia 16 de abril e seguem ininterruptos até a finale, que vai ao ar em 18 de junho.
Segundo o presidente da emissora, Mark Pedowitz, não há motivos para os fãs se preocuparem.
"Tivemos alguns problemas de produção em determinado momento. Os fãs de Supergirl não precisam se preocupar de modo algum. Somos grandes apoiadores do seriado, acreditamos muito na Melissa [Benoist] e na direção da série".
Fontes consultadas pelo TV Line afirmam que os "problemas de produção" não têm relação com a demissão do produtor executivo Andrew Kreisberg, acusado de assédio - e sim, por problemas nos efeitos especiais da pós produção.
'Supergirl' retorna ao canal brasileiro Warner em três semanas.
Por enquanto, os fãs podem curtir novamente a primeira temporada da série, exibida nas madrugadas da Globo.
O AdoroCinema conversou com a dupla que formou um dos pares românticos mais legais da última temporada na NY Comic Con - Veja também um supertrailer da nova temporada
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O final da segunda temporada de 'Supergirl' deixou os fãs do ship entre Kara (Melissa Benoist) e Mon-El (Chris Wood) - o chamado 'Karamel' - inconsoláveis.
O ano chegou ao fim com o mocinho sendo obrigado a deixar o planeta, deixando muita gente em dúvida sobre o futuro do casal.
O AdoroCinema conversou com Melissa Benoist e Chris Wood sobre a nova temporada e sobre o que vem por aí para a dupla.
Melissa e Chris, em cena da segunda temporada - The CW
Confira a entrevista:
Qual é o estado emocional de Kara no início da terceira temporada?
Melissa Benoist: Este é um período sombrio para ela. No fim da segunda temporada, ela passa por uma experiência que parte seu coração, que é muito dura. Era a primeira vez em que ela estava apaixonada. Uma pessoa que perdeu seu mundo e sua família tem problemas com abandono. Então, agora, ela precisa lidar com seu luto e com a culpa por ter enviado Mon-El para o espaço. Ela tem medo porque não sabe o que aconteceu com ele. É um novo capítulo de sua vida, agora ela está crescendo mais, está mais madura. Kara não está tão solar quanto costumava ser.
Chris, você ficou preocupado com seu emprego por causa dos eventos do último episódio ou eles te deram alguma garantia?
Chris Wood: Eu já sabia que isso aconteceria desde que fui escalado, já sabia que as coisas seguiriam nessa direção. Todos os eventos foram descritos para mim quando eles me explicaram o arco de Mon-El, que vai do egoísmo ao altruísmo. O que eu não sabia era o que viria depois disso. Sei que ainda estou envolvido na série e tenho apenas algumas informações sobre os próximos capítulos, mas não posso revelar muitas coisas. Jurei manter segredo. Um hipotético retorno de Mon-El provavelmente traria novas dimensões à série e deixaria os fãs bastante satisfeitos.
Melissa, outro momento importante ao final da temporada passada foi Clark falando para Kara que ela era mais forte que ele. Como foi isso para você?
MB: Acho que o tempo em que Kara passou na Terra fez com que ela, inconscientemente, pensasse que ela não está à altura dos poderes de Clark. No momento em que ele diz isso a ela, era o momento dela, era a batalha dela. As apostas eram muito altas, então foi ótimo que ela tenha conseguido salvá-lo. Acho que ela merecia ultrapassá-lo.
Você acha que Kara sabe que Cat sabe que ela é a Supergirl?
MB: Essa é uma boa pergunta. Não sei. Acho que não, acho que Kara pensa que consegue enganar Cat. Mas ela faz isso porque ela precisa pensar dessa forma. A relação entre Kara Danvers e Cat Grant é diferente da relação entre a Supergirl e Cat Grant. Não sei se ela percebe isso. Adoraria ver uma cena onde as duas conversam sobre isso, realmente quero ver essa cena.
Ano passado, falou-se bastante de um possível uniforme para Mon-El. O que aconteceu?
CW: Eu iria usar um traje a partir do terceiro episódio da última temporada, mas isso não aconteceu, acabou sendo adiado. Não escrevo a série, não decido nada, apesar de às vezes querer poder decidir. Mas havia um traje. Acho que o personagem não estava preparado para isso. Mas eles logo perceberam que seria mais interessante deixar isso para o final, no seu momento de sacrifício, no momento em que ele deixa de ser egoísta e se torna um herói. Anteriormente, ele ainda era uma bagunça e os roteiristas acharam que o personagem ia se desenvolver de um modo específico, mas aconteceu de outra forma. Acho que tudo deu certo no fim das contas porque agora temos um ponto de partida incrível para a próxima temporada.
Você acha que ele merece o traje agora?
CW: Mon-El tinha muitas falhas, uma perspectiva de mundo muito rasa gerada pelo seu passado, sua riqueza e por sua falta de tato com as outras pessoas. Ele só se importava consigo mesmo, só queria salvar a si mesmo. No fim da temporada, quando ele se sacrifica para salvar um planeta que não é o seu, é o ponto mais distante que poderíamos chegar de onde partimos. Ao invés de ser motivado por uma força externa, como as opiniões de Kara, a mudança de Mon-El foi motivada por uma força interna. Foi uma mudança interior. Acho que ele não voltará a ser quem era anteriormente. Acho que agora ele tem direito de usar um traje. Ele não faz mais as coisas porque alguém está falando para ele fazer.
Muita gente sentiu falta de mais momentos entre Kara e Alex. Podemos esperar por isso?
Na última temporada, as duas seguiram caminhos diferentes. Mas, nesta temporada, elas vão se reencontrar e vão se unir novamente. Teremos noites no sofá.
Confira supertrailer da nova temporada:
'Supergirl' estreou sua terceira temporada antes de ontem, dia 9 de outubro, no canal The CW bos Estados Unidos.
A Warner Channel estreia a terceira temporada da série no Brasil no próximo dia 25.
Bons roteiros, ação de primeira e elenco feminino afiadíssimo criam novas possibilidades para o futuro da série
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Depois de uma boa primeira temporada, onde Kara Danvers (Melissa Benoist) foi introduzida ao universo de heróis da DC na TV, a série 'Supergirl' ficou ainda melhor na sua segunda temporada.
Com a mudança de emissora - da CBS para o The CW - levando a série para mais perto de suas companheiras da DC Comics, mudaram também as prioridades da série e a trama.
Na nova casa, que tinha novas ambições para a heroína, mesmo com menor orçamento para investir, a produção ganhou um propósito, tomando um rumo acertado em transformar Kara em uma agente integral do DEO, sem tirar da jovem sua personalidade.
Kara com Jon e Alex no DEO - agente integral - Fotos dessa postagem: The CW
A segunda temporada focou em seguir um arco que vimos em todos os seus episódios: a batalha contra o Projeto Cadmus, que propõe a eliminação de todos os alienígenas - incluindo Supergirl - da Terra.
A ideia de criar um fio condutor para a trama funcionou, estabilizando a série e criando um plano de fundo para que vilões menores possam facilmente ir e vir, mas dá importância a nomes maiores - como Lillian Luthor (Brenda Strong), justamente a comandante do Cadmus.
Lillian Luthor (Brenda Strong): a vilã por trás de tudo
Dessa forma, por mais que ela atue em um plano secundário, fica mais fácil trazê-la de volta quando a situação pede, desenvolvendo continuidade e solidificando toda a narrativa.
Além de trazer tramas inéditas e interessantes, a segunda temporada escancara o fato de que essa é uma série protagonizada por mulheres, onde os homens são meros coadjuvantes.
A introdução da policial Maggie Sawyer (Floriana Lima) à vida da irmã de Kara, Alex Danvers (Chyler Leigh) nos deu um casal absolutamente adorável, com as duas se entregando ao romance e passando toda a verdade de um romance lésbico - e isso em uma série para adolescentes, o que foi muito bom de se ver.
Maggie Sawyer (Floriana Lima) e Alex Danvers (Chyler Leigh): casal bom de se ver
Se a participação da eterna Mulher-Maravilha Lynda Carter como a presidenta americana foi mínima, ao menos Brenda Strong e sua matriarca Luthor, secundada por sua filha Lena (Katie McGrath), deu à série cenas poderosas.
Lynda Carter é a presidenta americana na segunda temporada
Agora, o que dizer da rainha de Daxan e mãe de Mon-El (Chris Wood), vivida por Teri Hatcher?
Atriz espetacular, Hatcher desde a sua primeira cena anulou completamente a participação de Kevin Sorbo, o ex-Hércules da TV que aqui interpretou seu marido, o rei.
Ex. Lois Lane eclipsou o ex- Hércules
Sorbo, como todos os outros homens da série - John (David Harewood), James (Mehcad Brooks), Superman (Tyler Hoechlin) e principalmente Mon-El - foi apenas o coadjuvante para Teri brilhar como uma das vilãs mais legais das séries americanas atuais.
Quem é mais velho, como eu, e lembra dela como a Lois Lane da série dos anos 1990 'Lois & Clark', só aplaude a atriz, que não vinha fazendo nada de bom desde que a série 'Desperate Housewifes' acabou e que aqui segurou com unhas e dentes a oportunidade - se dando muito bem.
Hatcher, sensacional
É importante vermos mulheres tão diferentes presentes no mesmo contexto, vilãs e heroínas se enfrentando em situações que põe National City em risco.
É bonito ver que tudo está nas mãos delas e que os homens são propositalmente deixados de lado.
Mas a segunda temporada da série nos deu o melhor romance das séries atuais, já que a relação de Kara e Mon-El é uma das melhores coisas dessa temporada exatamente pelos dois motivos mencionados acima: cria estabilidade narrativa entre os episódios e coloca a jovem Supergirl no controle em quase todas as situações.
Além disso, é o relacionamento também que dá base para todo o conflito da temporada.
Kara e Mon El: casal sensacional
Kara se importa o suficiente com ele para discutir sobre seus terríveis hábitos na primeira parte do ano, enquanto a segunda metade vê a luta dos dois para que o relacionamento dê certo.
O embate entre a mãe dele, Rhea, e a Supergirl não existiria se o relacionamento dos dois não existisse, além do trágico final que a temporada propõe.
Para quem ainda não sabe, depois da batalha com seu primo Superman, Kara tem de lidar com sua maior dor, já que Mon-El morre no último episódio.
'Supergirl' melhorou muito em relação ao seu primeiro ano e deve seguir em um rumo ainda mais interessante conforme a série progredir.
Abrindo as portas para novas raças alienígenas, existem ameaças mil que podem surgir em National City, mas Kara ainda terá que lidar com a perda de Mon-El.
Com diversas tramas que podem desenvolver novas narrativas - o super-herói justiceiro de James Olsen é uma delas - não só para seus núcleos, como também para o contexto principal, o potencial da série nunca foi tão grande.
James Olsen como o Guardião
O público americano gostou, a série teve boa audiência e ganhou uma terceira temporada.
No Brasil, ainda teremos os últimos episódios exibidos pela Warner.
Imperdíveis.
CONFIRA UM PROMO DO ÚLTIMO EPISÓDIO ('Nevertheless, She Persisted):
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SUPERGIRL - SEGUNDA TEMPORADA
Formato:
Série de ação, aventura, drama, Sci Fi
Gênero:
Super-herói
Episódios:
22
Duração:
45 minutos
Baseado em:
Personagens criados por Jerry Siegel e Joe Shuster
Desenvolvedor(es):
Greg Berlanti, Ali Adler, Andrew Kreisberg
País de origem:
Estados Unidos
Produtor(es):
Michael Grassi, Ted Sullivan, Michael Cedar, Larry Teng
Produtor(es) executivo(s):
Sarah Schechter, Ali Adler, Andrew Kreisberg, Greg Berlanti
Distribuída por:
Warner Bros. Television Distribution
Elenco:
Melissa Benoist, Mehcad Brooks, Chyler Leigh, Jeremy Jordan, David Harewood, Floriana Lima, Chris Wood, Teri Hatcher, Lynda Carter
Compositor da música tema:
Blake Neely
Produção:
Berlanti Productions, DC Entertainment, Warner Bros. Television