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sábado, 16 de junho de 2018

'WESTWORLD': SEGUNDA TEMPORADA TEM MENOS MISTÉRIO E MAIS ATENÇÃO AOS PERSONAGENS


SINOPSE:

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos.

Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões – programados pelo diretor executivo do parque, o Dr. Robert Ford (Sir Anthony Hopkins), para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real.

Lá, os clientes – ou novatos – podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis.

No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à "evolução do pecado".

Entre os residentes do parque, está Dolores Abernathy (Evan Rachel Wood), programada para ser a típica garota da fazenda, que está prestes a descobrir que toda a sua existência não passa de bem arquitetada mentira.

CRÍTICA:

A primeira temporada de 'Westworld' criou uma intrincada trama para confundir os espectadores, mas desenvolveu pouco seus personagens, até porque a maioria deles eram robôs com programações bem definidas.

A curiosidade ao redor da trama, dos segredos do parque que recria o velho oeste era o que a série tinha de melhor, assim como sua ação desenfreada e absurdamente violenta.

Foto Ed Harris
Fotos dessa Postagem: Divulgação/HBO
Já a nova temporada expande o universo e a mudança óbvia é a tentativa de trazer um pouco mais de leveza para a trama, com alguns momentos simplesmente focados na diversão da situação vivida por esses personagens e menos foco no caráter sombrio da humanidade.

A primeira temporada mostrava como os visitantes abusavam dos seres do parque e trabalhou bem ideias clássicas da ficção científica sobre consciência, exploração e o que é ser humano, além da crueldade inerente em todos nós, mas a segunda temporada parece mais voltada para ação e menos na questão filosófica da coisa toda.

Foto

O que pode ser bom, tanto para o desenvolvimento dos personagens quanto para capturar novos públicos.

Entretanto, os personagens humanos, com exceção do Homem de Preto, ainda são os mais rasos e desinteressantes da obra, especialmente os já manjados vilões corporativos.

Os flashbacks ainda fazem parte da trama e fica claro que o programa não pretende adotar uma narrativa linear por enquanto, ainda bem. O mais interessante pra mim até agora é a construção dos personagens, com arcos mais claros, todos mais perto do livre arbítrio.

A forma como Maeve e Dolores se tornam líderes nessa revolução é algo reconfortante após tudo o que sofreram.

Foto Jeffrey Wright

Com Maeve atrás de sua filha e Dolores de vingança, o outro destaque é Bernard, em paz com sua realidade (ele descobriu ser um robô) e numa posição perfeita para desvendar os reais interesses da companhia.

A jornada dos três os leva a novas áreas do vasto parque e logo no primeiro episódio descobrimos que os robôs estão atravessando as fronteiras e misturando as temáticas.

Dito isso, não espere uma mudança drástica, o primeiro capítulo abre portas promissoras, mas não chega perto dos melhores momentos da série até aqui.

E claro, violência, abusos e personagens presos em suas próprias narrativas ainda ocupam boa parte do tempo.

Foto Evan Rachel Wood

Visualmente, a série continua incrível e vale cada minuto em frente à TV, até porque a trilha sonora e as cenas de ação também mandam bem.

Já os diálogos continuam desiguais e variam entre intrigantes e bem construídos a clichês bobos, algo do tipo "eu tenho um último papel para interpretar: eu mesma", como diz Dolores olhando para o horizonte.

Nesse retorno, apesar de algumas boas mudanças, falta a sensação da possibilidade de grandes descobertas, da existência de mistério maior do que uma simples revolução.

Embora a série insinue alguns segredos potencialmente curiosos, nada no primeiro episódio é capaz de gerar a empolgação que nos fez grudar na TV em 2016.

Foto Rodrigo Santoro

Mais direta, agressiva e focada nos personagens, a série traz mudanças promissoras e mesmo com um primeiro capítulo apenas "bom", consegue manter o nível para continuar a ser uma das minhas preferidas da atualidade.

Estou ansioso para ver como tudo vai terminar, mas a jornada mudou de foco e resta saber se o balanço entre mistério, desenvolvimento de personagens, ação e questões filosóficas será encontrado neste segundo ano. Torço para que sim.

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
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'WESTWORLD'
Gênero:
Drama, Faroeste, Ficção científica, Suspense
Criado por:
Jonathan Nolan, Lisa Joy
Elenco:
Evan Rachel Wood, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Sir Anthony Hopkins, Ed Harris, Rodrigo Santoro e outros
Produtor Executivo:
J.J. Abrams
País:
EUA
Produção:
Bad Robot, Warner Bros. Television
Exibição:
HBO
Dias e horários de exibição:
Domingos, 22h
Status:
Em andamento
Duração dos episódios:
52 minutos

COTAÇÃO DO KLAU:

sábado, 31 de março de 2018

'WESTWORLD': 2ª TEMPORADA GANHA TRAILER

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A segunda temporada da série da HBO ganhou trailer como cenas inéditas e muita tensão
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Confira:


A série original da HBO é baseada no longa de Michael Crichton, 'Westworld – Onde Ninguém Tem Alma', de 1973.

A trama se passa em um parque temático onde os visitantes podem viver fantasias ultrarrealistas.

O elenco traz nomes como Evan Rachel Wood, Sir Anthony Hopkins, Ed Harris, Tessa Thompson e o brasileiro Rodrigo Santoro.

A segunda temporada contará com 10 episódios e estreia em 22 de abril.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

'THOR: RAGNAROK': COM MUITO HUMOR E CENAS DE AÇÃO ESPETACULARES, DIRETOR TAIKA WAITITI REINVENTA O DEUS DO TROVÃO E ENTREGA UM DOS MELHORES FILMES DA MARVEL


SINOPSE:

Thor (Chris Hemsworth) está aprisionado do outro lado do universo, seu poderoso martelo Mjölnir for destruído e ele precisa correr contra o tempo, tendo Loki (Tom Hiddleston) como aliado e para evitar o Ragnarok — a destruição de sua terra natal e o fim da civilização de Asgard pelas mãos de uma nova e poderosa ameaça, a impiedosa deusa da morte Hela (Cate Blanchett).

Mas antes, ele deve sobreviver a um duelo mortal numa arena de gladiadores onde seu adversário é um antigo aliado e colega Vingador - o Incrível Hulk (Mark Ruffalo).

CONFIRA AS BIOGRAFIAS DOS PERSONAGENS PRINCIPAIS:


CRÍTICA:

Para quem é fã de Thor - como eu - e mesmo para os não fãs, os dois primeiros longas solo do deus do trovão deixaram a desejar.

Tanto, que foram os mais criticados do MCU, talvez porque nunca se encontrou o tom certo para as histórias desse personagem grandioso, um deus nórdico alienígena que vive num castelo medieval no meio do espaço.

Assim, nos acostumamos a ver Thor (Chris Hemsworth) rendendo muito mais nos filmes dos Vingadores, principalmente por mostrar um personagem mais humano e muito mais divertido e bem-humorado do que nos seus dois longas solo anteriores.

Tudo isso muda - e para melhor - com 'Thor: Ragnarok', que estreia hoje aqui no Brasil.

O acerto se dá na escolha do tom certo - um mix de humor e espetaculares cenas de ação - fruto do belíssimo trabalho do diretor Taika Waititi, o homem certo na hora certa para explorar melhor esse lado.

Thor: Ragnarok : Foto Chris Hemsworth, Taika Waititi
O diretor Taika Waititi instrui Chris Hemsworth para uma cena do longa - Fotos dessa Postagem - Divulgação/Disney
Espetacular, o longa consegue ser divertido como qualquer filme da Marvel, com a diferença que, ao abusar de elementos bizarros vistos em 'Guardiões Da Galáxia' e 'Doutor Estranho', o mundo de Thor se torna mais interessante e a narrativa funciona bem melhor.

A trama mostra como a deusa da morte, Hela (Cate Blanchett), retorna para dominar Asgard e como Thor precisa salvar sua terra e os 9 reinos que fazem parte do domínio de Odin.

Thor: Ragnarok : Foto Cate Blanchett
 Primeira vilão de peso do MCU, Hela é interpretada por Cate Blanchett
Se aparentemente não veremos nada de novo, a trama inteligentemente se apropria do arco 'Planeta Hulk' das HQs, para mostrar o deus do trovão obrigado a se tornar um gladiador e lutar contra o Gigante Esmeralda (Mark Ruffalo).

Evidentemente, a cena que marca o reencontro dos dois é o ponto alto do longa.

Como a Marvel não tem os direitos para fazer um filme solo do Hulk (que pertencem à Universal Pictures), a sacada de se apropriar de uma de suas melhores histórias nos quadrinhos num filme protagonizado por outro personagem não é só inteligente, como funciona bem na telona.

A participação do Hulk é muito boa no geral, já que ele aparece de uma forma como nunca vimos no cinema.

Thor: Ragnarok : Foto Chris Hemsworth, Mark Ruffalo
Thor e Banner: química absurda
O próprio Bruce Banner está bem diferente dos filmes anteriores, graças à soberba atuação de Mark Ruffalo, muito mais desesperada e cômica, dando um ar interessante ao personagem, que passou por poucas e boas nos últimos dois anos -  após o que vimos no último 'Vingadores'.

Pela primeira vez, vemos o personagem com diálogos e mostrando toda a sua dualidade: quando Hulk, vemos nuances de Banner aprisionado dentro do Gigante Esmeralda e enquanto Banner, podemos perceber, graças ao trabalho corporal de Rufallo, o monstro preso dentro dele.

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O Hulk é praticamente um deus em Sakaar
A narrativa do filme, pontuada com excelentes cenas de ação como a muito não víamos, segue clichês básicos ao mostrar o triunfo de um herói novamente hesitante - mas ao menos o filme é ágil e fluido.

Felizmente, o senso de humor quase sempre acerta, mesmo apelando para piadas físicas ou exageradas, que arrancam muitas risadas do público.

Visualmente, o longa é incrível, ainda mais colorido do que os outros filmes da Casa das Ideias, com cenários e personagens bastante criativos.

O planeta Sakaar é um lugar interessante demais, com uma sociedade bizarra e sem lei que só podia ser dominada por um tipo estranho como o Grão Mestre, vivido pelo ótimo Jeff Goldblum.

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Jeff Goldblum, em cena como o Grão Mestre
A trilha sonora também dá show - a começar pela excelente 'Immigrant Song', do Led Zeppelin embalando as cenas de ação -  para mim, é a melhor trilha dos filmes da Marvel até agora.

Chris Hemsworth surge muito seguro como o protagonista - principalmente nas cenas de humor e de batalha, onde percebe que não precisa do seu martelo para invocar os poderes do trovão.

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Nas espetaculares cenas de batalha, Thor finalmente usa seu icônico elmo - o que deixa os fãs esfuziantes
Já a primeira vilã do universo cinematográfico da Marvel, soberbamente interpretada pela ganhadora do Oscar Cate Blanchett, dá a Hela o peso e a importância que gostaríamos de ver.

Mas o destaque maior do longa fica sendo a Valquíria, interpretada por Tessa Thompson: linda na telona, debochada e excepcional, tanto nas cenas de diálogos quanto nas de luta, com certeza ela aparecerá ainda com mais destaque em outros longas.

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Valquíria É interpretada por Tessa Thompson
Por fim, Tom Hiddleston reinventa Loki mais uma vez, mantendo a essência do personagem que conhecemos, mas acrescentando mais humor e um inédito senso de família.

Thor: Ragnarok : Foto Chris Hemsworth, Tom Hiddleston
Thor e Loki: finalmente irmãos
Se não apresenta nada novo em termos de narrativa ou história, o terceiro longa solo do deus do trovão continua a ampliar o ótimo universo cinematográfico da Marvel e, como os outros filmes do estúdio, fez um ótimo trabalho quando falamos de diversão.

Filmaço.

SPOILERS:
(se não quiser saber, pule esse tópico)

* 
Quando Thor retorna a Asgard, Loki se faz passar por Odin e assiste a uma peça de teatro exaltando o seu próprio heroísmo. Thor acha tudo muito estranho.... Na peça, Loki é interpretado por Matt Damon, em divertida participação especial.

* 
Já em Nova York, Thor e Loki tentam encontrar Odin - Loki o tinha deixado num asilo de velhos. É a deixa para a participação especial de Benedict Cumberbatch como o Dr. Estranho.

* 
É desse encontro que foi tirada a cena pós créditos de 'Dr. Estranho', onde a caneca de cerveja que o mago oferece a Thor nunca se esvazia.

* 
Hela é a filha mais velha de Odin - portanto, irmã de Thor e Loki - e verdadeira herdeira do trono de Asgard.

* 
Depois de ser encontrado num campo na Noruega e logo após revelar a Thor e Loki que tem uma filha mais velha e que a baniu de Asgard, Odin morre - e Hela aparece - e destrói o Mjölnir, o poderoso martelo de Thor.

* 
Só depois de um tempo em que foi aprisionado em Sakaar por ela, é que Thor descobre que a personagem de Tessa Thompson é uma Valquíria, mulheres guerreiras de Asgard.

* 
Antes de ir lugar na arena com o Hulk, Thor tem o seu longo cabelo cortado por um espetacular barbeiro: nada menos que Stan Lee, usando uma engenhoca à la 'Edward Mãos de Tesoura'! Sim, esse é o cameo do gênio da Marvel no longa.

* 
Desde o final de 'A Era de Ultron', quando desapareceu, Hulk nunca mais voltou a ser Bruce Banner - em Sakaar, como ele vence todas as lutas, Hulk virou uma espécie de deus, com o povo o tietando e usando máscaras com seu rosto.

* 
Na belíssima luta final entre Thor e Hela, vemos o maior spoiler do longa: mestre no lançamento de adagas, Hela fere Thor - que perde um olho e aparece, na sequência final, com um tapa-olho parecido ao que já conhecíamos no rosto de Odin.

* 
Hela fica mais forte à medida que suga o poder de Asgard e do seu povo - quando o Ragnarok começa, Heimdall consegue embarcar toda a população numa gigantesca nave, Hela fica fraca e é derrotada.

* 
Asgard é completamente destruída.

* 
A primeira cena pós créditos mostra Thor e Loki juntos, na nave que resgatou os asgardianos a caminho da Terra, quando topam com a enorme plataforma de Thanos no espaço - fazendo assim a ligação com 'Vingadores: Guerra Infinita'.

* 
Nem espere pela segunda cena pós créditos: de volta ao planeta Sakaar, vemos o final da rebelião e o Grão Mestre também caindo no meio do lixão onde Thor caiu assim que chegou ao planeta - cena sem graça, mais sem graça que a do Capitão América em 'Homem-Aranha: De Volta ao Lar'.

PÔSTERES ORIGINAIS:









TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
'THOR:RAGNAROK'
Título Original:
THOR:RAGNAROK
Gênero:
Ação
Direção:
Taika Waititi
Elenco:
Amali Golden, Anthony Hopkins (Sir), Ashley Ricardo, Benedict Cumberbatch, Cate Blanchett, Charlotte Nicdao, Chris Hemsworth, Clancy Brown, Georgia Blizzard, Idris Elba, Jaimie Alexander, Jeff Goldblum, Karl Urban, Mark Ruffalo, Rachel House, Ray Stevenson, Shalom Brune-Franklin, Tadanobu Asano, Taika Waititi, Tessa Thompson, Tom Hiddleston, Zachary Levi
Roteiro:
Christopher Yost, Craig Kyle, Eric Pearson
Produção:
Kevin Feige
Fotografia:
Javier Aguirresarobe
Trilha Sonora:
Mark Mothersbaugh
Montador:
Joel Negron, Zene Baker
Estúdio:
Marvel Entertainment, Marvel Studios, Walt Disney Pictures
Distribuidora:
Buena Vista Pictures, Walt Disney Pictures
Ano de Produção:
2017
Estréia (Brasil):
26/10/2017
Duração:
130 min.
Classificação Indicativa:
12 anos

COTAÇÃO DO KLAU:

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

'THOR - RAGNAROK': FILME MAIS AGUARDADO PELOS AMERICANOS GANHA NOVO COMERCIAL, NOVOS PÔSTERS, EXPLICAÇÃO SOBRE LADY SIF E OS TRÊS GUERREIROS E MUITO MAIS

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Semana de muitas novidades no terceiro filme solo do Deus do Trovão da Marvel
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Confira todas elas:

COMERCIAL COM CENAS INÉDITAS MOSTRA THOR ENFRENTANDO SURTUR

Assista:


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LONGA GANHA NOVOS E COLORIDOS PÔSTERS INDIVIDUAIS

O novo longa ganhou vários novos cartazes de personagens (via Nerdist).

Confira:














FILME DEVE EXPLICAR O QUE ACONTECEU COM LADY SIF E OS TRÊS GUERREIROS

O longa vai trazer uma ameaça ainda maior para o Deus do Trovão: Hela, a Deusa da Morte (Cate Blanchett) que conseguiu conquistar Asgard.

Em todos os trailers do filme, até o momento, vemos o Filho de Odin se juntando ao Hulk, Loki e Valquíria para derrotar essa ameaça.

Mas e os Três Guerreiros?

Os Três Guerreiros era um grupo de lutadores bem próximos de Thor, ajudando-o em suas aventuras, chegaram a aparecer nos outros filmes do Deus do Trovão, mas até o momento nenhuma menção a eles foi feita.

O mesmo acontece com Lady Sif (todos aparecem na foto acima), que além de ser um interesse romântico para Thor é uma guerreira formidável que, com toda certeza, seria capaz de fazer a diferença na batalha contra Hela.

Nessa semana, Brad Winderbaum, produtor executivo do filme, explicou essa situação.

Quando perguntado se Sif e os Três Guerreiros realmente estavam fora do filme, o produtor disse:

“Hum… Não é necessariamente esse o caso.”

Além disso ele garantiu que descobriremos o que aconteceu com eles.

Como bem sabemos, a linha do tempo em uma franquia de filmes pode ficar bastante complicada.

Jogando vários eventos e diferentes períodos de tempo, algumas franquias conseguem confundir seus fãs que, em determinado momento, já nem sabem mais em qual ano aquele filme está acontecendo.

Com o Universo Cinematográfico da Marvel não é diferente, já que muitos fãs de 'Thor: Ragnarok' ficaram sem saber quando exatamente o filme se passava.

Que explicou a situação foi novamente Brad Winderbaum, que disse ao Comicbook:

“Não é tipo, cinco minutos depois que [Vingadores: Era de] Ultron termina nós começamos esse filme. São alguns anos depois,” explicou o produtor.

“Na linha do tempo do UCM, as coisas meio que acontecem um ano de cada vez, especialmente nessa Terceira Fase. Eles não são tão interligados como a Fase Um, sabe, durante a Grande Semana do Fury e tudo mais. Então [Thor: Ragnarok] acontece depois de [Capitão América:] Guerra Civil e Homem-Aranha [De volta ao Lar]. Mais ou menos por ai.”

Isso indicaria que, desde 'Era de Ultron', Thor passou pelo menos dois anos em Muspelheim, um novo reino que será introduzido no filme (e que apareceu mais no último trailer divulgado), antes de acabar lutando contra Hulk nas arenas e confrontando Hela por Asgard.

Se passando dois anos depois de 'Ultron', que foi estabelecido como 2015, 'Thor: Ragnarok' aconteceria em 2017, o que coloca tanto 'Guerra Civil' quando 'Homem-Aranha' se passando em 2016.

Quanto a Jane Foster, a namorada humana de Thor que chegou a ser mencionada em 'Vingadores: A Era de Ultron', sabemos que a atriz ganhadora do Oscar Natalie Portman não retornará para o Universo Cinematográfico da Marvel - ou seja: não a veremos em Thor: Ragnarok.

Mas segundo Chris Hemsworth, haverá menções a ela no filme, talvez até uma explicação do que aconteceu com ela:

“Hum, a gente meio que tem isso, a gente tem alguma… Algumas piadas bem respeitáveis sobre como aquele relacionamento pode ter chegado a um fim [risos].”

Qual terá sido o destino de Sif e dos Três Guerreiros durante o ataque de Hela?

Será que teremos uma boa explicação sobre a ausência de Jane Foster?

Só aguardando o filme para saber.

'THOR: RAGNAROK' É O FILME MAIS AGUARDADO PELOS AMERICANOS EM 2017

De acordo com uma pesquisa feita pelo site de ingressos Fandango, 'Thor 3: Ragnarok' ultrapassou 'Liga Da Justiça' como o filme mais aguardado pelos americanos nesse restante de 2017.

Confira a lista:
1. Thor 3: Ragnarok
2. Liga Da Justiça
3. Blade Runner 2049
4. Kingsman: O Círculo Dourado
5. It: A Coisa

Além disso, os leitores do site ainda elegeram os atores e atrizes que eles mais desejam ver em ação nas telonas:

Ator Mais Esperado:
Chris Hemsworth (Thor: Ragnarok)
Ryan Gosling (Blade Runner 2049)
Idris Elba (Molly's Game, Thor: Ragnarok, The Mountain Between Us)
Channing Tatum (Kingsman: O Círculo Dourado)
Ben Affleck (Liga da Justiça)

Atriz Mais Esperada:
Gal Gadot (Liga da Justiça)
Cate Blanchett (Thor: Ragnarok)
Jennifer Lawrence (Mãe!)
Halle Berry (Kingsman: O Círculo Dourado)
Mila Kunis (Perfeita é a Mãe 2)

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Nos quadrinhos de Thor, o Deus do Trovão enfrenta a vilã Hela e até mesmo seu companheiro de Vingadores Hulk.

A trama do longa é fortemente inspirada na HQ "Planeta Hulk", segundo o próprio diretor Taika Waititi.

Além de contar com Chris Hemsworth no papel principal e Mark Ruffalo como Bruce Banner/Hulk, o filme também tem a ganhadora do Oscar Cate Blanchett no papel da vilã Hela e Tom Hiddleston como Loki, que retorna ao universo cinematográfico da Marvel.

O elenco terá novamente Idris Elba como Heimdall e Sir Anthony Hopkins como Odin.

Tessa Thompson é uma das novidades no elenco como Valquíria, enquanto Jeff Goldblum vive o Grão-Mestre.

A Disney estreia 'Thor:Ragnarok'em 26 de outubro no Brasil.

* Fotos dessa Postagem; Divulgação/Disney

quinta-feira, 20 de julho de 2017

'TRANSFORMERS: O ÚLTIMO CAVALEIRO': TRAMA ARRASTADA E POUCO INSPIRADA DECRETA FIM DA FANQUIA


SINOPSE:

Optimus Prime descobre que seu planeta natal, Cybertron, agora é um planeta morto, e que ele foi o responsável por matá-lo.

Ele encontra uma maneira de trazer o planeta de volta à vida, mas para isso precisa encontrar um artefato que está na Terra.

A história dos autobots, escondida por milhares de anos, virá à tona e a Terra entrará em guerra com o deles.

A chave para o futuro dos humanos está enterrada nos segredos do passado e a salvação da Terra recai sobre os ombros de uma aliança improvável: Cade Yeager (Mark Wahlberg), Bumblebee, um lorde inglês (Sir Anthony Hopkins) e uma professora da Universidade de Oxford (Laura Haddock).

Eles terão que unir forças para encarar uma batalha onde somente um mundo sobreviverá: o dos Transformers ou o nosso.

CRÍTICA:

Explosões, fogo, trilhas épicas e mulheres em trajes mínimos - esses detalhes tornaram-se marca registrada do modus operandi de Michael Bay.

Entretanto, esses elementos que tanto renderam grana e sucesso para o cineasta, hoje são usadas como atestado de sua falta de criatividade.

Mesmo assim, Bay parece não se importar e se mostra disposto a explorá-los enquanto isso for traduzido em cifrões para seu bolso.

Transformers: O Último Cavaleiro : Foto Mark Wahlberg
Mark Wahlberg novamente interpreta Cade Yeager - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Paramount Pictures do Brasil
'Transformers: O Último Cavaleiro' - que estreia hoje em 787 salas em todo o Brasil - é a prova viva de que a franquia já navegou por todos os oceanos possíveis e agora está destinada a morrer na praia.

Com uma trama arrastada e pouco inspirada, parece que nem o visual grandioso e cheirando a pólvora é capaz de deixar o espectador engajado. 

Mesmo assim, deve render alguns bons milhões ao redor do mundo graças aos fãs cativos.

Na nova trama, você verá uma mistureba de cenários, com Transformers lutando contra inimigos na idade média, no espaço e até na Alemanha Nazista (outra tara de Michael Bay).

Depois que uma nova ameaça alienígena atinge a humanidade, Cade (Mark Wahlberg) e seu time de robôs, liderados por Bumblebee, se juntará a um improvável grupo formado pelo lorde inglês Edmund Burton ( Sir Anthony Hopkins) e pela professora da Universidade de Oxford e bombshell da vez Vivian Wembley (Laura Haddock).

Transformers: O Último Cavaleiro : Foto Anthony Hopkins
Sir Anthony Hopkins é o Lorde Edmund Burton
Para salvar o nosso planeta, eles terão que buscar respostas no passado.

O longa tem uma narrativa extremamente arrastada.

Mesmo assim, seus personagens carecem de profundidade.

Sir Hopkins interpreta uma versão estereotipada dos britânicos, sempre sérios, formais e, claro, ligados à aristocracia.

Já a professora vivida por Haddock parece ter sido colocada lá apenas para servir de interesse amoroso a Cade.

Apesar de ter um papel importante na resolução da disputa entre os Transformers, a personagem acaba ficando refém de uma postura sempre sensual, exagerando nos carões e no andar tirado das passarelas da moda.

Transformers: O Último Cavaleiro : Foto Laura Haddock
Laura Haddock interpreta Vivian Wembley
Já a jovem Isabela Moner, que tinha tudo para conquistar a audiência, não ganhou o espaço devido e chega a desaparecer na metade do filme, retornando apenas nos minutos finais.

Isabela chegou a ganhar certo destaque nos trailers, dando a entender que sua participação seria maior, mas sua história não foi explorada como deveria.

Apesar de tecnicamente bem feitas, as batalhas entre os Transformers também não possuem mais o mesmo brilho de antes.

Cansativas, parecem mais uma série de imagens recicladas de embates dos outros filmes da franquia - tudo muito genérico.

Para não dizer que tudo está perdido, o longa melhora quando aposta no humor e na descontração.

Transformers: O Último Cavaleiro : Foto Isabela Moner, Michael Bay
Michael Bay dirige Isabela Moner, em cena do longa
Em alguns momentos, Michael Bay chega a tirar sarro até de si próprio e dos artifícios que usa, tornando toda a experiência mais leve e voltando às raízes do entretenimento puro.

É uma pena que o filme não siga mais essa linha.

Não há dúvidas de que a franquia comandada por Bay influenciou muito o cinema, ditando as regras quando o assunto é blockbusters de ação, mas agora parece estar apenas seguindo o que é tendência e não mostrando nada de novo.

Infelizmente, o longa deixa uma certeza: Michael Bay pode ter um estoque inesgotável de bombas, mas aparentemente não de ideias.

Tudo isso faz com que a franquia, já esgotada, tenha chegado ao fim com esse longa.

(Iara Vasconcelos - site Cineclick)

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
'TRANSFORMERS: O ÚLTIMO CAVALEIRO'
Título Original:
TRANSFORMERS: THE LAST KNIGHT
Gênero:
Ação
Direção:
Michael Bay
Roteiro:
Akiva Goldsman, Jeff Pinkner
Elenco:
Anthony Hopkins (Sir), Ben Webb, Claude Knowlton, Daniel Adegboyega, Gemma Chan, Glenn Morshower, Isabela Moner, Jacob Zachar, Jerrod Carmichael, John Hollingworth, John Turturro, Josh Duhamel, Laura Haddock, Liam Garrigan, Marcus Fraser, Mark Wahlberg, Martin McCreadie, Peter Cullen, Rob Witcomb, Santiago Cabrera, Stanley Tucci, Tony Hale
Produção:
Akiva Goldsman, Don Murphy, Ian Bryce, Michael Bay
Fotografia:
Jonathan Sela
Montador:
Adam Gerstel, Calvin Wimmer, Debra Neil-Fisher, John Refoua, Mark Sanger, Roger Barton
Trilha Sonora:
Steve Jablonsky
Duração:
149 min.
Ano:
2017
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia:
20/07/2017 (Brasil)
Distribuidora:
Paramount Pictures
Estúdio:
Paramount Pictures
Classificação:
12 anos

COTAÇÃO DO KLAU: