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segunda-feira, 14 de março de 2011

EXPOSIÇÃO NO CENTRO DE SP RELEMBRA HOLOCAUSTO

O saguão do Palácio Matarazzo, sede da Prefeitura - e onde se localiza o Gabinete do Prefeito - abriga a partir de hoje (14) a exposição "Holocausto Nunca Mais", que reúne 52 painéis de fotos, textos e documentos que retratam os campos de concentração nazistas.
Divulgação
Imagens da mostra "Holocausto Nunca Mais"

Ao mostrar a ascensão do nazismo ao poder e a "vida" durante a Segunda Guerra Mundial, o evento tem como objetivo não deixar que o público se esqueça das atrocidades cometidas nesse período.

Muitas fotos e depoimentos do período marcam a exposição; é simples, porém rica em pequenos detalhes.

O nazismo matou milhões de judeus, ciganos e homossexuais e quanto esteve no Poder, e exposições como essa servem justamente para que os seres humanos nunca mais deixem barbáries como essa acontecerem novamente.

"Holocausto Nunca Mais"
Onde:
Saguão da Prefeitura de SP
Endereço: Viaduto do Chá, s/ nº, centro, São Paulo, SP
Tel.: 0/xx/11/3396-4301
Quanto: De Graça

sábado, 10 de abril de 2010

PARQUE IBIRAPUERA ABRIGA NOVO MUSEU, A PARTIR DE AMANHÃ


A partir das 11h de amanhã, os paulistanos ganharão um novo - e popular - museu.

O Pavilhão das Culturas Brasileiras, faz uma mistura de peças de arte popular, arte indígena e trabalhos contemporâneos, para atrair o público que passeia nos finais de semana pelo mais badalado espaço verde e de lazer da cidade - o parque Ibirapuera .

O museu funciona onde anteriormente estava instalada a Prodam (a companhia de processamento de dados da prefeitura), e fica bem próximo ao Museu Afro, outra instituição que tem destacado foco na arte popular.
O parque passa a ser, assim, um dos principais polos de cultura da cidade, já que o MAM-SP, o Pavilhão da Bienal, a Oca e, ainda neste ano, o MAC-USP, estão ou estarão todos lá.


A exposição "Puras Misturas", que inaugura oficialmente o novo museu, foi montada apenas no térreo e no subsolo.
O primeiro andar do prédio - como todos os outros do parque, também projetado por Oscar Niemeyer - ainda será reformado para receber mostras.
A reforma e a adequação está orçada em cerca de R$ 23 milhões e não devem ser entregues antes do final de 2011, já que o projeto inclui auditório, elevadores, biblioteca e reserva técnica. As alterações mais urgentes serão feitas agora, como a troca do telhado e a instalação das novas estruturas elétricas e hidráulicas.

Foto: Patrícia Araujo/UOL
Obra da exposição "Puras Misturas"

Exibindo 1.600 trabalhos, “Puras Misturas” começa com um tipo de instalação interativa pouco comum: dezenas de bancos de diferentes origens, dos indígenas, que imitam formas de animais, como macacos e cutias, a objetos assinados por designers como Sergio Rodrigues e Claudia Moreira Salles.
Em outra seção da mostra, intitulada Abre-Alas, diversos brinquedos, como navios, aviões e ônibus, originários de vários Estados, são reunidos em uma grande bancada. Os artefatos “aéreos” são pendurados no teto, em uma expografia que deve agradar ao público infantil.

Ainda nesse espaço térreo, uma linha do tempo conta, em painéis e com a exibição de documentos, livros e objetos, a história da valorização do folclore, da arte popular e da indígena na cultura brasileira.
Nomes como Mario de Andrade, Rossini Tavares de Lima (cuja coleção era o centro do antigo Museu do Folclore, que chegou a ser mostrada na Oca) e Darcy Ribeiro são lembrados como defensores da união entre erudito e popular.
No fundo do andar, em uma parede, grandes prateleiras expõem trabalhos variados da coleção Rossini, como tambores utilizados em festas populares das regiões Norte e Nordeste, utensílios que aproveitam latas de óleo descartadas e brinquedos tradicionais em madeira e pano.
Peças indígenas, algumas pertencentes a coleção do indigenista Orlando Villas-Bôas, também são vistas no módulo, que teve como curadora adjunta Cristiana Barreto, especializada na temática indígena.

No andar rebaixado, a união entre o tradicional e o contemporâneo é mais bem compreendido.
Tendo como curador convidado o mineiro José Alberto Nemer, a seção Fragmentos de um Diálogo coloca lado a lado peças de diferentes épocas.
Uma cadeira feita pelos celebrados irmãos Campana, constituída de dezenas de bonecas de pano populares, é vista junto de uma série de bonecas da coleção Rossini, além de uma grande boneca desenhada pelo estilista Ronaldo Fraga.
Rendas tradicionais do Nordeste, junto de pratos feitos pelo designer Marcelo Rosenbaum, além de 300 ex-votos de madeira, do antigo Museu do Folclore, próximos a trabalhos contemporâneos de Farnese de Andrade e Efrain Almeida, ilustram a ideia da curadoria.

A Cidade de São Paulo merecia um museu assim, faz tempo.

Afinal, é nesse novo espaço que a cultura popular será revista, guardada, exposta, e principalmente, perpetuada.
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PURAS MISTURAS
Quando: abertura amanhã, das 11h às 15h; de terça a domingo, das 9h às 17h (permanência até as 18h); até 12/9
Onde: Pavilhão das Culturas Brasileiras (parque Ibirapuera, portão 10, tel. 0/xx/11/5083-0199)
Quanto: entrada franca

domingo, 14 de março de 2010

SP INDY 300: PRIMEIRA CORRIDA DE RUA NO BRASIL TEVE BATIDAS, BANDEIRAS AMARELAS, AGUACEIRO E PEGAS SENSACIONAIS!

Antes da largada, a chuva ameaçou, mas durou poucos minutos e não passou de uma leve garoa - as equipes nem trocaram pneus - o que só serviu para atrasar a largada.
Quando o pole position Dario Franchitti recebeu a bandeirada e puxou o pelotão da frente, Kanaan aproveitou e ganhou duas posições, pulando de sexto para quarto lugar.
fotos: Cláudio Nóvoa e UOL

A largada: a poeira é resultado do lixamento da pista do sambódromo

Os primeiros carros do grid aceleraram forte e fizeram voltar a poeira que marcou o warm up pela manhã, efeito colateral da reforma emergencial feita para dar aderência ao trecho do Sambódromo.
A “picagem” da reta do Sambódromo que assegurou a realização da prova custou mais de meio milhão de reais. Segundo Terry Angstadt, presidente da categoria norte-americana, a reforma que deixou a área menos lisa e escorregadia foi paga pela TV Bandeirantes, que promoveu e transmitiu o evento para mais de 122 países.

A galera torrando nas arquibancadas

Com menos visibilidade, os carros que vieram atrás acabaram num grande enrosco.

Hélio Castroneves tocou em Takuma Sato - o brasileiro voltou, o japonês parou. Depois, o brasileiro Mario Moraes passou por cima de Marco Andretti, que, mesmo depois de levar uma "pneuzada" na cabeça e ser socorrido, passa bem.

Mario Moraes passa por cima de Marco Andretti, que acabou levando pneu na cabeça, mas saiu ileso.

A primeira bandeira amarela da prova durou sete voltas e 22 minutos, e as equipes aproveitaram para fazer ajustes nos boxes.
Castroneves caiu para vigésimo, enquanto Raphael Matos ganhou sete posições e já aparecia em quinto.
Vitor Meira também se deu bem e saltou de 16º para sétimo lugar.

Imagem sensacional: à esquerda, a corrida correndo solta - e os carros chegando a + de 330 km/h; à direita, a sempre congestionada marginal do Tietê, inclusive no domingo!

A segunda bandeira amarela foi causada, para variar, pela venezuelana Milka Duno - a maior braço duro que eu já vi na minha vida.
Sempre que esteve na pista, ela causou bandeira amarela.
Melhor para os pilotos, que puderam fazer mais ajustes - principalmente para Kanaan, que ganhou a terceira posição de Alex Tagliani no pit stop.

À esquerda, a braço duro Milka Duno; à direita, ela roda no retão da marginal pela enésima vez!

Mas Tony foi tocado na 28ª volta e teve que ser empurrado.

Tony Kanaan, saindo do pit stop

Na volta 30,começou uma chuva forte, acompanhada por uma forte ventania e raios.

A energia caiu no Anhembi - eu perdi minha conexão, e a bandeira amarela voltou.
A pista ficou alagada,a direção da prova demorou uma eternidade para finalmente dar a bandeira vermelha - que paralisa a prova - e os carros voltaram aos boxes para esperar o escoamento da água.

Chuva forte: nem dava pra ver os carros na pista

Após a bandeira vermelha, o público chegou a ter dúvidas sobre a continuidade da prova, mas ainda teríamos mais 43 minutos de muita ação no circuito.

Relargada após a bandeira vermelha: o carro madrinha é um Honda Civic SI lindão!

Após a relargada, Hélio Castroneves se recuperou do acidente sofrido na primeira volta e já aparecia em sexto. Mas o destaque era Raphael Matos, que assumiu a segunda posição e agradou o chefinho Gil de Ferran, ex-piloto sócio da equipe Luczo Dragon.

O australiano Will Power venceu a primeira prova de rua realizada no Brasil, com o brasileiro Vitor Meira no pódio em terceiro lugar - ele fez a festa da torcida com uma corrida de recuperação, já que largou na 16ª posição.

Power cruza a linha de chegada em primeiro

Meira foi pro pódio com uma ótima ultrapassagem no finalzinho da prova, sobre o compatriota Raphael Matos que ficou em quarto. Hélio Castroneves chegou em nono ,Tony Kanaan terminou em 10º, logo à frente de Bia Figueiredo, 13ª colocada e melhor mulher na prova. Mario Moraes e Mario Romancini não completaram a prova.

O final aconteceu com a pista seca, mas eu vi em vários momentos os carros no circuito lembrando as famosas cenas do verão paulistano - com alagamentos nas principais vias da cidade, já que os pilotos andavam com água até quase a metade do pneu em alguns pontos.

No pódio, os organizadores repetiram uma tradição que pertence às 500 Milhas de Indianápolis e, em vez de champanhe, deram leite para Will Power beber e fazer a festa - merchandising de uma empresa de laticínios que patrocinou a prova.

Vitor meira (direita) brinca com o fato de Power ter de beber leite

Power colocou a equipe Penske na liderança do campeonato, pressionando o seu companheiro Hélio Castroneves. Hunter-Reay, da Andretti, também saiu na frente do companheiro Tony Kanaan na disputa interna da Andretti. Já Vitor Meira, como único piloto da A.J. Foyt, fez a festa da equipe, assim como Raphael Matos na escuderia comandada por Gil de Ferran.

Não teve jeito: Will Power teve de beber!

Os especialistas - principalmente o jornalista Fábio Seixas, expert em velocidade e colunista da "Folha" - foram unânimes em relacionar todos os problemas que essa prova teve.
Nos treinos, foi a pista do sambódromo que não deixava os carros tracionarem, e que teve de ser literalmente refeita de ontem para hoje. Depois, o retão da marginal, com mais ondulações do que a pista de interlagos nos bons tempos - o que é um sofrimento muito maior para o corpo, principalmente o pescoço dos pilotos.
Durante a prova, foram as poças d'água.
São Paulo, nos últimos meses, sofreu bastante com a chuva, e Tony Cotman - o organizador - está há três meses na cidade. Por que não checou a drenagem, então? Se ele não sabe, eu é que vou saber?.

E pra encerrar, duas imagens muito legais:

Detalhe da sapatilha de Tony Kanaan

Detalhe do rosto de um mecânico


AGRADECIMENTOS:

Fábio Seixas

Band

Honda

Tony Kanaan

INDY: A MANHÃ E O GRID DA "SP INDY 300"

Após a reforma feita de madrugada, aqui no Circuito do Anhembi, os carros que disputam a primeira prova de rua da Fórmula Indy no Brasil finalmente puderam competir em um nível aceitável e definiram o grid de largada neste domingo.
Com a pista emborrachada, os carros se adaptaram ao concreto do Sambódromo, criticado no sábado pela falta de aderência.
O atual campeão Dario Franchitti, que cravou 1min27s735, vai largar em primeiro lugar.

Dario Franchitti, o pole!

O melhor brasileiro do grid é Tony Kanaan, que chegou à sessão decisiva em que os seis mais rápidos disputaram a pole, mas vai largar em sexto lugar com o tempo de 1min28s694. Hélio Castroneves e Raphael Matos chegaram a avançar para a segunda fase, mas vão sair em nono e 12º, respectivamente.

Kanaan, que no sábado liderou as críticas feitas à pista, elogiou o trabalho feito na madrugada: “Com certeza, melhorou bastante, quero agradecer à organização pelo trabalho e ao pessoal que assou a noite trabalhando, porque a pista está perfeita”, disse Kanaan em entrevista a Théo José, da Band.

O baiano maluko ainda disse que, se ganhar, vai pular no rio Tietê! É um sério candidado aos quatro tipos de tifo: tifo A, tifo B, tifo C e o outro!

GRID DE LARGADA DA SP INDY 300
1. Dario Franchitti (ESC) - 1min27s735
2. Alex Tagliani (CAN) - 1min27s767
3. Justin Wilson (ING) - 1min27s818
4. Ryan Hunter-Reay (EUA) - 1min27s875
5. Will Power (AUS) - 1min28s015
6. Tony Kanaan (BRA) - 1min28s694
7. Scott Dixon (NZL) - 1min28s010*
8. Ryan Briscoe (AUS) - 1min28s117*
9. Hélio Castroneves (BRA) - 1min28s120*
10. Takuma Sato (JAP) - 1min28s267*
12. Raphael Matos (BRA) - 1min29s099
16. Vitor Meira (BRA) - 1min29s113
20. Mario Romancini (BRA) - 1min30s883
22. Bia Figueiredo (BRA) - 1min32s416
23. Mario Moraes (BRA) - sem tempo
* tempos marcados na segunda parte do treino

Nesse momento, Ed Motta acabou de cantar o hino americano, a Daniela Mercury, o hino brasileiro, e os caças da FAB fazem evoluções aqui em cima!

E as nuvens informam: VAI CHOVER!

Até +!

sábado, 13 de março de 2010

FÓRMULA INDY EM SAMPA!

Pra quem gosta de velocidade como eu, é um prataço!

Aqui em Sampa - e a 800 metros da minha casa! - os carros aceleraram, deram show e fizeram muito barulho no Circuito do Anhembi, na abertura da temporada 2010 da Fórmula Indy.
fotos: Cláudio Nóvoa
Todos os pilotos que participarão desse SP INDY 300 !

No treino livre dessa manhã, o piloto mais rápido o neozelandês Scott Dixon, da Chip Ganassi. O melhor brasileiro foi Tony Kanaan, em terceiro lugar.

Esse primeiro treino serviu mais como um reconhecimento da pista e ajuste dos carros, principalmente as suspensões.

Dixon - campeão da categoria em 2008 - cravou 1min31s770, e liderou pouco à frente de Ryan Briscoe, que fez 1min31s973. Kanaan marcou 1min31s975, e o brasileiro Raphael Matos terminou em sétimo, uma posição à frente de Hélio Castroneves. Eleito o novato do ano no ano passado, Matos ganhou elogio do atual chefe ce equipe e ex-piloto Gil de Ferran.

Tony Kanaan "morde" a zebra!

No finalzinho do treino, o brasileiro estreante Mario Romancini bateu sem gravidade, o que só serviu para atrasar ainda mais a atividade com outra bandeira amarela da sessão. Ele culpou as ondulações na reta e encerrou o treino em 21º lugar. Os outros brasileiros na pista que passa pelo sambódromo, pelo estacionamento do Anhembi e pela marginal do Tietê - esse trecho tem 1,5 km, e os carros chegaram a 330 km/h! - foram Vitor Meira (16º), e Mario Moraes (14º).

OS TEMPOS DO PRIMEIRO TREINO
1. Scott Dixon (NZL) - 1min31s770
2. Ryan Briscoe (AUS) - 1min31s973
3. Tony Kanaan (BRA) - 1min31s975
4. Will Power (AUS) - 1min32s300
5. Mike Conway (ING) - 1min32s644
6. Ryan Hunter Reay (EUA) - 1min32s794
7. Raphael Matos (BRA) - 1min32s653
8. Hélio Castroneves (BRA) - 1min32s940
9. Alex Tagliani (CAN) - 1min33s152
10. Justin Wilson (ING) - 1min33s358
14. Mario Moraes (BRA) - 1min33s558
16. Vitor Meira (BRA) - 1min33s697
21. Mario Romancini (BRA) - 1min34s657
23. Bia Figueiredo (BRA) - 1min37s430

Scott Dixon fez o melhor tempo hoje de manhã

Para o público, que aguardou a retomada do treino após as bandeiras amarelas sob o forte calor, o atraso foi uma diversão só. O barulho dentro do circuito é absurdo, e os vendedores de protetores de ouvido - vendidos a R$ 10 - fizeram a festa.

E os "bicos" que passavam na marginal pararam para ver a sombra dos carros passando atrás do tapume preto fixado nas grades que separam a pista da rua, o que deixou o trânsito na Marginal intenso, devido as interdições no entorno do Anhembi, imclusive em toda a avenida Santos Dumont.

Hélio Castroneves, o oitavo na manhã

Melhor brasileiro no primeiro treino livre, Tony Kanaan saiu do treino insatisfeito, principalmente com o estado da pista. Disse que o que mais preocupa é a transição entre o trecho ondulado da reta da Marginal Tietê com a superfície lisa do Sambódromo, local da largada. Ele sugeriu até que passassem uma lixa naquele trecho.

“O pior trecho é o Sambódromo. Está muito escorregadio. Nenhum piloto conseguiu acelerar tudo na reta. Eles passam um material para deixar o piso brilhante no Carnaval, mas tem várias maneiras de deixar o piso mais abrasivo. Bem que poderiam passar uma lixa lá, não é difícil, pois existe um risco até de alguma coisa acontecer. Vou falar com o diretor de prova. Essa é a minha opinião, eu acho perigoso. Eles têm que entender que quem construiu a pista não faz parte da Fórmula Indy, foi uma empresa contratada, e se tiver que mudar vão mudar", disse Tony à Rádio Bandeirantes, e esperando que a organização faça as mudanças necessárias a tempo. Uma delas, que tem grande chance de acontecer, é a alteração do local da largada para a Marginal, em vez do Sambódromo.
Kanaan disse ainda que a reta da Marginal Tietê tem algumas trepidações excessivas. “Não é que são muitas, mas tem três ou quatro que são muito grandes. Só estou preocupado com o fator segurança”, destacou Kanaan, referindo-se especificamente à transição da reta ondulada da Marginal com o Sambódromo liso e sem aderência. Foi após esse trecho que a venezuelana Milka Duno perdeu o controle do carro e causou o acidente que marcou o encerramento do primeiro treino livre.

Tony Kanaan saindo da pista do sambródromo e entrando no trecho misto, com curvas

Na primeira coletiva oficial de imprensa realizada na quinta-feira, Kanaan reconheceu que havia ondulações, mas considerou que isso seria algo normal para uma pista de rua. Os pilotos, entretanto, ressaltaram que só dentro do carro saberiam da dimensão do problema. Após a primeira experiência na pista construída às pressas, todos já sabem o que vão enfrentar amanhã, a partir das 13 horas, quando será dada a largada.

Tony Kanaan hoje, antes do treino da manhã

Os caras tem de ter braço pra segurar os carros, principalmente na pista do sambódromo, onde fica evidente que os pneus tem a sua aderência bastante reduzida.

A sugestão do Tony - de lixar a pista pra que ela fique mais abrasiva - me parece a sugestão mais correta.
E ele é um amor de pessoa, um cara muito legal, que atende todo mundo na maior boa vontade! Tem a minha torcida.

E até mais,que eu vou agora acompanhar os treinos da tarde!