‘You Should Have Left‘ é estrelado por Kevin Bacon e Amanda Seyfried
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Assista:
Neste conto aterrador e perturbador, um pai luta desesperadamente para salvar sua família de uma bela casa que se recusa a deixá-los sair.
Theo Conroy (Bacon) é um homem de meia idade bem-sucedido, cujo casamento com sua esposa atriz muito mais jovem, Susanna (Seyfried), está sendo destruindo por mentiras, ciúme e sombras do passado.
Em um esforço para reparar o relacionamento deles, Theo e Susanna reservam férias em um cenário impressionante, casa moderna remota na zona rural de Gales para si e sua filha de seis anos, Ella (Avery Essex).
O que a princípio parece um refúgio perfeito se transforma em um pesadelo perfeito, quando Theo se apega à realidade e ele suspeita que uma força sinistra dentro da casa saiba mais do que ele ou Susanna revelaram, até um ao outro.
A estreia nos EUA acontece direto em Home Video no dia 19 de Junho.
De acordo com o Deadline, a Warner Bros. não lançará mais a animação ‘SCOOBY! O Filme‘ nos cinemas: a produção será lançada direto em VOD
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Relembre o trailer:
‘SCOOBY! O Filme‘ revela como os amigos de longa data, Scooby e Salsicha, se encontram pela primeira vez e como se juntaram aos pequenos detetives Fred, Velma e Daphne para formar a famosa Mistério S/A.
Agora, com centenas de casos resolvidos e aventuras compartilhadas, Scooby e sua gangue encaram o maior e mais desafiador mistério de todos os tempos: uma trama que libera o fantasma do cão Cerberus sob o mundo.
Enquanto eles se apressam para impedir esse “apocãolipse”, a gangue descobre que Scooby tem um legado secreto e um destino mais épico do que qualquer um poderia imaginar.
Zac Efron e Amanda Seyfried vão emprestar suas vozes para Fred e Daphne, respectivamente.
O elenco de vozes ainda conta com Will Forte (Salsicha) e Gina Rodriguez (Velma).
O ator Frank Welker , voz original do desenho dos anos 70, retornará para dar voz ao cão titular.
Will Forte dubla o Capitão Caverna, icônico personagem da companhia Hannah-Barbera que aparecerá nesse universo compartilhado.
Com direção de Tony Cervone e produção de Chris Columbus, o reboot animado reúne inúmeros personagens dos estúdios para salvar o mundo de um memorável vilão: Dick Vigarista e seu assecla Mutley, da série ‘Corrida Maluca’.
O longa ficará disponível para compra (US$ 24.99) e aluguel (US$ 19.99) a partir do dia 15 de maio, um dia após a anunciada estreia nos cinemas - agora cancelada.
A prévia mostra que os amigos Scooby e Salsicha vão sumir e caberá a Fred, Velma e Daphne ir atrás deles
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Confira a versão dublada:
A versão em inglês com cenas inéditas:
O longa é dirigido por Tony Cervone (O Show dos Looney Tunes) e, além de mostrar as origens da Mistério S/A, revelará que Scooby tem um destino maior do que seus amigos poderiam imaginar.
O pôster:
Zac Efron faz a voz de Fred, Amanda Seyfried é Daphne, Gina Rodriguez é Velma, Will Forte dubla o Salsicha e Frank Welker faz a voz de Scooby-Doo.
O lançamento no Brasil está marcado para 14 de maio.
O novo reboot de 'Scooby-Doo', que está sendo desenvolvido pela Warner Bros Animation, contratou seus protagonistas para o elenco de vozes
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Segundo o Deadline, Zac Efron e Amanda Seyfried foram escalados como as vozes de Fred e Daphne, respectivamente, no filme chamado 'S.C.O.O.B'.
Efron e Seyfried se juntam a Will Forte (Salsicha) e Gina Rodriguez (Velma).
O ator Frank Welker , voz original do desenho dos anos 70, retornará para dar voz ao cão titular.
Tracy Morgan, de '30 Rock', irá dublar o Capitão Caverna, icônico personagem da companhia Hannah-Barbera que aparecerá nesse universo compartilhado.
O Capitão Caverna - Hanna-Barbera
Com direção de Tony Cervone e produção de Chris Columbus, o reboot animado irá reunir inúmeros personagens dos estúdios para salvar o mundo do mais que icônico vilão Dick Vigarista e seu assecla Mutley, da série 'Corrida Maluca'.
A dupla atrapalhada de vilões - Hanna-Barbera
A volta de Scooby-Doo e sua turma para as telonas já está em desenvolvimento desde 2013.
A última vez que apareceram foi em 2004 com 'Scooby-Doo: Monstros À Solta', continuação do filme 'Scooby-Doo' de 2002 que trouxe em seu elenco nomes como Sarah Michelle Gellar, Freddie Prinze Jr., Matthew Lillard e Linda Cardellini.
Um ano após a morte de Donna (Meryl Streep), sua filha Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a reinaugurar o hotel da mãe, agora totalmente reformado.
Para tanto convida seus três "pais", Harry (Colin Firth), Sam (Pierce Brosnan) e Bill (Stellan Skarsgard) e as eternas amigas da mãe, Rosie (Julie Walters) e Tanya (Christine Baranski), ao mesmo tempo em que precisa lidar com a distância do marido Sky (Dominic Cooper), que está fazendo um curso de hotelaria em Nova York.
O reencontro serve para desenterrar memórias sobre a juventude de Donna (Lily James), no final dos anos 70, quando ela resolve se estabelecer na Grécia - e também para Sophie se reencontrar com a sua avó, Ruby (Cher).
CRÍTICA:
Após dez anos da estreia do surpreendente musical, a sequência 'Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!' chega aos cinemas brasileiros com a difícil missão de não desapontar os fãs.
E consegue tudo isso com folgas, superando seu antecessor e ousando na nostalgia, sem apelar para o drama que arranca lágrimas fáceis do espectador.
O musical, mais uma vez inspirado nas icônicas canções do grupo sueco ABBA, se passa em dois períodos de tempo e traz Sophie (Amanda Seyfried) sofrendo após um ano da morte de Donna (Meryl Streep).
Sophie (Amanda Seyfried) em cena do longa - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Universal Pictures
Para homenagear a mãe, ela decide reinaugurar o hotel Villa Donna com a ajuda de Sam (Pierce Brosnan), um de seus pais.
Apesar do sucesso no projeto, Sophie está com problemas em seu relacionamento com Sky (Dominic Cooper).
Aqui, foi fundamental não trazer Streep para o elenco da continuação pois, apesar de sua ausência física, o filme faz o espectador entender que a morte é um elemento importante para o desenrolar da trama.
Mesmo assim, Donna está presente em cada detalhe, uma menção ou uma foto, mas está.
Como estamos diante de um musical pra cima e alegre, nem dá tempo de sofrer e nem mesmo de se perguntar porque a morte de Donna aconteceu - e seguimos satisfeitos com sua versão dos anos 70, vivida maravilhosamente por Lily James.
Lily James é a jovem Donna
A jovem atriz, conhecida pela série 'Downton Abbey' e principalmente pelo espetacular live-action 'Cinderela', tinha em suas mãos a grande responsabilidade de trazer para a jovem Donna o mesmo carisma que a Diva das Divas, a principal estrela da Hollywood atual, deixou na personagem anos atrás.
E James faz isso de forma impecável e autêntica, mostrando que consegue cativar e encantar sem resvalar para uma atuação caricata - e isso, ela consegue logo nos primeiros minutos do filme, graças à sua interpretação excepcional da música 'I Wonder'.
Comandado pelo diretor e roteirista Ol Parker, o filme é ainda mais divertido do que o anterior.
O roteiro acerta ao focar na vida da jovem Donna, recém saída da faculdade, cheia de planos e seguindo seu espírito aventureiro e desbravador pelo mundo.
E é junto a ela que embarcamos nessa viagem de descoberta e descobrimos o que a levou até à Grécia, além de entender melhor como ela conheceu os três possíveis pais de Sophie, Sam (Brosnan), Harry (Colin Firth) e Bill (Stellan Skarsgård) - que na versão jovem são vividos por Jeremy Irvine, Hugh Skinner e Josh Dylan, respectivamente.
Alguns dos momentos mais divertidos do longa incluem o grupo 'Donna and the Dynamos', formado por Donna e suas amigas Tanya (Christine Baranski) e Rosie (Julie Walters) que traz uma graça especial para o filme, tanto na versão atual, quanto na versão jovem - onde são interpretadas por Alexa Davies (Rosie) e Jessica Keenan Wynn (Tanya).
A interpretação da canção 'Mamma Mia' é de tirar o fôlego de todos na plateia.
Agora, quem rouba cada cena em que aparece é outra Diva, Cher, uma das melhores amigas da Diva Streep na vida real.
Sua introdução como a mãe (e megera) de Donna, Ruby, dá um sentido maior ao personagem de Andy Garcia, quando o envolvimento dos dois embala a canção 'Fernando' de uma maneira única, especial e simplesmente arrebatadora.
Cher, em cena como Ruby
Além disso, a dedicação da avó com Sophie, agora grávida de seu primeiro filho, a absolve por não ter prestado o mesmo apoio com Donna.
Pena que a participação da ganhadora do Oscar seja muito curta.
Mesmo apresentando alguns furos normais para filmes com linhas temporais distintas, pulando bruscamente de um período para o outro - o que pode deixar o espectador um pouco perdido na trama - o filme é irresistível e excepcional, um passeio delicioso por lindos cenários, embalado por canções inesquecíveis e personagens marcantes.
É uma sequência que merece ser vivenciada pelos fãs do gênero e também por aqueles que curtem uma história leve e divertida.
Filme com Lily James como a versão jovem de Donna, personagem de Meryl Streep, ganhou seu trailer final
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Assista:
Na trama, ao descobrir que está grávida, Sophie (Amanda Seyfried) busca inspiração para a maternidade lembrando do passado da mãe.
Nos anos 70, a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical "Donna & The Dynamo", parceria com as amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies).
Porém, mais do que isso, ela se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens bem diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).
A direção é de Ol Parker.
A Universal Pictures Brasil estreia o longa em 08 de agosto.
Um novo trailer internacional da sequência de 'Mamma Mia!' foi divulgado pela Universal Pictures
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Assista:
Na trama, ao descobrir que está grávida, Sophie (Amanda Seyfried) busca inspiração para a maternidade lembrando do passado da mãe.
Nos anos 70 a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical "Donna & The Dynamo", parceria com as amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies).
Porém, mais do que isso, ela se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens bem diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).
Amanda Seyfried, Pierce Brosnan, Meryl Streep e Colin Firth retornam, além da presença de Lily James, como a versão mais nova de Donna, o personagem de Streep.
A surpresa no elenco fica por conta de outra diva, Cher.
Longa de 2008 foi estrelado por Meryl Streep, Pierce Brosnan, Colin Firth e Amanda Seyfried
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Depois de dez anos, o musical 'Mamma Mia!' ganhará uma sequência.
O filme, adaptação do musical da Broadway inspirado nas músicas da banda sueca Abba teve Meryl Streep, Pierce Brosnan, Colin Firth e Amanda Seyfried como protagonistas.
A Universal Pictures revelou que a continuação terá o título de "Mamma Mia Here We Go Again" e terá direção de Ol Parker (O Exótico Hotel Marigold).
O quarteto principal também deve retornar.
Confira um trecho do longa de 2008:
Na trama do filme original, a jovem Sophie (Seyfried) quer encontrar o seu pai biológico antes de seu casamento.
Após muitas pesquisas, ela chega a três potenciais nomes e os convida a irem até sua casa, em uma vila paradisíaca vila grega, onde sua mãe (Streep) tem um hotel.
Peter (Levi Miller) é um garoto de 12 anos que vive em um orfanato em Londres, no período da Segunda Guerra Mundial.
Um dia, ele e várias crianças são sequestradas por piratas em um navio voador, que logo é perseguido por caças do exército britânico.
O navio escapa e logo ruma para a Terra do Nunca, um lugar mágico e distante onde o capitão Barba Negra (Hugh Jackman) escraviza crianças e adultos para que encontrem pixum, uma pedra preciosa que concentra pó de fada.
Em pleno garimpo, Peter conhece James Hook (Garreth Hedlund), que tem planos para fugir do local.
CRÍTICA:
Desde que o escritor escocês J.M. Barrie a criou em 1904, a aventura do menino que não quer crescer ganhou inúmeras versões para o cinema, teatro e televisão.
O que até então nunca tinha sido mostrado com detalhes é a origem de Peter Pan e como ele foi parar na Terra do Nunca - 'Hook - A Volta Do Capitão Gancho' (1991), dirigido por Steven Spielberg e estrelado por Dustin Hoffman e Robin Williams mostrou essa gênese de maneira bem sutil.
Dirigido por Joe Wright ('Anna Karenina'), 'Peter Pan', que estreia hoje em 514 salas em todo o Brasil, procura mostrar ao espectador como um menino se tornou o herói que conhecemos hoje, uma pergunta que qualquer fã do personagem gostaria de ver respondida.
História de aventura bem infantil, que traz boas cenas de ação, um herói mirim simpático, vilões clichês malignos (Hugh Jackman entrega uma atuação convincente e segura como Barba Negra), criaturas fantásticas e uma viagem com grandes desafios, a trama traz momentos divertidos, como a chegada de Peter (Levi Miller) à Terra do Nunca, lugar onde presencia um afinado coro acapella de 'Smell Like Teens Spirit', clássico da banda Nirvana, liderado pelo vilão central.
Se esse longa tinha a pretensão de ser uma nova versão de Peter Pan, não funciona nesse aspecto, pois não consegue aproveitar da melhor maneira possível os elementos clássicos da história criada por Barrie.
Hugh Jackman é o vilão Barba Negra
Aqui, a icônica fadinha Tinker Bell , a Sininho, tem uma participação relâmpago, o Hook interpretado por Garrett Hedlund está mais para um Don Juan do que para um futuro e icônico pirata e Peter não está nem um pouco determinado em não crescer ou proteger seus amigos acima de tudo - suas principais características.
Claro que faz sentido os personagens terem características diferentes nesse momento, pois estamos falando de algo que ainda não foi contado, um prelúdio da história que conhecemos e amamos, mas a verdade é que um ponto importante da essência da obra de Barrie se perdeu no caminho de inovação.
Trata-se justamente do verdadeiro encanto da história, que vem do aspecto da Terra do Nunca ser um lugar da imaginação onde qualquer um pode ser criança para sempre.
O prazer de estar lá e a vontade de nunca crescer praticamente não são citados no filme.
Garrett Hedlund é James Hook, o futuro Capitão Gancho
A trama começa com Peter sendo deixado pela mãe (Amanda Seyfried) em um orfanato da cidade de Londres.
Sua aventura começa para valer aos 12 anos, quando é raptado pelos capangas de Barba Negra (Hugh Jackman) e é levado a um lugar mágico e bem distante.
Chegando lá, o menino é escravizado junto com outros garotos pelo temido pirata para tentar encontrar o pixum, uma pedra preciosa que concentra o pó de fada.
Depois de conseguir fugir com James Hook (Garrett Hedlund), Peter encontra nativos do local, que passam a acreditar que ele é o escolhido para se tornar o grande herói da tribo.
Com Tigrinha (Rooney Mara) e companhia, o garoto inicia uma rebelião contra o Barba Negra.
Rooney Mara é Tigrinha
Mesmo deixando a desejar em vários aspectos (a origem da lenda do herói está longe de estar totalmente explicada), o filme - produzido por Greg Berlanti, o visionário por trás das séries 'Arrow', 'The Flash' e 'Supergirl' - vale ser assistido, se não pela forma como os personagens lendários são construídos e apresentados, ao menos pelo visual que, além de espetacular, conta com um 3D bem calibrado e acima da média, elementos capazes de garantir a diversão dos públicos de todas as idades.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'PETER PAN'
Título Original:
PAN
Gênero:
Aventura
Direção:
Joe Wright
Roteiro:
Jason Fuchs
Elenco:
Aaran Mitra, Aaron Monaghan, Adeel Akhtar, Adnan Mustafa, Alexander Bracq, Amanda Seyfried, Ami Metcalf, Amy Morgan, Anastasia Harrold, Andres Austin Bennett, Ben Smith, Cara Delevingne, Chris Marchant, Clem So, Deborah Rosan, Debra Leigh-Taylor, Emerald Fennell, Gabriel Andreu, Garrett Hedlund, Harry Lister Smith, Hugh Jackman, Jack Charles, Jack Lowden, Jacob Greener-Tofts, Jamie Beamish, Jamie Wilson, Jimmy Vee, Joe Kennard, Julian Seager, Kathy Burke, Kurt Egyiawan, Kwame Augustine, Leni Zieglmeier, Levi Miller, Lewis MacDougall, Nicholas Agnew, Nicholas Marshall, Nonso Anozie, Oliver Payne, Oscar Hatton, Paul Kaye, Phill Martin, Rafael Pereira-Edwards, Rooney Mara, Spencer Wilding, Tae-joo Na, Tomislav English
Completamente apaixonado, Ted (voz de Seth MacFarlane), o urso de pelúcia mais desbocado e sem noção do mundo, decide se casar com Tammy-Lyn (Jessica Barth), mas não demora muito para que o casal entre crise.
Querendo evitar um possível divórcio, Ted resolve ter um filho.
Tammy logo fica empolgada com a ideia e o casal começa uma busca para ver quem poderia ser o melhor doador de esperma.
Durante o processo, sempre ajudado por seu amigo de todas as horas John (Mark Wahlberg), o ursinho descobre que é visto pelo estado como uma propriedade e não como um cidadão.
A partir daí, começa uma batalha nos tribunais liderada pelo novo interesse de John, a advogada Samantha Jackson (Amanda Seyfried), onde Ted tenta provar que é muito mais que um simples ursinho de pelúcia.
CRÍTICA:
'Ted' (2012) só foi o sucesso estrondoso que foi mundo afora pela união de vários e inspirados fatores: o roteiro criativo, o elenco talentoso, os ótimos efeitos visuais e, principalmente, por trazer referências inteligentes à cultura pop em geral.
E sim: a saga do ursinho de pelúcia que tem vida própria, fala palavrão, é mulherengo e fuma maconha, definitivamente não é para crianças.
Criado pelo mais que talentoso Seth MacFarlane (que também empresta sua voz a Ted) a maior força do primeiro filme era concentrada no seu ritmo ágil para fazer piadas e tirar o maior número de risadas por minuto do público.
Seth MacFarlane se diverta ao gravar suas falas como Ted - Fotos dessa Postagem - Divulgação/Universal Pictures Brasil
Quando a segunda parte foi anunciada por MacFarlane, muitos duvidaram de que ele pudesse fazer algo melhor que o primeiro - e se ele não conseguiu, ao menos chegou bem perto disso.
Afinal, 'Ted 2', em exibição em 297 salas em todo o Brasil, consegue manter a maioria das qualidades que fizeram do primeiro filme uma boa comédia.
Mais uma vez temos efeitos muito bons, uma direção segura do próprio Seth MacFarlane, um elenco talentoso e uma enxurrada de referências hilárias à cultura pop.
As melhores sacadas do longa têm a ver com a convenção de cultura pop Comic-Con, a música tema da franquia 'Jurassic Park ' - composta por John Williams - , com o tema de abertura da icônica série de TV 'Law & Order' e até com o lutador Clubber Lang (Mr. T), de 'Rocky III - O Desafio Supremo'.
Ted e John: uma das duplas mais hilárias do cinema de todos os tempos
Claro que há outras passagens divertidas, que você verá indo ao cinema ver a comédia.
O longa só perde o fôlego por causa da preocupação excessiva de mostrar que Ted amadureceu em relação ao longa anterior e virou alguém mais sério - o que é uma pena, pois uma das marcas registradas do personagem era justamente sua falta de noção e irresponsabilidade na hora de fazer as coisas.
Se isso não tira totalmente a diversão do filme, pode deixar os fãs do primeiro filme decepcionados.
A história começa justamente com a união de Ted com Tami-Lynn McCafferty (Jessica Barth), onde já é possível perceber no ursinho uma personalidade mais madura.
Isso fica evidente na cena em que ele dá uma tremenda bronca em John (Mark Wahlberg), depois de encontrar vários vídeos de pornografia no computador do amigo, que está deprimido por causa do divórcio com Lori (Mila Kunis, que aparece em pequena participação especial).
Ted agora é casado com Tami-Lynn McCafferty (Jessica Barth)
Para evitar a primeira crise do casamento, Ted decide que está na hora de ter um filho.
Depois de várias tentativas frustradas de adotar um bebê e até de 'assaltar' o esperma do marido de Gisele Bundchen, Tom Brady ( numa hilária invasão noturna à casa do jogador de futebol americano com John), o ursinho descobre que é visto pelo estado como uma propriedade, um brinquedo, e não como um cidadão.
Querendo recuperar os seus direitos, Ted conta coma a ajuda de John para contratar a advogada Samantha Jackson (Amanda Seyfried, hilária e simplesmente espetacular) para tentar reverter a situação.
Amanda Seyfried, sensacional como a advogada Samantha Jackson
Claro que Samantha e John logo formam um casal e se no primeiro filme Lori se mostrava bem resistente a amizade entre John e Ted, Samantha é o oposto, já que aceita na boa o fato de um homem ser amigo de uma pelúcia.
O fato é que a inclusão dessa personagem é benéfica para história e um dos pontos mais fortes do filme, pois, desde o primeiro momento, a advogada mostra empatia e entrosamento com a dupla, além de protagonizar momentos engraçados ao longo da trama, como toda a sequência em que ela viaja de carro com John e Ted de Boston para Nova York.
John, Ted e Samantha na hilária viagem de carro, de Boston a NY
Amanda dá show em todas as cenas em que aparece, se revela uma comediante de mão cheia e é o ponto alto do longa.
Se analisarmos friamente os dois filmes, esse segundo definitivamente não supera o primeiro, mas se apresenta como uma boa comédia no geral, pois traz momentos engraçados e uma trama divertida, além de ser eficiente e seguro na maior parte do tempo.
Prepare-se para rir muito.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'TED 2'
Título Original:
TED 2
Gênero:
Comédia
Direção:
Seth MacFarlane
Roteiro:
Alec Sulkin, Seth MacFarlane, Wellesley Wild
Elenco:
Amanda Seyfried, Bill Smitrovich, Chaunty Spillane, Dennis Haysbert, Jessica Barth, Kimberly Howe, Lexi Atkins, Liam Neeson, Luis Salazar, Maggie Geha, Mark Wahlberg, Martin Klebba, Michael Dorn, Morgan Freeman, Nana Visitor, Patrick Warburton, Richard Schiff, Ron Canada, Sam J. Jones, Seth MacFarlane (Voz de Ted), Vanessa Vander Pluym
Produção:
Jason Clark, John Jacobs, Scott Stuber, Seth MacFarlane
No Velho Oeste americano, fazendeiro covarde procura a ajuda da esposa de um pistoleiro para reconquistar a mulher que o deixou.
CRÍTICA:
O ator, dublador, animador, roteirista, comediante, produtor, diretor e cantor americano Seth MacFarlane confessa: não está nem aí para o que falam sobre suas comédias - campeãs de audiência na TV e no cinema.
Foi assim com a politicamente incorreta animação 'Family Guy/Uma Família da Pesada', sucesso no canal Fox desde 1999 e indicada para doze prêmios Emmy e onze Annie - ganhando três de cada um - em 2009, foi indicada ao Emmy de melhor série de comédia, sendo a primeira vez que uma série de animação é indicada para essa categoria desde 'Os Flintstones', em 1961.
Seth MacFarlane como Albert, protagonista do longa - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Universal Pictures
Só que ele queria mais e aí ele nos deu 'Ted' (2012), história centrada em um trintão (Mark Wahlberg) que não cresceu e que tem como melhor amigo um urso de pelúcia (voz do próprio MacFarlane) que toma todas, fala palavrão, apavora com a mulherada e fuma quilos e quilos de maconha.
Enfim, Seth MacFarlane é um sopro de criatividade e bom humor contra uma América cada vez mais careta - o que eu gosto demais - e agora, atingiu o patamar que poucos em Hollywood conseguiram: liberdade para fazer praticamente o que queira.
Liam Neeson interpreta Clinch
Só que ele surpreendeu e escolheu algo inusitado: 'Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola', que estreia hoje em 90 salas em todo o Brasil e é uma paródia caprichada de faroeste, gênero que não rende sucessos de bilheteria há muitos anos.
Estão presentes nesta comédia todos os elementos famosos do western - os saloons onde os atiradores tomam tudo, as donzelas, os duelos ao meio-dia na rua principal da cidade, as fugas a cavalo em planícies desérticas - e isso é a primeira surpresa que MacFarlane nos entrega.
Amanda Seyfried é Louise
Recentemente, as comédias destinadas a adultos têm brincado com a convivência entre opostos: o policial inteligente contra o policial burro ('Anjos da Lei'), a casa silenciosa contra a casa barulhenta ('Vizinhos'), a policial dedicada contra a policial irresponsável ('As Bem-Armadas'), a irmã abusada contra o irmão ingênuo ('Família do Bagulho') e até 'Ted' brincava com essa contradição, ao embutir na figura dócil do urso de pelúcia uma personalidade grosseira e irresponsável.
Ainda bem que Macfarlane sempre surpreende e este novo faroeste foge à estrutura dos opostos: alguns elementos são subvertidos, mas os personagens permanecem dentro das regras do gênero, com a presença do vilão temido, a donzela doce e assim por diante já que aqui temos menos uma crônica do que uma caricatura, um exagero dos clichês consolidados - ideia interessante, mesmo que o espectador nunca sabe muito bem de que maneira ele pretende subverter o western.
Charlize Theron como Anna
E as misturas costumeiras do realizador logo aparecem: alguns personagens capricham no sotaque sulista, outros falam como nova-iorquinos, Liam Neeson assume seu sotaque irlandês, alguns estão vestidos como se de fato estivessem no século XIX, MacFarlane (também protagonista) apresenta um penteado contemporâneo, parte do elenco adquire gestos de caipiras, outros assumem composições de personagem do século XXI.
Embora certas piadas façam referência ao estilo de séculos atrás, os diálogos são recheados de gírias atuais e o ótimo roteiro detona tudo o que a América branca venera - por isso, se você não conhecer a fundo o que se passa no dia a dia na nação mais poderosa do planeta, você não entenderá algumas piadas.
Se tudo poderia funcionar melhor se MacFarlane tivesse entregado o papel de protagonista para um ator melhor que ele, felizmente ele se cercou de um elenco muito acima da média: Giovanni Ribisi e Sarah Silverman são hilários, roubando a cena nos poucos momentos em que aparecem, e Charlize Theron é de fato uma atriz muito completa, se saindo bem tanto nas piadas mais grosseiras (como a “bunda de negona”) quanto nos instantes dramáticos, em que consegue dar uma profundidade interessante a sua personagem.
Sarah Silverman (Ruth) e Giovanni Ribisi (Edwald)
Também na direção, MacFarlane tem algo a aprender com Mel Brooks e outros cineastas que já se arriscaram nas sátiras de faroeste: o humor verbal é obtido através do roteiro e dos diálogos, sobrando pouca comicidade à construção das imagens.
As cenas de duelo, ou os momentos dentro do bar, mostram a dificuldade em imprimir o ritmo ágil necessário à comédia e mesmo uma simples conversa (o diálogo entre o protagonista e Amanda Seyfried, no início da trama) fica empobrecida pelo insistente plano e contra-plano no rosto dos atores.
O que todos pensávamos que seria falta de experiência, Macfarlane disse recentemente ser respeito às regras do gênero, e justamente por isso, não se permitiu criar gags puramente visuais, dependendo das piadas proferidas por cada personagem.
MacFarlane ficou famoso com textos ácidos e sarcásticos, às vezes qualificados de misóginos (vide a sua apresentação do Oscar), mas sempre cutucando as representações familiares e de gênero.
Aqui, o roteiro traz algumas piadas realmente inteligentes e irônicas sobre o racismo e sobre a posição social das mulheres, insiste em piadas infantis envolvendo todo o tipo de escatologia e personagens que tropeçam e caem.
Assim,ele se sai muito bem em combinar dois tipos de humor praticamente incompatíveis: a comicidade de cunho social para adultos, estilo Sacha Baron Cohen, e a comicidade mais apelativa para plateias familiares, estilo Adam Sandler.
Neil Patrick Harris como Foy
Como resultado, quase todos os espectadores vão rir muito durante a projeção, mesmo sendo esse longa uma obra muito heterogênea, que tenta usar recursos demais, e agradar plateias demais.
Se escolhesse um único mote cômico, o diretor poderia explorá-lo em todos os contextos possíveis, mas o resultado final resulta em algo que todos queremos quando vamos ao cinema ver uma comédia: rir bastante.
TRAILER DO LONGA:
FICHA TÉCNICA:
'UM MILHÃO DE MANEIRAS DE PEGAR NA PISTOLA'
Título Original:
A MILLION WAYS TO DIE IN THE WEST
Gênero:
Comédia
Direção:
Seth MacFarlane
Roteiro:
Alec Sulkin, Seth MacFarlane, Wellesley Wild
Produção:
Jason Clark, Scott Stuber, Seth MacFarlane, Wellesley Wild
Elenco:
Seth MacFarlane, Charlize Theron, Amanda Seyfried, Liam Neeson, Giovanni Ribisi, Neil Patrick Harris, Sarah Silverman, Wes Studi