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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

'RATCHED': ELENCO LÊ GUIA DE CONTRATAÇÃO DE MULHERES NOS ANOS 40 EM DIVERTIDO VÍDEO

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A primeira temporada de ‘Ratched‘, nova série original do Ryan Murphy para a Netflix, já está disponível na plataforma de streaming
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 E para divulgar a produção, o elenco feminino - Sarah Paulson, Cynthia Nixon, Sharon Stone e Judy Davis - se reuniu para um divertido vídeo, onde as atrizes analisam um guia dos anos 40 sobre como contratar mulheres. 

 No material de divulgação, elas comentam a sugestões mais machistas e fazem um contraponto com o contexto social atual. 

 Assista:

domingo, 27 de setembro de 2020

'RATCHED': SARAH PAULSON ROUBA (NOVAMENTE) A CENA NUM DOS MELHORES TRABALHOS DE RYAN MURPHY

SINOPSE: 
A série se passa em 1947, quando a jovem Mildred Ratched (Sarah Paulson) iniciava sua carreira profissional no sistema de saúde mental. 

 No entanto, com o decorrer dos anos ela passou de uma simples enfermeira para um verdadeiro monstro, realizando uma série de assassinatos. 

 CRÍTICA: 
Em 1975, Louise Fletcher conquistou o mundo com sua magistral interpretação como a enfermeira Mildred Ratched no clássico ‘Um Estranho no Ninho’

 Rapidamente, a complexa persona arquitetada pelo romancista Ken Kesey ganhou dimensões novas e bem mais profundas, colocando-a como um símbolo da tirania e da corrupção institucional – ainda mais por agir de modo passivo-agressivo para garantir que os pacientes do Instituto Psiquiátrico de Salem  lhe fossem fiéis e obedientes, punindo quem ousasse contraria as suas ordens – como Randie McMurphy (Jack Nicholson), que sofre lobotomia após juntar os outros residentes do manicômio em uma onda de protestos contra Mildred. 

 Não é surpresa que, por sua carga alegórica, Ratched tenha se transformado em uma das maiores vilãs da história do cinema, servindo de inspiração para criações contemporâneas e análises sociológicas sobre a maldade e a ambição humanas. 

 Agora, Ryan Murphy resgatou a personagem e lhe deu uma história de origem, resultando na série original Netflix ‘Ratched

 Ambientada quase vinte anos antes dos eventos do longa-metragem, a enfermeira do inferno foi encarnada pela premiada Sarah Paulson em um prequel muito diferente das expectativas, talvez tentando explicar suas atitudes controversas, talvez nos querendo dar uma centelha de empatia, retirando-a dos estereótipos em que foi infundida. 

 Aqui, a série usa de caricaturas exageradas demais e o roteiro, como tantas outras produções de Murphy - como ‘Hollywood’ e ‘The Politician’ - aposta em um visual impecável, colocando as tramas em um patamar ora prolixo, ora superficial demais, o que deixa cada capítulo mais interessante que o outro.

 Mas é o elenco, muito bem escalado, que segura cada cena. 

 Mildred Ratched é construída por Paulson quase de forma sociopata: uma cética dama que parece ser da alta sociedade, mas na verdade procura fazer parte do time de enfermeiros do Hospital Estadual de Lucia, na Califórnia, contando certas mentiras desde seu primeiro momento em cena para garantir o emprego e vivendo em um motel à beira da estrada enquanto planeja algo não revelado logo de cara. 

 Porém, conforme os capítulos se desenrolam, descobrimos que Mildred quis trabalhar lá para ajudar seu irmão, Edmund Tolleson (Finn Wittrock), recém-admitido no instituto por ter assassinado quatro padres a sangue-frio. 

 É claro que, para a segurança dos dois, ninguém tem ideia de sua relação – e nem mesmo Murphy parece fazer muita questão de investir nessa primeira reviravolta, deixando-a de lado e recuperando-a sem muita necessidade ou explicação. 

 Esteticamente, a série é tudo que se espera de uma produção do showrunner e criador: comandando os dois primeiros episódios, vemos que Murphy amadureceu muito desde sua estreia na indústria do entretenimento. 

 Enquanto esperávamos que ele resgatasse tudo o que deu certo em suas obras anteriores, como planos holandeses e ângulos irreverentes, aqui, ele vai pelos caminhos da coesão comedida e excesso de simetria. 

 A série, no geral, tem espaço de sobra para invenções mirabolantes – e faz isso ao fazer apologia ao body horror e ao gore diversas vezes - mas o foco sempre se destina à compostura da personagem de Paulson e de que forma, mesmo sem pronunciar uma palavra sequer, nos chama a atenção. 

 Ao lado de seu time criativo, Murphy prioriza a paleta de cores e cuida para que a direção de arte seja guiada pela sobriedade e pela melancolia exuberante dos tons esverdeados – destinando alguns objetos em um composée apaixonante. 

 Ratched, por sua vez, surge nas cenas deslumbrante em cores complementares, ultrajantes, até mesmo, quando justapostas à clareza do hospital ou aos cenários kitsch que acompanham sua jornada: seus vestidos amarelo-mostarda e seu cabelo ruivo se destacam e seu visual como um todo é espetacular. 

 Paulson, ótima atriz, aqui se junta à excelência de seus colegas, especialmente Wittrock, que traz elementos de sua psicótica atuação em ‘American Horror Story: Freakshow’, e Judy Davis como a enfermeira-chefe Betsy Bucket, mostrando sua conhecida versatilidade mais uma vez.  
Sharon Stone também tem seu momento de brilhar como a vingativa socialite Lenore Osgood, que parte numa caçada para matar o Dr. Richard Hanover (Jon Jon Briones), diretor do Lucia, e cruza caminhos com a perigosa timidez e centralidade de Mildred. 

 Briones, por sua vez, não brilha tanto como em 'American Crime Story: O Assassinato de Gianni Versacce', bem como Finn Wittrock não entrega a mesma performance de 'Hollywood' - mas ambos tem a sua importância para o desenrolar da trama. 

 Por fim, Cyntia Nixon faz o contraponto perfeito à personagem de Paulson como a assessora de imprensa do governador da Califórnia (interpretado por Vicent D'Onofrio), interpretando uma mulher lésbica que tem um casamento de fachada com um amigo gay e se apaixona por Ratched

 E, como é de praxe, a outrora estigmatizada vilã é humanizada com uma trágica história que transcende as expectativas e que nos faz sentir compaixão por atos auto protetivos – ainda que, no final das contas, a “mágica” de sua frieza e de seu imperioso controle sobre os outros tenha sido varrida para debaixo do tapete. 

 ‘Ratched’ se deixa levar pelas exaustivas fórmulas de qualquer drama novelesco dos últimos anos, ao colocar diálogos previsíveis e monótonos, mas, mesmo assim, é difícil parar de prestar atenção àquilo que nos é contado – principalmente com a majestosa elegância que vemos desde a primeira cena. 

 Talvez seja a melhor e mais bem desenvolvida série de Ryan Murphy até hoje. 

 GALERIA DE IMAGENS:
TRAILER:

FICHA TÉCNICA:
RATCHED 
Título Original:
Ratched
 Formato:
Série 
Gênero:
Drama, Romance Psicológico, Terror 
 Criador(es):
Evan Romansky 
Baseado em:
Um Estranho no Ninho, de Ken Kesey 
Desenvolvedor(es):
Ryan Murphy 
País de origem:
Estados Unidos 
 Produtor(es):
Paul Zaentz,Todd Nenninger, Eric Kovtun, Lou Eyrich Eryn, Krueger Mekash, Sara Stelwagen, Tanase Popa
Produtor(es) executivo(s):
Aleen Keshishian, Margaret Riley, Jacob Epstein, Michael Douglas, Robert Mitas, Jennifer Salt, Sarah Paulson, Ian Brennan, Tim Minea, Alexis Martin Woodall, Ryan Murphy 
Editor(es):
Shelly Westerman, Peggy Tachdjian, Ravi Subramanian, Ken Ramos, Danielle Wang, 
Cinematografia:
Nelson Cragg, Blake McClure, Andrew Mitchell, Simon Dennis, 
Distribuição:
Disney–ABC Domestic Television 
Elenco:
Sarah Paulson,Finn Wittrock, Cynthia Nixon, Jon Jon Briones, Charlie Carver, Judy Davis, Sharon Stone
Estúdios:
  Further Films Lighthouse Management + Media, Ryan Murphy Television, Fox 21 Television Studios
Emissora original:
Netflix 
Formato de exibição:
4K (Ultra HD) 
Transmissão original:
18 de setembro de 2020 – presente 
Temporadas:
Episódios:
Duração:
45–62 minutos

 COTAÇÃO DO KLAU:

'RATCHED': SARAH PAULSON ESTAMPA BELO ENSAIO FOTOGRÁFICO

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Para promover ‘Ratched’, pré-sequência seriada do clássico ‘Um Estranho no Ninho‘, a Netflix Queue realizou um belo ensaio fotográfico estampando Sarah Paulson, estrela que vive a enfermeira Mildred Ratched na produção 
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 Confira:
A primeira temporada já está disponível na plataforma.

'RATCHED': VÍDEO EXPLICA O QUE É LOBOTOMIA

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Para promover o lançamento da primeira temporada de ‘Ratched‘, a Netflix divulgou um novo vídeo explicando a origem e curiosidades sobre a lobotomia, procedimento médico/cirúrgico que ganha destaque no decorrer da série 
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 Confira:

Em 1947, a jovem Mildred Ratched (Sarah Paulson) iniciava sua carreira profissional no sistema de saúde mental. 

No entanto, com o decorrer dos anos ela passou de uma simples enfermeira para um verdadeiro monstro, realizando uma série de assassinatos. 

 Além de estrelar no papel homônimo, Paulson também assume o papel de produtora. 

O elenco também é composto por Sharon Stone, Cynthia Nixon, Jon Jon Briones, Charlie Carver, Judy Davis, Harriet Harris, Hunter Parrish, Amanda Plummer, Corey Stoll e Finn Wittrock.

ENFERMEIRA MILDRED RATCHED: CONHEÇA A PERSONAGEM E SUA IMPORTÂNCIA

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Personagem eternizada em 'Um Estranho no Ninho' é considerada uma das piores vilãs da História 
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 A história do livro Um Estranho no Ninho, escrito por Ken Kesey em 1962, foi eternizada no cinema em 1975 através da adaptação homônima de Milos Forman

 O filme, que conta com a inesquecível atuação de Jack Nicholson – que lhe rendeu o Oscar de melhor ator –, também ficou marcado por outra grande interpretação: a de Louise Fletcher como a enfermeira Nildred Ratched - foto à esquerda, acima.

 A atriz também foi agraciada com o prêmio da Academia e até hoje é vista como uma das maiores qualidades da obra. 

 Considerada por críticos e uma das melhores vilãs do cinema como um todo, Mildred Ratched é uma mulher sádica que gosta de ver seus pacientes sofrendo na clínica psiquiátrica onde trabalha. 

 Nem mesmo o personagem de Nicholson, McMurphy, que é completamente são, consegue se desviar das garras da antagonista no decorrer da narrativa. 

 PERSONAGEM É CONHECIDA POR SUAS PRÁTICAS PERVERSAS EM PACIENTES 

 Apesar de utilizar terapias de choque e até mesmo a prática da lobotomia, Ratched também ficou conhecida por tratar seus pacientes na base da chantagem emocional e da pressão silenciosa que induz nas pessoas que sofrem de problemas psicológicos – tanto no filme quanto no livro. 

 Agora, muitas pessoas que não conhecem Um Estranho no Ninho foram apresentadas à personagem em 'Ratched', série de Ryan Murphy para a Netflix. 

A produção é ambientada em 1947, décadas antes dos eventos abordados no clássico de 75. 

 Com Sarah Paulson no papel da vilã - foto  à direita, acima, a série revela ao público como ela se transformou na enfermeira fria e sociopata que ganhou o status de vilã cult. 

 O LEGADO DE RATCHED NO CENÁRIO CINEMATOGRÁFICO 

 No caso de Ratched, é importante que o público conheça o contexto no qual a personagem foi apresentada ao público na década de 70: além de ser uma mulher e uma enfermeira, a vilã representa até hoje o mal encarnado dentro de uma instituição comum, que deveria sempre priorizar a saúde mental dos pacientes que tanto necessitam. 

 Por estes momentos – e também por representar a crueldade silenciosa, vestida de alguém que deveria ser bondosa e disposta a ajudar – Mildred Ratched é até hoje tida como uma das personagens mais emblemáticas do cinema. 

 Além disso, por Um Estranho no Ninho ser um filme de drama e possuir um forte protagonista masculino, é interessante ver que a atuação de Fletcher conquistou uma atenção vindoura do público e do mercado do entretenimento. 

 A série Ratched está aí para provar que o legado desta personagem tão complexa e misteriosa ganhou uma força surpreendente no decorrer dos anos, provando que, por sua natureza tão simbólica, ainda há mais camadas a se explorar.

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

'FUJA': CANCELADO NOS EUA, SUSPENSE VAI ESTREAR NOS CINEMAS BRASILEIROS

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O terror ‘Fuja‘ (Run), estrelado por Sarah Paulson, teve sua estreia cancelada nos cinemas norte-americanos por causa da falta de janela entre os lançamentos após a pandemia
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Assim,lá ele será lançado direto no streaming Hulu.

Mas os fãs brasileiros podem ficar aliviados: a Paris Filmes confirmou que o terror será lançado nos cinemas nacionais, com previsão para 26 de Novembro.

Relembre o trailer:

terça-feira, 4 de agosto de 2020

'RATCHED': SÉRIE PRÉ-SEQUÊNCIA DE 'UM ESTRANHO NO NINHO' GANHA TRAILER E CARTAZES

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Novo projeto de Ryan Murphy para a Netflix é estrelado por Sarah Paulson e Sharon Stone
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Assista:


Na trama, que se passa em 1947, a jovem Mildred Ratched (Sarah Paulson) inciava sua carreira profissional no sistema de saúde mental.

No entanto, com o decorrer dos anos ela passou de uma simples enfermeira para um verdadeiro monstro, realizando uma série de assassinatos.

Confira os cartazes:



No elenco, também veremos Sharon Stone, Cynthia Nixon, Jon Jon Briones, Charlie Carver, Judy Davis, Harriet Harris, Hunter Parrish, Amanda Plummer, Corey Stoll e Finn Wittrock.

Além de estrelar no papel homônimo, Paulson também assume o papel de produtora.

Ratched estreia em 18 de setembro na Netflix.

'AMERICAN HORROR STORIES': SARAH PAULSON TAMBÉM VAI DIRIGIR EPISÓDIOS DA NOVA SÉRIE DE RYAN MURPHY

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Durante uma entrevista ao Deadline, a atriz e diretora Sarah Paulson revelou coisas bastante interessantes sobre ‘American Horror Stories’, spin-off da aclamada e premiada série ‘American Horror Story’
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Quando questionada sobre seu envolvimento na nova série do FX, Paulson foi um tanto quanto evasiva, mas confirmou que estará atrás das câmeras mais uma vez.

“O que posso dizer? Vou dirigir alguma coisa”, ela comentou.

Paulson fez sua estreia como diretora em “Return to Murder House”, sexto episódio de ‘AHS: Apocalypse’ (2018).

A série derivada consistirá em histórias curtas de uma hora, contidas em episódios únicos, em vez de temporadas completas.

A novidade já havia sido antecipada pelo criador Ryan Murphy há algumas semanas.

quarta-feira, 11 de março de 2020

'AMERICAN HORROR STORY': RYAN MURPHY DIVULGA CARTAZ DA TEMPORADA 10

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Elenco trará a estreia de Macaulay Culkin e o retorno de Sarah Paulsion e Evan Peters
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Depois de surpreender o público ao anunciar a entrada de Macaulay Culkin no elenco da décima temporada de American Horror Story, o criador e produtor Ryan Murphy divulgou a primeira imagem do novo ano da atração.

Confira:
Instagram

Após a divulgação da arte acima, as especulações indicam que o tema da décima temporada pode ser sereias, ou mesmo a trama se passando em uma ilha.

Além de Culkin, a nova temporada trará os retornos de Sarah Paulson e Evan Peters, além de Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Adina Porter, Lily Rabe, Angelica Ross e Finn Wittrock.

Ainda não há informações sobre a trama e estreia da nova temporada.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

'AMERICAN HORROR STORY': MACAULAY CULKIN ENTRA PARAO ELENCO DA 10ª TEMPORADA

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O criador Ryan Murphy anunciou a novidade em seu Instagram
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Macaulay Culkin é uma das estrelas que se juntará ao elenco da décima temporada de American Horror Story, série de sucesso criada por Ryan Murphy.

Foi o próprio Murphy quem anunciou a novidade através de um vídeo sombrio postado em seu Instagram. (via Variety)

A prévia anuncia que Kathy BatesSarah Paulson e Evan Peters, já veteranos da atração, voltarão para a nova temporada.

Outros membros do elenco da 10ª temporada incluem Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Adina Porter, Lily Rabe, Angelica Ross e Finn Wittrock.

Ainda não há informações sobre a trama e estreia da nova temporada.

Confira:

sábado, 17 de agosto de 2019

'AMERICAN CRIME STORY': 3ª TEMPORADA ABORDARÁ O ESCÂNDALO ENTRE BILL CLINTON E MÔNICA LEWINSKY

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Beanie Feldstein e Sarah Paulson estão entre as protagonistas de 'Impeachment: American Crime Story', que terá Lewinsky entre as produtoras
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A 3ª temporada da série antológica de Ryan Murphy já tem data de estreia e um time pesado de protagonistas.

Intitulada Impeachment: American Crime Story, a nova temporada vai narrar o escândalo do presidente americano Bill Clinton, que levou a um pedido de impeachment após a explosão do seu caso com Monica Lewinsky.

Com estreia marcada para 27 de setembro de 2020, a trama terá Beanie Feldstein (Fora de Série, Lady Bird) como Monica Lewisnky, Sarah Paulson como a ex-funcioária civil Linda Tripp e Annaleigh Ashford como Paula Jones, ex-funcionária do estado de Arkansas que moveu o processo por assédio sexual contra Clinton.

O histórico de American Crime Story com o escândalo Clinton-Lewinsky é antigo.

Murphy havia anunciado em 2017 que a história seria a 4ª temporada de sua antologia criminal.

À época, a Fox 21 Television Studios e o FX Productions adquiriram os direitos de adaptação do livro "A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President" (em tradução livre: "Uma Vasta Conspiração: O Real Escândalo Sexual que Quase Derrubou um Presidente"), do autor Jeffrey Toobin — cuja outra obra foi a base para a primeira temporada de ACS, a irreparável O Povo contra O.J. Simpson.

Pouco mais de um ano depois do anúncio do projeto, Murphy voltou atrás, explicando que a equipe sairia em busca de outras histórias.

Em entrevista, o produtor justificou:

"Eu disse [a Monica]: 'Ninguém deveria contar a sua história além de você mesma, e é meio grosseiro que outros o queiram. Se você quiser produzir comigo, eu adoraria; mas é você quem deve ser a produtora e é você que deve receber todo o lucro".

À época, a adaptação de Katrina (que inicialmente seria a 2ª temporada, depois passando a ser a 3ª) também caíra completamente por terra.

Monica Lewinsky está oficialmente a bordo como produtora, enquanto Sarah Burgess assina o roteiro e servirá como produtora executiva ao lado do fiel time de Murphy, que conta também com Nina Jacobson, Brad Simpson, Brad Falchuk, Larry Karaszewski, Scott Alexander, Alexis Martin Woodall e Sarah Paulson.

A ideia é que a temporada traga para o centro da história as visões das mulheres envolvidas no processo.

O "Escândalo Clinton-Lewinsky" surgiu por uma suposta relação extra-conjugal do então presidente norte-americano Bill Clinton com Monica Lewisnky, estagiária da Casa Branca.

A investigação que quase levou ao impeachment de Clinton começou quando Paula Jones iniciou um processo por assédio sexual contra o democrata.

Inicialmente recusado por falta de provas, o caso mudou quando Linda Tripp, a quem Lewisnky havia revelado seu relacionamento com o presidente, decidiu intervir.

Quando Lewinsky passou de testemunha do caso de Jones a acusada, depois de tentar convencer Tripp a mentir sobre o que sabia, decidiu entregar as provas que tinha em troca de imunidade — entre estas provas estava o icônico vestido com manchas de sêmen do presidente.

Durante todo o caso, Hillary Clinton ficou ao lado de seu marido, denunciando a investigação como uma "vasta conspiração da direita".

No fim, embora o Congresso tenha votado a favor do processo de impeachmet, o mesmo não foi aprovado pelo Senado, e acabou sendo arquivado pela juíza Susan Webber Wright.

Acima: Beanie Feldstein, Sarah Paulson e Annaleigh Asford; abaixo: Monica Lewinsky, Linda Tripp e Paula Jones - Divulgação

Em entrevista à Vanity Fair, Lewinsky contou:

"Eu estava hesitante, e mais do que um pouco assustada de assinar [o contrato]. Mas depois de um longo jantar com Ryan eu entendi mais claramente como ele está dedicado a dar uma voz aos marginalizados em todo o seu trabalho. Sinto-me privilegiada de trabalhar com ele e outras pessoas talentosas no time, e privilegiada por ter esta oportunidade.

As pessoas têm cooptado e contado minha parte desta história por décadas. De fato, não foi até os últimos anos que fui capaz de retomar completamente a minha narrativa; quase 20 anos depois."

Questionado sobre a possibilidade de a narrativa da série influenciar nas eleições presidenciais de 2020, dada a estreia em setembro, o CEO do FX, John Landgraf, defendeu o lançamento e considerou a preocupação dos jornalistas "histérica":

"Da forma como olhamos para American Crime Story, é uma história revisionista; olhamos para momentos no tempo que envolvem crimes para os quais podemos olhar com mais nuance, mais complexidade através da escrita e personagens. Sinto-me impassível sobre meu orgulho de American Crime Story... há muitas nuances nesta história que as pessoas ainda não conhecem."

sexta-feira, 26 de julho de 2019

'O PINTASSILGO': ANSEL ELGORT PERDE A MÃE EM ATENTADO EM NOVO TRAILER

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A Warner Bros. divulgou o novo trailer do drama
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Confira:


Dirigido por John Crowley, o filme é baseado no livro homônimo escrito por Donna Tartt, que ganhou o prêmio Pulitzer em 2014.

Theodore "Theo" Decker tinha 13 anos quando sua mãe foi morta em um ataque a bomba no Metropolitan Museum of Art.

A tragédia muda o curso de sua vida, enviando-lhe para uma emocionante odisseia de tristeza e culpa, reinvenção e redenção, e até mesmo amor.

Apesar de tudo, ele segura um pedaço de esperança tangível desse dia terrível... uma pintura de um pequeno pássaro acorrentado a seu poleiro - o Pintassilgo.

O Cartaz:

O elenco inclui,além de Ansel Elgort, Oakes Fegley, Aneurin Barnard, Finn Wolfhard, Sarah Paulson, Luke Wilson, Jeffrey Wright e Nicole Kidman.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de outubro.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

'VIDRO': TRILOGIA DE SHYAMALAN FECHA HISTÓRIA ESPETACULAR - E NA HORA CERTA


SINOPSE:

Após a conclusão de Fragmentado (2017), Kevin Crumb (James McAvoy), o homem com 24 personalidades diferentes, passa a ser perseguido por David Dunn (Bruce Willis), o herói de Corpo Fechado (2000).

O jogo de gato e rato entre o homem inquebrável e a Fera é influenciado pela presença de Elijah Price (Samuel L. Jackson), que manipula seus encontros e guarda segredos sobre os dois.

CRÍTICA:

Em 2000, M. Night Shyamalan nos apresentou Corpo Fechado, longa que mergulha no universo dos super-heróis de uma forma discreta e minimalista e que foge dos estereótipos de filmes da temática.

Com Bruce Willis no papel de David Dunn - um pai de família que desenvolve força sobre-humana após sobreviver a um grave acidente de trem - e Samuel L. Jackson como o Sr. Vidro - um homem portador de uma doença óssea que acredita que David é um super-herói - a novidade não teve tanto apelo já que o público parecia esperar um pouco mais da mente criativa do cineasta - que um ano antes tinha estourado miolos com O Sexto Sentido.

Vidro : Foto Bruce Willis
 Bruce Willis retorna como David Dunn - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Disney
Surpreendentemente, Shyamalan retornou dezesseis anos depois com uma sequência não declarada e pouco ligada ao primeiro, Fragmentado, estrelado por James McAvoy, que trazia um ar mais denso e intelectualizado sobre um jovem que possui dezenas de personalidades distintas.

A cena final mostrou que o diretor tinha novos planos para unir os heróis e vilões.

Vidro : Foto James McAvoy
Kevin Crumb (James McAvoy) em cena
Prova disso é que Vidro, encerramento dessa "trilogia surpresa", chega nesta quinta (17) aos cinemas e promete dar aos fãs um belo desfecho do universo particular criado por ele.

No novo longa, David Dunn é dono de uma loja de segurança doméstica e administra o local juntamente com seu filho Joseph (Spencer Treat Clark).

Sua nova missão é capturar Kevin Crumb (James McAvoy) que permanece usando suas inúmeras facetas para sequestrar jovens e deixar que a Fera, seu alter ego mais perigoso, apareça para terminar o trabalho.

Quando são capturados e levados para um hospital psiquiátrico, eles passam a ser supervisionados pela Drª. Ellie Staple (Sarah Paulson), psiquiatra especializada em indivíduos que acreditam possuir super poderes, e que também atende outro importante paciente do local, o Sr. Vidro.

Resultado de imagem para sarah paulson glass movie
 Drª. Ellie Staple (Sarah Paulson) em cena
Antes de mais nada é preciso pontuar a genialidade de Shyamalan ao criar um universo de suspense todo original.

Ao entrelaçar as histórias desses três personagens, ele dá ao público referências sutis que agradam aos mais atentos pelos detalhes dentro de um roteiro complexo.

Sem expor ou entregar de bandeja qual a verdadeira ligação entre os personagens, o filme parece arrastado no primeiro ato, mas deslancha quando a união do trio passa a ter um propósito sólido.

O equilibro no enredo se encontra na descrença de Staple em relação a esses humanos extraordinários e na aptidão de Sr. Vidro ao tentar provar que suas ideias e concepções tiradas de histórias em quadrinhos ambientadas em uma rotina pacata estão certas.

Os conflitos entre certo ou errado não tomam o espaço da trama, já que esta tem mais a nos dizer em detalhes singelos que circulam entre os diálogos e as atitudes dos personagens.

Vidro : Foto Samuel L. Jackson
Samuel L. Jackson retorna como Vidro
Essas pequenas doses de suspense inseridas propositalmente no roteiro entregam que o intuito do filme é prender o espectador às incertezas do verdadeiro propósito desse encontro entre os heróis e vilões.

Em termos de atuação, McAvoy continua espetacular.

Assim como em Fragmentado, o ator surpreende ao inserir as 24 personalidades de Kevin brilhantemente.

Quando encarna a Fera, que possui um grande destaque no desfecho, o ator usa de força física e psíquica de forma brutal e domina a tela.

Jackson revive com genialidade o frágil Elijah Price, mas é importante destacar que a expectativa em vê-lo assumindo o controle pode frustrar, já que ele só abandona seu lado apático na metade do segundo ato.

O mesmo acontece com Willis, que apesar de sua importância para o desfecho e por dar início ao filme, parece um tanto quanto apagado em cena.

Assim, Vidro se mostra como um dos melhores filmes da carreira de Shyamalan e o reafirma como um diretor que gosta de correr riscos quando insere as próprias crenças em seus trabalhos.

Ele encerra a trilogia de forma concisa e com decisões irreversíveis, mas anula o sentimento de melancolia quando nos faz entender que, apesar de sua ambição, seu plano não está em ampliar uma trama que certamente deu adeus na hora certa.

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
VIDRO
Título Original:
GLASS
Gênero:
Mistério
Direção:
M. Night Shyamalan
Elenco:
Adam David Thompson, Anya Taylor-Joy, Aurora Karine, Brian Donahue, Bruce Willis, Charlayne Woodard, Diana Silvers, James McAvoy, Jane Park Smith, Jessica Heller, Kyli Zion, Lory Molino, Luke Kirby, Marisa Brown, Nina Wisner, Rob Yang, Samuel L. Jackson, Sarah Paulson, Shayna Ryan, Spencer Treat Clark, Ursula Triplett
Roteiro:
M. Night Shyamalan
Produção:
Ashwin Rajan, Jason Blum, John Rusk, M. Night Shyamalan, Marc Bienstock
Fotografia:
Mike Gioulakis
Trilha Sonora:
West Dylan Thordson
Montador:
Luke Ciarrocchi, Renaldo Kell
Estúdio:
Blinding Edge Pictures, Blumhouse Productions, Touchstone Pictures, Universal Pictures
Distribuidora:
Disney
Ano de Produção:
2019
Duração: 
117 min.
Estréia (Brasil):
17/01/2019
Classificação Indicativa:
14 anos

COTAÇÃO DO KLAU:

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

'BIRD BOX' - CRÍTICA: PÓS APOCALÍPTICO PODEROSO TEM ATUAÇÃO SOBERBA DE SANDRA BULLOCK


SINOPSE:

Em um mundo pós-apocalíptico, Malorie (Sandra Bullock) e seus filhos precisam chegar em um refúgio para escapar do Problema, criaturas que ao serem vistas fazem pessoas se tornarem extremamente violentas.

De olhos vendados para não serem afetados, a família segue o curso de um rio para chegar à segurança.

CRÍTICA:

As particularidades combinadas dos cinco sentidos do corpo humano são o que fazem com que a nossa percepção do mundo ao redor seja completa.

Não é difícil concordar que a ausência de uma delas promove lacunas na nossa compreensão sobre tudo, mas dimensionar isso na prática é uma experiência totalmente diferente do que simplesmente ter a empatia sobre o assunto.

Abordando a complexidade de uma vida com certas limitações, Bird Box acaba sendo muito mais que um filme pós-apocalíptico.

E embora, erroneamente, seja comparado com Um Lugar Silencioso, sua essência caminha para uma vertente mais distinta.

Muito mais do que enfrentar os desafios do desconhecido em situações adversas, o longa faz uma sensível e profunda reflexão sobre o que nós nos acostumamos a chamar de deficiências.

Crítica | Bird Box: Sandra Bullock em atuação soberba em pós-apocalíptico poderoso
Sandra Bullock em cena do longa - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Netflix
E talvez o erro seja justamente analisar o longa como uma extensão barata de um estrondoso sucesso independente nos cinemas.

A nova produção da Netflix é sim capaz de promover uma tensão palpável, mas também articula uma narrativa que faz uso da nossa própria imaginação, sem mostrar as “criaturas” donas do pavor e do medo, apresentando apenas sua sombra diante do público.

E por fazer jogos mentais com um medo que nasce e mata a partir dos receptores sensoriais, a gigante do streaming também promove uma experiência sinestésica na audiência.

Naturalmente, somos tragados por um contexto tortuoso de um mal que não tem face, mas gera consequências fatais.

Cena do longa
Aqui, uma onda de suicídios é desencadeada a partir de uma manifestação “alienígena”, que cega a lucidez das pessoas, levando-as a cometer atrocidades a si mesmas a partir de estímulos da própria consciência.

Basicamente, é como se traumas ou memórias dolorosas do passado chamassem ao pé do ouvido, provocando uma drástica e explosiva insanidade mental.

Dentro dessa premissa, Sandra Bullock divide parte do seu tempo cercada por sobreviventes enclausurados em uma quase mini sociedade e rodeada pelas claras águas de um rio sem fim.

Com uma narrativa que se desenvolve com sua cronologia entrelaçada, início e meio se misturam, desenhando um roteiro que mais diz respeito à sobrevivência humana do que a um mal aterrorizante em si.

E é aí que está a má compreensão: achar que o longa é um conto pós-apocalíptico sobre criaturas sombrias e misteriosas.

O cerne da produção, de fato, reside no próprio homem, nas durezas e dores que carrega, nas mentiras que esconde e em suas respostas sensoriais ao mundo.

E nesta espiral psicológica, Mallorie (Bullock) é forçada a descobrir novos sentidos e a aflorar aqueles que já possui, levando uma vida em plena escuridão, não importa quão claro esteja o dia.

Esse contraste entre o físico e a psique humana produzem um drama encantador, que desafia nossa percepção sobre o que seria, genuinamente, a cegueira.

Explorando - inicialmente - apenas a ausência da vista, o longa cresce vertiginosamente, trazendo uma tensão sufocante consigo, que explode em uma das atuações mais profundas de Sandra Bullock.

Intensa, a vencedora do Oscar entrega uma atuação que chega ao seu pico mais caótico, tamanha fragilidade.

Cena do longa
Com seus movimentos limitados por uma cegueira temporária, ela tenta tatear no escuro em busca de sobrevivência, à medida que descobre uma maternidade às avessas, em virtude do contexto social vigente.

Profunda e dolorosa, é notável o quão delicada e real foi sua entrega, que atinge o seu ápice em uma declaração desesperada em um bosque com árvores altas, cercada pelo verde que não se pode ver e por uma enorme exaustão de uma vida vivida pela metade.

Um dos momentos mais poderosos do filme, ele também é um sensível grito de socorro pela solidão que a vida se tornara sem a visão.

Com uma fotografia que tem seus pontos altos nas paisagens naturais por onde o rio e a correnteza passam, o filme se concentra em seus personagens, fazendo com que toda a trama parta e gire em torno deles.

Bem mais que um conto apocalíptico sobre o fim do mundo, o filme de Susanne Bier é mais um relato emocional sobre a consciência humana mediante as circunstâncias mais adversas.

E fazendo do seu fim uma surpresa agradável e imprevisível, a produção se encerra de maneira extremamente simbólica e representativa.

Sem dizer muito, os minutos finais coroam o longa como um conto avassalador sobre a vida, muito além do que os olhos podem ver.

Filmaço.

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
BIRD BOX
Título Original:
Bird Box
Gênero:
Terror, Suspense
Direção:
Susanne Bier
Elenco:
Sandra Bullock, Trevante Rhodes, Sarah Paulson e outros
Roteiro:
Eric Heisserer
Trilha Sonora:
Trent Reznor, Atticus Ross
Produção:
Scott Stuber, Chris Morgan, Barbara Muschietti, Dylan Clark
Diretor de fotografia:
Salvatore Totino
Diretora de elenco:
Jina Jay, Mary Vernieu
Distribuição internacional:
Universal Pictures
Produção:
Bluegrass Films, Universal Pictures
Distribuidor brasileiro:
Netflix
Nacionalidade:
EUA
Duração:
1h 57min
Classificação Indicativa:
16 anos

COTAÇÃO DO KLAU: