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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

'TITANS': CRÍTICA DA 1ª TEMPORADA: SÉRIE DEVERIA FOCAR NOS JOVENS HERÓIS, MAS 'DR' ENTRE ROBIN E BATMAN OCUPA A MAIOR PARTE DO TEMPO


SINOPSE:

Titans gira em torno de um grupo de jovens aspirantes a heróis do universo da DC Comics.

Dick Grayson, provavelmente mais conhecido pelo seu alter-ego 'Robin', é o protagonista, que sai das sombras de Batman para se tornar o Nightwing, ou Asa Noturna, líder de um grupo de novos heróis que inclui Estelar, Ravena, Mutano e muitos outros.

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Da esquerda para a direita: Mutano (Ryan Potter), Ravena (Teagan Croft), Robin (Brenton Thwaites) e Estelar (Anna Diop) - Fotos dessa postagem: Divulgação/Netflix
CRÍTICA:
Titans não tinha uma tarefa fácil pela frente. 

Como qualquer adaptação, precisava agradar aos fãs dos personagens originais e, ao mesmo tempo, conquistar um novo público

Mas, principalmente, ser o "show de abertura" do serviço de streaming da DC, o DC Universe, antes de chegar à Netflix mundialmente.

E desde o primeiro "Fuck Batman!" dito por Dick Grayson (Brenton Thwaites) no trailer, prometia investir num lado obscuro, algo bem diferente das coloridas séries do 'Arrowverse' na CW e outras séries onde seus personagens aparecem, como no infantil Jovens Titãs e na adolescente Justiça Jovem.

Num modo geral, o resultado até surpreendeu, mesmo sem ser perfeito.

Apesar de ser descrita como uma série live-action de Os Jovens Titãs, a trama em si é focada no relacionamento entre Dick e Rachel (Teagan Croft), que conhecemos como Robin e Ravena.

Ele está fugindo do seu passado em Gotham City e agora atua como policial detetive em Detroit.

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Brenton Thwaites) é Dick Grayson/Robin
Já a jovem possui um poder que não consegue compreender, sendo caçada por organizações misteriosas.

Ambos precisam lidar com a escuridão dentro de si e constroem um laço que questiona o significado de família.

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Teagan Croft é Rachel/Ravena
O problema é que os outros membros importantes do grupo de heróis são esquecidos, mesmo tendo grande potencial.

Kory/Estelar (Anna Diop) ainda tem bons momentos de destaque, mas Gar/Mutano (Ryan Potter) é apenas um coadjuvante de luxo.

O foco na mitologia de Ravena é acertada - a origem mágica da personagem é responsável por um dos melhores arcos dos Titãs - e a escolha de apresentar a personagem inexperiente é ousada, funcionando bastante no início da temporada.

Só que a enrolação para dar explicações ao público e a constante inocência de Rachel irrita o espectador e prende o desenvolvimento da história.

Anna Diop é Kory/Estelar
Mas o grande problema da série é que tudo fira em torno do ex-Robin.

Brenton até traz uma boa performance, mas questão é que boa parte da primeira temporada é focada no personagem, ficando evidente a intenção dos produtores de tentar explorar a figura do Batman o máximo de tempo possível, a fim de agradar os fãs — mesmo sem escalar um ator para viver Bruce Wayne, a fim de não atrapalhar qualquer rumo que o Homem-Morcego tenha nas telonas com o Universo Estendido DC.

Em vez de conhecer mais sobre Kory e Gar, o público fica preso numa série de flashbacks desnecessários, que não acrescentam muito para a narrativa.

Isso sem falar que todos os personagens relacionados ao universo de Dick Grayson são mais interessantes que o próprio vigilante/detetive.

Hank (Alan Ritchson) e Dawn (Minka Kelly) são apresentados logo no início, mas só ganham profundidade na reta final, quando ganham um episódio solo que somente existe para aumentar o suspense de um cliffhanger envolvendo Kory.

E, mesmo assim, o capítulo da dupla surpreende - os dois são os mais experientes do elenco e nos dão as melhores cenas da primeira temporada.

Ravena e Columba - à direita: melhor da série
Chegando quase aos 45 minutos do segundo tempo, Donna Troy (Conor Leslie), a Garota Maravilha, é pura simpatia, elegância e empoderamento, deixando o espectador na torcida por mais cenas dela.

Até a breve participação do novo Robin, Jason Todd (Curran Walters) traz algo novo.

Mas o principal defeito da série é o seu ritmo - ou a falta dele, já que a narrativa central vive sendo cortada para inserir novos personagens ou fazer curvas desnecessárias.

Após o já citado arco de Rapina e Columba, o mistério de Kory (uma das protagonistas, vale ressaltar) só é esclarecido no penúltimo capítulo.

A origem de Gar é contada em apenas uma cena, enquanto o resto de "seu episódio" só serve para dar um pontapé no spin-off de Patrulha do Destino.

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Mutano é coadjuvante de luxo
Assim, o que prometia ser uma aventura bacana se perde com exageros de fan service e ferramentas antiquadas para manter a atenção do público.

Felizmente, a série acerta ao não compartilhar o clima feliz do 'Arrowverse', se aproximando mais de Gotham nesse sentido.

A proibição para menores de idade permite incríveis e brutais sequências de ação, muito sangue espirrando, além de alguns palavrões aleatórios, mas não é muito utilizada em cenas de sexo, curiosamente.

O resultado culmina num novo e interessante estilo para o gênero de heróis na TV.

Sobre o elenco: Brenton Thwaites se esforça para carregar a trama, mas é Anna Diop quem rouba todas as cenas, construindo uma Estelar divertida, hipnotizante e poderosa — resultado ainda mais gratificante ao lembrarmos como a jovem atriz foi vítima de comentários racistas ao ser escalada como a heroína, mas acabou se tornando a melhor personagem da atração.

Croft fica presa numa personagem que não evolui, enquanto Potter traz bom alívio cômico no pouco tempo que possui em tela.

No tocante aos coadjuvantes, fica a aqui a torcida para Conor Leslie ser promovida ao elenco regular, pois até um um spin-off sobre Donna Troy seria muito bem vindo.

 Conor Leslie é Donna Troy/Moça Maravilha
Pena que a temporada termine com um episódio bem fraco e completamente aleatório, puramente focado em fan service e o anticlímax acaba por diminuir expectativas para o segundo ano.

Se você é apaixonado por histórias de heróis, Titans é uma boa pedida.

Não é perfeita, mas traz algo diferente para um público cercado por tantas histórias do gênero.

Só faltou ser realmente centralizada nos Jovens Titãs, ao invés de ser uma espécia de 'DR' violento entre Batman e Robin.

A segunda temporada já foi confirmada.

RELEMBRE O TRAILER DA PRIMEIRA TEMPORADA:


FICHA TÉCNICA:
TITANS
Status:
Em Produção
Gênero:
Fantasia, Ação
Duração dos Episódios:
60 min.
Nacionalidade:
EUA
Direção:
Greg Walker (II), Greg Berlanti, Akiva Goldsman
Elenco Principal:
Brenton Thwaites, Anna Diop, Teagan Croft, Ryan Potter, Alan Ritchson, Minka Kelly, Conor Leslie, Curran Walters
Produção:
Warner Bros. Television
Exibição nos EUA:
DC Universe
Exibição fora dos EUA:
Netflix

COTAÇÃO DO KLAU:

sábado, 3 de fevereiro de 2018

'TITANS'; NOVA SÉRIE LIVE ACTION PODE TER UM GRANDE VILÃO DO UNIVERSO BATMAN

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Uma chamada de elenco para a série de TV em live-action de ‘Novos Titãs’ pode ter revelado a presença de um vilão do universo Batman
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“Homem, entre 40 e 50 anos, do Oriente Médio, Latino ou Indiano. Procurando um jovem do tipo Richard Attenborough. Destemido, manipulador, com alta inteligência. Possível convidado recorrente, procurando faces reconhecíveis”.

Pela descrição, a produção procura um ator para interpretar nada menos que o mega vilão Ra’s Al Ghul, que no cinema foi interpretado por Liam Neeson, em ‘Batman Begins’, além de já ter aparecido nas séries 'Gotham' e 'Arrow'.

Ra’s Al Ghul nas HQs - DC Comics
Outras chamadas de elenco confirmam a heroína Solstício, que possui a habilidade de gerar e criar construções de luz:

“Monica Saini: Mulher, entre 20 e 30 anos. Indiana. Tem a mentalidade de uma sobrevivente e as cicatrizes para acompanhar. Abalada e um pouco incomum. Orfã. Pouco dialogo em sua primeira aparição. Deve ser familiar com Hindi. Possível atriz recorrente”.

O vilão Trigon também pode fazer uma aparição na série:

“Homem, de 30 a 40 anos, caucasiano. Carismático. Um líder de culto determinado a reunir sua família. Papel central no fim da temporada. Convidado especial recorrente”.

Alan Ritchson e Minka Kelly já apareceram em imagem com seus uniformes de Rapina e Columba.

Veja:
Warner

Por sua vez, o líder da equipe, Robin, também já teve o seu visual revelado, graças ao ator Brenton Thwaites, que dará vida ao jovem prodígio na série e que postou imagens no seu Instagram.

Relembre:


Instagram do Ator

A equipe surgiu pela primeira vez em 1964 nas HQs da DC Comics, como uma equipe de jovens heróis auxiliares dos grandes, ainda com o nome de 'Turma Titã'.

A série, prevista para estrear ainda em 2018 no novo serviço de streaming que a Warner lançará, reunirá os justiceiros Robin (Brenton Thwaites), Estelar (Anna Diop), Mutano (Ryan Potter), Ravena (Teagan Croft) e a dupla Columba (Minka Kelly) e Rapina (Alan Ritchson).

O programa é de autoria de Greg Berlanti, produtor de ‘Arrow’, ‘The Flash’, ‘Supergirl’ e ‘Legends of Tomorrow’.

Lindsey Gort também está no elenco.

A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto.

domingo, 1 de outubro de 2017

'TITÃS': ATRIZ SE UNE AO ELENCO COMO POLICIAL PARCEIRA DE DICK GRAYSON

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E o elenco da nova série live action da DC/Warner continua sendo formado
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A mais nova adição ao elenco de 'Titãs' é uma aliada de  Dick Grayson que não é uma super-heroína.

Após Brenton Thwaites ter sido anunciado como o Dick Grayson da série, chegou a vez de conhecermos sua parceira, a detetive Amy Rohrbach, uma das poucas policiais honestas de Bludhaven.

Segundo a TV Line, Rohrbach será interpretada por Lindsey Gort (Baby Daddy) e ainda não sabemos muito sobre sua função na trama da série.

A atriz Lindsey Gort e sua personagem nos quadrinhos, a detetive Amy Rohrbach - TV Line

O elenco da série live action de um dos grupos mais legais da DC Comics já conta com Anna Diop como Estelar, Teagan Croft como Ravena, Alan Ritchson como Columba e Minka Kelly como Rapina.

'Titãs' será exibida exclusivamente em uma nova plataforma de streaming que a DC e a Warner estão criando e será lançada em 2018.

quinta-feira, 24 de março de 2011

A SEMANA NA TV

A primeira foto de Adrianne Palicki como a nova Mulher-Maravilha; "Sobrenatural" volta à telinha do SBT em abril; Alexandre Borges fala do sucesso de Jaques Leclair; nova série de "As Panteras" já começou a ser filmada; Hugh Laurie deixa um pouco o Dr. House de lado e investe como músico de blues.

É o resumo de notícias das telinhas dessa semana, que você acompanha agora:


MULHER-MARAVILHA: PRIMEIRA FOTO

Nesta semana, o site Entertainment Weekly divulgou a primeira foto da atriz Adrianne Palicki como a nova Mulher-Maravilha.

Entertainment WeeklyAdrianne Palicki, como a nova Mulher-Maravilha

A série dos anos 70 terá um remake, e também será produzida por David E. Kelley, o mesmo de "Boston Legal" e "Ally McBeal".

A versão atual da super-heroína tem também um look diferenciado: ela abandonou o shortinho azul e as botas vermelhas e aparece de calça colante e botas do mesmo tom.

Seu novo uniforme fica parecendo assim um mix do antigo e do novo da amazona nas Hqs.

Arquivos do KlauA amazona, e seu novo uniforme das HQs

A atualização conta a história de Diana Prince, uma combatente do crime que mora em Los Angeles, e também é presidente das Indústrias Themyscyra - na versão dos anos 70, Diana era secretária de um militar - no primeiro ano - e uma agente secreta - na segunda e terceira temporadas.

A atriz Lynda Carter, que interpretou a amazona na série dos anos 70, disse em entrevista ao site Hollywood Reporter que aprovou o visual de Adrianne Palicki.

Arquivos do KlauLynda Carter e o uniforme clássico da amazona

"O que há para não gostar? Adrianne está maravilhosa e estou muito ansiosa para ver a nova série de David E. Kelley",
disse Carter.

Lynda contou ainda que tem discutido com Kelley uma possível participação especial na série - o que levou seus fãs de carteirinha - eu incluso - a especularem que ela interpretaria a rainha Hypolita, mãe da Princesa Diana que, saindo da ilha de Themyscyra, se mostra ao mundo como a Mulher-Maravilha.

Assim que foi divulgado, o novo figurino da heroína gerou controvérsias por ter botas azuis ao invés de vermelhas, e por cobrir muito o corpo da atriz.

Mas a tiara, os braceletes, o laço da verdade e os peitões estão lá!

Aguardando ansiosamente!


"AS PANTERAS" TAMBÉM TERÁ UM REMAKE

A clássica série "As Panteras" (1976-1981) vai ganhar uma nova versão para a televisão.

Nesta semana, as integrantes do elenco do remake foram fotografadas, enquanto filmavam cenas do episódio piloto em Miami.

As escolhidas para o remake são Rachael Taylor - a Lucy Fields de "Grey's Anatomy" -, Minka Kelly - a Lyla Garrity de "Friday Night Lights" - e Annie Ilonzeh - a Maya Ward de "General Hospital".

Minka já foi escolhida a mulher mais sexy do mundo pela revista "Esquirre".

Grosby GroupDe esq. para dir., Rachael Taylor, Minka Kelly e Annie Ilonzeh, as integrantes da nova versão de "As Panteras"

Além delas, estão confirmados no elenco a lenda Robert Wagner - de "Casal 20" -, que fará a voz de Charlie, e Ramón Rodríguez, no papel de Bosley.

A história vai se passar na atualidade, e trará as três protagonistas como ex-criminosas que são convocadas para atuar em missões perigosas.

A produção é da atriz Drew Barrymore, que foi uma das "panteras" nos filmes de 2000 e 2003.


"SOBRENATURAL", DE VOLTA NO SBT

Nessa semana, a diretora de programação do SBT, Daniela Beyrutti - filha do seu Silvio - confirmou no Twitter que a série “Sobrenatural” voltará à grade do SBT no dia 16 de abril, às 21h30, sempre com episódios inéditos.

Arquivos do KlauJared Padalecki e Jensen Ackles interpretam os irmãos Sam e Dean Winchester, em "Sobrenatural"

Sendo exibida sempre aos sábados, e antes da balada, a nova temporada tem tudo para ser uma campeã de audiência da mulekada.

Boa, Dani!


ALEXANDRE BORGES: "JAQUES LECLAIR MUDOU A MINHA VIDA"

Alexandre Borges
completou, no último dia 23, 45 anos de idade, e acaba de interpretar o divertido Jacques Leclair, na novela "Ti-Ti-Ti".

Nessa entrevista, além de fazer um balanço de sua carreira de ator – que completa 26 anos em maio –, o marido da atriz Júlia Lemmertz falou sobre paternidade, casamento e até a fama de galã.

“Até hoje, começo um trabalho como se fosse o primeiro”, contou Alexandre, acrescentando que se considera outra pessoa depois de interpretar o exagerado estilista da novela de Maria Adelaide Amaral.

“O Jacques Leclair mudou a minha vida, foi um presente de Deus. Depois dele, me sinto mais maduro, mais tranquilo em relação a minha profissão. Sou muito grato a Maria Adelaide Amaral”, confessa.

Divulgação/TV Globo
Alexandre Borges, como o Jaques Leclair de "TiTiTi"

O que mudou do Alexandre Borges que saiu aos 19 anos de Santos para fazer teatro em São Paulo para o Alexandre Borges de hoje, protagonista da novela das sete da Globo?

Não mudou muito. Pelo menos no sentido de continuar querendo as mesmas coisas daquela época. A minha motivação sempre foi entender esse mistério que é a criação artística, o que é ser um ator, as coisas que você pode comunicar, a profundidade dos personagens. Esse mistério até hoje está dentro de mim. Até hoje, começo um trabalho como se fosse o primeiro. Continuo achando importante divertir, entreter, emocionar as pessoas. Quando fecho os olhos e me lembro subindo a serra de Santos na incerteza, sem saber o que seria de mim como ator, penso que valeu a pena. Essa profissão só me trouxe alegrias. Sempre tive a sorte de estar no lugar certo, na hora certa. Vejo tanta gente dedicada e talentosa que não teve a mesma chance que tive. Continuo com o mesmo frescor e a mesma vontade de desvendar cada vez mais esse mundo mágico da arte. A única diferença é que hoje estou mais maduro, já sou pai...

Você fala com muito carinho do Miguel [filho de Alexandre com a atriz Júlia Lemmertz]. O que mudou na sua vida depois do nascimento dele, há 10 anos?

Tudo melhorou muito. Tudo se tornou amor incondicional. É um amor tão diferente, tão intenso e, ao mesmo tempo, sem cobranças. Saber que o Miguel é meu filho, mas também é o neto, o bisneto, o sobrinho, o cara que juntou características de tanta gente da família, não só minhas e da Júlia. Não tem preço a pureza, a alegria de você chegar em casa e os problemas desaparecerem quando você vê o seu filho.

Seu casamento com a Júlia [Lemmertz] é tido como exemplo no meio artístico, vocês estão juntos há quase 18 anos e já declararam publicamente o amor que sentem um pelo outro. Qual é o segredo dessa relação?

Sempre admirei muito a Júlia. Acompanho o trabalho dela desde que era adolescente. É um amor que vem junto com respeito, com uma torcida muito grande de um pelo outro. Perguntam muito como lido com o ciúme. É lógico que às vezes vejo uma cena de beijo da Júlia e sinto um friozinho na barriga. Mas torço tanto por ela e sei o quanto ela é tão querida por todos, que passa. É um pouco por aí. A Júlia é a mulher que meu deu meu filho lindo, minha enteada, a Luiza, enfim, é a mulher que sempre admirei.

Como você lida com a fama de galã?

Acaba sendo um estímulo para me cuidar [risos]. Tenho 45 anos, não sou mais um garoto. Quero envelhecer bem e, ao mesmo tempo, me manter saudável.

O que faz para manter a forma?

Pratico caratê. Me ajuda na concentração, no equilíbrio, na forma física. Mas, por causa das gravações da novela, dei uma parada. Já tinha praticado na adolescência e resolvi voltar a fazer. Achei uma turma muito legal, em Ipanema [zona sul do Rio], com médicos, professores, gente de várias profissões. É um ambiente muito diversificado. Serviu para me colocar em contato com outros meios, outras pessoas.


"DR. HOUSE" LANÇA PRIMEIRO CD

O ator britânico Hugh Laurie - mais conhecido por seu papel como o médico House na célebre série de televisão de mesmo nome - decidiu investir em sua faceta musical, com a gravação de um álbum que chegará às lojas em maio, segundo anunciou nesta quinta-feira (24) sua gravadora.

Reprodução/youtube.com/hughlauriebluesHugh Laurie durante gravação de seu disco "Let Them Talk" (março/2011)

Em sintonia com as conhecidas expressões do personagem que o fez famoso no mundo todo, o CD terá como título "Let Them Talk" e contará com 15 versões de clássicos do blues, de artistas como Ray Charles, Robert Johnson, Memphis Slim, Lead Belly, Professor Longhair e Jelly Roll Morton.

Sua relação com a música - que segundo a Warner Music remonta "há muitos anos atrás" - foi duplamente refletida no trabalho, já que o ator também toca piano no álbum, que contou com as colaborações de Irma Thomas, Tom Jones e Allen Toussaint, e foi produzido por Joe Henry.

Em algumas cenas de "House", Laurie já tocou violão, guitarra e piano.

Para ajudar na divulgação, a gravadora divulgou também um making of com os bastidores da produção do CD na internet.

Confira:


Hugh Laurie tem contrato para mais duas temporadas de "House", mas o criador da série, David Shore, disse na semana passada ao participar de evento aqui no Brasil que a série já dá sinais de esgotamento.

Com agências internacionais, Warner, YouTube e UOL

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