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segunda-feira, 9 de março de 2020

R.I.P: MAX VON SYDOW, UM DOS MAIS SENSACIONAIS ATORES DE TODOS OS TEMPOS

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Ator sueco, que morreu neste domingo (8), aos 90 anos, estrelou mais de 100 filmes e séries de TV
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Max Von Sydow, ator sueco de mais de 100 filmes e séries de TV, morreu neste domingo (8), aos 90 anos.

O anúncio da morte foi feito por sua família e a causa não foi informada.

Von Sydow estrelou filmes como "O Exorcista", "Ilha do Medo", "007 - Nunca Mais Outra Vez", "Hannah e suas irmãs" e "Minority Report - A Nova Lei".

Imortalizado em uma partida de xadrez contra a Morte em "O Sétimo Selo", dirigido pelo também sueco Ingmar Bergman (1918-2007), Max trabalhou com grandes diretores de Hollywood. 

Também esteve recentemente na série "Game of Thrones".

A imagem pode conter: 1 pessoa, sentado, nuvem, mesa e atividades ao ar livre
Em cena de 'O Sétimo Selo' — Divulgação

Nascido em Lund, na Suécia, com o nome Carl Adolf von Sydow, 
ele era filho de Carl Wilhelm, professor de etnologia, e Greta, professora. 

Depois de terminar o ensino médio, matriculou-se na Escola Real de Artes Dramáticas de Estocolmo e a partir daí, ficou conhecido pelo talento e pela versatilidade de seus papéis.

Parceiro de Bergman
Ao longo de seus 65 anos de carreira, atuou em 11 filmes dirigidos de Bergman. 

Entre seus trabalhos mais recentes estão a dublagem do personagem Klaus Ziegler em "Os Simpsons", em 2014.

Em 2015, participou novamente de uma grande produção, "O Despertar da Força", sétimo episódio da saga "Star Wars".

Woody Allen, John Huston, Sydney Pollack, Bertrand Tavernier, David Lynch, Andrei Konchalovsky, Wim Wenders e Ridley Scott foram outros diretores que trabalharam com ele.

Em 'O Exorcista', de 1973  - Warner Brothers/Divulgação

Além de clássicos, também esteve em filmes mais leves e despretensiosos como "Flash Gordon" (1980) e "Conan, o Bárbaro" (1982).

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Em "Flash Gordon" (1980), Von Sydow deu vida ao vilão, Imperador Ming - Fox - Divulgação

Sydow também deu vida a outro icônico vilão: Blofeld, em 007 - Nunca Mais Outra Vez, de 1983.

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Como Blofeld, um dos maiores vilões de 007, em 1983 - Warner Bros. - Divulgação
Sydow foi indicado apenas duas vezes ao Oscar: por seu papel em "Pelle, o Conquistador" (1987), de Bille August, e como coadjuvante no filme do inglês Stephen Daldry, "Tão forte e tão perto" (2011).

Ele explicou a falta de reconhecimento para o jornal sueco "Aftonbladet": "Aos atores que tiveram algum sucesso, sempre são oferecidos o mesmo tipo de papéis, e eu sofri com isso".

Sydow era casado com Catherine Brelet desde 1997.



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

'TÃO FORTE E TÃO PERTO" TEM ELENCO NOTÁVEL, ABORDA UMA FERIDA AMERICANA, MAS TRAMA SE PERDE PELO CAMINHO


A tragédia das Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001 é ainda um tema difícil de ser digerido pelos americanos.

Tanto que, passados quase onze anos do atentado terrorista que pôs os EUA de joelhos perante à Al Kaeda, muito poucos filmes ou séries foram produzidos por Hollywood tendo os atentados, ou como pano de fundo, ou como trama principal.

Que eu me lembre, a trama da série CSI:NY começa com os atentados e com o protagonista Mac Taylor - vivido por Gary Sinise - perdendo sua mulher nas torres gêmeas, e só.

Precisou um diretor do calibre do inglês Stephen Daldry para enfiar o dedo na ferida ainda não cicatrizada da alma americana e fazer o drama "Tão Forte e Tão Perto" - que tem duas indicações ao Oscar 2012: melhor filme e melhor ator coadjuvante, para a lenda Max von Sydow.
Divulgação
Tom Hanks e Sandra Bullock, em cena do filme

Aqui, acompanhamos a jornada de Oskar - Thomas Horn - um menino de 11 anos que sofre com a morte do pai - Tom Hanks, maravilhoso em uma ponta - no World Trade Center.

Linda - Sandra Bullock -, sua mãe, tenta mas não consegue comunicar-se com Oskar, e ele nem sabe o quanto a magoa por essa indiferença emocional, pois é como se o menino não aceitasse o fato de ter sido ela a sobrevivente - não o pai, que era totalmente devotado a dele, criando brincadeiras e tarefas criativas para a mente inquieta de Oskar, que pode ter a síndrome de Asperger, um distúrbio que afeta sua socialização.

Para lidar com a dor da perda do pai, Oskar primeiro cria uma espécie de oratório em sua homenagem e onde ouvimos uma gravação na secretária eletrônica que registrou as últimas ligações do pai quando ele já estava preso no World Trade Center em chamas - e que ele escondeu da mãe.
Divulgação
Thomas Horn e Tom Hanks, em cena do filme

Depois, desenvolve uma complexa estratégia para descobrir para que, afinal, serve uma misteriosa chave encontrada no armário do pai,num pequeno envelope, em que estava escrita a palavra "Black".

A partir daí, Oskar decide partir em uma busca pela cidade de Nova York - na lista telefônica, encontrou 472 pessoas com o sobrenome Black, que passa a procurar - sem nada informar à mãe, que aparentemente nada sabe.

O plano do garoto é bem arriscado, pelo tamanho da tarefa e por cruzar a cidade a pé, sem usar transporte público, em busca dos Blacks.

Já na primeira visita,ele encontra Abby Black - Viola Davis, de "Histórias Cruzadas" - e ela, apesar de estar sendo abandonada pelo marido, William - Jeffrey Wright - naquele momento, atende o menino mas não tem nenhuma informação sobre a chave.

A busca prossegue e, enquanto Oskar percorre toda a cidade sem ser tocado por qualquer perigo, nem propriamente maltratado por ninguém, ele ganha um companheiro de investigação, um misterioso inquilino de sua avó, interpretado pela lenda das telonas Max von Sydow.
Divulgação
Max von Sydow e Thomas Horn, em cena do filme

O velho, sabe-se lá por quê, não fala, comunica-se por escrito e especialmente pelas mãos, numa das quais já escreveu "sim" e na outra, "não" - que é pra facilitar sua vida.

Pena que, do modo como foi escrito, o roteiro vai perdendo o foco, a busca de Oskar começa a ser improvável cada vez mais e o drama real e profundo da desestruturação desta família por uma tragédia absurda, que atingiu milhares de outras em Nova York, se perde.

Não dá para acreditar, por exemplo, na passividade da mãe em aceitar que Oskar se arrisque pelas ruas de Nova York à procura de estranhos - um detalhe mais adiante explica algo sobre essa atitude dela e com certeza se poderia ter suspeitado disso antes, mas a explicação chega de forma tardia à trama.

Assim, o que prometia ser uma jornada emocionante perdeu-se pelo caminho, apesar do inegável talento de todos do elenco.

Confira o trailer do filme:
*****
"TÃO FORTE E TÃO PERTO"
Título original:
Extremely Loud and Incredibly Close
Diretor:
Stephen Daldry
Elenco:
Tom Hanks, Sandra Bullock, John Goodman, Max von Sydow, James Gandolfini, Jeffrey Wright, Thomas Horn, Adrian Martinez, Zoe Caldwell, Gina Varvaro
Produção:
Scott Rudin
Roteiro:
Eric Roth
Fotografia:
Chris Menges
Trilha Sonora:
Nico Muhly
Duração:
129 min.
Ano:
2011
País:
EUA
Gênero:
Drama
Cor:
Colorido
Distribuidora:
Warner Bros.
Estúdio:
Paramount Pictures/ Warner Bros./ Scott Rudin Productions
Classificação:
12 anos
Cotação do Klau:

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

OSCAR: CONFIRA 40 CURIOSIDADES DA PREMIAÇÃO


No próximo domingo (26) acontece, em Hollywood, a 84º edição do Academy Award, e para relembrar os fatos curiosos da premiação o site "Vírgula" publicou um especial com as 40 curiosidades sobre os filmes que passaram pelo tapete vermelho - eu só dei uma melhorada, contei melhor as histórias e coloquei as fotos.

Vamos ver? 

1*
Apenas três filmes até hoje já levaram os chamados “Big Five”: filme, diretor, roteiro, ator e atriz.

Imagens: Arquivos do Klau, IMdB, Warner Bros., Fox Film, Columbia Pictures e Oscar.org
O Pôster de Um Estranho no Ninho (1975)

São eles: Aconteceu Naquela Noite (1934), Um Estranho no Ninho (1975) e O Silêncio dos Inocentes (1991).
2*
O único filme produzido fora dos Estados Unidos ou Inglaterra a ganhar o Oscar de melhor filme  foi o chinês/italiano "O Último Imperador" (1987), de Bernardo Bertolucci.

 "O Último Imperador" (1987)
3*
Caso leve o prêmio principal, "O Artista" também vai repetir um feito que até hoje pertence apenas a "Asas" (1927), o primeiro filme sem diálogos a levar essa categoria na história do Oscar, em 1929.

"O Artista"  (2011)
4*
Os maiores vencedores da história do Oscar são três filmes que conquistaram 11 estatuetas cada: "Ben-Hur" (1959), "Titanic" (1997) e "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei" (2003).

 "Ben-Hur" (1959)
5*
No ano em que "Ben-Hur"  levou (quase) tudo, o Oscar tinha 15 categorias e ele era candidato em 14 delas.

"Titanic" 
Já na época de "Titanic" e "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei" existiam 17 categorias, sendo que o primeiro tinha 12 indicações e o segundo 11.

6*
"Momento de Decisão" (1977) e "A Cor Púrpura" (1985) são os maiores perdedores da história do Academy Awards  - ambos tiveram 11 indicações cada e não levaram absolutamente nada.

"A Cor Púrpura" (1985) 
7*
O primeiro prêmio de atuação para um artista em um filme estrangeiro veio em 1960, quando a Diva italiana Sophia Loren levou a estatueta dourada de melhor atriz por "Duas Mulheres".

Sophia Loren, em cena de "Duas Mulheres"

8*
Em 1964, todos os prêmios de atuação foram entregues a não-americanos: os ingleses Rex Harrison ("Minha Bela Dama"), Peter Ustinov ("Topkapi") e  Dame Julie Andrews ("Mary Poppins") e a russa Lila Kedrova ("Zorba, o Grego").

Dame Julie Andrews, em cena de "Mary Poppins"

9*
Meryl Streep é a campeã absoluta de indicações nas categorias de atuação.
Com "A Dama de Ferro", ela chegou à sua 17ª nominação e já está duas à frente da até então recordista, Katherine Hepburn.

Meryl Streep em "A Dama de Ferro"
10*
Entre os homens, o recordista é Jack Nicholson, que teve 12 indicações e ganhou três vezes - por "Um Estranho no Ninho" (1975), "Laços de Ternura" (1983) e "Melhor é Impossível" (1997).

Jack Nicholson, em cena de "Melhor é Impossível"
11*
A campeã de vitórias é Katharine Hepburn.
Entre suas doze indicações – todas para melhor atriz – em quatro levou estatuetas douradas para casa.

A lenda Katherine Hepburn

12*
Já a maior estante para guardar os prêmios deve ser na casa de Walt Disney.
Com 22 prêmios competitivos e quatro honorários, ele permanece o recordista no número de Oscars para uma única pessoa.

Walt Disney

13*
Caso o Oscar de melhor ator coadjuvante vá para Max von Sydow - de "Tão Forte e Tão Perto" - ou Christopher Plummer - de "Toda Forma de Amor" - será batido o recorde de artista mais velho a receber um prêmio por sua atuação.

O ator Max von Sydow
14*
Se forem considerados prêmios honorários, a atriz mais velha a levar um Oscar foi Myrna Loy - aos 85 anos, em 1990.

Myrna Loy
15*
Ninguém foi mais indicado na categoria melhor roteiro até hoje do que Woody Allen, lembrado pela 15ª vez no Oscar 2012 graças a "Meia-Noite em Paris".
Mas ele só ganhou dois: por "Annie Hall – Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977) e "Hannah e Suas Irmãs" (1986).

Woody Allen

16*
Apesar de  ter recebido nove indicações, "A Noite dos Desesperados" (1969) não foi lembrado para categoria de melhor filme - nenhum outro teve tantas nominações sem participar dessa categoria.

 "A Noite dos Desesperados" (1969)
17*
Entre os diretores, o grande campeão é John Ford.
Ele conseguiu quatro estatuetas em sua carreira, por "The Informer" (1935), "Vinhas da Ira" (1940), "Como Era Verde Meu Vale" (1941) e "Depois do Vendaval" (1952).

O diretor John Ford

18*
Apenas em 2009 uma mulher venceu o Oscar de melhor direção: Kathryn Bigelow, por "Guerra ao Terror".

A diretora Kathryn Bigelow
19*
Os orientais também não são muito prestigiados na principal premiação do cinema americano.
Na categoria melhor diretor, apenas um já foi premiado: o taiwanês Ang Lee, por "O Segredo de Brokeback Mountain" (2005).

O diretor Ang Lee
20*
Hattie McDaniel - melhor atriz coadjuvante por "...e O Vento Levou"( 1939), foi a primeira artista negra a receber um Oscar, na premiação de 1940.

Hattie McDaniel , no Oscar 1940


21*
A confusão causada por Barry Fitzgerald em 1944 provocou mudanças no regulamento do prêmio. 
Aproveitando as regras em vigor naquela época, ele conseguiu ser duplamente indicado, como melhor ator e ator coadjuvante, por um único papel em um único filme - "O Bom Pastor".

Barry Fitzgerald segura seu Oscar
22*
Marlon Brando - em 1972 - e Robert De Niro - em 1974 - receberam o Oscar de melhor ator ao interpretar o mesmo personagem - Dom Vito Corleone - em "O Poderoso Chefão" e "O Poderoso Chefão II", respectivamente.

Marlon Brando, em "O Poderoso Chefão"
23*
O diretor William Wyler recebeu quatro estatuetas da Academia - um deles foi honorário.

O diretor William Wyler
24*
Em 1949, o diretor Joseph L. Mankiewicz perdeu para ele mesmo!

 O diretor Joseph L. Mankiewicz
Ele levou o prêmio de melhor diretor por "Quem é o Infiel?", mas o melhor filme do ano foi "A Grande Ilusão", também dirigido por ele.

25*
 Stanley Kubrick, diretor de obras como "Laranja Mecânica" e "2001 – Uma Odisseia no Espaço" e o mestre do suspense Alfred Hitchcock nunca receberam um Oscar.

O diretor Alfred Hitchcock
26*
Além de render o primeiro Oscar a uma diretora, "Guerra ao Terror" também é dono de um recorde curioso: teve a menor arrecadação de bilheteria de um ganhador na categoria de melhor filme da história.

O Pôster de "Guerra ao Terror"
27*
Só uma pessoa até hoje conseguiu ser indicada em quatro categorias por um único filme - e ainda por cima duas vezes.
Em 1979, Warren Beatty concorreu como melhor diretor, roteirista, ator e produtor - por "O Céu Pode Esperar" -  e em 1982 repetiu a façanha - com "Reds" - levou por este a estatueta de melhor diretor.

Warren Beaty e seu Oscar de Melhor Diretor - por "Reds"

28*
Em 1968, as atrizes Barbra Streisand - por "Funny Girl - A Garota Genial") - e Katharine Hepburn - por "O Leão no Inverno" - empataram na categoria de melhor atriz, e cada uma seguiu para casa levando uma estatueta dourada - façanha que nunca mais se repetiu.

Barbra Streisand segura seu Oscar
29*
Lendas das telonas, o galês Richard Burton e o inglês Peter O’Toole foram indicados nada menos do que sete vezes, mas nunca ganharam.

O ator Richard Burton
30*
A pessoa mais jovem a ganhar um Oscar foi Shirley Temple - aquela que a Maísa do SBT copia descaradamente - homenageada em 1935, aos seis anos, por sua já extensa carreira.

A atriz mirim Shirley Temple
31*
Aos 29 anos e 343 dias, Adrien Brody se tornou o ator mais jovem a receber o Oscar de melhor ator - por "O Pianista" (2002).

32*
Já a não coadjuvante mais jovem foi Marlee Matlin, atriz surda-muda que tinha 21 anos e 218 dias quando recebeu seu prêmio por "Filhos do Silêncio" (1986), seu primeiro e único filme importante.

Marlee Matlin segura seu Oscar
33*
Beatrice Straight levou menos de seis minutos para convencer a Academia de que sua atuação em "Rede de Intrigas" merecia o Oscar de melhor atriz em 1977.

Beatrice Straight segura seu Oscar
Foram, mais precisamente, cinco minutos e quarenta segundos, tempo total em que ela aparece durante o filme.

34*
O primeiro ator a receber um Oscar póstumo foi Peter Finch - por "Rede de Intrigas" (1976).

Peter Finch, em cena de "Rede de Intrigas" 
  Ele ganhou como melhor ator .

O segundo foi Heath Ledger -  que em 2009 foi escolhido  melhor coadjuvante por sua atuação como Coringa em "Batman - O Cavaleiro das Trevas".

Heath Ledger, como o Coringa em "O Cavaleiro das Trevas"

35*
O maestro, compositor e arranjador John Williams foi indicado 45 vezes.

John Williams recebe seu Oscar pela trilha sonora de "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban"

Você pode até não conhecer a cara dele, mas com certeza já ouviu sua obra, em filmes como "Tubarão" (1975) e "Guerra nas Estrelas" (1977), entre inúmeros outros clássicos.

36*
Já Kevin O’Connell - indicado 20 vezes por mixagem de som - até hoje não tem uma única estatueta dourada em casa.

Kevin O’Connell
37*
Uma das maiores vencedoras do Oscar, a figurinista Edith Head se tornou uma lenda em Hollywood ao vestir mitos como Bette Davis, Audrey Hepburn, as estrelas dos longas de Hitchcock e por trabalhar em, literalmente, centenas de filmes.

A figurinista  Edith Head segura sua penca de estatuetas douradas

38*
Uma produção sem qualquer mulher em cena já ganhou um Oscar de melhor filme.
"Lawrence da Arábia" (1962) tem apenas um único personagem feminino, - a camelo fêmea Gladys.

O pôster do filme

39*
Greer Garson, na época conhecida como “a rainha de Holywood”, fez um discurso de sete minutos na cerimônia de 1943 ao agradecer o prêmio de melhor atriz - por "Rosa da Esperança" (1942).

Greer Garson, em meio ao seu interminável discurso
Para evitar isso, nos últimos anos os vencedores tem dois minutos contadinhos para agradecer; depois, o microfone é cortado e a orquestra entra...
40*
Tom Hanks cometeu uma das maiores gafes da história do prêmio da Academia.
Em seu discurso de agradecimento pela estatueta de melhor ator por "Filadélfia", em 1993 - quando interpretou um advogado homossexual vítima da aids - o ator agradeceu a inspiração que teve em um professor do Ensino Médio, que, segundo ele, "é gay".

Depois de falar a bobagem é que a a ficha de Hanks caiu...

Só teve um pequeno detalhe: o professor não era gay assumido...
A gafe até virou filme - "Será que Ele é?/In & Out" (1997), onde essa cena detona a trama da comédia.
Um ator - Matt Dillon - recebe um Oscar e agradece no discurso seu professor do secundário, dizendo que ele é gay em cadeia mundial de televisão.

O Pôster do filme

O coitado do professor - interpretado por Kevin Kline - estava até de casamento marcado - com a personagem de Joan Cusack - mas acaba o filme com um repórter de TV bunitão - interpretado por Tom Selleck.