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sábado, 31 de outubro de 2020

R.I.P.: SIR SEAN CONNERY - HIS NAME WAS BOND

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Ícone do cinema e 1º James Bond, ator morreu hoje em sua casa nas bahamas, aos 90 anos 
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 O ator escocês Sean Connery, ícone do cinema e primeiro a interpretar o espião James Bond, morreu na madrugada deste sábado (31) aos 90 anos. 

De acordo com a família, ele morreu enquanto dormia, em sua casa, nas Bahamas, onde morava havia muitos anos. 

 À emissora britânica BBC, o filho do ator, Jason Connery, disse que o pai não estava bem "havia algum tempo"

 Com 94 papéis ao longo de mais de 50 anos de carreira, Connery atuou em sete filmes do espião 007, lançados nas décadas de 1960, 1970 e 1980. 

Foi apontado em inúmeras enquetes como o melhor James Bond do cinema. 

 Como o detetive, estrelou "O satânico Dr. No" (1962), "Moscou contra 007" (1963), "007 contra Goldfinger" (1964), "007 Contra a chantagem atômica" (1965), "Com 007 só se vive duas vezes" (1967), "007 - Os diamantes são eternos" (1971) para a cinessérie oficial, além de "007 – Nunca mais outra vez" (1983), uma refilmagem de "007 Contra a chantagem atômica". 


Em imagem promocional de 
 "007 – Nunca mais outra vez" (1983)

O sucesso como o espião lhe rendeu uma carreira bem-sucedida. 

Entre os trabalhos mais conhecidos, estão "Marnie, Confissões de uma Ladra" (1964), de Alfred Hitchcock, "A colina dos homens perdidos" (1965), "Assassinato no Expresso Oriente" (1974), "O homem que queria ser rei" (1975), "O Vento e o Leão" (1975), "Highlander: O guerreiro imortal" (1986) e "Caçada ao Outubro Vermelho" (1990). 

 Confira o ator em ação em "Marnie, Confissões de uma Ladra" (1964):

Connery também atuou no drama "Os intocáveis" (1987), de Brian de Palma, pelo qual venceu o Oscar de melhor ator coadjuvante. 

 Veja:

Outros personagens de destaque foram o William von Baskerville, no longa "O Nome da Rosa" (1986), adaptação da obra de Umberto Eco, e o professor Henry Jones no filme "Indiana Jones e a última cruzada" (1989), no qual interpretou o pai do personagem-título. 

 Relembre:

Sir Connery venceu o Globo de Ouro três vezes, o Bafta (prêmio da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas) duas vezes e acumulou mais de 30 prêmios durante a carreira. 

Em 2000, recebeu o título de cavaleiro da Ordem Britânica da Rainha Elizabeth II.
Em 1988, Sean Connery ganhou um Oscar por um papel coadjuvante no filme Os Intocáveis — Foto: Bob Riha/Reuters 

 O último longa em que Connery atuou foi "A liga extraordinária" (2003), como o caçador Allan Quatermain. 

 O ator também era conhecido por seu timbre marcante: dublou personagens de filmes como "Coração de dragão" (1996), dando voz a Draco, e "Sir Billi" (2012), com o qual encerrou a carreira. 

 Além do filho, Connery deixa a esposa, a atriz Micheline Roquebrune, e o neto, Dashiell.
Com a mulher, Micheline Roquebrune - Reuters 

 Thomas Sean Connery nasceu em Edimburgo, na Escócia, em 25 de agosto de 1930. 

Seu pai era um operário de fábrica e motorista de caminhão, e sua mãe, trabalhadora doméstica - a família paterna havia emigrado da Irlanda para a Escócia no século 19.

 Antes de iniciar a carreira no cinema, Connery fez trabalhos como entregador de leite, operário e motorista de caminhão. 

Chegou a servir a Marinha do Reino Unido por três anos, mas foi dispensado por problemas de saúde. 

 O escocês também iniciou uma carreira como jogador de futebol e chegou a receber uma proposta do Manchester United, mas não aceitou e decidiu se dedicar à atuação. 

 Halterofilista, concorreu a Mister Universo em 1953 (na categoria altura) e, depois disso, conseguiu pequenos papéis em peças de teatro. 

Participou de seu primeiro filme em 1954, "Lilacs in the spring".
Concorrendo ao Mister Universo em 1953 - Reuters 

 Em 1957, conseguiu seu primeiro grande papel, no filme "No Road Back", um longa de ação sobre gangues. 

No mesmo ano, participou de outras seis produções, sendo três filmes no cinema, duas séries e um filme para televisão. 

 Nos primeiros anos da carreira, emplacou sucessos como "Na rota do Inferno" (1957), "Vítima de uma Paixão" (1958), "A lenda dos Anões Mágicos" (1959), "Até o Último Gângster" (1961) e "O Mais Longo dos Dias" (1962). 

Foi então que recebeu o convite para viver o agente secreto James Bond em "O Satânico Dr. No" (1962). 

Foi nesse filme que Connery, logo em sua primeira cena,  disse a mais famosa frase do cinema: "My name is Bond. James Bond', que todos os intérpretes de 007 repetiram nos filmes posteriores, à exaustão. 

 Veja:

ATIVISTA PELA INDEPENDÊNCIA DA ESCÓCIA 
Connery defendia a independência da Escócia em relação ao Reino Unido. 

O ator tinha uma tatuagem com a inscrição "Escócia para sempre" no braço direito, segundo o site IMDb. 

 Quando recebeu a Ordem de Cavaleiro e o título de 'Sir', a cerimônia ocorreu no palácio Holyrood Palace, em Edimburgo, e a rainha Elizabeth II foi até a cidade para entregá-la.
A Rainha Elizabeth II consagra Sean Connery como 'Sir' (Cavaleiro do Império Britânico) em 2000 - Reddit 

 Recentemente, o astro, já afastado do cinema desde 'A Liga Extraordinária', fez 90 anos - nós comemoramos com essa postagem. 

REPERCUSSÃO 
 Os produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, filhos da lenda Albert 'Cubby Broccoli', que levou 007 para as telonas, divulgaram a seguinte declaração: 
 “Estamos arrasados ​​com a notícia do falecimento de Sean Connery. Ele foi e sempre será lembrado como o James Bond original, cuja introdução inesquecível na história do cinema começou quando ele anunciou as memoráveis palavras: `o nome é Bond… James Bond`. Ele revolucionou o mundo com seu retrato corajoso e espirituoso do sexy e carismático agente secreto. Ele é, sem dúvida, o grande responsável pelo sucesso da franquia, e seremos eternamente gratos a ele.” 

 O ator Daniel Craig, que atualmente desempenha o papel de James Bond no cinema, prestou homenagem a Sean Connery , chamando o seu colega de franquia “um dos verdadeiros grandes nomes do cinema”
“É com muita tristeza que soube do falecimento de um dos verdadeiros grandes nomes do cinema”, disse Craig . “Sir Sean Connery será lembrado como Bond e muito mais. Ele definiu uma época e um estilo. A inteligência e o charme que retratou nos cinemas podiam ser medidos em megawatts; ele ajudou a criar o blockbuster moderno. Ele continuará a influenciar atores e cineastas durante muitos anos. Os meus pensamentos estão com a sua família e os seus entes queridos. Onde quer que ele esteja, espero que exista um campo de golfe. ” 

 Hugh Jackman escreveu: 
 "Eu cresci idolatrando Sean Connery. Uma lenda na tela e fora dela. Descanse em paz". 

 Arnold Schwarzenegger, ator: 
 "Sean Connery era uma lenda, um dos melhores atores de todos os tempos. Ele proporcionou entretenimento sem fim para nós e inspiração para mim. Não estou só falando porque ele foi um fisiculturista que se classificou para o Mister Universo! Ele era um ícone. Meus pensamentos estão com a família dele." 

Viola Davis, atriz: 
 "Descanse em paz, Sean Connery, nosso icônico James Bond." 

 Sam Neill, ator:
 "Todo dia no set com Sean Connery era uma lição objetiva de como agir na tela. Mas todo aquele carisma e poder - isso era totalmente único do Sean. Descanse em paz, grande homem, grande ator." 

George Takei, ator:
"Sean Connery era uma lenda do cinema, mesmo depois de envelhecer. Nossos vínculos ["bonds", trocadilho com o sobrenome de James Bond] mais fortes foram formados por ele, e ele era intocável [Connery ganhou o Oscar pelo filme 'Os Intocáveis']. Ele morreu hoje aos 90 anos, um herói até o fim." Robert Carlyle, ator "Descanse em paz, Sr. Sean Connery... um pioneiro, uma verdadeira lenda e um cavalheiro."


Arte: Bosslogic

terça-feira, 25 de agosto de 2020

SEAN CONNERY - 90 ANOS

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Lenda do Cinema, ator escocês vira nonagenário curtindo aposentadoria no Caribe
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Até hoje, não importa quem faça a enquete, Sir Sean Connery é sempre eleito, com folgas, o melhor intérprete de James Bond na cinessérie mais longeva do cinema.

Intérprete original do espião criado por Ian Flemming, Connery apareceu em sete filmes, de 1962 a 1983 (este último após longo hiato e fora da cronologia oficial) e, mesmo afastado das telonas, continua sendo assunto de interesse de todo cinéfilo que se preze.

Afinal, a carreira de Connery não se resume aos filmes de 007: de Hitchcok a Brian de Palma, passando por Spielberg, o ator foi dirigido por grandes nomes, fez papéis fantásticos e ganhou um Oscar - de Ator Coadjuvante por Os Intocáveis, mas ganhou.

No seu Diário da Quarentena, na revista Sight and Sound - Summer 2020 -, Pedro Almodóvar conta que o cinema tem ajudado no isolamento.

Ele tem revisto os clássicos, feito descobertas, adorou rever 007 Contra Goldfinger, de Guy Hamilton, e até fez elocubrações do tipo 'a garota nua pintada de dourado é metáfora do capitalismo'. Uma mulher objeto feita desejo.

Almodóvar lembra que conheceu Sean Connery num jantar em Cannes, sentaram-se próximos e o ex-007 puxou conversa citando detalhes de seus filmes.

O diretor espanhol confessa que se surpreendeu, porque não imaginava que Connery pudesse gostar do tipo de cinema que faz.

Trocaram cartões com números de telefone.

Almodóvar pensou consigo que estava acabado e qual não foi sua surpresa ao receber uma chamada de Connery - foi na época de Fale com Ela e, de novo, o astro surpreendeu o autor espanhol com a perspicácia de suas observações.

Sir Thomas Sean Connery completa nesta terça, 25, 90 anos - nasceu em Edimburgo, em 1930.

Filho do leiteiro, teve um começo modesto.

Entregava leite, serviu na Marinha real, foi motorista de caminhão e, pelo porte atlético, serviu de modelo vivo para os artistas do Colégio de Artes da Escócia.

Sua primeira experiência no teatro foi no coro de marinheiros do muicsal South Pacific.

Somou pequenos papeis no cinema, inclusive como vilão em A Maior Aventura de Tarzan, de John Guillermin, de 1959, com Gordon Scott na pele do rei da selva criado pelo escritor Edgar Rice Burroughs.



Em 1962, foi escolhido pelo diretor Terence Young e pelos produtores Harry Saltzman e Albert Broccoli para o papel de James Bond em O Satânico Dr. No.

Na época, as aventuras do agente secreto com licença para matar - criado pelo escritor Ian Fleming - ganharam popularidade porque o presidente John F. Kennedy serviu de garoto-propaganda, dizendo que adorava ler os livros para relaxar.

Young voltaria a dirigir Connery em Moscou Contra 007 e 007 Contra a Chantagem Atômica e segundo o diretor, o ator tinha o physique du rôle, mas não sabia comportar-se - seu trabalho foi dar-lhe polimento.

Connery somou novas aventuras - 007 Contra Goldfinger e Com 007 Só Se Vive Duas Vezes.

Depois desse último, em 1967, desistiu de seguir fazendo o papel, mas voltou em 1971 graças a uma oferta irrecusável: o o maior salário pago a um ator, para fazer 007 Os Diamantes São Eternos.



A essa altura, já vinha diversificando sua carreira, filmando com diretores importantes como Alfred Hitchcock, Sidney Lumet, Irvin Kershner e Martin Ritt.

A obra-prima Marnie - As Confissões de Uma Ladra, A Colina dos Homens Perdidos, Sublime Loucura e o maior de todos, Ver-Te-Ei no Inferno, deram nova dimensão à sua carreira.



Atravessou os anos 1970 agregando prestígio com filmes como Assassinato no Expresso Oriente (Lumet, de novo), O Vento e o Leão (John Milius), O Homem Que Queria Ser Rei (John Huston), Robin e Marian e Cuba (Richard Lester).

No começo dos 80, aceitou ser de novo James Bond num filme fora da série oficial - 007 Nunca Mais Outra Vez, de Kershner.

Seguiu filmando com Fred Zinnemann (Cinco Dias em Um Verão), Jean-Jacques Annaud (O Nome da Rosa), Brian De Palma (Os Intocáveis) e Steven Spíelberg (Indiana Jones e a Última Cruzada).

Ganhou o Bafta pelo Annaud e o Oscar de coadjuvante pelo papel de Malone no De Palma - foi uma daquelas ocasiões em que a Academia inteira levantou-se para aplaudir.



Na vida pessoal, as coisas complicam-se um pouco e Connery deixa de ser uma unanimidade.

Foi casado por 11 anos com a atriz Diane Cilento, com a qual teve o filho Jason - atalmente com 57 anos.

Quando se divorciaram, Diane escreveu um livro contando que o relacionamento foi abusivo.

Bem antes de movimentos como #MeToo, Connery admitiu em sucessivas entrevistas que havia batido em mulheres e até defendeu seu direito.

"Não penso que seja ruim e até acho que depende das circunstâncias, se há merecimento. Se você tentou tudo antes e as mulheres não querem deixar você quieto e insistem em ter a última palavra, então você impõe sua última palavra a elas."

Outra polêmica: Connery é apoiador do Partido Nacional Escocês, que defende a independência da Escócia do Reino Unido.

Seus opositores não levam a sério a militância por dois motivos:
1) aceitou o título de Sir do Império Britânico, e
2) há muito tempo reside nas Bahamas com a segunda mulher, Micheline Roquebrune, para fugir das pesadas taxas de imposto de renda do país.

Em 1993, submeteu-se à radioterapia, por causa de nódulos na garganta, e em 2003 operou os dois olhos de catarata.

Não filma desde 2003 - o fracasso de A Liga Extraordinária desiludiu-o com o sistema de Hollywood.

Há mais de uma década anuncia sua autobiografia, mas a essa altura já brincou que é mais provável que só seja publicada postumamente.

Os produtores responsáveis pela cinessérie de "007" celebraram o aniversário de Sean Connery com um vídeo com seus melhores momentos como James Bond.

"Feliz aniversário ao nosso 007 original, Sean Connery, que completa 90 anos hoje. Com amor de Michael, Barbara, todos na Eon e de todos os seus fãs", diz a mensagem publicada nas redes sociais oficiais da franquia cinematográfica, assinada por Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, que desde 1995 comandam a Eon, produtora dos filmes de James Bond - eles são filhos do produtor original Albert Broccoli.


Longa vida a Sir Sean Connery!

sexta-feira, 1 de maio de 2020

ESPECIAL JAMES BOND - OS ANOS SEAN CONNERY

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O Dossiê Space desta vez traz tudo que você precisa saber sobre os filmes de 007 estrelados por Sean Connery, o mais clássico James Bond de todos
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É o canal de filmes da Globo voltando com tudo em boas matérias para o YouTube!

Assista:

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

'DR NO': PRIMEIRO FILME DE JAMES BOND COMPLETA 56 ANOS DESDE O SEU LANÇAMENTO

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Para comemorar a data, o site James Bond Brasil listou 20 curiosidades sobre o primeiro filme de James Bond
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Confira:

1. 
007 Contra O Satânico Dr. No não era a primeira opção dos produtores.
O filme foi escolhido para ser o primeiro adaptado ao cinema, pois os cineastas não possuíam os direitos do livro Casino Royale.
Thunderball fazia parte de uma disputa judicial entre Ian Fleming e Kevin McClory, e Goldfinger teria sido consideravelmente mais caro para filmar, tendo em vista o orçamento limitado para o primeiro filme, então 007 Contra O Satânico Dr. No parecia ser a melhor escolha.

2. 
Inicialmente Ian Fleming queria que Roger Moore interpretasse James Bond, mas o ator não aceitou o papel pois já estava comprometido com a série de TV “O Santo”.
Outros nomes cogitados foram o de Max Von Sydow, Cary Grant, David Niven, Trevor Howard e Rex Harrison.
Sean Connery foi contratado após ter seu nome sugerido pela esposa do produtor Albert R. “Cubby” Broccoli, que o tinha visto atuar em “Darby O’Gill And The Little People”.

3. 
Mesmo aos 32 anos, Sean Connery usou uma peruca nas gravações do filme.

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Sean Connery em cena de Dr. No
4.  
O cano da arma fotografado para ser usado na icônica abertura era de uma Colt .45, um revólver de cano curto usado pelo serviço secreto britânico.
Durante a sessão de fotos, era preciso que um oficial ficasse no estúdio, devido às leis de armamento na Inglaterra.

5. 
O homem que aparece na primeira vinheta de abertura (Gun Barrel) não era Sean Connery, e sim o seu dublê Bob Simmons.
A explicação do criador da sequências de títulos Maurice Binder é épica: 
“Naquela época ninguém conhecia Sean Connery nem Bob Simmons, então que diferença faria?”

6. 
Falando nele, Bob Simmons é quem dirige ambos os carros, o Sunbeam conversível e o carro fúnebre, na perseguição de carro na montanha.

7.  
Dr. No quase foi um macaco.
Os roteiristas Wolf Mankowitz e Richard Maibaum achavam que o maligno doutor de Ian Fleming era ridículo, uma espécie de Fu Manchu com mão mecânica.
Eles reescreveram o personagem como se fosse um pequeno macaco sagüi, e acharam incrível.
Mas os produtores Cubby Broccoli e Harry Saltzman ficaram indignados com a ideia.

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Harry Saltzman, Connery, Ian Flemming e Cubby Broccoli  no começo das filmagens
8.  
Ian Fleming ficou tão encantado com Ursula Andress, que no seu livro seguinte, On Her Majesty’s Secret Service, ele mencionou o nome da atriz descrevendo-a como “uma linda estrela do cinema”.

9. 
A cor do biquíni de Honey Rider no filme na verdade é marfim, e não branco como se achava.
Segundo Ursula Andress, a peça “era só um pano, quem iria querer? Eu estava prestes a jogá-lo fora, e um amigo meu disse para não fazer aquilo. Eu o mantive em uma caixa em Los Angeles durante anos.”
Em 2001, o biquíni foi vendido em um leilão por £41.125 Libras, mais de vinte e sete vezes o seu salário para atuar no filme, que foi de £1.500 Libras.

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Ursula Andress em cena icônica do longa
10. 
Todas as vozes femininas do filme foram dubladas por atrizes inglesas não creditadas no filme.
A única exceção foi Lois Maxwell, que interpreta a personagem Miss Moneypenny e que teve sua voz mantida.

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Lois Maxwell e Connery em cena do longa
11.
A personagem Sylvia Trench, interpretada por Eunice Gayson, inicialmente seria uma personagem recorrente na série 007, sempre se envolvendo romanticamente com James Bond.
Ela também apareceu em Moscou Contra 007, mas não foi incluída em nenhum dos filmes seguintes.
O papel de Trench foi inicialmente oferecido a Lois Maxwell.

12.
Eunice Gayson foi a primeira e única Bond Girl a aparecer em dois filmes da série 007 interpretando a mesma personagem.

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Eunice Gayson e Connery em cena do longa
13.
Monty Norman está creditado como compositor do tema de James Bond, enquanto John Barry indiscutivelmente o expandiu enquanto orquestrava o filme.
Isto levou a décadas de acusações e questões jurídicas.
Barry implicava que ele teria composto a música a partir do zero, e Norman alegava que teria sido ele que originalmente que havia escrito o tema para um musical que abandonou em 1959, baseado no livro “A House for Mr. Biswas”.
No entanto, em 2001, após um julgamento de cinco dias, o júri concluiu que Monty Norman havia de fato, composto o tema de James Bond.

14.
Maurice Binder foi o responsável pela incomum campanha de publicidade para divulgar o primeiro trailer do filme, no qual Sean Connery narrava sua apresentação.
Segundo relatos do próprio Binder, os executivos da United Artists odiaram o trailer.

15.
Assista ao trailer:


16.
Ian Fleming queria que seu primo, o ator Christopher Lee, fosse o intérprete do Dr. No.
Lee terminou não sendo contratado para o papel, mas atuou em outro filme da série James Bond, 007 Contra O Homem Com A Pistola De Ouro como o vilão Francisco Scaramanga.

17.
Ian Fleming também convidou o ator Noel Coward para o papel do vilão Dr. No.
O ator respondeu dizendo: 
“Dr. No? No! No! No!”.

18.
Uma réplica de um quadro pintado pelo Duque de Wellington que fora roubado em 1960 e nunca mais encontrado pode ser visto na sala de jantar de Dr. No.

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Quadro roubado aparece em cena do longa
19.
Após ter estreado nos cinemas italianos, o Vaticano soltou uma nota oficial expressando sua desaprovação à moral pregada no filme.

20.
A filial japonesa da United Artists cometeu um erro ao interpretar o título original do filme, acreditando que o filme se chamasse “Dr.? No!”. 
Com a gafe, vários cartazes com este título chegaram a ser produzidos, contendo ainda a seguinte tagline: “We don’t want a doctor”
O erro foi descoberto pouco antes do lançamento do filme nos cinemas japoneses.

domingo, 31 de dezembro de 2017

SEAN CONNERY: LENDA DO CINEMA REGISTRA SEU NOME PARA IMPEDIR QUE OUTROS FATUREM COM SUA MARCA

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Aposentado há mais de uma década, a lenda e primeiro 007 do cinema, Sean Connery registrou os direitos autorais sobre o seu nome
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O registro tem o fim de proteger sua marca e evitar que outras pessoas utilizem seu nome na venda de produtos não-autorizados - a notícia é do jornal escocês The National.

A medida foi tomada pelo próprio ator através de seus advogados, que protocolaram o pedido junto ao Escritório de Propriedade Intelectual da Europa. 

Na prática, se alguém quiser usar o nome “Sean Connery” para produtos e ou serviços, será necessário ter uma permissão legal além de pagar uma taxa para isso.

O documento garante que nenhum outro cidadão ou empresa poderá usar o nome para fins lucrativos. 

Os produtos que fazem parte do documento incluem DVDs, livros, jogos eletrônicos, vestuário, canecas, placas e bonecos, além de coqueteleiras, abridores de garrafas, porta guardanapos e copos.

Sean Connery como James Bond em cena de '007 Contra Goldfinger' (1964)

Ainda segundo a publicação, a prática da marca registrada em nomes artísticos está se popularizando entre os famosos. 

Connery seguiu o mesmo caminho de celebridades como David Beckham, Beyoncé e 50 Cent.

Sean Connery, que completou 87 anos em agosto, fez sua última aparição no cinema em 2003 no filme “A Liga Extraordinária”. 

Desde então, mantém-se discreto, com raras aparições públicas.

*Fotos: Danjaq LLC, United Artist Corporation

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

JAMES BOND: CINESSÉRIE MAIS FAMOSA DO CINEMA COMEMORA 55 ANOS HOJE - VEJA 20 CURIOSIDADES SOBRE O PRIMEIRO LONGA

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Em 5 de outubro de 1962, foi lançado '007 Contra o Satânico Dr. No', primeiro longa da cinessérie
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O diretor Terence Young instrui Sean Connery e Ursulla Andress numa tomada de 'Dr. No' filmada na Jamaica
O site James Bond Brasil preparou uma lista com 20 curiosidades sobre o longa.

Confira:

1.
'007 Contra O Satânico Dr. No' não era a primeira opção dos produtores.

O filme foi escolhido para ser o primeiro adaptado ao cinema, pois os cineastas não possuíam os direitos do livro 'Casino Royale', primeiro livro onde 007 aparece..

'Thunderball' fazia parte de uma disputa judicial entre Ian Fleming e Kevin McClory e 'Goldfinger' teria sido consideravelmente mais caro para filmar, tendo em vista o orçamento limitado para o primeiro filme.

Então, '007 Contra O Satânico Dr. No' pareceu ser a melhor escolha.

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'Cubby Broccoli, Sean Connery, Ian Fleming e Harry Saltzman, nos bastidores de Dr. No'
2.
Inicialmente, o criador do personagem, Ian Fleming, queria que Sir Roger Moore interpretasse James Bond, mas o ator não pode aceitar o papel pois já estava comprometido com a série de TV “O Santo”.

Outros nomes cogitados foram os de outros atores britânicos: Max Von Sydow, Cary Grant, David Niven, Trevor Howard e Rex Harrison.

Fleming não queria Connery como Bond.

Mas depois de ver o desempenho do ator nas cenas filmadas na Jamaica, onde morava, o escritor declarou que Connery "era Bond" - e o resto é história.

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Ian Fleming e Sean Connery, durante as filmagens de 'Dr. No' na Jamaica
3.
Sean Connery foi contratado após ter seu nome sugerido pela esposa do produtor Albert R. “Cubby” Broccoli, que o tinha visto atuar em “Darby O’Gill And The Little People”.

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Sean Connery, na sua primeira cena como 007 em 'Dr. No'
4.
Mesmo aos 32 anos, Sean Connery já era semi calvo e usou uma peruca nas gravações do filme e em todos os outros em que atuou como 007.

5.
O cano da arma fotografado para ser usado na icônica abertura era de uma Colt .45, revólver usado pelo serviço secreto britânico.

Durante a sessão de fotos, era preciso que um oficial ficasse no estúdio, devido às leis de armamento na Inglaterra.

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Connery, em foto promocional do longa segurando a arma
6.
O homem que aparece na primeira vinheta de abertura (Gun Barrel) não era Sean Connery, e sim o seu dublê Bob Simmons.

A explicação do criador das icônicas sequências de títulos da cinessérie, Maurice Binder é épica: “Naquela época ninguém conhecia Sean Connery nem Bob Simmons, então que diferença faria?”

7.
Falando nele, Bob Simmons é quem dirige ambos os carros, o Sunbeam Alpine conversível e o carro fúnebre, na perseguição de carro na montanha.

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Bob Simmons dirigindo o Sunbeam
8.
Dr. No quase foi um macaco.

Os roteiristas Wolf Mankowitz e Richard Maibaum achavam que o maligno doutor de Ian Fleming era ridículo, uma espécie de Fu Manchu com mão mecânica.

Eles reescreveram o personagem como se fosse um pequeno macaco sagüi, e acharam incrível - mas, os produtores 'Cubby' Broccoli e Harry Saltzman ficaram indignados com a ideia.

9.
Ian Fleming ficou tão encantado com Ursula Andress, que no seu livro seguinte, 'On Her Majesty’s Secret Service', ele mencionou o nome da atriz descrevendo-a como “uma linda estrela do cinema”.

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Ursulla Andress como Honey Rider, em cena do longa
10.
A cor do biquíni de Honey Rider, papel de Andress no filme, na verdade é marfim, e não branco como ficou parecendo na telona.

Segundo Ursula Andress, a peça “era só um pano, quem iria querer? Eu estava prestes a jogá-lo fora, e um amigo meu disse para não fazer aquilo. Eu o mantive em uma caixa em Los Angeles durante anos.”

Em 2001, o biquíni foi vendido em um leilão por £41.125 Libras, mais de vinte e sete vezes o seu salário para atuar no filme, que foi de £1.500 Libras.

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Primeira cena de Andress com o famoso biquíni no longa
11.
Todas as vozes femininas do filme foram dubladas por atrizes inglesas não creditadas no filme.

A única exceção foi Lois Maxwell, que interpreta a personagem Miss Moneypenny e que teve sua voz mantida.

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Lois Maxwell como Miss Moneypenny, contracena com Connery em cena do longa
12.
A personagem Sylvia Trench, interpretada por Eunice Gayson, inicialmente seria uma personagem recorrente na série 007, sempre se envolvendo romanticamente com James Bond.

Ela também apareceu em 'Moscou Contra 007', mas não foi incluída em nenhum dos filmes seguintes.

O papel de Trench foi inicialmente oferecido a Lois Maxwell - que se perpetuou como a secretária Miss Moneupenny.

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Eunice Gayson como Sylvia Trench, contracena com Connery em cena do longa
13.
Eunice Gayson foi a primeira e única Bond Girl a aparecer em dois filmes da série 007 interpretando a mesma personagem.

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Eunice Gayson em outra cena do longa
14.
Monty Norman está creditado como compositor do tema de James Bond, enquanto John Barry o expandiu enquanto orquestrava o filme, o que levou a décadas de acusações e questões jurídicas entre os dois.

Barry dizia que ele teria composto a música a partir do zero, e Norman alegava que teria sido ele que originalmente que havia escrito o tema para um musical que abandonou em 1959, baseado no livro “A House for Mr. Biswas”.

No entanto, em 2001, após um julgamento de cinco dias, o júri concluiu que Monty Norman havia de fato, composto o tema de James Bond - deste então, ele tem sido creditado como o único compositor do famoso tema.

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O compositor Monty Norman
15.
Maurice Binder foi o responsável pela incomum campanha de publicidade para divulgar o primeiro trailer do filme, no qual Sean Connery narrava sua apresentação.

Segundo relatos do próprio Binder, os executivos da United Artists odiaram o trailer.

Assista o trailer aqui:


16.
Ian Fleming queria que seu primo, o ator Christopher Lee, fosse o intérprete do Dr. No.

Lee terminou não sendo contratado para o papel, mas atuou em outro filme da série James Bond, '007 Contra O Homem Com A Pistola De Ouro', como o vilão Francisco Scaramanga - esse é o segundo longa de Sir Roger Moore como Bond.

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Lee em cena com Moore em '007 Contra O Homem Com A Pistola De Ouro'
17.
Ian Fleming também convidou o ator Noel Coward para o papel do vilão Dr. No.

O ator, famoso galhofeiro, respondeu dizendo: “Dr. No? No! No! No!”.

O papel acabou sendo de Joseph Wiseman.

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 Joseph Wiseman é o Dr. No no longa
18.
Um quadro famoso, que retratava o Duque de Wellington e que foi roubado em 1960 e nunca mais encontrado, pode ser visto na sala de jantar de Dr. No - uma licença poética da produção.

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Bond não acredita que está vendo o quadro roubado na sala de jantar de No, em cena do longa
19.
Após ter estreado nos cinemas italianos, o Vaticano soltou uma nota oficial expressando sua desaprovação à moral pregada no filme.

20.
A filial japonesa da United Artists cometeu um erro ao interpretar o título original do filme, acreditando que o filme se chamasse “Dr.? No!”.

Com a gafe, vários cartazes com este título chegaram a ser produzidos, contendo ainda a seguinte tagline: “We don’t want a doctor”.

O erro foi descoberto pouco antes do lançamento do filme nos cinemas japoneses.

Confira alguns pôsteres originais de 'Dr. No':
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Fotos dessa postagem:
United Artists/MGM
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