sábado, 11 de julho de 2020
IRMÃOS RUSSO APOIAM ANTHONY MACKIE SOBRE A FALTA DE DIVERSIDADE RACIAL NOS FILMES DA MARVEL
sexta-feira, 7 de junho de 2019
MÊS DO ORGULHO LGBTQ+ : NETFLIX REÚNE EM CLIPE TODOS OS SEUS ARTISTAS ABERTAMENTE LGBTs
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
ANIMAÇÕES E DIVERSIDADE SEXUAL NA MOSTRA ÍRIS

| Divulgação |
| "Granny Queer" apresenta Granny e sua namorada, que desconfiam que o vizinho pervertido seja o ladrão de calcinhas |
O Reserva Cultural, no centro de São Paulo, recebe a programação da mostra Íris --evento oficial do Cinema de Animação da Diversidade Sexual-- a partir de hoje. Até quinta (30), serão exibidos 60 filmes, entre animações, curtas e micro-metragens de 24 países.
As produções foram divididas em oito programas, cinco deles participantes da Competição de Curtas. O programa Boy Boy Boys conta com animações que tratam de futebol, sexo, luta livre e primeiro encontro dentro do universo masculino; no programa Natureza Selvagem, o tema gira em torno dos bichos.
As descobertas estão presentes no programa Revelação e as moças que amam outras moças ganham foco no Mulheres Super Poderosas. Para fechar a competição, o espectador confere várias animações no Programa de Diva.
Especiais que reúnem filmes do diretor David Jones (Jonesy), curtas premiados do animador brasileiro Alan Nóbrega e uma seleção com os melhores de 2009 completam a agenda da mostra.
| Divulgação | ||
| As aventuras de um casal de pinguins gays apaixonados estão no filme "The Gus & Waldo Show" (foto) |
Reserva Cultural - av. Paulista, 900, Bela Vista, centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3287-3529. Sex. (24) até qui. (30).
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
MANUAL DA "BICHA MALVADA"

1- Ninguém me derrota no Orkut
Ela é uma terrorista virtual. Cria e-mails e personas falsos para difundir boatos. Se inspira nas personagens da série "Gossip Girls". Manda torpedos, daqueles enviados por sites, fazendo intrigas. Quer saber o msn secreto de todo mundo. Adora se vangloriar de que tem mais "amigos" em suas redes sociais. É capaz de criar várias contas só para inflar estatísticas de acesso e comentários ou postar paródias infames de vídeos e remixes demoliras de músicas. Gosta de humilhar quem não acompanha as novidades da tecnologia, além de exibir seus últimos brinquedinhos high tech.
Frase: "Vamos lá, gentalha. Pra faturar esse cachê, vocês vão ter de aplaudir" (Flora, em "A Favorita")
2- Sou linda, absoluta e demais
Ela é muito vaidosa. Quer estar sempre na moda e não perdoa quem não tem preocupações exageradas com o figurino e visual. Ao conhecer alguém, olha logo para as marcas do jeans, do tênis e da camisa, dados suficientes pela bicha malvada para traçar o passado, o presente e o futuro da pessoa. Esforça-se para aparentar um padrão de vida superior a sua realidade. Seu currículo é uma obra de ficção: lista um monte de cursos, viagens e habilidades (como idiomas). Quem vai checar?
Frase: "Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita do que eu?" (Rainha da Branca de Neve)
3- Fale mal, mas fale de mim
Ela quer ser o centro das atenções. Numa conversa, usa frases de impacto, avaliações ácidas, tudo com a intenção de chocar. Quando extrapola chega a ser racista e mais preconceituosa do que um político evangélico fundamentalista. Não se incomoda com sua péssima fama. Algumas têm até orgulho dessa popularidade. Quem convive pode até se divertir com o lado folclórico da atuação. O problema é que tanta mania de gongar o mundo cria situações de vexame, vergonha alheia e saia-justa.
Frase: "Sorry, mas quando fico nervosa, costumo chantagear as pessoas" (Wilhelmina Slater, em "Ugly Betty")
4- Sou a princesa do Egito
Ela subestima quem está a sua volta. Quer ter razão em tudo, mesmo quando não entende patavinas. Sabe onde está a melhor vaga para estacionar, qual o melhor restaurante, a melhor boate, o melhor DJ. Não adianta contrariá-la. Ela ignora fatos e avaliações discordantes. Sua marca é arquear a sobrancelha, olhar com cara de nojo e tratar como serviçais ou escravos profissionais como taxista, garçom, porteiro. Gosta de "fazer a egípcia", ignorar conhecidos na rua. Se faz de difícil, vip e inacessível.
Frase: "Os detalhes de sua incompetência não me interessam" (Miranda Priestly, em "O Diabo Veste Prada")
5- Aqui se faz, aqui se paga
Ela delira e se acha sempre a perseguida. Vive com alguém na mira. Enxerga inimigos em todo o canto. Odeia ouvir um "não" e costuma lançar maldições e promessas revanchistas. "Você vai me pagar" é o que sempre pensa. Desconfia de tudo e todos. Acha que os outros só estão interessados em se aproveitar dela ou de seus bens. Está sempre na defensiva e adora registrar reclamações contra caixas de supermercado ou vendedores de loja. "Quero falar com o gerente" é uma de suas frases preferidas.
Frase: "Aposto que foi culpa daquela anta nordestina, daquela songamonga" (Nazaré Tedesco, em "Senhora do Destino")
6- Fodam-se os outros
Seu egoísmo é doentio. Não se coloca no lugar dos outros nem se sensibiliza com os problemas coletivos e sociais. Ao ler um jornal, só despertam seu interesse notícias sobre celebridades, fortunas e grandes golpes financeiros. Não tem preocupação ambiental. Só usa alguma retórica de altruísmo, caridade ou filantropia em troca de vantagem ou bajulação. Mas há bichas malvadas na militância também. Elas competem com ferocidade, boicotam concorrentes e jogam sujo nas articulações.
Frase: "Se fosse pra minha filha se apaixonar por um pé rapado, eu teria criado você no quarto da empregada" (Branca Letícia de Barros Mota, em "Por Amor")
7- Tudo tem seu preço
Ela aprendeu que o amor incondicional não existe, que o ser humano é sempre mesquinho, que as conveniências forjam os sentimentos. O romantismo é só um truque de sedução. O casamento é uma relação comercial, de melhora de status. As pessoas são rotuladas pelo que podem oferecer em oportunidades ou materialmente. Os salvadores da pátria são apenas espertos disfarçados. A bicha malvada é alguém que sofreu uma overdose de realidade, contraiu uma desesperança crônica com os relacionamentos e com as boas intenções dos outros. Pode parecer uma figura engraçada, mas é também trágica e contagiosa.
Frase: "O Brasil é um país de jecas. Ninguém aqui sabe usar talher de peixe" (Odete Roitman, em "Vale Tudo")
| Divulgação |
| "Another Gay Sequel: Gays Gone Wild" ri das rivalidades entre gays |
As malvadas nas telonas
Bichas malvadas são capazes de tudo, de fazer feitiço a botar cola no tubo de lubrificante da rival. Isso é o que acontece na comédia-sequência "Another Gay Sequel: Gays Gone Wild" (2008). A produção mostra as rivalidades entre um trio de bibas metidas (conhecidas como Jaspers, na foto) contra os heróis do filme, vistos como forasteiros e cafonas na ensolarada Fort Lauderdale, destino turístico gay na Flórida.
Eles disputam um concurso de quem transa mais em uma colônia de férias. Para derrotar as amigas, muita trapaça, como infestar cuecas com chatos ou fazer o concorrente achar um colar amaldiçoado. A parte mais chocante, claro, é quando o casal gay do filme decide fazer sexo a 3 com um gostosão. Só não sabem que as bichas malvadas trocaram o lubrificante por cola industrial. Já imaginou a situação do trenzinho com os dois pênis enfiados e colados lá. Um horror chegar assim no hospital.
O filme traz ainda pesadelos que só uma bicha pode desejar para sua inimiga: como ser perseguida por um grupo de zumbis na sauna tentando fisgar o seu paquera virgem ou aparecer em público, após uma cunete, com o lábio manchado com fezes. Mais escatológico do que o anterior, a produção já ganhou legendas na internet e traz ainda as estrelas RuPaul e Perez Hilton, o blogueiro gay mais famoso do mundo em uma divertida sátira a bibas evangélicas.
Com cenas de vômitos durante uma incestuosa relação gay e um musical para celebrar a prática do "golden shower" (chuva dourada, sexo com urina), "Another Gay Movie - Gays Gone Wild" flerta com a escatologia como fez "Pink Flamingos" (1973), clássico de John Waters, em que a lendária drag Divine come merda de um cachorro.
LIVRO EXPLICA HISTÓRIA DO ORGULHO GAY E NASCIMENTO DO MOVIMENTO GLBT



quarta-feira, 1 de setembro de 2010
ADVOGADA ESPECIALISTA EM LGBT DISCUTE UNIÃO HOMOAFETIVA


quarta-feira, 25 de agosto de 2010
UNIÃO ESTÁVEL DE HOMOSSEXUAIS: SAIBA MAIS

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2. Essa forma de união pode ser considerada casamento? Não, já que não se trata apenas de uma equiparação plena de direitos. Ainda assim, é muito próxima disso. Caso aprovada, a proposta seria um dispositivo legal que garantiria aos gays seu reconhecimento como casal, mas não lhes daria as mesmas garantias que os casados têm, como a permissão para adotar o sobrenome do companheiro. Ainda assim, é um grande avanço, tendo em vista que, atualmente, a união entre homossexuais juridicamente não existe nem pelo casamento, nem pela união estável, e configura apenas sociedade de fato - ou seja, em caso de separação, por exemplo, as uniões gays não são julgadas em varas de família, mas em varas cíveis, apenas para tratar da divisão de bens. A união homossexual é tratada, basicamente, como um acordo comercial. |
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3. É a primeira vez que uma ação desse tipo chega ao STF? Não. Em 2006, chegou ao Supremo uma Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pela Associação Parada do Orgulho Gay, que contestava a definição legal de união estável: "entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família", segundo o artigo 1.723 do Código Civil. A ação não chegou, no entanto, a ser julgada no mérito. Ela foi extinta pelo seu relator, o ministro Celso de Mello, por razões técnicas. Mello indicou como instrumento correto para tratar da questão uma Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental, e não uma Adin. O ministro também disse que a união homossexual deve ser reconhecida como entidade familiar e não só como "sociedade de fato". |
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4. O que diz a legislação brasileira a respeito da união entre homossexuais? No Brasil, a diversidade de sexo é exigida para configurar união estável. A Constituição Federal, em seu artigo 226, parágrafo 3º, estabelece que "para efeito da proteção do estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento". Já o Código Civil, em seu artigo 1.723, reconhece como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família. Em nenhum momento a união entre homossexuais é citada. |
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5. Quais direitos os casais do mesmo sexo já possuem no Brasil? Alguns tribunais brasileiros já firmaram jurisprudência em conceder a casais homossexuais direitos em relação à herança (metade do patrimônio construído em comum pode ficar para o parceiro); plano de saúde (inclusão do parceiro como dependente); pensão em caso de morte (recebimento se o parceiro for segurado do INSS); guarda de filho (concessão em caso de um dos parceiros ser mãe ou pai biológico da criança) e emprego (a opção sexual não pode ser motivo para demissão). |
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6. Quais as principais diferenças, em termos jurídicos, de casais hétero e homossexuais que mantenham uniões estáveis? Os casais gays não são reconhecidos como entidade familiar, mas sim como sócios. Isso faz com que, em caso de emergência, um homossexual não possa autorizar que seu marido ou esposa seja submetido a uma cirurgia de risco. Além disso, casais do mesmo sexo não podem somar renda para aprovar financiamentos, não somam renda para alugar imóvel, não inscrevem parceiro como dependente de servidor público, não têm garantia de pensão alimentícia em caso de separação, não têm licença-maternidade para nascimento de filho da parceira, não têm licença-luto (para faltar ao trabalho na morte do parceiro), não têm usufruto dos bens do parceiro, não têm direito à visita íntima na prisão, não fazem declaração conjunta do imposto de renda e não podem deduzir no IR o imposto pago em nome do parceiro. |
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7. Há estados em que a união civil homossexual é reconhecida? Sim. No Rio Grande do Sul, os cartórios trabalham desde 2004 com uma norma que possibilitou aos casais homossexuais com algum tipo de união estável fazer um registro nesse sentido. Nesse estado, processos que envolvem relações homossexuais são julgados pela Vara de Família. Já o Rio de Janeiro foi, em 2007, o primeiro estado a conceder pensão a parceiros e parceiras de homossexuais. |
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8. Como o governo lida com a questão da homossexualidade? O governo lançou em 2006 o programa Brasil sem Homofobia, com o objetivo de combater a violência e a discriminação contra homossexuais. O programa apóia projetos de fortalecimento de instituições públicas e não-governamentais que atuam na promoção da cidadania homossexual e no combate à homofobia, além de capacitar profissionais e ativistas que atuam na defesa dessas pessoas. Em 2004, o Brasil apresentou nas Nações Unidas uma resolução que classifica a homossexualidade como direito humano inalienável. O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu, em 2008, a 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, em Brasília. Lula não possui, porém, um bom histórico em relação aos homossexuais -- em 2000, o petista chamou a cidade gaúcha de Pelotas de "pólo exportador de veados". |
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9. Há outros projetos de lei que regulamentam o casamento entre homossexuais? Sim. Desde 1996, o Congresso tem entre seus projetos uma proposta, de autoria de Marta Suplicy - no tempo em que ela era deputada federal - que autoriza a parceria civil entre homossexuais no Brasil. Em todos esses anos, a proposta sequer chegou a ser votada. Caso fosse aprovada reconheceria, no papel, a união de casais do mesmo sexo, o que já existe na prática. |
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10. Em quais países o casamento gay é legalizado? Na Holanda, desde 2001, os direitos de casamento valem para todos os cidadãos, sem distinção, no texto da lei, entre homossexuais e heterossexuais. Não há nem mesmo como saber quantos casamentos gays já foram realizados no país, já que os registros não dão conta se os noivos eram do mesmo sexo. A união civil entre gays também é aceita na Bélgica, no Canadá, na França, na Espanha, no Uruguai, nos estados americanos de Massachusetts e Califórnia e na Argentina. |
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Confira linha do tempo sobre o tema: |
sábado, 14 de agosto de 2010
"AQUARELA": CLICHÊ BÁSICO
Faz tempo que eu não vejo na telona uma boa obra com temática homossexual adolescente.Pensei que finalmente veria, em "Aquarela - As cores de uma paixão".
Frustração.
Escrito e dirigido por David Oliveras, o longa estreia apenas em São Paulo, e foca no despertar sexual de dois adolescentes norte-americanos.
Em vez de personagens ou situações, Oliveras prefere os clichês de sempre .
Os protagonistas são Daniel (Tye Olson) - jovem sensível, tímido e com poucos amigos, que aspira ser desenhista - e Carter (Kyle Claire) - nadador, sem amigos, rebelde sem causa e, como se fica sabendo mais tarde, portador de uma doença grave - retratados sem profundidade e sem nuances - eles são isso e só.
O desfile de clichês tem também a melhor amiga com problemas motores, a mãe compreensiva, o pai divorciado que se esforça para cuidar do filho que se envolve o tempo todo em encrencas, o técnico de natação durão e machista...
Foto: Divulgação/SilverLight Entertainment
Os atores Tye Olson e Kyle Claire, em cena do FilmeA história de amor entre os dois rapazes é rasa, e por mais que o diretor tente colocar um pouco de realidade, não consegue disfarçar as deficiências do filme, onde a câmera parece mais interessada em passear pelo corpo do nadador, do que construir um plano que seja legal, uma cena bem dirigida ou atuada.
Até quando um dos personagens é espancado por ser gay, o que deveria ser um alerta, um grito de revolta, é retratado como mais um momento frouxo, e o pior: personagens que, numa primeira metade, eram virtualmente inexistentes, se tornam protagonistas de cenas importantes, vindos do nada.
Em outros momentos, uma nova ação sugerida morre antes mesmo de acabar, e Oliveras abre demais as possibilidades da história, o que acaba pulverizando o foco.
A superficialidade parece não ter incomodado nem o júri nem os espectadores dos três festivais de cinema - todos nos EUA - onde o filme obteve nada menos que sete premiações - três delas conferidas pelo público.
Boa parte desta aceitação se deve sem dúvida aos dois jovens protagonistas, carismáticos e talentosos.
Quanto a mim, saí frustadíssimo do cinema, já que achei um desperdício,um casal tão bonito assim...
Veja o trailer do filme:
"AQUARELA - AS CORES DE UMA PAIXÃO"
Título original: Watercolors
Diretor: David Oliveras
Estúdio: SilverLight Entertainment
Distribuidora: Filmes do Festival
Elenco:
Kyle Clare
Ellie Araiza
Casey Kramer
Jeffrey Lee Woods
William Charles Mitchell
Gênero: Drama, Romance
Duração: 114 mins
Ano: 2008
Data da Estreia: 13/08/2010
Cor: Colorido
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos
País: EUA
COTAÇÃO DO KLAU:

