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terça-feira, 22 de setembro de 2020

'007 - SEM TEMPO PARA MORRER' GANHA NOVOS PÔSTER E CARTAZES INDIVIDUAIS

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Apesar da lenta e incerta reabertura das salas de cinema ao redor do mundo, a MGM e a Universal Pictures seguem firmes com o lançamento de 007 – Sem Tempo Para Morrer para novembro 
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 A campanha de marketing segue intensa, agora com a divulgação de novos cartazes individuais, mostrando os personagens do filme.

 Veja todos:
Além de Daniel Craig retornar pela quinta e última vez no papel do agente secreto James Bond, a atriz Léa Seydoux também repete seu papel como Madeleine Swann. 

 Dando continuidade ao sucesso dos dois filmes anteriores, o time do MI6 também está de volta com Rory Kinnear como Tanner, Ben Whishaw como “Q”, Naomie Harris como Moneypenny e Ralph Fiennes novamente como “M”

 Quem também está de volta é Jeffrey Wright como o agente da CIA Felix Leiter, que apareceu pela última vez em 007 – Quantum Of Solace, de 2008. 

 O elenco principal também conta com Ana de Armas (Paloma), Dali Benssalah (Primo), David Dencik (Valdo Obruchev), Lashana Lynch (Nomi) e Billy Magnussen (Logan Ash). 

O papel do vilão da trama, Safin, fica a cargo do premiado Rami Malek, vencedor do Oscar por “Bohemian Rhapsody”. 

 Com direção de Cary Fukunaga e roteiro assinado por Neal Purvis & Robert Wade, Scott Z. Burns e Phoebe Waller-Bridge, 007 – Sem Tempo Para Morrer tem estreia marcada para o dia 19 de novembro no Brasil.

segunda-feira, 6 de julho de 2020

'TUBARÃO': CLÁSSICO DE STEVEN SPIELBERG FAZ 45 ANOS

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Tubarão (1975), de Steven Spielberg, é um dos filmes mais adorados de todos os tempos
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Não importa que tipo de cinéfilo você seja, certamente já ouviu falar sobre este thriller.

Se mostrando mais atual do nunca, hoje conseguimos perceber as fortes conotações do texto – por estarmos de certa forma vivenciando algo parecido, de forma global.

Na trama de Tubarão, uma pequena cidade é atacada por uma enorme criatura marinha, bem no auge do verão – época em que o local recebe seus turistas e tem seu ápice financeiro para o ano.

Algumas pessoas começam a morrer, mas isto não é nada para os governantes e comerciantes locais, pior seria fechar as praias e arcar com o prejuízo.

Assim, praias abertas e cidadãos em perigo. Soa familiar?

Em 2020, este verdadeiro clássico da sétima arte completa 45 anos de lançamento, tendo feito sua estreia mundial nos EUA no dia 20 de junho de 1975.

No Brasil, o longa chegou no dia de natal (uma data nada propícia), em 25 de dezembro do mesmo ano.

CONFIRA ALGUMAS CURIOSIDADES DO FILME:
Primeiro Blockbuster da História

Hoje, o termo blockbuster é muito utilizado ao nos referirmos a superproduções do cinema.

Mas o que muitos podem não saber, é que ele foi criado lá em 1975 com o filme Tubarão.

Blockbuster, ou arrasa-quarteirão, foi o termo usado para o filme devido às filas quilométricas que se acumulavam em torno de quarteirões dos cinemas que exibiam o longa.

Tubarão (ou Jaws no original) foi o primeiro filme da história a acumular em bilheteria mais de US$100 milhões, se tornando assim o longa mais rentável de todos os tempos – recorde quebrado dois anos depois com Guerra nas Estrelas (Star Wars, 1977).


Assim como no Brasil, a ideia original era lançar Tubarão nos cinemas em dezembro até mesmo nos EUA.

Mas atrasos devido a uma produção problemática, fizeram com que o filme fosse empurrado de dezembro de 1974 para junho de 1975.

Curiosamente, antes de Tubarão, o meio do ano nos EUA, época do verão norte-americano, era conhecido como o período em que os estúdios jogavam suas piores produções, já que grande parte dos americanos preferia atividades ao ar livre nesta época.

O conceito mudou por causa de Tubarão e até hoje o verão dos EUA é a época dos maiores lançamentos nos cinemas.

Outro detalhe é que a Universal, estúdio produtor do filme, ficou tão feliz com o resultado de Tubarão nas bilheterias, que resolveu desembolsar mais US$700 mil somente para divulgar o filme em comerciais de televisão, algo sem precedentes.

Oscar

Você sabia ou lembrava que Tubarão foi indicado ao Oscar de melhor filme?

Pois é.

Sabemos que um filme é perfeito sem defeitos, quando além de se tornar um fenômeno de bilheteria, entrando para a história pelo feito e criando até mesmo um termo para tal, ele ainda é agraciado pela maior entidade do ramo, a Academia do Oscar.

Tubarão foi indicado para 4 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme (o único que não levou, perdendo para Um Estranho no Ninho).

O longa foi premiado como melhor edição, som e trilha sonora – pelo icônico tema do maestro John Williams.

Por falar na trilha, curiosamente, quando Spielberg a ouviu pela primeira vez não gostou e achou que Williams estava brincando.

E se falamos nas injustiças de diretores com filmes indicados ficarem de fora da categoria de direção atualmente, com 10 filmes e apenas 5 possíveis cineastas, imagina numa época em que era 5 para 5.

Tubarão foi o único filme daquele ano a não ter seu diretor indicado na categoria.

Ocupando a vaga de Spielberg, tivemos o lendário cineasta italiano Federico Fellini com sua comédia Amarcord.

Diretor

Como todos sabem, Steven Spielberg iniciou bem sua carreira com o sucesso tremendo de Tubarão em seu currículo.

O diretor tinha apenas 28 anos na época, e apesar do sucesso, a produção foi tão problemática que o cineasta já afirmou diversas vezes que não faria o filme se recebesse uma segunda chance - ou quem sabe não o faria da forma que fez.

Mas o que nem todos talvez saibam, é que Spielberg não era a primeira opção para dirigir o longa.

Antes dele, Dick Richards (mais conhecido como produtor de Tootsie) foi contratado, mas prontamente demitido após uma reunião com produtores e executivos da Universal.

O motivo da demissão foi por Richards ter confundido baleias e tubarões – ao que os produtores afirmaram que não trabalhariam com um diretor que não soubesse esta diferença básica.

Assim como de costume nos filmes de Hitchcock, Spielberg faz uma “participação” no filme.

É sua a voz no rádio avisando que a esposa do xerife estava ligando, no final do filme a bordo do barco Orca.

Michael Winner, que acabava de marcar um golaço com o sucesso de Desejo de Matar (1974), foi outro diretor considerado para o comando de Tubarão, antes de Spielberg ser de fato contratado.

Elenco

Para o papel principal do filme, o policial Martin Brody, atores como Robert Duvall e Gene Hackman foram considerados.

O nome que chegou mais perto, no entanto, foi o de Charlton Heston (Planeta dos Macacos).

Apesar de ter gostado da ideia de ter o ator no papel, Spielberg optou pela não contratação devido à persona heroica que Heston construíra em filmes catástrofe como Terremoto (1974) – imaginando que o público acharia que o tubarão não seria páreo para o ator.


Heston ficou chateado com o fato e jurou nunca trabalhar com Spielberg e o ppapel, é ficou eternizado nas formas do saudoso Roy Scheider.

Richard Dreyfuss ainda era um ator novato quando colaborou com Spielberg em Tubarão, no papel do oceanógrafo Matt Hooper.

Antes da escolha do ator, o personagem foi oferecido para Jeff Bridges, Jon Voight e Dustin Hoffman.

Já o papel do pescador veterano Quint, interpretado de forma tão intensa por Robert Shaw, quase teve as formas de Robert Mitchum e Oliver Reed, que recusaram a oferta.

Nos bastidores, Robert Shaw e Richard Dreyfuss não se deram bem - Shaw constantemente hostilizava o então novato Dreyfuss, criando assim um realismo maior e tensão entre seus personagens antagonistas.

Shaw tinha problema com bebida e constantemente era visto com copos de drinks pelo set entre takes.

Até mesmo o cordial Scheider o definiu como “um perfeito cavalheiro sóbrio, mas só bastava um drink para ele se tornar um filho da puta competitivo”.

Shaw fez a cena do monólogo sobre a Segunda Guerra bêbado e Spielberg não conseguiu aproveitar nenhuma linha de diálogo. Envergonhado, o ator pediu mais uma chance e no dia seguinte entregou a poderosa atuação que vemos no filme.

Curiosamente, o modesto autor do livro no qual o filme é baseado, Peter Benchley, queria como protagonistas Robert Redford, Paul Newman e Steve McQueen, apenas os três maiores astros da época...

Redford e Newman dividiram as telas em Butch Cassidy (1969) e Golpe de Mestre (1973), e Newman e McQueen contracenaram em Inferno na Torre (1974).

Benchley participa do filme como ator em uma ponta – ele vive o apresentador/repórter que aparece noticiando sobre os eventos no local direto da praia.

Livro

Steven Spielberg não era o maior fã do livro de Peter Benchley, e logo providenciou para que muito do texto fosse alterado para o filme.

Entre as principais mudanças de livro e filme estão o caso que Hooper tem com a mulher do xerife (excluído do longa), a morte do próprio Hooper dentro da gaiola de proteção e a morte de Quint, que seria puxado para o fundo do mar pelo tubarão através de uma corda enrolada em seu pé, e não devorado como no filme.

Mas o principal incômodo do autor foi em relação ao final, quando o tubarão explode.

Benchley protestou tanto que precisou ser removido do set de filmagem.

Spielberg ainda afirmou que em seu desfecho original, Brody olharia após matar o tubarão e veria diversas outras barbatanas na água se aproximando = seria um desfecho mais sombrio.


O roteirista Carl Gottlieb, que adaptou o livro para as telonas, disse ter se inspirado em duas ficções científicas clássicas na hora de retratar o tubarão no texto.

A primeira foi O Monstro do Ártico (1951), refilmado por John Carpenter como O Enigma de Outro Mundo (1982), no qual vemos o “monstro” apenas no último “rolo”, ou seja, no terceiro ato. 

O outro é Veio do Espaço (1953), onde, segundo o autor, o suspense era elevado por termos a criatura sempre fora de cena.

Produção

Numa das cenas iniciais do filme, vemos o que restou do corpo da jovem banhista que é a primeira vítima do tubarão.

O braço artificial criado para a produção, no entanto, não agradou - e Spielberg enterrou de verdade uma funcionária da equipe na areia para a cena, fazendo do braço que vemos no filme ficar o mais real impossível.

O tubarão, um robô animatrônico criado especialmente para o filme, não funcionava direito e foi a fonte dos maiores problemas de Spielberg e a da equipe de produção.

Além de parecer muito falso, a criação vivia dando defeitos, pifando, afundando e fazendo tudo o que não deveria, tudo precisando ser contornado com a criatividade narrativa do cineasta – que escondeu o “vilão” enquanto pôde.

No geral, o tubarão aparece em cena somente por 4 minutos no longa.

Spielberg, inclusive deu um nome para o tubarão falso: Bruce – em homenagem a seu advogado.


Além do “boneco”, o filme também utiliza imagens reais de um tubarão – na cena em que Hooper desce na gaiola.

Em outro momento, os moradores da cidade acreditam ter matado o tubarão que estava aterrorizando as praias e o exibem no porto.

Esse tubarão era real, morto por pescadores na Flórida, já que onde o longa estava sendo filmado não existia um tubarão deste tamanho.

O tempo que o bicho demorou para ser transportado até o set pelo mar, fez com que ele entrasse em decomposição e começasse a feder muito – dificultando o trabalho dos atores que precisavam ficar próximos a ele na cena.

A pequena cidade onde o filme se passa, Amity Island, é fictícia.

O local usado como locação foi a famosa rota turística para os ricos e famosos nos EUA, onde inclusive o ex-presidente Barack Obama recentemente comprou uma mansão: Martha’s Vineyard, em Massachusetts.

Foi a primeira vez que o local foi utilizado como cenário para uma produção cinematográfica.


A famosa cena de zoom no filme, quando o xerife Brody percebe que o menino está sendo atacado na água pelo tubarão, ficou conhecida como a “tomada Tubarão” por alguns professores de cinema.

Esta tomada, no entanto, foi criada por Irmin Roberts para simular a desorientação devido a altura em Um Corpo que Cai (1958), de Alfred Hitchcock – na qual é utilizada o zoom para frente enquanto o trilho se afasta com o câmera no tracking.

Em Tubarão o oposto ocorre, um tracking se aproximando, enquanto o zoom se afasta.

Steven Spielberg sempre considerou Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) como uma espécie de sequência para Tubarão – ao menos em espírito.

Sem dúvida é bem melhor pensar assim como o diretor, do que ter que encarar as malfadadas continuações reais do filme.

Curiosamente, porém, antes de se tornar um filme, Tubarão foi cogitado como uma série de TV – sendo anunciado inclusive em revistas do ramo de cinema na época, neste formato.

A ideia era ter uma celebridade como convidada, sendo devorados toda semana, como numa antologia...

MAIS IMAGENS:















Relembre o trailer:

quarta-feira, 10 de junho de 2020

MAIOR REDE DE CINEMAS AMERICANOS VAI MANTER BOICOTE À UNIVERSAL PICTURES

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De acordo com o Deadline, a AMC Theatres está planejando reabrir suas salas de cinema ao redor do mundo a partir de julho e irá manter a decisão de não exibir os filmes da Universal Pictures
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O embargo com certeza irá prejudicar os próximos títulos do estúdio, que pretende lançar ainda este ano filmes como ‘A Lenda de Candyman’, ‘Halloween Kills’ e ‘007: Sem Tempo para Morrer’.

As produções estão tem estreias previstas para entre setembro e novembro, caso as datas não sejam alteradas mais uma vez devido à pandemia do Coronavírus.

Para quem não sabe, a rivalidade entre as companhias começou depois que a Universal anunciou que irá investir em lançamentos destinados ao formato digital, além das estreias no cinema.

Isso porque o lançamento digital de ‘Trolls 2‘ rendeu US$ 100 milhões ao estúdio em apenas três semanas só nos EUA, valor superior ao primeiro filme em comparação ao mesmo período.

Lembrando que ‘Trolls‘ foi lançado exclusivamente nos cinemas em 2016 pela Fox e permaneceu mais de um ano em exibição, arrecadando US$ 346,8 milhões pelo mundo, segundo o Box Office Mojo.

Devido ao pronunciamento da Universal, a AMC ganhou apoio da Cineworld, que emitiu um comunicado, dizendo:

“As telas de cinemas são a melhor forma de assistir um filme e nós investimos muito nos nossos cinemas ao redor do mundo. Isso permite que os estúdios entreguem a melhor experiência possível ao público… Se a Universal pretende passar por cima dos nossos acordos nesses tempos de crise, não somos obrigados a exibir seus filmes quando nossas salas forem reabertas.”

Adam Aron, o presidente da AMC Theatres ressaltou que o fim da parceria com o estúdio se deu pela quebra de lealdade da Universal em tempos de crise:

“É decepcionante para nós, mas os comentários de Jeff Shell [presidente da Universal] sobre as ações e intenções unilaterais do estúdio não nos deixaram escolha. Por conta disso, a AMC não vai mais exibir os filmes da Universal em nenhum de nossos ao redor do mundo. Dedicamos muito tempo e investimento nesta parceria, e na primeira vez que precisamos de apoio, fomos surpreendidos por um decisão egoísta e desleal. Não faz sentido continuar com o acordo se não traz para benefício para nós.”

Por sua vez, os representantes da Universal rebateram a crítica, dizendo:

“Nosso principal objetivo é levar entretenimento de qualidade para as pessoas que estão isoladas dentro de casa e não têm outra opção de lazer a não ser uma TV ou um computador. Além disso, precisamos pagar nossos funcionários e demais parceiros, a situação é precária para todos nós. No melhor cenário, continuaremos a estreitar os laços com as empresas que confiam no nosso trabalho, mas estamos decepcionado com a atitude da AMC Theatres.”

Se a decisão da Cineworld e da AMC Theatres permanecer ao longo dos próximos meses, filmes como ‘Velozes e Furiosos 9′, ‘Jurassic World 3’ e ‘Minions 2‘ também terão uma perda significativa nas bilheterias.

Vamos aguardar.

sábado, 21 de março de 2020

CORONAVÍRUS: UNIVERSAL PICTURES ANTECIPA SEUS LANÇAMENTOS EM STREAMING

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Na lista, 'O Homem Invisível', 'Emma' e 'A Caçada'
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Com a proposta de reagir à crise que o coronavírus vem trazendo ao mundo todo, a Universal Pictures é o primeiro estúdio a anunciar uma medida inusitada: lançou nesta sexta (20) três filmes que estão atualmente em cartaz nos Estados Unidos: Emma, O Homem Invisível e A Caçada.

É importante ressaltar que os títulos não serão disponibilizados no Brasil, mas apenas nos Estados Unidos por enquanto.

Além destes três filmes, Trolls 2 ganhará lançamento em VOD de forma simultânea com o cinema (a estreia foi adiada para o dia 08 de outubro nos cinemas).

Os filmes estarão disponíveis para compra digital ou aluguel nos EUA.

Talvez este primeiro passo da Universal Pictures inicie um novo método de lançamentos cinematográficos para outros estúdios, como esforço para tentar minimizar o custo de adiamentos e cancelamentos diante do coronavírus.

terça-feira, 17 de março de 2020

CORONAVÍRUS: FILMES DA UNIVERSAL PICTURES CHEGARÃO MAIS CEDO AO STREAMING

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'O Homem Invisível' (com Elizabeth Moss - foto acima), A' Caçada' e 'Emma' chegarão mais cedo ao vídeo sob demanda
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Com o impacto da pandemia de coronavírus nas bilheterias do cinema, a Universal Pictures decidiu que seus próximos lançamentos serão feitos simultaneamente no cinema e em vídeo sob demanda.

Os lançamentos domésticos de filmes que estão em cartaz, incluindo A Caçada, O Homem Invisível e Emma serão antecipados.

Nos Estados Unidos, os três longas chegarão ao canal de video on demand do estúdio em 20 de março, informou a Variety.

A animação Trolls World Tour estreia em 10 de abril nos EUA e será o primeiro lançamento da Universal simultâneo no cinema e no vídeo sob demanda.

No mercado norte-americano, os filmes estarão disponíveis para aluguel por 48h pelo preço de US$ 20.

Segundo a Variety, o valor cobrado em mercados internacionais - como o Brasil - será o mesmo.

"A Universal Pictures tem um vasto e diversificado leque de filmes e 2020 não é exceção. Mais do que adiar esses filmes ou lançá-los em um cenário de distribuição desafiador, nós queremos oferecer uma opção acessível para as pessoas assistirem em casa", disse o CEO da NBCUniversal, Jeff Shell.

"Nós esperamos e acreditamos que as pessoas continuarão assistindo filmes no cinema quando possível, mas entendemos que para pessoas em diferentes partes do mundo isso está se tornando menos possível".

Por causa da pandemia de coronavírus, a Universal adiou o lançamento de Velozes & Furiosos 9 para 2021.

sábado, 14 de março de 2020

DARK UNIVERSE: APÓS O SUCESSO DE 'O HOMEM INVISÍVEL' UNIVERSAL FARÁ NOVA VERSÃO DE DRÁCULA

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O grande termômetro para a retomada dos filmes dos monstros clássicos da Universal funcionou
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De acordo com o Hollywood Reporter, o Drácula ganhará um novo filme devido ao sucesso de O Homem Invisível.

O roteiro do projeto é escrito por Matt Manfredi e Phil Hay, dupla responsável por O Peso Do Passado.

A diretora do longa em questão,Karyn Kusama , vai dirigir a nova adaptação do vampiro.

A ideia é de que o filme inédito do Drácula siga a linha de O Homem Invisível, ou seja, se sustente sozinho ao invés de ser realizado com a ideia de formar um universo compartilhado, como foi o caso - e fracasso - de A Múmia.

Segundo as fontes do portal, a trama deve se passar nos dias atuais.

A Blumhouse, produtora do longa com Elisabeth Moss, está envolvida com o projeto.

A empresa também é conhecida por filmes como Sobrenatural - A Última Chave e Fragmentado.

A última aparição do Drácula foi em uma péssima série inglesa,  disponibilizada recentemente na Netflix.

terça-feira, 10 de março de 2020

'DARK UNIVERSE':JAMES WAN VAI PRODUZIR NOVA VERSÃO DE 'FRANKENSTEIN'

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A Universal Pictures anunciou um novo projeto com James Wan: será um filme de monstro com elementos de ‘Frankenstein‘
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Com roteiro de Robbie Thompson, produtor executivo de ‘Supernatural‘, o longa mostrará um grupo de adolescentes que descobre que o vizinho está construindo um monstro com pedaços de cadáver.

Quando o monstro foge, o terror rola solto.

Segundo o THR, a trama utilizará elementos clássicos do Universo de Monstros da Universal Pictures, mas trará uma abordagem moderna.

James Wan não vai dirigir, mas vai produzir através da sua empresa, Atomic Monster.

Baseada no romance homônimo de Mary Shelley, a história já foi adaptada inúmeras vezes para as telonas: em 1930, Boris Karloff (foto acima) deu vida à criatura e, em 2012, o monstro ganhou uma repaginação amigável com a animação ‘Hotel Transilvânia’.

Javier Bardem havia sido considerado para viver o personagem-titular no primeiro reboot planejado pela Universal, ‘A Noiva de Frankenstein’, mas o projeto não seguiu em frente.

sábado, 29 de fevereiro de 2020

'007 - SEM TEMPO PARA MORRER': ROTEIRISTA REVELA QUAL FOI A SUA CONTRIBUIÇÃO

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Longa ganhou pôsteres e duração oficiais
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‘007: Sem Tempo Para Morrer‘ promete trazer muitas cenas de ação eletrizantes para os fãs da franquia, com um roteiro que ainda explora a densidade dramática do personagem homônimo.

E além do trio de roteiristas que assina a produção, outro nome bem peculiar também contribuiu para o material final que será apresentado nos cinemas: a roteirista e comediante Phoebe Waller-Bridge (arte acima) participou da construção da narrativa, contribuindo com sua criatividade em momentos específicos da trama.

A informação foi revelada em uma recente entrevista feita ao programa de rádio do popular radialista Chris Evans.

Nela, Waller-Bridge conta ter recebido o convite da produtora Barbara Broccolli para escrever algumas cenas:

"Eles me pediram para escrever algumas cenas, com a liberdade de desenvolver alternativas ou até mesmo criar novas ideias sobre como as coisas poderiam se desenrolar no meio ou até mesmo no final da cena. Então, eu produzi várias opções e várias tomadas e eles escolheram aquilo que queriam".

Ainda nessa semana, foi revelado que 007: Sem Tempo Para Morrer terá 2 horas e 43 minutos de duração, o que faz dele o filme mais longo da franquia James Bond.

A duração foi revelada por uma rede de cinema norte-americana, mas ainda não foi confirmada pela Universal Pictures, que o distribuirá (via CB).

O novo longa tem 3 minutos a mais do que 007 contra Spectre, também estrelado por Daniel Craig, em 2015.

Sem Tempo Para Morrer é o último filme da franquia com Craig no papel do icônico espião britânico.

Por fim, o longa ganhou seus pôsteres oficiais, nas versões internacional e brasileira.

Veja:


Segundo a sinopse de Sem Tempo Para Morrer, James Bond (Craig) se aposentou da vida de agente, mas sua paz é interrompida quando seu velho amigo Felix Leiter (Jeffrey Wright), que trabalha na CIA, pede sua ajuda, o que coloca Bond na trilha de um novo vilão armado com uma perigosa tecnologia, vivido por Rami Malek (Mr. Robot).

Relembre o trailer:


Voltam ainda ao elenco Léa Seydoux como Madeleine, Ralph Fiennes como M e Ben Whishaw como Q.

‘007 – Sem Tempo para Morrer’ estreia nos cinemas nacionais em 09 de abril.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

'O HOMEM INVISÍVEL': ELIZABETH MOSS ESPETACULAR NO MELHOR TERROR DOS ÚLTIMOS TEMPOS

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SINOPSE:

Quando o ex abusivo de Cecilia (Elisabeth Moss) tira a própria vida e deixa sua fortuna, ela suspeita que a morte dele tenha sido uma farsa.

Como uma série de coincidências se torna letal, Cecilia trabalha para provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

CRÍTICA:

O personagem é conhecido e fez muito sucesso no começo do século 20, ao lado de outros Monstros da Universal Pictures, que formavam o Dark Universe do estúdio.

Depois do fracasso do reboot de A Múmia, deram um freio nos projetos de outras novas versões, até que chegamos a este O Homem Invisível, que estreia hoje aqui no Brasil e promete reiniciar com tudo as releituras cinematográficas dos clássicos de terror.

Assim, nessa mais nova versão, o foco é o terror do abuso doméstico, com tom de suspense.

O longa explora os temas do romance clássico com toque contemporâneo afiado, capaz de modernizar a história de H.G. Wells sobre a arrogância e obsessão do ser humano.

Ambientada na cidade de São Francisco, o longa acompanha Cecilia (Elisabeth Moss, estrela da série The Handmaid's Tale) em sua fuga do violento e cruel namorado Adrian (Oliver Jackson-Cohen), um bilionário da tecnologia controlador e sociopata.

A saída de Cecilia de casa é tensa e estressante e, sem dizer muito, deixa claro que essa personagem vive uma vida absolutamente opressiva.

Moss segura o filme praticamente sozinha no papel da angustiada Cecilia - e se sai maravilhosamente bem.

Ela passa boa parte da história tentando lidar com trauma do relacionamento com Adrian e convence como mulher traumatizada.

A personagem, cativante, nos mostra sua história de sobrevivência de modo marcante.

Jackson-Cohen também funciona como o bilionário bonitão e sociopata que não aceita perder tudo o que deseja controlar.

Os demais do elenco funcionam bem, com Aldis Hodge como James, amigo que ajuda Cecilia e Storm Reid como sua filha Sydney, capaz de fazer um personagem realista.

Ambos são ótimos e você realmente se importa com eles a ponto de não querer que nada de mal aconteça aos dois.

A ambientação do longa é propositadamente fria e cinzenta e tudo é feito para reforçar a ansiedade e tensão.

O desconforto beira o exagero em certos momentos, mas é absolutamente apropriado para um filme de terror que trata sobre aspectos tão sombrios e pesados.

Até por isso, o 'monstro' se torna ainda mais assustador, porque você sabe que seria possível uma pessoa real decidir atormentar outra simplesmente por maldade ou incapacidade de empatia.

O "monstro" funciona de forma interessante e o longa gera no espectador a vontade de olhar os cantos à procura de algo fora do padrão, exatamente como acontece em filmes como Atividade Paranormal.

Só não fica claro como o personagem é tão silencioso, mas é possível afirmar que faz parte do mesmo motivo dele ser invisível.

Visualmente, tudo funciona bem, desde os cenários, até as interações do homem invisível com Cecilia, com outros personagens e até com o ambiente.

A trilha sonora ajuda a criar tensão, mas a forma como a trama evolui devagar pode cansar algumas pessoas.

Essa construção de narrativa, aliada à atmosfera, visual e som, é importante para o longa funcionar e ir além do típico longa genérico de suspense.

Ver Cecilia perder a noção da realidade e afastar todos ao seu redor é difícil e por isso o longa se torna inquietante.

Embora essa nova versão do clássico monstro da Universal possa não ser para todos os públicos, exatamente pelo incômodo causado, a forma como aborda abuso feminino e narcisismo faz dele algo marcante e até inédito.

As performances sólidas, excelente design de produção e ótimas cenas de ação fazem do longa um concorrente de peso para ser escolhido como o melhor filme de terror do ano - e faz isso sem precisar apelar para a nostalgia.

GALERIA DE IMAGENS:
O Homem Invisível : Foto Elisabeth Moss

O Homem Invisível : Foto Elisabeth Moss, Leigh Whannell

O Homem Invisível : Foto Storm Reid

O Homem Invisível : Foto Aldis Hodge

O Homem Invisível : Foto Elisabeth Moss

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
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O HOMEM INVISÍVEL
Título Original:
THE INVISIBLE MAN
Gênero:
Terror
Direção:
Leigh Whannell
Elenco:
Aldis Hodge, Amali Golden, Anthony Brandon Wong, Benedict Hardie, Bianca Pomponio, Elisabeth Moss, Harriet Dyer, Oliver Jackson-Cohen, Sam Smith, Storm Reid, Zara Michales
Roteiro: Leigh Whannell, baseado na obra clássica de H.G. Wells
Produção:
Jason Blum
Fotografia:
Stefan Duscio
Trilha Sonora:
Benjamin Wallfisch
Montador:
Andy Canny
Estúdios:
Blumhouse Productions, Dark Universe, Goalpost Pictures, Universal Pictures
Distribuidora:
Universal Pictures
Ano de Produção:
2020
Duração:
125 min.
Estréia:
27/02/2020
Classificação Indicativa:
14 anos

COTAÇÃO DO KLAU:
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