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segunda-feira, 29 de julho de 2013

OS MELHORES BLOCKBURSTERS E ANIMAÇÕES DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2013


Continuando a retrospectiva do primeiro semestre, agora com os Melhores Blockbusters e Animações:

'Além da Escuridão - Star Trek'

Uma ficção científica bem elaborada, bem dirigida, com diversas reviravoltas surpreendentes e que irão agradar os fãs da série clássica, tanto quanto os novos adeptos, atrás de cinema de puro entretenimento.

E tem Benedict Cumberbatch como o clássico vilão Khan!

Confira a crítica do Blog, clicando aqui.

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'O Grande Gatsby'

Comandado pelo sempre visualmente atraente Baz Luhrmann, Leonardo DiCaprio e Tobey Maguire encabeçam a lista de talentosos atores para uma nova e belíssima incursão ao clássico literário de F. Scott Fitzgerald - eleito sempre o grande romance americano de todos os tempos.

Pense na melhor festa de sua vida e você estará nessa criativa produção em 3D e recheada de efeitos especiais, que teve como missão trazer a garotada mais para perto de um clássico da literatura - e conseguiu.

Confira matéria especial, mais crítica de filme, clicando aqui.

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'Guerra Mundial Z'

Esse longa estrelado por Brad Pitt - que disse várias vezes que só o tinha feito para que seus filhos pequenos pudessem vê-lo nas telonas - tinha tudo para ser um dos fracassos do ano.

Só que a produção conseguiu dar a volta por cima, tornando-se um dos melhores blockbusters do ano.

Confira a crítica do longa, clicando aqui.

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'Os Croods'

Criativa animação da Dreamworks, que mostra uma família da era das cavernas.

Além de caprichar nas cenas aceleradas e no humor, a animação é acima de tudo um belo atestado sobre como criar os filhos, e o momento de deixar que eles sigam com suas vidas.

Confira a crítica do filme, clicando aqui.

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'Uma História de Amor e Fúria'

A trama dessa ótima animação brasileira acompanha as aventuras de um guerreiro Tupinambá (Selton Mello), que, na época da chegada dos portugueses ao Brasil, é escolhido para combater Anhangá - força representante de todo o Mal - e premiado com a imortalidade.

Apaixonado por Janaína (Camila Pitanga), seu amor atravessa os séculos e sobrevive às diversas reencarnações da jovem, com o guerreiro assumindo a forma de um pássaro quando morre e retornando à forma humana sempre que reencontra sua amada - na pele de um negro durante o período da escravidão ou como um jovem militante na resistência contra o regime militar.

Só isso já foi, para mim, sen-sa-cio-nal.

Confira a crítica da animação, clicando aqui.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

'O GRANDE GATSBY': O LIVRO, AS MUITAS VERSÕES PARA AS TELONAS E O DELÍRIO VISUAL E IMPECÁVEL DE BAZ LUHRMANN



Para essa postagem, vocês me perdoem, mas eu tive de dividi-la na minha história com o livro, minha fixação por Jay Gatsby, contar um pouco sobre as outras versões cinematográficas e só então falar sobre o longa que finalmente estreia hoje aqui no Brasil, um mês depois da estreia americana.

Vamos lá?

POR QUE SOU LOUCO POR GATSBY

Quem me conhece sabe quais são meus ícones pop favoritos.

O primeiro é James Bond - tanto nos livros de Ian Fleming quanto em  todos os 25 filmes que fizeram sobre ele - que até agora me deixam absolutamente enlouquecido, a ponto de ter largado um bom emprego só para fazer figuração no Rio de Janeiro, numa cena de 30 segundos em '007 Contra o Foguete da Morte/Moonraker' (1979).

O segundo é Bruce Wayne: perdi minha primeira família também muito cedo, sou tão neurótico quanto ele e se não me visto de morcego e salto telhados por aí, faltou pouco.

O terceiro é Kal-El: vir de outro mundo, tentar salvar este que o acolheu a toda hora, ter pais adotivos adoráveis como Jonathan e Marta Kent e ainda ter de interpretar à perfeição um paspalho como Clark - como eu mesmo faço muitas vezes - é genial para mim.

A capa do meu exemplar de 'O Grande Gatsby', que comprei em 1974, logo após sair do cinema

O quarto, e não menos importante, é Jay Gatsby: li a obra prima de Francis Scott Fritzgerald aos 14 anos, e graças a ele, esse idiota pode entender melhor como as pessoas que nos rodeiam são más, a face mais escura do dinheiro, o mundo de aparências e mentiras em que estamos constantemente mergulhados e, principalmente, o que é sofrer por um amor e sofrer mais ainda por tentarmos ser quem não somos para agradar e ter esse amor.

A IMPORTÂNCIA DE GATSBY NA CULTURA POP E NO CINEMA

Leitura obrigatória nas escolas americanas 'O Grande Gatsby' - ambientado na Nova York dos anos 1920 e arredores e frequentemente eleito como o 'The Best American Book' - mostra os dias de um misterioso milionário que esconde a origem de sua fortuna, mas que o leitor logo saca que, por suas ligações com gangsters, tem a ver com contrabando e atividades criminosas.

Na verdade, ele alugou uma mansão espetacular e dá festas sensacionais no mais absoluto estilo boca livre, na esperança de chamar a atenção de Daisy - por quem ele se apaixonou quando era muito jovem e por quem foi rejeitado - porque como ela mesma explica a certo momento: “moça rica não se casa com homem pobre”.

O autor Francis Scott Fritzgerald - foto: Diário do Centro do Mundo

Agora, ele vive uma vida que não é a dele, no lado pobre da Baia observando o farol que ilumina a casa de Daisy , do lado oposto e chique, na esperança de que ela volte para sua vida, agora que ele é tão rico e vazio quanto ela.

O livro foi publicado em 1924 e já em 1926, ainda no cinema mudo, tivemos a primeira versão - com Warner Baxter e Lois Wilson, dirigido por Herbert Brenon - e depois outra, esquecida, chamada 'Até o Céu tem limites!' - dirigida por Elliot Nugent, estrelado por Alan Ladd, Shelley Winters (a mais perfeita Mirtle das telonas), e a inadequada Betty Field como Daisy.

Em 1974, a Paramount Pictures fez a versão que pretendia ser a definitiva do livro.

Estrelada por Robert Redford no auge da beleza como Gatsby e Mia Farrow como Daisy, o projeto começou quando o então chefe de produção do estúdio, Robert Evans (o mesmo de 'O Poderoso Chefão' e 'Chinatown') comprou os direitos em 1971,  porque achava que o papel de Daisy era ideal para sua então mulher Ali McGraw - que ele tinha revelado em 'Love Story' - só que ela se apaixonou por Steve McQueen, largou o marido e destruiu a carreira.

Robert Redford como Jay Gatsby e Mia Farrow como Daisy Buchanan, em cena do longa de 1974

O roteiro estava sendo escrito por Truman Capote, mas na versão dele, o narrador Nick era homossexual e Jordan uma vingativa lésbica.

Com a competência de sempre, Francis Ford Coppola reescreveu tudo em três semanas e foi bastante fiel ao original.

Daisy acabou sendo interpretada por Mia Farrow - que na época das filmagens estava grávida, fato não tão discretamente escondido.

Mia Farrow como Daisy

Mia - que na época ainda não era casada com Woody Allen - deu a Daisy um permanente ar de sonsa e sonada, conseguindo passar ao espectador a frivolidade e o vazio do personagem, refletindo suas duvidas e anseios - e se saiu muito bem.

Robert Redford não se saiu bem como Gatsby, é passivo demais e tem menos chance ainda de se explicar.

Robert Redford como Jay Gatsby

Quando o faz, o resultado é muito artificial, mesmo porquê ele parece realmente ausente.

Mia diz em sua biografia - e com razão - que Redford, sempre lindo, não tinha a menor química com ela.

Mas o longa tem uma direção de arte, fotografia e figurinos magníficos - e eu, que tinha 14 anos à época,  fiquei tão fascinado que saí do cinema diretamente para comprar o livro.

Além desta versão de 74, houve um telefilme de 2000 - com Mira Sorvino e Toby Stephens (filho de Maggie Smith) - e uma versão black disfarçada chamada 'G - Triangulo Amoroso' (2002) com Blair Underwood e Richard T. Jones.

CRÍTICA - 'O GRANDE GATSBY' (2013)

F. Scott Fitzgerald sabia muito bem que, se a vida fosse uma festa, ela seria um grande baile de máscaras e foi assim que retratou na sua obra prima o que havia de mais podre por baixo do artificial glamour dos anos 1920 - pré quebra da bolsa de NY e, principalmente, pré segunda guerra.

A releitura cinematográfica que o diretor australiano Baz Luhrmann faz agora para 'O Grande Gatsby' - que finalmente estreia hoje em 141 salas em todo o Brasil- mantém a época em que a história do livro se passa,  mas continua sendo muito verdadeira para a nossa época, já que, até agora, infelizmente nada mudou nas relações humanas.

O longa - que foi a obra de estreia no último festival de Cannes - é um delicioso delírio visual, do primeiro ao último fotograma, onde Luhrmann, conhecido por trazer o passado à tona com muitas cores - veja dois de seus filmes anteriores, 'Moulin Rouge' e 'Romeu + Julieta' - mostra aqui que foi o diretor ideal para o mundo artificial da trama do livro

Leonardo DiCaprio é Jay Gatsby - fotos dessa postagem: Divulgação/Warner Bros.

Se o excesso de preocupação estética - que faz a releitura de Gatsby chegar aos cinemas em 3D - excede até seu exagero iminente, com uma série de cenas repetitivas mostrando panoramas de Nova York, chuva caindo, descidas vertiginosas sobre a cidade, absolutamente desnecessárias, as festas na casa de Gatsby me extasiaram muito, a ponto de eu chorar em plena sala de cinema por ver ali, finalmente transposta para a telona, tudo o que eu imaginava e sentia lendo o livro.

As festas esfuziantes na mansão de Gatsby são iguais às narradas no livro

O longa tem um ótimo elenco principal e  adaptação da trama na medida certa para o grande público, o qual visa atingir.

Como no livro, quem narra a história é Nick Carraway (Tobey Maguire, no melhor papel de sua carreira), jovem aspirante a escritor e que conta como conheceu o milionário Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio) ao seu psiquiatra.

Tobey Maguire é o narrador da história, Nick Carraway

O enigmático dono da mansão vizinha de Carraway, que mal aparece em suas festas boca livre, com muitos convidados e onde se serve o bom e o melhor, intriga o rapaz quando ele conhece Nova York e vai trabalhar na bolsa de valores.

Daisy Buchanan (Carey Mulligan), sua prima, e Tom (Joey Edgerton), marido dela, moram do outro lado da baía e adoram esbanjar dinheiro.

Leo DiCaprio, em cena com Carey Mulligan como Daisy e Joey Edgerton como Tom - o casal Buchanan
A escolha de Leonardo DiCaprio para interpretar Jay Gatsby é um dos achados do longa: lindo de viver e agora um ótimo e experiente ator, Leo consegue captar em cada cena todo o amargor e solidão do personagem.

Sua cena com a mão estendida no pier da casa de Gatsby, tentando pegar a luz do farol vizinho à casa de Daisy, igual à cena descrita no livro, é um dos momentos mais emocionantes da cinematografia recente.

Da janela, Jay tenta ver na multidão de uma de suas festas a presença de sua amada Daisy

Pena que Carey Mulligan não soube compreender a superficialidade de Daisy, levando o espectador a um mar de dúvidas diante de sua ingenuidade e causando uma bela surpresa no final - ela ainda é uma atriz  jovem, já fez outros trabalhos bem melhores e seguramente vai se recuperar.

Como no livro, a melhor cena do filme se dá exatamente quando as máscaras caem durante uma discussão entre Gatsby, Daisy e Tom  - confira no trailer - e onde várias facetas vem à tona.

Leo DiCaprio e Carey Mulligan, como Gatsby e Daisy: ele, sensacional; ela, apenas correta

O diretor já declarou várias vezes que sua opção por ter grandes nomes da atual música negra americana na trilha sonora deve-se ao espaço que o jazz, berço de todas elas, teve nos anos 1920.

Assim, Lana Del Rey e Florence and the Machine integram a trilha sonora pop, que funciona bem para o estilo proposto, mesmo que a sonoridade incessante na primeira metade do filme faça com que algumas cenas percam a intensidade e que o longa só alcance equilíbrio nesse quesito apenas na segunda parte, intercalando momentos mais silenciosos e densos.

Gatsby, Daisy e Nick, em cena do filme

O longa de Baz Luhrmann - seguramente o melhor de sua carreira até agora - pode até não ser inteiramente fiel a todos os personagens e adjetivos da obra estupenda de Fitzgerald, mas consegue expressar de forma clara o vazio amargo de um mundo superficial, com diálogos e narrações muito bem escolhidas, além de uma fotografia em 3D muito boa e uma direção de arte, cenários em computador e figurinos muito bem feitos.

Com um final perturbador e com cenas que o livro não tem - como a infância pobre de Gatsby - o drama provoca o espectador até o último segundo, continua sendo um espetáculo de Hollywood mas, dentro do contexto do cinema de massa atual, faz muito sentido.

Outro filmaço em que a cidade de Nova York se apresenta lindona - e que eu não me cansarei nunca de ver.

E WARNER BROS: 
Nem me peça para segurar a postagem de 'Superman:O Homem de Aço' como eu fiz, a duras penas, com essa.

Assim que o longa do Super estrear nos EUA, eu posto tudo aqui.
E pronto.

Confira o trailer do filme:

*****
2 O Grande Gatsby - Pôster__1.jpg
'O GRANDE GATSBY'
Título Original:
The Great Gatsby
Gênero:
Drama
Direção:
Baz Luhrmann
Roteiro:
Baz Luhrmann e Craig Pearce - baseados no livro homônimo de F. Scott Fitzgerald
Elenco:
Tobey Maguire,Leonardo DiCaprio,Carey Mulligan,Amitabh Bachchan, Arthur Dignam, Barry Otto, Brendan Maclean, Callan McAuliffe, Corey Mills, Daniel Newman, Drew Pearson, Elizabeth Debicki, Felix Williamson, Gemma Ward, Goran D. Kleut, Isla Fisher, Jacek Koman, Jack Thompson, Jason Clarke, Joel Edgerton, Kate Mulvany, Kim Knuckey, Max Cullen, Stephen James King, Vince Colosimo
Produção:
Baz Luhrmann, Catherine Knapman, Catherine Martin, Douglas Wick, Lucy Fisher
Fotografia:
Simon Duggan
Trilha Sonora:
Craig Armstrong
Duração:
142 min.
Ano:
2013
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia no Brasil:
07/06/2013
Distribuidora:
Warner Bros
Estúdio:
Bazmark Films / Red Wagon Productions / Village Roadshow Pictures
Classificação:
14 anos
Cotação do Klau:

terça-feira, 14 de maio de 2013

A SEMANA NO CINEMA



Você vai ver aqui:

TOP 10 - BILHETERIAS EUA
*****
TOP 10 - BILHETERIAS BRASIL
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'O GRANDE GATSBY': JORNAIS INGLESES PEITAM REIZINHOS DA WARNER E PUBLICAM RESENHAS DO LONGA ANTES DA ABERTURA DE CANNES
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'OS VINGADORES 2': SALÁRIOS DESIGUAIS PODEM DESFAZER ELENCO
*****
'X MEN - DAYS OF FUTURE PAST': WOLVERINE E FERA EM MOMENTO ANOS 70
*****
'O ESPETACULAR HOMEM ARANHA 2': PRIMEIRAS IMAGENS DE PAUL GIAMATTI COMO O VILÃO RINO E O ARANHA EM AÇÃO NAS RUAS DE NY
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'TOY STORY': NOVO CURTA DE TERROR SERÁ LANÇADO PRÓXIMO AO HALLOWEEN
*****
'ROBOCOP': REFILMAGEM DE CENAS E NOVAS IMAGENS
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'A MILLION WAYS TO DIE IN THE WEST': FAROESTE DE SETH MACFARLANE GANHA DATA DE ESTREIA
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'JUPITER ASCENDING': PRIMEIRAS FOTOS DO NOVO LONGA DOS IRMÃOS WACHOWSKI
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'THE F WORD': LONGA ESTRELADO POR DANIEL RADCLIFFE GANHA PRIMEIRAS IMAGENS
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ENTREVISTA: J.J.ABRAMS FALA SOBRE 'STAR TREK' E 'STAR WARS' E DIZ QUE NÃO TEME FRACASSOS
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Agora, vamos lá!

TOP 10 - BILHETERIAS EUA

Confira abaixo o Top 10 entre os dias 9 e 12 de maio:

1. Homem de Ferro 3 - US$ 72,2 milhões
2. O Grande Gatsby - US$ 51,1 milhões
3. Suor e Glória - US$ 5 milhões
4. Tyler Perry Presents Peeples - US$ 4,8 milhões
5. 42 - US$ 4,6 milhões
6. Oblivion - US$ 3,8 milhões
7. Os Croods - US$ 3,6 milhões
8. O Casamento do Ano - US$ 2,5 milhões
9. Mud - US$ 2,3 milhões
10. Oz, Mágico e Poderoso - US$ 800 mil

'Homem de Ferro 3' continua na liderança em sua segunda semana em cartaz nos Estados Unidos.
Depois de um ótimo início, o longa se manteve em primeiro e fez mais US$ 72,4 milhões e mundialmente, o fim da trilogia  já soma US$ 950 milhões e segue firme e forte para ultrapassar a barreira de US$ 1 bilhão ao redor do mundo.

Divulgação/Marvel Studios

A aposta da Warner Bros., 'O Grande Gatsby', estreou em segundo lugar e faturou logo de cara US$51,1 milhões.

A nova versão baseada no livro clássico de F. Scott Fitzgerald é dirigida por Baz Luhrmann e conta a história de Nick Carraway (Tobey Maguire), que chega do meio-oeste na Nova York e arredores dos anos 1920 e que começa a ficar fascinado pelo estilo de vida luxuoso de seu vizinho, Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio).

O longa em 3D fará a abertura de gala do Festival de Cannes amanhã e estreia aqui no Brasil em 7 de junho.

O terceiro lugar ficou com 'Suor e Glória' que fez mais US$5 milhões e soma mais de US$ 41 milhões nos EUA.

'Tyler Perry Presents Peeples', comédia de Tyler Perry com a roteirista e diretora Tina Chism, estreou em quarto com US$ 4,85 milhões.
O valor é considerado baixo, já que o filme estreou em mais de 2 mil cinemas.

Em quinto, está o longa sobre beisebol '42', com Harrison Ford,em sexto a ficção científica 'Oblivion' com Tom Cruise e fechando o Top 10, ainda temos a super produção da Disney 'Oz, Mágico e Poderoso'.

TOP 10 - BILHETERIAS BRASIL

Confira abaixo o Top 10 completo da bilheteria brasileira entre os dias 10 e 12 de maio:

1. Homem de Ferro 3 - R$ 9,1 milhões
2. Somos Tão Jovens - R$ 3 milhões
3. O Último Exorcismo: Parte 2 - R$ 1,2 milhão
4. Uma Ladra Sem Limites - R$ 904 mil
5. Os Croods - R$ 319 mil
6. Vai que Dá Certo - R$ 292 mil
7. A Morte do Demônio - R$ 162 mil
8. Em Transe - R$ 158 mil
9. Amor Profundo - R$ 150 mil
10. Elena - R$ 66 mil

A bilheteria nacional não foi lá muito animada neste fim de semana - reflexo do Dia das Mães, comemorado no último domingo.
A queda em relação à última semana ultrapassou os 40%, número superior ao esperado pelas distribuidoras.

O que não mudou foi o domínio de 'Homem de Ferro 3' não só no resto do mundo, como aqui no Brasil, onde o longa fez mais R$ 9,1 milhões e já soma um total de R$ 75,8 milhões.

Com esse resultado, a produção disparou na liderança do ranking anual e já tem quase o dobro de arrecadação do segundo colocado, 'João e Maria: Caçadores de Bruxas'.

Divulgação/Marvel Studios

Na segunda posição do fim de semana temos 'Somos Tão Jovens', filme brasileiro que conta parte da vida de Renato Russo, líder da Legião Urbana, que manteve bom desempenho e conseguiu arrecadar mais R$ 3 milhões.
A película já levou quase um milhão de espectadores aos cinemas.

Quem fecha o pódio é uma estreia: 'O Último Exorcismo – Parte 2', bizarra continuação que teve uma arrecadação regular e conseguiu um pouco mais de R$ 1 milhão nos três primeiros dias de exibição.

Apesar do bom destaque na mídia, o sofrível  'Uma Ladra Sem Limites' não passou de R$ 904 mil, desempenho decepcionante para uma estreia deste porte.

Na próxima semana, a animação 'Reino Escondido' e a produção nacional 'Giovanni Improtta' devem agitar as bilheterias brasileiras.

'O GRANDE GATSBY': JORNAIS INGLESES PEITAM REIZINHOS DA WARNER E PUBLICAM RESENHAS DO LONGA ANTES DA ABERTURA DE CANNES

Por essa suas excelências reais do marketing da Warner Bros. encasteladas em Burbank não esperavam: jornais ingleses decidiram furar o bloqueio estipulado pelo estúdio para publicar resenhas de "O Grande Gastby".

O longa em 3D dirigido por Baz Lurhman estreou nos Estados Unidos na última sexta, mas o estúdio estipulou que veículos de qualquer outro país só poderiam publicar resenhas e entrevistas a partir de amanhã (15), dia de início do Festival de Cannes, onde "Gatsby" terá a honra de ser o filme de abertura.

É um procedimento comum nas relações entre a indústria de cinema e os meios de comunicação que os estúdios determinem uma data para a publicação de qualquer material sobre seus filmes - entrevistas, resenhas e até trailers.

No entanto, o jornal inglês "The Guardian" questiona a validade de um bloqueio regional em uma época em que a internet permite a livre circulação de informações.

"Tem sido o pesadelo de editores desesperados: a determinação de estúdios de cinema de manter embargos regionais para críticas na era da internet, onde as fronteiras geográficas são cada vez mais irrelevantes. Agora, o assunto pode finalmente ter chegado a uma resolução depois que uma série de jornais britânicos se recusaram de forma veemente a obedecer a proibição de resenhar a tão falada nova adaptação de 'O Grande Gatsby', de F. Scott Fitzgerald, dirigida por de Baz Luhrmann, antes de sua estreia europeia no Festival de Cannes, amanhã à noite", escreveu o jornalista Ben Child, do "Guardian".

O primeiro jornal a furar o bloqueio foi o "Daily Mail", que publicou sua crítica no dia 7 de maio, seguido pelo "The Independent", na sexta (10), o "Telegraph", ontem, e o "Guardian", hoje.

"O Grande Gastby" estreou nos Estados Unidos na sexta, onde obteve o segundo lugar nas bilheterias, atrás de "Homem de Ferro 3"

Segundo a reportagem do "Guardian", isso já seria motivo suficiente para que a insistência da Warner em manter o bloqueio na Europa deixasse de fazer sentido, já que o filme "foi visto por centenas de milhares de americanos, muitos dos quais ofereceram sua opinião no Twitter e em outros sites de grande visibilidade, antes que os críticos europeus pudessem ter a chance de dar seu veredito".

O mesmo injusto bloqueio foi imposto aos jornalistas brasileiros - só poderemos publicar entrevistas feitas com o elenco a partir das 13h desta quarta.

Um dos motivos Warner fincar pé no bloqueio seria um acordo com o Festival de Cannes, que tradicionalmente prefere que os jornalistas de todo o mundo vejam os filmes selecionados durante o evento e escrevam suas resenhas de lá - mas se fosse isso, o argumento é furado, já que a crítica e o público americano já viram o filme e vem falando muito sobre ele desde sexta.

Por quê então não estrear o longa nos EUA na próxima sexta (17) - dois dias após a abertura de Cannes 2013 - e evitar todo esse stress?

Um dos posters do longa - Divulgação/Warner Bros.

Ainda assim, existe um acordo de cavalheiros para que um veículo só quebre o bloqueio se a crítica sobre o filme for positiva.

Caso do "Daily Mail", que escreveu:
"O exagerado diretor do musical 'Moulin Rouge' - de 2001, estrelado por Nicole Kidman e Ewan McGregor - não decepciona. Não é só que seu 'Gatsby' seja um 3D de arregalar os olhos, com uma trilha sonora produzida por Jay-Z, o rapper mais famoso do mundo. Ele também tem festas espetaculares, figurinos deslumbrantes e, às vezes, há tantas luzes coloridas em torno da propriedade Gatsby que parece uma enorme árvore de Natal. Você pode certamente ver onde o orçamento de US$ 100 milhões de dólares foi parar."

Já o 'Guardian' cravou:
"Depois de ter visto esta adaptação fantasticamente impensada e pesada, filme de abertura do Festival de Cannes deste ano, eu sinto que a única maneira de torná-la menos sutil seria deixar Michael Bay ["Transformers"] dirigi-la. No caso, a tarefa foi dada a Baz Luhrman, diretor de 'Moulin Rouge!' e "Austrália", um homem que não pode ver uma sutileza sem chamar a segurança para colocá-la para fora de seu set".

O 'Telegraph' escreveu:
"Meu palpite é que ela [Zelda Fitzgerald, viúva do autor de 'Gatsby'] teria saído da versão 3D ocasionalmente brilhante, muitas vezes desnutrida de Baz Luhrmann em torno da marca de 20 minutos, quando Myrtle Wilson coloca um disco no gramofone em seu apartamento de Nova York e a voz do rapper Kanye West surge, sobre uma linha de baixo que iria abalar as vigas do Empire State Building. A festa que se segue parece a melhor para a qual você nunca foi convidado, com champanhe espirrando pela tela em grandes e gasosos arcos, encharcando os pijamas e camisolas de seda dos foliões".

E o 'Independent' completou:
"Poucos ficarão chocados ao saber que a versão de Luhrmann do romance curto, livre e quase perfeito de Fitzgerald é longa, espalhafatosa e falha. Se você não gosta de seus filmes anteriores, você vai encontrar poucas surpresas agradáveis aqui. Mas se você consegue aturar o estilo lúgubre e hiperativo do australiano, então há muito para se admirar."

Ou seja: não só furaram o bloqueio imposto pela Warner, como ainda desceram o sarrafo no longa!

Pessoalmente, acho isso tudo uma brande bobagem: teremos novamente todo esse stress a partir de junho, quando a mesma Warner Bros. estreia 'O Homem de Aço' em junho nos EUA e cerca de um mês depois aqui no Brasil.

Ficaremos todo esse tempo sem falarmos nada sobre um dos mais aguardados longas do ano?

Eu não vou aguentar.

'OS VINGADORES 2': SALÁRIOS DESIGUAIS PODEM DESFAZER ELENCO

Robert Downey Jr. deve voltar para 'Os Vingadores 2 e 3', mas Chris Hemsworth (Thor) e Scarlett Johansson (Viúva Negra) podem não estar nem mesmo no segundo filme.

Segundo o Deadline, o problema é que enquanto Downey Jr. ganhou algo em torno de US$ 50 milhões com 'Os Vingadores' e já fez ao menos US$ 35 milhões com 'Homem de Ferro 3', seus companheiros não faturam mais do US$ 500 mil por cada filme.

Chris Evans (Capitão América) e Chris Hemsworth receberam aumento para US$ 500 mil para estrelarem as sequências 'Capitão América 2' e 'Thor 2' - antes recebiam US$ 200 mil.

Hemsworth inclusive chegou a considerar desistir de 'Thor 2' depois de fazer US$ 5 milhões com 'Branca de Neve e o Caçador' - da concorrente Warner Bros.

Um dos 'fã posters' de 'Os Vingadores 2'
O Marvel Studios é conhecido por seus baixos salários e por não ter medo de trocar atores que não concordam com sua política, tanto que o estúdio também ameaçou trocar Hemsworth caso ele não topasse as condições de trabalho, como já havia feito com o intérprete de Hulk - tirou Edward Norton, de 'O Incrível Hulk' (2008) e escalou Mark Ruffalo para interpretar o gigante esmeralda em 'Os Vingadores' (2011) justamente por isso.

Segundo o Deadline, o próprio Downey Jr. teria tomado as dores dos seus colegas de elenco e estaria fazendo jogo duro para estrelar 'Homem de Ferro 4', tudo para forçar a empresa a aumentar os salários de seus colegas.

Pode não ter relação nenhuma, mas o ator anunciou no programa 'Jimmy Kimmel Live' uma campanha no Kickstarter, site de vaquinha virtual, para arrecadar US$ 200 milhões para realizar mais uma sequência solo do Iron Man.

É impossível não perceber a ironia: o ator ainda justificou afirmando que "a economia anda realmente estranha".

Será que teremos uma equipe reformulada mais cedo do que todos pensavam?

'Os Vingadores 2' deve chegar aos cinemas de todo mundo em maio de 2015.

Vamos aguardar.

'X MEN - DAYS OF FUTURE PAST': WOLVERINE E FERA EM MOMENTO ANOS 70

O diretor Bryan Singer postou uma imagem no Twitter de Wolverine e Fera nos anos 1970 para 'X Men: Days of Future Past'.

Isso quer dizer que Logan já trabalhou com o Professor Xavier antes dos eventos do primeiro filme dos X-Men ou é mais uma furo na continuidade da Saga?

Nicholas Hoult (Fera) e Hugh Jackman (Wolverine) - Twitter/Bryan Singer

'X-Men: Days of Future Past', sequência de 'X-Men: Primeira Classe', será baseado na HQ  'Dias de um Futuro Esquecido'   - de Chris Claremont e John Byrne -  e mostra um futuro onde humanos e mutantes são oprimidos pelos robôs sentinelas.

Kitty Pride envia uma mensagem para o passado avisando os X-Men do futuro desesperador que os espera.

O longa está sendo rodado em Vancouver e chegará aos cinemas em 18 de julho de 2014.

'O ESPETACULAR HOMEM ARANHA 2': PRIMEIRAS IMAGENS DE PAUL GIAMATTI COMO O VILÃO RINO E O ARANHA EM AÇÃO NAS RUAS DE NY

O diretor Marc Webb postou no Twitter as primeiras fotos do ator Paul Giamatti como Aleksei Mikhailovich Sytsevich - o vilão Rino - um dos vilões de 'O Espetacular Homem-Aranha 2'.

Ele aparece com seu visual de gângster antes de ganhar sua poderosa armadura de rinoceronte, que eventualmente se funde à pele do mafioso russo.

Twitter/Marc Webb

Twitter/Marc Webb

Twitter/Marc Webb

Nas HQs, o personagem é um imigrante pobre da Rússia que se volta para o mundo do crime.

Sua grande força atraiu a atenção de agentes russos ligados ao Projeto do Super Soldado Soviético, que lhe ofereceram uma grande soma de dinheiro em troca de sua participação em testes científicos.

Em um deles, sua pele é coberta por um traje feito de um tecido artificial semelhante à pele de um rinoceronte, mas ainda mais resistente.

Foi divulgada também outras imagens das filmagens em Nova York, que mostram o herói (Andrew Garfield) salvando um ônibus e uma menininha.

Divulgação

Divulgação

Nesta sequência, Peter Parker (Andrew Garfield) não consegue cumprir a promessa de ficar longe de Gwen Stacy (Emma Stone), mas continua combatendo o crime.

Quando dois novos vilões surgem, Electro (Jamie Foxx) e Rino as coisas se complicam novamente.

O elenco conta ainda com Shailene Woodley (Mary Jane), Sally Field (Tia May), além de B.J. Novak e Colm Feore.

'O Espetacular Homem-Aranha 2' estreia em 2 de maio de 2014.

'TOY STORY': NOVO CURTA DE TERROR SERÁ LANÇADO PRÓXIMO AO HALLOWEEN

Após fechar a trilogia de "Toy Story", Buzz, Woody e companhia vão se encontrar novamente em um novo curta "de terror", no que parece ser uma referência a "Psicose", clássico de Alfred Hitchcock.

O anúncio foi feito pela Pixar -  por Twitter:
"Estamos animados em anunciar "Toy Story of Terror", um novo curta animado na @ABCNetwork neste Halloween".

O estúdio, responsável também pelo novo "Universidade Monstros", divulgou uma foto sombria com Buzz, Woody e Jesse em um lugar escuro e com teias de aranha.

Divulgação/Pixar

De acordo com o site "TV Guide", o curta terá 30 minutos e terá os personagens conhecidos da franquia em um hotel misterioso, após o carro da família de Bonnie quebrar durante uma viagem.

Dentro do hotel, um dos brinquedos vai sumir e o "resto da turma vai se encontrar preso em uma misteriosa sequência de eventos que devem ser resolvidos antes que eles sofram com o mesmo destino" - o hotel pode ser uma referência a "Psicose" e ao conhecido Bates Motel.

O produtor executivo Galyn Susman disse à "TV Guide" que o curta terá foco em Jesse, mas também nos novos brinquedos de Bonnie.

Em 2011, os personagens se reuniram em outro curta - "Hawaiian Vacation", de Gary Rydstrom, foi exibido nos cinemas junto com o longa "Carros 2".

Esse pessoal da Pixar é danado, hein?

'ROBOCOP': REFILMAGEM DE CENAS E NOVAS IMAGENS

'RoboCop', remake dirigido pelo brasileiro José Padilha em seu primeiro projeto em Hollywood, está passando por refilmagens de várias cenas em Toronto, no Canadá.

Justamente por causa disso, novas fotos do set foram divulgadas - e elas mostram a armadura e a moto do Policial do futuro.

O ator sueco Joel Kinnaman, em cena como Robocop - foto: Splash News

O ator sueco Joel Kinnaman, em cena como Robocop - foto: Splash News

O ator sueco Joel Kinnaman, em cena como Robocop - foto: Splash News

O ator sueco Joel Kinnaman, em cena como Robocop - foto: Splash News

O pouco conhecido ator sueco Joel Kinnaman - que ganhou destaque após protagonizar a série de TV 'The Killing' - estrela.

Michael Keaton ('Batman') interpreta o CEO da Omni Corporation, empresa responsável pela criação do policial do futuro e Gary Oldman vive o cientista que cria o Robocop.

Samuel L. Jackson interpreta Pat Novak, um magnata da TV poderoso; Abbie Cornish interpreta a esposa do Robocop e Jackie Earle Haley interpreta Maddox, responsável treinamento militar do Robocop.

James Vanderbilt ('Zodíaco') trabalha em cima do roteiro escrito por Josh Zetumer ('Duna') e revisado por Nick Schenk ('Gran Torino').

O orçamento da nova versão é de US$ 80 milhões e agora, justamente pelas refilmagens, em vez de 16 de agosto de 2013, o remake teve sua estreia adiada para 21 de fevereiro de 2014, duas semanas depois da estreia nos EUA.

'A MILLION WAYS TO DIE IN THE WEST': FAROESTE DE SETH MACFARLANE GANHA DATA DE ESTREIA

A Universal Pictures, estúdio que lançou 'Ted', marcou a data de estreia da comédia faroeste de Seth MacFarlane: 30 de maio de 2014.

Além do próprio MacFarlane como protagonista, o elenco conta com Giovanni Ribisi, Liam Neeson , Charlize Theron e Amanda Seyfried.

Liam Neeson em foto promocional do longa - Divulgação

A trama mostrará um cowboy (MacFarlane) que começa a treinar sua habilidade com armas de fogo com um famoso fora-da-lei (Neeson) depois de perder a namorada (Amanda Seyfried).

O problema é que o cowboy começa a ter sentimentos pela esposa (Charlize) do fora-da-lei e as coisas se complicam muito além do que ele esperava.

O comediante não vai só estrelar e dirigir, como também vai escrever o roteiro - ao lado de Alec Sulkin e Wellesley Wild, mesma dupla dos sucessos 'Ted' e 'Family Guy'.

'JUPITER ASCENDING': PRIMEIRAS FOTOS DO NOVO LONGA DOS IRMÃOS WACHOWSKI

Foram divulgadas as primeiras imagens do set do novo épico de ficção científica dos irmãos Andy e Lana Wachowski, 'Jupiter Ascending' - as filmagens estão acontecendo nos estúdios da Warner Bros. no Reino Unido.

Divulgação

Divulgação

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O longa se passa em um mundo onde os humanos dividem o universo com criaturas muito mais evoluídas, criadas à partir da fusão do nosso DNA com o de outros seres animais.

Escrito e dirigido pelos cineastas e estrelado por Mila Kunis e Channing Tatum, o filme conta a estória de Jupiter Jones (Kunis), uma jovem americana que se descobre alvo de um caçador de recompensas intergalático por estar destinada a receber uma herança que pode desestabilizar a ordem política do universo.

Eles acabam se apaixonando e juntos, serão perseguidos pelos seres evoluídos, enquanto a moça não demonstra seu real poder.

Sean Bean e Eddie Redmayne também estrelam.

A produção é liderada pelo colaborador de longa data dos irmãos, Grant Hill e tem estreia internacional agendada para 25 de julho de 2014.

No Brasil, o longa chega em 8 de agosto de 2014, distribuído pela própria Warner.

'THE F WORD': LONGA ESTRELADO POR DANIEL RADCLIFFE GANHA PRIMEIRAS IMAGENS

A história da amizade que se transforma em um amor que não quer ser admitido até que um dos envolvidos tome o primeiro passo vai invadir, de novo, as telonas.

É o indie 'The F Word', cujo “F” do título se refere à palavra friend - amigo em tradução literal.

Com Daniel Radcliffe e Zoe Kazan como o casal de protagonistas, as primeiras fotos oficiais do filme foram divulgadas pelo site Snitchsneeker.

Divulgação: site Snitchsneeker

Divulgação: site Snitchsneeker

Divulgação: site Snitchsneeker

Divulgação: site Snitchsneeker

Baseado na peça 'Cigars and Toothpaste', o longa de Michael Dowse centra-se na história do garoto vivido por Radcliffe, que acaba se apaixonando pela personagem de Kazan mas esconde sua atração até ter certeza que seus sentimentos são recíprocos.

Com o roteiro adaptado por Elan Mastai ('Alone in the Dark'), a produção ainda não possui data de lançamento aqui no Brasil.

Mas promete!

ENTREVISTA: J.J.ABRAMS FALA SOBRE 'STAR TREK' E 'STAR WARS' E DIZ QUE NÃO TEME FRACASSOS

Nunca elogie J. J. Abrams

"Ele odeia isso", confirma a atriz Alice Eve, a nova aquisição da saga "Star Trek", "reimaginada" com sucesso pelo diretor há quatro anos, rendendo mais de R$ 600 milhões nas bilheterias.

Mas era tarde demais: na entrevista concedida à imprensa latina pelo elenco de "Além da Escuridão - Star Trek", segundo filme da série sob comando de Abrams, o repórter da 'Folha' Rodrigo Salem perguntou aos atores o que há de tão especial no diretor para ele virar o comandante das duas maiores franquias da ficção científica do cinema.

Além de "Star Trek", que estreia no Brasil em 14 de junho, Abrams será o diretor de "Star Wars - Episódio 7", que deve estrear em 2015.

Entre elogios de Alice (dra. Carol Marcus), Zoe Saldana (Uhura) e Chris Pine (Kirk), Abrams agoniza. 

No fim das respostas, ele olha ameaçadoramente para a reportagem.

Mas ele precisa se acostumar com o assédio. 
Hoje, Jeffrey Jacob Abrams, 46, é o diretor mais poderoso de Hollywood, no mesmo patamar de James Cameron ("Avatar") e Steven Spielberg.

A franquia "Star Trek" (Paramount Pictures) é avaliada pelo mercado em R$ 8 bilhões.

 "Star Wars" (Disney) , em R$ 54 bilhões, entre lucros de licenciamento e bilheteria. 

Fora comandar agora as duas séries, ele é o criador de fenômenos pop -  como a série "Lost".

Uma hora depois da conversa com o elenco, o nova-iorquino encontra a Folha no hotel Four Seasons para uma entrevista. 
"Odeio receber elogios. Sou muito crítico com meu trabalho", solta o roteirista, produtor e diretor que transformou sua produtora, Bad Robot, na Meca dos nerds.

*
Folha - Seu primeiro longa como diretor foi "Missão: Impossível III", em 2006. O que mudou em sua vida desde aquele filme?
J.J. Abrams - Tive um terceiro filho [August, nascido naquele ano] e a Bad Robot passou de uma pequena companhia para uma empresa maior e casa de várias séries e filmes interessantes.

Não ficou decepcionado com o fato de o longa não ter ido tão bem na bilheteria?
Claro que sempre desejo que meus filmes rendam bastante, mas o capítulo seguinte da série, "Protocolo Fantasma" [produzido por Abrams], é bem melhor.

O filme de Brad Bird é melhor que o seu?
Com absoluta certeza. Ele conseguiu devolver "Missão: Impossível" ao caminho correto. Mas já estou produzindo com Tom Cruise o novo "Missão: Impossível", tentando encontrar uma ideia ainda melhor que o filme anterior.

Quando você era adolescente, a produtora Kathleen Kennedy o contratou ao lado de seu amigo Matt Reeves [diretor de "Cloverfield - Monstro"] para organizar as caixas de Super 8 de Steven Spielberg. Anos depois, ele produziu seu "Super 8". Além disso, seu primeiro roteiro, "Uma Segunda Chance" (1991), foi protagonizado por Harrison Ford. E você logo trabalhará com ele em "Star Wars - Episódio VII". Tudo em sua vida está conectado como um episódio de "Lost"?
É muito estranho como alguns fios se conectam em minha carreira, realmente. Mas eu tento não pensar muito nisso, porque pode ser assustador. Tudo parece muito surreal e impossível de acontecer. Não quero pensar se existe uma razão maior para tudo isso.

Hollywood é um lugar onde o sucesso e o fracasso acontecem de forma muito rápida. Qual o segredo de ter chegado à uma posição como a sua?
Acho que uma pessoa bem-sucedida em qualquer negocio esta suscetível a virar um alvo, mas eu não posso viver com medo de ser um fracasso ou devorado por executivos. Eu encaro as oportunidades que recebo como se fossem as últimas da minha vida. Eu preciso arriscar em tudo que me envolvo. Eu não achava que faria outro filme depois de "Missão: Impossível III". Eu não achava que fossem querer um novo "Star Trek" depois do primeiro. Hollywood é um lugar difícil, as pessoas parecem ter um plano secreto por trás de seus atos. Mas o segredo é apreciar o momento e tratar as pessoas da maneira que você gostaria de ser tratado.

"Além da Escuridão - Star Trek" lida com terrorismo e há uma leitura clara sobre incursões militares americanas em busca de Osama Bin Laden ou armas de destruição em massa. Por que o tema agora?
Uma das coisas que eu mais admirava na série "Além da Imaginação" era como Rod Serling [criador do programa] lidava com questões de briga de classes, política e raça em todos os episódios. Como ele usava monstros, alienígenas e robôs, a discussão era permitida nos anos 1960. O novo "Star Trek" é para ser divertido, mas quer provocar reflexão. Não estou tentando ser um sabichão, é óbvio o tema do filme. Mas as histórias precisam pegar o que acontece em nossas vidas agora e permitir que as pessoas pensem sobre certos temas.

Mas o tema é espinhoso para um filme de verão. Veja o que aconteceu com o atentado em Boston.
Escrevemos esse filme há mais de dois anos, não temos como adivinhar o que pode acontecer no mundo. Qualquer cidade do planeta está sujeita a esse tipo de ataque, infelizmente. A história que estamos contando é assustadora, mas não é nova em nossa realidade, vários países sofreram com isso. As ameaças vivendo entre nós e como lidamos com elas são os temas que movem nosso vilão.

Um grande filme começa com um grande vilão, então?
Não sei se começa, mas certamente quanto melhor o vilão, mais oportunidades você terá para contar uma grande história. Os heróis são definidos pelos atos do vilão, e quanto mais ambíguos e provocantes, melhor.

Por que a escolha de Benedict Cumberbatch para o papel?
A resposta fácil seria dizer que ele é o melhor ator possível para o papel, mas ele tem um nível de humor e brilhantismo que eleva cada cena em que aparece.

Você é fã da série "Sherlock"?
Nunca tinha visto até Damon Lindelof [roteirista de "Lost"] me encher o saco para vê-la. Claro que meu cérebro quase explodiu quando finalmente assisti aos episódios.

Você gosta de séries inglesas...
"Downton Abbey" é uma das séries que não perco de jeito nenhum na televisão.

Agora você deixa "Star Trek" e assume "Star Wars". São dois universos muito diferentes?
Honestamente, eu poderia fazer uma lista de quão diferente eles são. "Star Trek" e "Star Wars" não são remotamente parecidos. Seria como dizer que duas histórias são parecidas só porque se passam na Terra.


J.J.Abrams no cenário da ponte de comando da Enterprise, durante as filmagens de 'Star trek 2" - foto: Zade Rosenthal/Divulgação


Mas você sempre deixou claro que uma de suas vantagens em assumir "Star Trek" era o fato de não ser fã da série. Mas você é fanático por "Star Wars". É difícil manter esse lado afastado e deixar o diretor assumir?
É louco. Há momentos de epifania em que eu percebo sobre o que estamos falando e penso: "Meu deus, isso é insano". Eu vou conseguir separar o lado fã do diretor, porque a maior parte do tempo foco no trabalho. Vou tratar "Star Wars" da mesma maneira que trato os meus outros trabalhos, pensando primeiro nos personagens e na história.

Em que estágio está a produção?
Não posso dizer muito, mas estamos nos primeiros dias. Já conversei com Michael [Arndt, roteirista de "Star Wars"] e estamos jogando algumas ideias na mesa. Uma das coisas que mais amo na série é a habilidade de ter batalhas espaciais em alta velocidade. Eu não podia fazer isso em "Star Trek", porque as naves parecem porta-aviões de tão imensas.

Mudou algo desde o anúncio de que você seria o diretor do "Episódio VII"?
A maior mudança é a quantidade de perguntas que vocês me fazem sobre "Star Wars" (risos). Obviamente, havia planos que eu tinha com a família. Nós queríamos fazer longa viagem. Era algo importante que planejávamos e isso mudou. Acho que no fim tudo vai dar certo, mas aceitar dirigir "Star Wars" não foi uma decisão fácil para mim e para minha família. A série significa um mundo de possibilidades para mim.

Qual é a sensação de ser o diretor mais poderoso do mundo no momento?
Obviamente isso não é verdade (risos). Eu só me sinto afortunado de trabalhar nas duas séries. Colaborar com pessoas que admiro há anos é a verdadeira dádiva de fazer "Star Wars". Quero aprender com George Lucas, Kathleen Kennedy, Simon Kinberg [produtor]. "Star Wars" é o sonho de poder experimentar como sempre quis. Sim, é divertido fazer o filme, viajar para o México e comer a melhor comida do mundo, mas a colaboração com pessoas que eu via os nomes na tela do cinema é a melhor parte.

Foi o mesmo sentimento de ter Spielberg como produtor em "Super 8"?
Sim, exatamente. Agora, eu saio com ele, jantamos juntos e vemos filmes. Mas, de vez em quando, eu penso: "Puta merda, é Steven Spielberg do meu lado". O cara é meu ídolo desde que eu era pequeno. A maior parte do tempo eu evito pensar nisso, mas há algumas horas que não dá para conter o deslumbramento.

LINHA DO TEMPO - J. J. ABRAMS

1966
Nasce em Nova York (EUA) Jeffrey Jacob Abrams,  o J.J. Abrams. 
Ele é filho de um casal de produtores de TV e cresceu em Los Angeles.

1998
Coassina o roteiro do filme "Armageddon", blockbuster que foi fracasso de crítica mas sucesso de público (arrecadou o equivalente a R$ 402 milhões, em valores da época).

2001
Funda a produtora Bad Robot ao lado de Bryan Burk, especialista em efeitos especiais.

2004
Abrams, que já era conhecido dos telespectadores por causa dos seriados "Alias: Codinome Perigo" e "Felicity", cria com Damon Lindelof e Jeffrey Lieber a série "Lost". A atração sobre um grupo que sobrevive à queda de um avião numa ilha misteriosa virou um fenômeno de audiência e ganhou um Globo de Ouro em 2006.

J.J.Abrams posa com o elenco de 'Star Trek - Além da Escuridão' - foto: Paramount Pictures/Divulgação
2006
Dirige o terceiro filme da franquia "Missão: Impossível", com o ator Tom Cruise. 
Em seguida, passa a produzir os filmes do agente Ethan Hunt.

2009
Com  "Star Trek", reabilita nos cinemas a franquia conhecida como "Jornada nas Estrelas" aqui no Brasil. 
O longa conta o início da amizade entre o capitão Kirk (Chris Pine) e o sr. Spock (Zachary Quinto)

2011
È apadrinhado por Steven Spielberg, que produz seu novo filme "Super 8", uma aventura juvenil que remete a filmes do "padrinho cinematográfico" -  como "E.T. - O Extraterreste"

2013
No mesmo ano em que lança a super produção da Paramount Pictures -  "Além da Escuridão :Star Trek" -  nos cinemas,  Abrams é anunciado como o diretor do próximo filme da saga "Star Wars".
Conhecida também como "Guerra nas Estrelas" aqui no Brasil,  o 'Episódio 7' deve ser lançado em 2015 pela Disney - nova proprietária da franquia.

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Até +!