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sábado, 1 de fevereiro de 2020

'ARROW': SÉRIE QUE DEU INÍCIO AO 'ARROWVERSE' DO CANAL THE CW CHEGOU AO FIM

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Episódio emocionante respeita legado com retornos, homenagens e muita ação
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Após oito temporadas, três séries derivadas – por enquanto – e a criação de um universo compartilhado na TV, Arrow encerrou sua jornada na última terça (28), com a exibição do episódio “Fadeout” no canal The CW nos Estados Unidos.

Cheio de homenagens ao legado da produção, o último capítulo proporcionou uma despedida emocionante e ao mesmo tempo cheia de ação para a série.

Embora tenha sido feito pensando nos fãs de longa data de Arrow, o finale começa trazendo consequências do crossover Crise nas Infinitas Terras, quando Oliver (Stephen Amell) se transformou em Espectro e se sacrificou para reiniciar o universo.

Além das consequências já expostas no próprio especial, a série que deu origem ao Arrowverse revela ainda que Arqueiro usou suas últimas forças para desfazer alguns fatos marcantes de sua história, como as mortes de Moira Queen (Susanna Thompson), Quentin Lance (Paul Blackthorne) e Tommy Merlin (Colin Donnell) e acabar de vez com o crime dentro dos limites de Star City.

Mesmo que sirvam como uma bela homenagem às perdas sofridas por Oliver em sua “missão interminável”, as voltas dos personagens vêm com razões diferentes – enquanto Moira e Tommy são puxados de um universo paralelo, Quentin é apenas “ressuscitado” -, tornando essa parte específica da trama um pouco sem sentido, especialmente para quem não acompanhou o crossover.

Felizmente, o restante de “Fadeout” transcorre de forma mais coesa.

Com os preparativos para o velório de Oliver, alguns rostos conhecidos como Roy (Colton Haynes), Thea (Willa Holland) e Curtis (Echo Kallum) se reúnem em Star City para homenagear o herói, ao mesmo tempo em que Sara (Caity Lotz) traz Mia (Katherine McNamara) de 2040 para poder se despedir do pai.

Ainda em negação quanto à morte do amigo e ao fim dos crimes em Star City, Diggle (David Ramsey) tem suas dúvidas confirmadas quando William (Jack Moore), filho de Oliver, é sequestrado, fazendo com que todos os membros que já participaram da Equipe Arqueiro – incluindo Rory/Retalho (Joe Dinicol) – partam em busca do garoto.

Embora sirva como um momento de autoafirmação para Mia, o crime parece forçado e é apenas uma justificativa para que os heróis voltem a agir como um time.

A ação de verdade, proporcionada nos flashbacks que retomam acontecimentos da primeira temporada de Arrow, é a grande homenagem ao passado do programa.

Com dois planos sequências seguidos muito bem coreografados, a cena é uma das mais violentas (embora não mostre uma gota de sangue) e divertidas da série, relembrando o espírito impiedoso de Oliver quando a produção estreou em 2012.

Embora o discurso final de John tenha sido concebido como o pico emocional de “Fadeout”, a despedida do herói no crossover faz as palavras de Dig parecerem repetitivas.

Porém, há outros bons diálogos do episódio, especialmente quando Laurel, em uma crise existencial ao ver tantos entes queridos de Oliver de volta, confessa a Quentin não entender por que o herói escolheu mantê-la viva ao invés de ressuscitar sua contraparte da Terra-1.

Mais uma vez, Katie Cassidy brilha na pele da versão durona Canário e, mesmo às lágrimas, é claro o quanto sua performance melhorou com a mudança da personagem.

Além disso, a dinâmica da atriz com Blackthorne segue ótima, mesmo duas temporadas depois de seu último diálogo.

Outro ótimo momento é o encontro entre Mia e Felicity (Emily Bett Rickards).

Por mais que a presença da esposa de Oliver tivesse um peso maior caso fosse mantida em segredo, o momento em que a mulher percebe que a filha pôde conhecer o pai e crescer ao lado de William é tocante e o sorriso de McNamara ao perceber o orgulho da “mãe” é o ponto alto do episódio ao lado da cena de ação já citada.

No geral, “Fadeout” peca pelo excesso – de participações, despedidas e reuniões um tanto forçadas -, mas presta uma boa homenagem à mitologia televisiva da DC criada por Arrow.

Com uma série de referências que abrem portas para o futuro de seus personagens, a produção encerra seus oito anos com um episódio sólido, emocionante e memorável.

CONFIRA O TRAILER DE 'FADEOUT':


segunda-feira, 2 de julho de 2018

'ARROW': CRÍTICA DA 6ª TEMPORADA

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Série estrelada por Stephen Amell teve outro ano arrastado, com alguns destaques aqui e ali
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A sexta temporada de 'Arrow' retornou com o já batido e velho dilema da identidade secreta do Arqueiro Verde, além de episódios arrastados que sofreram com falta de foco.

Só se salvaram mesmo os últimos seis capítulos da temporada..

Enquanto a quinta temporada terminou com uma das melhores finales desde o primeiro ano da série, encerrando o conflito entre Oliver Queen (Stephen Amell) e Adrien Chase (Josh Segarra) e deixando o público sem saber qual seria o destino de cada membro do Team Arrow, o início do sexto ano não correspondeu à expectativa e mostrou que o impacto do ataque foi mínimo na vida dos personagens.

O principal destaque desse arco foi a introdução de William (Jack Moore), filho de Oliver, que teve lidar com a morte de sua mãe e ainda foi morar com um pai que mal conhecia.

Fotos dessa postagem: Divulgação/The CW
O drama familiar do protagonista foi o arco secundário principal da temporada, com Felicity (Emily Bett Rickards) assumindo o papel de madrasta, e Oliver tentando balancear seu trabalho como prefeito, sua missão como Arqueiro Verde e suas responsabilidades como pai.

Ao menos, o romance dos dois finalmente foi pra frente e deixou de ser mais um drama para a trama.

Ao mesmo tempo que o dilema de Queen poderia ter funcionado muito bem ao longo da temporada, acabou gerando mais conflitos desnecessários quando Oliver voltou a suas aventuras tradicionais de vigilante.

Os arcos de cada um dos coadjuvantes não convenceu muito ao gerar uma quebra de confiança entre o time Arrow original e os novos membros da equipe.

Enquanto foi interessante ver o reencontro de Thea (Willa Holland) e Roy Harper (Colton Haynes), o arco que mais deixou a desejar foi entre Dinah (Juliana Harkavy) e do Vigilante (Johann Urb) — a série mais uma vez apostou no mistério sobre a identidade dele, mas a revelação foi insatisfatória.

Outra dinâmica que pareceu arrastada e repetitiva foi a relação entre Quentin (Paul Blackthorne) e a doppelganger de sua filha, Laurel Lance (Katie Cassidy).


Aos poucos, o protagonista foi sendo abandonado por sua antiga equipe, por Diggle (David Ramsey) e até mesmo aparentemente por Felicity, momento que foi revelado ser uma alucinação, curiosamente em um dos episódios mais interessantes da temporada.

"Fundamentals", o 18º capítulo, ainda se destacou por trazer os retornos de Adrian Chase e de uma versão do Arqueiro das primeiras temporadas.

De fato, a série conseguiu retomar sua qualidade justamente quando Oliver resolveu agir sozinho - como era antes e como quem ainda tinha saco de acompanhar a série esperava - e também devido à mudança de vilão.

Começando com Cayden James (vivido pelo talentoso Michael Emerson), cujas motivações pareceram mais do mesmo em relação a vilões anteriores, a trama mudou de figura quando Ricardo Diaz (Kirk Acevedo) assumiu a vilania.

Querendo apenas dinheiro e integrar um famoso grupo criminoso, a presença do vilão ainda trouxe uma novidade: a corrupção da cidade como vilã.


Além das cenas de ação sempre bem coreografadas e sequências empolgantes - é o que empolga realmente na série -, a temporada se destacou por episódios com tramas independentes - como "Deathstroke Returns" e "Promises Kept", que retomaram um pouco da origem da série com a presença de Slade Wilson (Manu Bennett); o crossover com as demais séries de herói "Crisis on Earth-X"; o próprio 18º, focado nas alucinações de Oliver e o 19º "The Dragon", que mostrou o passado e um pouco mais da personalidade do vilão Ricardo Diaz.

Com um começo arrastado e um sopro de surpresa na sua segunda metade, a sexta temporada conseguiu mostrar que é a série mais "pé no chão" do Arrowverse.

O ano terminou com algumas despedidas emocionantes — de Thea, que deixou Star City com Roy, e Lance, morto no último episódio — e um mistério maior para a temporada seguinte, com Oliver anunciando publicamente que é o Arqueiro Verde.

A próxima temporada promete mostrar a dinâmica do herói preso com inúmeros bandidos que ele mesmo colocou na prisão e a repercussão da revelação para Felicity, William e oa demais membros do Team Arrow.

Vamos aguardar - mas por essa, a série ficou devendo.

Ao menos, Colton Haynes voltará a fazer parte do elenco regular da atração.

O intérprete de Roy fez sua estreia na primeira temporada do show, mas foi promovido ao elenco regular - onde ficou nos dois anos seguintes.

Desde então, passou a ser convidado especial em diferentes arcos dramáticos de 'Arrow'.

Curiosamente, não está claro como Roy voltará, já que ele partiu ao lado de Thea (Willa Holland) numa busca por outros Poços de Lázaro - um arco que possibilitou a saída da atriz do elenco regular.

Porém, essa não é a primeira vez que alguém deixa Arrow e volta inesperadamente - que o diga Katie Cassidy.

Ao menos, a série vai passar por mudanças em sua equipe criativa na sua 7ª temporada.

A produtora executiva Beth Schwartz foi promovida ao cargo de showrunner - os atuais são Wendy Mericle e Marc Guggenheim, mas a primeira sairá da atração, enquanto o segundo servirá apenas como consultor executivo.

Schwartz já trabalha com o produtor Greg Berlanti desde 'Everwood' em 2002 e também auxiliava em 'Legends of Tomorrow'.

CONFIRA O TRAILER DE 'LIFE SENTENCE', ÚLTIMO EPISÓDIO DA 6ª TEMPORADA:


'ARROW' - 6ª TEMPORADA

COTAÇÃO DO KLAU:

sábado, 17 de fevereiro de 2018

'ARROW': REVELADO O MOTIVO DO ARSENAL RETORNAR PARA A SÉRIE

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O ator Colton Haynes retornará para viver o personagem Arsenal por um arco de episódios
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Agora, uma sinopse revela que, quando o herói voltar, ele estará em apuros.

“Colton Haynes vai reprisar seu papel como Roy Harper por um pequeno arco em Arrow. Roy é chamado para Star City para resolver um assunto urgente que possui grandes apostas para a equipe”  -  disseram os produtores executivos da série.

Ao se reunir com Thea Queen, “haverá uma fagulha que mudará ambas as suas vidas”.

Arsenal retorna no episódio quinze, intitulado “Doppelgänger”, que vai ao ar dia 8 de março, no The CW americano.

Confira a sinopse:
“Roy Harper Retorna – Oliver e Thea ficam chocados ao descobrir que Roy Harper está de volta a Star City. Contudo, quando eles descobrem as circunstancias do retorno de Roy, Oliver e Thea percebem que Roy está em perigo e correm para salvá-lo. Sereia Negra faz uma descoberta chocante”.

'Arrow' vai ao ar às quartas aqui no Brasil, via Warner Channel.

Foto: The CW

sábado, 13 de janeiro de 2018

'ARROW': COLTON HAYNES MOSTRA IMAGEM DO SEU RETORNO À SÉRIE

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Marcando seu retorno à sexta temporada de 'Arrow', Colton Haynes publicou imagem de seu primeiro dia no set como Roy Harper
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Ele aparece ao lado do elenco regular da série.

Confira:
Instagram do ator

Em dezembro de 2017, foi anunciado oficialmente que Haynes voltaria a dar vida a Roy Harper em 'Arrow'.

O ator se despediu do papel recorrente no final da terceira temporada e retornará para um curto arco no próximo ano, começando no 15º episódio da sexta temporada, depois de fazer sucesso na última temporada de 'American Horror Story' - 'Coven'.

Os produtores executivos Marc Guggenheim e Wendy Mericle fizeram uma declaração conjunta, revelando o motivo do retorno de Roy à série.

"Estamos entusiasmados em anunciar que Colton Haynes estará retomando seu papel como Roy Harper em Arrow este ano. Roy é chamado de volta à Star City para ajudar a resolver um assunto urgente. Sua breve visita se torna algo surpreendente após se reunir com Thea e provocar uma mudança que terá consequências duradoura".

O próximo episódio de 'Arrow',  intitulado "Divided", vai ao ar em 18 de janeiro nos Estados Unidos.

No Brasil, o canal pago Warner Channel se encarrega da transmissão - duas semanas depois.

sábado, 23 de dezembro de 2017

'ARROW': ROY HARPER RETORNARÁ AINDA NESSA SEXTA TEMPORADA

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Durante as temporadas anteriores o personagem Roy Harper/Arsenal (Colton Haynes) apareceu por bastante tempo
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Só que durante a terceira temporada, Roy forjou sua morte para poder assumir a identidade do Arqueiro.

A útima aparição de Roy foi durante a quarta temporada - ele aparece somente em apenas um episódio.

Nesse ano, Haynes fez um enorme sucesso na aclamada série 'American Horror Story: Cult', recentemente finalizada.

Agora, segundo os produtores de 'Arrow', Marc Guggenheim e Wendy Mericle, Colton Haynes retorna ainda nessa sexta temporada, para um arco de episódios - a partir do episódio 15.

Colton Haynes como o Arsenal, em foto promocional da série - Fotos dessa postagem: The CW

"Roy é chamado de volta a Star City para ajudar a resolver um assunto urgente e de alta importância para a equipe. Sua breve visita torna-se algo surpreendente quando se reúne com Thea e provoca uma mudança em suas vidas que terá consequências duradouras" - disseram a dupla de produtores.

Bem vindo, Arsenal!

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

'AMERICAN HORROR STORY: CULT' : CLAUSTROFÓBICA, SONHOS E MEDO DE PALHAÇOS NA ERA TRUMP


SINOPSE:

A noite do dia 8 de novembro de 2016 foi um momento assustador para muitos, e catártico para outros; o anúncio da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos causou um desespero e uma incredulidade coletivos.

E é catapultando este medo para territórios mais literais que Ryan Murphy e Brad Falchuk apresentam a sétima parte da sua antologia de 'American Horror Story'.

CRÍTICA:

Embora a premissa anunciada de 'American Horror Story: Cult' - que estreou no Brasil nesta quarta, no FX, depois de ter estreado um dia antes nos EUA - seja a realidade pós-Trump, a série não fica presa ao universo político e mergulha logo em um clima mais obscuro que é apenas iniciado pelo medo do que o Presidente faria.

Nem Sarah Paulson, Alison Pill, Evan Peters ou Billie Lourd: o real protagonista de da sétima parte da antologia de terror de Ryan Murphy é o medo, que aqui é representado por palhaços, muito, muito sinistros.

A trama acompanha o casal lésbico Ally e Ivy Mayfair-Richards (vividas respectivamente por Paulson e Pill), que têm um filho pequeno, Oz (Cooper Dodson).

Resultado de imagem para Sarah Paulson, Alison Pill ahs season 7
 Paulson e Pil em cena da nova temporada - Fotos dessa Postagem: Divulgação/FX
A ideia de Trump como presidente faz com que Ally tenha crises de ansiedade, que logo desencadeiam o retorno de suas fobias; entre elas uma irracional aversão a palhaços.

A coulrofobia (esse é o nome do medo de palhaços) é tanta que até mesmo a revista em quadrinhos de seu filho (cujo protagonista é um velho conhecido para os fiéis de AHS, o palhaço Twisty) lhe causa pânico.

Paralelamente, Kai (Peters) e Winter Anderson (Lourd) são irmãos que dividem uma estranha (e sinistra) conexão.

Eles não parecem ser exatamente próximos à primeira impressão, mas logo a história muda e algo particularmente esquisito faz com que eles tomem o centro das atenções.

Diferente da sexta temporada, 'Roanoke', 'Cult' já começa aceleradíssima e não economiza ou esconde a sua paixão pela paranoia e pelo bizarro.

O primeiro episódio já mergulha os personagens em um mundo que rapidamente se transforma, sobretudo através da visão de Ally/Sarah Paulson, que é o fio condutor do público neste universo, à medida que seu próprio enfraquecimento e crescente delírio são exatamente formas de representar a decadência de um sistema e a perspectiva incerta a respeito do futuro.

American Horror Story: Cult é uma potente metáfora do confinamento (Primeiras Impressões)
Ally/Sarah Paulson em cena - olha o palhaço lá no fundo!
Os comentários políticos da temporada parecem estar escondidos exatamente por baixo desta analogia.

Enquanto Ally representa o enfraquecimento de uma parte, que cede ao desespero e se sente cada vez mais diminuída, Kai representa o exato oposto.

O personagem de Peters, multifacetado, impulsivo e ao mesmo tempo metódico, é fortalecido pelo medo e apesar dos olhares assustados que direciona é um dos mais seguros de si.

As duas cenas de ódio que protagonizou no primeiro episódio - a primeira, jogando café sobre o casal de mulheres e a segunda, zoando um grupo de imigrante mexicanos, enchendo uma camisinha com urina e atirando neles, mostra do que o personagem será capaz - mesmo apanhando uma barbaridade dos chicanos.

Evan Peters é Kai
“Acima de tudo, os humanos amam o medo”, afirma com uma certeza que parece nem vir de dentro dele mesmo.

Esta relação de poder e controle através da manipulação de sentimentos (que se abrem ao mundo enquanto delírio obsessivo e transtornos de ansiedade) toca fundo no que move extremismos políticos e a ascensão de líderes nominais, únicos e controversos.

Parece ficção, mas é só uma outra forma de ver a triste realidade americana, agora sob o maior palhaço de todos, Donald Trump.

Se o mundo já não é um lugar exatamente agradável para Ally (e consequentemente, Ivy e Oz), também não é para o público.

A exploração das fobias como uma grande analogia às fraturas políticas dos Estados Unidos (que não por acaso refletem a instauração do medo ao redor de todo o globo) faz de 'American Horror Story: Cult' uma metáfora do confinamento ideológico do século XXI calcada na ultra-violência, mas com a qual é extremamente fácil criar empatia.

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Palhaços, muitos palhaços...
Claustrofóbica quando precisa, bem escrita e veloz, a sétima temporada de uma das melhores séries dos últimos tempos teve um ótimo começo para mais uma ideia inacreditavelmente interessante de Ryan Murphy e Brad Falchuk.

A nova temporada, além do elenco de temporadas anteriores - como Sarah Paulson, Evan Peters, Cheyenne Jackson, Adina Porter, Frances Conroy, Mare Winningham, Emma Roberts, Chaz Bono, James Morosini e John Carroll Lynch - também conta com novas adições, como Billie Lourd, Alison Pill, Colton Haynes, Billy Eichner, Leslie Grossman e Lena Dunham.

TRAILER:



'AMERICAN HORROR STORY: CULT'
Onde:
Canal FX
Quando:
Quartas:
Horário:
Meia Noite

COTAÇÃO DO KLAU:

domingo, 27 de agosto de 2017

'AMERICAN HORROR STORY': TRAILER DA 7ª TEMPORADA MOSTRA MEDO DE PALHAÇOS APÓS A ELEIÇÃO

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A sétima temporada de 'American Horror Story', 'Cult', ganhou seu primeiro trailer oficial
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Ele mostra uma mulher (Sarah Paulson) tendo delírios após a eleição de Donald Trump.

Assista:


'American Horror Story' teve o tema da nova temporada, 'Cult', revelado durante a San Diego Comic Con.

Além disso, a data de estreia, 5 de setembro, e o primeiro teaser também foram mostrados.

A premissa da nova fase envolve a mais recente corrida presidencial americana.

O elenco conta ainda com Billie Lourd, Billy Eichner, Cheyenne Jackson, Colton Haynes e Alison Pill, entre outros.

'American Horror Story' é exibido no Brasil pelo FX.

sábado, 7 de maio de 2016

A SEMANA EM SÉRIES


Confira:
'SUPERGIRL: CORTES NO ORÇAMENTO E QUEDA NA AUDIÊNCIA PODEM FAZER SÉRIE MUDAR DE EMISSORA
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'AGENT CARTER': SÉRIE NÃO DEVE TER UMA TERCEIRA TEMPORADA
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'PUNHO DE FERRO': PROTAGONISTA APARECE FAZENDO POSE ICÔNICA DO HERÓI NAS FILMAGENS
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'CRIMINAL MINDS': CBS FINALMENTE RENOVA A SÉRIE PARA MAIS UMA TEMPORADA
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'FEUD': NOVA SÉRIE MOSTRARÁ RIXA ENTRE BETTE DAVIS E JOAN CRAWFORD
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COLTON HAYNES: ATOR DE 'ARROW' EXPLICA AFASTAMENTO DA SÉRIE E ASSUME SER GAY
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FALSA MORTE, COMO A DE JON SNOW, É RECURSO MUITO USADO EM SÉRIES
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R.I.P. MIGUEL ROSEMBERG - DUBLADOR DE ZÉ COLMÉIA E DO SR. BURNS
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Veja:
'SUPERGIRL: CORTES NO ORÇAMENTO E QUEDA NA AUDIÊNCIA PODEM FAZER SÉRIE MUDAR DE EMISSORA
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Apesar da boa repercussão da primeira temporada, CBS não quer mais bancar alto custo da produção
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A primeira temporada de 'Supergirl' se encerrou nessa semana na CBS americana e até agora, ninguém explicou porquê a segunda temporada ainda não foi confirmada.

Nessa semana, finalmente soubemos por quê.

Segundo o site The Wrap, a série talvez migre da CBS, canal aberto, para o canal fechado The CW, o mesmo que produz e exibe 'Arrow', 'The Flash' e 'Legends of Tomorrow' nos Estados Unidos.

A mudança seria motivada pelo custo de produção de cada capítulo, alto demais para a baixa audiência que atualmente a série tem na CBS - como lembramos, 'Supergirl' estreou batendo recordes de audiência, mas com o passar dos episódios, suas audiência foi caindo, chegando a patamares abaixo do que a emissora aberta espera.

Confira um vídeo com cenas e entrevistas com o elenco da série:


Como o canal The CW tem um público mais jovem e que curte o universo televisivo da DC Comics, a migração poderia ser benéfica em questão de audiência.

Só que o The CW não tem o costume de liberar orçamentos altíssimos para séries de super-heróis, o que causaria alterações no programa, um dos que mais tem efeitos especiais e digitais na atual TV americana.

A decisão está sendo discutida e o resultado deve ser conhecido logo, quando a CBS anunciar seus planos para o outono americano, período que vai de setembro a novembro.

No Brasil, 'Supergirl' faz companhia, no canal pago Warner, às mesmas séries 'Legends of Tomorrow', 'Arrow 'e 'The Flash', do canal The CW.

'AGENT CARTER': SÉRIE NÃO DEVE TER UMA TERCEIRA TEMPORADA
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Protagonista inclusive já está no elenco de outra série
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Em fevereiro, soubemos que a protagonista de 'Agent Carter', Hayley Atwell, havia entrado para o elenco da série 'Conviction', o que deixou os fás da série da Marvel em alerta para um possível cancelamento.

Nessa semana, o Hollywood Reporter informou que as chances de 'Agent Carter' "sumir silenciosamente dentro do canal ABC são bem grandes".

Apesar disso, ainda não tivemos uma palavra oficial do canal aberto americano ABC, que, assim como a Marvel, pertence à Disney.

Relembre o trailer da segunda temporada de 'Agent Carter':


Outra série da Marvel, que também corre o risco de nem estrear é o spin off de 'Agents of SHIELD', 'Marvel´s Most Wanted'.

O seriado, que mostraria as aventuras de Harpia (Adrianne Palicki) e Lance Hunter (Nick Blood), também segundo o Hollywood Reporter, está esfriando rapidamente dentro da ABC.

E cá entre nós: Adrianne Palicki vem se tornando uma tremenda 'pé frio', né?

Anos atrás, ela seria a protagonista da nova série da Mulher-Maravilha, que também foi cancelada com apenas o piloto rodado.

'PUNHO DE FERRO': PROTAGONISTA APARECE FAZENDO POSE ICÔNICA DO HERÓI NAS FILMAGENS
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Danny Rand ainda aparece sem o uniforme
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O Coming Soon acompanha as filmagens em Nova York de 'Punho de Ferro', nova série da parceria Marvel/Netflix e flagrou nessa semana o protagonista Finn Jones aparece lutando e praticando uma das icônicas poses do herói, porém ainda como Danny Rand, sem o uniforme do herói.

Veja as imagens:




'Punho de Ferro' acompanhará Danny Rand (Jones), um super-herói bilionário e monge budista de Nova York que luta artes marciais e ainda está tentando descobrir o que isso tudo significa.

Completam o elenco da série Jessica Henwick ('Game of Thrones') como Collen Wing, uma especialista em artes marciais que servirá como poderosa aliada de Rand; David Wenham ('O Senhor dos Anéis') como o vilão Harold Meachum, executivo sem escrúpulos responsável pela morte dos pais de Danny; além de Jessica Stroup e Tom Pelphrey, como como os irmãos Joy e Ward Meachum, responsáveis por construir boa parte da reputação da Rand Enterprises.

'Demolidor' foi o primeiro programa a ser lançado pela parceria Marvel/Netflix (em 10 de abril de 2015), seguido por 'Jessica Jones' (em 20 de novembro de 2015).

Recentemente, tivemos a segunda temporada de 'Demolidor'.

A parceria ainda terá 'Luke Cage' (que estreia em 30 de setembro) e 'Punho de Ferro' antes da minissérie 'Os Defensores', que reunirá os quatro heróis.

Cada série tem 13 episódios cada e a minissérie, apenas oito capítulos.

Ainda não há data prevista para a estreia de 'Punho de Ferro', mas a série deve chegar ao catálogo do serviço de streaming no início de 2017.

'CRIMINAL MINDS': CBS FINALMENTE RENOVA A SÉRIE PARA MAIS UMA TEMPORADA
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A CBS anunciou nesta sexta (6) que 'Criminal Minds' foi renovada para a 12º temporada, com 22 episódios
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Em março, a CBS divulgou que 11 séries ganhariam novas temporadas, mas nada informou sobre 'Criminal Minds', uma das principais audiências da TV norte-americana e nona colocada no ranking de séries.

Nessa semana, porém, a rede confirmou maus uma temporada - a  CBS disse que demorou a confirmar 'Criminal Minds' porque seus executivos estavam recalculando os custos.

É que a série, que mostra o dia a dia de um esquadrão do FBI especializado em análise comportamental, é uma das mais caras da CBS.

Confira todas as aberturas de 'Criminal Minds' - da 1º à 12º temporada:


A expectativa agora fica em torno do que a rede fará com 'CSI: Cyber' - ainda sem confirmação de renovação após uma primeira temporada - e também com 'Supergirl' - veja acima.

No Brasil, 'Criminal Minds' é exibida pelo AXN.

'FEUD': NOVA SÉRIE MOSTRARÁ RIXA ENTRE BETTE DAVIS E JOAN CRAWFORD
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Para interpretar duas das mais famosas Divas de Hollywood, produtor Ryan Murphy chamou Jessica Lange e Susan Sarandon
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A dupla de Divas Jessica Lange e Susan Sarandon atuarão juntas na primeira temporada de 'Feud' ('Rixa', em português), nova série que mostrará grandes rivalidades da história.

O produtor-roteirista Ryan Murphy, criador de “American Horror Story”, “Screen Queens” e “American Crime Story”, vai comandar mais uma série em estilo antologia para o canal FX.

A nova atração a cada ano se dedicará a abordar uma rivalidade famosa.

A 1ª temporada vai retratar a lendária disputa entre as estrelas Bette Davis (“A Malvada”) e Joan Crawford (“A Dominadora”) em Hollywood.

Durante as suas carreiras, Davis e Crawford disputaram papéis em filmes e até os mesmo homens.

Acabaram atuando  juntas pela primeira vez,  no cult “O Que Terá Acontecido a Baby Jane?” (1962), feito sob medida para trazer as duas, então em baixa, de volta ao estrelato.

O filme se tornou famoso ao mostrar as duas como irmãs perturbadas, que se odiavam por terem caído no ostracismo depois de fazerem sucesso como atrizes na juventude – a personagem de Bette, que só tinha feito sucesso como atriz infantil, teria atropelado a outra, personagem de Joan, deixando-o tetraplégica no auge da carreira.

A rixa entre as duas Divas acabou alimentando a tensão no set e nas telonas, resultando em aclamação da crítica e em novo fôlego para suas carreiras.

O longa foi um sucesso de crítica e público e foi indicado a cinco categorias no Oscar de 1963 - mas só Bette concorreu ao prêmio de melhor atriz.

Em sua primeira temporada, “Feud” terá oito episódios e abordará justamente os bastidores de “Baby Jane”, enfatizando a longa inimizade entre as duas atrizes.

Para viver as estrelas clássicas, Murphy escalou dias Divas.

Susan interpretará Bette Davis e Jessica, Joan Crawford - Getty Images - Divulgação

As também Divas Jessica Lange (estrela de quatro temporadas de “American Horror Story”) e Susan Sarandon (“A Viagem”) interpretarão, respectivamente Joan e Bette.

Além delas, o elenco terá os atores Alfred Molina (“O Amor É Estranho”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Judy Davis (“Para Roma, com Amor”) e Dominic Burgess (série “The Leftovers”).

As gravações de “Feud” terão início no outono americano, com a exibição programada para 2017.

O coprodutor do projeto é Brad Pitt, por meio da sua companhia Plan B Entertainment.

COLTON HAYNES: ATOR DE 'ARROW' EXPLICA AFASTAMENTO DA SÉRIE E ASSUME SER GAY
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Colton Haynes é um dos grandes nomes no mundo do entretenimento jovem
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Modelo famoso, ele estourou como ator como o Jackson Whittemore de 'Teen Wolf' e logo depois, entrou para o elenco de 'Arrow', onde vivia Roy Harper, o herói Arsenal .

Os papéis lhe trouxeram fama, mas, mesmo assim, Colton Haynes foi obrigado a se afastar de ambas as séries, devido a problemas emocionais que ele descreve como "ansiedade terminal", que lhe causava úlceras e desmaios.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Colton explicou que estava sentindo sua saúde deteriorar, quis dar prioridade à isso e conta que chegou à ir para a rehab.

"Eu pedi para me afastar porque me importo mais com a minha saúde mental e física do que com a minha carreira. Eu tive ansiedade minha vida toda. Me sinto fisicamente doente, desmaiando. Eu tenho 27 anos e tenho uma úlcera, estava na hora de dar um passo para trás".

Na mesma entrevista, Colton decidiu abrir o jogo sobre sua vida pessoal e assumiu ser homossexual.

Apesar de rumores já circularem na mídia há um bom tempo, o ator ainda não tinha se sentido pronto para falar sobre o assunto:

"Eu deveria ter feito um comentário ou soltado um comunicado, mas não estava pronto. Eu sentia que não devia nada para ninguém. [...] As pessoas que julgam aqueles que são gays ou diferentes não percebem que atuar por 24 horas por dia é a coisa mais cansativa do mundo".

Colton Haynes como Arsenal (de vermelho), no episódio "Unchained", décimo segundo episódio da quarta temporada e que marca o seu retorno à série - The CW

Haynes, que sumiu de 'Arrow' no último episódio da terceira temporada, passou três meses internado por ansiedade clínica, mas hoje já sente "mais contente e saudável do que nunca" enquanto constrói novamente sua carreira.

Roy Harper, seu personagem na série da DC, voltou para a equipe de Oliver Queen (Stephen Amell) em "Unchained", décimo segundo episódio da quarta temporada.

No Brasil,  a quarta temporada de 'Arrow', absurdamente, segue sem data de estreia definida no canal pago Warner.

FALSA MORTE, COMO A DE JON SNOW, É RECURSO MUITO USADO EM SÉRIES
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A última 'não morte' foi a de Jon Snow, personagem do ator Kit Harington em 'Game of Thrones'
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Criar expectativa em torno da morte de um personagem, como fez 'Game of Thrones', é uma estratégia muito comum em séries.

No episódio exibido domingo (1º), Jon Snow (Kit Harington), o Lorde Comandante da Patrulha da Noite, foi ressuscitado após ter sido esfaqueado por colegas da própria corporação, fazendo os milhões de fãs da série mundo afora irem à loucura.

A cena:


Recentemente, 'The Walking Dead', 'Revenge' e 'Two and a Half Men' também brincaram com o telespectador sobre o destino fatal de um personagem importante.

'The Walking Dead' foi a que mais ousou quando na sexta temporada, que terminou mês passado, a produção escondeu o que ocorreu com um personagem querido dos fãs, Glenn Rhee (Steven Yeun).

Ele sofreu um ataque de dezenas de zumbis quando estava ao lado de Nicholas (Michael Traynor) em cima de uma caçamba.

Nicholas se suicidou e caiu no chão levando Glenn junto.

Os zumbis partiram para cima dos dois, e o episódio acabou com Glenn gritando, desesperado ao ver os mortos-vivos comendo vísceras de um corpo.

A série tirou o nome de Steven Yeun dos créditos de abertura nos três episódios seguintes, gerando inúmeras especulações sobre o que teria acontecido com Glenn.

Quando o nome de Steve Yeun retornou, a série mostrou que o personagem conseguiu escapar ao se esconder debaixo da caçamba.

Os fãs da série não curtiram muito, mas se depararam com essa estratégia novamente: no final da temporada, 'The Walking Dead' não mostrou quem recebeu as pauladas fatais do vilão Negan (Jeffrey Dean Morgan) - a revelação virá somente no começo da sétima temporada, em outubro.

Reveja a cena:


'Revenge' e 'Two and a Half Men' criaram suspense ao não mostrarem os corpos de personagens supostamente mortos.

Com reviravoltas mirabolantes, típicas de novelas, 'Revenge' atingiu o ponto mais alto nos últimos episódios da série, que chegou ao fim no ano passado, após quatro temporadas.

A quatro episódios do final, Victoria Grayson (Madeleine Stowe), a arqui-inimiga de Amanda Clarke (Emily VanCamp) e que já tinha forjado sua morte no final da primeira temporada, se enclausurou em sua antiga mansão, acionou o sistema de gás e acendeu um isqueiro, destruindo a residência.

Bastou um episódio para a verdade ser revelada: Victoria escapou da explosão e forjou a própria morte para incriminar Amanda.

Mas a socialite não conseguiu escapar de seu ex-amante e pai da loira, David Clarke (James Tupper).

No final, David matou Victoria com um tiro e socorreu a filha, também baleada.

Reveja a cena:


Em 'Two and a Half Men', o mistério foi mantido por mais tempo.

A nona temporada começou com o funeral do milionário Charlie Harper (Charlie Sheen), sem mostrar o corpo dele - até porque o ator tinha acabado de brigar com a produção e deixou a série, substituído por Ashton Kutcher.

Isso foi usado pelos produtores da comédia na temporada final, em 2015, para criar um burburinho sobre uma possível participação de Sheen.

O desfecho de 'Two and a Half Men' revelou que Charlie Harper não morreu atropelado por um trem em Paris, como foi contado no funeral.

Durante quatro anos, Rose (Melanie Lynskey) manteve Charlie preso em um calabouço.

Pena que Sheen não tenha entrado em acordo com os produtores para aparecer no final e assim, eles tiveram de improvisar.

A história contou que Charlie Harper conseguiu escapar de Rose e decidiu voltar para a casa onde morava - sequência feita por um boneco de massinha, em stop motion.

Depois, um dublê, parecido com Charlie Sheen, apareceu de costas tocando a campainha da mansão.

Antes que alguém abrisse a porta, um piano caiu na cabeça dele, o matando de vez.

Depois dessa cena, o produtor Chuck Lorre apareceu e disse o bordão clássico de Charlie: "Winning" (vencendo).

Então, um piano também caiu na cabeça dele - era justamente em um piano que Charlie Harper criava os jingles que o deixaram milionário.

Relembre a cena:


R.I.P. MIGUEL ROSEMBERG - DUBLADOR DE ZÉ COLMÉIA E DO SR. BURNS
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Veterano morreu aos 90 anos
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Muito conhecido por ser a voz brasileira de dois personagens icônicos - o urso Zé Colméia e o Sr. Brurns, chefe de Homer em 'Os Simpsons', Miguel Rosemberg morreu há duas semanas, vítima de um derrame cerebral, conforme informou seu filho somente nessa última semana.

Rosemberg também dublou o Mestre dos Magos em 'Caverna do Dragão' e Cornélio Fudge, na franquia 'Harry Potter'.

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Até +!