Filme será dirigido por Denis Villenueve e não tem data de lançamento
<>
O elenco do reboot de Duna está cada vez maior e cheio de nomes de peso.
A novidade da vez é Jason Momoa que segundo a Variety, está acertando detalhes finais do contrato.
O papel do ator ainda não foi revelado.
O livro é uma das obras mais renomadas da ficção científica - já foi adaptado para os cinemas em 1984 por David Lynch e virou uma minissérie no ano 2000.
Timothée Chalamet será Paul Atreides, filho de um Duke que toma controle do planeta Arrakis, produtor de um recurso valioso disputado por diversas famílias.
Ele é forçado a fugir para o deserto - com a ajuda de sua mãe, Lady Jessica (Rebecca Ferguson) - e se junta à tribos nômades.
Além de Chalamet, Ferguson e Momoa, o elenco já conta com Dave Bautista, Oscar Isaac, Stellan Skarsgaard, Charlotte Rampling, Josh Brolin e Javier Bardem.
Denis Villeneuve dirige o novo filme, que ainda não tem data de lançamento prevista.
Obrigado a unir forças com o agente especial da CIA August Walker (Henry Cavill) para mais uma missão impossível, Ethan Hunt (Tom Cruise) se vê novamente cara a cara com Solomon Lane (Sean Harris) e preso numa teia que envolve velhos conhecidos movidos por interesses misteriosos e contatos de moral duvidosa.
Atormentado por decisões do passado que retornam para assombrá-lo, Hunt precisa se resolver com seus sentimentos e impedir que uma catastrófica explosão ocorra, no que conta com a ajuda dos amigos de IMF.
CRÍTICA:
Tudo começou numa série de TV dos anos 1960, ainda hoje muito à frente do seu tempo.
Depois, o astro Tom Cruise percebeu o seu potencial e 'Missão: Impossível' virou uma das cinesséries mais esperadas pelos fãs de um bom e competente cinema de ação, com um formato sempre campeão, agradável e atrativo.
E foi com muita expectativa que aguardamos a estreia do sexto longa da cinessérie.
Assim, 'Missão Impossível: Efeito Fallout', que estreia hoje aqui no Brasil, não só acerta a mão - assim como 'Nação Secreta' - mas mostra que é, com folgas, o melhor da franquia.
Esta é uma das sequências mais diretas da franquia, com os retornos de Ilsa Faust (Rebecca Ferguson) - 'Nação Secreta' - o vilão Solomon Lane (Sean Harris) e Alan Hunley (Alec Baldwin).
Tom Cruise, sensacional como Ethan Hunt - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Paramount Pictures Brasil
Sem falar no retorno de Christopher McQuarrie, que primeira vez assina dois filmes da franquia seguidos e se torna o diretor a dirigir mais vezes 'MIs'.
O longa trabalha o passado de Ethan Hunt, mas também apresenta uma nova ameaça do grupo conhecido como Sindicato.
Mas o que gira mesmo é a vontade de Lane torturar o protagonista enquanto cria uma nova ordem mundial.
Por um lado, Lane continua um vilão sem profundidade, que fala pouco e não rende muito em cena, mas tudo bem, porque ele funciona como motivação para o verdadeiro antagonista deste longa, muito mais charmoso e interessante de acompanhar: Henry Cavill e seu bigode que custou milhões à Warner em 'Liga da Justiça', embora esteja longe de ser um "bandido" realmente interessante.
Sua atuação está no mesmo nível do Superman que conhecemos, mas, pelo menos, nas cenas de ação não dá para reclamar.
Henry Cavill e seu bigode, em cena como August
Agora, quem arrebenta, mesmo é Vanessa Kirby: aqui, a princesa Margaret da série 'The Crown' dá vida à a moralmente questionável Viúva Branca, uma enigmática negociante do submundo, com muito apelo de femme fatale de filmes Noir.
Sem falarmos que Ilsa, vivida por Rebecca Ferguson, mais uma vez mostra que é a contraparte perfeita de Ethan Hunt e uma das personagens mais badass do cinema.
Vanessa Kirby, em cena com Cavill e Cruise
As cenas de ação parecem cada vez mais inspiradas, com Tom Cruise arriscando a vida em momentos espetaculares - mesmo que em uma delas, rodada nos telhados de Londres, ele tenha fraturado um tornozelo, fazendo com que as filmagens ficassem paradas por semanas.
Divertido, claro, mas destaque mesmo para as incríveis cenas de luta, com efeitos sonoros poderosos para fazer o espectador sentir cada porrada.
Sem falarmos nas perseguições – sensacionais em quaisquer que sejam os veículos em que elas aconteçam.
Ilsa (Rebecca Ferguson), em cena com Ethan (Cruise)
Se o filme não tem surpresas - tanto que a reviravolta final foi divulgada previamente pela equipe de marketing de tão óbvia que seria - o final também peca pela demora em resolver a questão das armas nucleares - dessa vez Ethan corre para impedir três armas nucleares de serem detonadas, mas isso não importa de verdade, qualquer que fosse o motivo faria sentido para colocar as coisas em movimento.
Com um roteiro bem amarrado para justificar a trama e com personagens carismáticos, fica claro que a franquia sabe trabalhar seus temas com criatividade e foco na diversão.
Se continuar assim, podem vir mais 10 longas da franquia no futuro - e o espectador não se cansa.
Filmaço.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'MISSÃO: IMPOSSÍVEL - EFEITO FALLOUT'
Título Original:
MISSION: IMPOSSIBLE – FALLOUT
Gênero:
Ação, Espionagem
Diretor:
Christopher McQuarrie
Elenco:
Alec Baldwin, Alix Bénézech, Angela Bassett, Caspar Phillipson, Charlie Vincent, Henry Cavill, Jag Patel, Joey Ansah, Julianne Binard, Michelle Monaghan, Raphael Desprez, Rebecca Ferguson, Ross O'Hennessy, Sean Harris, Simon Pegg, Tom Cruise, Vanessa Kirby, Velibor Topic, Ving Rhames, Wes Bentley
Roteiro:
Bruce Geller, Christopher McQuarrie
Produção:
Bryan Burk, Christopher McQuarrie, Dana Goldberg, David Ellison, Don Granger, J.J. Abrams, Jake Myers, Raphaël Benoliel, Tom Cruise, Tommy Gormley
Fotografia:
Rob Hardy
Trilha Sonora:
Lorne Balfe
Montador:
Eddie Hamilton
Estúdio:
Bad Robot, Paramount Pictures, Skydance Media, TC Productions
Seis astronautas de diferentes nacionalidades estão em uma estação espacial, cujo objetivo maior é estudar amostras coletadas no solo de Marte por um satélite.
Dentre elas está um ser unicelular, despertado por Hugh Derry (Ariyon Bakare) através dos equipamentos da própria estação espacial.
Tal descoberta é intensamente celebrada por ser a primeira forma de vida encontrada fora da Terra, sendo que um concurso elege seu nome: Calvin.
Só que, surpreendentemente, este ser se desenvolve de forma bastante rápida, ganhando novas células e uma capacidade inimaginável.
CRÍTICA:
O slogan que estampava o pôster de 'Alien: O Oitavo Passageiro (1979)' - “No espaço, ninguém pode ouvir você gritar” - ganha uma nova leitura no suspense de ficção científica 'Vida', em exibição em 226 salas em todo o Brasil.
Não tão original assim, temos aqui um filme B com orçamento e elenco famoso, que prende o espectador ao criar um clima de terror, reciclando os clichês do gênero com muita inventividade, mesmo partindo do clichê do 'alienígena entre nós, aterrorizando uma equipe de cientistas numa estação espacial internacional'.
Hiroyuki Sanada, Rebecca Ferguson, Ryan Reynolds, em cena do longa - Fotos dessa Postasgem - Divulgação/Sony Pictures
Dirigido pelo sueco Daniel Espinosa ('Crimes Ocultos'), o filme já começa com uma forma extraterrestre sendo trazida de Marte para dentro da nave, despertando a curiosidade do time.
Trata-se de uma única célula microscópica que não parece dotada de vida, mas logo dá sinais de atividade.
A alegria dura pouco, o tempo suficiente para que alguns dos personagens sejam apresentados antes de perderem a vida – e isso nem é spoiler, é simplesmente a premissa não só desse longa, como de muitos outros sci-fi já vistos nas telonas.
Aqui, as potenciais vítimas do alienígena que, de unicelular, logo se torna um adulto perigosíssimo, são o mecânico Rory (Ryan Reynolds), o médico David (Jake Gyllenhaal), sobrevivente de uma missão militar na Síria, Sho (Hiroyuki Sanada), responsável pela comunicação, e os cientistas Miranda (Rebecca Ferguson), Ekaterina (Olga Dihovichnaya) e Hugh (Ariyon Bakare).
Jake Gyllenhaal é o médico David
A dica para o espectador, aqui, é a de sempre: não se apegue demais a nenhum dos personagens, porque a matança não tarda a começar e o filme surpreende por seu despojamento na ordem das mortes do grupo multinacional fascinado até demais com sua descoberta, pela qual pagará um preço alto.
A criatura até ganha nome, Calvin (escolhido por pesquisa numa escola americana na Terra) e também a atenção de Hugh, que se torna uma espécie de amigo do monstro – que ainda nem é um monstro, apenas um ser pluricelular isolado numa câmara, mas não por muito tempo.
Escrito por Rhett Reese e Paul Wernick (dupla de roteiristas responsáveis por 'Deadpool' e 'Zumbilândia', entre outros), o longa parece ter se inspirado muito em 'Alien' - sem o elemento satírico e crítico da série de filmes criada por Ridley Scott - e também em 'Gravidade', de Alfonso Cuarón.
Rebecca Ferguson é a cientista Miranda
Os astronautas daqui, no entanto, não são os mais espertos do universo e tomam as decisões mais erradas possíveis, apesar das melhores intenções.
A graça está justamente aí: se eles fossem capazes de exterminar a criatura com facilidade, não haveria filme, evidentemente.
Talvez exatamente pela sua previsibilidade,o longa é tenso – mais tenso do que muito suspense que leva essa etiqueta quase gratuitamente.
Sabemos que esses personagens não têm saída. Calvin é uma criatura resistente a praticamente tudo - até fogo - e a questão é encontrar algo a que ele não seja resistente.
Mas há tempo?
O filme patina um pouco no seu ritmo, e o terço final parece mais apressado do que o restante.
Mas a direção elegante de Espinosa, assim como a capacidade do elenco de manter feições sérias dizendo frases ridículas (Ryan Reynolds é mestre nisso), compensa a maioria dos problemas, até chegar ao seu final, que combina uma dose de cinismo com outra de vigarice.
Ryan Reynolds: mestre em dizer frases ridículas nos filmes
Diversão ligeira, com sustos e tudo o mais que vem no pacote - mas vale a pena ser visto.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'VIDA'
Título Original:
LIFE
Gênero:
Ficção Científica
Direção:
Daniel Espinosa
Roteiro:
Paul Wernick, Rhett Reese
Elenco:
Alexandre Nguyen, Ariyon Bakare, Hiroyuki Sanada, Jake Gyllenhaal, Olga Dihovichnaya, Rebecca Ferguson, Ryan Reynolds
Produção:
Bonnie Curtis, Dana Goldberg, David Ellison, Julie Lynn
Fotografia:
Seamus McGarvey
Montador:
Frances Parker, Simon Burchell
Trilha Sonora:
Jon Ekstrand
Duração:
104 min.
Ano:
2017
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia:
20/04/2017 (Brasil)
Distribuidora:
Sony Pictures / Sony Pictures Home Entertainment
Estúdio:
Columbia Pictures / Skydance Media / Sony Pictures Entertainment (SPE)
Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra desempregada e deprimida, sofre pelo seu divórcio recente.
Todas as manhãs ela viaja de trem de Ashbury a Londres, fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela.
Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida.
Inquieta, Rachel recorre a polícia e se vê completamente envolvida no mistério.
CRÍTICA:
Vou começar com um baita clichê: 'A Garota no Trem', em exibição em 317 salas em todo o Brasil, é pior que o livro best seller de Paula Hawkins.
A trama acompanha a emocionalmente instável Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra que nunca se recuperou do divórcio de Tom (Justin Theroux), que a traiu e a deixou por Anna (Rebecca Ferguson), uma corretora.
Como resultado de sua depressão, ela pega o trem para Nova York que passa por sua antiga casa todo dia para ver a nova família feliz de seu ex.
Entretanto, aos poucos, ela passa a se interessar por uma casa vizinha.
Rachel (Emily Blunt), em cena do longa - Fotos dessa postagem - Divulgação/Universal Pictures do Brasil
Sua obsessão por Megan (Haley Bennett) e seu marido Scott (Luke Evans), vizinhos de seu ex-marido, se torna cada vez mais doentia e Rachel passa a imaginar a vida do casal como perfeita e símbolo de tudo que perdeu.
Quando vê a garota beijando outro homem, entra em parafuso, faz uma besteira, tem um apagão e acorda cheia de sangue.
Megan (Haley Bennett) e seu marido Scott (Luke Evans)
Tudo piora quando descobre que a garota desapareceu e Rachel se torna, então, a principal suspeita.
A premissa é realmente boa e não é à toa que o livro se tornou um sucesso.
O problema é que o filme é incapaz de manter o suspense, entregando o que realmente aconteceu desde muito cedo na trama.
Até por isso, se volta demais para o drama pessoal das protagonistas, que é apresentado de forma simplória e atuações exageradas, a ponto de ficar difícil simpatizar com qualquer um dos personagens.
O filme segue o formato do livro ao dividir a história entre Rachel, Megan e Anna, algo que não funciona bem na telona, culpa em parte da montagem, mas também da incapacidade do roteiro e da direção tornarem as cenas realmente relevantes para a narrativa.
O pior é que essa perspectiva é, exatamente, o que entrega os acontecimentos logo de cara.
Como consequência, o filme está repleto de momentos vazios, o ritmo se torna arrastado e não existem surpresas.
Tom (Justin Theroux) e Anna (Rebecca Ferguson), em cena do longa
Ao contrário de 'Garota Exemplar', cujo mistério também é fácil de prever, mas faz um trabalho melhor de apresentação dos personagens, seus dramas, medos e na crítica da ideia da esposa perfeita, aqui, o longa não compensa a falta de suspense com bons recortes da vida de cada protagonista.
Até Emily Blunt parece forçada e os clichês abundam.
A trama nunca se aprofunda de verdade e mesmo quando o roteiro tenta tratar de temas como alcoolismo, abuso e depressão, as personagens nunca vão além dos estereótipos iniciais.
Tecnicamente sem grandes destaques visuais ou de trilha sonora (de Danny Elfman, irreconhecível), o longa depende demais do grande elenco, que é incapaz de ir além do roteiro raso da adaptação.
Apesar da trama focar no clima de suspense, tudo é previsível e o filme perde força e o desenvolvimento dos personagens - fica difícil gostar de qualquer personagem apresentado.
'A Garota no Trem' pode ser um grande livro, mas como filme simplesmente não funcionou.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'A GAROTA NO TREM'
Título Original:
THE GIRL ON THE TRAIN
Gênero:
Suspense
Direção:
Tate Taylor
Roteiro:
Erin Cressida Wilson, Paula Hawkins
Elenco:
Allison Janney, Athena Stuebe, Danielle M. Williamson, Darren Goldstein, Édgar Ramírez, Emily Blunt, Frank Anello, Haley Bennett, Justin Theroux, Lana Young, Laura Prepon, Lisa Kudrow, Luke Evans, Marko Caka, Nicole Bonifacio, Rebecca Ferguson, Ross Gibby, Tod Rainey
Produção:
Marc Platt
Fotografia:
Charlotte Bruus Christensen
Montador:
Michael McCusker
Trilha Sonora:
Danny Elfman
Duração:
116 min.
Ano:
2016
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia:
27/10/2016 (Brasil)
Distribuidora:
Universal Pictures Brasil
Estúdio:
Amblin Entertainment / DreamWorks SKG / Marc Platt Productions / Reliance Entertainment
O agente Ethan Hunt (Tom Cruise) descobre que o famoso grupo secreto 'Sindicato' é real e agora está tentando destruir o IMF, organização do qual o agente faz parte.
Como pode Hunt combater uma nação secreta, tão treinada e equipada quanto eles mesmos?
Assim, o agente especial tem que contar com toda a ajuda disponível, incluindo pessoas não muito confiáveis e dúbias para erradicar o Sindicato.
CRÍTICA:
Baseada na série de TV de enorme sucesso dos anos 1960/1970, a cinessérie 'Missão Impossível' rapidamente se tornou uma das franquias de espionagem mais importantes da história do cinema, arejando o gênero com cenas de ação espetaculares e sem precedentes, que testam os limites do agente Ethan Hunt (Tom Cruise) e deixam o espectador com a adrenalina em alta.
Foi assim no primeiro filme (1996) - durante a cena em que Hunt fica pendurado por cabos em uma sala da CIA - e também no último, 'Protocolo Fantasma' - onde o personagem precisa escalar o maior prédio do mundo para tomar conta do sistema do local.
Agora, o quinto filme da franquia da Paramount Pictures, 'Missão: Impossível - Nação Secreta' - em exibição em 595 salas em todo o Brasil - não só não fica atrás dos antecessores como é sem dúvidas o melhor deles, com ação de verdade e sendo, com folga, o melhor filme do gênero do ano até aqui.
O longa tem um início sensacional, com a cena de Tom Cruise (não, não é um dublê) se pendurando em um avião durante a decolagem para tentar resgatar algo que é chamado de "pacote" por sua equipe.
Tom Cruise como o agente Ethan Hunt na cena de abertura do longa - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Paramount Pictures Brasil
Remetendo às icônicas cenas de abertura antes dos créditos da saga James Bond e mesmo que essa cena não tenha quase importância nenhuma para o desenvolvimento da trama, o espectador, maravilhado, mergulha numa sequência muito bem construída tecnicamente, onde, mais uma vez, Hunt vive momentos de tensão e desespero, com a tecnologia Imax ajudando muito - principalmente por trazer um som altamente calibrado, junto com uma imagem que aumenta ainda mais a dimensão do que acontece na história.
Bastante comentada desde o lançamentos dos trailers, a sequência do avião sem dúvida é uma daquelas cenas que impacta qualquer fã de filmes de ação e justamente por ser sensacional e inesquecível, vai ser lembrada por muitos e muitos anos.
Depois de se acomodar novamente na poltrona, o espectador que poderia querer um respiro nem pisca, pois o filme ainda reserva outros momentos marcantes, que literalmente tiram o fôlego de quem está assistindo.
E tudo amarrado pela direção maravilhosa de Christopher McQuarrie e pela estrela de Tom Cruise, brilhando como nunca e absolutamente à vontade na telona como Hunt, bem valorizado pela volta de personagens importantes da franquia, como Benji (Simon Pegg), Brandt (Jeremy Renner) e Luther (Ving Rhames).
Com a IMF sendo totalmente dissolvida pela CIA, o trio se torna alvo do diretor Alan Hunley (Alec Baldwin), que quer encontrar Ethan Hunt de qualquer forma.
Alec Baldwin e Simon Pegg, em cena do longa
O que Hunley ainda não sabe é que o agente foi capturado por um assassino misterioso em Londres e depois de ser ajudado pela agente Ilsa Faust (Rebecca Ferguson), Hunt fica por conta própria na hora de provar a existência do Sindicato, uma organização sinistra que deseja acabar com tudo que envolve sua antiga agência.
Evidentemente, o retorno do time formado em 'Protocolo Fantasma' - menos Jane, personagem de Paula Patton - é fundamental para o bom desenvolvimento da história, mas a introdução de Ilsa Faust é um dos grandes destaques do filme, principalmente por ligar pontos importantes da trama.
Ilsa Faust é interpretada por Rebecca Ferguson
Ela começa sua aparição no longa bem suavezinha, apenas mais um rostinho bonito e tal, mas aos poucos prova que é uma espiã do mesmo nível de Hunt, com habilidades extremas para realizar qualquer que tipo de trabalho.
Melhor: atuando como agente dupla, Ilsa confunde o espectador o tempo todo sobre suas verdadeiras intenções, deixando dúvidas sobre afinal de qual lado ela realmente está: Ethan Hunt ou Sindicato.
Christopher Mcquarrie conduz tudo com extrema competência, com sua direção segura e ágil, e mais uma vez nos mostra como é bom na hora de construir com verdade todos os personagens principais.
Jeremy Renner e Ving Rhames, em cena do longa
Instigante, sombrio, moderno e ao mesmo tempo divertido, o longa é um achado para quem ama ação e uma boa trama de espionagem. não esquece das tradições da franquia e prova que ela está mais viva do que nunca - e pronta para seguir adiante, já que a produção do sexto filme já foi confirmada pela Paramount Pictures.
Enquanto isso, a sua missão - de você que está me lendo aqui agora (caso decida aceitar) - é se dirigir ao cinema mais perto de você, de preferência uma sala Imax para mergulhar de cabeça nesse longa.
Que se acenda o fósforo e que comece a tocar a música icônica da franquia - composta por Lalo Schiffrin!
Filmaço.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'MISSÃO: IMPOSSÍVEL - NAÇÃO SECRETA'
Título Original:
MISSION: IMPOSSIBLE - ROGUE NATION
Gênero:
Ação
Direção:
Christopher McQuarrie
Roteiro:
Drew Pearce
Elenco:
Alec Baldwin, America Olivo, Anastasia Harrold, Bruce Lawrence, Daniel Harland, Debra Leigh-Taylor, Hermione Corfield, Jens Hultén, Jeremy Renner, Jessica Williams, Jill Buchanan, Jingchu Zhang, Jorge Leon Martinez, Katrina Vasilieva, Lasco Atkins, Martyn Mayger, Philip Howard, Rebecca Ferguson, Robert Maaser, Saif Al-Warith, Sean Cronin, Sean Harris, Shina Shihoko Nagai, Simon McBurney, Simon Pegg, Stella Stocker, Tom Coulston, Tom Cruise, Tony Paul West, Vauxhall Jermaine, Ving Rhames, Wolfgang Stegemann
Produção:
David Ellison, J.J. Abrams, Tom Cruise
Fotografia:
Robert Elswit
Montador:
Eddie Hamilton
Trilha Sonora:
Joe Kraemer
Duração:
131 min.
Ano:
2015
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia:
13/08/2015 (Brasil)
Distribuidora:
Paramount Pictures Brasil
Estúdio:
Bad Robot / Skydance Productions / WTC Productions