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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

'STAR TREK: PICARD': WHOOPI GOLDBERG É CONVIDADA AO VIVO PARA ATUAR NA SÉRIE

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O convite foi feito pelo próprio Sir Patrick Stewart, protagonista e produtor-executivo da série
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Star Trek: Picard é uma das grandes estreias de janeiro na Amazon Prime Video.

Já renovada para a segunda temporada, a série terá uma grande adição ao seu elenco, que foi anunciada de uma maneira inusitada.

Sir Patrick Stewart, protagonista e produtor-executivo do projeto, convidou Whoopi Goldberg formalmente ao participar do programa The View - que ela apresenta na ABC nas manhãs americanas -para participar do próximo ano da produção.

A atriz respondeu "sim" e deu um grande abraço no colega de profissão.

Confira o momento sensacional:


Ambos já contracenaram juntos em Jornada nas Estrelas: A Nova Geração, em que Stewart interpretava o próprio Picard e Goldberg vivia Guinan.

Whoopi Goldberg e Sir Patrick Stewart, em cena de 'Star Trek: Next Generation' - Paramount TV

A história inédita do agora Almirante aposentado Jean-Luc Picard tem uma abordagem parecida com a de Logan - o qual Stewart também participou como o Professor Xavier - mostrando Picard mais velho e com outros conflitos.

Outros atores que integram o elenco são Alison Pill, de The Newsroom, e Harry Treadaway, de Penny Dreadful.

Outro dos produtores executivos do projeto é Alex Kurtzman, um dos principais responsáveis pelos lançamentos da marca atualmente.

Ele foi citado efusivamente por Stewart no The View.

O primeiro episódio de Star Trek: Picard já está disponível na Amazon Prime Video.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

'WEN WE RISE': MINISSÉRIE DE GUS VAN SANT SOBRE MOVIMENTO LGBT GANHA TRAILER E FOTOS

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Produção da ABC terá oito episódios
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Uma minissérie protagonizada por Guy Pearce, Mary-Louise Parker e Whoopi Goldberg, com roteiro de Dustin Lance Black ('Milk: A Voz da Igualdade') e produzida e dirigida por Gus Van Sant ('Milk', 'Elefante', 'Gênio Indomável').

Essa é 'When We Rise', minissérie em oito capítulos da ABC TV e que promete ser uma lembrança de que a luta por direitos do movimento LGBT está longe de chegar ao fim.

Nessa semana, a nova produção ganhou o primeiro trailer e as primeiras imagens.

O trailer:


Todos os oito episódios foram dirigidos por Van Sant.

A minissérie narra as lutas pessoais e políticas, avanços e retrocessos de uma diversa família de homens e mulheres LGBT que ajudaram a fundar o movimento civil nos EUA, do turbulento início no século 20 até os dias atuais.

As imagens:











ABC TV

Na trama, Guy Pearce interpreta o ativista Cleve Jones e Mary-Louise Parker, a líder do movimento feminista Roma Guy.

Rachel Griffiths será sua esposa Diane e Michael K. Williams será um organizador do movimento negro, Ken Jones.

Por fim, Ivory Aquino será a ativista dos direitos transgêneros Cecelia Chung.

Com produção executiva de Dustin Lance Black, Gus Van Sant, Laurence Mark e Bruce Cohen, a série é produzida pela ABC Studios e tem lançamento previsto para 2017.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

OSCAR 2016: NÃO INDICAÇÃO DE NEGROS PELO SEGUNDO ANO CONSECUTIVO JÁ VIRA POLÊMICA SEM PRECEDENTES

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Em meio à polêmica, presidenta da Academia quer mudanças, Spike Lee, Jada e Will Smith boicotam cerimônia e ator de 'Velozes e Furiosos' pede que Chris Rock desista de ser o apresentador - só Whoopi Goldberg se disse contra o boicote
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Após expressar sua frustração com o fato dos indicados ao Oscar 2016 serem todos brancos, a presidenta da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, Cheryl Boone Isaacs, teve de vir a público novamente para dizer que está tomando medidas para tentar recuperar a credibilidade da premiação da Academia, o Oscar, considerado há décadas o principal prêmio do cinema americano.

Para isso, reunião da diretoria da próxima semana quer ao menos tentar mudar a imagem de racista e elitista do grupo.

Isaacs soltou uma declaração na segunda (18), reconhecendo a pisada de bola do Oscar em relação aos indicados, afirmando estar "inconsolável e frustrada".

Também disse que a Academia terá de melhorar.

"Precisamos fazer mais e melhor e mais rapidamente. Reconhecemos as preocupações de nossa comunidade e também agradeço a todos vocês que me estenderam a mão em nosso esforço para avançarmos juntos", disse.

Segundo fontes da Variety, o plano em andamento pretende revisar as políticas de recrutamento da Academia a fim de diversificar os membros.

Além disso, muitos defendem o retorno da categoria Melhor Filme com 10 indicados - um dos argumentos é que 'Straight Outta Compton - A História Do N.W.A.' , com elenco todo negro, estaria indicado para o principal prêmio se mais vagas existissem.

Alguns membros vão além e também querem expandir as categorias de atuação para mais de cinco nomes, na tentativa de não deixar de fora atuações primorosas de atores negros - como o de Will Smith em 'Um Homem Entre Gigantes' e Idris Elba em 'Beast Of No Nation'.

O mais importante - e todos reconhecem - é fazer uma reviravolta entre os membros, ainda dominada pela velha guarda de Hollywood.

A própria presidente reconhece isso:

"A Academia está dando passos significativos para alterar a composição de dos votantes. Nos próximos dias e semanas iremos fazer uma revisão da nossa política de recrutamento a fim de proporcionarmos a tão necessária diversidade a partir de 2016", afirmou.

Atualmente, os requisitos para ser votante na Academia são nebulosos e exigem requisitos mínimos que nem sempre fazem sentido.

Entre os montadores, por exemplo, são exigidos "quatro filmes de calibre na opinião do comitê executivo".

Quem determina o que é um filme de calibre?

É a própria Academia!

Os problemas aparecem também na votação, que permite aos eleitores votarem em filmes sem sequer tê-los visto.

O processo funciona assim:

Todo mês de novembro mais de seis mil membros da Academia recebem cédulas para a escolha dos indicados ao Oscar. e nesse ponto, os eleitores selecionam cinco melhores filmes em cada categoria.

Como os membros são todos profissionais ativos ou aposentados do setor cinematográfico, podem apenar fazer indicações de acordo com sua própria especialidade - por exemplo, um escritor não pode indicar filmes para melhor edição de som.

Só que numa segunda etapa, os membros fazem a votação direta e escolhem os melhores de cada uma das categorias livremente, sem a restrição de voto por ramo de especialidade.

Isso, obviamente, causa interferência e nem sempre a votação se torna confiável, ainda mais se lembrarmos que a maioria dos votantes não assiste a todos os filmes.

Claro que a grande parte da culpa da falta de diversidade é da própria indústria do cinema, na qual os executivos são principalmente brancos e do sexo masculino.

E apesar da presidenta da Academia e alguns aliados tentarem mudanças reais, eles estão em uma posição complicada, já que precisam tentar efetuar mudanças significativas sem causar polêmicas que poderiam prejudicar a imagem da indústria.

A reunião de diretoria da próxima semana faz parte do calendário regular da Academia, mas depois dos justos ataques ao Oscar 2016, esse pode se tornar um momento decisivo.

A diretoria é composta por 51 pessoas, que mesmo que queiram mudanças, devem enfrentar resistência de seus 6.261 membros votantes que, em geral, querem manter seu status quo.

Algumas sugestões que estão em análise são radicais, incluindo a ideia de retirar o direito de voto de qualquer pessoa que não trabalha na indústria há 10 anos ou mais.

Como a adesão é vitalícia, o argumento é que muitos eleitores votam sem fazer parte da indústria a décadas.

Só que cada ação traz problemas e o desafio da Academia será navegar entre as possibilidades e achar um resultado satisfatório para diversas partes interessadas e, ao mesmo tempo, evitar as críticas.

Seja qual for o resultado dessa reunião, o que se espera é que mudanças reais, para que injustiças como as vistas esse ano, ocorram cada vez menos.

Nessa semana, a polêmica chegou a níveis ininagináveis anos atrás, depois que estrelas como Lupita Nyong'o, Spike Lee, Jada Pinkett Smith e Whoopi Goldberg deram seu parecer sobre a falta de atores negros entre os indicados desse ano.

Os anúncios de boicote começaram com Spike Lee.

O cineasta, que recebeu um Oscar honorário em novembro do ano passado por sua carreira, revelou que boicotará a cerimônia desse ano, em comunicado publicado em seu Instagram oficial, nesta segunda (18).

"Nós não podemos apoiar isso e eu não quero desrespeitar os meus amigos, o apresentador Chris Rock, o produtor Reggie Hudlin, a presidente Isaacs e a Academia. Mas, como é possível pelo segundo ano consecutivo todos os 20 candidatos na categoria de ator serem brancos? E não vamos nem entrar em outros ramos. Quarenta atores brancos em dois anos e nenhuma personalidade. Não podemos atuar?!", escreveu Lee, que utilizou a hashtag #Oscarsowhite - criada para a cerimônia do ano passado - e lembrou do aniversário de Martin Luther King.

Em seu discurso, na ocasião em que recebeu o Oscar honorário, ele relembrou que o conservadorismo da própria indústria do cinema ainda é um obstáculo a ser vencido:

"É mais fácil para um afro-americano ser presidente dos EUA do que presidente de um estúdio de Hollywood".

O cineasta Spike Lee - The Hollywood Reporter

Depois, foi a vez de Lupita Nyong'o - vencedora da estatueta de "Melhor Atriz Coadjuvante" por '12 Anos De Escravidão', em 2014 - manifestar sua insatisfação com a academia.

A atriz afirma que a pouca diversidade do Oscar é um reflexo do que acontece na indústria em geral, já que grandes estúdios oferecem poucos, e estereotipados, papéis relevantes a negros, latinos e outras minorias.

Através de seu Instagram, ela compartilhou uma poderosa mensagem:

"Eu estou desapontada pela falta de inclusão entre os indicados desse ano pela academia. Isso me fez pensar sobre o preconceito inconsciente e quais meritos são prestigiados em nossa cultura. O Oscar não deveria ditar os termos da arte na sociedade moderna, mas sim ser um reflexo diverso do melhor que nossa arte tem a oferecer nos dias de hoje. Eu apoio meus colegas que clamam por uma mudança nas histórias que são contadas e pelo reconhecimento das pessoas que as contam" - escreveu a estrela, em cartaz como Maz Kanata em 'Star Wars: O Despertar Da Força'.

Lupita Nyong'o recebe seu Oscar em 2014 - Getty Images

A atriz Jada Pinkett Smith (série 'Gotham' e longa 'Magic Mike XXL'), também soltou o verbo via Facebool e sugeriu que os negros parem de assistir a cerimônia enquanto esse cenário não mudar.

"No Oscar os negros são sempre bem-vindos para entregar prêmios e para fazer espetáculos, mas raramente se reconhecem seus méritos artísticos. Os negros deveriam se negar a assistir? As pessoas nos tratarão da forma que nós permitimos. Sinto uma profunda decepção", disse Jada, que ainda lembrou que em 88 anos de Oscar, apenas sete mulheres negras levaram uma estatueta por sua atuação.

Ela postou inclusive uma arte lembrando isso - e os papéis menores que os negros interpretaram.

Facebook - Jada Pinkett Smith
Hoje, foi a vez do marido de Jada, Will Smith, anunciar que não vai à cerimônia desse ano.

Além disso, o ator criticou a falta de diversidade da Academia ao não indicar atores negros - vale lembrar que ele tinha chance de entrar na lista final com o seu trabalho em 'Um Homem Entre Gigantes', longa que fala sobre as graves contusões no futebol americano, previsto para estrear em março no Brasil.

Em entrevista ao programa de TV 'Good Morning America', o ator, que já concorreu ao Oscar em 2002 e 2007, falou sobre o assunto.

"A diversidade é o superpoder americano. É por isso que somos ótimos. Há várias pessoas diferentes, de lugares distintos, que vivem dando novas ideias e inspirações para essa bela mistura. Para mim, Hollywood representa e cria a imagem dessa beleza, mas acho que tenho que lutar e proteger por esses ideais que engrandecem o nosso país e por isso, quando olho para essas indicações da Academia, vejo que essa beleza não está refletida", criticou Smith.

Will Smith, em cena de 'Um Homem Entre Gigantes' - Sony Pictures

O fato é que outros artistas também apoiaram a fala de Smith.

Mark Ruffalo, um dos indicados a melhor ator por 'Spotlight - Segredos Revelados', disse à BBC que ainda não sabe se vai à premiação.

"Se você olhar para o legado de Martin Luther King, ele diz que as pessoas boas, que não fazem nada, são muito piores do que as que não agem de propósito e não conhecem o caminho certo", disse Ruffalo.

Logo depois do programa com Smith ter ido ao ar, foi a vez de Tyrese Gibson - o Roman Pearce da franquia 'Velozes e Furiosos' - se pronunciar.

Em entrevista à People, o ator diz que a presença de Chris Rock como apresentador da premiação é contraditória e que o comediante deveria desistir de subir ao palco.

"Não dá para ele aproveitar o momento, ir até lá e dizer: 'ei, vou dizer isso e vou falar de diversidade, e então vou continuar o meu show como apresentador'. A declaração que você tem que fazer é de que vai embora", afirmou.

O ator elogiou a postura de Jada e de Spike Lee, que ameaçaram um boicote, e afirmou que a comunidade LGBT agiria diferente perto da falta de diversidade.

"Se Chris Rock fosse homossexual, ele já teria deixado [o cargo de apresentador]". "Se você tem problema em ser excluído, você não pode apenas sentar e reclamar. Você tem que corrigir o problema", completou.

O ator Tyrese Gibson - Getty Images

Mesmo com as críticas, Gibson disse estar torcendo para o colega Leonardo Dicaprio e reafirmou que não é contra o Oscar.

"Eu acho que este ano vai ser o ano em que o Leo (Di Caprio) finalmente vai ganhar como melhor ator. Nós não estamos dizendo que somos contra o Oscar. Nós só estamos dizendo: Isso não é legal. Você não pode fazer isso em 2016 e achar que ninguém vai perceber."

Por outro lado, tivemos uma única voz dissonante nessa polêmica toda.

Ganhadora do Oscar de Coadjuvante por 'Ghost - O Outro Lado da Vida'(1990), Whoopi Goldberg disse que não apoia o boicote e criticou a comunidade negra por só se manifestar agora sobre o problema que sempre existiu em Hollywood, que priva atores negros de excelentes papéis no cinema.

Uma das estrelas do programa de televisão 'The View', da ABC, um dos mais assistidos nas manhãs americanas, Goldberg comentou:

"Não é que o problema seja porque as pessoas nominadas são brancas. Eles não estão vendo o filme e dizendo 'oh, isso é muito branco. Não vou nominar esse filme negro'. O problema é que os filmes com negros, latinos e mulheres não estão chegando até você, porque a ideia é de que não há filmes negros. Então isso vai continuar acontecendo até que deixem de fazer filmes como Os Vingadores com mais de 50 caras brancos salvando a Terra. Isso me deixa muito irritada, sabe por que? Porque eu gostaria de ser uma dessas pessoas salvando a terra, mas esses filmes não vem até mim. Quer fazer um boicote? Não vá assistir esses filmes que não te representam. Esse é o boicote que você deve fazer", criticou.

Whoopi Goldberg no estúdio do 'The View' em NY - ABC

Para Goldberg,  os negros tem que correr atrás de seus direitos na telona, e não criticar somente quando começam as premiações.

O Oscar 2016 acontece no dia 28 de fevereiro e até lá, a discussão deve se intensificar.

O que não dá mais é que os indicados ao principal prêmio do cinema americano continuem a ser escolhidos assim, sem diversidade nenhuma.

sábado, 16 de agosto de 2014

'AS TARTARUGAS NINJA': AVENTURA COM A MÃO DE MICHAEL BAY E DESEMPENHOS ESPETACULARES DO ELENCO EM CAPTURA DE MOVIMENTOS


Nas comemorações de 30 anos do lançamento dos quadrinhos criados por Kevin Eastman e Peter Laird, ninguém menos que o atual 'rei da ação' Michael Bay assina a produção que marca a volta dos quelônios alienígenas às telonas - e que volta!

Embora não seja o diretor - coube a Jonathan Liebesman, de 'Fúria de Titãs' tocar o barco - a mão de Bay se faz presente a todo instante em 'As Tartarugas Ninja', que estreou nesta quinta (14) aqui no Brasil em 479 salas e que recria as origens do quarteto.

Por isso, espere o melhor e o pior que o diretor da franquia 'Transformers' oferece: excelentes efeitos especiais e cenas de ação, em meio a uma história mal amarrada, mas com desempenhos memoráveis dos protagonistas.

Megan Fox interpreta a repórter April O'Neil - fotos dessa postagem: Divulgação/Paramount Pictures Brasil
E em vez de ir direto à fonte (os quadrinhos), o roteiro traz uma mudança radical na formação dos personagens, com o objetivo de amarrar possíveis sequências.

No original, Leonardo, Michelangelo, Donatello e Raphael são quatro tartarugas  com nomes de pintores da Renascença italiana que, por acidente, são expostas a um material radioativo, crescem nos esgotos de Nova Yok, criadas por um rato mutante, o Splinter, que ensina a arte marcial ninjutsu e valores morais ao quarteto.

O rato Splinter , interpretado por captura de movimentos pelo ator Danny Woodburn
Quando se tornam adolescentes, passam a lutar contra o crime, em especial, combater o vilão Destruidor e seu Clã do Pé, formado por ninjas.

Nesta nova versão, os personagens são mantidos, mas os heróis são produto de uma experiência genética promovida por Erick Sachs (William Fichtner) e o Dr. O'Neil (Paul Fitzgerald), cujo objetivo está nos planos do Destruidor (Tohoru Masamune).

Donatello é  interpretado por captura de movimentos pelo ator Jeremy Howard
Após um incidente fatídico no laboratório, tanto o rato Splinter (Danny Woodburn) como as tartarugas Leonardo(Pete Ploszek), Michelangelo (Noel Fisher), Donatello (Jeremy Howard) e Raphael (Alan Ritchson) são dados como mortos, mas vão parar nos esgotos, onde se tornam adolescentes e, então, vigilantes na luta contra o Clã do Pé.

Leonardo é  interpretado por captura de movimentos pelo ator Pete Ploszek
Será a jornalista April O’Neil (Megan Fox) que, na busca por um furo, revelará a existência das tartarugas ninja a Erick Sachs, que finalmente poderá dar cabo aos planos do Destruidor.

Resta à repórter, então, ajudar os heróis a enfrentar os problemas que causou.

Michelangelo  é  interpretado por captura de movimentos pelo ator Noel Fisher
Curiosamente, embora recomece do zero, a produção exige do espectador um conhecimento prévio para entender as motivações das personagens.

Quem é o Destruidor? 

De onde surgiram os ninjas que o acompanham em seu clã? 

Splinter aprendeu artes marciais apenas lendo livros velhos? 

O que é “cowabunga”?

Raphael  é  interpretado por captura de movimentos pelo ator Alan Ritchson
Nada aqui faz muito sentido para quem nunca ouviu falar dos quadrinhos, das séries de TV ou da trilogia original no cinema (1990–1993), mas a diferença maior e bem vinda é que agora os heróis e Splinter são interpretados pela técnica de captura de movimentos e os atores escalados para cada papel, definitivamente, dão show a cada cena - especialmente Noel Fisher, que como Michelangelo é definitivamente o alívio cômico, com suas constantes piadas sobre April (algumas bem sexuais), sendo o mais carismático dos quatro.

Apesar da frouxidão da narrativa, abre-se uma boa brecha ao humor, com a participação especial de Will Arnett e Whoopi Goldberg, que dão conta do recado direitinho.

A ganhadora do Oscar Whoopi Goldberg, em cena do longa
Com sequência confirmada para 2016, é de se esperar que a nova produção preencha as lacunas da história contada aqui já que, por mais fantástico que seja este universo, há uma lógica narrativa que parece ter sido esquecida no roteiro de
Josh Appelbaum, André Nemec (ambos de 'Missão: Impossível – Protocolo Fantasma') e Evan Daugherty (de 'Divergent'e), aprovado por Michael Bay.

Vestindo a roupa para captura de movimentos, o intérprete de Raphael, Alan Ritchson aguarda para filmar uma cena nas ruas de NY com Megan Fox (April)
Com direção de arte e figurinos primorosos e direção de fotografia do brasileiro Lula Carvalho, você, com certeza,  não verá Nova York tão linda em filmes recentes.

Jonathan Liebesman faz o que Michael Bay manda e o resultado é um longa divertido, repleto de ação e que todos da família vão gostar.

Confira o trailer do longa:

*****
'AS TARTARUGAS NINJA'
Título Original:
TEENAGE MUTANT NINJA TURTLES
Gênero:
Aventura
Direção:
Jonathan Liebesman
Roteiro:
André Nemec, Evan Daugherty, Josh Appelbaum, Kevin Eastman, Peter Laird
Elenco:
Abby Elliott, Alan Ritchson, Alexandra Jordyn, Alison Fernandez, Ami Sheth, Braeson Herold, Casey Roberts, Chris J. Cullen, Danny Woodburn, David Hill, Dennis Lauricella, Dolores Winn, Jeremy Howard, John Stepanian, Joseph Paul Kennedy, K. Todd Freeman, Keith Mackler, Malina Weissman, Matthew Gooley, Megan Fox, Minae Noji, Noel Fisher, Paul A Nielsen, Paul Thornton, Pete Ploszek, Philip Odango, Raquel Merediz, Reginald L. Barnes, Rich Petrillo, Richard R. Corapi, Stephen Sapienza, Steven Weisz, Toshiko Onizawa, Venida Evans, Whoopi Goldberg, Will Arnett, William Fichtner
Produção:
Andrew Form, Bradley Fuller, Galen Walker, Michael Bay, Scott Mednick
Fotografia:
Lula Carvalho
Montador:
Glen Scantlebury, Joel Negron
Trilha Sonora:
Brian Tyler
Duração:
101 min.
Ano:
2014
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia no Brasil:
14/08/2014
Distribuidora:
Paramount Pictures Brasil
Estúdio:
Paramount Pictures
Classificação:
12 anos
Cotação do Klau:

terça-feira, 25 de outubro de 2011

PAPEL MAIS MARCANTE DE WHOOPI GOLDBERG, CELIE - DE 'A COR PÚRPURA' - FINALMENTE PODE SER VISTA EM BLU-RAY


Drama dirigido por Steven Spielberg e cujo Blu-ray  já está nas lojas, A Cor Púrpura (1985) marcou a história do cinema de diferentes formas.

Primeiro, por se tratar de um longa que promoveu duas estreias de peso: aqui, a acima da média Whoopi Goldberg tem na protagonista Celie seu primeiro - e principal -  papel nas telonas, bem como a uber-apresentadora Oprah Winfrey faz sua primeira incursão na dramaturgia.

Depois, e não menos importantes, são os temas delicados que a história aborda, como o racismo e a exploração sexual, numa trama bem dirigida e bem interpretada, capaz de arrancar lágrimas até da mais seca das criaturas.

Aqui, no início do século 20, na Geórgia, sul dos Estados Unidos, Celie tem apenas 14 anos e é violentada pelo pai.

Ainda na adolescência, Celie torna-se mãe de duas crianças e, assim que os filhos nascem, ela é dada de presente para Albert - Danny Glover, pré saga Máquina Mortífera -, um homem que a maltrata e escraviza.

Para suportar a dura vida que leva, a jovem escreve cartas à sua irmã Nellie, missionária na África - escritas secretamente, ela revela toda a dor e maus tratos que sofre, narrando sua dura história.

Sua vida muda quando pessoas especiais, entre elas o filho de Albert e Sofia - Oprah Winfrey - a ajudam e lhe dão força para suportar as dificuldades, adquirindo consciência do mundo de oportunidades à sua volta.

Arquivos do Klau
Whoopi Goldberg, em cena como Celie em "A Cor Púrpura", longa de Steven Spielberg

O filme é baseado no romance homônimo de Alice Walker - lançado em 1982, recebeu o Prêmio Pulitzer no ano seguinte - e foi indicado a onze Oscar - mas não levou nenhum.

Mesmo assim, A Cor Púrpura é, para mim, um dos melhores filmes já feitos.

Premiada com o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Drama por esse papel, é uma pena que Whoopi tenha uma carreira tão irregular, onde desempenhos espetaculares como essa Celie sejam eclipsados por incontáveis bombas que ela fez - e ainda faz.

Se a atriz é sempre lembrada pela médium fajuta que interpretou em Ghost: do Outro Lado da Vida (1990) - papel que lhe deu o Oscar e o Globo de Ouro de Coadjuvante - e pela amante de gangster que se esconde num convento de freiras - em Mudança de Hábito (1991) -, dois papéis onde ela faz comédia, é com Celie que essa atriz acima da média mostra todo o seu talento.

Filmaço.

A Cor Púrpura
Título Original: 
The Color Purple
Título do Blu-Ray: 
A Cor Púrpura
Diretor: 
Steven Spielberg
Elenco em Ordem Alfabética:
Adolph Caesar
Akosua Busia
Dana Ivey
Danny Glover
Desreta Jackson
Margaret Avery
Oprah Winfrey
Rae Dawn Chong
Whoopi Goldberg
Willard E. Pugh
Estúdio:
Warner Home Video
Tipo de mídia:
Blu-Ray
Quantidade de discos:
1
País de produção:
EUA
Duração:
154 minutos
Formato de tela:
Widescreen Anamórfico
Sistemas de som:
Dolby Digital 5.1
Preto e Branco/Colorido:
Colorido
Idiomas:
Inglês e Português
Legendas:
Português e Inglês
Quanto: 
R$49,90
Onde Comprar:
Cotação do Klau: