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quinta-feira, 2 de junho de 2016

'WARCRAFT - O PRIMEIRO ENCONTRO DE DOIS MUNDOS': LONGA BASEADO NO GAME SOFRE COM EXCESSO DE CGI E NÃO AGRADA NEM AOS FÃS


SINOPSE:

A região de Azeroth sempre viveu em paz, até a chegada dos guerreiros Orc.

Com a abertura de um portal, eles puderam chegar à nova Terra com a intenção de destruir o povo inimigo.

Cada lado da batalha possui um grande herói, e os dois travam uma disputa pessoal, colocando em risco seu povo, sua família e todas as pessoas que amam.

Baseada no jogo de estratégia em tempo real lançado pela Blizzard Entertainment em 1994, e no famoso MMORPG, World of Warcraft.

CRÍTICA:

'Warcraft - O Primeiro Encontro De Dois Mundos' - desde hoje em cartaz em 672 salas em todo o Brasil - poderia ser o filme capaz de mudar a tristeza que vimos até agora nas adaptações de videogames.

Se o longa tinha um universo rico e bem desenvolvido para explorar, visual inspirado e personagens marcantes, a obra de Duncan Jones ('Lunar') não consegue atingir seu potencial.

O resultado final ficou parecendo um filme 'B" que teve verba de produção e CGI demais e inspiração de menos.

Warcraft - O Primeiro Encontro de Dois Mundos : Foto
Cena do longa - Fotos dessa postagem - Divulgação/Universal Pictures do Brasil
Em termos de computação gráfica, por sinal, nesse ano não tem pra ninguém: o longa tem mais CGI que 'Batman Vs Superman' (que já era exageradíssimo) e até mesmo cenários reais, desses construídos de fato no set de filmagens, parecem estar carregados de efeitos.

Embora o visual dos Orcs seja bem feito, a pós-produção exagerou ao tentar criar um ar fantástico e colorido demais, com abuso de luzes e brilhos e retoques por computador, mesmo quando estes não eram necessários - e esse nem é o maior problema do filme.

A trama, baseada na invasão Orc em busca de um novo mundo, Azeroth, e sua luta para trazer sua raça inteira para o novo lar, era uma boa premissa, até pelas tensões internas da Horda e da Aliança diante da nova realidade de ambos os lados.

Só que a narrativa está repleta de clichês, as motivações dos personagens não fazem sentido, os diálogos são ridículos e até os combates são toscos, mal coreografados e ruins.

mas o que irrita, mesmo, e é o vai e vem de personagens: o longa não sabe como usar o recurso das magias de teletransporte, que poderiam agilizar a trama, mas apenas a deixam mais arrastada.

O Guardião (Ben Foster) é o personagem que mais viaja dessa forma, sempre por motivos supérfluos, fazendo o personagem ir para sua torre e para o campo de batalha constantemente, sem motivo real.

O Guardião (Ben Foster)
O elenco também foi muito mal escalado.

Aqui, Travis Fimmel repete o mesmo personagem que faz na série 'Vikings', sem a mesma seriedade, o que o deixa caricato demais como Anduin Lothar.

Travis Fimmel como Anduin Lothar
Paula Patton como Garona está mais interessada em ser sexy com sua maquiagem verde do que em justificar as repentinas mudanças de atitude de sua personagem.

Paula Patton como Garona
Ben Foster não convence como Guardião e Dominic Cooper é tão bonzinho como Rei Llane Wrynn que fica difícil de engolir que ele é mesmo o líder de alguma coisa.

Dominic Cooper como Rei Llane Wrynn
O pior personagem, porém, é o Khadgar de Ben Schnetzer, mago que decide investigar a magia negra conhecida como Vilania e acaba sendo o escolhido por uma entidade esquisita para salvar o mundo.

O ator é fraco e seu arco não faz o menor sentido, sua existência parece apenas uma justificativa fraca para mostrar mais poderes mágicos nas lutas e explorar superficialmente lugares famosos da franquia, os quais não teriam espaço de outra forma, como a cidade da facção dos magos Kirin Tor.

Ben Schnetzer como  Khadgar 
Curiosamente, os Orcs se safam também das críticas de interpretação, apesar de os atores estarem escondidos pelo CGI.

O arco de Durotan (Toby Kebbell) é mais interessante do que de todos os personagens da Aliança juntos, embora a trama paralela dos invasores também sofra com momentos aleatórios e atitudes inexplicáveis.

 Durotan (Toby Kebbell) 
Esse é mais um dos problemas de roteiro presentes ao longo de toda a obra,que sofre com a necessidade autoimposta de agradar aos fãs do MMORPG, fenômeno mundial até hoje, mas faz tudo isso de um jeito simplório, sem, de fato, ser capaz de capturar a atenção desses jogadores, modificando demais alguns elementos e incluindo outros desnecessários.

Parece que, em um determinado momento, algum produtor resolveu que era preciso incluir todas as referências possíveis na tentativa de agradar.

A necessidade de atrair novos públicos e de encher o longa de elementos reconhecíveis pelos fãs são os principais problemas de praticamente todos os filmes baseados em videogames, que são mídias complexas, com diversos pontos a serem explorados e capazes de atrair pessoas por motivos diferentes.

Agora, tentar enfiar tudo isso num longa de duas horas é um erro absurdo, capaz apenas de criar obras desconexas e confusas, como temos visto acontecer faz tempo.

'Warcraft' possui um universo incrível, assim como Marvel e DC nos quadrinhos, e o melhor jeito de explorá-lo era começar de forma discreta e ir crescendo a cada novo filme.

Aqui, a pressa de apresentar tudo ao mesmo tempo faz esse filme absolutamente dispensável, que não vai agradar, nem os fãs e muito menos quem não conhece o universo do game..

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
'WARCRAFT - O PRIMEIRO ENCONTRO DE DOIS MUNDOS'
Título Original:
WARCRAFT
Gênero:
Aventura
Direção:
Duncan Jones
Roteiro:
Charles Leavitt, Duncan Jones
Elenco:
Andre Tricoteux, Anna Van Hooft, Ben Foster, Ben Schnetzer, Burkely Duffield, Callum Keith Rennie, Clancy Brown, Dan Payne, Daniel Cudmore, Daniel Wu, Dean Redman, Dominic Cooper, Donnie MacNeil, Dylan Schombing, Jill Morrison, Kyle Rideout, Michael Patric, Paula Patton, Raj Lal, Robert Kazinsky, Ruth Negga, Ryan Robbins, Terry Notary, Toby Kebbell, Travis Fimmel, Valérie Wiseman
Produção:
Alex Gartner, Charles Roven, Jon Jashni, Thomas Tull
Fotografia:
Simon Duggan
Montador:
Paul Hirsch
Trilha Sonora:
Ramin Djawadi
Duração:
123 min.
Ano:
2016
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia:
02/06/2016 (Brasil)
Distribuidora:
Universal Pictures Brasil
Estúdio:
Universal Pictures
Classificação:
10 anos
Informação complementar:
Adaptação do MMORPG de sucesso da Blizzard 'World of Warcraft'

COTAÇÃO DO KLAU:

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

'MISSÃO IMPOSSÍVEL: PROTOCOLO FANTASMA' - TOM CRUISE ARRISCANDO TUDO, NO MELHOR FILME DA SÉRIE


Você tem vertigem? E medo de altura?

Se respondeu "sim" para alguma das duas perguntas acima, é melhor você ficar em casa, porquê Missão: Impossível: Protocolo Fantasma - o quarto capítulo da franquia e que teve estreia mundial nesta quarta (14), com lançamento no Brasil em 600 cópias, nas versões 2D, 2D digital, Imax, dubladas e legendadas - é de provocar calafrios e de arrepiar os cabelinhos mais escondidos do corpo humano.

O roteiro de Josh Appelbaum e André Nemec - responsáveis pelas boas tiradas da série de TV Alias - é farto em sequências nas alturas - que já começam na abertura, acompanhando as acrobacias aéreas do agente Hanaway - Josh Lee Holloway, da série "Lost" - pelos altíssimos telhados de Budapeste.

Hanaway escapa de seus perseguidores aéreos, mas não de um perigo em terra firme, a assassina profissional Sabine Moreau - interpretada pela francesa Léa Seydoux - que se apodera de um tesouro que estava de posse do agente - uma série de códigos capazes de disparar os antigos mísseis soviéticos da Guerra Fria contra os EUA.

Divulgação/Paramount Pictures
Josh Lee Holloway - à frente - interpreta o agente Hanaway

É a deixa para o serviço secreto IMF resgatar seu melhor agente, Ethan Hunt - Tom Cruise - que está cumprindo pena numa tenebrosa penitenciária em Moscou.

A dupla encarregada da missão - o perito em tecnologia Benji Dunn, interpretado por Simon Pegg e Jane Carter, papel de Paula Patton - não entendem num primeiro momento por que Hunt demora e insista em resgatar também um outro prisioneiro, Bogdan - Miraj Grbic - sua função nas aventuras que vem a seguir ficará clara no momento certo.

A missão exige que o trio penetre nada menos do que o Kremlin, com Hunt e Benji passando-se por militares russos.
Uma vez lá dentro, instalam uma incrível parafernália técnica, criando numa tela um falso fundo para enganar os guardas, impedindo que vejam que Hunt está fuçando seus arquivos.

Só que o misterioso Cobalto, ou seja, Kurt Hendricks - papel de Michael Nykvist - também está lá dentro com outra tarefa - bem explosiva.
Os agentes da IMF conseguem sair a duras penas, mas não conseguem impedir a explosão parcial do Kremlin, pela qual serão responsabilizados.

Divulgação/Paramount Pictures
Benji Dunn (Simon Pegg), que já havia aparecido em "Missão: Impossível 3", volta no quarto longa da franquia

Aí começa o Protocolo Fantasma do título, pois nesta situação os agentes do IMF serão desautorizados pelo governo americano e terão de sobreviver por conta própria e sem apoio logístico para levar adiante a tarefa de recuperar os códigos dos mísseis.

Divulgação/Paramount Pictures
A atriz francesa Léa Seydoux, que interpreta a assassina profissional Sabine Moreau, em cena do filme

A próxima parada é Dubai, onde, no Burj Khalifa - prédio mais alto do mundo, com 130 andares, uma altura de quase 830 metros - vão acontecer as sequências mais eletrizantes do filme, que mostram Hunt andando como um lagarto pela fachada exterior do edifício, para acessar o servidor dos computadores do local, um hotel, e pôr em funcionamento uma operação que visa interceptar de forma muito engenhosa um encontro entre a mortífera Sabine Moreau e representantes do agente Cobalto, para negociação dos códigos.

Difícil acreditar que um astro da grandeza de Tom Cruise tenha insistido em fazer pessoalmente, sem dublês, estas perigosas cenas no Burj Khalifa - que exigiram que ficasse amarrado com cabos de aço - que foram apagados digitalmente - e também que as imagens fossem captadas por câmeras colocadas em helicópteros, tendo que driblar os fortes ventos da região.

Divulgação/Paramount Pictures
Tom Cruise, na arriscada sequência eletrizante do lado de fora do Burj Khalifa, prédio mais alto do mundo, em Dubai

Mas, como todos sabemos, Cruise é um dos atores mais chupetas da cabeça de Hollywood - está aí a Cientologia que não me deixa mentir - e, certamente, não tem vertigens nem medo de altura para fazer o que fez, quase voando, o que prova sua infinita disposição para brigar para ser, novamente, o astro número um de ação no mundo, posto que ocupava por ocasião do primeiro Missão: Impossível (1996), e que perdeu progressivamente para astros como Johnny Depp e Angelina Jolie.

A ousadia deste quarto exemplar da franquia cinematográfica - que lembra muito mais a série de TV de Bruce Geller na qual foi baseada do que as outras três - comprova um desejo de renovação, o que já se esperava a partir da contratação do diretor, Brad Bird.

Maior estrela do estúdio Pixar, diretor de Ratatouille e Os Incríveis - que lhe deram dois Oscar de animação -, Bird mostra, em seu primeiro trabalho com atores, uma energia que não lembra o "mais do mesmo" dos filmes anteriores da franquia.

Outra ótima aquisição do elenco - além da bela Paula Patton, de Preciosa - é Jeremy Renner.
O ator - indicado ao Oscar em 2010 por Guerra ao Terror - atua aqui como um analista que é empurrado para a ação direta devido à emergência, mas também tem um segredinho bem guardado para movimentar a segunda metade da história.

Divulgação/Paramount Pictures
Jeremy Renner, em cena do filme: segredinho bem guardado pro final

O que não muda mesmo é a vaidade de Tom Cruise, conhecido em Hollywood como "O Pavão": ele não só procura oportunidades para continuar exibindo sua forma física invejável aos 49 anos, como dispensa o enfrentamento com um vilão à altura.

Esperto, o astro prefere evitar a concorrência, pelo menos nessa franquia em que ele detém o controle como produtor.

Confira o trailer do filme:

*****
MISSÃO IMPOSSÍVEL: PROTOCOLO FANTASMA
Título Original:
Mission: Impossible - Ghost Protocol
Diretor:
Brad Bird
Elenco:
Tom Cruise, Jeremy Renner, Simon Pegg, Paula Patton, Michael Nyqvist, Vladimir Mashkov, Josh Holloway, Anil Kapoor, Léa Seydoux
Produção:
J.J. Abrams, Tom Cruise, Paula Wagner
Roteiro:
André Nemec, Josh Appelbaum
Fotografia:
Robert Elswit
Trilha Sonora:
Michael Giacchino
Duração:
132 min.
Ano:
2011
País:
EUA
Gênero:
Ação
Cor:
Colorido
Distribuidora:
Paramount Pictures Brasil
Estúdio:
Bad Robot / Paramount Pictures
Classificação:
14 anos
Cotação do Klau:

domingo, 5 de setembro de 2010

A SEMANA NO CINEMA

Filme de terror lidera bilheteria americana, mas no Brasil, quem lidera é um "remake"; fascistas proíbem propaganda com a Diva Julianne Moore em Veneza; vestidos usados por Vivian Leigh em "...e o Vento Levou" serão restaurados com grana de doações; atriz de "Preciosa", no novo "Missão Impossível"...

Essas, e muitas outras, no resumo semanal de notícias das telonas.

Acompanhe:

Filme de terror lidera a bilheteria americana

O filme de terror "O Último Exorcismo" confirmou a tendência iniciada na sexta-feira e liderou a bilheteria nos cinemas dos Estados Unidos no último fim de semana.

Foto: Divulgação - Arte Final: Cláudio Nóvoa
Cena de "O Último Exorcismo"

O filme estreou em 2.874 salas de cinema, e, com boas críticas, faturou US$ 21.3 milhões, informa o site da revista "Variety".

Com uma pequena diferença, em segundo lugar ficou "Takers", com Hayden Christensen e Matt Dillon, com US$ 21 milhões de arrecadação.

O resultado dos dois estreantes nos cinemas superou as expectativas dos estúdios.

"Os Mercenários", de Sylvester Stallone, "Comer, Rezar, Amar", estrelado por Julia Roberts, e a comédia "Os Outros Caras" completam a lista de cinco maiores bilheterias do fim de semana.

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No Brasil, é "Karate Kid" quem lidera

A lista dos filmes mais vistos aqui no Brasil no último fim de semana (de 27 a 29/8) inclui os recém-lançados "Karate Kid" e "Par Perfeito", com Ashton Kutcher.

A boa surpresa é o documentário "5X Favela, agora por nós mesmos", que ocupa o décimo lugar dos filmes mais vistos nas telonas brasileiras.

Divulgação - Sony/Columbia - Arte Final: Cláudio Nóvoa
Cena de "Karate Kid"

Confira os 10 +:

1º - "Karate Kid"
2º - "O Último Mestre do Ar"
3º - "A Origem"
4º - "Meu Malvado Favorito"
5º - "Par Perfeito"
6º - "Os Mercenários"
7º - "O Aprendiz de Feiticeiro"
8º - "Salt"
9º - "O Bem Amado"
10º - "5 x Favela - Agora por Nós Mesmos"

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John Cusack vai interpretar poeta Edgar Allan Poe nas telonas

O ator John Cusack revelou em seu perfil no Twitter que irá interpretar o poeta Edgar Allan Poe no filme "Raven".

Kevork Djansezian/AP - Arte Final: Cláudio Nóvoa
John Cusack

O longa metragem, que vem sendo planejado e adiado há anos, será dirigido por James McTeigue - de "V de Vingança", e segundo o site IMDB - Internet Movie Database - trata-se de uma visão ficcional dos últimos dias de vida de Poe.

O poeta norte-americano viveu entre 1809 e 1849 e seu trabalho é marcado por temas misteriosos e macabros.

Um de seus trabalhos mais famosos é o poema "O Corvo" ("The Raven").

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Atriz de "Preciosa" no elenco do novo "Missão Impossível"

Paula Patton - que interpretou a professora Ms. Rain no filme "Preciosa" - entrou para o elenco do novo "Missão Impossível", estrelado por Tom Cruise, informa o site Hollywood Reporter.

Foto: Divulgação - Arte Final: Cláudio Nóvoa
A atriz Paula Patton

Segundo uma fonte da produção - que será de Cruise e J.J. Abrams, e dirigida por Brad Bird ("Os Incríveis") - o filme não será um remake, mas também não terá o título "Missão Impossível 4".

No filme, Patton vai interpretar uma agente que trabalhará com Ethan Hunt, personagem que Cruise já interpretou nos três primeiros filmes da série.

O filme tem lançamento previsto para 16 de dezembro de 2011.

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Ryan Reynolds e Bradley Cooper serão amigos de trabalho em comédia de ação

Ryan Reynolds e Bradley Cooper deverão estrelar um filme juntos, diz o site do Hollywood Reporter.

A comédia de ação, ainda sem título, será escrita por Sheldon Turner - roteirista de ''Amor sem Escalas'' - e conta a história de dois amigos que trabalham na polícia de San Francisco, onde seus pais também trabalharam como parceiros.

Getty Images - Arte Final: Cláudio Nóvoa
Os atores Bradley Cooper (à esquerda) e Ryan Reynolds

A diferença entre gerações deverá servir como mote para o filme.

Tanto Reynolds quanto Cooper tem sido muito requisitados em Hollywood.

Recentemente, Reynolds foi visto nas telonas em filmes como "Paper Man" e "Enterrado Vivo" - previsto para estrear no Brasil em 1º de outubro - e no ano que vem, é o astro da superprodução "Lanterna Verde".

Já Cooper, atuou no recente "Esquadrão Classe A", e se prepara para uma sequência de ''Se Beber, Não Case''.

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Saiu a lista dos mais rentáveis de Hollywood em 2010

O ator Shia LaBeouf é, pelo segundo ano consecutivo, "o ator mais rentável de Hollywood", segundo lista publicada nesta semana pela revista Forbes.

A publicação calculou que o ator rendeu aos estúdios que o contrataram uma média de US$ 81 por cada dólar que recebeu como salário.

Os números se devem às ótimas bilheterias de "Transformers: A Vingança dos Derrotados" - que arrecadou US$ 836 milhões no mundo todo - e "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal" - que lucrou US$ 787 milhões.

Reuters - Arte Final: Cláudio Nóvoa
Shia LaBeouf, na coletiva de ''Wall Street - O Dinheiro Nunca Dorme'' no Festival de Cannes (14/05/2010)

O segundo lugar ficou com Anne Hathaway, graças, em parte, aos mais de US$ 1 bilhão em bilheteria de "Alice no País das Maravilhas".
A atriz traz um retorno médio de US$ 64 por cada dólar que recebeu.

A lista dos cinco intérpretes mais rentáveis é completada por Daniel Radcliffe - US$ 61 por cada dólar recebido, graças à saga de "Harry Potter" - , Robert Downey Jr. - US$ 33, pelos trabalhos em "Homem de Ferro 2" e "Sherlock Holmes" - e
Cate Blanchett - US$ 27, pelos filmes "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal" e "Robin Hood".

A Forbes levou em conta os 36 atores que mais ganham dinheiro em Hollywood e que tenham estrelado pelo menos três filmes nos últimos cinco anos.

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Publicidade com a Diva Julianne Moore é censurada em Veneza

Uma publicidade com a Diva norte-americana Julianne Moore para uma grife italiana tornou-se o alvo da primeira intervenção do governo local, dias antes do início do 67º Festival de Cinema de Veneza, que começou nesta quarta-feira.

A informação é da agência de notícias italiana ANSA.

Divulgação / Bvlgari - Arte Final: Cláudio Nóvoa
Julianne Moore em anúncio da Bvlgari

A pose de Moore foi considerada "inadequada" pela administração pública, e "obscena" pelo prefeito da localidade, Giorgio Orsoni, que ordenou a retirada do material que havia sido posto na Piazza San Marco, no centro da cidade.

Orsoni exigiu que a empresa substituísse a peça publicitária por outra mais "recatada", e a grife de acessórios de luxo, que pagou 2,8 milhões de euros - cerca de R$ 6,2 milhões - pela publicidade, acatou a decisão do município.

Essa tal "Era Berlusconi" ainda vai acabar com a Itália.

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Juliette Binoche diz que Gérard Depardieu
é invejoso

E por falarmos em Divas: dias depois de ter sido criticada publicamente pelo compatriota Gérard Depardieu, a Diva francesa Juliette Binoche afirmou que o ataque ao seu talento pode ter sido motivado por inveja.

Em entrevista à revista "Empire" - divulgada nesta quarta-feira - a atriz afirma também não ter se importado com os comentários.

"Ele tem o direito de não gostar de mim como atriz, mas por que ele resolveu falar sobre isso é problema dele".

No último dia 27, Depardieu disse acreditar que Binoche foi superestimada ao longo dos anos. "Ela não tem nada. Absolutamente nada", falou.

Eric Gaillard/Reuters - Arte Final: Cláudio Nóvoa
A Diva Francesa chega para a premiére de seu filme em Cannes

Ou ele é cego, e não viu a estupenda atriz que ela é, ou foi inveja mesmo, pura e simples.

E a Diva fez muito bem de nem dar muita atenção, ao caso e a um ator mediano em final de carreira.

Que feio, Gérard!

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Fãs de "...e o Vento Levou" coletam grana para salvar
figurinos do filme

Segundo a Reuters, os fãs do filme "...e o Vento Levou" (1939) se importam - e muito - com os extravagantes vestidos da heroína Scarlett O'Hara - interpretada pela atriz inglesa Vivien Leigh - e querem ajudar um museu do Texas a angariar fundos para restaurar as peças usadas na produção.

O Centro Harry Ransom, da Universidade do Texas, em Austin, que compra e preserva objetos de importância cultural, fez um apelo público neste mês para levantar 30 mil dólares e restaurar os cinco vestidos usados por Vivien Leigh no filme vencedor do Oscar.

As peças, da coleção de David O. Selznick - que produziu "E O Vento Levou", "Nasce Uma Estrela" e "Rebecca - A Mulher Inesquecível" - foram descritas como "em frágil condição e com necessidade urgente de restauração".

As peças chegaram ao centro na década de 1980, e as roupas foram mantidas em condições de umidade e temperatura controladas, em papel de seda sem oxidantes e em caixas, mas os danos foram inevitáveis, já que a maioria das peças usadas em filmes antigos não eram feitas para durar mais do que a produção do filme, nem recebiam acabamento como o de uma peça pronta para se vestir.

As peças incluem um vestido bordô que Scarlett usou no aniversário de Ashley Wilkes, o vestido de noiva com o qual ela se casou com Charles Hamilton, e um robe azul de veludo.

A coleção também inclui um dos trajes mais famosos das telonas, em todos os tempos: um vestido verde de veludo que Scarlett O'Hara fez com algumas cortinas antes de pedir ajuda financeira a Rhett Butler.

Arquivos do Klau / Centro Harry Ransom - Arte Final: Cláudio Nóvoa
à esquerda, Vivien Leigh com o vestido verde, em cena do filme; à direita, o vestido, já no museu

Ontem, o museu afirmou que mais de 600 pessoas de 44 estados norte-americanos e 13 países enviaram contribuições para a causa.

"Essas generosas doações confirmam que as legiões de fãs do filme de fato se importam", disse Steve Wilson, curador de filmes do Centro Ransom, em comunicado.

As doações permitirão que o centro restaure os vestidos, e compre proteções e manequins sob medida - para que as peças sejam exibidas de acordo com as melhores práticas e padrões de conservação -
até 2014, como parte de uma exibição para comemorar o 75o aniversário do filme, além de emprestar as peças para outros museus no mundo.

Um público sem memória não pode ser chamado de Ser Humano, não é?

Por aqui, a atriz Vida Alves pena há muitos anos para fazer um "Museu da Televisão Brasileira".

As peças da sua coleção - por enquanto particular - são incríveis, mas parece que ninguém se interessa.

*****

Até +!