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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

JARED LETO NÃO SERÁ HUGH HEFNER NO CINEMA

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O porta-voz do ator negou a informação
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O ator e cantor Jared Leto negou que irá viver o fundador da Playboy, Hugh Hefner, nos cinemas.

O porta-voz de Leto confirmou que ele nunca esteve relacionado a uma cinebiografia dirigida por Brett Ratner sobre Hefner e não trabalhará com ele no futuro.

"As informações passadas anteriormente estavam equivocadas e não foram confirmadas pelos representantes do ator."

A Playboy Enterprises decidiu suspender a produção do longa após as acusações de assédio contra o diretor Brett Ratner.

O projeto ainda está em desenvolvimento e desde 2007, quando foi inicialmente arquitetado pela Universal Pictures, Robert Downey Jr. era cogitado para interpretar Hefner.

Quando os direitos expiraram, foram comprados pelo produtor Jerry Weintraub para a Warner Bros.

Depois que Weintraub morreu em 2015, Ratner obteve os direitos para sua própria empresa.

Fotos: Variety

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

CINEBIOGRAFIA DO CRIADOR DA PLAYBOY SERÁ PROTAGONIZADA POR JARED LETO

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A morte de Hugh Hefner fez com que Hollywood se movimentasse rapidamente para homenagear o célebre criador da revista Playboy
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Após anos em desenvolvimento, a cinebiografia do magnata da comunicação — projeto que Brett Ratner (A Hora do Rush) vem desenhando desde 2007 — finalmente será produzida e já tem sua estrela: Jared Leto (Blade Runner 2049).

"Jared é um velho amigo. Quando soube que eu tinha adquirido os direitos de adaptação da história de Hefner, ele me disse que queria interpretá-lo, que queria entendê-lo. E realmente acredito que Jared pode fazer isso. Ele é um dos melhores atores do momento", declarou Ratner ao The Hollywood Reporter.

O cineasta — que quase perdeu a oportunidade de realizar seu tão sonhado projeto quando seu monopólio sobre os direitos para a cinebiografia expiraram em 2015 — está confiante de que o vasto material de arquivo coletado e produzido sobre Hefner durante a trajetória do magnata será suficiente para que Leto retrate o lendário empresário.

Ainda não existem maiores informações sobre a trama, mas a julgar pela movimentada vida de Hefner, inspiração e momentos marcantes certamente não vão faltar para compor a estrutura narrativa da cinebiografia.

E Leto, conhecido pelos sacrifícios que realiza para dar vida aos seus personagens, também não terá problemas para recriar a figura do playboy nos cinemas.

Será que pode pintar mais um Oscar para Leto, que levou o de ator coadjuvante, por 'Clube de Compras Dallas'?

A cinebiografia de Hugh Hefner ainda não tem título e nem previsão de estreia.

* Fotos: THR

segunda-feira, 8 de abril de 2013

HUGH HEFNER: O VERDADEIRO 'BATMAN BEGINS'



Pouca gente sabe, mas foi a lenda Hugh Hefner, criador da revista ‘Playboy’, quem, sem querer,  deu o pontapé inicial para a cult série ‘Batman’ (1966-1968).

O ‘Playboy Club’ mais famoso ficava em Chicago e em 1965, Hefner decidiu fazer lá uma festa temática do Batman e que ressaltasse a pegada bem humorada e irreverente da revista - já então um império.

A festa tinha atores vestidos como Batman e Robin bem patetas, pôsters de quadrinhos espalhados como decoração, e também painéis das séries do Morcego feitos nos anos 40, coloridos em tons fortes.

Yale Udoff, um alto executivo da rede de TV ABC , foi à festa e ficou absolutamente enlouquecido com a reação dos participantes a um Batman colorido, bem humorado e beirando o ridículo.

A Lenda Hugh Hefner, cercado por um exército de 'bunnies' - Divulgação/Playboy Magazine

Udoff então correu para um telefone público – que tinha cobertura em formato de vulva e que ficava no hall de entrada do 'Playboy Club' – chamou seus pares na ABC e deu a ideia de que a rede fizesse uma série usando o universo do herói, só que ‘camp’ – termo muito usado nos 60 para designar os efeitos do LSD, com imagens distorcidas e muito coloridas.

A ABC não só recebeu bem a ideia como, a partir do ano seguinte levou ao ar em parceria com a 20th. Century Fox uma das séries mais aclamadas e mais vistas do mundo até hoje.

O resto é lenda...

Relembre a abertura da primeira temporada:

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

HUGH HEFNER, 84: "O VIAGRA SALVOU MINHA VIDA"

Hugh Hefner está com 84 anos, não escuta direito e sofre de dor nas costas.

Ainda assim, não pretende largar tão cedo o império que criou há quase 60 anos - e mais, acredita no renascimento do seu coelhinho.

"Este próximo ano será nosso. Será o ano chinês do coelho", diz Hefner.

"Ao mesmo tempo em que o mercado editorial está passando por problemas econômicos - e a 'Playboy' está incluída - nossa marca está mais em alta do que nunca."

Foto: Efe
Hugh Hefner, fundador da Playboy, ao lado de duas "coelhinhas", no Hotel de Paris, em Mônaco

Para quem acompanha o noticiário financeiro, o papo de Hefner parece de velho gagá, já que a Playboy Enterprises - que edita a revista - teria uma dívida de US$ 110 milhões para ser paga em um ano, e apenas alguns milhões em caixa para bancá-la.

Além disso, a revista circula hoje com 1,5 milhão de cópias por mês nos EUA, número bem abaixo dos 7 milhões da fase áurea dos anos 1970.

Apesar de tudo, o império vem avançando em outras áreas, como no licenciamento de produtos - como cadernos, lingerie e bebidas - e uma TV, que juntos tiveram lucro de US$ 30 milhões em 2009, contra US$ 1,6 milhão da revista e do site.

No mês passado, Hefner reabriu os lendários clubes Playboy, fechados em 1991 -
Cancún - no México e Macau - na China - foram os primeiros a receber as garçonetes vestidas de coelhinhas.
Em maio, será a vez de Londres.

"Demoramos [para voltar a ter os clubes] por uma questão de tempo, da sociedade. Nos anos 1980 e 1990 houve uma volta forte do conservadorismo, contra a revolução sexual dos anos 1960 e 1970. Não conseguimos renovar nossas licenças", disse Hefner, que criou a revista aos 27 anos, em 1953.

A China é um caso clássico de como a marca está forte, embora a revista não seja permitida pelo governo.
"Neste mês abrimos uma loja de roupas em Taipei e esperamos abrir outras 2.000 na China continental."

E há negociações para trazê-la à América do Sul?
"Quando a oportunidade surgir, teremos interesse em discutir", disse.
"Você sabe como são os coelhos. Eles tendem a se multiplicar."

Hefner trocou sua Chicago natal pela famosa mansão - das mais badaladas festas - em Los Angeles, nos anos 70.
"É minha Shangri-la, minha Disneylândia para adultos", diz o empresário, que costuma circular nos eventos da casa vestindo um roupão de cetim vermelho.

Além das festas de arromba, é lá que se faz a seleção de coelhinhas ou sessões de cinema - Hefner chegou a morar com sete namoradas na mansão, mas hoje só vive com a modelo Crystal Harris, 24.

Mesmo assim, a sede da empresa continua em Chicago, e Hefner diz que participa da edição americana, que tem versões em outras 27 línguas.
"Escolho fotos da capa, a coelhinha do mês. Tenho conversas diárias com os editores."

Sobre como anda sua vida sexual, Hefner afirma que se mantém ativo, graças ao Viagra.
"Minha vida certamente não seria a mesma se não fosse pelo Viagra. Mas acho que teve algum impacto na minha audição."

Eu, como Hefner, também prefiriria ficar só surdo....

Matéria base de Fernanda Ezabella - Folha de S.Paulo
Redação Final: Cláudio Nóvoa

*****

Ainda sobre a "Playboy": Hugh Hefner promoveu na última quarta-feira um leilão histórico de parte de sua coleção de obras de arte e fotografias, que teve como principal destaque a pintura "Mouth 8" (1966), do artista americano Tom Wesselmann, vendida por US$ 1.874.500.

Os sedutores lábios vermelhos da obra - pintados em óleo e acrílico por este integrante do movimento do Pop Art e conhecido por seus impactantes nus femininos - não chegaram a atingir, no entanto, o preço especulado previamente, que se situava entre US$ 2 milhões e US$ 3 milhões.

Intitulado "The Year of The Rabbit" - em homenagem ao famoso logotipo da "Playboy", criado pelo artista Art Paul - o leilão ofereceu numerosas obras de arte e fotografias de nus de algumas das mulheres mais famosas e desejadas das últimas décadas, expostas na revista desde sua fundação, em 1953.

"Playmate" - obra de Salvador Dalí - foi publicada na edição de janeiro de 1967 da revista, e estava pendurada até pouco tempo atrás no quarto de Hefner, na Mansão Playboy, em Beverly Hills.

A "Playboy" começou a circular em 1953, tendo em sua primeira capa um dos mitos eróticos do século 20 e uma das principais protagonistas deste leilão: a Diva das Divas das Divas Marilyn Monroe (1926-1962).

Entre as várias fotografias leiloadas da musa loira, destacou-se a imagem na qual Marilyn cumprimenta o público durante sua participação como madrinha do desfile da Miss América em 1952, capa do primeiro número da "Playboy" - a imagem foi vendida por US$ 14 mil.

Brigitte Bardot, outra Diva da sétima arte e musa erótica da França nos anos 50 e 60, também foi centro das atenções dos compradores.

A coleção Playboy ofereceu um retrato de corpo inteiro no qual a atriz, vestida apenas de calcinha, cobre os seios com as mãos e seus longos cabelos loiros - a foto, que estampou a capa de março de 1958 da "Playboy", foi vendida por US$ 23.750, superando todas as expectativas, estimadas entre US$ 4 mil e US$ 6 mil.

Ao todo, o valor total das obras leiloadas na Christie's passou dos US$ 2,9 milhões.

Confira agora algumas das obras arrematadas no leilão:

Christie's/APBrigitte Bardot estampou página da edição de março de 1958.

Antoine Verglas/Christie's/EFE
A modelo Sandra Settani, em foto de Bunny Yaeger feita em abril de 1963.

Antoine Verglas/Christie's/EFE
A modelo e atriz Carre Otis, em foto de junho de 2000.

Matthew Rolston/Christie's/EFE
Heidi Montag estampou as páginas da revista em 2009.

Herb Ritts/Christie's/EFE
A modelo Elle MacPherson, em foto de Herb Ritts feita em 1994.

Tom Keller/Christie's/Efe
Fotografia de da Diva das Divas das Divas Marily Monroe feita por Tom Keller em 1949 foi o primeiro pôster-calendário da revista; Marilyn foi a primeira personalidade a posar para a "Playboy".

Herb Ritts/Christie's/Efe
A modelo Cindy Crawford posa para as lentes de Herb Ritts em julho de 1988.

Christie's/AP
Hugh Hefner em pintura a óleo de 1970, feita por Herb Davidson, também foi a leilão.

Christie's/Efe
Pintura "Playmate", feita por Salvador Dalí; outra tela da "Playboy" no leilão na Christie's.

Christie's/AP
Essa Fotografia de Marilyn Monroe estampou a primeira capa da "Playboy", em dezembro de 1953.

Stephen Wayda/Christie's/AP
A Diva Pamela Anderson posa com o ator Dan Aykroyd - caracterizado como personagem do filme "Cônicos e Cômicos" (1993).

Christie's/AP
Stacy Sanchez, a coelhinha do ano em 1996, em fotografia de Stephen Wayda.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A SEMANA NO CINEMA



Bruna Lombardi vai procurar a felicidade na Espanha

Bruna Lombardi, 57, é realmente uma pessoa cheia de humor e espiritualidade. Nada mais natural, então, do que fazer de seu próximo filme uma comédia pelo caminho de Santiago de Compostela, na Espanha.

"Onde Está a Felicidade?" é o terceiro longa-metragem feito em parceria com o marido, Carlos Alberto Riccelli, 63: ele dirige o roteiro assinado por ela, que também faz a protagonista, uma chef especialista em receitas afrodisíacas.

Em crise após perder o emprego e terminar o casamento com Nando (Bruno Garcia), a personagem de Bruna decide fazer uma peregrinação. "É uma pessoa com uma agitação interna enorme, meio drama queen", diz ela. "Ela me exaure, volto para casa drenada."

Foto: Priscila Prade/Divulgação
Bruna Lombardi (dir.) em cena de "Onde Está a Felicidade?"

O filme, feito em parceria com uma produtora espanhola, está sendo rodado nos estúdios de Paulínia (SP). Depois, segue para o Piauí e cidades da Espanha. As cores fortes do figurino e da fotografia, além do tom impulsivo da personagem, fazem logo lembrar uma história de Pedro Almodóvar.

"Realmente as mulheres estão perto de um ataque de nervos constantemente. Você não precisa citar nenhum filme para falar disso", explica Bruna.

Bruna e Riccelli viajaram diversas vezes para a Espanha e fizeram de carro o caminho de Santiago, procurando locações e observando peregrinos. Apesar do clima espiritual, Riccelli afirma que não faltará humor.

"Tem a comédia do caminho, que obviamente para quem está fazendo não é engraçado", diz o diretor. "O humor tem que ser uma coisa inconsciente para quem está passando por aquelas experiências."

A ideia para fazer uma comédia surgiu quando o casal viajava o mundo com o drama urbano "Signo da Cidade" (2007). Bruna percebeu que, independentemente da nacionalidade, todos choravam em algum momento. "'Signo' vai para um lugar de comoção, mexe com solidariedade", diz Bruna. "Isso me fez pensar: 'Putz, agora preciso equilibrar essa coisa no mundo e fazer as pessoas darem uma risada'. Daí surgiram os primeiros acordes da comédia."

O primeiro trabalho da dupla foi a comédia dramática "Stress, Orgasms, and Salvation" (2005), lançada apenas nos EUA. Eles pretendem trazê-la ao Brasil após a estreia de "Onde Está a Felicidade?", prevista para 2011.

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Fundador da "Playboy" dá a grana que faltava, e encerra campanha para salvar letreiro de Hollywood

Getty Images
O fundador da revista "Playboy" Hugh Hefner (13/10/2009)

Uma doação de Hugh Hefner, fundador da Playboy, encerrou finalmente a campanha para arrecadar os US$ 12,5 milhões necessários para salvar o letreiro de Hollywood da especulação imobiliária, anunciou a organização The Truste for Public Land (TPL).
Hefner doou US$ 900 mil para a aquisição de 55 hectares em uma zona conhecida como Cahuenga Peak, onde um grupo investidor de Chicago pretendia construir mansões.

Os donos do terreno aceitaram desistir de seus planos e vender a propriedade à TPL, em troca de US$ 12,5 milhões que os compradores tinham que conseguir antes do dia 15 de abril, prazo ampliado para o último dia do mês.

"Hoje temos o final (feliz) de Hollywood que desejamos e a partir de agora Cahuenga Peak estará protegido para sempre e será acrescentado ao Griffith Park", afirmou Will Rogers, presidente da TPL, entidade conservacionista que doará o terreno à cidade de Los Angeles ,para que se transforme em área pública.

Hefner foi o último de uma longa lista de doadores que participaram da ação para proteger o histórico letreiro de Hollywood e seu entorno, entre eles Steven Spielberg, Tom Hanks, Arnold Schwarzenegger e outros astros do cinema.

"Meus sonhos de infância e fantasias vinham dos filmes e as imagens criadas em Hollywood tiveram uma grande influência em minha vida e na Playboy. O letreiro de Hollywood é a 'Torre Eiffel' da cidade e estou feliz de ajudar a preservar um símbolo cultural tão importante", disse Hefner.

O terreno pertencia a uma empresa financeira de Chicago, e foi adquirido em 2002 por US$ 1,7 milhão pelo fundo que administra o patrimônio deixado pelo magnata Howard Hughes - interpretado nas telonas por Leonardo DiCaprio no filme "O Aviador" (2004), de Martin Scorsese - que comprou a propriedade em 1940 e planejava construir ali uma mansão para quem ele esperava que fosse sua futura esposa, a atriz Ginger Rogers.

Mais um símbolo do cinema que ficará resguardado à posteridade, enfim.

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Woody Allen confirma que rodará "Midnight in Paris" com Carla Bruni

Fotomontagem by Blog de Klau

O diretor e Carla Bruni

Woody Allen anunciou que filmará nos próximos meses na capital francesa a comédia romântica "Midnight in Paris", com Owen Wilson e a primeira-dama da França, Carla Bruni.

Além de Wilson e Carla Bruni, atuarão Marion Cotillard, Rachel McAdams, Kathy Bates, Michael Sheen, Nina Arianda, Tom Hiddleston, Corey Stoll, Mimi Kennedy e Kurt Fuller.

Allen, 74 anos, seguirá no filme os passos de uma família que viaja a Paris a negócios. A história inclui um casal, cuja vida se transforma durante a viagem.

O filme celebra o amor de um jovem por Paris e explora simultaneamente a ilusão que as pessoas têm de que uma vida diferente seria melhor.

Produzido por Letty Aronson, Steve Tenenbaum e Jaume Roures, o filme é parte de um acordo para financiar três filmes entre a Gravier, empresa de Allen, e a espanhola Mediapro, que co-produziu "Vicky Cristina Barcelona".

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ATÉ SEXTA!