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quinta-feira, 1 de maio de 2014

# AYRTON VIVE


Todo mundo que me conhece sabe o quanto eu sofro com perdas e a do Ayrton é a mais doída por ter acontecido também numa fase péssima da minha vida.

Vê-lo exercer seu ofício todo domingo de manhã era naquela época meu único alento, minha única alegria e quando sua Williams bateu na Tamburello eu já sabia que ele estava morto.

Não me lembro de quem estava ao meu lado e falava, vendo as imagens do helicóptero: 
“Mas ele está se mexendo!” – e eu dizia: “Não, não está, isso se chama ‘espasmo pós mortem’, eu já cansei de ver isso nos acidentes horrorosos que eu vejo nas estradas”.

Naquela época eu trabalhava viajando o tempo todo, por estradas terríveis mesmo dentro do estado de São Paulo e não tinha semana que eu não ajudasse no resgate de alguém preso em ferragens – engraçado que com os outros eu vou em socorro, estanco sangue, faço tudo o que meus conhecimentos de primeiros socorros permitem; comigo, eu não posso nem espetar o dedo na agulha que já passo mal.

Num país de vagabundos de quinta categoria, que inventam doenças só para ficar na boa em prisão domiciliar quando deveriam estar puxando cana no presídio – vide ‘José Genoíno’, - quando pessoas públicas estão pouco se lixando pra nós e só pensam em se perpetuar no poder – vide ‘Lula’, ‘Sarney’, ‘Alckmin’ – quando jovens de menos de 40 anos querem “a volta da Ditadura” como pedem um show do ‘Metállica’ – ouviram dizer que era bom e querem – Ayrton ela um alento, um dos brasileiros mais exemplares que tivemos o prazer de conhecer.

Sem ensino formal, seu cérebro privilegiado o tornou um homem frio, determinado e preciso como um relógio suíço quando assim as circunstâncias determinavam, ao mesmo tempo que transmitia confiança e doçura com os mesmos olhos que seu sobrinho Léo também tem.

Não à toa morreu no primeiro de maio, Dia do Trabalho na maior parte dos países deste planeta.

Quem eu escolheria como exemplo de trabalhador? Ayrton, evidente!

O Ayrton que me desmonta mais é aquele do fantástico GP do Brasil de 24 de março de 1991: ganhar um GP no seu país tinha se transformado em obsessão não só pra ele, mas para todos nós.

A corrida estava na metade, quando, pelo rádio, ele foi informando o box da McLaren que tinha perdido uma, depois duas, depois três, até ficar com uma marcha só no câmbio.

Não é que sua determinação, fé, dor, realização e competência o fizeram completar as 71 voltas da prova em 1h38min28s128 (o único número que guardo de cor na minha vida), chegando quase a 3s de vantagem sobre o segundo colocado, Riccardo Patrese, da Williams?

Muitos duvidaram que ele pudesse ter pilotado com uma só marcha, mas a McLaren fez questão de, na semana seguinte, convocar coletiva na sua sede na Inglaterra e mostrar as engrenagens do câmbio do carro do Ayrton todas detonadas - ele realmente correu a metade da corrida sem câmbio, ganhou com uma marcha só e foi sen-sa-cio-nal!

Era minha primeira vez em Interlagos e aquela cena, dele parando na pista, o povo invadindo e o tomando nos braços, aconteceu a menos de 100m de onde eu estava – foi a primeira vez na minha vida que perdi totalmente o controle, a voz, a pulseira do camarote, tudo.

Depois, a emoção de vê-lo no lugar mais alto do pódio, sem braços para levantar o troféu mas levantando-o por sobre a cabeça num último esforço.

Voltar pra casa e ver na TV, ao vivo, a festa que centenas faziam à porta da sua casa no Tremembé - bairro aqui colado ao meu - e o áudio dele berrando após a bandeirada final – “Eu não acredito!”’ – completaram esse que foi, para mim, um dos melhores dias da minha existência.

Desde que ele morreu – e já se foram vinte anos – sempre faço o exercício de imaginar como seria se ele, após a batida na curva Tamburello, tivesse saído de sua Williams andando, pegasse uma daquelas lambretinhas para voltar ao Box, para aparecer ao vivo no ‘Fantástico’, à noite, só usando um simples colar ortopédico “por recomendação médica”, se dizendo bem e nos tranquilizando a todos.

Essa noite, sonhei novamente com essa cena e hoje, ao abrir meu Facebook, dei de cara com essa foto - abaixo - que meu amigo Marcelo Moraes, grande locutor e radialista, postou:

“Do blog Voando Baixo, no Globo.Com: Para quem gosta de itens ligados a Ayrton Senna:
O fã brasileiro Bruno Vasconcellos fez este belo diorama inspirado na pintura do ucraniano Oleg Konin, intitulada “Formula Alone”, que mostra uma realidade paralela em que Ayrton Senna escaparia ileso de sua Williams após o acidente no GP de San Marino de 1994, na curva Tamburello.
Muito detalhada, a peça – “If Senna had survived” (Se Senna tivesse sobrevivido) – foi produzida artesanalmente usando a miniatura 1:18 da Minichamps lançada na época.
Segundo Bruno, já chegaram a oferecer quase US$ 3 mil (cerca de R$ 6 mil) pela peça, mas ele se recusa a vendê-la.”

Algum empresário, alguém, poderia possibilitar ao Bruno a possibilidade dele fazer milhares de dioramas desses: muito comuns nos EUA – tem com Elvis, com Kennedy e James Dean velhinhos – essa peça seria um alento num país tão desgraçadamente carente de ídolos, a ponto de dois grandes clubes paulistanos estarem nessa semana brigando em público por um jogador medíocre chamado Alan Kardec!

Se ainda fosse por um Neto, por um Evair, por um Rivellino, por um Edmundo – que eu vi jogar – mas por Alan Kardec?

Não foi pra isso que o Ayrton morreu, dando o máximo de si.

Seu legado é de determinação e, principalmente, de excelência.

Se cada um de nós procurarmos fazer das suas vidas ao menos vidas com um brilho de excelência, teremos a semente de Ayrton Senna da Silva eternamente dentro de nós.

Lógico, o Instituto está aí, os jovens chorosos - no cemitério em que ele está enterrado - hoje, também.

Vamos chorar? Vamos!

Mas vamos partir para ação, que o legado do Ayrton brilhará mais.

Foto: Diorama de Bruno Vasconcellos mostra Ayrton saindo ileso após acidente
(Globo.com + Arte: Cláudio Nóvoa)

quinta-feira, 4 de julho de 2013

MAGAZINE LUIZA E FOGÕES CONTINENTAL DÃO CANSEIRA EM CLIENTES QUE ACREDITARAM NOS DOIS


Fogão aqui de casa deixando a desejar, eu e minha irmã fomos à procura de um novo.

O que esperar comprando um fogão novo?

Que ele chegue logo e que a assistência técnica venha em seguida e o coloque em condições de uso – tudo DE GRAÇA.

Afinal é um produto novo, como se diz “na caixa”, certo?

Porém, para o MAGAZINE LUIZA e FOGÕES CONTINENTAL, a resposta é: “ERRADO”!

Minha irmã e eu compramos na segunda (01.7) no site do MAGAZINE LUIZA um FOGÃO CONTINENTAL CALORE 4 BOCAS BRANCO BIVOLT, justamente porquê nas explicações do produto, ele dizia que funcionava também com GNP, gás de rua que temos aqui em casa - confira a sete vermelha na descrição do produto.


Produto chegou ontem (3.7), minha irmã perguntou da instalação, entregador falou para ela ligar no MAGAZINE LUIZA.

Ligamos hoje - telefone: 35089900 – atendente do MAGAZINE LUIZA passou telefone da CONTINENTAL: 0800.7020053.

Ao ligarmos, a surpresa: o número não atende ligações partindo do DDD 11, como o meu.

Novo número, agora o 3003.1953 – pago – onde depois de muita espera, ao digitarmos o CEP da residência, um robô dá o telefone da assistência técnica mais próxima: ASTI ASSISTÊNCIA TÉCNICA, fone: 2169.2888.

Depois de muito tocar, telefone atende e funcionária Fernanda diz que visita custa R$ 55,00 + "peças de adaptação para gás natural" = R$ 180,00.
Ou seja: preço ficaria A METADE DO VALOR QUE PAGAMOS PELO FOGÃO = R$ 499,00.

E isso com a CAIXA DO PRODUTO E SITE DA LUIZA dizendo que ‘primeira conversão é gratuita’.


Existem formas de roubo mais evidentes do que essa, mas essa, é, sim, um roubo.

Afinal, se eu e minha irmã soubéssemos que teríamos de pagar mais da metade do valor do produto em “assistência técnica” nem teríamos comprado, nem no MAGAZINE LUIZA, nem um FOGÃO CONTINENTAL.

Está no CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR: "PRODUTO NOVO DEVE SER INSTALADO POR AUTORIZADA 'SEM CUSTO ALGUM PARA O CLIENTE’".

Pior foi o atendimento no chat do MAGAZINE LUIZA: atendente Patricia Rogerio, acionada a partir das 11:40h de hoje, disse que precisava de prazo “até o dia 10.7” para contatar CONTINENTAL e nos dar uma resposta.

Por mim, teria cancelado compra, mas dei crédito pro MAGAZINE LUIZA e FOGÕES CONTINENTAL até o dia 10.7 para me provarem que não estão no mercado somente para enganar consumidores que acreditam na loja e no produto.

Mas que é um estresse absolutamente desnecessário, é.

O QUE QUEREMOS: NOSSO FOGÃO NOVO DEVIDAMENTE EM FUNCIONAMENTO, SEM CUSTO ADICIONAL ALGUM.

É PEDIR DEMAIS??

Foto e captura de telas: Cláudio Nóvoa

quarta-feira, 26 de junho de 2013

UNIDADE DO AROUCHE DO INSTITUTO DR ARNALDO É PERVERSA, ESTRESSANTE E COM PACIENTES PESSIMAMENTE ACOMODADOS


É perverso e inadmissível que pacientes que devem passar por consulta com a Dra. Brigitte na unidade Largo do Arouche, 66 do INSTITUTO DO CÂNCER DR ARNALDO VIEIRA DE CARVALHO fiquem mais de seis horas aguardando, pessimamente acomodados, sem banheiros decentes e sem água para beber.

Hoje, 26.6, cheguei com minha mãe de 80 anos às 7:10h., vi quando a Dra. Brigitte chegou - às 7:25h - e ela só foi atendida às 13:20h - seis horas e dez minutos de espera.

A Dra. – que a atendeu em menos de dois minutos, eu fiz questão de cronometrar - disse que trabalhou sozinha, sem residentes ou outros médicos.

NÃO SERIA A HORA DE ALOCAREM MAIS MÉDICOS NA UNIDADE PARA QUE OS PACIENTES NÃO SOFRAM MAIS E NÃO SE ESTRESSEM TANTO?
Afinal, lá é ou não uma unidade ligada à SANTA CASA DE SP, um hospital-escola?

Fachada do prédio onde está instalados consultórios do Instituto no largo do Arouche - foto: Google Maps

Tanto no térreo, quanto no primeiro andar, vemos uma profusão de funcionários que, ou nada fazem, ou ficam batendo cabeça uns com os outros todo o tempo:
*Não tem chefia - se tem, não parece que tem.
*Não tem nenhum treinamento para lidar com um público especial - como é o que vai lá.
*Não tem método de trabalho algum - todos fazem a mesma coisa, o mesmo serviço, atrapalhando uns aos outros.
*Até o porteiro passa muitas informações erradas, a fila é mal dirigida e a entrega de senhas é caótica.
*Por um erro de uma das moças do térreo – que marcou todos os exames de minha mãe para quinze dias antes da data da consulta – ela, depois de ter ficado aguardando na semana passada também por cerca de quatro horas e meia com minha irmã, teve de voltar ontem e fazer novo exame de sangue antes de ontem - tudo isso para que a Dra. Brigitte a atendesse por menos de dois minutos para prescrição da quimioterapia.

Quanto às instalações, lembro que no prédio funcionava um hotel, e ele atualmente é apertado, feio, tacanho para o mar de pacientes que lá vão, com banheiros sujos o tempo todo, sem água para beber no terceiro andar e sem copos para toma-la no primeiro.

Conforto? Zero.

Pela bagunça, descaso, cansaço, sofrimento e estresse, absolutamente desnecessários para quem está passando por uma difícil fase de vida, estou pensando seriamente em tratar minha mãe em outro lugar, ao menos mais humano e pro ativo.

Do jeito que está, o INSTITUTO DO CÂNCER DR ARNALDO VIEIRA DE CARVALHO do Largo do Arouche, 66 só serve para acelerar a morte dos pacientes.

Tanto quanto o câncer, estresse, descaso e pacientes serem tratados como gado também matam.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

MINHA OPINIÃO SOBRE O 'MOVIMENTO PASSE LIVRE'


Essa mulekada que se intitula 'Movimento Passe Livre' não representa nada, são um bando de burguesinhos desocupados que só querem aparecer ao vivo no JN pra poderem falar pras menininhas que eles vão comer depois:
“Viram como eu sou fodão?’

É um movimento sem comando, sem hierarquia, que não debate nem quer debater - querem destruir, só.

E mais: essa mulekada é tão burra que nem percebe que vem sendo usada por agitadores que não estão nem aí para o aumento dos ônibus e correlatos.

Estão ali só pra dar uma senhora agitada em ano pré eleitoral - ACORDEM ALICES!

Temos de debater os preços do transporte público, sim, como também a situação da saúde, da educação e de uma série de sandices que grassam esse país e que a companheirada nunca aceita discutir - mas tudo na base da conversa, do diálogo, e não na base da violência e da barbárie nas ruas das cidades.

O ‘manifestante’ que quebrou os vidros da estação Trianon Masp a chutes, com seus pés protegidos por seu tênis de 900 reais, logo depois sacou seu iPhone último modelo pra fotografar sua 'obra' - a Folha fotografou e publicou - E ISSO É O FIM!


Eu, que tomei borrachada da cavalaria do Maluf quando este era governador de SP nomeado pela ditadura - aos 19 anos, pra defender a democracia e a liberdade de imprensa nesse país, como, aliás, faço até hoje - fico indignado com essa burguesada descerebrada, ainda mais porquê quem me conhece sabe que eu SEMPRE FUI A FAVOR DE TRANSPORTE PÚBLICO DE GRAÇA.

Não é possível que quem ganha as merrecas dos salários daqui ainda tenha de pagar pelas conduções péssimas, sujas e super lotadas , ficando horas no trânsito.

Aliás, devíamos discutir e exigir muito o porquê do Sr. Haddad ainda não ter licitado nenhum quilômetro de novos corredores de ônibus e o Sr. Alckmin, que vem atrasando sucessivamente a entrega de novos trechos do Metrô.
Melhores amigos só em Paris, né?

Essa burguesada que vai pras ruas ‘protestar’ contra o aumento de vinte centavos nas tarifas dos ônibus paulistanos, se entrou em dois busões e dois metrôs na vida foi muito.

Ontem, realmente, a culpa foi da tropa de choque, que não se aguentou de ficar no quartel e também quis seus 15 minutos de fama.

Mas e os outros dias?

Baderna por baderna eu também faço, mesmo com minha idade atual, e melhor.

Finalizando: num mundo totalmente conectado, passeatas e mobilizações na rua é a coisa mais fora de moda que existe, completamente desnecessária.

Era só pagar um bom hacker pra inundar os e-mails do Haddad, do Tatto sem tato e secretino dos transportes e dos vereadores paulistanos - a maioria nada faz, só mama - exigindo melhoras no transporte público da cidade, que não pode ficar á mercê de burguesinhos baderneiros e que, sem comando, são presa fácil para toda sorte de aproveitadores - ninguém merece.

#PRONTO FALEI

segunda-feira, 27 de maio de 2013

O INFERNO QUE OS PAULISTANOS ENFRENTAM NO SVO E NO SERVIÇO FUNERÁRIO AO QUERER ENTERRAR COM DIGNIDADE SEUS ENTES QUERIDOS



O munícipe de São Paulo que só quer enterrar com dignidade um ente querido sofre, e sofre muito.

A morte de um querido tio – ontem de manhã – foi uma sucessão de ‘burrocracias’ de fazer inveja aos torturadores da ditadura.

PRIMEIRO:
Ele morreu no Hospital  Salvalus, que pertence à Green Line, plano de saúde que ele tinha faz tempo.

O médico do hospital – apesar dele estar internado desde sexta, não quis atestar a causa de sua morte - o que é ilegal - e essa omissão foi a desencadeadora de toda sorte  de agruras, que duraram mais de 24 horas.

A omissão do médico obrigou minha prima, sua filha, a primeiro ir à delegacia fazer BO e o corpo aguardar translado para o SVO - Serviço de Verificação de Óbitos, gerido pela USP e que ocupa uma grande área na Av. Enéas Carvalho Aguiar, defronte ao PS do HC. – para autópsia.

Ele morreu domingo de manhã, o corpo só chegou ao SVO no começo da madrugada de hoje - o que aconteceu nesse meio tempo e o porquê da demora do translado hospital-SVO, ninguém sabe.

O serviço é centralizado, o que sem dúvida faz com que tudo demore muito mais.

SEGUNDO:
Aí sim, pudemos ir ao SVO, que como toda 'burrocracia', demora pra burro.

Pior: ainda tivemos de ir lá por três vezes para:

1. autorizar a autópsia
2. buscar o resultado da autópsia que libera o corpo, para só aí irmos ao serviço funerário contratar o enterro, e
3. voltar lá, já com o enterro contratado, com as roupas do morto e esperar e esperar e esperar o rabecão retirar o corpo e translada-lo finalmente ao cemitério Santana, onde foi sepultado hoje, às 11h – chegou às 9:10h e portanto, teve um velório muito rápido, justamente pela demora na liberação.

Levando a máxima do ‘SE PODEMOS COMPLICAR, PRA QUE FACILITAR?’, como prioridade, o SVO também tem uma grande área de estacionamento subutilizada: lá dentro, com mais de 40 vagas, só param os carros e motos de suas excelências, os funcionários.

Os parentes dos mortos – e tem de ser parentes em primeiro grau, se forem outros, tem de ir a uma delegacia primeiro pra pedir autorização – não podem parar lá dentro, os carros ficam estacionados na Enéas, sem polícia, sem nada – e aquele páteo enorme lá dentro, VAZIO...

O estacionamento subterrâneo da Estapar na Avenida, soube agora, funciona 24h, mas surpreendentemente não baixa seus preços - maiores que os dos bons shoppings da cidade - durante a noite, quando o movimento no complexo hospitalar do HC cai a menos de 10% do que é durante o dia – uma vergonha.

Entrada do Serviço de Verificação de Óbitos de SP - foto: Juliana Cardilli/G1

TERCEIRO:
O marido de minha prima - que estava nos documentos do hospital como responsável pelo sogro -  recebeu desde minutos depois da sua morte várias e várias ligações de funerárias oferecendo seus serviços.

Se o serviço na cidade de São Paulo é estatal,  da Prefeitura, o que essas funerárias – de cidades da grande São Paulo – querem?

Como conseguem nome e telefone dos responsáveis?

Lógico, alguém do hospital passa a informação - UMA VERGONHA, HOSPITAL SALVALUS, UMA VERGONHA, GREEN LINE!

QUARTO:
Todo monopolio é um desserviço ao cidadão, e o Serviço Funerário do Município de São Paulo não foge à regra.

Entra governo, sai governo, o serviço é loteado ao PC do B, que enche a repartição dos seus apaniguados e nada faz para melhorar a qualidade dos serviços que presta à população.

Atestei isso, porquê enterrei uma tia dois anos atrás – era o governo Kassab – e hoje - já no governo Haddad -  não vi melhora nenhuma, a começar pelas acanhadíssimas instalações do serviço no prédio do velório do Cemitério Araçá, que como agência central deveria ao menos ter cadeiras dignas para os munícipes se sentarem – todas estão rasgadas e com o estofamento saindo, uma vergonha.

A contratação do funeral e todo o serviço não tem variedade – os caixões vão do eucatex puro e simples aos esquifes, sem muitas opções intermediárias.

CUIDADO NESSA HORA: 
O atendente do serviço funerário - e que também é o vendedor dos caixões - oferece também toda sorte de supérfluos para ganhar mais: uma coroa de flores custa quase tanto quanto o caixão, cada vela custa R$ 50, e assim por diante.

Na hora, o marido de minha prima cortou todos os penduricalhos e conseguiu um bom preço, mas utilizar-se da dor e eventual desatenção das famílias para vender mais é de uma crueldade atroz.

Tudo isso aconteceu com três pessoas esclarecidas.

Imaginem o que deve acontecer com as famílias mais humildes dessa cidade.

Vergonha de ser paulistano.

#PRONTOFALEI

segunda-feira, 20 de maio de 2013

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA PRESTA DESSERVIÇO AO PAÍS AO BARRAR MÉDICOS ESTRANGEIROS



Mais um crime corporativo em curso nesse Brasil- zil que vai proteger só os deles.

E a população que se lasque.

Agora , o CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA – CFM quer barrar médicos portugueses, espanhóis e cubanos de trabalharem nas periferias e lugares distantes do país.

O Conselho diz que, pra isso, eles teriam de fazer o mesmo ‘exame de avaliação’ que os médicos formados aqui tem de fazer.

Primeira pergunta:
QUE EXAME? 
Sim, porquê esse exame AINDA NÃO EXISTE, e se existisse, evitaria que a população fosse submetida a toda sorte de procedimentos açougueiros de médicos formados em faculdades de quinta.

E cá entre nós: se até o meu CU-nhado, que é um advogado formado numa faculdade de quinta, conseguiu passar no exame da ultra corporativa OAB, esse examezinho do CFM, quando for criado, também vai pro mesmo caminho, com toda certeza.

Segunda pergunta:
Se os estrangeiros não podem ir pra periferia e lugares distantes do país, QUEM VAI ? VOCÊS, FILIADOS AO CFM?

Médico brasileiro é assim: rala seis anos - o que é legal - mas vai fazer residência e montar clínica em 90% dos casos no circuito PAULISTA/AUGUSTA/JARDINS/MORUMBI.

Nem pagando quase o dobro prefeituras, estados e União conseguem levar médicos pra periferia e para regiões mais distantes do país.

Hospitais brasileiros superlotados - colagem: Blog de Klau sobre fotos de internet

O CFM faria melhor se, em vez de ficar de palhaçada, primeiro dar boas vindas e receber com banda de música os profissionais que SE DISPÕE A IREM TRABALHAR NAS PERIFERIAS e LUGARES DISTANTES.

Isso faria com que a população fosse tratada perto de casa, evitando superlotação dos hospitais mais conhecidos e mais centrais das cidades.

Depois, baixar norma para que seus associados tenham de obrigatoriamente clinicar no mínimo três anos em periferias e lugares distantes para só então poderem ser considerados médicos de verdade.

Porquê, do jeito que a saúde brasileira está, não dá, né?

E meus parabéns ao Governo Federal que tem um grupo de trabalho indo de país e país e recrutando médicos pra vir pra cá.

São de ações como essa que a saúde brasileira precisa – de palavras e ameaças toscas, a população já está pela tampa.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

ANGELINA JOLIE: CONFIRA NA ÍNTEGRA O CORAJOSO ARTIGO DA ESTRELA



A atriz e diretora Angelina Jolie é uma das personalidades mais aclamadas atualmente, seja pela ótima atriz e diretora que é, pelo casamento com o deus Brad Pitt, pelos seis filhos - sendo três adotivos - e principalmente, pelo seu engajamento e ativismo em causas humanitárias.

Foi nomeada Embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, visitou locais de conflito e aderiu a campanhas contra abuso sexual.

Todas essas empreitadas foram amplamente acompanhadas pela mídia, com a qual Jolie demonstra saber lidar muito bem: em 2008, vendeu à "People" fotos de seus gêmeos recém-nascidos por uma pequena fortuna e doou todo o dinheiro para caridade.

Angelina Jolie, Brad Pitt e seus seis filhos - foto: Getty Images/março de 2013
Segundo o jornal "New York Times" - que publicou na edição de ontem seu artigo que vem sendo comentadíssimo em todo o mundo - contudo, a exclusividade da publicação teve como contrapartida a promessa de que seria retratada sob uma luz favorável.

A escolha do "Times" - o jornal mais influente do mundo - para anunciar que fez uma mastectomia preventiva para que outras mulheres pudessem se beneficiar com sua experiência, reforça a habilidade da atriz em construir sua imagem.

No artigo que você vai ler na íntegra, abaixo, no #PRONTOFALEI especial dessa semana, Angelina Jolie conta como decidiu passar pela cirurgia e diz que não manteve o sigilo para que outras mulheres pudessem se beneficiar de sua experiência.

MINHA ESCOLHA MÉDICA

Angelina Jolie, especial para o 'New York Times'

Minha mãe combateu o câncer por quase uma década e morreu aos 59 anos. Conseguiu sobreviver por tempo suficiente para conhecer seus primeiros netos e tê-los nos braços. Mas meus outros filhos jamais terão a oportunidade de conhecê-la e descobrir o quanto ela era amorosa e carinhosa.

Muitas vezes conversamos sobre a "mãe da mamãe" e me vejo tentando explicar a doença que a tirou de nós. As crianças perguntaram se o mesmo poderia acontecer comigo. Sempre respondi que não deviam se preocupar, mas a verdade é que tenho um gene "defeituoso", o BRCA 1, e isso eleva muito meu risco de ter câncer de mama e câncer de ovário.

Meus médicos estimaram que eu tinha risco de 87% de câncer de mama e de 50% de câncer de ovário, ainda que os riscos sejam diferentes de mulher para mulher.

Apenas uma fração dos cânceres de mama resultam de uma mutação genética herdada. As mulheres com BRCA 1 defeituoso têm, em média, 65% de risco de desenvolver a doença.

Assim que eu soube que minha realidade era essa, decidi agir de modo proativo e minimizar o risco ao máximo.

CIRURGIA

Tomei a decisão de realizar uma dupla mastectomia preventiva. Comecei pelos seios porque meu risco de câncer de mama é mais elevado do que meu risco de câncer de ovário, e a cirurgia é mais complexa.

Em 27 de abril, concluí os três meses de procedimentos médicos que a mastectomia requeria. Ao longo do período, pude manter o sigilo sobre o que estava acontecendo e continuar com meu trabalho. Mas agora decidi escrever a respeito com a esperança de que outras mulheres possam se beneficiar de minha experiência.

Câncer continua a ser uma palavra que causa medo no coração das pessoas, produzindo um profundo senso de impotência. Mas hoje é possível determinar por meio de um exame de sangue se você é altamente suscetível a câncer de mama e câncer de ovário e agir a respeito.

Meu processo começou em 2 de fevereiro com um procedimento conhecido como "nipple delay" [autonomização], que impede doença nos dutos mamários por trás dos mamilos e irriga a área com fluxo sanguíneo adicional.

O procedimento causa alguma dor e muitos hematomas, mas aumenta a chance de preservar o mamilo.

Angelina Jolie em abril - quando já estava em tratamento - foto: AP
Duas semanas mais tarde, fiz a principal cirurgia, na qual o tecido do seio é removido e a área é ocupada por um preenchimento temporário. A operação pode demorar até oito horas.

Quando você acorda, está com tubos de drenagem e expansores nos seios. Parece uma cena de filme de ficção científica. Mas, dias depois da cirurgia, já pode voltar à sua vida normal.

Nove semanas mais tarde, a cirurgia final é completada com a reconstrução dos seios por meio de um implante. Houve muitos avanços nesse procedimentos nos últimos anos, e os resultados podem ser muito bonitos.

Eu quis escrever este artigo para contar a outras mulheres que a decisão de fazer uma mastectomia não foi fácil. Mas estou muito feliz por tê-la tomado.

FILHOS

Minha probabilidade de desenvolver câncer de mama caiu de 87% para menos de 5%. Agora posso dizer aos meus filhos que eles não precisam ter medo de me perder para o câncer de mama.

É animador que eles não vejam coisa alguma que lhes cause desconforto. Veem as pequenas cicatrizes que ficaram, e só. Tudo mais é a mamãe, a mesma à qual estão acostumados. E eles sabem que os amo e que farei qualquer coisa para ficar com eles pelo maior tempo possível.

Do ponto de vista pessoal, não me sinto menos mulher. Sinto ter ganhado força por fazer uma escolha forte que de forma alguma diminui minha feminilidade.

É minha sorte ter um parceiro, Brad Pitt, tão amoroso e tão presente. Assim, para quem tem uma mulher ou namorada que esteja passando por isso, é importante saber que você será parte importante da transição.

Brad esteve no Pink Lotus Breast Center, onde fui tratada, durante cada minuto das cirurgias. Conseguimos encontrar momentos que nos permitiram rir juntos. Sabíamos que essa era a coisa certa a fazer por nossa família e que isso nos aproximaria. E foi o que aconteceu.

Brad Pitt e Angelina Jolie, em foto de dezembro de 2012 - foto: Getty Images
Para qualquer mulher que esteja lendo este texto, espero que ele possa ajudá-la a saber que você tem escolhas.

Quero encorajar todas as mulheres, especialmente as que tenham histórico familiar de câncer de mama ou ovariano, a buscar informações e procurar especialistas médicos que possam ajudá-las quanto a esse aspecto de suas vidas e a fazer escolhas pessoais informadas.

Gostaria de apontar para o fato de que existem muitos médicos holísticos maravilhosos trabalhando em alternativas a uma cirurgia. Meu tratamento será postado no site do Pink Lotus Breast Center. Espero que isso seja útil para outras mulheres.

O câncer de mama mata 458 mil pessoas por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), principalmente em países de baixa e média renda.

Garantir que mais mulheres tenham acesso a testes genéticos e tratamentos preventivos que podem salvar vidas deve ser uma prioridade, não importa quais sejam as origens e os meios das pacientes. O custo dos testes de BRCA 1 e BRCA 2, que é de mais de US$ 3.000 nos EUA, continua a ser um obstáculo para muitas mulheres.

Optei por não manter o sigilo sobre minha história porque existem muitas mulheres que não sabem que podem estar vivendo sob a sombra do câncer. Também espero que elas possam passar por testes genéticos e, em caso de risco, que saibam que existem opções fortes para elas.

A vida vem com muitos desafios. Aqueles que podemos encarar e sobre os quais podemos ter controle não devem nos assustar.
*****
Tradução de Paulo Migliacci

terça-feira, 12 de março de 2013

AMOR À LA VANZOLLINI


Tá todo mundo torcendo pela volta.
Todo mundo.

As mulheres e namoradas dos amigos do trabalho me dão dicas, dizem que essa vida é assim mesmo, todo mundo quer botar a mão.

Seus maridos pedem, dizem que no trabalho ele anda tristíssimo, não é mais o mesmo.

Os irmãos vem de longe e também fazem a maior pressão.

Ele quer, insiste, dá uns repentes de encher minha casa com flores, parece um velório, fica até chato.

Eu também quero, muito. 

Nunca amei ninguém assim, com essa entrega, com essa sofreguidão, dando esse salto no escuro sem para quedas, só pra me esborrachar no fim.

Mas eu não vou.

Pra passar o que eu passei nos últimos dias?

De novo, não.

A idade fala mais alto e a liberdade de voltar a ser quem eu sempre fui, também.

Podíamos ser amigos - Ele não topa.
Podíamos ser amantes - Ele? Nem pensar.

Avenida São João, esquina com Ipiranga, à noite - foto: Cláudio Nóvoa
Volto da casa dele para a minha  casa à la Vanzollini: abatido e desencantado da vida.

Se tivesse metade da minha idade, superaria mais fácil, mas a verdade é que eu sinto que meu tempo nessa existência se esgota e que estou estraçalhado por dentro.

Já passei por tantas nessa vida - abandono e abuso sexual quando criança, perda de pessoas queridas o tempo todo, doença terminal - e já voltei à tona inúmeras vezes.

Dessa vez, não.

Tento por a cabeça pra fora da água, e não consigo.
A sensação de sufoco é grande, e as dores insuportáveis pelo corpo são mais uma prova de que eu somatizo tudo o que acontece.

Talvez ontem à noite e esse começo de hoje estejam sendo o pior momento de toda minha existência.

É de uma tristeza atroz se separar do homem da sua vida, assim, apaixonado desse jeito.

Talvez, um dia, eu ache que fiz a coisa certa, corajoso e o caralho.

Ou tenha a certeza de que fui um idiota, vai saber.

E nesse dia, então, vai dar na primeira edição....

#PRONTOFALEI

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

CONMEBOL QUIS ARRUMAR PELO EM OVO, DIRETORIA QUIS LIVRAR RABO DE AMICCI DA TORCIDA ORGANIZADA, E O CAOS SE INSTALOU NA LIBERTADORES 2013



Meus amigos:

Vejam a seguinte situação:

Num belo dia, uma mãe manda seu filho de 14 anos à padaria comprar pão.

Quando o garoto está quase entrando na padoca, um carro desgovernado vem, sobe na calçada, atropela e mata o garoto.

A polícia chega, e constata que o motorista está alcoolizado - e que portanto é o culpado peça morte do garoto, certo?

Errado!

A mãe acusa o dono da padoca de assassino, exige uma vultosa indenização do estabelecimento e que ele ainda fique fechado, como "castigo" e para o bem de todos.

Achou um absurdo, né?

Mas, e se trocarmos padoca por estádio, filho por torcedor, mãe por Conmebol, carro por foguete sinalizador e motorista alcoolizado por diretor financeiro e futuro presidente da Gaviões da Fiel?

Não é de hoje que a Federação de futebol sul americana tem birra pessoal com o Esporte Clube Corinthians Paulista, só que dessa vez a armação  foi escancarada de vez.

No jogo no Paraguai - aliás, país sede da Conmebol - na noite de terça, teve batalha campal dentro do campo, e até agora, suas mumificadas excelências não vieram a público para dizer quais serão as penalidades aplicadas - e o mesmo se aplica a outros jogos que aconteceram na semana passada e nessa.

Só o Corinthians vai ser punido?

E o clube vai deixar assim barato e não vai peitar as múmias que mandam na Conmebol a soldo dos times argentinos principalmente, só pra salvar o rabo do diretor da Gaviões preso com mais 12 na Bolivia - e que é o verdadeiro dono do foguete que matou o menino no estádio?

Todos sabíamos da grande proximidade que existe entre a diretoria anterior e essa do clube com a Gaviões, mas fazer dessa união um pacto de Cosa Nostra, tipo "eu não te entrego e você faz o mesmo" e ainda submeter o elenco e os torcedores a sofrimentos injustificáveis no campeonato onde o clube é o atual campeão chega às raias do absurdo.

Afinal, a ópera bufa do torcedor de Guarulhos "di menor", de assumir a culpa no lugar do diretor da Gaviões foi de um amadorismo e de uma cara de pau poucas vezes visto - da entrevista armada para a Globo, ao advogado do garoto dizendo para os microfones: "Meu cliente é, sim, culpado".

Teve assassinato? Teve.

O culpado está preso na Bolívia e deverá ficar por lá até ser julgado - os outros 11 então presos como cúmplices, pois tentaram dar um migué na polícia presente ao estádio para que o diretor da Gaviões fugisse.

Se a Conmebol fosse uma entidade séria, esperaria o final do inquérito boliviano para tomar alguma providência, mas no afã de dar uma resposta aos times que não querem o Corinthians Bi Campeão da Libertadores, armaram esse circo absolutamente sem graça, onde os únicos punidos até agora foram os torcedores, que ficaram privados de acompanhar o Timão nas partidas.

Se a diretoria do clube não tivesse rabo preso com a torcida organizada, poderia, em último caso, dar uma banana pra Conmebol, sair pela porta da frente da Libertadores e aproveitar as datas em que jogaria o torneio para excursionar pelo mundo.

Ganharia muito mais grana do que ganharia com esse torneio mambembe , viciado e de cartas marcadas que virou a Libertadores 2013.

Quanto à Conmebol, o feitiço virou contra o feiticeiro já na noite de quarta, durante a partida contra o Millonarios e que seria a primeira com os tais "portões fechados" como castigo.

As múmias andinas que lá mandam a trocentos anos viram sua punição ao Corinthians ser absolutamente desmoralizada por quatro torcedores alvinegros, que entraram na Justiça contra a decisão, respaldados pelos Códigos Brasileiros do Torcedor e do Consumidor.

Os quatro bravos guerreiros que entraram na Justiça conrta a Conmebol e foram ao Pacaembu ver Corinthians x Millonarios, na noite de quarta fotos: Daniel Augusto Jr Ag. Corinthians

Eram seis, mas dois foram "convencidos" por alguém do clube a não entrar no Pacaembu - não se sabe ainda em troca do que.

Assim, puderam assistir à partida Armando Mendonça, Rodrigo Adura, Karina mendonça e Milton Mendonça.
Os quatro bravos guerreiros que entraram na Justiça conrta a Conmebol e foram ao Pacaembu ver Corinthians x Millonarios, na noite de quarta fotos: Daniel Augusto Jr Ag. Corinthians
Ficou evidente que, na correria para punir o clube, as múmias andinas não se deram ao trabalho de pesquisar se sua medida seria vulnerável à Justiça brasileira.

Para piorar, a Conmbebol permitiu a entrada de 20 membros da Federação Paulista e/ou da CBF num jogo com portões fechados, desmoralizando, ela mesma, sua determinação.

Quanto vocês querem apostar que, nos dois próximos jogos da Libertadores no Pacaembu, o estádio estará absolutamente tomado por torcedores que garantirão o seu direito de lá estarem, graças a uma enxurrada de liminares na Justiça Comum?

Será sen-sa-cio-nal vermos, de uma só vez, as múmias da Conmebol e a diretoria de rabo preso com torcida organizada levando esse sarrafo conjunto.

Finalizando: mortes acontecem todos os dias, seja na porta da padaria ou dentro de estádios e, nos dois casos, os culpados tem de ser punidos e as responsabilidades verificadas.

Agora, tentar imputar o crime a outrem só pra ficar de bem com o amiguinho e por causa disso não peitar os vovôs andidos é de uma leviandade, de uma canalhice que dá até nojo.


#PRONTOFALEI.