Segundo o Deadline, os irmãos Joe e Anthony Russo (‘Vingadores: Ultimato’) foram escalados para comandar o projeto mais caro da Netflix
<>
‘The Gray Man’ será um thriller estrelado por Ryan Gosling e por Chris Evans, que já trabalhou com a dupla no Universo Cinemático Marvel como o Capitão América.
As informações também indicam que a obra terá um orçamento massivo de US$ 200 milhões, o mais caro da plataforma até agora.
Christopher Markus e Stephen McFeely (também de ‘Vingadores: Ultimato’) fizeram a redação final do roteiro assinado por Joe Russo.
Baseado no romance homônimo assinado por Mark Greaney, a iteração traz Gosling como o protagonista Court Gentry, assassino freelancer e ex-agente da CIA, que está sendo caçado pelo ex-aliado Lloyd Hansen (Evans).
As expectativas indicam que Gosling irá retornar para futuras sequências após o lançamento.
As filmagens devem começar em janeiro de 2021, ainda sem previsão de estreia.
A vida do astronauta norte-americano Neil Armstrong (Ryan Gosling) e sua jornada para se tornar o primeiro homem a andar na Lua.
Os sacrifícios e custos de Neil e toda uma nação durante uma das mais perigosas missões na história das viagens espaciais.
CRÍTICA:
Com apenas 33 anos, o americano Damien Chazelle já se colocou dentre os grandes nomes da direção cinematográficas dos últimos tempos.
Em sua curta carreira, ele realizou obras como 'Whiplash - Em Busca da Perfeição' e 'La La Land - Cantando Estações', recebendo três indicações e uma estatueta do Oscar.
Agora, em seu mais novo trabalho, 'O Primeiro Homem', que estreia nesta quinta aqui no Brasil, Chazelle fez outra pequena obra prima e promete entrar de cabeça na temporada de premiações que vem por aí.
Aqui, Chazelle deixa de lado o mundo da música, mas não abandona uma característica comum das obras anteriores: protagonistas masculinas focados, ambiciosos e, principalmente, dispostos a seguir seus sonhos.
Ryan Gosling é Neil Armstrong - Fotos dessa Postagem - Divulgação/Universal Pictures Brasil
Estrela da 'La La Land', Ryan Gosling volta a trabalhar com o cineasta, vivendo um dos maiores heróis americanos de todos os tempos, Neil Armstrong, astronauta conhecido por ser o primeiro homem a pisar na Lua.
Chazelle relata a história de vida de Neil, focando em sua família, mas principalmente na carreira como engenheiro e astronauta da Nasa.
Ainda que a história pessoal de Armstrong não seja inteiramente conhecida pelo grande público, o filme logo de cara enfrenta um grande desafio: como contar uma história que todo mundo sabe como termina?
Sabemos que Neil pisou na Lua e voltou são e salvo.
Chazelle instrui seus atores durante a filmagem
Assim, para prender a atenção do espectador, o diretor e o roteirista Josh Singer não fazem um filme sobre corrida espacial: a chegada à Lua é o objetivo, mas a trama não se resume a isto e, assim, o longa não se trata apenas do que contar, mas também de como contar esta história.
Chazelle, com a ajuda do montador Tom Cross e do diretor de fotografia Linus Sandgren, cria uma verdadeira experiência sonora e visual.
Como poucas vezes vimos, a sensação de fazer parte de uma equipe de astronautas mergulha o espectador na trama, do começo ao fim.
Neste sentido, cabe ressaltar também o trabalho de desenho de som e mixagem.
Se 'Dunkirk' saiu do Oscar 2018 com os prêmios sonoros, é difícil imaginar que o mesmo não aconteça com esse longa no ano que vem.
A fotografia de Sandgren opta por sempre que possível aproximar a câmera ao máximo dos olhos de seus personagens. Ajuda não só na tentativa de passar emoção, mas também para aproximar o público dos personagens em cena.
E aí não apenas de Neil em sua jornada para a história da humanidade, mas também de sua mulher Janet, vivida por Claire Foy (a rainha Elizabeth II da ótima série da Netflix 'The Crown'), que tenta manter sua família em um ambiente estável, mesmo diante do fato do marido estar num emprego que pode lhe tirar a vida a qualquer momento.
Geralmente inexpressivo, Gosling faz um belo trabalho em cena, passando emoção, mas também passando a frieza necessária para um homem em sua posição.
No lado sentimental, a atuação de Foy acaba chamando mais atenção, com a atriz tendo pelo menos dois momentos para brilhar.
Claire Foy é a mulher de Neal, Janet
'First Man' (no original) é uma verdadeira experiência sensorial.
É interessante como o filme opta por, na maioria das vezes, focar as cenas do lado interno dos foguetes espaciais.
Há sim os clássicos momentos de contemplação dos filmes passados no espaço, mas há principalmente a tentativa de mostrar a insanidade e o risco dessas empreitadas.
Enfim, temos aqui uma obra sobre desbravamento, fixação e sonho, sobre olhar o mundo sob uma nova perspectiva.
Filme é experiência sensorial imersiva e prazeirosa
Em 2018, é interessante notar como "tentar ver o mundo de forma diferente" ainda é uma ideia que cativa nossos corações e mentes.
É uma produção sobre heroísmo, mas não sobre heróis.
Filmaço.
Filme visto durante o Festival de Toronto, em setembro de 2018.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'O PRIMEIRO HOMEM'
Título Original:
FIRST MAN
Gênero:
Biografia
Direção:
Damien Chazelle
Elenco:
Brady Smith, Brian d'Arcy James, Christopher Abbott, Ciarán Hinds, Claire Foy, Corey Stoll, Cory Michael Smith, Ethan Embry, J.D. Evermore, Jamel Chambers, Jason Clarke, Kyle Chandler, Lukas Haas, Olivia Hamilton, Pablo Schreiber, Patrick Fugit, Perla Middleton, Philip Boyd, Ryan Gosling, Shea Whigham, Stephanie Turner, Steve Coulter, William Gregory Lee
Roteiro:
James R. Hansen, Josh Singer
Produção:
Damien Chazelle, James R. Hansen, Marty Bowen, Wyck Godfrey
Fotografia:
Linus Sandgren
Montador:
Tom Cross
Trilha Sonora:
Justin Hurwitz
Estúdio:
Dreamworks, Perfect World Pictures, Temple Hill Entertainment, Universal Pictures
A Universal Pictures divulgou um novo trailer do longa estrelado por Ryan Gosling como o astronauta Neil Armstrong
<>
Confira:
O filme é baseado na biografia "Primeiro homem: A vida de Neil A. Armstrong", escrita por James Hansen - e contará a história da missão que levou o primeiro astronauta a pisar na Lua, em 1969.
O longa é dirigido por Damien Chazelle, que já havia trabalhado com RyanGosling no musical 'La La Land - Cantando As Estações', estrondoso sucesso de 2016.
Além de Gosling, o elenco conta com Claire Foy (a rainha Elizabeth II da aclamada série 'The Crown', da Netflix), Corey Stoll, Kyle Chandler, Jason Clarke, Shea Wigham, Jon Bernthal (o Justiceiro da série da Marvel/Netflix), Brian D'Arcy James, Pablo Schreiber, Patrick Fugit, Cory Michael Smith (o Charada da série 'Gotham'), Lukas Haas e Christopher Abbott.
A Universal Pictures estreia 'O Primeiro Homem' em 11 de outubro aqui no Brasil.
Patty Jenkins, Chris Nolan e Denis Villeneuve são apostas do estúdio na categoria de direção
<>
A Warner Bros. revelou quais das suas produções brigarão por uma indicação ao Oscar 2018.
Os títulos escolhidos pelo estúdio são 'Dunkirk', 'Mulher-Maravilha', 'Lego Batman: O Filme' e 'Blade Runner 2049'.
Dentre as categorias em que o filme da amazona disputa uma vaga estão: "melhor filme","melhor diretor (Patty jenkins)" e "melhor atriz" (Gal Gadot)".
Patty Jenkins e Gal Gadot - THR
Já o drama de guerra aposta suas fichas em"melhor filme" e "melhor roteiro original", Christopher Nolan como "melhor diretor", além de categorias técnicas.
Christopher Nolan (esquerda), nas filmagens de 'Dunkirk' - Variety
'Blade Runner 2049' é estreia recente, mas também foi lembrado e será apostado nas categorias "melhor filme", "melhor diretor" (para o queridinho da Academia, Denis Villeneuve), "melhor ator" novamente para Ryan Gosling e "melhor ator coadjuvante" - para Harrison Ford e Jared Leto.
O diretor Denis Villeneuve, nas filmagens de 'Blade Runner 2049' - THR
O elogiado 'Lego Batman: O Filme' é a aposta na categoria de "melhor longa de animação" e um dos favoritos não só para ser indicado, mas para levar a estatueta para casa.
Banner de 'Lego Batman: O Filme' - Warner Bros. Confira todas as categorias e indicações de cada filme, nosite da Warner Bros.
Apesar de faturar bem nas pré-estreias de quinta-feira à noite, ‘Blade Runner 2049‘ naufragou nas bilheterias norte-americanas ontem
<>
Segundo a revista Forbes, o filme se tornou “um desastre” nas bilheterias, apesar das críticas positivas.
Com alto orçamento - US$ 155 milhões - o filme arrecadou apenas US$ 12,7 milhões ontem, incluindo US$ 4 milhões (31%) nas prévias de quinta.
Especula-se que o filme encerrará o fim de semana com pífios US$ 32 milhões, bem abaixo da expectativa dos estúdios Warner e Sony – que girava em torno dos US$ 56 milhões.
Agora resta saber como o filme vai se sair no mercado internacional - Brasil incluso, onde também estreou na quinta (5).
O recorde de maior abertura para o mês de outubro na bilheteria americana pertence a ‘Gravidade’, com US$ 55 milhões.
Confira entrevista com o diretor Denis Villeneuve:
Confira entrevista com o protagonista Ryan Gosling:
Após os problemas enfrentados com os Nexus 8, uma nova espécie de replicantes é desenvolvida, de forma que seja mais obediente aos humanos.
Um deles é K (Ryan Gosling), um blade runner que caça replicantes foragidos para a polícia de Los Angeles.
Após encontrar Sapper Morton (Dave Bautista), K descobre um fascinante segredo: a replicante Rachel (Sean Young) teve um filho, mantido em sigilo até então.
A possibilidade de que replicantes se reproduzam pode desencadear uma guerra deles com os humanos, o que faz com que a tenente Joshi (Robin Wright), chefe de K, o envie para encontrar e eliminar a criança.
CRÍTICA:
É impossível falar de ficção científica e cultura CyberPunk sem que seja citado 'Blade Runner - O Caçador De Andróides' (1982).
Na época, o filme de visual exuberante causou polêmica por seus questionamentos morais e sociais e pelas suas diversas versões, fruto das divergências criativas entre o diretor Ridley Scott e os executivos da Warner Bros.
Com status de cult, o longa influenciou toda uma geração não só de espectadores, mas também de cineastas que se inspiraram no trabalho minucioso e no visual deslumbrante do universo criado por Scott - que anos depois, bateu o pé e conseguiu lançar a sua 'versão do diretor', considerada definitiva e um dos melhores filmes sci-fi já feitos em todos os tempos.
Mesmo com toda essa bagagem e o status de obra-prima do original, o diretor Denis Villeneuve não se acovardou diante da missão de produzir uma sequência do clássico.
E não decepcionou.
Vindo de uma sequência de grandes filmes - 'A Chegada', 'Sicario: Terra De Ninguém' e 'O Homem Duplicado' - o aclamado diretor canadense enfrentou com folgas o desafio e entregou um longa, que mesmo tendo uma personalidade própria, não deixou de reverenciar o seu antecessor.
A trama se passa ainda em Los Angeles, 30 anos depois dos acontecimentos do primeiro.
Com um mundo cada vez mais decadente - provavelmente em decorrência de algum desastre de grande magnitude - o oficial K (Ryan Gosling) tem a missão de continuar a "aposentar" (um eufemismo) os modelos antigos de replicantes que ainda estão em atividade, disfarçados em algum lugar do planeta.
Ryan Gosling é o protagonista, K - Fotos dessa postagem: Divulgação/Sony Pictures/Warner Bros.
O jovem K também é um replicante, só que de um modelo mais recente, mas consegue dissociar sua condição defendendo que o seu "tipo" não apresenta resistência como os replicantes mais antigos.
Entretanto, um segredo do passado vem à tona e K enfrenta o maior desafio de sua vida, onde terá que questionar se é mesmo tão diferente dos outros.
A trama faz faz uma análise muito interessante sobre a substituição das coisas reais pelas sintéticas, característica que permeia até as relações amorosas de seus personagens.
Um bom exemplo é o holograma Joi (Ana de Armas), a cyber namorada de K, que é uma crítica a figura objetificada da mulher, programada para atender todos os desejos de seus compradores e ausente de vontades próprias - mesmo que o personagem de Gosling não a enxergue dessa forma, esse é o seu propósito.
Há também uma crítica veemente sobre a relação dos humanos com a tecnologia, principalmente agora que com o Facebook e Instagram, o "aparentar" se torna mais importante do que o "ser/sentir".
O destaque novamente vai para Ryan Gosling: o ator aparece sensacional no papel de K, um personagem que, mesmo com poucos diálogos, seu intérprete soube se garantir na expressão corporal e em nenhum momento deixando de entregar a carga emocional que as cenas pediam.
A comparação com Jared Leto, apagado no papel do sádico cientista Niander Wallace, é inevitável - talvez porquê o espectador que vá ao cinema já saiba que o diretor queria mesmo David Bowie para o papel.
Jared Leto é o sádico cientista Niander Wallace
Leto sofre com seu pouco tempo de tela e seu potencial de interpretação fica desperdiçado com um vilão caricato e que parece mais preocupado em declamar corretamente versos bíblicos do que conquistar o seu objetivo maquiavélico.
Outra que rouba a cena é a atriz holandesa Sylvia Hoeks, no papel da replicante Luv, braço direito do cientista.
Além de protagonizar praticamente todas as (raras) cenas de ação, seu visual lembra muito o de Rachael (Sean Young).
Sylvia Hoeks é a replicante Luv
Ela também é um respiro diante de tantas personagens femininas unilaterais do filme, que são divididas entre megeras ou interesse amoroso de terceiros.
Agora, o espectador vai mesmo é se extasiar com a tão esperada aparição de Harrison Ford, o Rick Deckart do longa de 1982.
Curta mas muito significativa e mesmo sem o fôlego do passado, é emocionante vê-lo novamente no papel que, ao lado do Han Solo de'Star Wars', o transformou em astro de primeira grandeza em Hollywood.
Muitas pessoas confessaram que sua aparição na telona é muito impactante, de fazer o expectador chorar de emoção.
Harrison Ford retorna triunfalmente ao papel de Rick Deckart
Apesar desses momentos de nostalgia, o longa não se prende totalmente ao anterior e com exceção de algumas referências diretas - como o unicórnio de origami - pode perfeitamente ser assistido por aqueles que não viram o de 1982.
Esteticamente falando, o longa é um espetáculo visual, tão bom quanto o original.
Com uma bela e inspiradíssima fotografia do premiado e experiente Roger Deakins, a sequência consegue ambientar a atmosfera do primeiro, adicionando características modernas e sem precisar abusar do CGI - como tantos filmes recentes têm feito.
Mesmo com uma narrativa arrastada - são quase três horas de filme - o longa é um lançamento muito acima da média do que vimos neste ano em Hollywood.
Villeneuve provou que é possível fazer uma sequência respeitosa ao material original que não pareça redundante ou uma simples cópia.
O resultado final, um dos melhores longas de 2017, merece ser conferido de mente aberta.
Filmaço.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'BLADE RUNNER 2049'
Título Original:
BLADE RUNNER 2049
Gênero:
Ficção Científica
Direção:
Denis Villeneuve
Elenco:
Ana de Armas, Carla Juri, Dave Bautista, David Dastmalchian, Harrison Ford, Hiam Abbass, Jared Leto, Lennie James, Mackenzie Davis, Robin Wright, Ryan Gosling, Sylvia Hoeks, Wood Harris
Roteiro:
Hampton Fancher
Produção:
Andrew A. Kosove, Broderick Johnson, Bud Yorkin, Ridley Scott
Sony e Warner liberaram o mais novo clipe de ‘Blade Runner 2049‘, que também conta com cenas inéditas de Ryan Gosling
<>
Confira:
Na trama, que se passa trinta anos após os acontecimentos do primeiro filme, a humanidade está novamente ameaçada, e dessa vez o perigo pode ser ainda maior.
Isso porque o novato oficial K (Ryan Gosling), desenterrou um terrível segredo que tem o potencial de mergulhar a sociedade no completo caos.
A descoberta acaba levando-o a uma busca frenética por Rick Deckard (Harrison Ford), desaparecido há 30 anos.
Na última semana, Gosling comentou sobre a oportunidade de trabalhar com Harrison Ford em ‘Blade Runner 2049’.
Em uma entrevista feita à revista Entertainment Weekly, o indicado ao Oscar elogiou o colega de elenco, pontuando que alguns dos atributos mais marcantes dos filmes de Ford foram completamente originados por ele mesmo.
“O melhor de toda essa experiência é poder passar tempo com ele e começar a perceber que todas aquelas icônicas cenas de seus filmes foram todas criadas por ele mesmo. Coisas como ‘eu te amo’, ‘eu sei’, de ‘Star Wars’ ou aquele momento em que ele atira no cara em um dos ‘Indiana Jones’. Ele é esse cara o tempo todo. E normalmente eu diria que existem várias formas de você dar vida a uma cena, ao menos que você esteja trabalhando com Harrison Ford. Aí você descobre que só existe um jeito excelente de fazer isso e ele já descobriu faz tempo”.
O filme recebeu classificação indicativa R nos EUA, para maiores de 17 anos.
Com direção de Dennis Villeneuve, ‘Blade Runner 2049’ tem estreia confirmada no Brasil para 5 de outubro.
O Collider divulgou com exclusividade um curta-metragem da continuação do clássico longa
<>
O vídeo, de pouco mais de 6 minutos e apresentado pelo próprio diretor Dennis Villeneuve, é uma espécie de prelúdio e mostra o que aconteceu no universo de 'Blade Runner' entre o primeiro filme, situado em 2019, e a sequência que se passa em 2049.
Assista:
O personagem de Jared Leto, Niander Wallace, é um dos protagonistas da trama, que mostra uma nova linha de Replicantes aperfeiçoados - chamados de Nexus 9 - que buscam derrubar o decreto que proíbe sua existência.
'Blade Runner 2049' também conta com Harrison Ford, Ryan Gosling, Mackenzie Davis, Carla Juri, Barkhad Abdi, David Dastmalchian, Hiam Abbass, Robin Wright, Dave Bautista e Lennie James no elenco.
A Sony Pictures estreia o longa em 5 de outubro aqui no Brasil.
A continuação ganhou novo trailer oficial completo
<>
Assista:
Na trama, ambientada 30 anos após os eventos do primeiro filme, o policial de Los Angeles K (Ryan Gosling) descobre um segredo há muito tempo enterrado que tem o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos.
A descoberta do novo Blade Runner o leva a uma missão para buscar Rick Deckard (Harrison Ford), desaparecido há três décadas.
O elenco conta ainda com Jared Leto, Mackenzie Davis, Carla Juri, Barkhad Abdi, David Dastmalchian, Hiam Abbass, Robin Wright, Dave Bautista e Lennie James.
A direção é de Dennis Villeneuve ('A Chegada').
A Warner Bros. estreia o longa em 5 de outubro aqui no Brasil.
Um novo featurette de 'Blade Runner 2049' mostra a construção do mundo do filme, mesmo 30 anos após o original
<>
Assista:
Além disso, em entrevista ao IGN, Ridley Scott disse que 'Blade Runner 2049' vai revelar a verdade sobre Rick Deckard (Harrison Ford):
"Ah, sempre foi a teoria. (...) Não me lembro se Hampton (roteirista) concordou comigo ou não, mas lembro que alguém falou: 'isso não é estranho?', e eu disse 'ouça, eu sou o melhor juiz para isso, eu sou o diretor, okay?'. Na época eu tinha 44 anos, já não era nenhuma criança. Sou um diretor experiente de comerciais, Os Duelistas e Alien. Então, na época, eu era capaz de responder com confiança: é assim que vai ser. Realmente não me lembro da reação do Harrison [Ford], acho que ele ficou um pouco 'não sei sobre isso'. Então agora, na sequência, isso será revelado, de uma forma ou outra".
Na trama, ambientada 30 anos após os eventos do primeiro filme, um policial de Los Angeles, chamado K, descobre um segredo há muito tempo enterrado que tem o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos.
A descoberta do novo Blade Runner o leva a uma missão para buscar Rick Deckard, desaparecido há três décadas.
Além de Harrison Ford novamente como Deckard e Ryan Gosling como K, estão no elenco Jared Leto, Mackenzie Davis, Carla Juri, Barkhad Abdi, David Dastmalchian, Hiam Abbass, Robin Wright, Dave Bautista e Lennie James.
A direção é de Dennis Villeneuve ('A Chegada') e Scott atua como produtor executivo.
Novo trailer da continuação - nas versões original e dublada - mostra um futuro desolador
<>
Confira:
Logo depois, a Sony Pictures Brasil disponibilizou o trailer em versão dublada. Assista: Na trama, ambientada 30 anos após os eventos do primeiro filme, o policial de Los Angeles K (Ryan Gosling) descobre um segredo há muito tempo enterrado que tem o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos.
A descoberta do novo Blade runner o leva a uma missão para buscar Rick Deckard (Harrison Ford), desaparecido há três décadas.
Além de Ford e Gosling, estão no elenco Jared Leto, Mackenzie Davis, Carla Juri, Barkhad Abdi, David Dastmalchian, Hiam Abbass, Robin Wright, Dave Bautista e Lennie James.
A direção é de Dennis Villeneuve (A Chegada) - Ridley Scott atua como produtor.
Trailer completo será divulgado na próxima segunda (8)
<>
A Warner Bros. divulgou um teaser do novo trailer de 'Blade Runner 2049' em seu canal no YouTube - o vídeo completo será lançado na próxima segunda (8).
O destaque é Ryan Gosling, que aparece atirando em uma pose icônica, remetendo ao original 'Blade Runner - O Caçador De Andróides'.
Assista:
A continuação do clássico de 1982 é dirigida por Denis Villeneuve e tem no elenco, além de Gosling, a lenda Harrison Ford, Edward James Olmos, Ana De Armas, Sylvia Hoeks, Robin Wright, Mackenzie Davis, Lennie James, Dave Bautista e Jared Leto.
O roteiro novamente está a cargo de Hampton Fancher, em parceria com Michael Green.
O diretor do filme original Ridley Scott também está de volta - agora como produtor.
A Warner estreia o longa em 5 de outubro aqui no Brasil.
Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente.
Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.
CRÍTICA:
Declaração de amor à Hollywood, especialmente à sua era de ouro, 'La La Land - Cantando As Estações', em exibição em 256 salas em todo o Brasil, é um musical instigante, muito bem dirigido e roteirizado por Damien Chazelle (Whiplash) e com grandes atuações de Emma Stone e Ryan Gosling.
No entanto, o longa é muito mais que isso, é um filme apaixonante, capaz de tocar a todos com sua história sobre a importância de sonhar e nunca desistir de seus objetivos diante das adversidades.
Emma Stone e Ryan Gosling são os protagonistas do musical - Fotos dessa postagem - Divulgação/Paris Filmes
Com muitas referências e homenagens a filmes clássicos, o longa também traz algo novo ao gênero musical - a forma como explora a busca pela realização de sonhos e o custo disso é um dos pontos fortes da obra.
O roteiro é capaz de trabalhar com dicotomias como essa, enquanto o próprio longa alterna momentos musicais surrealistas e cenas duras e realistas, repletas de diálogos bem construídos.
A mistura, na medida certa, de drama, musical e comédia também é muito bem-vinda.
A trama trabalha bem com os estereótipos sobre a vida em Los Angeles enquanto segue dois sonhadores que vieram à cidade tentar a sorte.
Mia (Emma Stone), em cena do longa
Mia (Emma Stone) quer ser atriz, mas não encontrou sucesso nos testes de elenco.
Por isso, trabalha em uma cafeteria dentro dos estúdios da Warner Bros.
Já Sebastian (Ryan Gosling) pretende abrir um clube de jazz, mas apenas consegue trabalho em restaurantes e festas, onde desperdiça seu talento.
Quando se encontram, o amor pela arte se torna combustível para a paixão e um incentiva o outro a seguir seus objetivos.
Ryan e Emma têm uma química incrível e realmente parecem pessoas reais.
Mia é graciosa e mostra uma incrível força interna, mesmo quando está vulnerável e sem dúvida é o coração da obra.
Sebastian (Ryan Gosling) em cena
Sebastian é cabeça dura, porém capaz de aprender com seus erros - seu desenvolvimento na trama, causado em boa parte por Mia, é credível e tocante.
Dito isso, é um pouco estranho ver um jovem branco retratado como salvador do Jazz - um protagonista afro-americano traria força e um elemento importante de representatividade ao longa.
Como esperado, o musical não seria o mesmo sem sua ótima trilha sonora.
Criada pelo talentoso Justin Hurwit no estilo dos musicais dos anos 50, mas com um viés moderno, é cativante e capaz de capturar o clima das cenas.
Até por isso a abertura ambientada em uma autoestrada de Los Angeles é tão incrível ao definir o tom otimista da narrativa e mostrar centenas de sonhadores em busca de seus objetivos na cidade dos anjos.
A forma natural como Ryan e Emma cantam e dançam, sem a precisão dos clássicos de outrora, os mantém como duas pessoas reais simplesmente expressando seus sentimentos pela música, mas ainda capazes de nos lembrar das estrelas do passado de Hollywood.
Mesmo os momentos surrealistas são facilmente entendidos como uma viagem da mente desses dois apaixonados pelas artes, por isso funcionam tão bem.
Metalinguagem tem um papel importante na trama, seja com referências a clássicos como 'Cantando Na Chuva', 'O Balão Vermelho', 'Casablanca' e até 'A Bela Adormecida', seja com pequenas pistas de para onde a trama e o destino desses personagens está seguindo.
Cena do longa
As cores também são bem pensadas, capazes de representar o humor dos personagens e sempre garantindo belas composições na tela, especialmente nas cenas de dança.
Visualmente, o longa impressiona com bela fotografia, ótimas planos abertos de Los Angeles, closes impactantes e momentos marcados pela diminuição da luz para destacar um ator na cena.
E as cenas músicas dispensam elogios.
A conclusão perfeita dessa obra nos lembra das coisas que deixamos para trás em busca de nossos sonhos e objetivos.
Lembramos que a vida é feita de escolhas e essas escolhas nos definem como pessoas e profissionais.
'La La Land' consegue tocar, sem ser melodramático, possui um roteiro bem construído capaz de nos fazer vibrar, torcer, xingar, cantar e chorar ao lado de ótimos protagonistas.
Otimismo e realidade se misturam em uma história fantasiosa e, ao mesmo tempo, realista.
É uma obra feita sob medida para sonhadores e amantes da arte e, só isso, já mais do que vale o ingresso.
O musical vem colecionando prêmios nessa temporada - só no Globo de Ouro, levou sete - e se candidata, com sobras à estatueta de Melhor Filme no Oscar.
Filmaço.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'LA LA LAND - CANTANDO AS ESTAÇÕES'
Título Original:
LA LA LAND
Gênero:
Romance, Musical
Direção e Roteiro:
Damien Chazelle
Elenco:
Amiée Conn, Ana Flavia Gavlak, Callie Hernandez, Cameron Brinkman, Candice Coke, Emma Stone, Finn Wittrock, Hemky Madera, J.K. Simmons, Jason Fuchs, Jessica Rothe, John Legend, Kiff VandenHeuvel, Meagen Fay, Miles Anderson, Rosemarie DeWitt, Ryan Gosling, Sandra Rosko, Sonoya Mizuno, Trevor Lissauer, Zoë Hall
Produção:
Fred Berger, Gary Gilbert, Jordan Horowitz, Marc Platt
Fotografia:
Linus Sandgren
Montador:
Tom Cross
Trilha Sonora:
Justin Hurwitz
Duração:
127 min.
Ano:
2016
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia:
19/01/2017 (Brasil)
Distribuidora:
Paris Filmes
Estúdio:
Black Label Media / Gilbert Films / Impostor Pictures / Marc Platt Productions