A ABC cancelou oficialmente a série 'Whiskey Cavalier' depois de apenas uma temporada
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Relembre o trailer:
Na série, Will Chase (Scott Foley) é um agente do FBI que após passar por um rompimento doloroso é designado para trabalhar com a intimidadora Francesca (Lauren Cohan).
Juntos, eles irão liderar uma equipe de espiões que tem nas mãos o futuro de toda a humanidade.
Além de Cohan ('The Walking Dead') e Foley ('Scandal') a série foi estrelada também por Tyler James Williams ('Todo Mundo Odeia o Chris') estrelam.
Aparentemente, a Warner Bros. vai tentar encontrar um novo lar para a produção.
Sendo uma das menores audiências da emissora, a primeira temporada registrou uma média de 0.59 na demo, e um total de 3.47 milhões de espectadores.
Scott Foley (Felicity, True Blood), Lauren Cohan (The Walking Dead) e Tyler James Williams (Todo Mundo Odeia o Chris) voltam à TV na próxima segunda
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Com muitas piadinhas e seguindo o estilo da consagrada Castle, o Warner Channel estreia na próxima segunda (11) sua nova série de ação e espionagem, intitulada Whiskey Cavalier.
O título da série é o codinome de Will Chase (Scott Foley), um agente do FBI que recebe a missão de capturar o analista Edgar Standish (Tyler James Williams), da NSA, Agência de Segurança Nacional, tratado como um traidor dos EUA.
Para surpresa de Will, ele descobrirá que a agente francesa da CIA, Francesca Trowbridge (Lauren Cohan), também está atrás de Standish - e lógico, ambos entram em conflito, com direito a tiros, chutes e socos.
Os três protagonistas em cena da nova série - Fotos dessa Postagem: Divulgação/ABC
O primeiro episódio da série, que foi rodada na República Tcheca fazendo às vezes de Paris, Moscou e Berlim, vendeu bem.
Se conseguir manter esse nível, é uma série com potencial de várias temporadas, tudo graças à excelente química entre os três protagonistas.
A interação entre eles fica mais importante até que a história em si, o crime ou investigação do episódio - e isso é um ponto positivo.
Elenco reunido
Foley e Lauren mostram um bom entrosamento dos seus personagens, Will sofre com uma desilusão amorosa e afoga suas mágoas vendo comédias românticas e ouvindo músicas de sofrência.
Ele é um agente clássico do FBI, bom de pontaria e cheio de firula.
Já Francesca, codinome Fiery Tribune, usa ao extremo divertidos gadgets que a Cia lhe disponibiliza - até um absorvente bomba ela usa em sua missão.
Ela é mais espiritual que Will, os dois entram numa vibe de flertes e ameaças que funciona - e o espectador fica com a dúvida se eles estão se paquerando ou querendo se matar.
Já a função de Standish é fazer piadinhas de duplo sentido e assim garantir o humor da trama.
Dez anos após o final de Todo Mundo Odeia o Chris, Williams finalmente achou um papel bom, onde se percebe que ele está claramente confortável e muito melhor do que em suas recentes participações nas séries The Walkind Dead ou Criminal Minds: Beyond Borders (2016-2017).
A rede ABC escolheu a dedo a série para estrear após a exibição da cerimônia do Oscar, no último dia 24 de fevereiro.
Foi a primeira vez neste século que uma série foi exibida após a maior premiação do cinema mundial - geralmente eles apresentam um talk-show.
Exibido a partir da meia noite na costa leste dos EUA, o primeiro episódio foi visto por 4,7 milhões de espectadores - uma boa audiência, enfim.
É um feito e tanto para a ABC, que perdeu o posto de canal queridinho dos espectadores que gostam de romance, por causa do sucesso de This Is Us, na concorrente NBC.
A dupla Scott Foley e Lauren Cohan em Whiskey Cavalier: romance no ar
Por isso, tudo parece crer que o romance entre os personagens de Foley e Cohan vai ser explorado mais e mais.
Greta (Lauren Cohan) é uma jovem americana que aceita um trabalho como babá em uma pequena vila inglesa.
Porém, o garoto de 8 anos de quem ela tem que cuidar é, na verdade, um boneco, que um casal cuida como se fosse um menino de verdade como uma forma de lidarem com a morte do filho, ocorrida 20 anos antes.
Após violar uma lista de regras do 'garoto', uma série de eventos inexplicáveis transformam a vida dela em um pesadelo.
CRÍTICA:
'Boneco do Mal', em exibição em 237 salas em todo o Brasil, até que começa bem.
A americana Greta (Lauren Cohan) é contratada para ser a babá de um garotinho num casarão inglês, mas lá chegando, logo descobre que a criança, na verdade, é um boneco, criado como se fosse gente pelos pais idosos, que não conseguem aceitar a morte do filho verdadeiro, vinte anos atrás.
Diante do absurdo da situação, a reação de Greta é a mais verdadeira possível: ela ri, debocha, mas aceita o jogo em função da seriedade dos pais pois, eventualmente, sente pena por eles.
A primeira parte do terror motiva o espectador, por brincar com elementos da percepção: o brinquedo nunca se move diante de Greta, mas os objetos somem ou se deslocam quando ela não o observa.
Em todos os casos, persiste a dúvida: o boneco estaria assombrado, ou seriam apenas fatores possivelmente explicados pela ciência, como o vento derrubando objetos e o cansaço criando alucinações?
Explora-se a questão importante do conhecimento humano entre a razão e a fé, a lógica e o misticismo, com o diretor William Brent Bell executando um trabalho simples, mas cuidadoso na composição do ritmo e das imagens.
Esta boa impressão começa a desandar pelo segundo terço da história, quando entram em cena alguns truques já batidos dos filmes de terror: barulhos no quarto ao lado, efeitos sonoros destinados a provocar sustos baratos e pesadelos sombrios.
Se os melhores filmes de terror são aqueles que exploram a complexidade psicológica de seus personagens, aqui tudo soa genérico demais.
Esta escolha é ainda mais equivocada porque as atuações são competentes - Lauren Cohan e Rupert Sanders estão bem - especialmente a de Jim Norton, que demonstra vigor com os diálogos.
No terço final é que a coisa desanda por completo.
Na ânsia de querer surpreender a qualquer preço, oferecendo uma reviravolta impensável ao público que já viu de tudo, o roteirista Stacey Menear apresenta uma solução para o conflito tão absurda que desperta risos gerais na sala de cinema.
Neste momento, a história perde seu sentido, os personagens contradizem suas ações e entra em cena um ator pavoroso, Ben Robson, contribuindo para afunda de vez o projeto.
Se o longa serviria a um horror psicológico complexo, sucumbe à tentativa espetacular de estar um passo à frente de seu público – e também dos personagens e de qualquer sentido lógico.
Para piorar, o fraco roteiro abre a oportunidade para a possível sequência, algo que dificilmente acontecerá após os resultados da bilheteria.
Enfim, temos aqui mais um projeto que troca seu potencial narrativo pela tentativa de chocar, “viralizar”, funcionar como um genial golpe de marketing.
Mas como cinema, é tonto e vazio - a pegadinha com o boneco original no 'Programa Silvio Santos' do último domingo (14) foi bem mais legal.
esqueça
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'BONECO DO MAL'
Título Original:
THE BOY
Gênero:
Terror
Direção:
William Brent Bell
Roteiro:
Stacey Menear
Elenco:
Ben Robson, Diana Hardcastle, James Russell, Jett Klyne, Jim Norton, Lauren Cohan, Lily Pater, Rupert Evans, Stephanie Lemelin
Produção:
Gary Lucchesi, Jim Wedaa, Matt Berenson, Roy Lee, Tom Rosenberg
Fotografia:
Daniel Pearl
Montador:
Brian Berdan
Trilha Sonora:
Bear McCreary
Duração:
97 min.
Ano:
2016
País:
Estados Unidos
Cor:
Colorido
Estreia:
18/02/2016 (Brasil)
Distribuidora:
Diamond Films
Estúdio:
Huayi Brothers Media / Lakeshore Entertainment / STX Entertainment / Vertigo Entertainment