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quarta-feira, 19 de junho de 2019

'BATMAN': LONGA DE TIM BURTON COMPLETA 30 ANOS DE LANÇAMENTO HOJE!

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Saiba tudo sobre o clássico, que estreou nos cinemas em 19 de junho de 1989
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Batman, de Tim Burton, um dos primeiros filmes de super-heróis de todos os tempos, completa exatamente neste 19 de junho 30 anos de seu lançamento.

Como eu fiz uma manhã inteira de malabarismos para poder estar na primeira sessão - e fiquei na sala de cinema pelas próximas quatro - queria rememorar com vocês o impacto que esse belo longa fez nos nossos corações e mentes.


Hoje em dia, filmes de super-heróis são tão comuns que se tornaram a fonte mais rentável e bem sucedida da Hollywood atual.

Mas se formos voltar ao passado e olhar 30 anos atrás, esta realidade era bem diferente.

Foi somente em 1989, no aniversário de 50 anos do Batman, que a Warner tirou do papel o primeiro filme do icônico personagem criado pelo artista Bob Kane em 1939.

Antes disso, a imagem mais popular que se tinha do personagem era a interpretada por Adam West na cult série da década de 1960 – aquele do “Pow”, “Soc”, “Wham”.

Essa versão do personagem era mais voltada ao humor, dono de um tom extremamente farsesco e caricato.

Também gerou um longa-metragem em 1966, rodado entre a primeira e a segunda temporadas, para lançar a bat série nos mercados de fora dos EUA.

Sim, meus queridos, ADAM WEST FOI O PRIMEIRO BATMAN DOS CINEMAS.


Desta forma, em 1989 foi a primeira vez que o personagem de fato ganhou um tratamento diferenciado e cinematográfico – no melhor sentido da palavra.

Não havia muito precedente, já que na época histórias em quadrinhos ainda eram consideradas coisa de criança e todo estúdio que se prezava via o material como um tremendo risco.

A não ser a própria Warner, que em 1978 tirou do papel, recebeu inúmeros elogios e lucrou  horrores com 'Superman - O Filme'.

Essa foi a primeira vez que um filme tratou tais obras com seriedade, apelando tanto aos adultos quanto às crianças.

Richard Donner, o diretor, fez com que todos acreditassem que um homem podia voar – esse era inclusive o slogan da produção.

No elenco, grandes astros da época davam o respaldo necessário, trazendo credibilidade ao projeto.

Marlon Brando – o maior ator americano à época – viveu o pai kryptoniano do herói, e Gene Hackman, ator que já tinha duas indicações e uma vitória no Oscar deu vida ao vilão Lex Luthor.


Com Batman, o desejo do estúdio era por uma proposta similar: uma obra calcada no realismo, sem esquecer se tratar de uma história de quadrinhos.

Essa mescla de fantasia com sobriedade e elementos adultos fazia toda a diferença - mas nem sempre foi assim.

O filme quase seguiu os moldes coloridos e bem humorados do seriado de TV, e por pouco não teve Bill Murray como o Homem Morcego e Eddie Murphy como Robin!

Nesta época, o diretor Ivan Reitman (Os Caça-Fantasmas) era cotado para comandar a produção.


Mas a opção da Warner e dos produtores Peter Guber e Jon Peters (os homens que fizeram este motor girar) foi mesmo por um tom mais sério, maduro, intenso e sombrio.

Depois de muitos diretores serem considerados, o comando do filme terminou nas mãos de Tim Burton, então um cineasta novato de 30 anos de idade, vindo do setor de animação da Disney, com apenas dois longas no currículo – o infantil As Grandes Aventuras de Pee-Wee (1985) e Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice, 1988).

Foi inclusive o sucesso do segundo, lançado pela própria Warner, que fez os produtores escolherem Burton de vez – o diretor teve assim mais de um ano para o lançamento Batman, já que Beetlejuice estreou no início de 1988.


De Burton, que depois adotaria de vez o estilo sombrio e o visual gótico, saído do expressionismo alemão, partiu a ideia para a criação daquele universo particular – que englobou a construção de uma imensa Gotham City em estúdio e sua direção de arte, o visual dos personagens (como o uniforme do herói – uma armadura negra), a trilha sonora imponente de Danny Elfman e os demais elementos.

O visual de Batman mistura elementos típicos do cinema noir, com uma criminalidade pulsante (bem similar a filmes de gângsters da década de 1930, o filme inclusive parece passado em tal década), com o visual fantástico, de sombras e cenários de angulações distorcidas, do expressionismo do cinema alemão - vide F.W. Murnau.

Por falar nesta atmosfera, muitos acreditavam que o filme sequer era indicado para seu público-alvo.


O crítico Gene Siskel, na época chegou a dizer que Batman “não era um filme para crianças”.

Já seu companheiro de programa, Roger Ebert, foi além, e citou:

“Não é apenas um filme sombrio ou noir, mas existe um grande nível de hostilidade e raiva neste filme, um grande nível de sentimentos ruins. É um filme extremamente perturbador”.


Quanto aos atores, depois de muita procura e ofertas – como é esperado num filme assim, de orçamento estimado na casa dos US$35 milhões (o que na época era um absurdo) - a produção optou por Michael Keaton, um ator que vinha basicamente de comédias, tinha estrelado  Beetlejuice, também de Burton, um ano antes e não tinha o porte do personagem como os fãs queriam.

A opção de Burton era por um homem comum, extremamente identificável, que deixava fluir seu lado negro e assustador devido a um grande trauma.

A proposta de entregar algo completamente fora do padrão, do esperado e atuando contra o estereotipo se mostrou muito bem sucedida e Keaton ainda permanece como o Batman preferido de muitos - para muitos também, ele é melhor Bruce Wayne do que Batman.

Só que na época, os fãs do Morcego odiaram a escolha por Keaton, dizendo, por baixo, que não conseguiam vê-lo como o personagem.

Numa época pré internet, mais de 50 mil cartas foram enviadas para a Warner se posicionando contra a escolha do ator.


Para acalmar os ânimos, a Warner divulgou imagens do ator dentro da armadura – os fãs ainda imaginavam o collant típico dos heróis, como nos quadrinhos, na série de TV e o usado por Christopher Reeve em Superman (1978).

A ideia da armadura foi revolucionária e coloca o herói, que não possui poderes sobre-humanos como os outros super-heróis, numa situação de vantagem, se tornando inclusive à prova de balas.

A roupa também dava todos os músculos e a altura que Keaton precisava para ser o herói.

Recentemente, Shazam! usou a mesma estratégica com o ator Zachary Levi.


Quanto ao vilão Coringa, o astro Jack Nicholson só topou o interpretar quando a Warner armou uma “armadilha” para o ator.

A fim que o astro aceitasse, a Warner fez chegar aos seus ouvidos que Robin Williams iria ficar com o papel – a quem o personagem havia realmente sido oferecido.

Assim, Nicholson pulou na oferta - e Williams por outro lado não gostou nada de ter sido usado como isca.

No meio das filmagens, alertado pelo seu agente sobre o imenso potencial de vendas de produtos licenciados com a sua imagem como o Coringa,
Nicholson pediu uma reunião com a diretoria da Warner e exigiu um novo contrato, que lhe daria, além de uma porcentagem da bilheteria ao invés de um salário fixo pelo filme, um percentual em cada produto ou boneco do Coringa que fosse lançado;

Foi uma manobra arriscada se o filme se mostrasse um fracasso, mas, visionário, Nicholson acabou embolsando cerca de US$80 milhões para viver o palhaço do crime – ainda hoje, um dos maiores cachês a um ator na história.


Já Kim Basinger não topou de primeira viver a repórter Vicki Vale, sendo substituída pela atriz Sean Young (Blade Runner – O Caçador de Androides).

Young chegou a rodar cenas como Vale, mas numa delas, na qual andava a cavalo, caiu e quebrou a clavícula, precisando se afastar por completo da produção.

Assim, Basinger foi chamada às pressas e depois de reajustes na oferta salarial, topou o desafio.

Além disso, Basinger insistiu para aumentar seu papel no filme.

Na cena final, a do duelo entre Batman e Coringa na catedral de Gotham, Vale ficaria de fora, lá embaixo.

Basinger insistiu para que sua personagem estivesse no ato final e assim, os roteiristas ao lado da atriz reescreveram o desfecho para incluí-la.

Isso que é iniciativa!


Realmente talvez seja muito difícil para a geração de hoje, nascida numa era de filmes eventos e colossos semanais, entender o fenômeno cultural que foi Batman.

Não existia precedentes para esta magnitude.

Só em matéria de merchandising, por exemplo, os materiais promocionais de Batman (como cartazes, outdoors e o símbolo amarelo do Morcego) começaram a ser veiculados um ano antes da estreia.

Até mesmo no Brasil vimos o símbolo do herói espalhado pela cidade.

E sim, como o trailer só passava nos cinemas, muitos de nós, bat maníacos, íamos até ás salas, comprávamos o ingresso, entrávamos, assistíamos ao trailer espetacular - e depois íamos embora.

Afinal, nenhum filme se equipararia a Batman, né?

Relembre o icônico trailer:


O filme lucrou mais de US$40 milhões em sua estreia, somando mais de US$250 milhões só nos EUA.

Pelo mundo, Batman arrecadou mais de US$ 410 milhões - um verdadeiro arrasa-quarteirão para a época.

Se a bat série (1966-1968) foi a responsável pela primeira grande 'Batmania' mundial, o filme de 1989, seguramente detonou a segunda 'Batmania' mundo afora.

Era o início de uma nova era.


E o que temos hoje no terreno de superproduções megalomaníacas se deve muito a este filme.

Os blockbusters haviam dado seu start com Tubarão (1975) e depois disso, na década de 1980, abriam a porta como nunca antes para o cinema entretenimento.

Mas é seguro dizer que Batman elevou o jogo a outro patamar.

Como previu o astro Sylvester Stallone após o lançamento deste filme, o cinema comercial estava prestes a mudar, atores davam lugar a marcas, efeitos e personagens.


Tim Burton fez no ano seguinte um dos seus filmes mais simpáticos - 'Edward Mãos de Tesoura', catapultando ao estrelato seus protagonistas Wynona Rider e Johnny Depp.

Logo depois, fez 'Batman Returns', para muitos - eu inclusive - o melhor filme do Morcego e que, além de Michael Keaton como um Batman/Bruce espetacular,  tinha uma espetacular Michelle Pffeifer como a Mulher-Gato e Danny DeVitto como o Pinguim.

Tivemos depois disso os dois longas horrorosos de Joel Schumacher, a brilhante trilogia de Chris Nolan com Chris Bale e o Morcego meia boca de Ben Affleck.

Só esperamos, como bons bat-maníacos que somos, que Robert Pattison faça pelo menos metade do que Tim Burton fez em 1989.

O Morcego, agora com oitenta anos, merece!

quinta-feira, 28 de março de 2019

'DUMBO': MELHOR LIVE ACTION DA DISNEY ATÉ AGORA, FILME É TAMBÉM UM DOS MELHORES DE TIM BURTON


SINOPSE:

1919, Joplin, Estados Unidos.

Holt Farrier (Colin Farrell) é uma ex-estrela de circo que, ao retornar da Primeira Guerra Mundial, encontra seu mundo virado de cabeça para baixo.

Além de perder um braço no front, sua esposa faleceu enquanto estava fora e ele agora precisa criar os dois filhos.

Soma-se a isso o fato de ter perdido seu antigo posto no circo, sendo agora o encarregado em cuidar de uma elefanta que está prestes a parir.

Quando o bebê nasce, todos ficam surpresos com o tamanho de suas orelhas, o que faz com que de início seja desprezado.

Cabe então aos filhos de Holt a tarefa de cuidar do pequenino, até que eles descobrem que as imensas orelhas permitem que Dumbo voe.

CRÍTICA:

Quando a Disney anunciou que faria um live-action de Dumbo, muitas dúvidas ficaram nas cabeças dos fãs da animação lançada em 1941 sobre um elefantinho orelhudo que tinha o poder de voar.

A principal era Tim Burton na direção, cineasta que usa e abusa de um universo sombrio para contar suas histórias.

No entanto,Burton foi um dos maiores acertos do estúdio para a direção de Dumbo, que estreia hoje e é mais um resgate nostálgico de suas animações.

Dumbo : Foto
Dumbo foi totalmente criado em CGI - Fotos dessa Postagem: Divulgação/Disney
A sensibilidade do diretor em abordar o esquisito traz uma peculiaridade ao personagem que sofre para ser aceito.

Há sentimento e doçura sem deixar de lado os pontos cruéis que são temas do desenho original.

Felizmente, Burton ameniza a temática sombria e apresenta uma adaptação satisfatória, 78 anos depois.

Ambientada em 1919, a trama acompanha o ex-artista de circo Holt Farrier (Colin Farrell) que retorna da Primeira Guerra Mundial após perder um braco.

O circo comandado por Max Medici (Danny DeVito) está em dificuldades e Farrier, juntamente com os filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins), é colocado para cuidar de um elefante recém-nascido com orelhas gigantescas e que tem a habilidade de voar.

Dumbo : Foto Danny DeVito, Michael Keaton
V.A Vandemere (Michael Keaton) e Max Medici (Danny DeVito) , em cena do longa
A novidade desperta o interesse do ganancioso V.A Vandemere (Michael Keaton), dono de um famoso parque de diversões.

Trazendo muita modernidade visual e cenas de tirar o fôlego - principalmente durante os voos do elefantinho - a trama insere cenários multicoloridos e uma fabulosa interação de Dumbo, criado em CGI, com os personagens humanos.

Não há efeitos grotescos ou algo que desfoque a fantasia do espectador em acreditar que o animal estava mesmo presente nas gravações.

Ao contrário de sua primeira versão, o filhote não é falante e se comunica com olhares tristes ou esperançosos que refletem bem o que ele quer dizer aos novos amigos.

Dumbo : Foto Colin Farrell, Finley Hobbins, Nico Parker
Holt Farrier (Colin Farrell) , seus filhos e Dumbo
Mesmo com cartas na manga para explorar melhor o veterano de guerra Farrier, o inocente e divertido Max Medici e a bela Collette de Eva Green, o roteiro de Ehren Kruge evita se aprofundar demais nas histórias deles e garante fidelidade à animação e seu foco em Dumbo, que permanece no grande desafio de ser aceito apesar das diferenças e na incansável vontade de reencontrar a mamãe Jumbo.

A dupla de crianças rouba a cena com a pureza da grande amizade com o elefantinho e despertam a simpatia do espectador.

A jovem Parker mostra um verdadeiro talento para a atuação e encanta com sua Milly, enquanto Hobbins traz um garotinho divertido que acompanha as aventuras da irmã mais velha.

Outro grande destaque nesse interessante universo circense é Keaton, que repete a parceria com Burton e DeVitto desde Batman - O Retorno e insere uma energia contagiante em suas cenas.

Ainda que não seja um vilão maligno, que destrói o sonho dos mocinhos, sua atuação é convincente e poderosa ao dar emoção a uma trama simples.

Dumbo : Foto Colin Farrell, Eva Green
Eva Green é Collette
Dumbo chega como uma das melhores adaptações da Disney e, certamente, como um dos melhores trabalhos dirigidos por Burton.

Em um ano em que o estúdio trará ainda os live actions de O Rei Leão e Aladdin, a trama do elefantinho orelhudo é, sem dúvidas, um excelente começo para essa era de nostalgia proposta para os clássicos que marcaram a nossa infância.

Filmaço.

TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
DUMBO
Título Original:
DUMBO
Gênero:
Família, Aventura
Direção:
Tim Burton
Elenco:
Alan Arkin, Amerjit Deu, Bern Collaco, Bernardo Santos, Colin Farrell, Danny DeVito, Deobia Oparei, Douglas Reith, Edd Osmond, Eva Green, Jessie Vinning, Jo Osmond, Joseph Gatt, Kamil Lemieszewski, Michael Keaton, Richard Price, Roshan Seth, Sandy Martin, Sharon Rooney, Suan-Li Ong, Tim Ingall, Vincent Andriano
Roteiro:
Ehren Kruger
Produção:
Derek Frey, Ehren Kruger, Justin Springer, Katterli Frauenfelder
Fotografia:
Ben Davis
Trilha Sonora:
Danny Elfman
Montador:
Chris Lebenzon
Estúdio:
Tim Burton Productions, Walt Disney Pictures
Distribuidora:
Disney
País:
EUA
Ano de Produção:
2019
Duração:
128 min.
Estreia (Brasil):
28/03/2019
Classificação Indicativa:
10 anos

COTAÇÃO DO KLAU:


terça-feira, 19 de março de 2019

'DUMBO': VÍDEO MOSTRA OS BASTIDORES DA NOVA PRODUÇÃO DE TIM BURTON

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Live-action chega aos cinemas em 29 de março
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A Disney divulgou um novo vídeo que mostra os bastidores de Dumbo, live-action baseado na animação lançada em 1941.

No featurette, Danny Devito, Eva Green, Michael Keaton e Colin Farrell comentam os detalhes da produção.

Confira:


Na animação de 1941, Dumbo é um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes.

Com a ajuda de Timóteo, um simpático ratinho, ele se transforma na principal atração de um circo. Usando suas orelhas, ele faz o que nenhum outro elefante consegue: voar.

Dumbo chega aos cinemas em 29 de março.

sábado, 16 de março de 2019

CLÁSSICOS CINEMARK: 'BATMAN' (1989) E OUTROS CULT FILMES RETORNAM AOS CINEMAS BRASILEIROS

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'Um Lugar Chamado Notting Hill', 'Os Bons Companheiros' e 'Alien, o Oitavo Passageiro' também voltarão às telonas
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Neste mês de março, a rede Cinemark dará início a mais uma temporada do projeto que visa trazer novamente aos cinemas brasileiros os filmes que foram sucessos de bilheteria décadas atrás: o Clássicos Cinemark.

Uma vez por mês, por dois dias, um clássico diferente poderá ser conferido em sessões ao redor do Brasil - os ingressos custarão entre R$8,00 e R$16,00.

As compras já podem ser garantidas desde já em todas as bilheterias dos complexos e também pelo aplicativo da rede.

Nos dias 26 e 30 de março, o filme da vez é o divisor de águas Batman, de 1989.

Dirigido por Tim Burton, com Michael Keaton como Bruce/Homem-Morcego e Jack Nicholson como o Coringa, o longa surpreendeu ao sair vitorioso do Oscar do ano seguinte, voltando para a casa com um prêmio de Melhor Direção de Arte para Anton Furst e Peter Young.

O longa também foi o responsável por detonar a segunda grande 'Batmania' mundo afora - a primeira aconteceu com a estreia da batssérie com Adam West, em 1966.

RELEMBRE O TRAILER DE 'BATMAN':


Nas sessões de 16 e 20 de abril, os fãs de comédias românticas poderão conferir Um Lugar Chamado Notting Hill, com Julia Roberts e Hugh Grant formando um dos casais mais icônicos do cinema.

Escrito pelo aclamado Richard Curtis e dirigido por Roger Mitchell, a obra é uma referência até hoje para arcos de desenvolvimento em diversos filmes do gênero.

RELEMBRE O TRAILER:


Em 28 de maio e 1 de junho, Alien, o Oitavo Passageiro, ícone da ficção científica, será o reestreante do momento.

Comandado por Ridley Scott, o filme, que mais tarde seria conhecido como o pontapé de uma longa franquia que perdura até hoje —, traz a tenente Ripley (Sigourney Weaver) como uma das mulheres mais fortes da cultura popular.

RELEMBRE O TRAILER:


Fechando o ciclo, nos dias 25 e 29 de junho, uma mais obras mais icônicas do cineasta Martin Scorsese voltará às telonas depois de quase 30 anos: Os Bons Companheiros.

Arrebatando diversas premiações no ano de 1991, o filme traz o poderoso trio de Robert de Niro, Joe Pesci e Ray Liotta como os protagonistas da trama.

RELEMBRE O TRAILER:


Os Clássicos Cinemark serão exibidos em 32 complexos da Cinemark nas cidades de Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Foz do Iguaçu, Goiânia, Londrina, Mogi das Cruzes, Natal, Niterói, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São Caetano, São José dos Campos, São Paulo, Uberlândia, Varginha, Vila Velha e Vitória.

Acesse o site oficial da rede Cinemark para obter a relação de todos os complexos participantes.

sexta-feira, 8 de março de 2019

'DUMBO': LIVE ACTION DE TIM BURTON GANHA NOVO COMERCIAL

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Novo comercial é emocionante
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Assista:


Na trama, Holt Farrier é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo.

O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada.

No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme.

Relembre o Pôster:

O elenco inclui Colin Farrell, Danny DeVito, Eva Green, Michael Keaton, Alan Arkin e Joseph Gatt.

Analistas indicam que o filme dirigido por Tim Burton deve arrecadar entre US$ 45 a 65 milhões nas bilheterias norte-americanas em seu primeiro fim de semana.

A Disney estreia Dumbo em 28 de Março aqui no Brasil.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

'DUMBO': NOVO TRAILER MOSTRA O NASCIMENTO DO ELEFANTINHO

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Saiu um novo vídeo de 'Dumbo' e ele é apaixonante
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Assista:


A versão live action do clássico da Disney de 1941 tem direção de Tim Burton e conta com Michael Keaton, Colin Farrell, Eva Green e Danny Devito no elenco.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

'DUMBO': LIVE ACTION DIRIGIDO POR TIM BURTON GANHA NOVOS TRAILER, VÍDEO DA CANÇÃO ORIGINAL, CARTAZ E FOTOS

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O live action é baseado na clássica animação de 1941
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Confira o novo trailer:


Além disso, a versão da cantora Aurora para a clássica canção “Baby Mine”, presente no trailer, também ganhou vídeo.

Assista:


Na trama da clássica animação de 1941, Dumbo é um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes.

Com a ajuda de Timóteo, um simpático ratinho, ele se transforma na principal atração de um circo.

Usando suas orelhas, ele faz o que nenhum outro elefante consegue: voar.

Veja as novas imagens:









Disney/EW

No live action, Michael Keaton viverá um dos vilões.

Substituindo Will Smith, que se retirou do projeto, o ator Colin Farrell agora faz parte do elenco como o pai das duas crianças que ajudarão Dumbo a lidar com o bullying e a vencer as dificuldades, descobrindo o poder de voar que suas grandes orelhas lhe conferem.

Além de Farrell, Danny DeVito, Eva Green, Alan Arkin e Joseph Gatt estão no elenco.

Veja o novo cartaz:
Disney

A direção é de Tim Burton, que já trabalhou com a Disney em ‘Alice no País das Maravilhas’ (2010) e ‘Frankenweenie’ (2012), além de alguns projetos no início de sua carreira.

'Dumbo' estreia nos cinemas brasileiros em dia 28 de Março de 2019.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

'DUMBO': LIVE ACTION GANHA PRIMEIRO TRAILER E NOVAS IMAGENS

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O mais novo clássico da Disney em versão live action teve muitas imagens e o seu primeiro trailer revelados
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Assista ao trailer:


Na animação de 1941, Dumbo é um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes.

Com a ajuda de Timóteo, um simpático ratinho, ele se transforma na principal atração de um circo.

Usando suas orelhas, ele faz o que nenhum outro elefante consegue: voar.

Ainda nessa semana, a Disney e a revista Entertaiment Weclky divulgaram muitas imagens do longa.

Confira:








Disney/EW

A nova versão do clássico da Disney tem Michael Keaton como um dos vilões.

Substituindo Will Smith, que se retirou do projeto, Colin Farrell interpreta o pai das duas crianças que ajudarão Dumbo a lidar com o bullying e a vencer as dificuldades, descobrindo o poder de voar que suas grandes orelhas lhe conferem.

Além de Farrell e Keaton, Danny DeVito, Eva Green, Alan Arkin e Joseph Gatt estão no elenco.

A direção é de Tim Burton, que já trabalhou com a Disney em 'Alice no País das Maravilhas' (2010) e 'Frankenweenie' (2012), além de alguns projetos no início de sua carreira.

A estreia de 'Dumbo' está marcada para o dia 29 de março de 2019.