A sequência de 'Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros' com Chris Pratt, Bryce Dallas Howard e Jeff Goldblum somou R$ 15.1 milhões no Brasil.
Relembre o trailer do Top 1:
'Oito Mulheres E Um Segredo' (Warner Bros.), que se manteve em primeiro lugar nas duas primeiras semanas, caiu uma posição e agora está em segundo - nessa semana, o longa somou mais US$ 2.7 milhões.
Relembre o trailer do Top 2:
Por fim, um dos filmes de terror mais aguardados do ano estreou na terceira posição no ranking: 'Hereditário' (Diamond Films), filme de estreia do diretor Ari Aster e que traz Toni Collette e Alex Wolff no elenco, somou R$ 1.4 milhão em sua primeira semana.
A trama acompanha uma família que após a morte da matriarca, passa a conhecer os mistérios que envolvem o núcleo familiar.
Confira o trailer do Top 3:
CONFIRA O TOP 10 BRASIL, SEGUNDO O FILMEB:
1 - Jurassic World: Reino Ameaçado - R$ 15.1 milhões
2 - Oito Mulheres E Um Segredo - R$ 2.7 milhões
3 - Hereditário - R$ 1.4 milhão
4 - Deadpool 2 - R$ 1 milhão
5 - Do Jeito Que Elas Querem - R$ 730 mil
6 - Vingadores: Guerra Infinita - R$ 495 mil
7 - Gnomeu E Julieta: O Mistério Do Jardim - R$ 429 mil
Com Chris Pratt, Bryce Dallas Howard e Jeff Goldblum no elenco, o filme assumiu o primeiro lugar do ranking.
Além disso, o longa também foi destaque nos mercados internacionais, incluindo um enorme lucro da China, onde o filme já ultrapassou os US$ 200 milhões.
Dessa forma, 'Reino Ameaçado' já alcançou os US$ 715 milhões em todo o mundo.
Vale lembrar que na próxima estreia 'Homem-formiga e a Vespa' (Disney), o que poderá desviar um pouco a atenção do longa.
Relembre o trailer do Top 1:
Com isso, 'Os Incríveis 2' (Disney) caiu para o segundo lugar, com US$ 80,9 milhões.
Relembre o trailer do Top 2, que estreia na próxima quinta aqui no Brasil:
Série finaliza arco de vários personagens e abre possibilidades para o futuro
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A série 'Supergirl', produzida e exibida pelo canal The CW nos EUA e aqui no Brasil, exibida pelo Warner Channel, tem temporadas longas, com mais de 20 episódios de 40 minutos em cada temporada.
Assim, ao chegar ao seu terceiro ano, o desgaste é certo, pois os personagens já passaram pelos percalços os mais variados, enfrentaram vários vilões e se desenvolveram junto com o público.
Por tudo isso, é que a terceira temporada da série protagonizada por Melissa Benoist - para mim, a mais perfeita tradução recente de como uma super-heroína deve ser num live action - caminhou para frente, encerrando o ciclo de vários personagens e deixando novas possibilidades para uma eventual quarta temporada.
Nessa terceira, Kara (Melissa Benoist) começou sua jornada, sofrendo com a partida de Mon-El (Chris Wood, bom ator e namorado de Melissa na vida real).
Só que, apesar do retorno do rapaz vulnerável ao chumbo, a relação dos dois continuou num vai, não vai, estressante - e isso, durante todos os 23 episódios, o que foi, sem dúvida, a maior bola fora de toda a temporada.
Chris Wood e Melissa Benoist, em cena da terceira temporada - Fotos dessa Postagem: Divulgação/The CW
Embora Mon-El tenha vivido tramas próprias, a falta de uma resolução final sobre o relacionamento e a confusão de sentimentos do casal gerou um cansaço do público com o casal - uma pena, pois Melissa e Chris tem uma química das mais absurdas em cena.
É que esse retorno de Mon-El se transformou num problema: se voltar para Kara e viver feliz com ela seria uma replay da segunda temporada, matá-lo poderia ser demais para um seriado jovem do canal CW e deixá-lo na Terra apenas como um membro da Legião dos Super-Heróis continuaria com o clima estranho com a Supergirl.
Assim,depois de idas e vindas, os roteiristas tomaram a melhor decisão: encontrar uma nova missão para o personagem e deixá-lo, finalmente, seguir seu caminho.
Agora, com a confirmação de que Chris Wood não estará no quarto ano da série, temos finalmente uma solução definitiva para o romance - e isso combina muito bem com a nova fase da história.
Se na parte amorosa a trama deixou a desejar, a série acertou ao tratar dos dilemas kryptonianos de Kara Zor-El.
Quando descobre que ainda há um pedaço de seu planeta no espaço, a heroína mostra seu lado mais frágil, o fato de ser uma refugiada na Terra.
Ao contrário de Kal-El, o Superman, que foi lançado de Krypton ainda bebê, Kara tem lembranças da infância em seu planeta natal e isso torna sua saudade ainda mais densa.
O reencontro com a mãe Alura (Erica Durance, a Lois de 'Smallville'), rendeu momentos emocionantes, que poderiam ser melhor abordados se esse arco não tivesse sido deixada de lado no decorrer da temporada.
Como já aconteceu antes, Kara tem uma crise de identidade ao rever parte de seu planeta: não quer mais ser a responsável por salvar a Terra - e o vislumbre de uma vida comum em Krypton parece ser bem legal.
Evidentemente, quando seus amigos entram em perigo, ela segue “seu chamado” e volta a ser a heroína que todos conhecem, tudo muito antigo e repetido - mas o fato disso fazer total sentido com a história da personagem releva o que poderia ser outra bola fora na temporada.
Reunir Kara e Alura foi apenas um dos momentos em que a série focou no tema da família, um dos pontos centrais do terceiro ano.
J’onn (David Harewood) enfrenta seu maior medo ao se despedir do pai, que deixou o seriado na hora certa, antes de se tornar um personagem mais cansativo e perdido do que já era.
J’onn (David Harewood), em cena da série
M’yrnn (Carl Lumbly) parte com um propósito claro e isso torna todos os seus ensinamentos ainda mais importantes.
A relação entre Ruby (Emma Tremblay) e Alex (Chyler Leigh) se torna tão profunda, que a agora diretora do DEO percebe que quer ser uma mãe solo, por mais difícil que seja conciliar o trabalho com a vida pessoal.
Essas pequenas descobertas e mudanças dos personagens mostram muito bem o amadurecimento de cada um deles.
Ruby (Emma Tremblay) e Alex (Chyler Leigh), em cena da série
Apesar de ser uma série sobre a Supergirl, os dilemas apresentados são extremamente humanos e isso cria uma conexão tão profunda com o público, que é quase impossível não se emocionar com certos acontecimentos - e os momentos de emoção foram vários.
A série também encontrou tempo nessa terceira temporada para abordar dois temas atuais: o preconceito racial e o problema do porte de armas nos EUA.
Perdido no arco romântico com Lena (Katie McGrath), Jimmy Olsen (Mehcad Brooks) se saiu melhor ao falar dos dois temas, demonstrando o medo de revelar sua identidade e ser vítima do preconceito, ao mesmo tempo em que fala sobre o perigo do uso negligente de armas de fogo.
Com tantos casos de tiroteios nos EUA (principalmente em escolas), seria fácil mostrar apenas um lado da discussão, mas a série mostrou maturidade ao incluir também os argumentos daqueles que se sentem protegidos com os objetos, como Lena: “Nossas armas unem famílias”, diz um executivo preocupado com os funcionários de sua empresa.
No fim, a série escolhe seu lado na discussão, mas deixa claro que é um tema difícil, sem uma resposta definitiva.
Lena Luthor (Katie McGrath) e Jimmy Olsen (Mehcad Brooks), em cena da série
Mas o melhor foi reservado para “Battles Lost and Won”, último episódio do terceiro ano, que foi um dos pontos altos de toda a história.
Com um grande clima de despedida, o capítulo tem uma cena de ação muito bem feita para o padrão de séries de super-heróis - deve ser por isso que a série teve um hiato excepcional nessa temporada, para fazerem os efeitos espetaculares que vimos - e ainda introduz duas possíveis vilãs para o futuro: Lena Luthor, que pode deixar sua ambição ser maior do que a sua bondade, e o melhor, um clone da Supergirl, que aparece na Sibéria em uma já confirmada homenagem ao arco das HQs 'Entre a Foice e o Martelo'.
Dessa forma, ao fechar as pontas soltas que abriu com o decorrer dos anos e concluir a jornada de vários personagens, 'Supergirl' termina seu terceiro ano com uma necessária renovação e possibilidades ousadas para o futuro.
O que se espera é que todo esse potencial seja bem trabalhado - e que as histórias de Kara, Alex e Lena não terminem tão cedo.
CONFIRA AS CENAS FINAIS DE 'BATTLES LOST AND WON':
SUPERGIRL - TERCEIRA TEMPORADA
Criado por:
Andrew Kreisberg, Allison Adler, Greg Berlanti, Blake Neely
Elenco Principal:
Melissa Benoist, Chris Wood, Chyler Leigh, Katie McGrath, Mehcad Brooks, David Harewood
Produção:
Warner Bros. Television, Berlanti Productions, DC Entertainment
A Netflix divulgou o trailer oficial de sua primeira série brasileira de comédia
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Confira:
A trama acompanha uma ex-celebridade mirim dos anos 80 (Emanuelle Araújo), que hoje se apega desesperadamente aos últimos vestígios da fama com planos absurdos para conseguir voltar aos holofotes, enquanto seu marido, uma ex-estrela do futebol (Douglas Silva), volta para casa depois de passar mais de uma década na prisão.
A série tem direção de Felipe Braga (também criador e showrunner) .
No elenco, além de Emanuelle e Silva, nomes como Ary França, Daniel Furlan e Rodrigo Pandolfo.
'Samantha!' tem sete episódios e estreia no dia 06 de julho na Netflix.
Quem confirmou a novidade foi o criador das atrações, Vince Gilligan
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De acordo com o The Wrap, outro personagem de 'Breaking Bad' está chegando para participar da quarta temporada de 'Better Call Saul', spin-off criado por Vince Gilligan.
Ele mesmo foi quem contou a novidade:
"Há um personagem muito importante da era Breaking Bad que vamos conhecer este ano", disse Gilligan, durante o painel Masterclass.
Ele não especificou qual personagem, mas contou detalhes sobre a nova temporada.
"A quarta temporada é tão boa", disse ele.
"Fica mais escuro, fica mais rico, mas ainda é engraçado", contou.
A quarta temporada de 'Better Call Saul' está programada para estrear no dia 06 de agosto.
Ator, que ainda aparece em flashbacks do seu personagem na super série 'Onde Nascem os Fortes', na Globo, protagoniza a série australiana 'Tidelands' e a série brasileira 'Cidades Invisíveis'
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A Netflix anunciou que o ator brasileiro Marco Pigossi é o mais novo contratado da plataforma e vai estrelar duas novas séries.
Com uma renomada carreira na televisão e no teatro, o ator de 29 anos vai estar no elenco principal de 'Tidelands', um drama policial sobrenatural e a primeira série original australiana da Netflix.
Será a primeira vez que veremos o ator atuando em inglês.
Na série, Pigossi faz par romântico com Elsa Pataky, mulher do ator Chris Hemsworth, o Thor dos cinemas.
Marco Pigossi contracena com Elsa Pataky, nas locações de 'Tidelands' na Austrália - Divulgação/Netflix
De acordo com a sinopse, 'Tidelands' acompanha o retorno de Cal Mcteer para casa, a pequena vila de pescadores de Orphelin Bay, após passar um longo tempo atrás das grades.
Contudo, quando o corpo de um pescador local aparece na praia, ela embarca em uma jornada para descobrir os segredos da cidade enquanto investiga seus estranhos habitantes, um grupo de perigosas meias-sereias chamado Tidelanders.
A série foi confirmada em março de 2017 e, na época, Erik Barmack, vice-presidente de séries originais internacionais da Netflix, comemorou a produção.
"Estamos orgulhosos por esses grandes contadores de histórias australianos estarem trazendo sua visão para a primeira série original da Netflix australiana. Mal podemos esperar para levar o mistério de Tidelands para nossos assinantes em todo o mundo".
Tracey Robertson, Nathan Mayfield e Leigh McGrath assinam a produção-executiva e a primeira temporada será escrita por Stephen M. Irwin.
O ator brasileiro já está em Queensland, na Austrália, atuando nas primeiras cenas da série.
Marco Pigossi atuando na Austrália - Instagram do Ator
Pigossi também será o protagonista da série original brasileira 'Cidades Invisíveis', criada e dirigida por Carlos Saldanha, diretor de sucessos da animação de Hollywood, como 'Rio' e 'O Touro Ferdinando'.
A produção trará um submundo habitado por criaturas míticas que evoluíram de uma linhagem do folclore brasileiro.
"É um grande momento para mim, como ator, abraçar a oportunidade de viver a pluralidade e os desafios criativos que uma parceria com a Netflix traz. E agora também ter o privilégio de trabalhar no meu país com um criador incrível como Carlos Saldanha. É um convite irrecusável!", comemorou Pigossi, que não quis renovar seu contrato com a Globo - onde ainda aparece em 'Onde Nascem os Fortes' - segundo ele para estudar em Londres.
A série é uma criação de Carlos Saldanha, diretor é responsável por sucessos da animação como 'A Era do Gelo', 'Rio' e 'O Touro Ferdinando'
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A Netflix anunciou sua nova série original brasileira, 'Cidades Invisíveis', criada e dirigida pelo renomado diretor brasileiro Carlos Saldanha, animador indicado duas vezes ao Oscar e responsável por sucessos como 'A Era Do Gelo', 'Rio' e o recente 'O Touro Ferdinando'.
A série trará um submundo habitado por criaturas místicas que evoluíram de uma linhagem do folclore brasileiro e conta a história de um detetive que se envolve em uma investigação de assassinato, entrando em uma batalha entre os dois mundos.
"Cidades Invisíveis é um projeto de paixão de uma vida que me traz de volta a filmar em meu país. Estou emocionado por poder levar um olhar contemporâneo do folclore brasileiro a milhões de pessoas ao redor do mundo conectadas através da Netflix", disse Saldanha.
Com oito episódios, 'Cidades Invisíveis' começará a ser produzida ainda neste ano de 2018.
Foto do Topo: o diretor Carlos Saldanha - Divulgação
Icônica HQ mostra como seria de a nave do Superman tivesse caído na União Soviética - com ele tendo sido criado num país comunista
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A produtora executiva Jessica Queller revelou que a quarta temporada de 'Supergirl' será inspirada em 'Entre a Foice e o Martelo', HQ que mostra como seria o Superman criado na União Soviética (via TV Line):
"Para os fãs dos quadrinhos, eles podem reconhecer que a história que vamos contar é inspirada em Entre a Foice e o Martelo, que conta uma história de origem alternativa do Superman. O que teria acontecido se, quando bebê, o Superman tivesse pousado na Rússia e se tornado um herói lá, ao invés dos Estados Unidos? É uma homenagem a isso".
No encerramento da terceira temporada, é mostrado um clone de Kara, que surge após sua batalha contra Reign.
A jovem está na Sibéria e é encontrada por soldados russos.
No Brasil, 'Supergirl' é transmitida pelo canal pago Warner Channel.
O estúdio está focando em 'Star Wars: Episódio IX', que chega aos cinemas em 2019
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Depois de ter a bilheteria mais baixa dos longas da franquia - com 'Han Solo - Uma História Star Wars' - parece que a Lucasfilm quer dar um tempo em projetos de spin-offs para seu universo.
De acordo com o Collider, os outros filmes derivados da saga foram pausados pelo estúdio por tempo indeterminado.
Isso inclui os planos previamente anunciados para um filme do Obi Wan Kenobi e do Boba Fett. (via ComingSoon)
O estúdio está focando em 'Star Wars: Episódio IX', que chega aos cinemas em 2019 e continuará a desenvolver a trilogia de Rian Johnson, assim como a série de filmes dos criadores de 'Game of Thrones', David Benioff e DB Weiss.
O recém-lançado 'Han Solo - Uma História Star Wars' arrecadou até agora apenas US$ 341,9 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, tornando-o o filme com menor bilheteria de 'Star Wars' a ser lançado nos cinemas.
John Lasseter será substituído pelos diretores Jennifer Lee e Pete Docter, que assumem os cargos de chefe de criação e diretor criativo
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Mais um grande nome de Hollywood é demitido após acusações de assédio.
Desta vez, após ser acusado de assédio sexual e afastado do cargo, John Lasseter, ex-chefe criativo da Pixar e dos estúdios Disney, foi substituído pelos diretores Jennifer Lee e Pete Docter,ganhadores do Oscar por 'Frozen - Uma Aventura Congelante' e 'Up - Altas Aventuras', respectivamente. (via IndieWire)
O diretor afastado John lasseter - Disney/Divulgação
Alan Horn, presidente do Walt Disney Studios, anunciou a novidade e nomeou Lee como chefe de criação dos estúdios Disney e Docter como diretor criativo da Pixar.
Jennifer Lee e Pete Docter, novos diretores da Disney - Divulgação
As acusações contra Lasseter foram divulgadas em novembro 2017, após o The Hollywood Reporter afirmar que ele fazia comentários desagradáveis sobre a aparência física de mulheres, além de agarrar e beijar sem o consentimento delas.
Lasseter, co-fundador da Pixar e que foi galgando postos na Disney depois que esta comprou a Pixar, foi nomeado chefe criativo da Disney em 2006 e ficou a frente de sucessos como T'oy Story', 'Carros' e 'Vida De Inseto'.
A plataforma traz títulos incríveis que incluem séries, filmes e documentários que irão rechear o mês daqueles que adoram uma maratona
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Uma das atrações mais aguardadas pelo público chega no dia 27 de julho: a sexta temporada de 'Orange Is The New Black', uma das primeiras séries originais da plataforma.
Criada por Jenji Kohan, a série trata da vida de mulheres em uma prisão e é baseada no best-seller de Piper Kerman.
No dia 06, estreia tão esperada 'Samantha!', produção original brasileira que acompanha acompanha uma ex-artista mirim dos anos 80 que faz de tudo para voltar à fama, mas encara poucas e boas quando seu marido, um ex-jogador de futebol, sai da prisão após 10 anos.
O elenco conta com Emanuelle Araújo e Douglas Silva.
Já no dia 10 chega à plataforma a quinta temporada de 'Bates Motel', série baseada no clássico do terror, 'Psicose', criado por Alfred Hitchcock em 1960.
No mesmo dia estreia 'Jogos Sagrados', primeira série original da Netflix gravada na Índia.
A trama acompanha um policial recrutado por uma voz misteriosa para capturar um grande mafioso.
No entanto, tudo faz parte de um plano que envolve espionagem, políticos e terroristas.
Já para os cinéfilos, longas como 'Vizinhos 2' (disponível em 14 de julho), 'Uma Repórter Em Apuros' (10 de julho) e 'Warcraft - O Primeiro Encontro De Dois Mundos' (14 de julho) chegam para reforçar o catálogo.
Já em documentários, uma das grandes estreias é 'O Diabo e o Padre Amorth', longa criado por William Friedkin, diretor de 'O Exorcista', que traz grandes revelações sobre o Vaticano e os processos de exorcismos realizados pela igreja.
Serão retirados 'Jurassic World', 'O Casamento do Meu Melhor Amigo', três 'Piratas do Caribe' e mais 80 títulos
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Mais um mês se aproxima e com ele uma série de títulos se preparam para dizer adeus aos assinantes da Netflix.
Entre as produções que se despedem, estão o blockbuster ‘Jurassic World’, a clássica comédia ‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’, o brasileiro ‘Colegas’ e a ficção científica ‘Resident Evil 2: Apocalipse’.
CONFIRA A LISTA COMPLETA COM TODOS OS TÍTULOS:
01/07
‘2012’
‘3096 Dias’
‘71 – Esquecido em Belfast’
‘A Casa Maligna’
‘A Infância de Um Líder’
‘A Princesa Encantada’
‘A Sogra’
‘A Verdade Nua e Crua’
‘Amor Pleno’
‘An Honest Liar’
‘Arremesso de Ouro’
‘Bheja Fry 2’
‘Bold Eagles’
‘Colegas’
‘Cowboys do Mar’
‘De repente 30’
‘Encarando Ali’
‘Esposa de Mentirinha’
‘Fittest on Earth: The Story of the 2015 Reebok CrossFit Games’
‘Gente Grande’
‘Into the Sun – Desafiando os Limites’
‘Leãozinho Voador’
‘Manny’
‘Match Point’
‘Melhor é Impossível’
‘Miracle In Lourdes’
‘Mister Maker’: Temporada 2
‘Mister Maker’: Temporada 3
‘O Casamento do Meu Ex’
‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’
‘O Homem que Mudou o Jogo’
‘O Mistério Lunar’
‘O Silêncio da Montanha’
‘Obsessão Perigosa’
‘Operação Presente’
‘Os Monstrinhos’
‘Pânico 4’
‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’
‘Piratas do Caribe: No Fim do mundo’
‘Piratas do Caribe: O Baú da Morte’
‘Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo’
‘Professora Sem Classe’
‘Querido John’
‘R.L. Stine’s Mostly Ghostly: Have You Met My Ghoulfriend?’