sexta-feira, 27 de abril de 2012

'OS VINGADORES - THE AVENGERS': PRESIDENTE DA MARVEL STUDIOS E DIRETOR DO LONGA CONTAM O QUE FIZERAM PARA REALIZA-LO E MANTER O ELENCO ESTELAR UNIDO


Regra básica para histórias de encontros de super-heróis nos gibis: antes de enfrentar uma ameaça comum, eles saem no braço.

Não seria diferente em "Os Vingadores - The Avengers", que marca o fim da primeira e vitoriosa fase da Marvel no cinema reunindo seus maiores heróis contra um inimigo que, sozinhos, eles não conseguiriam enfrentar.

Em teoria, a ideia de juntar tantos heróis em um só filme é sensacional; na prática, é um esforço fenomenal para encontrar uma dinâmica que funcione bem no cinema, dando espaço para cada personagem e criando uma narrativa em que cada peça é tão importante quanto o todo.

O mesmo pode ser dito do lado de cá das câmeras: diversas produções no cinema e na TV com grandes elencos e grandes egos criavam um clima belicoso no set.

Batman e Robin – ou Adam West e Burt Ward – nem trocavam olhares na cult série (1966-1968); recentemente, o elenco de "Glee" fechou o tempo contra a “diva” Lea Michelle.

Por outro lado, George Clooney e cia. se divertem tanto quanto a plateia em "Onze Homens e um Segredo" e suas continuações  e os atores de "O Sucesso a Qualquer Preço" apareciam no set do filme de James Foley mesmo quando não tinham de trabalhar, só para ver os colegas em ação.

"Os Vingadores - The Avengers", felizmente, caiu nesta segunda categoria: apesar dos grandes nomes envolvidos, as filmagens seguiram de maneira harmoniosa, com Robert Downey Jr., Chris Evans e Jeremy Renner, ao lado dos outros companheiros, passando tempo juntos nas folgas.

“A filmagem foi espetacular porque todo mundo estava lá para apoiar o companheiro”, revela Kevin Feige, produtor do filme e presidente do Marvel Studios.
“A ideia sempre foi que essa camaradagem fosse refletida em cena.”
Collider
O presidente do Marvel Studios, Kevin Feige

Responsável por encontrar esse equilíbrio de ambos os lados da câmera, o diretor Joss Whedon pode ter pouca experiência como diretor de cinema, mas não é estranho em administrar grandes equipes.
“Foi basicamente o que eu fiz em meu trabalho na TV com 'Buffy, a Caça-Vampiros', e até num filme pequeno que rodei, uma adaptação de 'Muito Barulho por Nada', de Shakespeare”, explica.

“Em um filme assim, todo mundo precisa ter seu momento, e todo mundo precisa ser importante para a trama. Eu gosto de trabalhar assim, é meio que minha coisa. Talvez tenha sido por isso que me chamaram.”

De cara, Whedon teve de acalmar, se não um ego, mas uma personalidade forte: logo na primeira reunião para decidir o rumo do filme, o ator Robert Downey Jr. o chamou de lado e disse que com certeza Tony Stark tinha de guiar a trama.
“Tony Stark”, no caso, é o Homem de Ferro, que Downey interpretou no filme de 2008 e que ressuscitou sua carreira de forma espetacular.

Stark é o personagem mais famoso da equipe e seria comercialmente natural que o projeto se tornasse “Homem de Ferro e Seus Amigos”.
Os números não mentem:  os dois filmes do herói da armadura vermelha e dourada renderam US$ 1,2 bilhão – mais que a bilheteria combinada dos três outros filmes oficiais da Marvel - "O Incrível Hulk", "Thor" e "Capitão América: O Primeiro Vingador".

O plano de Whedon, por outro lado, era fazer do Capitão América o foco da narrativa.
“Como ele é o peixe fora d’água, o homem fora de seu tempo, achei que seria interessante conduzir este novo mundo por seus olhos”, explica o diretor.
“Mas seria um erro. O mais interessante em criar um filme assim é dar espaço a cada um e deixar que o texto dê a eles a chance de brilhar.”

"Os Vingadores - The Avengers" nem é a primeira vez que Joss se viu com este dilema: quando ele lançou a série "Astonishing X-Men" nos quadrinhos, o caminho óbvio era centrar a trama em Wolverine - de longe o mutante mais famoso da Marvel - e correr para o abraço.
Na prática, o primeiro arco deu mais espaço a Colossus, personagem que inclusive se acreditava estar morto nos gibis e foi trazido de volta por Whedon.
Collider
O diretor de "Os Vingadores - The Avengers", Joss Whedon

Embora Joss Whedon tenha sido o diretor ideal para dar rumo ao desafio de concretizar "Os Vingadores - The Avengers" no cinema, a ideia já circulava na cabeça de Kevin Feige pelo menos desde 2006.

Foi o ano em que ele se preparava para assumir a presidência do Marvel Studios, que dois anos antes tinha conseguido levantar mais de US$ 500 milhões na forma de financiamento para trazer seus personagens para o cinema de forma independente – os direitos cinematográficos dos "X-Men", por exemplo, são da Fox; o "Homem-Aranha" é propriedade da Sony.

O acordo inicial da Marvel previa dez filmes em oito anos, envolvendo super-heróis como Pantera Negra, Capitão América, Homem-Formiga e Doutor Estranho.

Quando Feige assumiu a presidência da Marvel em 2007, os direitos de Hulk e Thor haviam revertido de volta para a empresa, e o longa do Homem de Ferro já estava engatilhado.

“Na época eu sabia que os personagens principais de 'Os Vingadores' estavam em nossas mãos”, lembra Feige.
“Mas juntar todos em um filme só parecia impossível.”

“Além de todo mundo ter de estar com a agenda livre, é complicado segurar a pressão dos dois lados”, confessa Feige.
“Não queríamos um filme com um protagonista e vários coadjuvantes e não queríamos atores mais preocupados com seu nome no cartaz do que com o grupo. Conseguimos o melhor dos dois mundos.”

Chris Evans, intérprete do Capitão América, resume o espírito de equipe que contagiou o elenco:
“Eu olhava para um lado e via Robert como o Homem de Ferro; olhava para o outro e estava Chris empunhando o martelo do Thor. Posso dizer que foi um trabalho que me deixava com um sorriso estampado no rosto”.

“Era como Onze Homens e Um Segredo”, brinca Feige.
“O mais difícil é juntar todo mundo no mesmo lugar. Depois, é só deixar a coisa rolar.”

Talvez por isso que, logo depois da pré-estreia do filme em Los Angeles, com menos de um mês da estreia oficial da aventura, todo o elenco deixou a festa no cinema El Capitán e seguiu para o estúdio a fim de filmar mais uma cena misteriosa do longa.

O movimento, denunciado na manhã seguinte por Robert Downey Jr. durante entrevista coletiva do filme, foi prontamente negado por Joss Whedon e por Kevin Feige – eles se reuniram, sim, mas não para filmar uma nova cena, e sim para reparar outra.

“A gente fez algo novo, sim”, dispara Mark Ruffalo, que interpreta Bruce Banner e seu alter-ego, o Hulk.
“Só confesso que não faço a mínima ideia de que forma ela será encaixada no filme.”
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Matéria do jornalista brasileiro que mais entende de super-heróis - Roberto Sadovski -  para o UOL em Los Angeles

'OS VINGADORES - THE AVENGERS': CONFIRA ENTREVISTA COM SCARLETT JOHANSSON, A VIÚVA NEGRA DO LONGA


Ela falou pouco, mas deixou sua marca em "Homem de Ferro 2".

Em "Os Vingadores - The Avengers", a superespiã Viúva Negra deixa os bastidores e passa a ser integral à trama, que revela um pouco mais de seu passado e dá mais camadas para o público conhecê-la melhor.

A atriz acima da média Scarlett Johansson é quem mais uma vez empresta voz e corpo à heroína, e o fez roubando a personagem para si.

A estrela concedeu uma entrevista ao jornalista que mais entende de HQs no Brasil, Roberto Sadovski, do UOL, em Los Angeles, que você confere abaixo.
Divulgação - Marvel Films
Scarlett Johannson como a Viúva Negra, em cena de "Os Vingadores - The Avengers"

UOL - Você estava preparada para o tamanho de "Os Vingadores - The Avengers"?
Scarlett Johansson - Quando você lê, é como qualquer outro roteiro de um filme de ação grandioso, você pensa “isso vai ser muito legal” e fica empolgado com as possibilidades. Mas daí você está no set, embaixo de cinco pés de água parada, congelando, sua pele literalmente descolando dos ossos, uma hora dentro de um tanque por sete dias, e a ficha cai. A única coisa que eu pensava nestes momentos era “como isso é possível?” [risos]. É trabalho duríssimo, e o compromisso se estende por vários filmes.

As cenas de ação eram as mais complicadas?
Elas nunca parecem que serão. No papel, uma cena de ação pode ocupar, sei lá, um oitavo da página e, quando você percebe, está filmando aquilo por uma semana. Resumindo: não dá para prever o tamanho de algo como "Os Vingadores", mas todo o elenco sabia quando assinou na linha pontilhada que faríamos algo que daria certo ou daria muito, muito errado.

Como você vê seu trabalho como a Viúva Negra recompensado depois de "Os Vingadores - The Avengers"?
Talvez com um prêmio da Academia? [risos]. A Marvel tem seus planos, não sei se eles incluem de imediato um filme para ela. Tudo é possível, mas seria um filme de espionagem bacana.

Dividir a cena com tanta gente foi complicado?
Não, até porque é bem equilibrado. Mas eu me dei conta quando estávamos filmando que muitas cenas são rodadas bem longe do resto do elenco, sabe? Cada personagem tem sua própria trama para seguir, mesmo que ela se mescle com a de outros. Mas você nunca se dá conta, até ver o filme pronto, que existe mesmo uma base para cada personagem, e o caminho de cada um enriquece o do outro. O que é impossível de perceber durante a produção.

É difícil fazer um filme em que você tem milhões de olhos em cima o tempo todo?
Isso soa horrível! [risos]. Eu sei que os fãs tem opiniões muito particulares, mas o único par de olhos que importava no momento era o de Joss [Whedon, o diretor do longa]. A verdade é que todos fazemos isso, seja com personagens literários ou quando um filme ganha uma nova versão – eu e você temos nossa opinião de como ele deve ser representado. O mais importante quando você faz um personagem assim é fazê-lo com convicção, deixar claro que é a sua interpretação de um determinado personagem. Você tem de ser seu dono, você faz sua escolha e a mantém até o fim. É isso o que os fãs respeitam.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A SEMANA NA TV


Confira o que você vai ler nessa postagem:


AUDIÊNCIAS DA SEMANA: RATINHO PASSA RECORD, DOMINGO VOLTA A SER DISPUTADO, E TV PAGA GANHA ASSINANTES
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'MAD MEN' VOLTOU!
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'KUNG FU' VOLTA A SER EXIBIDA EM MAIO NO TCM
QUINTA TEMPORADA DE 'GOSSIP GIRL' TAMBÉM ESTREOU POR AQUI
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RECORD CUTUCA GLOBO E OS PROBLEMAS POLICIAIS DO 'BBB 12' NA CHAMADA DE 'A FAZENDA 5'
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POR CAUSA DE SÉRIE AMERICANA, DIVA SÔNIA BRAGA NÃO FARÁ VERSÃO PORTUGUESA DE 'DANCIN' DAYS'
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'THUNDERCATS' VOLTA REPAGINADO AO CARTOON
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PARA PROMOVER DVD E BLU-RAY DA PRIMEIRA TEMPORADA, TRONO DE FERRO DE 'GAME OF THRONES' ESTÁ EM SP
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E POR FALARMOS EM HBO...
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HEBE VOLTOU! - CONFIRA ENTREVISTA
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Agora leia!

AUDIÊNCIAS DA SEMANA: RATINHO PASSA RECORD, DOMINGO VOLTA A SER DISPUTADO, E TV PAGA GANHA ASSINANTES

Quem achava que o apresentador Ratinho já era deve rever sua opinião: em 2012, o apresentador voltou a conquistar a vice-liderança para o SBT e se tornou uma nova e inesperada dor de cabeça para a Record na disputa pela audiência do horário nobre.

Ratinho tem registrado boas médias e mantido em vários dias o segundo lugar isolado na Grande São Paulo --derrotando a reprise da novela "Vidas Opostas", da Record.

Na quarta (18), por exemplo, o "Programa do Ratinho" chegou a cravar 8,6 pontos de média, recorde do ano, deixando a Record em terceiro.
Divulgação - SBT
O apresentador Ratinho

Por outro lado, o domingo à noite se transformou na faixa horária mais disputada e equilibrada da TV aberta brasileira, e a que registra as menores diferenças de ibope entre as maiores emissoras.

No domingo (22), o 'Fantástico' manteve a liderança em todo seu horário, com 17 pontos - cada ponto vale por 60 mil domicílios na Grande SP.

Em segundo lugar, não muito longe, ficou a Record, com 13 pontos, mas seguida de perto pelo "Pânico", que marcou 10 pontos para a Band.

O SBT também veio 'coladinho' na sequência - com 9 pontos.

Nas últimas semanas, com a estreia do "Pânico", a Record também vem se aproximando cada vez mais da revista dominical a Globo.

Em nenhum outro horário da semana ocorre uma diferença tão pequena entre as quatro maiores emissoras abertas e a expectativa é que isso se aprofunde a partir de 13 de maio, quando também estreará o novo programa humorístico de Rafinha Bastos na RedeTV!

A semana termina por boas notícias para o setor de TV por assinatura, que cresceu 7,31 por cento no primeiro trimestre, com acréscimo de 931,4 mil novas assinaturas no período, informou agora a pouco a Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel.

Em março, foram adicionadas 355,9 mil assinaturas, registrando crescimento sobre fevereiro de 2,67 por cento - em 12 meses, foram 3,3 milhões de novas adições.

Atualmente 45,13 milhões de habitantes têm acesso a TV paga em casa, de acordo com a agência, citando dados do IBGE de 3,3 pessoas por domicílio.

Os serviços prestados via satélite totalizaram 56,6 por cento da base de assinantes, enquanto os serviços via cabo são responsáveis por 41,8 por cento.

No primeiro trimestre, a NET e Embratel possuíam 7,45 milhões de assinantes, a Sky/Directv tinha 4,13 milhões, a Vivo TV - ex-Telefônica - somou 691,7 mil, e a Oi totalizou 395,5 mil assinantes - segundo a Anatel.

'MAD MEN' VOLTOU!

A quinta temporada de "Mad Men" estreou no último dia 23 no Brasil, no canal HBO - nos EUA, o drama voltou à TV no último mês com um episódio duplo e teve recorde de audiência.

O capítulo "A Little Kiss", de duas horas de duração, transmitido no dia 25 de março, atingiu 3,5 milhões de espectadores, 21% a mais que o primeiro episódio da quarta temporada.

Ambientada na Nova York dos anos 60, "Mad Men" acompanha a vida dos implacáveis e competitivos homens e mulheres que trabalham em uma agência de publicidade na Madison Avenue, um mundo movido pelo ego, onde seus personagens se dedicam à arte de vender.
Divulgação
Ken Cosgrove - Aaron Staton -, Pete Campbell - Vincent Kartheiser -, Harry Crane - Rich Sommer - e Stan Rizzo - Jay R. Ferguson - em imagem da 5ª temporada de Mad Men

A nova temporada começou com uma surpresa para Don - Jon Hamm -, enquanto Pete - Vincent Kartheiser - e Roger - John Slattery - estão em conflito e Joan - Christina Hendricks - tem problemas com um hóspede.

Don segue dando as cartas no trabalho e no quarto, mas precisa lutar para estar à frente dos tempos que mudam muito rapidamente e dos jovens executivos.

Mathew Weiner - criador e showrunner de "Mad Men" - tem uma explicação interessante para a demora de um ano e meio entre a quarta e a quinta temporadas da série: "A AMC (canal da TV paga norte americana que co-produz e exibe 'Mad Men' nos EUA e no Canadá) tinha títulos novos em excesso no seu calendário de meio de ano”, diz, em uma movimentada manhã no coração de Beverly Hills.
“Decidimos de comum acordo esperar seis meses para poder lançar a quinta temporada num período mais tranquilo".

Então todas aquelas histórias de quererem cortar os orçamentos, diminuir os cachês dos atores, etc, não eram verdadeiras? 

Weiner, que fala a mil por hora sempre, faz uma pequena pausa.
"Como todo canal, eles estão sempre pensando em modos de melhor monetizar um título” responde, medindo as palavras. 
“Havia a ideia de incluir mais intervalos comerciais, mais anúncios… e eu sempre fui contra. Meu papel é defender o projeto, o deles é procurar alternativas financeiras".

No final, venceu a série:  mesmo com a demora, cada episódio continua custando entre 2 e 3 milhões de dólares, mas, com uma verdadeira tempestade de prêmios em sua história – inclusive quatro Emmys para cada uma de suas quatro temporadas anteriores – "Mad Men" tem força mais que suficiente para enfrentar estes percalços de percurso.

"Para mim o importante é manter a série neste equilíbrio delicado, entre o grande panorama da história e da sociedade norte-americana dos anos 1960 e a intimidade das vidas dessas pessoas que, para mim, são o foco primordial de tudo", diz Weiner. "Quero que o espectador se sinta junto deles, sentindo como as pessoas viviam as vidas naquela época, de dentro para fora. A autenticidade da reconstrução da época é fundamental, mas a emoção é tudo".
Divulgação
O elenco da quinta temporada de "Mad Men"

A quinta temporada abre no início do verão norte-americano de 1966 com uma passeata pelos direitos civis em plena Madison Avenue.

O evento – inspirado em fatos reais – terá repercussões na trama da temporada, mas tão importante quanto suas repercussões são os dramas domésticos de Don e companhia.

"Don está fazendo 40 anos. Isso, nos anos 1960, era um marco importante e um pouco pesado para um homem, era mais que a maturidade, era o início da velhice", diz Hamm que, nesta temporada, além de ator é co-produtor e diretor de alguns episódios. "Ele está passando por mudanças interiores profundas. Suas metas mudaram: ele agora está focado em ser feliz ou pelo menos tentar ser feliz. E monógamo… a monogamia é definitivamente uma de suas metas, nesse momento".

Don está casado de novo – com a jovem ex-secretária Megan - Jessica Paré -, o que também será causa de muitos conflitos na temporada – mas a ex Betty - January Jones - ainda é muito presente em sua vida.

"Ela foi muito demonizada nas outras temporadas, mas acho que, agora, as pessoas vão começar a entende-la melhor", diz Jones, que trabalhou na quinta temporada até o oitavo mês de gravidez de seu filho Xander, nascido em setembro do ano passado.
"Eu defendo Betty completamente, não poderia interpretá-la de outro modo. As pessoas só vêem um lado dela. Quando Betty teve os casos dela muitos homens me diziam: “Que vergonha! Como você faz uma coisa dessas?! E eu respondia: “Você tem visto a serie? O Don tá comendo tudo o que passa pela frente dele! Por que você me condena?".

Numa trajetória semelhante à de Don Draper, mas caminhando em outra direção, está Peter Campbell - Vincent Kartheiser: ele representa a nova geração da agência, que se tornará mais poderosa à medida que a década avança e a sociedade muda radicalmente. 

“Tudo aponta para o trabalho e para a ambição profissional”, diz Kartheiser.
"A meta de Pete é achar um lugar no mundo do trabalho que seja seu reino, seu domínio. Tudo mais é secundário. Além disso, Pete está casado, com um filho pequeno. A mulher dele vem de uma família rica e espera muito do casamento. A pressão em cima de Pete vai ser enorme".

"Os anos 1960 são um período fascinante e único", diz Weiner.
"Tudo neles é sobre mudança. E agora chegamos ao momento em que as mudanças são inevitáveis, como uma avalanche. Mas o que mais me interessa é o quanto elas vão repercutir na escala menor da vida de cada um dos personagens", conclui.

'KUNG FU' VOLTA A SER EXIBIDA EM MAIO NO TCM

"Kung Fu", série que teve três temporadas e foi exibida de 1973 a 1975, volta a ser exibida em maio pelo canal  TCM.

Ambientada no velho oeste americano, a série, que catapultou o ator David Carradine ao estrelato, mostra as aventuras de Kwai Chang Caine, órfão filho de um homem americano e de uma mulher chinesa que, após a morte do avô materno, acaba sendo aceito em um monastério Shaolin, onde se torna monge e perito em artes marciais.

Quando seu mestre é assassinado pelo sobrinho do imperador chinês, Caine perde o controle e mata o jovem.

O resultado é que ele se torna procurado pelo Império, com um prêmio por sua cabeça – fazendo-o mudar-se para os Estados Unidos, terra de seu pai.
Divulgação
David Carradine, em cena da série dos 70 "Kung Fu"

Em busca de suas raízes e também de seu meio-irmão, Danny, o monge inicia uma jornada solitária pelo selvagem território do Oeste americano.

Foi o papel de Caine que levou Quentin Tarantino a escolher Carradine como o vilão de "Kill Bill" (2003), sua homenagem aos filmes de artes marciais dos anos 1970.

O ator morreu em 2009, em Bangcoc, na Tailândia, em circunstâncias estranhas: foi encontrado enforcado no closet de seu quarto de hotel.

A série teve no total 60 capítulos,  foi premiada com vários Emmys e estreia no TCM no dia 20 de maio, às 22h, exibida às terças e quintas-feiras, às 19h, e também aos sábados e domingos, às 13h.

QUINTA TEMPORADA DE 'GOSSIP GIRL' TAMBÉM ESTREOU POR AQUI

"Gossip Girl" está de volta com a receita de sempre: uma combinação de festas, álcool, roupas de grife e doses cavalares de armações e intrigas.

A quinta temporada da série, que estreou na terça (24) no canal Glitz*, começa mostrando as férias de verão dos ricos jovens do Upper East Side nova-iorquino.
Divulgação
Blair - Leighton Meester, à esquerda - e Serena - Blake Lively - em cena da quinta temporada de "Gossip Girls"

Serena - Blake Lively -, Chuck - Ed Westwick - e Nate - Chace Crawford - passam uma temporada em Hollywood e na terra onde - segundo Serena - todos se reinventam, o trio tenta mudar de ares.

Ela quer virar uma moça trabalhadora e ficar longe de encrencas.

Já Chuck quer botar em prática uma nova filosofia de vida para se esquecer de Blair - Leighton Meester - e Nate, drástico, resolve assumir outra identidade.

Enquanto isso, em Nova York, Blair está às voltas com seu casamento real e sua única companhia na cidade é Dan - Penn Badgley -, que continua apaixonado por ela.

O primeiro episódio revela ainda quem é a dona do teste de gravidez positivo que havia aparecido na quarta temporada - tudo, é claro, sob os olhos atentos da garota do blog que dá nome à série.

RECORD CUTUCA GLOBO E OS PROBLEMAS POLICIAIS DO 'BBB 12' NA CHAMADA DE 'A FAZENDA 5'

Durante capítulode ontem da novela “Máscaras”, , a Record veiculou um teaser de “A Fazenda 5” com todos os animais da sua abertura,  mas com um carro de polícia correndo atrás do robozinho símbolo do “Big Brother Brasil”.

O filme tem 31 segundos e é um trabalho do Depto de Criação Visual da própria emissora.

Assista:

A Globo ainda não se manifestou, mas fontes da emissora dizem que o caso já está sob os cuidados do seu departamento jurídico.

Eu gostei, é bem feito e bem humorado.

POR CAUSA DE SÉRIE AMERICANA, DIVA SÔNIA BRAGA NÃO FARÁ VERSÃO PORTUGUESA DE 'DANCIN' DAYS'

A Diva Sônia Braga, apesar de muito animada com o convite da Globo e da emissora portuguesa SIC, não poderá participar da versão portuguesa da novela "Dancin' Days", porquê acabou de assinar contrato para protagonizar uma nova série para a TV americana e será difícil conciliar os dois projetos.
AgNews
A Diva brasileira Sônia Braga

Em "Meddling Mom" - mamãe dominadora, em inglês - ela será Carmem Vega, uma mãe que vive infernizando a vida da família.

Para se livrar das intromissões dela, os parentes resolvem lhe arranjar um marido.

A produção começará a ser filmada no mês que vem e tem estreia prevista para maio de 2013 e no elenco, estará também Tony Plana - de "Família Soprano".

'THUNDERCATS' VOLTA REPAGINADO AO CARTOON

Em 30 de abril, a série animada "Thundercats", sucesso nos ano 80 e 90, volta à telinha repaginada.

Voltaremos a curtir as aventuras de Lion-O, Panthro, Tygra, a Espada Justiceira - está tudo lá - mas, na nova versão, Thundera é um próspero reino do Terceiro Mundo, dominado pelos gatos depois de séculos de batalhas contra os lagartos.

Lion-O é o líder de um grupo de sobreviventes de um ataque das tropas inimigas de Thundera, controlado pelo general dos lagartos conhecido como Escamoso e pelo mago Mumm-Ra.
Divulgação - Cartoon Network
Os novos "Thundercats"

De posse da Espada Justiceira, os fugitivos buscam o Livro dos Presságios, artefato místico que lhes permitirá derrotar os poderes de Mumm-Ra.

Outra diferença é que, agora, Snarf, bicho de estimação do grupo, não fala - na versão original, ele tinha uma voz chatérrima.

Os traços do desenho também mudaram: agora lembram animes, os desenhos animados japoneses.

"THUNDERCATS"
Onde: Cartoon Network
Quando: a partir de 30 de abril
Dias e Horários: De segunda a sexta, às 17h30

PARA PROMOVER DVD E BLU-RAY DA PRIMEIRA TEMPORADA, TRONO DE FERRO DE 'GAME OF THRONES' ESTÁ EM SP

Quem assiste a "Game of Thrones" e já sonhou em sentar no Trono de Ferro vai poder realizar seu sonho em São Paulo.

Réplicas da poltrona real estão em exibição em algumas livrarias de São Paulo até maio, em uma ação para o lançamento em DVD e Blu-ray da primeira temporada da série da HBO.
Divulgação - HBO
Réplica do Trono de Ferro do seriado "Game of Thrones", que está em exibição em livrarias de São Paulo até maio

Os fãs poderão tirar fotos sentados no trono e concorrer aos boxes.

Vai dar sua sentadinha também!

E POR FALARMOS EM HBO...

A HBO é famosa pela qualidade de suas séries.

"Família Soprano", "Sex and the City" e "A Sete Palmos" entram fácil na lista das melhores produções dos últimos dez ou quinze anos e, atualmente, "Game of Thrones" e "True Blood" fazem a delícia dos assinantes do canal - e de seus acionistas do Grupo Time Warner.

São programas muito diferentes entre si, mas que têm algo em comum: roteiros movimentados, ritmo ágil e cenas ousadas de sexo e/ou violência, um estilo de fazer TV que ganhou muitos Emmys e atraiu muitos seguidores.

Mas nem todas as séries exibidas pela emissora no Brasil são produções próprias: "The Big C", cuja segunda temporada terminou por aqui há pouco mais de uma semana, é de sua arquirrival nos EUA, o canal Showtime - de lá também vem "House of Lies" cujo primeiríssimo episódio foi ao ar pela HBO brasileira na segunda passada.

A assinatura pode não ser dela, mas a influência da HBO é nítida nesta comédia sarcástica: estrelada por Don Cheadle, "House of Lies" foca num consultor de gestão amoral e cheio de problemas pessoais e onde sua maior rival nos negócios é sua ex-mulher, seu filho de oito anos gosta de se vestir de menina e ele não tem o menor prurido em engabelar seus clientes bilionários.

A câmera é nervosa, hiper-ativa, e a todo momento a ação literalmente congela para o protagonista quebrar a quarta parede e se dirigir ao espectador, um recurso manjado em versão moderninha, que funcionou bem na estreia mas pode cansar a curtíssimo prazo. 

O mesmo pode ser dito das cenas de nudez.
Divulgação
O logo do canal HBO

O contraste foi enorme com o programa que passou imediatamente antes: nada menos do que o primeiro capítulo da quinta temporada de "Mad Men", série mais premiada dos dias de hoje é exibida nos Estados Unidos pelo AMC - um canal "low profile" que, de uns anos para cá, recheou sua grade de títulos badalados como "Breaking Bad" e "The Walking Dead".

"Mad Men" pode até fazer parte da programação da HBO no Brasil, mas foge com galhardia do figurino consagrado pela emissora, já que a produção é requintada, mas o ritmo nada tem de frenético e em muitas vezes parece que não está acontecendo nada, ou quase nada.

Foi o caso do episódio de estréia: reencontramos os principais personagens do programa, a quem não víamos há quase um ano e meio, mas o único acontecimento realmente digno de nota foi a secretária Megan - a lindíssima Jessica Paré -começar a perceber que seu casamento com o patrão Don Draper - Jon Hamm - talvez tenha sido precipitado.

Isto não a impediu de estrelar um dos momentos mais icônicos até agora da TV em 2012: Megan derreteu corações dos dois lados da tela com sua interpretação ultra-sexy de "Zou Bisou Bisou", um antigo sucesso de Sophia Loren que andava completamente esquecido - só não convenceu o maridão.

Os fãs da série defendem ardorosamente o fogo brando que o criador Matt Wiener impôs a "Mad Men" - é mais parecido com a vida real do que a montanha-russa de um "Boardwalk Empire", por exemplo.

HEBE VOLTOU! - CONFIRA ENTREVISTA

A Diva das Divas da TV brasileira Hebe Camargo retomou, na tarde da segunda (23), as gravações de seu programa na RedeTV!, gravando dois programas.

Hebe estava afastada desde março por causa de uma cirurgia de emergência para retirar um tumor no intestino.

A atração contou com uma apresentação especial da apresentadora com Sérgio Reis - acompanhados pela Orquestra Paulistana de Viola Caipira, eles cantaram, ao vivo, "Panela Velha", repetindo o dueto executado quando os dois artistas estavam internados no Hospital Sírio Libanês e saíram pelos corredores, entrando nos quartos e cantando para os pacientes.

"Nós fomos despedidos do hospital (risos). A gente começou a entrar nos quartos cantando 'Panela Velha' para os doentes. Foi muito gostoso, divertido, a gente levou tanta alegria para aquelas pessoas".

Reis estava lá para realizar exames em razão de um tombo que levara do palco uma semana antes e complementou: "Nós estávamos com os braços todos furados, com soro, eu de cadeira de rodas e entrando de quarto em quarto".

Na gravação, a apresentadora fez também um agradecimento especial ao cirurgião Antonio Luiz de Vasconcelos Macedo, que a operou e estava na plateia.
"Meu anjo da guarda está aqui. Eu devo a minha vida a ele".

Hebe encerrou o programa cantando 'Tocando em Frente', acompanhada de seus convidados.
"Eu não tenho palavras para agradecer a presença de todos vocês", emocionou-se a apresentadora, que deu uma ótima entrevista à colunista Keila Ginenez, da Folha, e que foi publicada hoje.
Folhapress
A Estrela da TV na gravação de segunda
"Quero mais é trabalhar, viver, viajar, ver meus amigos", diz ela à Folha.
"Não sinto ter a idade que tenho. Sinto ter 52, 53 anos", brinca, gargalhando. "
Tenho meu público fiel, que não me abandona. Tenho as pessoas queridas que sempre me cercam. Para que vou querer ficar quietinha no meu canto?"

Em 11 de março, foi internada no hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde passou por uma cirurgia para a remoção de um tumor que causava obstrução intestinal.

"Recebi tanto carinho, tantas flores e telefonemas...", conta ela. 
"O pessoal da Record foi muito carinhoso comigo, parecia que eu era funcionária deles."

Mas ela não pensa em trocar de emissora: está contente na RedeTV!, onde diz ser tratada como rainha.
"Estou muito feliz lá. O duro é que andaram vendendo muitos horários para os pastores, isso atrapalha a audiência", comenta.

Confira a íntegra da entrevista:

Folha - Como você está?
Hebe Camargo - Estou ótima. Gravei dois programas ontem [segunda, dia 23]. Quando olho a plateia, não sei explicar, me dá uma alegria, uma vontade de viver. Posso estar capenga. Mas, quando entro no ar, não sinto dor nem cansaço, tudo passa.

Como você descobriu que o câncer havia voltado?
Comecei a sentir uma dorzinha na barriga, que estava um pouco inchada. Quando a dor aumentou, fui ao hospital e logo fizemos exames, tomografia... Quando vi, já está sendo operada.

Mas os médicos falaram o que estava acontecendo?
Na hora, não. Falaram com o Cláudio [Tessuti, sobrinho de Hebe]. Percebi que era coisa séria porque fui para a cirurgia. Mas não sabia direito o que estava acontecendo. Logo fiquei grogue. Adoro aquilo que a gente toma antes de operar, como chama?

Anestesia?
É... Anestesia. Se me anestesiar, pode fazer o que quiser comigo. Só não posso acordar grávida [risos]. Isso não. [risos]. Grávida, só se for do Roberto [Carlos, o cantor].

Você é daquelas pacientes que gostam de saber de tudo?
Mais ou menos. Gosto de saber o que tenho. Não quero ser enrolada. Mas não sou de ficar perguntando muito.

Não deu medo de morrer?
Vi a entrevista da Beth Lago na Record [que está enfrentando um câncer] e ela só falava: "Será que eu vou morrer?". Não penso nisso. Não tenho medo de morrer, tenho peninha. Peninha de deixar as pessoas que o amo e essa vida tão boa que tenho. Encaro a doença com força.

Como Reynaldo Gianecchini?
Sim. Acho que eu e ele temos muito em comum na maneira de enfrentar tudo isso. Eu e Gianecchini só pensamos em vida, não em morte. Acho que esse é o segredo.

O tumor era grande?
Não sei dizer o tamanho. Mas o corte é bem grande, viu? Acho que era do tamanho de um pastel. De um pastel do Mercadão [risos].

Mas o câncer mudou a maneira como você vê a vida?
Todo mundo fala que muda, né? Sabe que não mudei nada, nadinha com a doença. Eu sempre ri da vida, me diverti com tudo. Não dou mais importância à vida agora do que antes, não. A vida sempre foi importante para mim.

Mas você está com algumas restrições médicas?
Agora não. Estou liberada para trabalhar, comer e até beber. Posso beber meu vinho, dois, três, quatro, sete copos [risos]. Brincadeira.

Sentiu saudade de trabalhar?
Eu precisava descansar. Mas sinto falta do palco. Aquilo me dá energia de viver. E o carinho das pessoas é ótimo. Preciso do palco para viver. Se me tirar de lá, eu morro. É como o Silvio Santos.

Silvio Santos ligou para você?
Não. Mas ele é assim mesmo. É o jeito dele. Somos diferentes. Amamos a TV, mas eu gosto de aproveitar a vida. Ele não. Nas horas vagas, viajo, vejo meus amigos, me divirto. O Silvio vai no supermercado em Miami.

Soube que você fez a maior bagunça no hospital...
Encontrei o Sérgio Reis lá e saímos cantando "Panela Velha" aos pacientes [risos]. Quase fomos expulsos [risos].

E o seu cabelo, já cresceu?
Tá crescendo. Tenho de usar peruca um tempo. Mas isso não tem problema. Cabelo cresce tudo de novo. Ainda mais o meu. Sou cabeluda. Sempre fui. Em todas as partes do corpo [risos].

Você está curada?
O médico disse que está tudo limpinho lá dentro. Mas essa doença é fogo, né? Ela volta, em outros lugares. Mas não penso nisso. Pensar atrai. Vamos falar de outra coisa?

"HEBE"
Onde: Rede TV!
Quando: Terças
Horário: 22h30

*****
Até +!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

'OS VINGADORES - THE AVENGERS': SAIBA TUDO SOBRE OS PERSONAGENS


Está ansioso para assistir a "Os Vingadores - The Avengers"?

Eu já vi, mas a pedido da Disney, só posso falar sobre a partir de sexta-feira, dia 27, quando o longa estreia por aqui.

Enquanto isso, aproveite a galeria abaixo - feita pelo pessoal do Cineclick - e conheça todos os personagens que participam do longa, quais atores os interpretam e suas origens nas HQs.
Imagens: Divulgação - Marvel Films/Marvel Comics
NICK FURY

O Coronel Nicholas Joseph Fury é um ex-agente da CIA que atualmente ocupa o cargo de diretor de operações da S.H.I.E.L.D, agência de espionagem fundada pela ONU e financiada pelos países membros da OTAN.

O personagem foi criado em 1963 por Stan Lee e Jack Kirby e sua primeira aparição relevante no Universo Marvel foi na HQ "Fantastic Four Vol. 1 #21", datada de dezembro daquele ano.

Como o filme é baseado na série "Ultimate Marvel", Samuel L. Jackson foi escolhido para o papel, apesar do personagem ser originalmente branco.

PHIL COULSON

Um dos principais agentes da S.H.I.E.L.D., Coulson é subordinado direto de Nick Fury.

Sua primeira aparição no Universo Marvel foi no filme "Homem de Ferro" (2008).

Nos quadrinhos, a estreia do agente foi em 2010, em "Iron Man 2-Phil Coulson: Agent of S.H.I.E.L.D. #1".

O ator Clark Gregg é quem dá vida a Coulson e é famoso no Brasil por participações em séries de TV como "West Wing: Nos Bastidores do Poder" e "The New Adventures of Old Christine".

MARIA HILL

Responsável pelas áreas de defesa e inteligência da S.H.I.E.L.D, Maria Hill é de grande importância para o Universo Marvel, tanto que nos quadrinhos chega a substituir Nick Fury na liderança da agência após as Guerras Secretas, batalha em que os heróis utilizavam armamentos de alta tecnologia e que foi publicada nos quadrinhos entre fevereiro de 2004 e dezembro 2005.

Sua primeira aparição nas HQs foi exatamente neste período -  em "New Avengers #4".

Nas telonas, a personagem é interpretada por Cobie Smulders, conhecida por comédias e séries de televisão.

PEPPER POTTS

Interpretada pela bela e acima da média Gwyneth Paltrow, Pepper Potts aparece pela terceira vez nas telonas - sua primeira aparição foi em "Homem de Ferro" (2008), com Paltrow repetindo a personagem em "Homem de Ferro 2" (2010).

Nos quadrinhos, ela aparece em "Tales of Suspense #45"  também como secretária de Tony Stark, mas logo se envolve em um triângulo amoroso com Stark e seu motorista, Harold "Happy" Hogan.

No desenrolar da história, ela abandona o emprego e casa com Hogan, mas, após algum tempo, volta a aparecer nos quadrinhos bem próxima a Stark.

Nos filmes e nas HQs, Pepper é a única mulher por quem Stark realmente se apaixona.

EDWIN JARVIS

Personagem secundário dentro do Universo Marvel, o mordomo de Tony Stark, Jarvis, não chega a aparecer fisicamente no filme.

Nos filmes, ele é um poderoso computador "faz tudo" que tem uma poderosa voz, mas não uma voz qualquer: o consagrado ator Paul Bettany é quem a empresta ao personagem.

Nos quadrinhos, Jarvis aparece pela primeira vez em "Tales of Suspense #59", como um empregado dos Starks, cuidando de diversos membros da família ao longo do tempo.

Após alguns anos, ele passa a trabalhar para Tony Stark e os outros Vingadores, na mansão que o bilionário tem no coração de Nova York e que serve de quartel general para o super grupo.

GAVIÃO ARQUEIRO

Com uma história bem longa dentro do Universo Marvel, o Gavião Arqueiro é um humano que tem enorme habilidade com o arco e suas flechas - ele mesmo as produz, para os mais diversos tipos de uso.

Ele foi apresentado ao mundo em 1964, como um relutante vilão -  em "Tales of Suspense #57" -  e, já no ano seguinte, o personagem mudou de lado, passando a integrar a equipe dos Vingadores, após salvar Jarvis e a mãe de um grupo de assaltantes.

Durante sua estadia na equipe, o Gavião Arqueiro mantém um romance com a Feiticeira Escarlate, fato que não é bem visto pelo irmão da moça, o vingador QuickSilver.

No longa, o herói é vivido por Jeremy Renner, ator acima da média e que já tinha aparecido como o herói em uma pequena sequência de "Thor" (2011).

VIÚVA NEGRA

Assim como o Gavião Arqueiro, a Viúva Negra foi apresentada ao público como uma vilã - era uma espiã secreta do Serviço de Inteligência Soviético e surgiu como inimiga do Homem de Ferro -  em "Tales of Suspense #52".

Sob o nome original de Natalia Romanoff, ela se envolve com o Demolidor e, posteriormente, faz parte do Grupo dos Campeões - formado por Hércules, Motoqueiro Fantasma, Homem de Gelo e o Anjo.

Um pouco antes de se envolver neste grupo, Natalia tenta seduzir o Homem de Ferro e acaba entrando para a equipe dos Vingadores.

Nas telonas, a personagem é interpretada por Scarlett Johansson, que deixou seus belos cabelos loiros de lado para viver a sedutora heroína morena - no filme, ela é ruiva.

BRUCE BANNER

Criado por Stan Lee e Jack Kirby, Banner é o alter ego do Incrível Hulk.

O monstro verde foi criado após o cientista ser atingido por raios gama durante um teste militar.

Ele surgiu no Universo Marvel pela primeira vez em "The Incredible Hulk #1" (1962) e tinha a particularidade de se transformar na fera apenas durante a noite, algo parecido com a lenda do lobisomem.

Ao longo do tempo, os criadores chegaram ao acordo de que a transformação aconteceria toda vez que Banner ficasse nervoso - ficou mais parecido com a criatura do livro "Dr. Jekill and Mr. Hyde", de Robert L.Steveson.

Nas telonas, Hulk já foi interpretado nos filmes solo do personagem por Edward Norton e Eric Bana, mas em "Os Vingadores - The Avengers" será vivido por Mark Ruffalo - inclusive, nesse longa o Hulk tem o mesmo rosto de Ruffalo - confira na imagem acima.

CAPITÃO AMÉRICA

Um dos primeiros personagens da Marvel, o Capitão América inaugurou uma nova leva de heróis com temática patriota.

Ele apareceu pela primeira vez em "Captain America Comics #1" e, ao contrário da maioria dos heróis, nasceu já como a principal estrela de uma publicação.

Sua entrada para "Os Vingadores" é explicada no final do filme que leva seu nome, produzido em 2011 e Chris Evans continua no papel do herói, uma das peças centrais do longa do super grupo.

THOR

Inspirado no deus do trovão da mitologia nórdica, Thor foi criado por Stan Lee, Larry Lieber e Jack Kirby e sua primeira aparição foi em agosto de 1962, na HQ "Journey into Mystery #83".

Após descer à Terra, o herói forma a equipe original dos Vingadores, ao lado do Homem de Ferro, Homem Formiga, Vespa e Hulk.

Nas Hqs, e como castigo pela sua arrogância, seu pai Odin, o deus dos deuses, aprisiona Thor num corpo humano e fraco, o médico Donald Blake, que manca de uma perna e, por isso, caminha com a ajuda de uma bengala.

Só que basta a Blake bater a bengala no solo, para que esta vire o poderoso martelo Mijölnir, a mais poderosa arma dos deuses, e o médico se transforma em Thor, o deus do trovão.

Em 2011, Thor ganhou seu primeiro longa assinado pelo diretor Kenneth Branagh e estrelado pelo ator australiano Chris Hemsworth, que volta a viver o personagem em "Os Vingadores - The Avengers".

Nesse longa, ele foi exilado na Terra, perdeu seus poderes mas não virou Donald Blake.

LOKI

Também inspirado na mitologia nórdica - é irmão adotivo de Thor - Loki é malévolo, ardiloso e conhecido por suas trapaças.

Grande estrategista, foi responsável pela formação do super grupo Vingadores - afinal o grupo se uniu pela primeira vez para combatê-lo.

Principal rival de Thor, Loki também desperta a ira de outros heróis, como Capitão América e Homem de Ferro.

No longa que estreia na sexta (27), Loki será novamente interpretado por Tom Hiddleston, que já havia demonstrado de que era o ator certo para vive-lo, em "Thor" (2011).

Recentemente, Hiddleston participou de produções dos aclamados diretores Steven Spielberg - "Cavalo de Guerra" - e Woody Allen  - "Meia-Noite em Paris".

HOMEM DE FERRO

O cientista Tony Stark nunca teve problemas com o dinheiro.

Ainda jovem se tornou herdeiro de uma fortuna bilionária deixada por seu pai, Howard Stark - interpretado por Dominic Cooper no longa "Capitão América: O Primeiro Vingador" (2011).

Tony aparece pela primeira vez no Universo Marvel, em 1963, na HQ "Tales of Suspense #39", onde, durante a Guerra do Vietnã, ele tenta aumentar sua fortuna vendendo armas de guerra, mas acaba capturado por guerrilheiros.

Ferido, é obrigado a construir uma arma de destruição em massa, mas, ao invés disso, desenvolve em parceria com seu companheiro de cela - o professor Yin Se - uma armadura indestrutível que o ajuda a vencer os guerrilheiros e escapar com vida.

Com o passar do tempo, Stark foi aperfeiçoando seu invento, o que sempre é uma festa para quem lê as HQs do herói da armadura vermelha e dourada - afinal, sempre temos uma nova armadura mais legal que a anterior e com mais tecnologia para curtir.

No seu primeiro filme solo, a ação foi atualizada - Stark é capturado no Afeganistão e é lá que constrói sua primeira armadura.

Interpretado por Robert Downey Jr. nos dois longas solo e em "Os Vingadores - The Avengers", Stark é para mim o melhor herói de todos: prepotente, genial, bilionário e que usa seu intelecto para construir coisas bacanas e ajudar pessoas.

Downey Jr. deu show nos dois longas solo do herói, e repete a façanha no longa que estreia na sexta: Tony Stark tem a maioria das cenas como o grande destaque do super grupo, e suas falas são as melhores coisas do filme.

Por exemplo: Loki para Stark: "Eu tenho um exército" - Stark para Loki: "E eu, tenho o Hulk".

"Os Vingadores - The Avengers" estreia na sexta (27)