segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A SEMANA ILUSTRADA


Cardápio bem variado nessa semana!

Tem Neymar, Berlusconi, são-paulinos, Marta Suplicy, Carlos Lupi, Adriano e muito mais.

Confira:















DIVA DOS 'MUPPETS', MISS PIGGY DÁ DICAS PARA MULHERES APAIXONADAS EM LIVRO IMPERDÍVEL


Aproveitando a semana do lançamento do novo filme dos Muppets aqui no Brasil, quero comentar com vocês um livro delicioso de se ler.

Em Por Que os Homens Preferem as Divas, Miss Piggy, a porca fofa sempre apaixonada por Kermit, o Sapo, realiza um verdadeiro consultório sentimental, e com seu jeito  mais que direto e brincalhão, dá dicas certeiras para as mulheres que precisam de um empurrãozinho para melhorar sua vida amorosa.

Com muito bom humor, os conselhos certeiros realmente animam a mulherada, valorizando a importância de suas opiniões, gostos e sonhos.

É claro que ela dá uma segurada em algumas outras coisas e coloca todo mundo na linha.

E como Miss Piggy está com muita moral - por onde anda, Kermit fala da relação com ela - aproveita o espaço e fala um monte sobre alguns tipos de homens que não valorizam as encantadoras mulheres.

Por Que os Homens Preferem as Divas é para o público feminino que está cansado de ouvir desculpas esfarrapadas dos homens e de ler também dicas pobres e sem imaginação de outros livros.

Afinal, sedutora como nunca, Miss Piggy não só mostra como garante sucesso nas próximas escolhas da leitora apaixonada.

Imperdível.

Título:
Por que os Homens Preferem as Divas
Autor:
Miss Piggy
Editora:
Leya
Edição:
1
Ano:
2011
Idioma:
Português
Especificações:
Brochura | 144 páginas
Quanto:
R$16,90
Onde Comprar:
Cotação do Klau:

CONHEÇA ALGUNS TÍTULOS DA 'COLEÇÃO APLAUSO - PERFIL'


A Imprensa Oficial do Estado de São Paulo possuiu uma série de livros voltados para a memória nacional, especialmente a cultura. 

A Coleção Aplauso é dedicada exclusivamente a publicar biografias de atores, atrizes, cineastas, músicos, diretores e, também, roteiros de filmes nacionais.

No final de 2010, dentro da subdivisão Aplauso Perfil,  a editora lançou mais de 10 registros de nomes que fizeram a história do teatro brasileiro ou ainda fazem a história da televisão nacional.

Alguns podem ser vistos constantemente em telenovelas ou filmes, sempre marcando por suas atuações. 

Entrevistas pessoais revelam fatos da vida pessoal destes artistas, mostram o início de suas carreiras e contam as dificuldades pelas quais passaram até serem quem são.

Fotomontagem
Tonico Pereira, Laura Cardoso, Norma Blum, Marlene França e Tânia Alves são alguns dos homenageados
Tonico Pereira, Laura Cardoso, Norma Blum, Marlene França, Tânia Alves - alguns dos homenageados


Veja quais foram os títulos e os homenageados:


Conhecido do grande público por seus papéis no cinema, Tonico Pereira participou de diversas peças de teatro, além de suas atuações em programas de TV. 

Sua trajetória, de espectador a astro, é contada neste volume.

"Tânia Alves - Bonita Alves"
Cantora e atriz, Tânia Alves ficou famosas por seus papéis em novelas passadas no nordeste brasileiro. 
Apesar disso confundir muitas pessoas, ela é carioca, nascida e criada no Rio de Janeiro. Com formação musical, começou na dublagem, passou pelo teatro e chegou à televisão.

"Miguel Magno - O Pregrador de Peças"
A autora do livro, Andrea Bassit gravou com o ator Miguel Magno em 2006 histórias de sua vida para que fosse feito um especial comemorando seus 30 anos de carreira. 
Três anos depois ele morreu e o registrou transformou-se neste livro.

"Laura Cardoso - Contadora de Histórias"
Laura Cardoso é uma das lendas vivas da história da televisão brasileira, sendo constantemente requisitada para papéis em novelas, especiais e outros programas da TV. 
Ela fez parte do nascimento da televisão no Brasil e conta seu papel nestas memórias.

"Norma Blum - Muitas Vidas, Vida e Carreira de Norma Blum"
A atriz relembra momentos importantes de seus mais de 50 anos de carreira, juntamente com momentos difíceis de sua trajetória pessoal. 
O tempo em que teve trabalhar fora da área para sustentar os filhos é um dos mais complicados.

"Jece Valadão - Também Somos Irmãos"
Do início de carreira no cinema até o último trabalho na minissérie Filhos do Carnaval, Jesse Valadão ganha um retrato de todo seu trabalho e da criação do tipo que o marcaria por toda a carreira, o cafajeste.

"Paulo Hesse - A Vida Fez de Mim Um Livro e Eu Não Sei Ler"
Libertário, político, contestador e rebelde. 
Assim Eliana Pace descreve Paulo Hesse, seu biografado neste volume. 
Estimado profissional do teatro paulista, mantém sempre o bom humor. 
Ele mesmo escolheu o título do livro.

"Analy Alvarez - De Corpo e Alma"
Além de seus trabalhos mais marcantes, como a autoria das novelas As Pupilas do Senhor Reitor e Razão de Viver, a atriz Analy Alvarez também teve papel importante na direção do Sindicato dos Atores, na Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, na Apetesp e na TV Cultura.

"Haydée Bittencourt - Esplendor do Teatro"
Com memórias resgatadas por entrevistas pessoais e pesquisas no acervo pessoal da atriz Haydée Bittencourt
Com experiência internacional, atuou e dirigiu inúmeras peças e ajudou na formação de atores de diferentes gerações.

"Marlene França - Do Sertão da Bahia ao Clã Matarazzo"
Marlene França foi descoberta pelo crítico e diretor Alex Viany quando era menina pobre, filha de retirantes numa feira em Salvador e ganhou um papel importante, iniciando sua carreira.

"Dionísio Azevedo e Flora Geni - Uma Vida na Arte"
Conheça a trajetória de Dionísio Azevedo e Flora Geni, casal de atores que trabalhou em rádio, cinema, teatro e televisão - desde a inauguração da TV Tupi.
Dionísio teve seu auge na TV ao interpretar Salomão Hayalla, na primeira versão da novela O Astro.

COLEÇÃO APLAUSO - PERFIL
Quanto:
R$ 15,00 cada livro
Onde Comprar:
Cotação do Klau:

GÊNIO DA TV BRASILEIRA, BONI FINALMENTE LANÇA LIVRO DE MEMÓRIAS E DETONA "PÂNICO", "CQC" E "BIG BROTHER"


José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, por mais de trinta anos foi o todo poderoso da Rede Globo.

É considerado um dos fundadores da televisão brasileira moderna - ao lado do executivo Walter Clark  - e sob sua batuta decolaram telenovelas e programas de estrondoso sucesso.

Boni também arquitetou a matriz estratégica da Globo, integrando as áreas de produção, entretenimento e jornalismo, e teve papel fundamental no projeto de integração nacional da emissora.

Se hoje a Globo detém 45% da audiência e 72% do faturamento publicitário entre as TVs, deve grande parte disso a seu legado.

Boni precisou de 4 meses para colocar em mais de 400 páginas as suas memórias profissionais em O Livro do Boni, lançado na semana passada pela Editora Casa da Palavra.

Rafael Andrade/Folhapress
Boni, que esta lançando sua autobiografia, posa para fotos em seu escritório no bairro do Leblon
Boni, que está lançando sua autobiografia, posa para fotos em seu escritório no bairro do Leblon

Os capítulos iniciais dão conta de seus primeiros passos no universo da comunicação.

Ele conta que desde criança gostava de assistir televisão, inclusive a "chuvinha na tela" quando saía do ar.

Publicitário de mão cheia, criou slogans como o famoso "Varig, Varig... Varig!" e foi dono de gravadora, de produtora, passou por várias rádios e TVs até chegar na Globo.

É quando o livro esquenta.
Recheado de histórias de bastidores, Boni desfia suas glórias e angústias.

As idiossincrasias dos artistas que passaram pela casa.
O conturbado relacionamento com os governos (militares e pós militares).
Roberto Marinho em pessoa.

Dirigindo atualmente a TV Vanguarda - retransmissora da Globo na região do Vale do Paraíba, que fatura 80 milhões de dólares por ano e da qual é dono - Boni recebeu o repórter da Folha Morris Kachani em seu escritório no Baixo Leblon, no Rio de Janeiro, de onde se avista o mar nas janelas frontais, e o Cristo Redentor na parte de trás.

Pergunta - Como compara a televisão do seu tempo com a de hoje?
Boni - Acho que se perdeu muito do espírito artístico da coisa. A TV Globo teve três fases: a primeira, que é a minha, em que o artístico comandava a empresa. Depois a da Marluce onde o administrativo comandava. E hoje temos a fase do Octavio Florisbal, que pelo menos é mais saudável, onde é o comercial que comanda. No meu entender, a finalidade última da TV é artística, e não comercial, nem administrativa. A TV não pode obrigatoriamente estar a serviço do mercado.

As novelas estão em crise, perdendo audiência.
Antes havia uma densidade maior, os autores tinham a preocupação não só de entender problemas relativos à audiência, mas sim com o conteúdo: havia diálogos maiores, interpretação melhor, uma direção mais sofisticada, menos gritos. Obedecia-se aos mesmos princípios básicos do folhetim, mas era menos superficial.

O futuro estaria nas sitcoms?
A novela não se exauriu. O problema é que hoje há uma repetição exaustiva da fórmula. E se produz demais, desnecessariamente. Fica tudo com cara de minissérie. Quando a coisa se fecha e bate palma pro próprio umbigo, fica crítica. Já o sitcom, é muito difícil de acertar. É um gênero que a gente não domina. Não há nada mais difícil do que escrever comédia de situação.

A grade da Globo continua parecida com a que você criou há 40 anos.
Essa grade de hoje já foi pro espaço. O modelo de TV que a gente segue atualmente está exaurido. Vai existir por mais um tempo, mas, com internet e TV a cabo, é fundamental mudar. No futuro, ninguém vai ficar sentado esperando que a TV passe um programa. Serão modificações radicais.

Onde visualiza o futuro da comunicação?
Evidente que venho correndo pra internet. Especialmente aplicativos para dispositivos móveis onde se tem a possibilidade de acesso imediato e específico daquilo que você quer. Vejo que o futuro esta aí nos tabletes, smartphones e smart-TV. A TV não vai morrer, como continuou a existir o rádio. Mas precisa se reinventar.

E a publicidade?
O negócio do anúncio de 30 segundos morreu. Note que as garotas propaganda voltaram: outro dia vi Ana Maria Braga fazendo uma propaganda-reportagem que durou quatro minutos.

Que achou das Olimpíadas na Record?
Do ponto vista de audiência, não será importante. Mas do prestígio, sim. Uma emissora líder não pode perder essa transmissão.

Que acha de programas como o "Chaves"?
Eu não teria na Globo, mas pensando bem não acho que os Trapalhões sejam diferentes.

E Silvio Santos?
É o "Chaves", de novo você está me perguntando a mesma coisa.

E o "BBB"?
Também não acho que seja um programa, eu teria escondido, embora o Boninho faça o melhor "BBB" do mundo inteiro. Mas eu não quero ouvir aquele texto, em dois minutos tenho vontade de quebrar a TV.

E o "CQC"?
Eles gritam muito, se "paniqueirizaram". Quando criticam, tudo bem. Mas quando agridem, não. Tinha tudo pra ser um programa perfeito. O que tenho mais horror hoje na TV é o grito, como no "Pânico". Sou inocente! Por que estão gritando comigo?

E do que você gosta?
Notícias, jornalismo. E "Mad Man", "House".

Como foi a relação da Globo com o governo militar?
Dr. Roberto ficou entre a cruz e a espada. Ideologicamente, sempre apoiou a economia de mercado. Gostou que os militares vieram para evitar o comunismo, venerava isso. Mas depois do AI-5, viu que aquilo ia demorar e ficou aflito. Passou de poderoso para ameaçado.

Por que você saiu da Globo?
Saí no auge do lucro, do controle orçamentário e da qualidade, porque saí não sei (risos).

Qual o lado b do Boni?
Eu triturei minha vida pessoal trabalhando para televisão. Assistia todas as gravações e depois do Jô ainda ia jantar. Das três famílias que tive, pelo menos duas botei no liquidificador. Minha parte pessoal sempre foi desequilibrada, não soube administrar com a mesma eficiência da televisão.

Título:
O Livro do Boni
Autor:
José Bonifácio de Oliveira Sobrinho
Editora:
Casa da Palavra
Edição:
1
Ano:
2011
Idioma:
Português
Especificações:
Brochura | 352 páginas
Quanto:
R$33,90
Onde Comprar:
 Livraria da Folha 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

'INQUIETOS' SÓ PROVA QUE QUANTO O TEMA É JUVENTUDE, GUS VAN SANT É MESTRE


Na melhor estreia nas telonas brasileiras desse final de semana, Inquietos, do diretor Gus Van Sant só prova, mais uma vez, que, quando o foco são os jovens e seus problemas, relacionamentos, dúvidas e incertezas, o diretor é um mestre.

Diferentemente do que demonstrou em Paranoid Park (2007) ou Garotos de Programa (1991),  temos aqui o foco sobre uma desesperada,intensa e bonita história de amor, que nos remete em parte à dupla Harold e Maude de Ensina-me a Viver (1971), mas atualizada com uma delicadeza que Van Sant consegue demonstrar muito bem.

O protagonista é o jovem Enoch - o belo, talentoso e acima da média Henry Hopper, filho de Dennis Hopper, aqui estreando no cinema - que, depois de sobreviver a um acidente que matou seus pais, vive em depressão  e encontra uma maneira especialíssima para lidar com a morte: torna-se penetra de funerais.

Divulgação
Mia Wasikowska e Henry hooper, em cena do filme: química mais que perfeita

E é justamente num velório que Enoch conhece sua alma gêmea, Annabel - Mia Wasikowska, protagonista de  Alice no País das Maravilhas  e também uma atriz acima da média - que tem outro tipo de relação com a morte - sofre de um câncer terminal e tem poucos meses de vida - mas decidiu que seus últimos dias serão cheios de alegria ao máximo.

A princípio relutante, Enoch torna-se o parceiro desta jornada.

Van Sant consegue um equilíbrio difícil ao introduzir um toque onírico num terceiro personagem, o fantasma Hiroshi Takahashi - Ryo Kase - , sempre vestindo uniforme de piloto kamikaze da Segunda Guerra Mundial.

Se logo se pode imaginar a verdadeira natureza do fantasma, nem por isso suas conversas com Enoch são menos saborosas, já que ele funciona como uma mistura de alter ego e observador do amigo e de seu romance - a quem não falta uma fina ironia.

Divulgação
Ryo kase interpreta um fantasma de um kamikase da segunda guerra, melhor amigo de Enoch

Não há grandes segredos nem revelações no cotidiano dos dois adolescentes, que dançam pelo filme com uma graça natural, vivendo pequenos momentos, criando brincadeiras que cabem perfeitamente em sua idade e situação, podendo lidar com a iminência da tragédia de uma forma muito diversa do que se fossem mais velhos - e tirando proveito disso.

Divulgação
Mia e Henry: fazia tempo que eu não via um casal tão bunito na telona

Embalado nessa espécie de aura - absolutamente espontânea - do casal de protagonistas, o filme - exibido na seção Um Certo Olhar  do Festival de Cannes 2011 - transpira uma doçura juvenil, romance e lirismo onde só os mal-humorados não vão simpatizar.

Confira o trailer do filme:

*****
INQUIETOS
Título original:
Restless
Diretor:
Gus Van Sant
Elenco:
Mia Wasikowska, Jane Adams, Schuyler Fisk, Henry Hopper, Ryo Kase, Lusia Strus, Jane Adams, Paul Parson, Thomas Lauderdale, Christopher D. Harder, Morgan Lee
Produção:
Brian Grazer, Bryce Dallas Howard, Ron Howard
Roteiro:
Jason Lew
Fotografia:
Harris Savides
Trilha Sonora:
Danny Elfman
Duração:
91 min.
Ano:
2011
País:
EUA
Gênero:
Drama
Cor:
Colorido
Distribuidora:
Sony Pictures
Estúdio:
Imagine Entertainment / 360 Pictures Inc. / Columbia Pictures
Cotação do Klau:

HAPPY FEET 2: DIFERENÇA DO PRIMEIRO ESTÁ NO 3D E NA DUPLA DE KRILLS, MUITO BOA


A animação Happy Feet 2 - O Pinguim segue o mesmo roteiro do filme original de 2006, onde o protagonista Mano precisava aprender a sapatear - agora é o filho dele, o pequeno Erik, que tem ojeriza das dancinhas do seu grupo, e não consegue sequer uma coreografia.

A maior diferença entre um e outro é basicamente o visual 3D, bem-explorado e que é a grande, a única justificativa para esse segundo ter sido feito.

O colorido, os detalhes da paisagem gélida da Antártida e do oceano tentam compensar a falta de imaginação da narrativa, bem previsível.

A sorte do projeto é que o diretor George Miller - de Babe, o Porquinho - é competente em superar a deficiência do roteiro, e apoia-se naquilo que sustenta a maioria dos filmes infantis - mas bem que ele poderia procurar algo mais criativo e mais sutil.

Não é apenas o pequeno Erik - Yago Machado, na versão brasileira, Ava Acres, na versão original - que descobre a si mesmo: o próprio pai, Mano - Daniel de Oliveira/Elijah Wood - e o krill Will - Sérgio Stern/Brad Pitt -, também, já que a animação é uma sessão coletiva de autodescoberta e aceitação numa embalagem fofinha.

Divulgação
Erik - o filho - e Mano - o pai - em cena da animação

Erik e uma dupla de amigos vão atrás do pinguim latino Ramón - Guilherme Briggs/Robin Williams - e conhecem um pinguim capaz de voar.
Quando um acidente ecológico deixa isolada toda a turma de pinguins imperadores, o pequenino, seus amigos e seu pai é que tentarão salvá-los, numa trama um tanto deslocada, que aparece do meio para o final do filme para enriquecer um pouco o pobre roteiro.

Divulgação
Os pinguins reunidos, em cena da animação

Contando também com a ajuda do pinguim-guru Amoroso - Sidney Magal/Robin Williams, novamente -
a dupla de krills - espécie de minúsculos camarões - é o detalhe de humor e originalidade do longa, e merecem um filme só deles, que mostre como um ser na base da cadeia alimentar se esforça para se tornar um predador assustador - o que o 3D ajuda, transformando os minúsculos invertebrados em seres gigantescos e interessantes.

Divulgação
A dupla de krills merecia um filme só deles

A criançada - e só ela - vai se interessar por algumas cenas.

Confira o trailer dublado do filme:

*****
HAPPY FEET 2
Título original:
Happy Feet 2
Diretor:
George Miller
Elenco de Vozes Originais:
Elijah Wood, Robin Williams, Hank Azaria, Pink, Brad Pitt, Matt Damon, Sofía Vergara, Common, Hugo Weaving, Magda Szubanski
Produção:
George Miller
Roteiro:
George Miller, Warren Coleman, Gary Eck, Paul Livingston
Trilha Sonora:
John Powell
Duração:
103 min.
Ano:
2011
País:
Austrália
Gênero:
Animação
Cor:
Colorido
Distribuidora:
Warner Bros.
Estúdio:
Kennedy Miller Productions / Village Roadshow Productions / Dr D Studios
Classificação:
Livre
Cotação do Klau:

'BATMAN: O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE': DEPOIS DO DIRETOR, AGORA É A VEZ DE CHRISTIAN BALE E TOM HARDY FALAREM SOBRE O FILME E SEUS PARCEIROS DE CENA


Em entrevista ao Inquirer, o ator Christian Bale falou sobre o seu trabalho em Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge ao lado das estreias do elenco - Anne Hathaway, Tom Hardy e Joseph Gordon-Levitt.

Sobre Hathaway, que interpreta a Mulher-Gato:
"Tive várias cenas com Anne, eu estava lá quando fizemos o teste de elenco com ela. Naquele dia eu falei para Chris [Nolan, diretor] que tínhamos diversas atrizes talentosas na briga pelo papel. Eu sou péssimo nesses testes, então sempre fico impressionado quando alguém parece dominar um personagem sem ter se preparado para isso durante um longo tempo. Eu vi isso em Anne. Ela tem o trabalho mais difícil, em vários aspectos. Várias pessoas acham que a Mulher-Gato definitiva já existia antes, então o papel dela é o mais difícil entre todos nós".

Sobre Hardy, intérprete do vilão Bane:
"Um ator fenomenal. Gosto muito de trabalhar com ele. Ele vai até o fim. Sei que Bane já foi visto no cinema antes, mas pra mim Tom está criando Bane pela primeira vez, então ele tem bastante liberdade para fazer isso".

Sobre Gordon-Levitt, que está fazendo um papel misterioso, que pode implicar uma possível reviravolta, o policial John Blake:
"Joseph é um cara intrigante. Eu acompanhei a atuação dele em outros filmes enquanto estávamos rodando. Ele é uma pessoa que gosta de verdade de atuar. Ele fez um ótimo trabalho no filme".

Just Jared
Batman set NY 06Nov2011 1
Christian Bale - Batman - e Tom Hardy - Bane - lutam em cena filmada em externa na cidade de Nova York, no último dia 6 de novembro

Na mesma edição da revista Empire em que o diretor Christopher Nolan falou pela primeira vez sobre o filme, o ator Tom Hardy disse que que Bale "tinha um visual muito intimidador. Tinha um menino de três anos dentro de mim que ficava pensando 'Oh meu deus, é o Batman! E ele vai bater em mim! Mas eu adoro o Batman!' Então eu me olhava no espelho e batia nele de volta. Duas vezes mais forte", disse o ator.

Hardy, que já havia lutado em outros filmes, confessou que a coreografia do novo Batman era impressionante.
"Quando você está treinando, na sala de ensaio, você pensa 'ok, eu vou bater em sete pessoas'. Este cara eu acerto no queixo, este outro eu dou uma escorregada e acerto um soco, daí este eu levanto para cima e jogo, chuto aquele outro na cabeça e este aqui eu viro para darem uma martelada na cabeça dele. E daí eu encontro o Batman. Isso é fácil de fazer no ensaio, mas e quando eles adicionam mil pessoas e todas elas estão vestidas de uma forma muito parecida com as sete que você tem que acertar?", complementa.

Sobre seu personagem, o ator disse ainda que ele é "uma bola de demolição. Ele é horrível. Um cara muito do mal".

O diretor Christopher Nolan completou dizendo que Bane "é um daqueles monstros que vemos nos filmes, mas com um cérebre impressionante. E esta é a parte dele que não havia sido explorada ainda. Nas histórias dele que vemos nos quadrinhos, tudo é épico e evocativo - assim como a história de origem de Bruce Wayne é épica e evocativa. Nós estávamos procurando por este paralelo para o nosso vilão. Ele é um adversário à altura [para o Batman]".

Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge estreia no Brasil em 27 de julho de 2012.