quarta-feira, 28 de setembro de 2011

FÁBIO ASSUNÇÃO: 40 ANOS EM 40 IMAGENS


Quando era pequeno, Fabio Assunção queria ser médico, mas mudou de ideia ao ouvir o som de um piano - por dois anos teve aulas de canto, violão e coral e aos 15 anos chegou a montar uma banda, a Delta T.

Aos 18, quando cursava faculdade de publicidade, viu um anúncio de um curso de teatro em São Caetano do Sul; logo depois, conseguiu uma vaga num curso melhor na Vila Mariana, em SP, perto de sua casa - foi aí que eu o conheci.

Meses depois, e uma semana após deixar seu currículo na Rede Globo, fez testes e logo foi chamado para atuar na novela Meu Bem, Meu Mal ,no papel de Marco Antônio.

No ano seguinte fez o papel de Felipe em Vamp, e em 1992 atuou em De Corpo e Alma, como Caio.

Em 1993, Fábio fez seu primeiro protagonista, na novela Sonho Meu, no papel de Jorge.

Em 1994 trabalhou pela primeira vez com Gilberto Braga na novela Pátria Minha, no papel de Rodrigo Laport, e em 1996, fez O Rei do Gado, de Benedito Rui Barbosa,  onde foi Marcos Mezenga.

Em 1997, fez Marcelo em  Por Amor, de Manoel Carlos, e em 1998 atuou na minissérie Labirinto no papel de André.

Em 1999, Fábio recebeu um novo trabalho de Gilberto Braga - na novela Força de um Desejo, faz o papel de Inácio, contracenando mais uma vez com Malu Mader.

Em 2001 interpretou Carlos Eduardo na aclamada minissérie Os Maias, e em 2002 volta às novelas no papel de Edu em Coração de Estudante.

Em 2003, interpretou o que para muitos é o melhor papel da sua carreira, o inescrupuloso Renato Mendes, um jornalista corrupto em Celebridade, também de Gilberto Braga.

Depois de pequenas participações na novela Belíssima e na minissérie JK, em 2005 interpretou Richard Finnegan na série  Mad Maria.

No cinema, com Bellini e a Esfinge (2004), Fábio ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Los Angeles.

Em 2007 faz Daniel em Paraíso Tropical  - outro texto de Gilberto Braga - e em outubro do mesmo ano, foi convocado por Miguel Falabella para atuar como o protagonista Heitor na novela das 6, Negócio da China, de onde se afastou para passar por uma longa internação para superar o  vício em cocaína.

Em 2010, finalmente a volta por cima, ao interpretar o ícone da música brasileira Helivelto Martins, ao lado de Adriana Esteves, na minissérie Dalva e Helivelto.

Depois de pequenas participações em duas séries, foi convidado por Gilberto Braga para viver o vilão Léo, na novela das 9 Insensato Coração.
Por ter de ficar no Rio de Janeiro por muito tempo, e devido ao ritmo frenético das gravações, Fábio, temendo uma recaída, pediu e foi dispensado da novela, sendo substituído por Gabriel Braga Nunes.

Fez uma participação especialíssima no último capítulo de Ti-ti-ti, em março último,  e ainda em 2011,rodou um filme que foi muito bem recebido no Festival de Gramado - O País do Desejo, onde interpreta um padre.

Atualmente, faz um estrondoso sucesso no palco do teatro Frei Caneca em São Paulo, com a peça Adultérios, de Woody Allen, onde divide a cena com Norival Rizzo e Carol Mariottini, com uma novidade: ele e Rizzo alternam seus papéis, com excelentes resultados.

Fabio Assunção completou 40 anos no último 10 de agosto, e, para mim, além de ser um dos atores mais conhecidos do Brasil, e um dos mais talentosos e completos da sua geração.

Para marcar a data aqui no blog, separei 40 imagens representativas da carreira de Fábio, um cada uma representando um ano de sua vitoriosa vida e carreira.

Confira:

Divulgação/TV Globo
Cabelos castanhos, boca definida e profundos olhos azuis; esse é Fábio Assunção!

AGNews
Aos 40, irradiando sua beleza madura

Divulgação/TV Globo
Fábio, em imagem de divulgação da novela "Negócio da China"

Divulgação/TV Globo
Na festa de estreia de "Negócio da China"

FSP-Ilustrada
Fábio,em cena da peça de teatro "Oeste", de Sam Shepard, no Teatro Bibi Ferreira (9/3/96).

FSP-Ilustrada
Ainda em 1996, Fábio participou da novela 'O Rei do Gado'. Na foto, ele aparece em gravações da novela que aconteceram no motel Savana, em Ribeirão Preto (SP).

FSP-Cotidiano
Fábio pede justiça e veste camiseta com imagem da atriz Daniella Perez, que foi brutalmente assassinada pelo ator Guilherme Pádua.
Na foto, ele está junto da atriz Cláudia Abreu, no momento em que saiam do plenário do Tribunal do Júri (25/1/97).

FSP-Ilustrada
Aqui, Fábio interpreta Jesus na encenação de "Paixão de Cristo de Nova Jerusalém", em Pernambuco (11/3/97).

FSP-TV.Folha
Fábio Assunção apareceu assim, com dreads na cabeça, para atuar em episódio da série 'Comédia da Vida Privada' (20/4/97).

FSP-Ilustrada
Fábio Assunção posa para uma foto de 1998.

FSP-TV.Folha
Fábio em cena da minissérie "Labirinto", de 1998.

Divulgação/TV Globo
Fábio durante as gravações da novela das seis da Globo, "Força de Um Desejo", de 1999, onde dividiu o estrelato com sua grande amiga Malu Mader

Divulgação
Fábio e Marcos Damigo em cena do filme "Bellini e a Esfinge", de 2001.

Divulgação/TPM
Fábio posa para um ensaio da revista "TPM", em 2001

Divulgação/TV Globo
Fábio, como Carlos, em "Os Maias", minissérie da Rede Globo, também de 2001

Divulgação
Fábio como protagonista da novela "Coração de Estudante", da Globo (2002).

Tuca Vieira/Folhapress
Em 2004, o ator interpretou um de seus papéis mais marcantes na TV, o vilão Renato Mendes da novela 'Celebridade'.
Na foto, ele contracena com a atriz Cláudia Abreu.

Divulgação/TV Globo
Fábio contracena com Alessandra Negrini em cena da novela "Paraíso Tropical", da TV Globo, de 2007.
Eles viviam o casal de protagonistas da trama.

Vantoen Pereira Jr./Divulgação
Fabio e Débora Falabella, em cena do filme "Primo Basílio", com direção de Daniel Filho (2007).

Divulgação/TV Globo
Em 2008, Fábio Assunção estrelou como protagonista da novela 'Negócio da China', de Miguel Fallabela, ao lado da atriz Grazi Massafera.
Mas ele acabou se afastando no meio da história, e naquele mesmo ano, se internou em uma clínica de reabilitação para dar início a um tratamento de desintoxicação pelo uso de cocaína

Divulgação/TV Globo
Depois de um afastamento de dois anos por causa do tratamento, Fábio protagonizou com Adriana Esteves a minissérie "Dalva e Herivelto", em 2010.
Ambos se destacaram na mídia e no coração do público pela boa interpretação do casal de cantores.

Divulgação/Globo
Fábio grava sua participação especialíssima, ao lado de Marisa Orth, no primeiro episódio da série 'SOS Emergência', uma das melhores da Globo em todos os tempos (4/4/10).

AgNews
Fábio e Murilo Rosa participam do desfile do estilista Ricardo Almeida, em São Paulo (6/4/10).

AgNews 
Tony Bellotto e Fábio, na pré-estreia de 'Bellini e o Demônio' no Rio de Janeiro (25/8/10).

Francisco Cepeda/AgNews
Fábio prestigia exposição da namorada, Karina Tavares, no Rio (14/9/10).

Fabrício Mota/TV Globo
Dennis Carvalho dirigindo novamente Fábio em 'Clandestinos' (out.2010). 

Divulgação/TV Globo
Fábio aparece em cena de "Insensato Coração", gravada em Florianópolis, interpretando o vilão da trama, Léo.
Depois de gravar cenas para vinte capítulos, o ator ,alegando que não iria aguentar o ritmo de gravação de uma novela das nove,  foi substituído por Gabriel Braga Nunes, que regravou as cenas feitas por Fabio e interpretou Léo durante toda a novela (27/10/10). 

Folhapress
Fábio vai com o filho mais velho, João, fruto do relacionamento dele com sua ex-mulher, Priscila, a um treino oficial do Corinthians - Fábio é corinthiano roxo!(29/1/11)

Divulgação/TV Globo
No mesmo dia, Fábio aproveitou a ocasião para conhecer o jogador Ronaldo.
Desde então, são amigos.

Divulgação/TV Globo
Fábio fez uma participação especialíssima no último capítulo de 'Ti-Ti-Ti', ao lado de Malu Mader (10/3/11). 

Divulgação/Equipe Ana Colla de Fotografia
Com Vera Zimmerman, Fábio comparece ao camarote do show do U2, em São Paulo (10/4/11).

Karina Tavares
Fábio posa para a mulher, a fotógrafa Karina Tavares (mai.2011). 

AgNews
Fábio deixa o Hospital Albert Einstein com a mulher, Karina Tavares, e a filha recém-nascida, Ella Felipa (12/5/11).

André Durão/UOL
Fábio com Adriana Esteves, na 13ª edição do Prêmio Contigo! de TV, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro (17/5/11).
Ele levou o prêmio de melhor ator de série por seu papel em 'Dalva e Herivelto - Uma Canção de Amor'.

Reprodução
Fábio, em ensaio para a revista 'Serafina' (19/5/11).

AgNews
Vestindo uma camisa oficial do Corinthians, Fábio presenta seu próximo projeto para o teatro - a peça 'Adultérios' - à imprensa (5/7/11).

Alex Almeida/UOL
Fábio, durante passagem de cena da peça 'Adultérios' em apresentação para jornalistas (5/7/11).

AgNews
Fábio e Gabriel Braga Nunes conversam na pré-estreia de 'Adultérios' no Teatro Shopping Frei Caneca, em São Paulo (5/7/11).
Gabriel foi o ator escolhido para ficar com o papel do vilão Léo da novela 'Insensato Coração', da qual Fábio se afastou.

AgNews
Fábio  e a atriz Maria Padilha, durante a coletiva do filme 'O País do Desejo', no Festival de Gramado (8/8/11).

Fred Jordão/Divulgação
No filme inédito "O País do Desejo", Fábio Assunção faz o papel de um padre

SEGUNDO CRÍTICOS, SILÊNCIO SOBRE HOMOSSEXUALIDADE NAS ESCOLAS LEVA AO BULLYING


Meus amigos:

Os jovens  gays americanos estão se matando por culpa dos abusos cometidos contra eles, principalmente nas escolas.

Quando um jornal da importância do The New York Times entra no debate sobre o bullying contra os adolescentes homossexuais nas escolas do interior americano, principalmente, podemos esperar mudanças efetivas nesse estado de coisas.

É essa matéria que eu separei para vocês, hoje:

A cidade de Anoka, no estado do Minnesota, tem um distrito escolar suburbano em expansão e sua maior parte está localizada no distrito da congressista Michele Bachmann.

Nesse setembro, Anoka atraiu a atenção dos americanos ao protagonizar uma das guerras culturais mais acirradas dos EUA – sobre como a homossexualidade deve ser discutida nas escolas.

Depois de anos de um conflito duro entre os defensores de alunos homossexuais e os cristãos conservadores, a questão já é altamente polêmica aqui.

Em julho, seis alunos entraram com um processo alegando que funcionários da escola não impediram o bullying incansável contra os homossexuais e que uma política do distrito - que exigia que os professores permanecessem “neutros” nas questões de orientação sexual - havia alimentado um silêncio opressivo e um estigma corrosivo.

Também neste verão americano, pais e alunos daqui aprenderam que o Departamento de Justiça federal estava envolvido profundamente numa investigação de direitos civis por conta de queixas de assédio contra um aluno gay do distrito - a investigação ainda está em andamento.

Evaristo Sá/AFP

Enquanto isso, grupos cristãos conservadores pediram que as escolas evitassem quaisquer descrições da homossexualidade ou do casamento do mesmo sexo como algo normal, alertando contra qualquer capitulação ao que eles chamam de “plano homossexual” para recrutar jovens para um “estilo de vida anormal e pouco saudável.”

Acrescentando um elemento incendiário a mais, o distrito escolar sofreu oito suicídios estudantis nos últimos dois anos, fazendo com que funcionários do estado declarassem estar diante de um “contágio suicida”.

Se o bullying homofóbico contribuiu para alguma dessas mortes é algo muito questionado aqui.

Afinal, alguns amigos e professores dizem que quatro dos alunos estavam sofrendo por conta da identidade sexual.

Em muitas cidades maiores, aulas de tolerância à diversidade sexual agora fazem parte da rotina da educação para saúde e treinamento anti-bullying.

Mas nos subúrbios a batalha continua, talvez agora mais amarga do que aqui no Distrito Escolar Anoka-Hennepin, ao norte de Minneapolis que, com 38 mil alunos, é o maior sistema escolar de Minnesota.

A congressista Michele Bachmann não falou sobre os suicídios ou sobre o debate acirrado sobre política escolar, e também não respondeu aos pedidos de entrevista da reportagem - ela já expressou "ceticismo" no passado sobre programas anti-bullying e é aliada do Conselho Familiar de Minnesota, um grupo cristão que se opôs veementemente contra qualquer retrato positivo da homossexualidade nas escolas.

Funcionários da escola dizem que estão no meio de uma batalha, enquanto defensores dos direitos dos homossexuais dizem que não há um meio termo nas questões de direitos humanos básicos.
“Acho que os adultos estão muito mais interessados em nos transformar num campo de batalha do que os alunos”, disse Dennis Carlson, superintendente das escolas.
“Temos pessoas na esquerda e na direita, e estamos tentando encontrar um terreno comum nesses assuntos.”

“Manter as crianças em segurança é uma preocupação comum”, diz ele, apontando para as iniciativas do distrito para combater o bullying e as novas iniciativas anti-suicídio.

Crianças gays e alguns pais e apoiadores dizem que essas iniciativas foram enfraquecidas pelo que chamam de “silenciamento” da discussão sobre diversidade sexual no distrito – uma política, adotada em 2009 em meio a um acalorado debate público, segundo a qual “ensinar sobre orientação sexual não faz parte do currículo adotado pelo distrito” e que os funcionários “deveriam permanecer neutros em questões relativas à orientação sexual.”

O processo foi aberto em julho em prol de seis alunos e ex-alunos, pelo Southern Poverty Law Center e pelo Centro Nacional pelos Direitos das Lésbicas, quando testemunharam ou ouviram relatos de atitudes homofóbicas, tendendo a “ignorar, minimizar, descartar, ou em alguns casos, culpar a vítima pelo comportamento abusivo dos outros alunos.”

Uma das vítimas, Kyle Rooker, 14, não declarou sua orientação sexual mas foi percebido como gay por um colega de classe, diz ele, em parte porque ele gosta de usar cachecóis brilhantes e cantar músicas de Lady Gaga.
No ensino médio ele era chamado por apelidos quase diariamente e uma vez urinaram nele por cima da parede enquanto ele usava o banheiro.

“Adoro atenção, mas esse é o tipo de drama com o qual eu simplesmente não consigo lidar”, disse Kyle, acrescentando que quando ele foi ameaçado no vestiário, funcionários da escola fizeram ele se trocar no escritório do assistente do diretor em vez de impedir o bullying.

A demanda do distrito por neutralidade sobre a homossexualidade, diz o processo, é inerentemente estigmatizante, inibiu os professores de responder mais agressivamente ao bullying e os impediu de combater estereótipos destrutivos.

“Esta política envia claramente uma mensagem para os alunos LGBT de que há algo de vergonhoso no jeito deles e que eles não são pessoas válidas na história”, disse Jefferson Fietek, professor de teatro na Anoka Middle School for the Arts.

Fietek, conselheiro de uma Aliança Gay-Hétero recentemente formada na escola, disse que conhece vários alunos gays e lésbicas que tentaram ou consideraram seriamente o suicídio.

Colleen Cashen, psicóloga e conselheira da Northdale Middle School, disse que ao excluir a homossexualidade, a política criou “um clima de vergonha”, e que interpretações contraditórias da administração deixaram os professores com medo de testar os limites, vendo a homossexualidade e a história dos direitos gays como temas tabu.
“Acredito que a política está criando um ambiente tóxico para os alunos”, diz ela.

Carlson, o superintendente, concordou que o bullying persiste, mas negou fortemente que o ambiente escolar é em geral hostil.

Ele disse que receberá bem iniciativas que possam resultar das negociações sobre o processo ou com os investigadores federais.
“Nós queremos que todos os alunos se sintam acolhidos e seguros”, disse ele.

Mas pais conservadores organizaram-se para fazer lobby contra mudanças.
“Dizer que você deveria aceitar duas mães como sendo uma família normal – isso seria defender direitos”, disse Tom Prichard, presidente do Conselho Familiar de Minnesota.
“Não deveria haver tolerância ao bullying, mas esses grupos estão usando o tema para tentar fazer avançar uma agenda social.”

Um grupo de pais do distrito que são aliados próximos do conselho familiar recusaram os pedidos de entrevista. 

Seu site diz que a depressão entre os adolescentes gays costuma ser culpa dos defensores dos direitos homossexuais que geram a falta de esperança: “quando uma criança foi deliberadamente mal informada sobre as causas da homossexualidade e dizem a ela que os atos homossexuais são normais e naturais, toda esperança de recuperação é retirada dela.”
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Matéria do jornalista Erik Eckholm,  publicada no The New York Times em 19.9.2011


Tradução: Eloise De Vylder

terça-feira, 27 de setembro de 2011

JANE FONDA, GOSTOSÍSSIMA E SEMINUA EM 'BARBARELLA', FILME QUE A TORNOU ESTRELA E QUE GANHA NOVA EDIÇÃO EM DVD



Apesar de ter sido um fracasso à época de seu lançamento, Barbarella (1968) tornou-se um filme cult com o passar dos anos.
Agora, o longa acaba de ganhar uma nova edição caprichada em DVD.

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Jane Fonda, gostosíssima, em cena do filme

Baseado nas histórias em quadrinhos homônimas, esse foi o filme que elevou a Diva Jane Fonda - até então conhecida apenas como a filha da lenda Henry Fonda - ao status de símbolo sexual da década, além de ser conhecida em todo o mundo.

Na época, o lançamento de Barbarella foi polêmico; primeiro devido à divulgação, que explorava minuciosamente o corpão de Jane; depois, pelo teor da trama.

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Jane Fonda viveu Barbarella em 68

A história se passa no século 40, quando todo o universo está em paz e não existem mais guerras.

Quando um criminoso chamado Duran Duran ameaça este equilíbrio, Barbarella é mandada para o espaço a fim de capturá-lo.

Num mix de ficção científica, humor e erotismo, Barbarella é seduzida em meio à sua missão e precisa destruir uma máquina criada para matar de prazer quem foi preso a ela - o Orgasmotron, sensacional!
A cena inicial em que ela  tira a roupa de astronauta em gravidade zero, tornou-se clássica do erotismo cinematográfico e foi usada no clipe Put Yourself In My Place, de Kylie Minogue

Lógico, a cada batalha e conflito, há uma desculpa para que a heroína perca uma peça de sua  já diminuta roupa.

Arquivos do Klau
Bobinha essa Barbarella, né? Com um anjo desses!

 Filmado nos estúdios do produtor Dino De Laurentiis em Roma ao mesmo tempo em francês e inglês  - versão internacional - a maioria dos atores interpreta os papéis nas duas línguas - Barbarella passou quase desapercebido à época do seu lançamento, principalmente por ser um filme americano produzido pela Paramount e dirigido pelo francês Roger Vadim - descobridor e marido de ícones como Brigitte Bardott e a própria Jane - e por ter  sido reduzido apenas a "mais um filme de ficção científica", o que também o é, mas é muito mais do que só isso.

É um filme marcado pela mesma audácia, originalidade, fantasia, humor, beleza, horror, crueldade e erotismo que tornaram a personagem uma das favorita das histórias em quadrinhos adultos, enfrentando o mal, na forma de robôs e monstros, recompensando com seu jeito desinibido os homens bonitos que a ajudam em suas aventuras e  lutando contra os Guardas Negros, a diabólica Rainha, ou o anjo Pygar.


Arquivos do Klau

Jane de quatro: sensacional


O longa virou referência para muitos produtos da cultura pop e inspirou propagandas de produtos.
A mais famosa referência é a banda britânica Duran Duran - o nome foi chupado do vilão do filme - que tem até um clipe na mesma atmosfera do longa.

Mulher gostosa, homens idem, seminus, tudo com muita ação e humor.

Imperdível!


Coleção: Clássicos Paramount
Título Original: Barbarella
Título: Barbarella (1968)
Elenco: Anita Pallenberg, Claude Dauphin, Jane Fonda, John Phillip Law, Marcel Marceau, Milo O´Shea, Véronique Vendell
Diretor: Roger Vadim
Estúdio: Paramount Filmes
Data de lançamento: 27/09/2011
Tipo de mídia: DVD
Quantidade de discos: 1
País de produção: Estados Unidos
Duração: 98 minutos
Formato de tela: Widescreen Anamórfico 2.35:1
Sistemas de som: Mono
Preto e Branco/Colorido: Colorido
Classificação indicativa: 14 anos
Idiomas: Inglês
Legendas: Inglês, Português e Espanhol
Extras:
Trailer de Cinema
Quanto:R$19,90
Onde comprar: Livraria da Folha
Cotação do Klau: