terça-feira, 29 de março de 2011

FESTIVAL "É TUDO VERDADE" VAI TER MOSTRA SOBRE POETAS BRASILEIROS


O "É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários" chega à 16ª edição com 92 filmes em cartaz - a mostra acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro de 31 de março a 10 de abril.


A programação inclui 18 documentários inéditos brasileiros e duas mostras temáticas: sobre a cineasta russa Marina Goldovskaya e sobre filmes dedicados à obra de grandes poetas brasileiros.


Na mostra "Poesia É Verdade", serão apresentados 15 documentários, realizados entre 1948 e 2007, sobre grandes poetas brasileiros.


A lista inclui "O Poeta do Castelo", de Joaquim Pedro de Andrade, sobre Manuel Bandeira, e "O Canto e a Fúria", de Zelito Viana, sobre Ferreira Gullar.


"Poesia é grande arte. Documentário às vezes é grande arte. Queremos ver até que ponto o documentário consegue reproduzir a arte da poesia", diz o diretor do festival, Amir Labaki.


Divulgação

'Cena

"A Onda Verde", de Ali Samadi Ahadi, que resgata clima das eleições presidenciais iranianas a partir de material das redes sociais


A retrospectiva sobre Goldovskaya é, de acordo com Labaki, a primeira realizada no mundo sobre a cineasta, que, aos 70 anos, é professora de documentário da UCLA - University of Califórnia, Los Angeles.

"A Goldovskaya filmou como ninguém a derrocada do regime soviético e a transição para essa nova Rússia", diz Labaki.


Ele anunciou, ainda, que Goldovskaya estará presente à mostra, aproveitando a ocasião para lançar seu último filme, "O Gosto Amargo da Liberdade", sobre a jornalista russa Anna Politkovskaya, que cobriu a Guerra da Tchetchênia e foi assassinada em 2006, em Moscou.


Haverá duas mostras competitivas: a primeira, de médias e longas metragens, será disputada entre sete filmes nacionais, incluindo "Tancredo, A Travessia", de Silvio Tendler, que disputarão o prêmio de R$ 110 mil; a segunda competição premiará com R$ 10 mil um dos nove curta metragens inscritos.


Por contar com filmes de 29 países e cinco continentes, Labaki disse que o É Tudo Verdade representará "uma volta ao mundo".

"Existe uma febre de documentários ocorrendo", completou.


O festival custou R$ 2,1 milhões, captados através da Lei Rouanet.

segunda-feira, 28 de março de 2011

A SEMANA ILUSTRADA

Nessa semana, tivemos de um tudo: Adriano no Corinthians, Lula em Portugal, rescaldo da visita do Barack, a votação final da Ficha Limpa, o Dia da Água, Ceni e os 100 gols...

Confira o resumo semanal exclusivo do Blog de Klau:













VIRADA CULTURAL DE 2011 TERÁ LUTA LIVRE MEXICANA, STAND-UP COMEDY E ZÉ DO CAIXÃO VOANDO!


A próxima edição da Virada Cultural - que acontece nos próximos dias 16 e 17 de abril na cidade de São Paulo - terá entre suas principais novidades um palco dedicado a comédia stand-up, no Viaduto do Chá, e um ringue de luta livre - com lutadores mexicanos e brasileiros, no vale do Anhangabaú.


Novamente com as atrações concentradas na região central da cidade, a Virada terá shows de Skatalites e U-Roy, da Jamaica, e da banda de horror punk Misfits, dos Estados Unidos.


A cantora Rita Lee abre o evento no sábado (16), às 18h, na praça Júlio Prestes.


Neste mesmo dia, às 23h, a banda de trash metal Sepultura toca ao lado da Orquestra Experimental de Repertório na Estação da Luz.


Com sua formação original, o RPM encerra a Virada Cultural também no palco Júlio Prestes.


Divulgação


Atrações da 7ª edição da Virada Cultural: Da esq. para a dir., Danilo Gentili, Rita Lee, Misfits (no alto), RPM, Erasmo Carlos e Paulinho da Viola (embaixo)


Em outro palco, na praça da República, Paulinho da Viola também fecha a programação em apresentação ao lado da Orquestra de Cordas de Curitiba.


Outro evento de encerramento que se destaca é o encontro da São Paulo Companhia de Dança com a OSESP, na Estação da Luz.


Entre os encontros inusitados da programação, o secretário de Cultura de São Paulo Carlos Augusto Calil destacou, em entrevista para e imprensa na manhã desta sexta-feira (25), Paulo Miklos cantando Noel Rosa junto ao Quinteto em Branco e Preto, na praça da República, domingo às 12h.


Divulgação

Divulgação Virada Cultural

Lutadores mexicanos de luta livre se apresentarão em arena no vale do Anhangabau


Na programação de cinema, o Cine Windsor exibe uma mostra de filmes de José Mojica Marins, o Zé do Caixão, que deve participar também como principal atração do evento - de acordo com José Mauro Gnaspini, coordenador da Virada, a ideia é que a personagem sobrevoe a região central da cidade em uma espécie de caixão voador!


Arquivos do Klau


O genial cineasta brasileiro José Mojica Marins, na pele de sua personagem Zé do Caixão, posa na praça Princesa Isabel, centro de SP


Duas atrações que chamaram a atenção em 2010 estão de volta este ano: o palco dedicado aos nerds será dessa vez no vale do Anhangabaú, enquanto sessões de suspensão corporal e tatuagem ocuparão o largo do Paissandu - outra novidade do evento são as dançarinas de pole dance, que se apresentarão em diversos pontos da região central.


Fazem shows também na Virada o guianense Mad Professor, os norte-americanos Fred Wesley and the New JBs, Erasmo Carlos, Plebe Rude, Blitz, a cantora Cibelle, o sambista Monarco, as bandas Charlie Brown Jr. e Tihuana, Toni Tornado, Dom Salvador, Marina Lima, Jorge Mautner, Eumir Deodato, além dos DJs KL Jay, Patife e Renato Cohen.


A banda Beatles 4Ever irá mostrar, no Boulevard São João, todos os álbuns dos Beatles na sequência, começando com "Please, Please Me", no sábado (16) às 18h.


O prefeito Gilberto Kassab frisou que o evento está mais organizado em relação a anos anteriores, dizendo que inclusive não participou de nenhuma reunião prévia para falar sobre a Virada - segundo ele, algumas linhas do metrô devem funcionar na madrugada durante a Virada Cultural.


O orçamento da Virada este ano é o mesmo de 2010, R$ 8 milhões, informa o presidente da SP Turis, Caio Luiz de Carvalho.


No total, haverá 13 palcos e 7 pistas sediando as atrações da Virada, que terá, além das apresentações espalhadas por toda a região central, eventos nos CEUs e em unidades do Sesc.


Você pode acessar a programação completa pelo link : http://goo.gl/Drraw , e

segundo a organização do evento, ainda devem ser incluídas outras atrações nesta lista.


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"PINK PANTHER", ESCULTURA DE UM DOS ÍCONES DA POP ARTE, VAI A LEILÃO, COM LANCES A PARTIR DE US$ 20 MILHÕES



A escultura de porcelana do artista americano Jeff Koons da personagem Pink Panther/Pantera Cor-de-Rosa, será vendida no dia 10 de maio em Nova York, com lances a partir de US$ 20 milhões, informou a casa de leilões Sotheby's.


Essa escultura da "pop art", criada em 1988, e que mostra o personagem de animação - que se tornou famoso ao estrelar a abertura do filme "A Pantera Cor-de-Rosa" (1963), de Blake Edwards, abraçado a uma jovem loira seminua - faz parte de uma venda de arte contemporânea que a casa britânica realizará nesse mesmo dia em Nova York.


"É um dos trabalhos mais importantes de Jeff Koons postos a venda", informou a empresa mediante um comunicado, assinalando que a obra de vivas cores do americano é "uma das conquistas mais importantes de sua carreira".


A obra faz parte de uma série chamada "Banality" que inclui outras esculturas como a chamada "Michael Jackson and Bubbles", "Bear and Policemen" e "Ushering", estas duas últimas pertencentes à coleção do museu de Versalhes, França.


A "Pantera Cor-de-Rosa" de Koons forma também parte de uma edição na qual as outras peças são propriedade dos museus de Arte Moderna de Nova York - Moma - e de Arte Contemporânea de Chicago, assim como de um colecionador americano.


Divulgação


A obra, em frente e verso, que vai agora a leilão


"Junto à escultura 'Balloon Dog and Bunny', esta é uma das obras-primas do século XX e uma peça símbolo da obra de Jeff Koons", disse o responsável de Arte Contemporânea da Sotheby's, Tobias Meyer.


Segundo o especialista, a obra combina cânones históricos e o reflexo de uma época da recente arte contemporânea, e nela convergem "as características do artista, matéria e artifício, erotismo e ingenuidade, assim como cultura popular e elitismo",

ressaltando ainda que esta escultura "é o modelo de expressão de um dos artistas mais inovadores e influentes de nosso tempo".


A personagem de animação "Pink Panther/Pantera Cor-de-Rosa" foi criada pelo ilustrador americano Hawley Pratt (1911-1999) e se tornou famosa mundialmente ao aparecer primeiramente na abertura do filme homônimo de 1963, protagonizado pelo ator Peter Sellers encarnando o atrapalhado inspetor Clouseau, uma das obras primas do diretor Blake Edwards.


Posteriormente, estrelou uma série própria de televisão de enorme sucesso, pelos roteiros inteligentes e muito acima da média, cenários modernos, muito "non sense" e nenhuma palavra, tornando a "Pink Panther" um ícone pop em todo o mundo.

"BAILARINA DE 14 ANOS" FAZ VOLTA TRIUNFAL AO MASP


Ela tem os olhos entreabertos, os braços alongados atrás das costas e os pés na quarta posição, e, para mim, é uma das obras de arte mais impactantes que eu já tive o prazer de ver.


É como se a "Bailarina de 14 Anos" - obra de 1880 do artista francês Edgar Degas se preparasse, na coxia de um teatro, para entrar no palco e dançar.


Depois de passar dois anos e meio numa turnê mundial, minha escultura favorita está de volta à sua casa - o Museu de Arte de São Paulo, o Masp.


Ela tem algumas irmãs gêmeas pelo mundo - mas está sozinha aqui no Brasil - e passou por museus de Hamburgo, Madri e fez algumas paradas nos Estados Unidos antes do retorno triunfal, como peça central no museu da avenida Paulista.


É uma obra de arte ímpar: a rugosidade do bronze do corpo e do corpete contrasta com a leveza do tecido da saia e do laço que amarra seus cabelos.


Degas retoma aqui pouco da estética impressionista que cunhou em seus numerosos quadros de bailarinas, deixando aflorar um realismo um tanto anacrônico no retrato da pequena dançarina.


Não há desvios no traço, o rosto é preciso, as mãos e as pernas firmes no bronze, como se fossem carne congelada, longe das pinceladas difusas das telas do artista.


Isso talvez pela obsessão que nutria pela figura dessa garotinha: Marie van Goethem, que chegou a dançar na Ópera de Paris, serviu de modelo para a escultura, mas historiadores encontraram no ateliê do artista inúmeros esboços em giz e carvão da mesma menina em poses diferentes, uma delas até nua.


Degas entra no balaio do conjunto de esculturas do museu como representante da obsessão pela matéria, que pautou a escultura moderna.


Na mesma linha, no acervo do museu estão obras de Francisco Stockinger, que constrói um casal de contornos esmaecidos, a dissolução da forma, ou Caciporé Torres, com um trabalho que lembra escombros naufragados, a forma toda bruta.



Divulgação/MASP

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A obra "Bailarina de 14 Anos", do artista francês Edgar Degas, que retornou ao Masp


Mas a arte da escultura em suas diferentes parece vir da oposição entre a "Vênus" de Renoir e o "Bicho Alado" do brasileiro Emanoel Araújo.


São duas figuras em metal negro, a primeira em bronze e a outra em aço.


Se Renoir cria uma mulher lustrosa, figurativa, rejeita o entorno, numa frequência alternativa, obcecado pela própria perfeição e suas curvas hiperbólicas, Araújo abstrai qualquer contorno orgânico de seu bicho, construindo um vulto enorme que exalta não a subjugação da matéria à forma representada, mas o triunfo dessa matéria sobre os anseios do artista, vencido pela potência do aço rígido.


É uma briga que a abstração parece ter vencido até agora, pelo menos até que apareça outra Vênus.


Foi realmente uma exposição de esculturas acima da média a que foi até ontem - mas as esculturas agora estão expostas, espalhadas pelo acervo do Masp, o que sempre vale uma visita.


MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO

Dias e horários: de ter. a dom., das 11h às 18h; qui., das 11h às 20h

Endereço: av. Paulista, 1.578, tel. 0/xx/11/ 3251-5644)

Quanto: R$ 15 - às terças, o acesso é gratuito

GOYA DEBAIXO DE GOYA?


Um restaurador do Museo de Bellas Artes das Astúrias, em Oviedo, na Espanha, descobriu uma pintura desconhecida sob o quadro "El Retrato de Jovellanos en el arenal de San Lorenzo" (1780-1782), pintado pelo espanhol Francisco de Goya.


J.L.Cereijido/Efe

Pintura desconhecida encontrada sob quadro de Goya

Pintura desconhecida encontrada sob quadro de Goya


De acordo com a agência Efe, a pintura oculta sob outro quadro mostra o corpo de uma jovem mulher cuja identidade é desconhecida, também pintada por Goya.


Esta descoberta foi possível após o restaurador aplicar uma técnica de raios-X e reflectografia.

domingo, 27 de março de 2011

"CSI": MESMO COM A SAÍDA DE WILLIAM PETERSEN, SÉRIE SEGUE EM ALTA COM LAURENCE FISHBURNE


É chover no molhado eu dizer aqui no Blog de Klau, que a série norte-americana "CSI" tornou-se rapidamente um sucesso de audiência, mantendo-se no ar até hoje e dando origem a dois programas derivados - CSI: MIAMI e CSI: NY - , não é?


Todo mundo que me lê a algum tempo sabe o quanto eu gosto dessas séries.


A original, "CSI", que se passa em Las Vegas, nunca teve grandes problemas, nem de elenco, nem de produção, até o oitavo ano...


No final do oitavo ano, o seriado passou por um grande problema: o protagonista William Petersen, que interpretava "Gil" Grisson, o chefe dos CSIs, e que já era produtor executivo desde a segunda temporada, decidiu abandonar o programa como ator, mantendo-se apenas na produção.


A solução para justificar a sua saída - Grisson era a personagem mais fascinante da série até então - foi surpreendentemente a morte de sua personagem e sua substituição por Laurence Fishburne, ator de cinema experiente, e conhecido por seu papel na trilogia "Matrix".


Divulgação

O ator Laurence Fishburne, como o dr. Raymond Langston, e William Petersen, como "Gil" Grissom, em "CSI"


Sua estreia na nona temporada agradou, os espectadores aceitaram numa boa, e ele mantém seu papel na décima primeira - o seriado continuou a fazer muito sucesso por conta de sua trama bem amarrada por roteiros acima da média.


Mais do que só mostrar policiais investigando crimes, o diferencial desta equipe é seu trabalho forense, pesquisando DNA, e levantando outras pistas - as chamadas "evidências" - que passariam desapercebidas para resolver os casos.


É pena que a primeira participação de Fishburne aconteceu no episódio 9, que fica de fora do primeiro volume do Box em DVD - que acaba de ser lançado - este primeiro volume reúne os oito primeiros episódios da nona temporada.


Mesmo assim, é diversão de primeira, por mostrar a saída de William Petersen - que, só para constar, ainda segue no ar em episódios inéditos na TV aberta, todos os dias na Record - que exibe agora a sétima temporada.


CSI - 9ª Temporada - Volume 1

CSI - 9ª Temporada - Volume 1

Diretores e Criadores: Ann Donahue, Anthony E. Zuiker

Elenco:







Wallace Langham


Estúdio: Playarte Filmes

Data de lançamento: 16/03/2011

Tipo de mídia: DVD

Quantidade de discos: 3

Região: DVD Região 4 - América do Sul e Oceania

País de produção: EUA

Formato de tela: Fullscreen

Sistemas de som: Dolby Digital 2.0

Preto e Branco/Colorido: Colorido

Idiomas: Inglês

Legendas: Inglês e Português

Extras:

Disco 1: 1- Para Warrick (For Warrick) - direção de Richard J. Lewis 2- O Lugar Feliz (The Happy Place) - direção de Nathan Hope 3- Arte Imita a Vida (Art Imitates Life) - direção de Kenneth Fink


Disco 2: 4- Deixe Sangrar (Let it Bleed) - direção de Brad Tanenbaum 5- Esqueça Todo o Resto (Leave out All the Rest) - direção de Kenneth Fink 6- Diga que Desiste (Say Uncle) - direção de Richard J. Lewis


Disco 3: 7- Seria, Poderia, Deveria (Woulda, Coulda, Shoulda) - direção de Brad Tanenbaum 8- Jovem com um Trompete (Young Man with a Horn) - direção de Jeffrey G. Hunt


Quanto: R$ 99,90


Onde Comprar: Livraria da Folha


COTAÇÃO DO KLAU:

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"UGLY BETTY": ÚLTIMA TEMPORADA EM DVD TEM REVIRAVOLTAS E MUITOS EXTRAS


A quarta temporada encerra a série "Ugly Betty", e acaba de chegar às lojas em DVD.


O programa era uma versão norte-americana da novela colombiana de sucesso "Yo Soy Betty, la Fea", que ganhou diversas adaptações, inclusive uma brasileira.


A trama é a mesma em todas elas: uma jovem sem estilo, com uma franja enorme cobrindo a testa, óculos e aparelhos nos dentes vai trabalhar no ramo da moda e conquista seu patrão, ao mesmo tempo em que vai sofrendo uma transformação.


Patrick Harbron/AP/ABC

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America Ferrera e Michael Urie em cena do último episódio de "Ugly Betty"

A versão produzida pela atriz mexicana Salma Hayek, reforça as origens latinas da história, colocando a protagonista como uma descendente de mexicanos que vive nos Estados Unidos - Betty Suarez vai trabalhar como assistente do mulherengo Daniel Meade, editor da revista Mode e filho do dono.

As primeiras temporadas fizeram com que o público latino imediatamente adotasse a personagem, porém a audiência diminuiu na terceira temporada, e a série foi cancelada na quarta - com menos episódios, mostra a evolução de Betty, que vai para Londres ser editora de uma revista de moda, pretexto para que o elenco se despeça e o herói corra atrás da mocinha que o deixou.

A caixa traz, além dos episódios, diversos extras como cenas excluídas, erros de gravação e episódios comentados.


Ugly Betty - 4ª Temporada Completa

Ugly Betty - 4ª Temporada Completa

Elenco: America Ferrera, Vanessa Williams

Diretor: John Terlesky

Estúdio: Walt Disney

Tipo de mídia: DVD

Quantidade de discos: 4

Região: DVD Região 4 - América do Sul e Oceania

País de produção: EUA

Duração: 859 minutos

Formato de tela: 1,85 Widescreen Anamórfico (16:9)

Sistemas de som: Dolby Digital 5.1

Preto e Branco/Colorido: Colorido

Classificação indicativa: 12 anos

Idiomas: Inglês

Legendas: Inglês, Português, Espanhol

Extras: Kit para Iniciantes Cenas Inéditas Mode Depois do Expediente Betty Goes To Bahamas Erros de Gravação Comentários em Áudio

Quanto: R$ 59,90

Onde Comprar: Livraria da Folha


COTAÇÃO DO KLAU:


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BIERBOXX: SE VOCÊ QUISER CERVEJA BOA A PREÇOS MÓDICOS, O LUGAR É ESSE!



O site Bierboxx, especializado em venda de cervejas, abriu seu primeiro bar em um simpático sobrado em Pinheiros - zona oeste de São Paulo - onde oferece uma carta que tem, 200 rótulos em média.


São marcas de diversas partes do mundo - que variam semanalmente, de acordo com a disponibilidade - divididas em claras, escuras, de trigo e outras características.


Para se decidir entre belgas, holandesas ou inglesas, vale pedir ajuda aos garçons, treinados com afinco para informar sobre os diferentes sabores.


Cláudio Nóvoa/Folhapress

Fachada do Bierboxx, bar despojado que possui carta com cervejas de diversas partes do globo

Fachada do Bierboxx, bar despojado que possui carta com cervejas de diversas partes do globo


Entre os destaques, há o chope La Trappe - R$ 18; 300 ml - um tipo encorpado bem exclusivo, produzido apenas por monges da Bélgica e da Holanda.


Outra boa investida é a cerveja inglesa Fuller's 1845 - R$ 23; 500ml - do tipo ale (fermentada em alta temperatura), que faz boa companhia ao pernil com ervas e molho de cerveja - a unica falha é aqui: o cardápio não traz dicas sobre harmonização, é preciso acionar os garçons, e pedir sugestões.


É inevitável a comparação entre o novo boteco e o Melograno, na vizinha Vila Madalena, também especializado em cervejas.


Entretanto, apesar de semelhantes, o Bierboxx é mais despojado, com cara e jeito de boteco mesmo, indicado para o público jovem.


Bierboxx Espaço & Bar

Endereço: R. Fradique Coutinho, 842 - Pinheiros - Telefone: 3805-0151.

Aceita os cartões MasterCard, Visa.

Preço: R$ 19,80 (cerveja short neck Duvel - 330 ml).

Tem área para fumantes.

Aceita cheques.

Faz entrega em domicílio.

Aceita reservas.

Não tem ar-condicionado.

Tem acesso muito bo para deficiente.

Tem simpáticas mesas ao ar livre.

Tem conexão wi-fi com boa velocidade.

60 lugares.

Quando:

terça a sexta, das 17h à 1h

sábado e domingo: a partir das 13h

O KLAU FOI E GOSTOU!

"O GOLPISTA DO ANO" É MAIS UM SHOW DE INTERPRETAÇÃO DO CAMALEÃO JIM CARREY

Cercado de polêmica, "O Golpista do Ano" demorou para estrear nos Estados Unidos.

Principalmente pela temática gay que o filme apresenta, e depois de vários adiamentos, o filme finalmente entrou em cartaz nos EUA no final de 2010, muito depois de ter sido lançado no Brasil.

Agora, o longa chega às lojas brasileiras em DVD.

Baseado no romance do jornalista Steve McVicker - "Eu Te Amo, Phillip Morris" - a trama conta o caso real de Steven Russell - vivido por Carrey - que se tornou uma lenda do sistema carcerário norte-americano.

Russell era um policial, casado e pai de família que, após sofrer um acidente, percebe que não deve desperdiçar os momentos de sua vida, decidindo se assumir gay.

Ao seguir o novo estilo de vida, vê que para manter o luxo e dar presentes caros a seus namorados, é preciso muito mais dinheiro do que tem.

A partir daí, torna-se um estelionatário e vive de aplicar golpes, até ser preso.

Na cadeia ele conhece seu grande amor, Phillip Morris - interpretado por Ewan McGregor .

Depois de apaixonar-se, foge quatro vezes da cadeia para poder ficar perto de seu amor.

Divulgação
Rodrigo Santoro vive namorado de Jim Carrey em filme sobre ex-policial que vira ladrão depois de assumir-se gay
Rodrigo Santoro e Jim Carrey, em cena do filme

Rodrigo Santoro faz uma participação no filme como um dos primeiros namorados do fugitivo, mas o filme é todo de Jim Carrey, um dos poucos atores americanos que realmente se arriscam em papéis polêmicos, e que vai do drama à comédia com uma desenvoltura de tirar o fôlego.

O Golpista do Ano
"O GOLPISTA DO ANO"
Título Original: I Love You, Phillip Morris
Elenco:
Rodrigo Santoro
Diretor: Glenn Ficarra, John Requa
Estúdio: Imagem Filmes

Tipo de mídia
: DVD
Quantidade de discos: 1
Região: DVD Região 4 - América do Sul e Oceania
País de produção: EUA e França
Duração: 102 minutos
Formato de tela: Widescreen Anamórfico
Sistemas de som: Dolby Digital 2.0
Preto e Branco/Colorido: Colorido
Classificação indicativa: 16 anos
Idiomas: Inglês e Português
Legendas: Português e Inglês
Extras:

- Trailer
- Slide show
- Novidades

COTAÇÃO DO KLAU:

OSCAR DE MELHOR ATOR PARA JEFF BRIDGES, "CORAÇÃO LOUCO" SAI AGORA EM DVD/BLU-RAY

Jeff Bridges recebeu sua quinta indicação no Oscar 2011, por sua atuação em
"Bravura Indômita".

No ano passado, ele recebeu o prêmio de Melhor Ator, por "Coração Louco".

O longa acaba de chegar em DVD e Blu-ray, e, além de Bridges, tem Robert Duvall, Maggie Gyllenhaal, Sarah Jane Morris e Colin Farrell no elenco.

A trama acompanha a história de Bad Blake, um cantor country que, aos 57 anos, ainda faz shows em cidades pequenas para plateias tão embriagadas quanto ele - Bad já foi um grande astro, mas sua carreira entrou em declínio e a bebida é seu escape.

Divulgação
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Jeff Bridges, em cena do filme

A situação só piora em razão da atual estrela, o ex-pupilo de Blake que o ultrapassou em sucesso, mas não em talento.

Enquanto ele colhe as glórias da fama, o velho cantor se restringe a apresentações em cervejarias e boliches.

Sua vida muda quando em Santa Fé, uma repórter local decide entrevistá-lo para o jornal da comunidade.

Ele rapidamente se encanta pela jovem e é retribuído.

Aos poucos ele se abre para ela e aprende a se render à sua última oportunidade de felicidade.

Jeff Bridges faz aqui uma das atuações mais memoráveis dos últimos anos, e foi merecidamente agraciado com o Oscar.

Coração Louco
"CORAÇÃO LOUCO"
Elenco:
Colin Farrell
Robert Duvall
Tom Bower
Diretor:
Scott Cooper
Estúdio: Fox Filmes

Tipo de mídia
: DVD
Quantidade de discos: 1
Região: DVD Região 4 - América do Sul e Oceania
País de produção: EUA
Duração: 111 minutos
Formato de tela: Widescreen 2.35:1
Sistemas de som: Dolby Digital Inglês, Português, Espanhol
Preto e Branco/Colorido: Colorido
Classificação indicativa: 12 anos
Idiomas: Inglês, Português, Espanhol
Legendas: Inglês, Português, Espanhol
Extras:

Cenas Excluídas e Trailer.

Quanto: R$ 39,90

ONDE COMPRAR: Livraria da Folha

LINK: http://goo.gl/EeeFR

COTAÇÃO DO KLAU:

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sábado, 26 de março de 2011

TENESSEE WILLLIAMS: NOS 100 ANOS DO SEU NASCIMENTO, VISCERAL AUTOR AMERICANO CONTINUA SENDO LIDO, ENCENADO E ADMIRADO PELAS NOVAS GERAÇÕES

Tenessee Williams é um raro tesouro para as novas gerações.

Considerado o grande renovador do teatro americano, Williams, que completaria 100 anos neste sábado (26), ainda é um dos autores nascidos nos EUA mais lidos e encenados, com a contínua representação nos palcos de clássicos como
"Um Bonde Chamado Desejo" e reedições editoriais.

Autor de dezenas de obras de teatro e vários livros de relatos como
"A Noite da Iguana e Outras Histórias", disse em mais de uma ocasião que começou a escrever porque achava "a vida insatisfatória".

Nascido em 1911 no estado sulista do Mississipi, filho de um vendedor de sapatos e de uma cantora, Thomas Lanier Williams estudou jornalismo na Universidade do Missouri, mas logo revelou ter mais interesse pela ficção.

Durante a Grande Depressão, trabalhou por vários anos em uma fábrica de sapatos de Nova Orleans, o que influiu notavelmente em sua obra e contribuiu para sua carreira como grande retratista - na fábrica, sofreu uma crise nervosa, que o obrigou a deixar o trabalho e retornar à literatura.

Arquivos do Klau
O escritor americano Tenessee Williams, em imagem dos anos 70

Suas obras se caracterizam por diálogos rápidos e pungentes, que retratam a decadência, frustração sexual e violência reprimida da América, através de personagens autodestrutivos.

Muitos deles refletiam a própria personalidade do escritor, que escancarava sua homossexualidade e dependência de álcool e drogas em suas obras.

Entre seus personagens mais conhecidos sobressaem Stanley Kowalski e Blanche DuBois, protagonistas de "Um Bonde Chamado Desejo", cuja bem-sucedida versão cinematográfica dirigida por Elia Kazan, em 1951, transformou as interpretações de Marlon Brando e Vivien Leigh num dos maiores clássicos das telonas.

No entanto, os dramas de Williams - que trocou seu nome em 1939 pelo do estado natal de seu pai, Tennessee - nem sempre foram bem recebidos, devido à dureza de sua escrita.

O cardeal de Nova York, Francis Spellman, qualificou o roteiro do filme
"Boneca de Carne" (1956), também dirigido por Kazan, como "repugnante, deplorável, moralmente repulsivo e ofensivo aos padrões cristãos da decência".

Apesar de o filme "Um Bonde Chamado Desejo" ser frequentemente censurado - algumas de suas cenas tiveram que ser cortadas, já para a versão final - Williams foi ganhando pouco a pouco o reconhecimento do público e da crítica.

Foi agraciado com o Prêmio Pulitzer de Teatro em duas ocasiões: primeiro por
"Um Bonde Chamado Desejo", em 1948; depois por "Gata em Teto de Zinco Quente", em 1955, além de ter recebido o Prêmio Tony de Teatro por seu drama "A Rosa Tatuada", em 1951.

Entre o final dos anos 40 e o início dos anos 60, o dramaturgo produziu a maior parte de suas melhores obras, época que coincidiu com sua relação com Frank Merlo, soldado americano de origem siciliana, com quem viveu entre 1947 e 1962.

Com a morte de Merlo em 1963, Williams mergulhou no mundo de drogas e álcool, o que o levou a ser hospitalizado em 1969.

O centenário de seu nascimento coincide com a morte nesta semana de
Dame Elisabeth Taylor, que recebeu uma indicação ao Oscar por sua magistral atuação como Maggie, a protagonista, junto a Paul Newman, em "Gata em Teto de Zinco Quente" (1958).

Durante os anos 70, Williams se concentrou em escrever suas memórias e, em 1980, apresentou sua última obra, que travata da relação tempestuosa de F. Scott fritzgerald - autor de "O Grande Gatsby" - com sua esposa Zelda, que foi um grande fracasso.

Apenas três anos depois, em 25 de fevereiro de 1983, Williams morria, aos 71 anos de idade, em seu quarto do Hotel Elyseé de Nova York, após uma mistura de álcool e comprimidos.

Agora, por ocasião dos cem anos de seu nascimento, a Biblioteca dos Estados Unidos lança uma edição com mais de 33 dramas de Williams, em 2.053 páginas - até o momento, os únicos dramaturgos representados nesta prestigiosa coleção foram Eugene O'Neill, George S. Kaufman, Arthur Miller e Thornton Wilder.

O texto de Tenessee Williams continua atual, crucial e duro, um dos maiores exemplos da sociedade americana no século 20, e será sempre um raro prazer ver qualquer um deles encenado, nos palcos ou nas telonas.

*****
A Livraria da Folha tem alguns bons livros e filmes, baseados na obra de Tenessee Williams em oferta; separei dois livros e um DVD:

49 Contos de Tennessee Williams
"49 CONTOS DE TENESSEE WILLIAMS"

Nesta reunião de contos, Tennessee Williams, dono de um tom de voz narrativo envolvente, apresenta uma galeria de personagens frágeis, insensatos, perdidos.
Por vezes, são maravilhosamente loucos ou desvairadamente lúcidos, mas sempre apaixonantes.
É por amor que constrói os personagens de suas peças, diz Tennessee Williams no relato autobiográfico que serve de prefácio a esta obra.
Entre os 49 contos selecionados, há alguns textos inéditos e outros que apareceram pela primeira vez em revistas americanas.

De: R$ 54,00
Por: R$ 45,90

Link para comprar:

Um Bonde Chamado Desejo
"Um Bonde chamado desejo"
Um triunfo na literatura, no teatro e no cinema.
Assim se consagrou essa peça.
Desde sua publicação em 1947, foi aclamada na literatura com o prêmio Pulitzer,
no teatro com a magistral interpretação do então novato Marlon Brando
e no cinema com o estouro de bilheteria que foi o filme de Elia Kazan.
É o retrato de uma sociedade decadente, personificada por Blanche DuBois,
uma bela mulher que volta para a casa da irmã por não ter mais para onde ir.
À beira da loucura, traumatizada e sofrida, ela entra em confronto com o mundo
rude e viril do cunhado, Stanley Kowalski.
Essa tensão, estabelecida entre o refinamento e a brutalidade,
mostra uma família em ruínas num mundo conflituado,
sem lugar para o amor e para a sensibilidade.
Um dos grandes textos do século 20.
De: R$ 14,00
Por: R$ 11,90
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Gata em Teto de Zinco Quente
"GATA EM TETO DE ZINCO QUENTE"

"Eu não estou vivendo com você".
Maggie dispara a frase secamente contra Brick.
"Nós ocupamos a mesma jaula, isso é tudo".
As cruas emoções e diálogos brilhantes de Tenessee Williams ecoam como uma tempestade nesta versão cujas ardentes performances e tema adulto transformaram-na em um campeão de bilheterias.
R$ 29,90
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