sexta-feira, 3 de junho de 2011

ESTAMOS JUNTOS NOS MOSTRA SÃO PAULO EM TODAS AS DIREÇÕES, PULSANDO JUNTAMENTE COM A SOBERBA ATRIZ QUE É LEANDRA LEAL

Já disse diversas vezes aqui que acho a cidade de São Paulo uma das mais cinematográficas do mundo,de uma plasticidade incomum e sempre pronta a ser cenário, de dramas de época a histórias futuristas, de uma comédia de TV despretensiosa - Aline, da Globo - a filmes laureados com o Oscar - O Beijo da Mulher Aranha (1985) , de Hector Babenco, Melhor Ator para William Hurt - que eu tive a grata satisfação de ver sendo filmado no Páteo do Colégio, berço dessa incrível cidade.

É por isso que eu gostei tanto de Estamos Juntos, novo filme de Toni Venturi - de Cabra Cega e Rita Cadillac: A Lady do Povo -, que acabei de assistir.

O filme toma o pulso da cidade, que é vista com propriedade e captada com honestidade e, mais do que cenário para os dramas que exibe, a cidade de São Paulo aqui é uma personagem viva, que respira e contracena com os atores.

A acima da média Leandra Leal interpreta Carmen, uma médica residente com sonhos de vida que começam a acontecer.

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Leandra Leal como a médica Carmen, em Estamos Juntos, filme que estreia hoje

Nem mesmo pequenos dissabores, como o assédio do chefe - vivido por Marat Descartes - ganham a dimensão que merecem, já que a protagonista é centrada e segura de suas escolhas.

Só que a vida preparou uma senhora surpresa, e Carmen é diagnosticada com uma doença séria.

Paralelamente, aceita o convite de uma colega - papel de Débora Duboc - e começa a desenvolver um trabalho assistencial junto a um grupo de pessoas que moram num prédio ocupado no centro de São Paulo, nova realidade que vem a ser um choque para Carmen, que só passa a encarar com outros olhos os movimentos sociais quando conhece a médica Leonora - interpretada por Dira Paes .

Da soma doença mais o despertar de uma nova consciência, a protagonista se transforma, passando a questionar tudo aquilo que até então encarava como certeza, como a sua até então inabalável amizade com Murilo - Cauã Raymond,em seu melhor papel, disparado - um gayzinho que não é capaz de ver o que se passa à sua volta.

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Leandra Leal e Cauã Reymond, em cena de Estamos Juntos

Quando os dois disputam um violinista - interpretado pelo bom ator argentino Nazareno Casero, de Crônica de uma Fuga - a amizade acaba, um indicador da visão equivocada que Carmen tem do mundo e de seus relacionamentos, sejam amorosos, sejam de amizades.

Ela corre perigo, mas passa a questionar se a vida de uma pessoa é maior ou menor do que a vida e a segurança de todo o grupo dos sem-teto, sua vida se transforma e pouca coisa sobra de seu passado - talvez apenas o personagem vivido por um misterioso Lee Taylor.

O diretor Venturi foi muito feliz ao escolher Leandra Leal, pois sabia que precisaria de uma grande atriz, já que a trama se arma na transformação de sua protagonista, e os elementos que entram em cena - doença, movimento dos sem-teto, perda das amizades - são sempre somas dessa mudança do modo de vida e de visão da personagem.

Como acontece em todos os trabalhos de Leandra, seja na TV, no palco ou nas telonas, o que se vê aqui, além da entrega mais completa, é a compreensão dos dramas internos de Carmen - o que a transforma em mais do que uma personagem que existe apenas no filme.

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Nazareno Casero e Leandra Leal, em cena de Estamos Juntos

Leandra recebeu por essa brilhante interpretação o prêmio de melhor atriz no o XV CinePE no mês passado, e o filme foi o grande vencedor - levou sete prêmios, entre eles melhor filme, diretor e roteiro.

Delicado, Toni Venturi impregna o espectador do universo dessa personagem e, quando Carmen vem à tona, o que reencontra, além de si mesma transformada, é a cidade que a cerca - e que ela nunca prestou atenção.

Venturi também teve a sorte de filmar invasões de prédios no centro da cidade e a repressão da PM para retirar os invasores em tempo real, tema que, entendo eu, envergonha seus moradores e não merece a atenção devida das autoridades (in)competentes - afinal, o que tem de prédio vazio, esperando ser devidamente habitado no centro de São Paulo é mato.

Estamos Juntos  vai muito mais fundo, e olha em todas as direções dessa cidade espetacular, com pessoas tão espetaculares quanto essa Carmen de Leandra Leal.

Confira o trailer do filme:

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ESTAMOS JUNTOS
Título Original:
Estamos Juntos
Diretor:
Toni Venturi
Elenco:
Leandra Leal
Cauã Reymond
Dira Paes
Lee Taylor
Nazareno Casero
Débora Dubboc
Sidney Santiago
Produção:
Rui Pires
André Montenegro
Roteiro:
Hilton Lacerda
Fotografia:
Lula Carvalho
Trilha Sonora:
BiD
Duração:
Sensacionais 96 min.
Ano:
2010
País:
Brasil, Argentina
Gênero:
Drama
Cor:
Colorido
Distribuidora:
Imagem Filmes
Estúdio:
Olhar Imaginário
Aurora Filmes
Americine
Classificação:
14 anos
COTAÇÃO DO KLAU:

"X-MEN: PRIMEIRA CLASSE" REVITALIZA A SAGA AO CONTAR PASSADO DE XAVIER E MAGNETO, MISTURADO A FATOS REAIS

X-Men: Primeira Classe é o prólogo para mostrar como tudo teria começado e como eram  Professor X e Magneto quando ainda eram Charles Xavier e Eric Lensherr ainda nos anos 60, e como se organizaram chamando os primeiros mutantes para se unirem a eles.

Divulgação/Fox
James McAvoy e Michael Fassbender, em cena do filme

O resultado final, agora orquestrado pelo diretor inglês Matthew Vaughn - de Kick Ass, Nem tudo é o que Parece e Stardust - é eficiente e dá a devida ênfase à sua mensagem de subtexto que prega: "Sou mutante, portanto sou diferente e tenho orgulho disso", uma lição sempre importante para que todos, principalmente aos jovens que lotarão os cinemas para ver esse filme, aprenderem a respeitar as diferenças.

Em meio a alguns canastrões que parecem não ter aprendido nada com o bom diretor,sobressaem-se  os talentosos dois protagonistas,conhecidos e competentes.

Divulgação/Fox
Mística (Jennifer Lawrence) tem o poder de mudar sua aparência da maneira que quiser

Mesmo que a semelhança da dupla James McAvoy e Michael Fassbender, comparados a Patrick Stewart e Sir Ian McKellen, não seja muito grande, conseguimos perceber, vez ou outra, lampejos de interpretação dos veteranos atores que deram vida a Xavier e Magneto nos filmes anteriores.

Divulgação/Fox
James McAvoy como Charles Xavier, em cena do filme

Aqui, a trama acompanha os dois desde criança, onde a carga dramática maior é a do jovem Erik, logo mostrado num campo de concentração nazista, quando um médico oficial interpretado por Kevin Bacon  descobre seus poderes e começa a fazer experimentos, mas comete um erro grave: mata a mãe de Erik, que nunca mais irá perdoá-lo.

Esse oficial será o grande vilão do filme - como Sebastian Shaw - que também irá recrutar os mutantes do mal.

Divulgação/Fox
Sebastian Shaw (Kevin Bacon) e Emma Frost (January Jones):vilões de X-Men: Primeira Classe

Interpretado pelo ator inglês Michael Fassbender - de Bastardos Inglórios e Centurião - Erik carrega toda a dramaticidade inicial, e deixa a certeza de que Fassbender será o próximo grande astro da vez.

Divulgação/Fox
Michael Fassbender, já como Magneto, em cena do filme

O bom roteiro faz uma feliz integração das tramas com fatos reais da história, que, se começa com a Segunda Guerra Mundial, vai até a crise dos mísseis soviéticos nos anos 60, com direito inclusive a aparição do presidente Kennedy.

A partir daí, chega-se ao grande conflito que define as coisas, tudo se encaixa, as cenas de ação são muitas e convencem e, pena, não tem cena extra ao final - você pode ir embora quando começam os letreiros.

Divulgação/Fox
Lucas Till, em cena como o Destrutor

Se o pessoal da Fox ainda tinha dúvidas se esse recomeço da saga iria vingar, pode sorrir, e muito.

Confira o trailer do filme:
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X-MEN - PRIMEIRA CLASSE
Título Original:
X-Men: First Class
Diretor:
Matthew Vaughn
Elenco:
James McAvoy
Michael Fassbander
Alice Eve
Kevin Bacon
Nicholas Hoult
Jennifer Lawrence
January Jones
Rose Byrne
Jason Flemyng
Oliver Platt
Produção:
Gregory Goodman
Simon Kinberg
Lauren Shuler Donner
Bryan Singer
Roteiro:
Jane Goldman
Jamie Moss
Fotografia:
John Mathieson
Trilha Sonora:
Henry Jackman
Duração:
Bons 132 min.
Ano:
2011
País:
EUA
Gênero:
Ação
Cor:
Colorido
Distribuidora:
Fox Film
Estúdio:
Donners' Company
Marvel Films
Twentieth Century Fox Film Corporation
Classificação:
12 anos
COTAÇÃO DO KLAU:

X-MEN:PRIMEIRA CLASSE PROMETE REVITALIZAR A SAGA


Divulgação

James McAvoy interpreta o Professor Charles Xavier em  "X-Men: Primeira Classe"

A franquia X-Men  está de volta aos cinemas mundiais nesta semana, depois de um intervalo de dois anos, e deve transformar novamente os super-heróis em sucesso de bilheterias, diante de um bom roteiro, novos atores, grandes efeitos visuais e a busca por um público amplo.
O quinto filme da série, X-Men: Primeira Classe, deve trazer nova energia à série, e concorrerá com outras produções baseadas em histórias em quadrinhos que estreiam em meados do ano, como Lanterna Verde e Capitão América, segundo especialistas.
"Esse provavelmente estará entre os três maiores filmes das férias de julho porque, assim como o bom e velho filme de James Bond, deve atrair uma ampla base de espectadores - mesmo se eles não assistiram aos quatro filmes anteriores", disse o crítico do Deadline Hollywood, Pete Hammond.
X-Men: Primeira Classe é um capítulo anterior ao filme original, adaptado da série de história em quadrinhos da Marvel de mesmo nome. 
O filme conta a fase inicial da vida dos mutantes Charles Xavier, interpretado por James McAvoy, e Magneto, também conhecido como Erik Lehnsherr e interpretado por Michael Fassbender, antes de se tornarem inimigos mortais.

TRAILER DE  X-MEN: PRIMEIRA CLASSE

O começo do filme da 20th Century Fox se passa no campo de concentração alemão de Auschwitz, na Polônia, em 1944, com o jovem Lehnsherr, que é separado de seus pais e conhece o vilão Sebastian Shaw, descobrindo seus poderes pela primeira vez.
Dirigido pelo britânico Matthew Vaughn, com investimento de 120 milhões de dólares,          X-Men: Primeira Classe já conquistou as críticas. 
Segundo o site Rotten Tomatoes, o filme tem uma rara classificação de 98 por cento.
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Matéria da jornalista Christine Kearney


ENTREVISTA: JAMES McAVOY, O PROFESSOR XAVIER DE "X-MEN:PRIMEIRA CLASSE"

James McAvoy quer deixar bem claro uma coisa: o Charles Xavier que ele interpreta em
X-Men: Primeira Classe não é uma cópia do personagem interpretado por Patrick Stewart no X-Men –O Filme (2000) original, nas duas sequências e em X-Men Origens: Wolverine (2009).

Stewart interpretou Xavier, mais conhecido como o Professor X, o líder nobre, sábio e telepata do esquadrão de mutantes do bem chamado X-Men.

McAvoy, o astro britânico de 32 anos de As Crônicas de Nárnia –O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (2005), desenvolve uma versão muito mais jovem e drasticamente diferente de Xavier em X-Men: Primeira Classe.

“Para mim era importante levar Charles o mais distante possível do Charles que conhecemos”, diz McAvoy,  em entrevista ao Hollywood Watch.
"Então, se fizermos dois ou três filmes, ao final de um terceiro espero que minha interpretação se pareça com a de Patrick Stewart, porque no final é para onde temos que ir.”

Para isso, o Xavier dos anos 60 que o público verá em X-Men: Primeira Classe parece quase o oposto do Xavier mais velho.
Para começar, ele tem cabelo. Ele e Erik Lehnsherr - interpretado por Michael Fassbender e que posteriormente se transformará no vilão Magneto, interpretado por Sir Ian McKellen na trilogia original – são grandes amigos, apesar de propensos a debates intensos.

Xavier está apenas começando a conhecer os vários jovens geneticamente aprimorados que em breve terão que decidir se ingressarão nos X-Men de Xavier ou na Irmandade dos Mutantes de Magneto, ávida por poder.

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O ator James McAvoy como Charles Xavier, em cena de X-Men: Primeira Classe

“Charles tem um ego enorme”, diz McAvoy, falando por telefone de sua casa em Londres.
“Ele certamente deseja ser o líder, quer ser o chefe desta nova espécie que está nascendo e sendo apresentada ao mundo. Ele quer guiá-la, moldá-la e liderá-la, e também quer fazer sexo com muitas mulheres. Eu acho isso bastante divertido”, completou.

Menos divertida foi a filmagem de Primeira Classe, já que a produção do filme repleto de efeitos especiais foi acelerada para cumprir a data de lançamento de 3 de junho, de modo que o diretor Matthew Vaughn não teve escolha a não ser expor seu elenco e equipe a um clima horrendo constante enquanto filmava em locações em Londres e na Ilha Jekyll, Geórgia.

“Foi uma filmagem difícil, eu não vou mentir”, diz McAvoy .
“Eu acho que está bem documentado que foi uma filmagem incrivelmente difícil. Mas acho que esses tipos de filme geralmente são. (...) Nós também tivemos muitos problemas logísticos, porque tínhamos um cronograma apertado e as coisas precisavam ser feitas rapidamente.”

A maioria dos atores teve que lidar com os vários efeitos especiais necessários para a manifestação dos poderes de seus personagens.

Para McAvoy, esse não foi o caso.
“Os efeitos especiais eram muito fáceis”, ele diz com uma risadinha.
“Sério, nesse aspecto, eu tenho o superpoder ou mutação menos espetacular, porque simplesmente fico com uma expressão distante e de repente estou dentro de sua mente.”

O ator está pronto para mais, desde que X-Men: Primeira Classe abra a porta para uma sequência ou duas. 
“Se o resultado for uma pilha (de lixo), então seria melhor ficar bem longe. Mas estou contratado, então provavelmente não poderei. Mas acho que o resultado será bom e assim, se fizer dinheiro e quiserem fazer outro, eu certamente estou disposto.”

DIRETOR MATTEW VOUGHAN JÁ PENSA NA SEGUNDA PARTE DA NOVA SAGA DOS X-MEN

O novo filme dos X-Men estreia hoje e é um dos grandes lançamentos do ano, mas, como quase sempre acontece com superproduções, a Fox já pensa na continuação.

E o diretor Matthew Vaughan falou um pouco sobre isso com o Hitfix, que quis saber se ele voltará para a parte dois.

"Sim, definitivamente. Adorei trabalhar com eles e com Michael [Fassbender] e James [McAvoy] a química foi demais. Tenho algumas ideias de abertura para o próximo filme. Acho que seria legal abrir com o assassinato de Kennedy e revelar que a bala [que atingiu o presidente americano] era controlada por Magneto. Isso explicaria a física da coisa e ele [Magneto] ficaria furioso porque Kennedy ficou com o crédito de salvar o mundo dos mutantes enquanto ele nem foi mencionado. E iríamos a partir daqui. Tenho muitas ideias divertidas para trazer outros mutantes. Mas não quero causar frustração. Se o filme for um sucesso, claro que tenho interesse [em voltar]. Realmente gostei de fazer [o primeiro longa]".

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O diretor Matthew Vaughan

Vaughan também conversou com o Movieweb sobre a sequência:
"Teremos apenas mais um novo personagem [na parte dois]. Não vou dizer quem ele... não vou dizer quem ele ou ela é. Mas teremos apenas mais um novo. Acho que, como Xavier está sobre a cadeira de rodas, Magneto precisa ter um adversário com quem possa lutar. Alguém que se equipare a ele. Eu sei quem é [este rival]. Seria legal se eu pudesse dizer alguma coisa, mas não posso".

Enquanto a parte dois não é produzida, vamos de X-Men: Primeira Classe, que tem no elenco James McAvoy como Charles Xavier, Michael Fassbender como Magneto, Nicholas Hoult como Fera, January Jones como Emma Frost, Caleb Landry vivendo Banshee, Jennifer Lawrence no papel de Mística, Kevin Bacon no papel do vilão Sebastian Shaw, Edi Gathegi como Darwin, Jason Flemyng como Azazel e Rose Byrne vivendo Moira MacTaggert, entre outros.

PRODUTOR BRYAN SINGER APOSTA EM PROFESSOR XAVIER E MAGNETO PARA CONTAR ORIGENS DOS X-MEN

Hollywood sempre mostrou histórias com começo, meio e fim, mas, agora, cada vez mais, os estúdios seguem todos atrás do dinheiro fácil, com o início de histórias cujo meio e fim o público já conhece.

É o caso de X-Men: Primeira Classe, que estreia hoje.

Como a série rende boa bilheteria com as histórias de Wolverine e seus companheiros mutantes, por que não começar uma nova saga, mostrando a origem dos personagens?

"A série com o Wolverine tem sua carreira de sucesso e não quisemos interferir nela. Resolvemos apostar em outra, que foca no Professor X e no Magneto", diz Bryan Singer, produtor e autor, tanto dos primeiros filmes dos mutantes nas telonas, quando da ideia para essa nova possível saga.

Possível, por quê as partes dois e três vão depender, lógico, da bilheteria da parte um, mesmo com os atores já contratados para fazê-las.

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O diretor Bryan Singer em Londres

A ideia, diz Singer, foi responder a algumas perguntas do público que acompanhou a história dos mutantes nas telonas, como o por que Charles e Magneto estarem atualmente em lados opostos: Xavier acredita na humanidade e quer salvá-la com a ajuda dos mutantes do bem; Magneto é descrente e tem sua legião do mal.

"A vontade de contar essa história prévia apareceu quando dirigia o 'X-Men 1'. O Patrick Stewart [ator que interpreta Charles Xavier nos primeiros filmes] me perguntou um dia: como meu personagem acaba numa cadeira de rodas? Respondi: você quer a história dos quadrinhos ou a minha? Ele disse, a sua. Contei, ele gostou e é a que está no filme agora", disse Singer, durante entrevista em Londres.

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A partir da esquerda: Nicholas Hoult, James McAvoy, Michael Fassbender e Jennifer Lawrence em cena de "X-Men - Primeira Classe"

A ação se passa nos anos 60, durante a crise dos mísseis entre os EUA e a então União Soviética, que quase levou o mundo a uma guerra nuclear.

Charles Xavier, aqui é ainda um aluno da Universidade Oxford, que sabe de seus poderes de telepata, mas desconhece a quantidade de mutantes no mundo.

Por meio da CIA - agência de inteligência dos EUA -, ele conhece Erik Lehnsherr - que depois adotaria o nome de Magneto por sua capacidade de atrair e manipular metais - e logo se tornam amigos e depois adversários.

Apesar do tema sério [o perigo nuclear], o filme é muito mais leve e bem humorado que os demais "X-Men", diz Singer, que completa: "Se o público gostar dessas pinceladas de humor, talvez o próximo filme revele por que o Professor X ficou careca".

quinta-feira, 2 de junho de 2011

MULHER-GATO ARREBENTA EM NOVO TRAILER DO GAME ARKHAM CITY


E saiu mais um trailer do novo game do Homem-Morcego. 

As imagens, só para variar, não são menos do que sensacionais e mostram que a Mulher-Gato será uma personagem jogável. 

Assista:




Batman: Arkham City é um dos games mais esperados do ano, já que seu antecessor – Batman: Arkham Asylum – foi eleito um dos melhores títulos de 2010.

Na história, que se passa um ano após o jogo passado, o prefeito de Gotham acaba com o Asilo Arkham. 

Ele cerca uma parte da cidade e deixa os bandidos soltos ali dentro, onde podem ficar à vontade desde que não tentem escapar. 

Claro que a coisa vai dar muito errada, o que exigirá a ação do Batman contra seus grandes inimigos e também contra o prefeito da cidade.

O lançamento acontece no dia 18 de outubro nos Estados Unidos e sai para Xbox 360, PS3 e PC.

Game simplesmente imperdível.

ESPECIAL DO LEITOR: POR ONDE ANDAM ASTROS E ESTRELAS DE SÉRIES DOS 80 E 90?


Você sabe o que fazem, ou o que andaram fazendo seus atores e atrizes favoritos das séries de sucesso dos anos 80 e 90, desde que elas foram canceladas?

Alguns bem famosos estão aqui.

Confira:

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Brian Austin Green em Barrados no Baile - à esquerda e com sua mulher Megan Fox, hojed

Brian Austin Green encantou todas as adolescentes como o namorado fofo de Donna, em
Barrados no Baile.

Desde que o programa chegou ao fim, ele participou de várias séries, como Smallville, Freddie e Terminator: The Sarah Connor Chronicles.

Atualmente, além de ser o marido de Megan Fox, ele está na pré-produção de três filmes.

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Don Johnson em Miami Vice - à esquerda - e hoje

Miami Vice foi um grande sucesso entre os anos 1984 e 1990, ao abordar um mundo de corrupção e tráfico de drogas na principal cidade da ensolarada Flórida.

Na série, Don Johnson viveu o detetive James 'Sonny' Crockett, papel que lhe deu um Globo de Ouro por melhor ator em série dramática.

Mas a carreira de Johnson permaneceu agitada, mesmo após um período depressivo, quando perdeu sua mulher, Melanie Griffith, para o espanhol Antonio Banderas.

Mais de uma década após o fim da série, Johnson tem participado de praticamente uma produção por ano, na televisão ou no cinema.

Em 2010, ele fez uma marcante participação em Machete, filme de Robert Rodriguez.

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Kelsey Grammer, em Frasier - à esquerda - e hoje

Frasier durou nove anos - entre 1993 e 2004 - e deu destaque à carreira de Kelsey Grammer como o protagonista, Dr. Frasier Crane.

Com o fim da série, Grammer decidiu trabalhar atrás das câmeras e virou produtor executivo de programas como Medium e The Game.

A conta bancária? Vai muito bem, obrigado!

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Fred Savage não mudou quase nada: só o queixo é que ficou imenso

Depois de viver Kevin Arnold, protagonista de Anos Incríveis, exibida na TV americana de 1988 a 1993, Fred Savage dedicou-se mais a trabalhos por trás das câmeras.

Foi diretor e produtor de séries como Hannah Montana, Ugly Betty, It's Always Sunny in Philadelphia e Modern Family. 

E o queixo? Continua i-men-so!

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Helen Hunt na série - à esquerda e em cena de Soul Surfer

Helen Hunt já era uma atriz muito conhecida na TV americana, quando viu sua carreira finalmente despontar em Mad About You, exibida entre 1992 e 1999.

Ao viver as alegrias e tristezas da rotina de um casamento como a protagonista Jamie ,que lhe deu quatro prêmios Emmy como melhor atriz de comédia e três Globos de Ouro na mesma categoria, Helen quis mais e, pararelamente à série, estrelou nas telonas em Twister (1996) e estourou ao lado de Jack Nicholson em Melhor é Impossível (1998), levando tanto o Globo de Ouro de melhor atriz de comédia quanto o Oscar de Melhor Atriz.

Sua última participação no cinema pode ser vista em Soul Surfer - foto acima -, que segue em cartaz nos cinemas americanos, mas sem previsão de estreia no Brasil.

Mas os fãs podem ficar tranquilos: ela está escalada para quatro produções para o cinema: Jock, Surrogate, Relative Insanity e Serpent Girl.

Seu parceiro na série, Paul Reiser, que interpretava seu marido, recentemente estreou no teatro, em uma peça escrita e dirigida por Woody Allen, chamada Writer´s Block.

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Jennie Garth, em Barrados e recentemente

Outra estrela de Barrados no Baile que anda um tanto sumida é Jennie Garth.

A eterna Kelly não decolou em nenhuma superprodução depois da série clássica dos anos 1990.

Ao lado de Donna e Brenda - Shannen Doherty-, ela participou do remake de 90210 - título original da série -  e remoeu seu amor por Dylan - Luke Perry.

Triste, não é? 

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Lou Ferrigno como o gigante vderde e em foto atual em seu site

Ele conquistou o papel por ser um fisiculturista: Lou Ferrigno ficou conhecido pela série
O Incrível Hulk, produzida entre 1977 e 1982.

Com o fim da série, Ferrigno passou a se dedicar à carreira esportiva, chegou a ser personal trainer de Michael Jackson e participou de filmes, como Hércules.

Atualmente, ele vende pôsteres autografados da época de ouro de sua carreira como ator e halterofilista, além de camisetas personalizadas, livros e DVDs em seu site oficial.

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Ed O'Neill, ontem e hoje

Ed O'Neill soube escolher muito bem seus trabalhos.

Depois do sucesso Married With Children, que durou entre 1987 e 1997, o eterno Al Bundy - um pai de família frustrado e saudoso pela juventude - revive um patriarca na bem-sucedida Modern Family, onde ele é um coroa garanhão, casado com Gloria, uma colombiana gostosona e padrasto de Manny.

Ele se divide entre a família nova e a antiga, com outros dois filhos e quatro netos.

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Melissa Joan Hart, como Sabrina e hoje

Melissa Joan Hart marcou a adolescência de muita gente que queria ser meio bruxinha como ela, para resolver problemas simples do dia a dia, como o dever de casa.

Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira foi exibida entre 1996 e 2003, e Melissa agora participa da série Melissa & Joey, que também traz no elenco o ator Joey Lawrence, ex Blossom.

O programa, que estreou em 2010, conta a história de Mel Burke, que assume a guarda de seus dois sobrinhos adolescentes, Lennox e Ryder.

Sem ter a menor noção de como cuidar deles, Mel decide contratar uma babá.

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Richard Dean Anderson, como Macgyver e na última Comic-Con

Richard Dean Anderson, protagonista de Macgyver, Profissão: Perigo - exibida entre 1985 e 1992 - despertava a curiosidade dos fãs da série, ao mostrar as aventuras de um ex-agente secreto que resolvia problemas de maneira muito inusitada.

Angus Macgyver chegou a construir uma bomba com chiclete e desarmou mísseis usando seu tênis.

Atualmente, o ator pode ser visto na série Fairly Legal.

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Sarah Michelle Gellar como Buffy, e  à direita com a filha Charlotte

Sarah Michelle Gellar virou mãe de família, após se casar com o galã Freddie Prinze Jr e ter Charlotte, em 2009, seis anos após o cancelamento da série Buffy, a Caça-Vampiros, que estreou em 1997.

Depois de Buffy, ela fez filmes como Scooby-Doo, O Grito e Tartarugas Ninja, mas quem quiser matar a saudade de Sarah Michelle na TV, aí vai uma boa notícia: neste ano, a série Ringer, dos mesmos roteiristas de Sobrenatural, vai estrear - ainda sem data definida - na TV americana.

Segundo a sinopse, no thriller a atriz viverá "uma adolescente perturbada que se esconde da máfia". 

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Soleil Moon Frye  como Punky e em foto recente - à direita

Soleil Moon Frye ficou conhecida como Punky, a Levada da Breca, de quem todo mundo se lembra.

Quem acha que ela está sumida, se engana: a atriz só ficou afastada da carreira artística entre 2007 e 2008, para se dedicar à família.

Fora isso, ela tem trabalhado muito, só que longe das câmeras: Soleil virou dubladora de desenhos animados, mas é possível ainda vê-la na TV, participando da reprise de séries como Friends, Sabrina,  a Aprendiz de Feiticeira e também na produção de For Better or for Worse.

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iffany Brissette, como Vicky e hoje

Super Vicky marcou ao ser exibida entre 1985 e 1989 e narrar a história de uma menina-robô.

Aos 36 anos, sua intérprete, Tiffany Brissette, se mantém longe dos holofotes, pois optou por seguir a carreira de psicologia, disputar maratonas de corrida e estudar para ser enfermeira.

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Fran Drescher, à época de The Nanny e em foto recente

The Nanny foi exibida entre 1993 e 1999 e contou a história de Fran, uma mulher  de voz anasaladíssima que vira babá por acaso, encanta a família Sheffield e acaba se apaixonando pelo patriarca.

A atriz Fran Drescher, atualmente, está na pré-produção da série Happily Divorced, ainda sem data de estreia.

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Thomas Calabro, à época da primeira versão de Melrose Place, e em foto recente

Do elenco original de Melrose Place, somente Thomas Calabro, que interpretava o médico mau caráter Michael Mancini, permaneceu em todas as temporadas da série, exibida entre 1992 e 1999.

Ele voltou no remake do programa, que estreou em 2009 -  já cancelado.

Atualmente, ele está filmando Devils Inside, que estreia nas telonas dos Estados Unidos em maio de 2012.

Divulgação/Reprodução
Tori Spelling como Donna, e em imagem recente

Desde que a versão original de Barrados no Baile chegou ao fim - em 2000, após dez anos no ar - Tori Spelling não se dedicou a nenhum grande projeto.

Ela fez participações em filmes como Todo Mundo em Pânico 2 e em séries como Smallville, mas não ganhou nenhum papel de destaque, porque prefere atualmente se dedicar à família.

Em 2009, ela fez uma participação no remake de 90210 como a eterna Donna Martin, para alegria dos fãs saudosos.

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Essa postagem foi pedida pelos leitores Ricardo Duarte Carrera, do Rio de Janeiro (RJ), Carolina Vasquez Trudi, de Torres (RS) e Wagner Thompson Flores, de Tabapuã (SP).

Você tem uma sugestão para postagem? Escreva e peça!