quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

CADEIRA VAZIA HOMENAGEIA CINEASTA IRANIANO PRESO, NA ABERTURA DO FESTIVAL DE BERLIM

Uma cadeira vazia na coletiva de imprensa do júri do Festival de Cinema de Berlim simbolizou nesta quinta-feira a ausência do diretor iraniano Jafar Panahi, para lembrar os riscos que às vezes estão envolvidos na produção de filmes.

Panahi foi convidado para ser um dos sete membros do júri, que decide os vencedores dos prêmios ao final dos dez dias de festival, em 19 de fevereiro, mas ele foi condenado a seis anos de prisão em dezembro, e proibido de produzir filmes e viajar ao exterior por 20 anos.


Getty Images


Os membros do júri Jan Chapman, Aamir Khan, Nina Hoss, Isabella Rossellini, Sandy Powell e Guy Maddin chegam à conferência do Festival de Berlim, no primeiro dia do evento alemão.


"Ainda estamos esperando que ele possa vir", disse a atriz e presidente do júri Isabella Rosselini.


"Ainda não desistimos. Ele é uma presença muito grande mesmo que ele não esteja aqui."


O convite ao cineasta, cujo filme " Fora de Jogo " venceu o Urso de Prata em 2006, "foi uma tentativa de assumir uma posição muito forte a favor da liberdade de expressão e da liberdade dos artistas", disse Rosselini a jornalistas.


"É importante que cada voz seja ouvida, cada tipo de filme feito."


Panahi foi acusado de produzir o filme sem permissão e incitar protestos da oposição depois das eleições de 2009, que desencadearam meses de instabilidade política no Irã. Cinco dos filmes de Panahi, incluindo "Fora do Jogo", serão exibidos durante o evento, que começou hoje (10).


O remake de "Bravura Indômita" marca o início do festival, onde centenas de filmes disputam a atenção da mídia mundial e das distribuidoras - o faroeste dos irmãos Coen já está em cartaz na América do Norte, e por isso não disputa os prêmios oficiais a serem entregues no dia 19 - mas garante um glamour hollywoodiano no tapete vermelho da Berlinale.


A história de uma jovem que sai à caça do assassino do seu pai tem no elenco Jeff Bridges, Hailee Steinfeld, Matt Damon e Josh Brolin.


Como é comum em Berlim, esta 61ª edição reúne rostos familiares e realizadores iniciantes, e não deixa de lado as preocupações com a vida real.


Na sexta-feira, o festival recebe "Margin Call", longa de estreia de J.C. Chandor, que trata da crise financeira global de 2008, com Kevin Spacey e Demi Moore.


Outros dois dramas abordam a vida sob diferentes ditaduras: "El Premio", estreia de Paula Markovitch na direção, conta a história de uma menina de sete anos que precisa carregar um "enorme segredo" a fim de proteger sua família do regime militar argentino.


"The Devil's Double", fora da competição oficial, tem Dominic Cooper no papel do "dublê oficial" de Uday Hussein, o temido filho do ex-ditador iraquiano Saddam Hussein.




TRAILER DO FILME "PINA"







Outro fato marcante na programação deste ano em Berlim é a exibição de dois mestres do cinema alemão pela técnica do 3D.


Wim Wenders traz um filme sobre a coreógrafa Pina Baush, e Werner Herzog exibe "Cave of Forgotten Dreams", sobre pinturas rupestres na França.


Como parte da competição, o francês Michel Ocelot participa com "Contos da Noite", filme em 3D que usa animação com silhuetas feitas há quase um século pela cineasta berlinense Lotte Reiniger.


Também na competição oficial está "Coriolanus," dirigido por Ralph Fiennes, em que o ator britânico interpreta o papel-título dessa adaptação shakespeariana.




*****


Matéria base de: Mike Collett-White


Redação Final: Cláudio Nóvoa

NA SEXTA TEMPORADA, HOUSE TENTA SE LIVRAR DO VÍCIO E NAMORA A DRA. CUDY

O fundo do poço.

É onde o genial Dr. House está, quando a série, estrelada por Hugh Laurie, retorna em sua sexta temporada, inédita na TV aberta.

Assim começa, com o episódio que estreia hoje (10) na Record, uma das melhores temporadas da série, que agora se aprofundam cada vez mais nos dramas e demônios que atormentam o protagonista, e aqueles à sua volta.

Gregory House, que terminou a temporada anterior tendo alucinações, acorda em um hospital psiquiátrico, tentando lidar com uma crise de abstinência e se livrar do vício no analgésico Vicodin.

DivulgaçãoDr. Nolan - Andre Braugher - trata vício do Dr. House - Hugh Laurie - em cena da sexta temporada de "House"

A princípio, House tenta fugir do tratamento, mas descobre que perderá a licença médica caso não se desintoxique.

Então, ele começa a boicotar o tratamento, o que, lógico, não durará muito.

Ver o engenhoso médico interagindo com as insanidades do hospital é o grande achado do começo dessa temporada, marcada por roteiros acima da média, e uma interpretação visceral de Hugh Laurie.

Seja uma mulher em estado catatônico ou um rapaz que pensa ser um super-herói, a curiosidade do doutor é despertada e ele logo coloca suas habilidades de diagnóstico para ajudá-los.

E é nessa temporada que ainda veremos, finalmente, o romance entre House e sua chefe no hospital, a Dra. Cudy - Lisa Edelstein.

SEN-SA-CIO-NAL!

DR. HOUSE - SEXTA TEMPORADA
QUANDO:
Hoje, às 0h15
ONDE: TV Record
Elenco:
Hugh Laurie (Dr. Gregory House)
Lisa Edelstein (Dra. Lisa Cuddy)
Omar Epps (Dr. Eric Foreman)
Robert Sean Leonard (Dr. James Wilson)
Jennifer Morrison (Dra. Allison Cameron)
Jesse Spencer (Dr. Robert Chase)
Criador:
David Shore("Hack", "O Desafio").
Produtores:
Paul Attanasio ("Homicide: Life on the Street")
Katie Jacobs
David Shore
Bryan Singer ("X-Men")
Heel and Toe Films
Bad Hat Harry Productions
NBC Universal Television Studios
Classificação: não informada
COTAÇÃODO KLAU:

Confira a chamada da sexta temporada:

    BERLIM 2011 APOSTA EM NOVATOS, 3D E FILMES BRASILEIROS

    Em 2010, o Festival de Berlim comemorou a 60ª edição com a exibição de uma cópia restaurada e ampliada de "Metrópolis" - exibida no portão de Brandemburgo para milhares de pessoas - e uma seleção recheada de filmes de grandes cineastas, de Martin Scorsese a Zhang Yimou.

    Este ano, Dieter Kosslick, diretor do evento, promoveu uma mudança na abordagem da programação, que começa hoje (10), com a projeção de "Bravura Indômita", dos irmãos Joel e Ethan Coen, na qualidade "fora de competição".

    Getty ImagesDieter Kosslick, diretor da Berlinale, apresenta o pôster da edição de 2011

    Um terço dos selecionados é de diretores de primeira ou segunda viagem, resultado da colheita de iniciativas como o Talent Campus e de parcerias como a feita com o Sundance Festival, de Robert Redford.

    E o 3D amplia sua participação, com três produções: os documentários "Pina", de Wim Wenders, e "Cave of The Forgotten Dreams", de Werner Herzog, e a animação "Tales of The Night", do francês Michel Ocelot.

    Entre os novatos, alguns não são tão novos assim, como Ralph Fiennes, que faz sua estreia na direção com "Coriolanus".
    Atualização da peça de Shakespeare para os dias de hoje, traz Fiennes no papel-título, e Vanessa Redgrave e Gerard Butler no elenco.

    Assim como Fiennes, Victoria Mulroney também estreia na direção depois de sustentar uma carreira como atriz: "Yelling to the Sky" traz Zoe Kravitz e Gabourey Sidibe - "Preciosa" - no elenco.

    A roteirista argentina Paula Markovitch também entra na categoria novatos - apesar de ter assinado vários roteiros de filmes que competiram na Berlinale - debutando como diretora com "El Premio", filme semi-autobiográfico em que o ensaio de uma jovem engajada coloca os pais em dificuldade.

    Outra tradição da Berlinale é continuar apostando em valores nos quais investiu.
    Casos de Joshua Marston - "Maria Cheia de Graça" -, que volta com "The Forgiveness of Blood", ambientado na Albânia, e o iraniano Asghar Farhadi - "Procurando Elly" -, que traz "Nader and Simin - A Separation".

    De Sundance, estarão presentes: "Margin Call", do estreante J.C. Chandor; "The Guard" e a iniciativa em parceria com o You Tube "Life in a Day".

    O Brasil marca presença na seleção oficial, embora esteja fora da mostra competitiva. "Tropa de Elite 2", de José Padilha, será exibido na Panorama, mostra não-competitiva e um dos principais pontos de convergência do festival. "Os Residentes", do crítico e cineasta mineiro Thiago Mata Machado, marcará presença no Fórum, este um espaço reservado à busca de novas formas de narrativa cinematográfica.

    E vamos falar do cinema brasileiro em Berlim: "Tropa de Elite 2" será apresentada em uma mostra paralela - a Panorama - três anos depois de a primeira versão de José Padilha ganhar o Urso de Ouro na competição.

    A Mostra Panorama premia os filmes a partir da seleção do público, e os vencedores ganham "Ursinho dourado" em várias categorias.
    Nas principais categorias, há também prêmio em dinheiro.

    O Festival de Berlim é uma boa vitrine para o cinema latino-americano desde que Dieter Kosslick assumiu a direção do evento em 2001.

    Outras mostras paralelas, como a mostra Fórum, dedicada a garimpar novas formas de fazer cinema, vai exibir "Os Residentes", de Tiago Mata Machado.

    Na lista de produções nacionais no festival, também fora do concurso, estará o curta-metragem "Ensolarado", de Ricardo Targino, na mostra Geração.

    A boa sintonia entre o Festival de Berlim e a América Latina começou em 1998, ano em que o filme brasileiro "Central do Brasil", de Walter Salles, levou o Urso de Ouro.

    A Berlinale reiterou apoio ao diretor iraniano Jafar Panahi, preso em seu país, ao anunciar que estava aberto para ele um lugar no júri, presidido pela atriz Isabella Rossellini.

    "A Berlinale mantém um lugar reservado para Jafar Panahi e, ao fazer isto, destaca apoio a sua luta pela liberdade", assinalou a organização em comunicado.

    É hoje!

    EXPOSIÇÃO EM NY RESGATA A MAGIA DO TEATRO APOLLO

    Os rostos e sons que fizeram do Teatro Apollo o berço da música negra no bairro nova-iorquino do Harlem voltaram à mídia desde terça (8), em uma exposição que analisa o impacto da mítica sala de concertos na cultura popular americana.

    Fotografias, gravações, vídeos, instrumentos e roupas de James Brown, Miles Davis e Michael Jackson estarão expostos ao público até o dia 1º de maio no Museu da Cidade de Nova York para lembrar a história do Apollo, onde foram lançados nomes tão indispensáveis como Ella Fitzgerald e Billie Holiday.

    "É uma exposição absolutamente brilhante. Além disso, é como uma lição: podem ser vistos fragmentos de nossa história que poucos conhecem e que devem ser preservados", disse à Agência Efe a diva do soul Dionne Warwick - intérprete de músicas já classicas do universo musical americano, como "I say a little prayer" e "Don't make me over" - que compareceu ao evento.

    APFachada do Teatro Apollo, no coração do bairro do Harlem, em Nova York

    Dionne é uma das chamadas "lendas do Apollo", cenário que impulsionou sua carreira - e a de tantos outros artistas - ao topo dos rankings de discos mais vendidos - ela afirma ter feito sucesso com "a confiança que é preciso ter sobre o palco".

    Para ela, no entanto, "o grandioso do Apollo" é que ele ensinou gerações de fãs "a amar a música" graças às apresentações "dos grandes, das autênticas lendas", como Nat King Cole, Duke Ellington e James Brown.

    "Eu não posso imaginar um mundo sem música. O Apollo foi capaz de capturar isso e de incluir todo o mundo que passou por ali. É algo magnífico", declarou Dionne, que percorreu a exposição prestando atenção a cada detalhe.
    "É para explicar a meus netos".

    Relembre Dionne cantando um dos seus maiores sucessos, "Heartbraker", em 2004:


    A exposição "Ain't Nothing Like the Real Thing" relembra os grandes momentos do Apollo, desde que surgiu em 1934 e fez história, ao permitir o acesso às dependências do teatro - palco e plateia - da então segregada comunidade afro-americana, até os eventos mais recentes que voltaram a situá-lo na primeira linha da mídia.

    Entre eles, destaca-se sobre os demais a morte de Michael Jackson em 2009, uma tragédia que transformou o Teatro Apollo em ponto de peregrinação para os fãs do músico em Nova York - a sala foi palco de um histórico show dos Jackson's Five em 1969, tornando-os sensação nacional a partir dessa apresentação, e tendo o menino Michael como protagonista.

    A exposição mostra numerosas imagens e objetos de Michael, como um chapéu do astro, além de lembranças de outros artistas, como uma roupa de James Brown, um vestido de Ella Fitzgerald, os trompetes de Louis Armstrong e Miles Davis e os sapatos que Sammy Davis Junior usou quando criança.

    A mostra, que também apresenta reproduções do icônico letreiro de neon que promove o nome do Apollo na rua 125 do Harlem, inclui discos de grupos como Earth Wind and Fire, Aretha Franklin e Bill Cosby.

    Mas também há imagens de protestos e manifestações nas ruas do Harlem - coração negro de Manhattan - que refletem o impacto social repercutido como reduto da música negra.

    Há até mesmo uma fotografia do atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que em 2007, quando recém-lançada sua campanha à Presidência, elegeu o Apollo para ter contato com a comunidade afro-americana da Big Apple.

    quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

    TAYLOR KINNEY, O BUNITO DE "TRAUMA" E "VAMPIRE DIARIES"

    Taylor Kinney nasceu em 15 de julho de 1981, em Lancaster, Pennsylvania.
    Fotos: Internet


    Começou a aparecer como modelo, mas foi em papéis na TV que o bunito fez e faz sucesso, principalmente nas séries "Bones" (2008), "Trauma" (2009/2010) e "The Vampire Diaries" (2010)

    Solteiro, com 1,80m e lindos olhos verdes, Taylor enche a telinha com beleza, charme e muito talento.


    Aqui no Brasil, acaba de sair do ar na TV Record, que exibiu a primeira e única temporada de "Trauma".


    PRINCIPAIS TRABALHOS EM TV:

    2010 - "The Vampire Diaries", como Mason Lockwood
    2009/2010 - "Trauma", como Glenn Morrison
    2008 - "Bones", como Jimmy Fields
    2007 - "What About Brian", como Jared
    2006 - "Fashion House", como Luke Gianni


    PRINCIPAIS TRABALHOS EM CINEMA

    2009 - "Diary of a Champion", como Ryan Kent
    2007 - "White Air", como Frank
    2006 - "Furnace", como Bill Jamison











    MARTA SUPLICY PÕE PROJETO QUE CRIMINALIZA HOMOFOBIA PARA VOLTAR A TRAMITAR NO CONGRESSO

    Ela disse que o faria, e o fez!

    A senadora Marta Suplicy (PT/SP) tirou da gaveta - onde já mofava - o projeto de Lei que criminaliza a Homofobia - a PLC 122.

    No texto abaixo, você vai saber mais sobe esse projeto:

    (PLC 122/2006)

    Nos últimos 30 anos, o Movimento LGBT Brasileiro vem concentrando esforços para promover a cidadania, combater a discriminação e estimular a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

    A partir de pesquisas que revelaram dados alarmantes da homofobia no Brasil, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), juntamente com mais de 200 organizações afiliadas, espalhadas por todo o país, desenvolveram o Projeto de Lei 5003/2001, que mais tarde veio se tornar o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que propõe a criminalização da homofobia.

    O projeto torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero - equiparando esta situação à discriminação de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexo e gênero, ficando o autor do crime sujeito a pena, reclusão e multa.

    Aprovado no Congresso Nacional, o PLC alterará a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, caracterizando crime a discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Isto quer dizer que todo cidadão ou cidadã que sofrer discriminação por causa de sua orientação sexual e identidade de gênero poderá prestar queixa formal na delegacia. Esta queixa levará à abertura de processo judicial. Caso seja provada a veracidade da acusação, o réu estará sujeito às penas definidas em lei.

    O texto do Projeto de Lei PLC 122/2006 aborda as mais variadas manifestações que podem constituir homofobia; para cada modo de discriminação há uma pena específica, que atinge no máximo 5 anos de reclusão. Para os casos de discriminação no interior de estabelecimentos comerciais, os proprietários estão sujeitos à reclusão e suspensão do funcionamento do local em um período de até três meses. Também será considerado crime proibir a livre expressão e manifestação de afetividade de cidadãos homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais.

    Apesar dos intensos esforços e conquistas do Movimento LGBT Brasileiro em relação ao PLC 122, ainda assim, ele precisa ser votado no Senado Federal. O projeto enfrenta oposição de setores conservadores no Senado e de segmentos de fundamentalistas religiosos. Por este motivo, junte-se a nós e participe da campanha virtual para divulgar e pressionar os senadores pela aprovação do projeto.

    Para ler o projeto de lei na íntegra, clique aqui.

    Por quê a lei?

    • Ainda não há proteção específica na legislação federal contra a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero;
    • Por não haver essa proteção, estimados 10% da população brasileira (18 milhões de pessoas) continuam a sofrer discriminação (assassinatos, violência física, agressão verbal, discriminação na seleção para emprego e no próprio local de trabalho, escola, entre outras), e os agressores continuam impunes;
    • Por estarmos todos nós, seres humanos, inseridos numa dinâmica social em que existem laços afetivos, de parentesco, profissionais e outros, essa discriminação extrapola suas vítimas diretas, agredindo também seus familiares, entes queridos, colegas de trabalho e, no limite, a sociedade como um todo;
    • O projeto está em consonância com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário: “Artigo 7°: Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação”;
    • O projeto permite a concretização dos preceitos da Constituição Federal: “Art. 3ºConstituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação [...] / Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”;
    • O projeto não limita ou atenta contra a liberdade de expressão, de opinião, de credo ou de pensamento. Ao contrário, contribui para garanti-las a todos, evitando que parte significativa da população, hoje discriminada, seja agredida ou preterida exatamente por fazer uso de tais liberdades em consonância com sua orientação sexual e identidade de gênero;
    • Por motivos idênticos ou semelhantes aos aqui esclarecidos, muitos países no mundo, inclusive a União Européia, já reconheceram a necessidade de adotar legislação dessa natureza;
    • A aprovação do Projeto de Lei contribuirá para colocar o Brasil na vanguarda da América Latina, assim como o Caribe, como um país que preza pela plenitude dos direitos de todos seus cidadãos, rumo a uma sociedade que respeite a diversidade e promova a paz.

    Fonte: Projeto Aliadas – ABGLT

    Verdades e Mentiras sobre o PLC 122/06

    Desde que começou a ser debatido no Senado, o projeto de lei da Câmara 122/2006, que define os crimes resultantes de preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero tem sido alvo de pesadas críticas de alguns setores religiosos fundamentalistas (notadamente católicos e evangélicos).

    Essas críticas, em sua maioria, não têm base laica ou objetiva. São fruto de uma tentativa equivocada de transpor para a esfera secular e para o espaço público argumentos religiosos, principalmente bíblicos. Não discutem o mérito do projeto, sua adequação ou não do ponto de vista dos direitos humanos ou do ordenamento legal. Apenas repisam preconceitos com base em errôneas interpretações religiosas.

    Contudo, algumas críticas tentam desqualificar o projeto alegando inconsistências técnicas, jurídicas e até sua inconstitucionalidade. São críticas inconsistentes, mas, pelo menos, fundamentadas pelo aspecto jurídico. Por respeito a esses argumentos laicos, refutamos, abaixo, as principais objeções colocadas:


    1. É verdade que o PLC 122/2006 restringe a liberdade de expressão?

    Não, é mentira. O projeto de lei apenas pune condutas e discursos preconceituosos. É o que já acontece hoje no caso do racismo, por exemplo. Se substituirmos a expressão cidadão homossexual por negro ou judeu no projeto, veremos que não há nada de diferente do que já é hoje praticado.

    É preciso considerar também que a liberdade de expressão não é absoluta ou ilimitada - ou seja, ela não pode servir de escudo para abrigar crimes, difamação, propaganda odiosa, ataques à honra ou outras condutas ilícitas. Esse entendimento é da melhor tradição constitucionalista e também do Supremo Tribunal Federal.

    2. É verdade que o PLC 122/2006 ataca a liberdade religiosa?

    Não, é mentira. O projeto de lei não interfere na liberdade de culto ou de pregação religiosa. O que o projeto visa coibir são manifestações notadamente discriminatórias, ofensivas ou de desprezo. Particularmente as que incitem a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

    Ser homossexual não é crime. E não é distúrbio nem doença, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Portanto, religiões podem manifestar livremente juízos de valor teológicos (como considerar a homossexualidade "pecado"). Mas não podem propagar inverdades científicas, fortalecendo estigmas contra segmentos da população.

    Nenhuma pessoa ou instituição está acima da Constituição e do ordenamento legal do Brasil, que veda qualquer tipo de discriminação.

    Concessões públicas (como rádios ou TV's), manifestações públicas ou outros meios não podem ser usados para incitar ódio ou divulgar manifestações discriminatórias – seja contra mulheres, negros, índios, pessoas com deficiência ou homossexuais. A liberdade de culto não pode servir de escudo para ataques a honra ou a dignidade de qualquer pessoa ou grupo social.

    3. É verdade que os termos orientação sexual e identidade de gênero são imprecisos e não definidos no PLC 122, e, portanto, o projeto é tecnicamente inconsistente?

    Não, é mentira. Orientação sexual e identidade de gênero são termos consolidados cientificamente, em várias áreas do saber humano, principalmente psicologia, sociologia, estudos culturais, entre outras. Ademais, a legislação penal está repleta de exemplos de definições que não são detalhadas no corpo da lei.

    Cabe ao juiz, a cada caso concreto, interpretar se houve ou não preconceito em virtude dos termos descritos na lei.

    Fonte: Projeto Aliadas/ABGLT e Gretta Sttar

    ELTON JOHN E RICKY MARTIN, PAIS, GAYS E FELIZES

    Cantores e compositores famosos, pais e gays.

    Confira como filhos mudaram as vidas e a inspiração em novos projetos de Elton John e
    Ricky Martin:

    ELTON JOHN: "ESTOU NO MOMENTO MAIS FELIZ DA MINHA VIDA

    O cantor britânico Elton John está no momento mais feliz de sua vida após o nascimento de seu filho junto com o marido, David Furnish, através de uma mãe de aluguel nos Estados Unidos, afirmou o artista em entrevista ao jornal "Daily Mirror" - os dois foram um dos primeiros casais gays britânicos a se casarem, assim que o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovado no Reino Unido.

    Em sua primeira longa declaração após o nascimento em Los Angeles de Zachary Jackson Levon Furnish-John, o cantor demonstra que está feliz e disposto a se dedicar 100% na criação de seu filho, que em breve viajará ao Reino Unido.
    "Nunca fui tão feliz e nunca estive tão seguro de ter feito a coisa certa. Poderia ficar olhando seu rosto por 24 horas, abraçá-lo e beijá-lo".

    OK

    Elton, David e "Zach": família feliz

    Apesar da grande mudança no estilo de vida que representa a chegada de "Zach" em sua vida, Sir John anuncia que seguirá trabalhando, porque "sou responsável pelo meu filho e pelo trabalho de muitas outras pessoas", e garante que não se preocupa com as críticas e os comentários mal-intencionados que surgiram sobre o nascimento de seu filho, qualificando de "ridículos" os boatos que afirmam que ele tem um exército de empregados cuidando da criança.
    "Só temos uma babá e nada mais. Isto é coisa minha e de David. Minha maior preocupação é garantir que meu filho saiba que eu o amo".

    Relembre Sir John cantando minha música favorita - "Your Song" - ao vivo no Royal Opera House:


    Elton, 63 anos, reconhece que já chegou a declarar no passado que estava velho demais para ter filhos, mas que tudo mudou depois de uma visita a um orfanato na Ucrânia há ano e meio.

    O artista viajou para o país com seu trabalho como colaborador da Fundação contra a AIDS, e conheceu a uma criança chamada Lev, cuja mãe morreu vítima da doença e o pai está preso por assassinato.
    "Eu me deparei com esse menino lindo e inocente, com um sorriso maravilhoso. De fato, ele rompeu essa barreira. Esta criança mudou tudo".

    O cantor tentou adotá-lo, mas as autoridades de Kiev não aceitam adoções para casais do mesmo sexo.
    "Temos um advogado que está tentado solucionar a questão porque, para nós, Lev continua sendo parte de nossas vidas. Queremos que ele saia (do orfanato), que esteja com uma boa família. Queremos que aprenda inglês e que venha nos visitar e conhecer Zachary. Nunca vou abandoná-lo, mas é algo terrivelmente complicado".

    Elton explica que a rotina do bebê é acompanhada de muita trilha sonora.
    "David e eu damos banho nele, damos de comer e pomos para dormir. Além disso, eu canto para ele", conta ele, que garante que preparou uma coleção de músicas para o filho.
    "Músicas de James Taylor, Led Zeppelin, Bob Marley, Kate Bush, Linda Rondstadt, The Carpenters, Sarah McLachlan e algumas das minhas canções românticas. É importante que ele conheça minha voz".


    RICKY MARTIN É OUTRO PAI FELIZ

    Ricky Martin começou a compor um disco novo, mas teve de parar: ficou tão à vontade ao revelar seus sentimentos e sua sexualidade, que sentiu a necessidade de explorar isso de outra maneira.
    "Quando comecei a escrever a música, em um processo catártico, também comecei a escrever meu livro... e tive de parar de fazer música porque o que estava surgindo era muito intenso".

    Sua autobiografia "Eu" entrou para a lista dos livros mais vendidos do jornal norte-americano "The New York Times" em novembro, e, apesar de Martin revelar que gostaria de lançar um livro de fotos em seguida, ele está lançado um disco, que de alguma maneira serviu como introdução a "Eu".
    "Com o que aprendi sobre mim com o livro, acabei escrevendo a música para esse disco", disse o cantor, em coletiva nessa semana sobre "Musica + Alma + Sexo", que chega às lojas nesta semana.
    "Pela primeira vez em minha vida eu não fui obrigado e lançar um disco."

    Para o cantor, essa liberdade fez com que ele arriscasse mais e se deixasse ser emotivo no disco.
    "Foi emotivo e não foi fácil. Você começa a abrir portas em sua mente, abrindo e fechando portas e (imagina) 'eu não quero entrar ali...Eu devo entrar? Não, mas eu tenho de entrar'. Foi muito libertador e serviu como uma cura."

    Ricky Martin passou dois anos fazendo o álbum - onde a maioria das músicas é em espanhol - co-escreveu cada uma das faixas, e se reuniu com Desmond Child, produtor por trás dos sucessos "Livin' la Vida Loca" e "She Bangs".

    O cantor vai promover o disco com uma turnê que começa na sua Porto Rico natal - no dia 25 de março - e termina em 8 de maio, em San Diego, Califórnia.

    Relembre "Maria", um dos maiores sucessos da carreira de Ricky Martin:


    Ricky considerou que a confissão pública sobre sua homossexualidade o aproximou de um público que até então o rejeitava, segundo uma entrevista publicada neste domingo (6) pelo jornal argentino Clarín.
    "Há pessoas que antes não gostavam de mim e que agora gostam por eu ser gay. Durante muitos anos fiz todo o possível para que os outros me aceitassem sem que eu mesmo tivesse me aceitado".

    Pai de gêmeos, nascidos através de barriga de aluguel, o artista pensa aumentar em breve sua família.
    "Seremos mais, terei uma família maior, acabei de iniciar minha família, creio que dentro de dois anos, quando estiver fazendo teatro, vou buscar a 'menina do papai'".

    AP

    Ricky Martin com os filhos Matteo (esq.) e Valentino (dir.) que nasceram em agosto de 2008 , em imagem de abril/2009

    Em um relacionamento há três anos, Martin afirmou que não pensa, por enquanto, em casamento.
    "Até agora não falamos disso, acontecerá quando tiver que acontecer, nem antes nem depois, estamos muito bem assim", disse, sobre seu parceiro.

    Ricky considera que deve sua carreira, em grande parte, a sua condição de homossexual, e que as coisas que passou o fortaleceram.
    "Tudo me fortaleceu de uma forma incrível, onde eu caio, muitos se matam".

    E ele completa: "se não fosse gay, não teria trabalhado da forma obsessiva com que trabalhei, tentando evitar o que sou. Vendo o lado macro de tudo, sou o que sou porque nasci homossexual".

    61ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE BERLIM COMEÇA AMANHÃ, COM MADONNA, ISABELLA ROSSELLINI E IRMÃOS COHEN

    A 61ª edição do Festival de Cinema de Berlim começa amanhã (9), sob a presidência da atriz Isabella Rossellini.

    Divulgação/BvlgariIsabella Rosselini, em propaganda da grife Bvlgari

    Nesse ano, a Berlinale aposta na criatividade e na renovação, com obras do cinema autoral e experimental em 3D, a estreia de Ralph Fiennes atrás das câmeras e uma "espiadinha" no último filme de Madonna - o tapete vermelho do festival anseia por uma possível aparição da pop star, já que trechos de seu novo filme, "W.E" - que conta a história de vida da Duquesa e do Duque de de Windson - devem ser revelados antes da première mundial no circuito europeu.

    Just SaredMadonna dirige "W.E." em externa em Londres

    Reduzida a 16 longas-metragens apenas - contra 20 do ano passado -, a competição pelo Urso de Ouro, que será entregue no dia 19 de fevereiro, abre espaço para jovens cineastas e mulheres, de acordo com a vontade manifestada pelo diretor do festival, Dieter Kosslick.

    "Uma de nossas tendências este ano envolve diretores mais jovens e também as mulheres", declarou Kosslick à imprensa.
    "Queremos também descobrir novas formas de cinema, com a programação de filmes em 3D", acrescentou.

    O Festival abre na noite de quinta-feira com a projeção, fora da competição, do faroeste dos irmãos Joel e Ethan Coen, "Bravura Indomita", um 'remake' de um grande clássico do gênero, assinado por Henry Hathaway (1969).

    O filme totaliza dez indacações ao Oscar, incluindo as de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator para Jeff Bridges, que revive o antigo papel de John Wayne como o xerife caolho, ao lado de Matt Damon.

    Lorey Sebastian/APJeff Bridges, em cena de "Bravura Indômita", filme dos irmãos Cohen


    Depois, na sexta, começa a competição oficial com "Margin Call", do diretor americano J.C. Chandor, estrelado por Kevin Spacey, Demi Moore e Jeremy Irons, como diretor de uma empresa financeira em plena quebra da bolsa de valores.

    Em meio aos grandes sucessos hollywoodianos em 3D - de "Avatar" a "Toy Story 3" - os autores europeus ganham evidência com "Pina", o último filme do diretor alemão Wim Wenders sobre sua compatriota, a dançarina e coreógrafa Pina Bausch; com um documentário de Werner Herzog, "Cave of Forgotten Dreams"; e também a uma animação do francês Michel Ocelot, "Les Contes de la nuit".

    "Estou feliz que um diretor como Wender tenha experimentado as possibilidades do 3D", revelou Lars-Olav Beier, crítico de cinema da publicação semanal Der Spiegel.
    "Resta saber se o cinema autoral e experimental em 3D, que não depende a priori dos efeitos especiais como os grandes sucessos populares, vai conseguir desenvolver uma estética própria".

    Outra novidade, a primeira produção do ator britânico Ralph Fiennes, que encena a tragédia de Shakespeare, "Coriolano", general romano vitorioso em rebelião contra o império.

    Zoe Kravitz, filha do cantor Lenny Kravitz e da atriz Lisa Bonet, aparece em "Yelling To The Sky", de Victoria Mahoney, história de uma adolescente de 17 anos deixada por conta própria em um bairro violento de Nova York.

    O diretor iraniano Asghar Farhadi, já coroado em 2009 com "À Procura de Elly", retorna com "Jodaeiye Nader az Simin", que conta a história de um casal separado e que se reencontra por causa de um evento inesperado.

    Farhadi foi temporariamente proibido de filmar em seu país por ter apoiado o compatriota Jafar Panahi.

    Berlinale 2006
    O cineasta Jafar Panahi recebe o Urso de Prata na edição de 2006 do Festival de Berlim

    Panahi foi recentemente condenado a 6 anos de prisão e 20 anos de proibição de trabalhar - a Berlinale, que havia convidado o cineasta para ser jurado, vai homenageá-lo na sexta(10), ao exibir seus filmes.

    Confira a lista 22 filmes da mostra principal do evento, os diretores e os países de produção.

    Dos 16 longas-metragens em competição, 13 terão estreia mundial em Berlim.

    "A Torinoi Lo" (The Turin Horse), Bela Tarr, Hungria/França/Alemanha/Suíça/EUA.

    "El premio" (The Prize), Paula Markovitch, México/França/Polônia/Alemanha.

    "Jodaeiye Nader az Simin" (Nader And Simin, A Separation), Asghar Farhadi, Irã.

    "Les contes de la nuit" (Tales Of The Night), Michel Ocelot, França.

    "Margin Call", J.C. Chandor, EUA.

    "Saranghanda, Saranghaji Anneunda" (Come Rain, Come Shine), Lee Yoon-ki, Coreia do Sul.

    "Schlafkrankheit" (Sleeping Sickness), Ulrich Koehler, Alemanha/França/Holanda.

    "The Forgiveness Of Blood", Joshua Marston, EUA/Albânia/Dinamarca/Itália.

    "Un Mundo Misterioso" (A Mysterious World), Rodrigo Moreno, Argentina/Alemanha/Uruguai.

    "V Subbotu" (Innocent Saturday), Alexander Mindadze, Rússia/Alemanha/Ucrânia.

    "Bizim Buyuk Caresizligimiz" (Our Grand Despair), Seyfi Teoman, Turquia/Alemanha/Holanda.

    "Coriolanus", Ralph Fiennes, Grã-Bretanha.

    "Odem" (Lipstikka), Jonathan Sagall, Israel/Grã-Bretanha.

    "The Future", Miranda July, Alemanha/EUA.

    "Wer wenn nicht wir" (If Not Us, Who), Andres Veiel, Alemanha.

    "Yelling To The Sky", Victoria Mahoney, EUA.

    Fora de competição:

    "Bravura Indômita", Joel e Ethan Coen, EUA (filme de abertura).

    "Almanya - Willkommen in Deutschland" (Almanya), Yasemin Samdereli, Alemanha.

    "Les femmes du 6eme etage" (Service Entrance), Philippe Le Guay, França.

    "Mein bester Feind" (My Best Enemy), Wolfgang Murnberger, Áustria/Luxemburgo.

    "Unknown", Jaume Collet-Serra, Alemanha/Grã-Bretanha/França.

    "Pina", Wim Wenders, Alemanha/França.

    terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

    GOOGLE HOMENAGEIA JULIO VERNE, E DÁ O NAUTILUS PARA O PÚBLICO CONTROLAR


    Quem entra hoje no buscador do Google encontra uma página diferente.


    No lugar do tradicional logotipo colorido você encontra uma animação interativa, que homenageia o escritor francês Julio Verne - o autor, que morreu no ano de 1905, faria aniversário hoje.

    Google: de cara nova para homenagear Julio Verne

    O logotipo simula uma visão do fundo do mar a partir do Nautilus, submarino da obra "20 Mil Léguas Submarinas", uma das mais famosas de Verne - é possível controlar o submarino movimentando as alavancas ao lado do logotipo.

    Quem acessa o site do Google por meio de iPhone ou outro smartphone com acelerômetro pode guiar o Nautilus movimentando o aparelho.

    A animação foi feita com uma combinação de CSS3 e JavaScript.

    "O SHOW DE TRUMAN" TRANSFORMA REALITY SHOW EM ARTE


    Mesmo criticado por muitas pessoas, o "Big Brother Brasil" continua tendo quem o assista e sendo tema de conversas no dia seguinte.



    Confinar mais de dez pessoas e uma casa durante três meses e assistir ao seu comportamento durante este período tem sido motivo de estudos, e quem se dedica a analisar o fenômeno observa quem está no programa, e como agem aqueles que estão do lado de fora assistindo.



    Desde que o formato foi criado, ele tem sido adaptado e reinventado em diferentes países do mundo, cada qual com sua fórmula de sucesso e peculiaridades, e desde os anos 90, reality shows tomaram conta das programações.



    Divulgação

    Jim Carrey vive homem criado em reality show em "O Show de Truman"



    A ideia acabou servindo de base para o filme "O Show de Truman" (1998), uma das mais elogiadas atuações de Jim Carrey, que aqui interpreta Truman, o personagem título do longa e do programa que protagoniza na trama.



    Ele foi selecionado desde antes do seu nascimento para fazer parte do maior reality show da história da televisão, seu parto foi transmitido ao vivo para milhões de telespectadores e imediatamente depois ele foi levado para uma cidade cenográfica, onde foi criado.



    Truman leva uma vida aparentemente normal; é casado, possui um emprego estável, viaja com os amigos no final de semana, e tem ótimo relacionamento com seus vizinhos.



    Aos poucos ele começa a perceber situações estranhas ao seu redor, como sua mulher apresentando um produto novo como um comercial.



    Ele é o único que não faz ideia de que sua rotina é inteiramente controlada por uma equipe de televisão e todos os parentes, amigos próximos e pessoas com quem convive são, na realidade, atores.



    Truman e sua vida são um reality show acompanhado por milhões de espectadores, que torceram e sofreram com ele a cada reviravolta.



    O que acontece é que, a partir do momento em que começamos a acompanhar sua trajetória, Truman também começa a perceber que seu mundo é certinho demais, iluminado demais e ensaiado demais pra ser verdade.



    Aqui, Jim Carrey dispensa suas caretas e seu humor físico habituais para compor uma personagem densa, insegura e perdida.



    Um magnífico trabalho de ator.



    Confira cenas do filme:






    *****



    "O SHOW DE TRUMAN - EDIÇÃO ESPECIAL PARA COLECIONADOR"

    Título Original: The Truman Show

    Elenco:

    Jim Carrey

    Brian Delate

    Ed Harris

    Holland Taylor

    Laura Linney

    Natascha McElhone

    Noah Emmerich

    Paul Giamatti

    Philip Baker Hall

    Una Damon

    Diretor: Peter Weir

    Estúdio e Distribuição: Paramount Filmes

    Data de lançamento: 01/02/2006

    Quantidade de discos: 1

    País de produção: EUA

    Duração: 103 minutos

    Formato de tela: Widescreen 1.85:1

    Sistemas de som: Dolby Digital 5.1 e Dolby Surround 2.0

    Cor: Colorido

    Classificação indicativa: Livre

    Idiomas: Português, Inglês, Espanhol

    Legendas: Português, Inglês, Espanhol

    Extras:

    Como vai terminar? O Making of de O Show de Truman - Parte I

    Como vai terminar? O Making of de O Show de Truman - Parte II

    Os Efeitos Visuais de O Show de Truman

    Cenas inéditas / Originais

    Galeria de fotos

    Trailers

    Comerciais de TV

    Quanto: R$ 12,90

    Onde Comprar: Livraria da folha, pelo link: http://bit.ly/glyPlt

    COTAÇÃO DO KLAU: