terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

KELLAN LUTZ: FOTOS PARA CALVIN KLEIN


Kellan Lutz, o gostoso que aparece em “Lua Nova” - filme da franquia “Crepúsculo” -, é o corpo da hora da propaganda da linha "X", de underwear da Calvin Klein.













E desde as famosas fotos de Mark Whalberg para a mesma marca nos 80, que eu não via tanto dizquediz sobre um homem de cuecas!





Sobre as fotos, o bunito disse: “O que mais se pode fazer do que estar em um outdoor fazendo algo que você cresceu achando que era sexy e elegante? É um prestígio muito grande e eu adoro isso”.








Modesto.

Quem a-do-rou TUDO ISSO fomos nós!












FESTIVAL DE BERLIM FAZ 60 ANOS E REIVINDICA NOVAMENTE 'DIMENSÃO POLÍTICA'

Pessoal:
O Festival de Cinema de Berlim começa nesta quinta feira, comemorando seus 60 anos, e novamente reivindicando a "dimensão política" que marcou sua trajetória.

O Urso de Ouro, o mais importante troféu do Festival de Berlim

A presença no júri de Werner Herzog, o mestre da cinematografia alemã - diretor de longas-metragens inesquecíveis como "Aguirre a cólera dos Deuses" (1972) e "Nosferatu - O vampiro da noite" (1978) - é a dica para uma safra de bons filmes na noite da premiação, no sábado, 20 de fevereiro, no Palácio da Berlinale.

Entre os filmes em competição está o último do diretor franco-polonês Roman Polanski, "The ghost writer". Polanski, de 76 anos, é mantido sob prisão domiciliar na Suíça, após a sua detenção em setembro a pedido da justiça norte-americana, por acusações que datam de 1970, quando admitiu que manteve relações sexuais com uma jovem de 13 anos.

Os cinéfilos terão como consolo para a ausência do polêmico cineasta em Berlim a presença de outro mestre, Martin Scorsese, cujo filme, "Shutter Island" (Ilha do medo), com Leonardo DiCarpio, será exibido fora de competição.

A programação principal apresentará filmes vindos de 18 países, e durante os 10 dias nas outras seções da Berlinale - Panorama, Fórum, Geração, Perspectiva e Curtas-metragens - os fãs poderão conferir 400 filmes do mundo inteiro nos mais variados formatos.

O festival, lançado em 1951 em Berlim Ocidental, ganhou força no período do pós-guerra e da Guerra Fria, e em consequência disso, sempre teve uma dimensão política, como explicou seu diretor Dieter Kosslick ao apresentar a edição do 60º aniversário.

As exibições dos filmes competidores começam com o drama histórico "Tuan Yuan", que conta a história de um soldado obrigado a fugir para Taiwan com a aproximação das tropas de Mao, em 1949, e reencontra seu amor de juventude várias décadas depois. Seu diretor, o chinês Wang Quan'an, foi o vencedor do Urso de Ouro em 2007, com "O Casamento de Tuya".

Outro filme quemerece destaque é "Howl", dos norte-americanos Rob Epstein e Jeffrey Friedmann, sobre o poeta Allen Ginsberg.

O diretor alemão Oskar Roehler gerou muitas expectativas com sua obra "Jud Suss", sobre as filmagens por ordem de Hitler e de seu ministro da Propaganda, Goebbels, do filme antissemita de mesmo nome.

Segundo o diretor da Berlinale, "Berlim sempre desempenhou um papel central, como um símbolo de culpa, pelo sistema da divisão, e também como um novo começo".

A Berlinale é hoje um dos mais importantes festivais de cinema do mundo. Durante suas seis décadas de existência, enfrentou as turbulências políticas da Guerra Fria, os protestos de 1968 e a abertura para o Leste.

Este ano, o Festival quer constituir novas pontes entre o Leste e o Ocidente, unindo Hollywood e o continente asiático.
E como o hemisfério norte está debaixo de neve, a direção tomou novas precauções e contratou serviços extras para garantir que seu tapete vermelho estará livre de gelo, além de outros locais da área reservada para o festival que contarão com um serviço especial de limpeza para evitar escorregões das personalidades.

Entre as estrelas que confirmaram presença em Berlim estão Leonardo DiCaprio, Ewan McGregor, Pierce Brosnan, Gérard Depardieu, Ben Stiller e Julianne Moore, além de Renée Zellwegger - como membro do júri -, e a deusa Hanna Schygulla, que receberá um Urso de Ouro honorífico.

Esses são os filmes da Mostra Competitiva, cujo ganhador será conhecido no dia 20 de fevereiro:

- "Tuan Yuan" ("Separados Juntos", em tradução livre) de Wang Quan'an (China), filme de abertura

- "Rompecabezas" de Natalia Smirnoff (Argentina/França)

- "Bal" ("Mel") de Semih Kaplanoglu (Turquia/Alemanha)

- "Der R¤uber" ("O ladrão") de Benjamin Heisenberg (Áustria/Alemanha)

- "Na Putu" ("Pelo caminho") de Jasmila Zbanic (Bósnia-Herzegovina/Áustria/Alemanha/Croácia)

- "Shekarchi" ("O caçador") de Rafi Pitts (Alemanha/Irã)

- "The Ghost Writer" de Roman Polanski (França/Alemanha/Grã-Bretanha)

- "Caterpillar" de Koji Wakamatsu (Japão)

- "En Familie" ("Uma família") de Pernille Fischer Christensen (Dinamarca)

- "En ganske snill mann" ("Um homem um pouco terno") de Hans Petter Moland (Noruega)

- "Shahada" de Burhan Qurbani (Alemanha)

- "Eu când vreau sa fluier, fluier" ("Se quiser assoviar, assovio") de Florin Serban (Romênia-Suécia)

- "Greenberg" de Noah Baumbach (EUA)

- "Howl" ("O uivo") de Rob Epstein y Jeffrey Fiedmann (EUA)

- "Jud Suss - Film ohne Gewissen" de Oskar Roehler (Alemanha/Áustria)

- "Kak ya provel etim letom" ("Como acabei neste verão") de Alexei Popogrebsky (Rússia)

- "Mammuth" de Benoît Delépine e Gustave de Kervern (França)

- "San qiang pai an jing qi" ("Uma mulher, uma pistola e uma loja de massas") de Zhang Yimu (China)

- "Submarino" de Thomas Vinterberg (Dinamarca)

- "The Killer Inside Me" ("O assassino interior") de Michael Winterbottom (EUA/Grã-Bretanha)

Fora de competição:

- "Otouto" de Yoji Yamada (Japão), filme de encerramento.

- "The kids are all right" de Lisa Cholodenko (EUA/Rússia)

- "Mi name is Khan" de Karan Johar (Índia)

- "Exit through the gift shop" de Banksy (Grã-Bretanha)

- "Please Give" de Nicole Holofcener (EUA)

- "Shutter Island" de Martin Scorsese (EUA)

E como vocês puderam ver, infelizmente neste ano não tem nenhum filme brasileiro competindo em Berlim.

Apenas cinco longas serão exibidos em mostras paralelas .

Nas suas 60 edições, o Brasil levou duas vezes o troféu mais importante - o Urso de Ouro - , com "Central do Brasil" (1998) e "Tropa de Elite" (2008), e já tivemos três atrizes - Marcélia Cartaxo (em 1986 por "A Hora da Estrela", de Tata Amaral), Ana Beatriz Nogueira (em 1987, por "Vera", de Sérgio Toledo), e Fernanda Montenegro (em 1998, por "Central do Brasil", de Walter Salles) - que ganharam o Urso de Prata de Melhor Atriz.

Mas pra mim, o principal evento dessa edição é a exibição da nova versão de "Metrópolis", de Fritz Lang., filme por quem eu sou louco de paixão!

A montagem original da ficção científica de 1927, que sofreu várias mudanças após a estreia, em Berlim, há mais de 80 anos, era considerado perdido até ser identificado no museu de cinema de Buenos Aires, em 2008.

O restauro, um dos mais importantes da história do cinema, promete esclarecer lacunas da clássica história de combate entre trabalhadores e seus exploradores capitalistas em uma cidade do futuro.

Mesmo com a temperatura nos graus negativos --ontem, Berlim estava entre -6C e -3C --, o público foi convidado a se reunir em frente ao portão de Brandemburgo para ver o filme, na próxima sexta-feira. A projeção ao ar livre, com duas horas e meia, será simultânea à sessão de gala, com orquestra a acompanhar o clássico mudo.

E eu aqui, morrendo de inveja dos Berlinenses: frio - que eu adoro! - e "Metrópolis"...

Berlim também homenageará o cineasta francês Eric Rohmer, morto em 11 de janeiro, aos 89. Será exibido o filme "Pauline na Praia", que lhe rendeu o Urso de Prata de melhor diretor, em 1983.

O Festival de Berlim chegou aos 60 anos, com corpinho de 20!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

OAB E AGU DEVERIAM CAMINHAR JUNTAS. NÃO É O QUE ACONTECE ATUALMENTE!


Pessoal:

Quero discutir com vocês dois temas que retomaram, cada um do seu jeito, a participação da sociedade civil, - o que é própria da democracia - e a pressão pela adoção cada vez maior dos métodos antidemocráticos de exercer poder o que nos dias de hoje dos brasileiros.

Me chama a atenção nesse momento da vida nacional como o novo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcanti, investiu-se do cargo. Rápido e ligeiro, providenciou ações judiciais para bloqueio dos bens do governador dp Distrito Federal e sua quadrilha, e já prepara ações definitivas, contando que se prove formalmente a evidência de suborno de testemunha por Arruda.

O Presidente da OAB,Ophir Cavalcanti

Infelizmente, são poucos os manifestantes em Brasília , comparados ao tamanho do escândalo do panetonegate. Poucos, mas bem barulhentos, e aí eu gosto!

Mas o conjunto de interesses que podemos chamar genéricamente de Sociedade Civil, têm demonstrado no panetonegate o quanto se alienaram nos últimos anos, intimidados em frente ao avanço de Luiz Inácio e seu governo sobre as práticas democráticas.

É só ler os jornais e demais veículos, que a gente fica todo santo dia sabendo que o Governo libera - sem limites - bilhões do BNDES por ordem de Lula, em benefício de interesses privados, e que a legislação é torta justamente para favorecer negócios privados em áreas como telefonia e grandes empreiteiras, e que os grandes negócios com armamentos - tipo o comprometimento com a Dassault e o governo Sarkozy sem sem dar a mínima bola para a FAB - , já que o que interessa mesmo são as "razões comerciais" - .

Isso sem contar os desperdícios financeiros que serão cobrados de todos nós num futuro bem próximo, o Luiz Inácio governando por medidas provisórias, o solene desprezo à Constituição e à legislação eleitoral - com o pornográfico trabalho eleitoreiro de Lula pela pré-candidata que escolheu sozinho ...

O que é pior no escândalo de Arruda , para mim, não é a recepção de suborno por governantes e parlamentares - isso é o dia-a-dia brasileiro, e o povo nem se lembra mais do último escândalo -. O que mais me enoja é a cara de pau com que Arruda continua tramando, de dentro do seu governo mais sujo que pau de galineiro, com seus 40 ladrões.Ninguém tem coragem suficiente para peita-lo, constrangê-lo, com os deputados da Assembleia Distrital conduzindo o caso em que são os próprios réus, como seu chefe.

Se Ophir Cavalcanti tiver coragem para seguir adiante, vai ter bastante trabalho, causas é que não faltarão!

E é aí que a gente vê o quanto e a que nível nossas Instituições democráticas estão hibernadas. Até a CNBB - outrora um dos baluartes da defesa da democracia e dos interesses dos mais desvalidos - agora se dedica ao conservadorismo vaticano, e os bispos atuais não dão um peido sem que peçam autorização pro Bento 16.As demais entidades que representavam a sociedade num sem número expressivo de vezes, sumiram da vida nacional. Ou alguém se lembra por exemplo da Associação brasileira de Imprensa - ABI - estrilar contra a censura imposta ao "Estadão" no caso do filho do Coroné Sarney?.

E no sentido contrário ao barco da OAB, encontramos a Advocacia-Geral da União com seu novo chefe, Luís Inácio Adams. A tese que ele impôs à AGU - para defender o Luis Inácio e a Dona Dilma na Justiça Eleitoral - diz tudo: "Válido lembrar", acha a AGU sob Adams, "que por candidato somente pode ser considerado aquele que possui registro" [registro eleitoral de candidato].

O novo Chefe da AGU, Luís Inácio Adams

O cara é débil! A legislação que proíbe campanha antes do período legal não diz nada sobre ter ou não ter registro! Além disso, a tese de Adams, em documento da AGU, pressupõe que quem "possui o registro" pode praticar ações eleitoreiras antes do período autorizado pela lei, o que é a festa da uva de Jundiaí instaurada e travestida de "Como interpretar as Leis pra favorecer o nosso chefe e a afilhada".

E só pra lembrar: as ações que foram questionadas - de Lula e Dilma - não são relativas a governo ou à União, são ações pessoais, partidárias, de projetos seus como indivíduos e não como presidente e ministra!

A Advocacia-Geral da União comparece ao Tribunal Superior Eleitoral em defesa de ações de autoria e finalidade estritamente pessoais, nada a ver com a União, e adota a coerção e a impropriedade jurídica como instrumentos para reprimir a ação de procuradores da República contra decisões, ilegais ou polêmicas, do governo. Já comunicou que vai processar já os procuradores que acusam falhas no processo de autorização para a usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e que será sempre assim em outros temas, daqui para a frente.


É fato de que Belo Monte e as usinas de Jirau e Santo Antonio estão cercadas de atos no mínimo suspeitos, por parte do governo federal. A Advocacia Geral da União adota a pressão intimidatória em lugar do procedimento apropriado: o confronto das alegações divergentes perante o Judiciário.


Duas instituições: OAB e AGU. Deveriam caminhar juntas.

Infelizmente, uma já foi cooptada, partidarizada pela máquina Lulo-Petista.

'A TESTEMUNHA', CLÁSSICO COM HARRISON FORD, FAZ 25 ANOS!


Há 25 anos, um filme de um diretor ainda pouco conhecido na época, misturou no mesmo enredo a vida de um grupo religioso fundado no início do século XVIII - os amish - a uma história policial surpreendente, que deu a Harrison Ford sua única indicação ao Oscar.


Cartaz do filme "A Testemunha"

Dirigida pelo australiano Peter Weir, "A testemunha" foi seu primeiro longa-metragem realizado nos Estados Unidos, e também sua estreia como candidato ao Oscar.

Foi indicado para oito prêmios, e levou dois: melhor roteiro original e melhor edição. Nesse ano, o filme "Entre dois amores" levou sete estatuetas.

Weir e Ford ficaram sem Oscar, mas o filme - que estreou nos EUA em 8 de fevereiro de 1985 - foi um importante passo para a carreira de ambos.

Para o diretor australiano, o filme representou sua entrada em Hollywood pela porta principal, enquanto o papel do íntegro policial John Book permitiu a Ford demonstrar que podia fazer algo mais do que interpretar Hans Solo ou Indiana Jones. E foi a partir daí que a atriz Kelly McGillis pode demonstrar o quanto ela era ótima.

O ator - que já era famosíssimo na época pelos papéis de Hans Solo em "Star Wars" e do arqueólogo Indiana Jones - decidiu se arriscar em um projeto a princípio menor , de um diretor que chegava aos EUA com dois filmes elogiadíssimos pela crítica, embora não tenham sido sucessos de público: "Gallipoli" (1981) e "O ano em que vivemos em perigo" (1982).

O diretor australiano Peter Weir

"Para ser honesto, aceitei o convite porque achei que era uma boa ideia não só fazer filmes que me seduzissem. Queria ser como os diretores dos anos 40 que aceitavam convites de seus estúdios e o faziam bem feitos", explicou Weir em entrevista.

Apesar de o projeto ter começado como um simples convite, Weir se mostrou rapidamente interessado na história, especialmente em sua vertente mais social - a vida dos amish. E dali começou a estruturar a narrativa com o apoio de Ford.

A ideia era misturar uma típica história policial - uma criança que é testemunha de um assassinato no qual estão misturados agentes da lei - com a aprendizagem que pode significar para uma pessoa o contato com uma cultura diferente.

O capitão John Book busca proteger a criança (Lukas Haas e seus impressionantes olhos, um dos grandes acertos do filme) e a sua mãe Rachel (Kelly McGillis). Para isso, Book deve permanecer com eles em sua comunidade amish da Pensilvânia.

"Era uma grande oportunidade mostrar um choque entre dois mundos. Um homem do século XX para quem a violência era um fato e que tem de se refugiar em uma sociedade pacífica inalterada desde o século XVIII", explicou o diretor.

Seu objetivo não era usar os amish como um cenário exótico. Weir queria que fossem uma parte essencial da história, e conseguiu.

Embora a parte policial do filme esteja bem roteirizada, é sem dúvida a vida dos amish e a relação tão desigual que se estabelece entre a mãe e o policial o que chamou a atenção dos espectadores.

Os amish tinham passado despercebidos até então para o grande público, que descobriu com interesse esta comunidade religiosa que vive seguindo as tradições de princípios do século XVIII ,vividas por seus antepassados holandeses quando chegaram aos EUA.

Vestidos longos pretos, camisas brancas, botões em lugar de cremalheiras, cordões para substituir os cinturões, nada de eletricidade, nem carros, móveis, televisão ou sequer música.

Esses elementos aliados à vida eminentemente agrícola e criadora de gado e em relações pessoais muito conservadoras foram fielmente retratados por Weir no filme.

Através dos olhares de Rachel e Book - e a famosa cena do baile na garagem -, o diretor soube transmitir as diferenças sociais e culturais entre ambos. E embora na relação do policial e da criança essa brecha pareça menor, as distâncias entre os dois mundos vão se tornando cada vez mais evidentes à medida que a história avança.

Uma parte antropológica do filme bem entrelaçada com a Polícia é no confronto entre Harrison Ford e Danny Glover, na qual o clímax ocorre em uma perseguição brilhantemente gravada em um celeiro.

O resultado foi o filme de Weir de maior bilheteira até entãoe oito nominações a os prêmios Oscar.

Assista ao trailer de "A Testemunha":




Depois, Weir faria muitos - e ótimos - filmes, como "Sociedade dos poetas mortos", "O show de Truman - o Show da Vida" e "Mestre dos Mares - O lado Mais Distante do Mundo")

E uma curiosidade: "A testemunha" foi a estreia como ator de Vigo Mortensen, que se tornaria famoso com a série de filmes do "Senhor dos Anéis".

Se você ainda não viu "A Testemunha", vale a pena ver!

Classificação do Klau: Muito Bom!


ENQUANTO ISSO, LÁ NO CÉU...



E São pedro virou personagem das ótimas charges do Maurício Ricardo, aquele mesmo do "BBB"!

Essa conta a chegada da Dra. Zilda Arns no Céu...



...e esta conta como o polêmico Clô chegou ao Céu, sempre causando!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A SEMANA ILUSTRADA!

A semana foi movimentadíssima!


Teve até a Dona Dilma no Superpop, e Dona Maria Primeira, a Muda, pedindo pro Lula baixar a bola na ótima charge do Maurício Ricardo:


Veja: