Pra mim, essa é a melhor definição das vilãs das telas.
E não tem filme que algum tonto não acabe caindo na lábia delas!
Gostou da minha seleção? Você pode mandar sua sugestão da sua vilã favorita nessa galeria!
Lucy Liu deixou de ser a "pantera" mais sem sal das telonas para encarnar a vilã O-Ren, em 'Kill Bill'. Ligada ao crime organizado e exímia nas artes marciais, essa vilã deu muito trabalho para a "noiva", personagem de Uma Thurman.
E por falar em Uma Thurman, ela foi a melhor coisa do péssimo 'Batman & Robin',no papel de Hera Venenosa , uma ex cientista que após sofrer uma mutação, é capaz de controlar plantas e tem um beijo mortal. O resto do filme é um lixo, só ela se salva ao colocar na vilã humor,anarquia e letalidade.
A traficante de armas Baronesa, papel de Sienna Miller, é aliada à organização terrorista de Destro e do Comandante Cobra em 'G. I. Joe - A Origem de Cobra'.
Em 'Elektra',Jennifer Garner repete o papel que tinha feito em 'Demolidor". Aqui, o personagem já virou uma assassina profissional, que usa a luta e suas adagas para matar.Olhando esse corpão, tá explicado o porquê de Ben Afleck não ter desgrudado mais da moça, até hoje!
Em 'As Panteras - Detonando', último filme do trio nas telonas, a ex-pantera Madison (Demi Moore) é boa de luta e se motra envolvida em assassinatos e tramas perigosas.É a melhor coisa do filme, disparado. E parece que hoje Moore está mais bonita e gostosa do que no começo da carreira. Impressionante...
A mutante Mística, encarnada por Rebecca Romijn, usa suas habilidades para mudar a própria forma física e pode se transformar na pessoa que quiser nos filmes 'X-Men'. Pra mim, é um dos personagens mais interessantes. E tem que ter corpão pra encarar o personagem, praticamente nu em todas as cenas!
No último 'X Men', conhecemos Lady Letal (Yuriko Oyama), que teve o corpo modificado para ficar com um exoesqueleto poderoso, e tem forças equiparáveis às de Wolverine. As cenas de luta dela e Hugh Jackman já foram incorporadas às mais antológicas cenas de lutas em filmes, de todos os tempos.Além de linda, é boa atriz!
TX (Kristanna Loken) é mais uma máquina incumbida de matar o coitado do John Connor em 'O Exterminador do Futuro 3 - A Rebelião das Máquinas'. Ganhamos nós, porquê, entre ver uma máquina com a figura do Arnold e ver ela, mil vezes ela!
Depois de ser humilhada pela enésima vez, e de sofrer uma tentativa de assassinato do próprio chefe, a inofensiva secretária Selina Kyle se transforma na letal Mulher Gato,em 'Batman, o Retorno',melhor filme - pra mim - do morcego até hoje. O papel tinha sido pensado para outra atriz, que ficou grávida e não pode fazer.Michelle Pfeiffer agarrou a oportunidade e fez uma vilã antológica. Além de linda, faz qualquer papel.
E nessa galeria não poderia faltar a fabulosa Julie Newmar, a eterna Mulher Gato do seriado do Batman dos anos 60, que hoje já é uma véinha, mas uma véinha linda, gostosa e que coloca no chinelo a maioria das mocinhas acima!Lindooooona!
E para o ano que vem, só nos resta aguardar a misteriosa Viúva Negra, personagem da ótima Scarlett Johansson em 'Homem de Ferro 2'.A vilã ruiva conhece táticas de espionagem e é boa lutadora. E pelo que a atriz treinou para o papel, e sendo o filme feito pela mesma equipe, atores e diretor, parece que vem coisa boa por aí!
Como Corinthiano doente que sou, não posso deixar de parabenizar o "Parmêra" pela incompetência demonstrada nesse ano que se acaba.
Líder do Brasileirão por 19 rodadas consecutivas, o time do sãopaulino Muricy incorporou um São Paulo F.C. rápido: começou a mijar pra tras, o elenco rachou e agora corre o risco de nem se classificar pra Libertadores do ano que vem! E só falta um jogo pro final do campeonato!
Será uma pedra a menos no sapato corinthiano, que vai levantar a taça de campeão das américas no ano do seu centenário...
Até para quem bota os pés pela primeira vez em Nova York, é muito difícil não ser tomado por uma forte memória cinéfila.
Já no desembarque, seja na Grand Station - usada como locação em "Os Intocáveis", de Brian de Palma -, seja no aeroporto JFK , a sensação é de que "já vimos esse filme". E essa impressão continua quando caminhamos pelas ruas e parques, vemos as pontes sobre o rio Hudson e os seus prédios. O metrô e os Yellow Cabs também estão nesse filminho que passa em nossas cabeças.
Afinal, a cidade é, ainda hoje, uma das mais mostradas em telinhas e telonas por todo o mundo.
Quando no dia 11 de setembro de 2001, os atentados terroristas destruiram as torres gêmeas do World Trade Center e apagou milhares de vidas, desapareceu também o cenário de dezenas de longas-metragens -" Homem Aranha", de Sam Raimi, em produção, teve que refazer cenas em onde apareciam os prédios.
Felizmente, o Empire State Building ainda está lá, firme e forte, servindo de cenário tanto para o romance de Cary Grant e Deborah Kerr em "Tarde Demais Para Esquecer", quanto para o primeiro - de 1933 - e o último "King Kong" - de Peter Jackson.
Bater perna por Manhattan, com um mp4 cheio de músicas inspiradas na cidade mostra que, além das alusões ao cinema, Nova York tem trilha musical própria. E que trilha! A frase "New York, você é o cenário de todos esses filmes", cantada no show de Simon & Garfunkel no Central Park em 1981, quando a dupla se reencontrou, não poderia ser mais direta. A canção não é deles, e sim de Benny Gallagher e Graham Lyle. Mas na voz de Art Garfunkel, ela toma contornos de Big Apple.
Todo dia , em diferentes pontos da "metrópole que nunca dorme" -como Frank Sinatra cantou numa de suas mais famosas canções, aliás feita para Liza Minelli interpretar na cena final do ótimo filme "New York, New York", de Martins Scorsese - a gente vê alguma produção rodando algum filme, longa, média ou curta metragem, filmes publicitários e clips.
Ícone da vida nova-iorquina, o Subway, o metrô da cidade, foi aberto em 1904 e transporta diariamente 5 milhões de passageiros -e você, certamente, deve tê-lo visto em mais de uma cena de cinema. Aliás, o primeiro filme feito no sistema do NYC Transit teve como autor o inventor Thomas A. Edison (1847-1931), isso já em 1904.A câmara foi montada na frente de um carro do metrô e percorreu a linha da Lexington Avenue. A filmagem não tem som nem enredo, mas ali nasceu uma tradição, ou melhor dizendo, uma paixão literalmente cinematográfica.
A força cênica da metrópole ganhou contornos deliciosos, quando Marilyn Monroe apareceu em "O Pecado Mora ao Lado" (1955), de Billy Wilder, vestindo um esvoaçante vestido branco, levantado por um golpe de vento vindo de um respiro do metrô:
Os becos escuros da cidade também apareceram inúmeras vezes. Na última vez que me lembro, foi o cenário para o famoso beijo invertido de Peter/Homem Aranha e Mary Jane, debaixo de uma chuva que deixa sua atmosfera ainda mais bonita. Para mim, é um dos beijos mais legais da telona:
Macabro e surpreendente, "O Bebê de Rosemary" (1968), de Roman Polanski, foi rodado no prédio Dakota, o mesmo onde morou e morreu, assassinado na calçada defronte, o beatle John Lennon (1940-1980).
Edifício Dakota
Woody Allen, um dos mais notáveis nova-iorquinos de todos os tempos, fez ali diversas de suas obras-primas, como "Manhattan" (1979), retrato -em preto e branco - de uma Nova York lírica e romântica, emoldurada pela ponte Queensboro e que conta a história de Isaac Davis (Allen), personagem de meia-idade que se apaixona por uma menina de 17 anos chamada Tracy (Mariel Hemingway). Filme profético, já que logo depois ele, na vida real, trocou Mia Farrow pela filha adotiva dela...
Woody Allen
Já a ponte do Brooklyn aparece em "Mais e Melhores Blues", de Spike Lee, outro cineasta nova-iorquino, e teve uma cena inteira do cult "Os Embalos de Sábado à Noite", de 1977, rodada lá. Aliás, a cena de abertura desse filme, onde John Travolta anda por uma rua do Brooklin segurando uma lata de tinta, ao som de "Stay Alive" dos Bee Gees, é uma das cenas mais emblemáticas da cidade na minha memória:
Martin Scorsese, também nativo, ambientou na metrópole filmes violentos e vibrantes que viraram clássicos, caso de "Taxi Driver" (1976) e "Goodfellas" (1990).
Martin Scorsese
Em "The Sex and The City", série televisiva que virou filme de Michael Patrick King, em 2008, e que mostra a relação íntima de quatro amigas na cidade -a mais conhecida delas é Sarah Jessica Parker - a cidade aparece bastante. O filme terá continuação em 2010.
Se nos filmes do Batman, ela se chama Gotham City, nos do Superhomem ela se transforma na radiante Metrópolis. Quem não se lembra do Super de Christopher Reeve na cena de vôo com a Lois Lane de Margot Kidder sobre a cidade?
E todos os heróis da Marvel - Homem Aranha, Demolidor, Quarteto Fantástico, X-Men,Motoqueiro Fantasma - vivem em Nova York, mostrada à exaustão nos seus filmes, e que ainda aparecerá nos filmes do Thor e Capitão América, previstos para os próximos anos.
No Freebase - www.freebase.com - , um dos muitos sites dedicados a filmes que têm Nova York como locação, e que tem mais de 600 verbetes, você pode pesquisar o seu filme favorito!
É assim que a mais charmosa cidade americana é perpertuada, nas telinhas, telonas, no imaginário coletivo e em nossos corações.
A exposição dos melhores trabalhos do Prêmio Veolia Environment Wildlife Photographer of the Year 2009 - onde amadores e profissionais retratam a vida selvagem - está exposto no Museu de História Natural de Londres desde o último dia 23.10.
Ao todo, 95 fotografias receberão prêmios de finalistas e menções honrosas.
A competição do Museu da História Natural e da revista BBC Wildlife, que ocorre pelo 46º ano consecutivo, recebeu mais de 43 mil inscrições de fotógrafos de 94 países.
O prêmio é dividido em 17 categorias e há também uma premiação para dois vencedores gerais - um adulto e outro para jovens de até 17 anos.
Por causa do grande número de visitantes nas edições anteriores, neste ano o museu resolveu expor as fotografias em uma de suas maiores galerias.
A mostra fica em cartaz na capital do Reino Unido até abril do ano que vem, quando as fotos seguem em um roteiro itinerante.