segunda-feira, 17 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
PLACAS DOS LEITORES!
O pior é que nem adianta soletrar: o povo para em guia rebaixada mesmo!
Esse precisa de óculos ou de uma cerca maior...
Placa da Flórida,EUA. Sensacional você dizer: "ontem eu dei uma volta na vagina nova dela..."
Esse não conhece o "C"! Meu nome, pra ele é "Sráudio"!!
E o cara ainda perde tempo escrevendo isso!
Síndrome do espelho...
Eu tinha uma vizinha que levava tudo na cabeça: guarda roupa, geladeira... máquina de lavar, não vi!
Placa ma-ra-vi-lho-sa no aeroporto de barcelona!
Tá certo! gruta rima com...
Será que foi aqui que o Arthur Virgílio conheceu o seu "personal body"? UI!
Viu? Ninguém mandou ele ser cavalo com os jornalistas! Tá aí...
Outra boa de Barcelona...
Mas meu Deus! Em Barcelona só tem humorista? Deve ser uma loja especializada em padeiros gaúchos...
E pra encerrar: imagine a sua vovozinha entrando na farmácia e pedindo assim, uns sete!quarta-feira, 12 de agosto de 2009
"O MÁGICO DE OZ": 70 ANOS!
"O Mágico de Oz", um dos grandes clássicos da história do cinema, completa hoje 70 anos desde sua estréia nos Estados Unidos, com toda sua magia preservada, para quem já viu e para as novas gerações.
Dorothy e totó: meu sobrinho tem seis anos, adora o filme e já o viu e reviu inúmeras vezes.
É um musical mais que mágico, e a cada exibição encontramos mais e mais elementos para amar esses 101 minutos das aventuras da menina Dorothy, seu cachorrinho totó, o leão covarde, o espantalho e o homem de lata, que percorrem o caminho de pedras amarelas em direção à Cidade Esmeralda para encontrar o Mágico de Oz.

A trupe a caminho de Emerald City
Baseada no livro de L.Frank Baum, tudo começa quando Dorothy -interpretada por Judy Garland,e seu cão Totó, chegam à terra de Oz, depois de serem sugados por um tornado no estado americano do Kansas.Lá conhecem a bruxa boa do norte, que sugere que sigam o caminho das pedras amarelas até encontrar o Mágico de Oz, que poderá ajudá-los a voltar para casa. Além disso, a feiticeira dá sapatinhos vermelhos a Dorothy, que terá que bater os calcanhares para poder voltar a seu lar.Nesse caminho conhecem três acompanhantes bem diferentes: um homem de lata - que quer um coração, um leão - que sonha em ter coragem e um espantalho - que quer um cérebro.
Eu me lembro exatamente da primeira vez que o vi: tinha oito anos, fui ao Cine Metro com minha avó Carmella
- pra mim a mais cinéfila das avós, e o que me chamou mais a atenção foram as cenas passadas no Kansas -em preto e branco, explodirem em todas as cores possíveis quando Dorothy e totó vão parar na terra de Oz.
- pra mim a mais cinéfila das avós, e o que me chamou mais a atenção foram as cenas passadas no Kansas -em preto e branco, explodirem em todas as cores possíveis quando Dorothy e totó vão parar na terra de Oz.
Foi uma filmagem complicada:Cada tomada foi rodada em um cenário -
não há nada real no filme. O ator originalmente escalado para o papel do homem de lata quase morreu intoxicado pela tinta prateada usada na maquiagem, o cãozinho não parava quieto e os cenários, gigantescos, tornaram toda a produção muito difícil e muito cara para a época.
Sem contar que o diretor Victor Fleming deixou o filme pela metade e foi dirigir o outro megassucesso de 1939 - "...E o Vento levou".
Catapultou ao estrelato a ótima Judy Garland, a música " Somewere Over The Rainbow" ainda é uma das mais conhecidas do mundo, e o American Film Institute, após pesquisa, o classifica como o melhor filme familiar de todos os tempos.
O filme ganhou dois Óscars: melhor trilha sonora e melhor música por "Over the Rainbow" e sua transmissão nas televisões dos EUA se transformou em uma tradição ao longo das décadas.
Tudo é uma fantasia, uma completa criação artística. E isso transforma esse filme em um conto de fadas eterno.
Se você não viu ainda, VEJA! Se já viu, junte a família e REVEJA!
A diversão é garantida.
E para matar as saudades aqui, reveja a cena onde Judy interpreta " Somewere Over The Rainbow":
FICHA DO FILME
Título original: The Wizard of Oz
Diretor: Victor Fleming
Elenco: Judy Garland, Bert Lahr, Frank Morgan, Ray Bolger,
não há nada real no filme. O ator originalmente escalado para o papel do homem de lata quase morreu intoxicado pela tinta prateada usada na maquiagem, o cãozinho não parava quieto e os cenários, gigantescos, tornaram toda a produção muito difícil e muito cara para a época.
Sem contar que o diretor Victor Fleming deixou o filme pela metade e foi dirigir o outro megassucesso de 1939 - "...E o Vento levou".
Catapultou ao estrelato a ótima Judy Garland, a música " Somewere Over The Rainbow" ainda é uma das mais conhecidas do mundo, e o American Film Institute, após pesquisa, o classifica como o melhor filme familiar de todos os tempos.
O filme ganhou dois Óscars: melhor trilha sonora e melhor música por "Over the Rainbow" e sua transmissão nas televisões dos EUA se transformou em uma tradição ao longo das décadas.
Tudo é uma fantasia, uma completa criação artística. E isso transforma esse filme em um conto de fadas eterno.
Se você não viu ainda, VEJA! Se já viu, junte a família e REVEJA!
A diversão é garantida.
E para matar as saudades aqui, reveja a cena onde Judy interpreta " Somewere Over The Rainbow":
FICHA DO FILME
Título original: The Wizard of Oz
Diretor: Victor Fleming
Elenco: Judy Garland, Bert Lahr, Frank Morgan, Ray Bolger,
Margaret Hamilton, Charley Grapewin, Jack Haley, Billie Burke
Gênero: Musical
Duração: 101 min
Ano: 1939
Cor: Colorido
Gênero: Musical
Duração: 101 min
Ano: 1939
Cor: Colorido
Essa postagem é dedicada à minha querida e saudosa Vó Carmella. Sem ela, e sem a sua absoluta paixão pelo Cinema, eu não seria nem um milésimo do que eu sou.
Vó, brigaduuu!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
DANIEL RADCLIFFE DOA À CAUSA GAY - GOVERNO FEDERAL RECONHECE UNIÃO HOMOAFETIVA PARA ASSISTÊNCIA MÉDICA - CADEIRANTES PASSAM AGRURAS NO COMÉRCIO

Daniel Radcliffe faz doação a projeto que apoia gays suicidas
Daniel Radcliffe, o "Harry Potter" da telona, fez uma grande doação para o "The Trevor Project", associação que auxilia jovens homossexuais com tendências suicidas.

"É extremamente penoso considerar que em 2009 o suicídio está entre as três causas que mais matam os jovens, e é realmente devastador saber que a juventude GLBT está cinco vezes mais propensa a cometer suicídio do que seus pares heterossexuais", disse Radcliffe.
O ator que já foi capa da prestigiosa revista gay "Atitude", é conhecido por seu apoio à causa homossexual.
"É essencialmente importante que os jovens compreendam que eles não estão sozinhos, e, talvez ainda mais importante, que suas jovens vidas têm um valor real", afirmou.
Bela atitude, de um belo ator.
***
Governo Federal reconhece união gay de servidores para fins de assistência médica
Demorou , mas finalmente o Governo Federal reconheceu a união homoafetiva em todo o Brasil para fins de assistência médica suplementar dos servidores da administração federal.
A decisão foi publicada no último dia 30 e já está em vigor.

Em sua Portaria Normativa nº 3, de 30 de julho de 2009, no 4º artigo, na alínea b, a Secretaria de Recursos Humanos deixa claro que os (as) companheiros (as) de servidores homossexuais também devem ser atendidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde.
O documento diz que são beneficiários também “o companheiro ou a companheira na união homoafetiva, obedecidos os mesmos critérios adotados para o reconhecimento da união estável”.

Em sua Portaria Normativa nº 3, de 30 de julho de 2009, no 4º artigo, na alínea b, a Secretaria de Recursos Humanos deixa claro que os (as) companheiros (as) de servidores homossexuais também devem ser atendidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde.
O documento diz que são beneficiários também “o companheiro ou a companheira na união homoafetiva, obedecidos os mesmos critérios adotados para o reconhecimento da união estável”.
***
Gincana de obstáculos
O artigo abaixo, do ótimo JAIRO MARQUES, foi publicado no último sábado, 8.8 no caderno "Vitrine" da "Folha de S.Paulo".
Nele, Jairo lembra que gente com deficiência estuda, rala, ganha. Mas, na hora de consumir, é duro: faltam lojas e marcas preparadas.
Jairo também tem um blog pra lá de ótimo- endereço após o artigo - onde também escreve sobre acessibilidade e diversidade. Vale a pena ler - o artigo e o blog!

JAIRO MARQUES
COORDENADOR-ASSISTENTE
Um grupo social ligeiramente mais silencioso que outras minorias está aparecendo com força no mundo do consumo: o da pessoa com deficiência. Gente que usa cadeira de rodas, que precisa de um cão-guia para se orientar ou de uma muleta para se deslocar está cada vez mais atuante no mercado de trabalho e também tem poder de compra.
Mas lojistas e administradores de shoppings mal percebem a necessidade de promover condições para que os "diferentes" possam exercitar o direito de comprar com liberdade. A questão nem é mais de inclusão. Trata-se de enxergar um público -que muitos imaginam preso em casa- como consumidor e cidadão pleno.
Uma loja sem espaços adaptados e sem pessoas abertas para receber um cego é, basicamente, cafona. Subestimar a condição financeira de outra pessoa pelo aspecto físico também é muito cafona. Que medidas podem ser tomadas para abrigar esse público ávido por comprar? Trabalhar a forma com que os vendedores tratam a pessoa com deficiência pode ser um começo. Em poucos casos esse consumidor não se comunica sozinho. Então, por favor, não evite o contato: é o cadeirante, o surdo, o cego que deve ser atendido, e não o seu eventual acompanhante.
Provadores de roupas devem ser largos para abrigar cadeiras de rodas, até as mais largas. Planejar a distribuição das mercadorias e pensar que um cachorro treinado poderá circular entre casacos de luxo é ter uma mentalidade condizente com um mundo moderno e que entende a diversidade.
Em São Paulo, alguns shoppings resolveram de forma inteligente o problema de pessoas desorientadas que estacionam nas vagas dos deficientes: esse público usa o espaço VIP pagando tarifa comum. Elevadores são para todos, mas são necessidade imediata para quem não pode usar as escadas rolantes. Às vezes é preciso lembrar o público disso. Mesas mais baixas na praça de alimentação, banheiros acessíveis e facilidade de acesso compõem um ambiente que pode ser visto como receptivo.
Além dessas questões, outro avanço ainda é incipiente no mundo das compras: o dos produtos específicos para gente com deficiência. São muito tímidas ainda as iniciativas para a criação de roupas, sapatos e utensílios que vão ao encontro da necessidade de quem passa a maior parte do tempo sentado ou que precisa de sinais luminosos em vez de sonoros para saber se o micro-ondas já descongelou a comida.
No Brasil, são 25 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência ou dificuldade motora. Não é parcela pequena da população. O deficiente está nas ruas, tem dinheiro e quer comprar. Basta que se sinta como qualquer outro consumidor.
O autor tem 34 anos, é cadeirante desde os 5 e tem o blog "Assim como você", na Folha Online
http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br
Gincana de obstáculos
O artigo abaixo, do ótimo JAIRO MARQUES, foi publicado no último sábado, 8.8 no caderno "Vitrine" da "Folha de S.Paulo".
Nele, Jairo lembra que gente com deficiência estuda, rala, ganha. Mas, na hora de consumir, é duro: faltam lojas e marcas preparadas.
Jairo também tem um blog pra lá de ótimo- endereço após o artigo - onde também escreve sobre acessibilidade e diversidade. Vale a pena ler - o artigo e o blog!

JAIRO MARQUES
COORDENADOR-ASSISTENTE
Um grupo social ligeiramente mais silencioso que outras minorias está aparecendo com força no mundo do consumo: o da pessoa com deficiência. Gente que usa cadeira de rodas, que precisa de um cão-guia para se orientar ou de uma muleta para se deslocar está cada vez mais atuante no mercado de trabalho e também tem poder de compra.
Mas lojistas e administradores de shoppings mal percebem a necessidade de promover condições para que os "diferentes" possam exercitar o direito de comprar com liberdade. A questão nem é mais de inclusão. Trata-se de enxergar um público -que muitos imaginam preso em casa- como consumidor e cidadão pleno.
Uma loja sem espaços adaptados e sem pessoas abertas para receber um cego é, basicamente, cafona. Subestimar a condição financeira de outra pessoa pelo aspecto físico também é muito cafona. Que medidas podem ser tomadas para abrigar esse público ávido por comprar? Trabalhar a forma com que os vendedores tratam a pessoa com deficiência pode ser um começo. Em poucos casos esse consumidor não se comunica sozinho. Então, por favor, não evite o contato: é o cadeirante, o surdo, o cego que deve ser atendido, e não o seu eventual acompanhante.
Provadores de roupas devem ser largos para abrigar cadeiras de rodas, até as mais largas. Planejar a distribuição das mercadorias e pensar que um cachorro treinado poderá circular entre casacos de luxo é ter uma mentalidade condizente com um mundo moderno e que entende a diversidade.
Em São Paulo, alguns shoppings resolveram de forma inteligente o problema de pessoas desorientadas que estacionam nas vagas dos deficientes: esse público usa o espaço VIP pagando tarifa comum. Elevadores são para todos, mas são necessidade imediata para quem não pode usar as escadas rolantes. Às vezes é preciso lembrar o público disso. Mesas mais baixas na praça de alimentação, banheiros acessíveis e facilidade de acesso compõem um ambiente que pode ser visto como receptivo.
Além dessas questões, outro avanço ainda é incipiente no mundo das compras: o dos produtos específicos para gente com deficiência. São muito tímidas ainda as iniciativas para a criação de roupas, sapatos e utensílios que vão ao encontro da necessidade de quem passa a maior parte do tempo sentado ou que precisa de sinais luminosos em vez de sonoros para saber se o micro-ondas já descongelou a comida.
No Brasil, são 25 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência ou dificuldade motora. Não é parcela pequena da população. O deficiente está nas ruas, tem dinheiro e quer comprar. Basta que se sinta como qualquer outro consumidor.
O autor tem 34 anos, é cadeirante desde os 5 e tem o blog "Assim como você", na Folha Online
http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
MUITO OBRIGADO A TODOS VOCÊS!
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