Desde que se conheceram, Luke Hobbs (Dwayne Johnson) e Deckard Shaw (Jason Statham) constantemente bateram de frente, não só por inicialmente estarem em lados opostos mas, especialmente, pela personalidade de cada um.
Agora, a dupla precisa unir forças para enfrentar Brixton (Idris Elba), um homem alterado geneticamente que deseja obter um vírus mortal para pôr em andamento um plano que mataria milhões de pessoas em nome de uma suposta evolução da humanidade.
Para tanto, eles contam com a ajuda de Hattie (Vanessa Kirby), irmã de Shaw, que é também agente do MI6, o serviço secreto britânico.
CRÍTICA:
Quando acabou a sessão para a imprensa de Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw - que estreia hoje no Brasil - e as luzes não se acenderam, o exibidor disse: "Calma pessoal, chegou a hora de refletir tudo que vocês acabaram de ver".
É mesmo difícil assimilar quando você está de frente com uma obra de arte - é preciso de tempo para absorver todas as camadas do filme.
Se estamos vivendo uma "época boa para se ser nerd" por conta dos incontáveis de filmes de heróis e séries da CW, depois do spin-off com Dwayne Johnson e Jason Statham vemos que quem está vivo, mesmo, é o Cinema Brucutu.
Na trama, a irmã de Shaw está em apuros após encontrar um vírus mortal e agora é perseguida pelo terrorista Brixton.
Assim, somente a união de Luke Hobbs e Ian Shaw poderá salvar Hattie e O MUNDO.
E apesar das diferenças, vemos esses titãs unidos contra o Superman negro - apesar de Elba ser menos sanguinário que o Clark Kent de Zack Snyder.
Ao contrário de Christopher Nolan, que falha miseravelmente ao tentar falar de amor e família em Interestelar, David Leitch deixa questionamentos que ultrapassam laços consanguíneos.
The Rock e sua famíla em Samoa trazem a sensibilidade da questão filosófica: o que é um lar?
Quando nos sentimos verdadeiramente em casa?
A resposta cabe a cada um, então você terá que ver o filme para encontrar a sua.
O trabalho foi facilitado para Leitch neste filme.
Não há pessoa em Hollywood que mescle tão bem o carisma e a brutalidade de Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger como faz Dwayne Johnson, aliado a uma capacidade de atuar superior a essas duas lendas do Cinema Brucutu.
O filme ainda conta com Jason Statham que a cada fala e ação explode a pergunta do século na tela: "é crime ser hétero?".
Para ele eu respondo não, ninguém é mais mortal e perigoso que o ator que interpreta Shaw.
As participações especiais secretas chamam atenção e são um acerto fenomenal.
O agente da CIA que recruta The Rock (não falarei quem é para não estragar) consegue deixar claro qual é a intenção do filme e como ele deve ser encarado.
Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw já nasce como um clássico do Cinema Brucutu e acompanhar os feitos dessa dupla em uma tela gigante é simplesmente imperdível.
Compre sua pipoca e vá preparado para o banho de testosterona que somente um bom filme de ação pode te dar.
Filmaço.
GALERIA DE IMAGENS:
(Divulgação/Universal Pictures Brasil)
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
VELOZES E FURIOSOS: HOBBS E SHAW
Título Original:
HOBBS & SHAW
Gênero:
Ação
Direção:
David Leitch
Elenco:
Amar Adatia, Bernardo Santos, Conlan Casal, Daniel Eghan, David Mumeni, Dwayne Johnson, Eddie Marsan, Eiza González, Eliana Sua, Helena Holmes, Idris Elba, Jason Statham, Julian Ferro, Manoj Anand, Matt Townsend, Ruth Horrocks, Sonia Goswami, Stephanie Vogt, Vanessa Kirby, Viktorija Faith
A Universal Pictures divulgou o trailer final de Velozes E Furiosos: Hobbs E Shaw, com Dwayne Johnson e Jason Statham
<>
A prévia traz a dupla em meio à explosões, porradaria e muita ação.
Confira:
Filmada em Londres e Samoa, a produção é um filme independente da série Velozes e Furiosos - uma das franquias mais queridas e conhecidas do cinema de ação.
Com roteiro de Chris Morgan e direção de David Leitch (Atômica e Deadpool 2), o novo longa apresenta uma história a parte e introduz novos personagens.
A dupla Luke Hobbs (Dwayne Johnson) e Deckard Shaw (Jason Statham) aparece em uma parceria inesperada.
Os protagonistas, rivais em "Velozes & Furiosos 7" em que foram alvo de criticas positivas por conta das cenas de luta - agora se aliam contra Brixton, interpretado por Idris Elba.
Velozes E Furiosos: Hobbs e Shaw chega aos cinemas brasileiros em 1º de agosto.
Vários rumores apontavam Idris Elba como o próximo James Bond após a saída de Daniel Craig da franquia - esta seria a primeira vez que o personagem seria interpretado por um ator negro
<>
Só que Elba disse que não está interessado no papel - por conta do preconceito.
“Você fica desanimado quando percebe as pessoas dizendo: 'Não pode ser' [sobre um ator negro no papel]. E realmente é a cor da minha pele", disse o ator à Vanity Fair.
"E se eu conseguisse e não funcionasse, ou funcionasse, seria por causa da cor da minha pele? Essa é uma posição difícil de se colocar e eu não preciso disso."
Ainda assim, Elba admitiu que toparia interpretar o personagem, caso o papel fosse oferecido a ele.
“James Bond é um personagem adorado, cobiçado e icônico, que insere o público nessa jornada massiva de escapismo”, diz Elba.
"É claro que, se alguém me dissesse: 'Você quer fazer o papel de James Bond?', Eu diria: 'sim'! Isso é fascinante para mim. Mas não é algo que eu tenha expressado, tipo: 'Sim, eu quero ser o James Bond negro'".
Elba estará no próximo Velozes e Furiosos: Hobbs & Shawque, que estreia em agosto.
Lembrando que ‘Bond 25’ - atualmente sendo filmado - será o último filme de Craig como James Bond, que vive o personagem desde 2006, com a estreia de ‘Casino Royale’.
Ator foi confirmado e desconfirmado em questão de horas
<>
Tudo começou quando, nesta quinta (9), o site do tablóide britânico Daily Star publicou que o diretor americano Antoine Fuqua perguntou a Barbara Broccoli, produtora da franquia de James Bond, sobre quem assumirá o lugar de Daniel Craig depois do próximo filme, 'Bond 25'.
O diretor negro, responsável por longas como 'Sete Homens e Um Destino' e 'Dias de Treinamento', teria ouvido como resposta que Barbara acredita que é hora do famoso espião ser interpretado por um ator negro e que está certa de que "isso acontecerá eventualmente".
O diretor então sugeriu que o britânico Idris Elba, o intérprete de Heimdall na franquia 'Thor', assuma o cobiçado papel.
Só que era fake news.
Nesta sexta, a equipe de Fuqua desmentiu a informação.
“Ele nunca conversou com Barbara sobre a franquia ou o elenco. É tudo inventado. Não sei como isso começou”,afirmou o representante do ator ao The Hollywood Reporter.
Um representante de Idirs Elba também foi procurado pelo THR, mas o estafe do ator se recusou a comentar.
Os próximos projetos de Elba, atuais 45 anos,incluem “Turn Up Charlie”, da Netflix, uma série de comédia que ele está estrelando e produzindo, e a adaptação independente do romance “Ghetto Cowboy”, que ele também está estrelando e produzindo.
Enfim, temos que considerar que Elba já tem uma idade avançada para assumir um papel que exige comprometimento para diversos filmes e cenas de ação extrema, o que pode significar que um ator mais jovem acabe assumindo o cargo.
Já 'Bond 25' (título provisório) estreia dia 25 de outubro de 2019 no Reino Unido e no dia 08 de novembro de 2019 nos Estados Unidos.
Com direção de Danny Boyle e roteiro escrito por John Hodge (“T2 Trainspotting”, “A Praia”), 'Bond 25' será o quinto – e último – filme de James Bond estrelado por Daniel Craig.
Alex (Kate Winslet), uma jornalista que está indo preparar seu casamento, e Ben (Idris Elba), um doutor voltando de uma conferência médica, iriam pegar o mesmo avião, mas o voo é cancelado e os dois estranhos decidem fretar um jatinho.
Durante a viagem o piloto sofre um ataque cardíaco e o avião cai em uma região montanhosa coberta por neve.
Um romance começa a ganhar força enquanto eles tentam sobreviver, feridos e perdidos.
CRÍTICA:
Um drama de sobrevivência, estrelado por Kate Winslet e Idris Elba, não precisa de mais detalhes para despertar o interesse do público, já que os dois são conhecidos por escolher muito bem seus trabalhos, com raras exceções.
E justamente por falarmos em exceções, 'Depois Daquela Montanha', que estreia hoje aqui no Brasil, é mais um dos poucos projetos infelizes estrelados pela dupla.
Kate Winslet é Alex - Fotos dessa Postagem - Divulgação/ Fox Film do Brasil
A trama conta a história de Alex (Winslet) e Ben (Elba), duas pessoas que ficam presos num aeroporto e temem perder compromissos inadiáveis.
Às vésperas de seu casamento, Alex decide fretar um jatinho e convida Ben para dividir as despesas.
Após um acidente, o avião acaba caindo em uma região montanhosa tomada por neve, sem vestígios de civilização por perto.
Os dois, então, devem decidir se permanecem no local e esperam por um socorro ou se procuram alguma cidade ou moradia por perto.
Winslet e Elba são atores talentosíssimos, e aqui entregam uma boa química juntos.
Pena que nada salva o pobre roteiro de J. Mills Goodloe e Chris Weitz - e chega até a ser um mistério como atores da grandeza dos dois protagonistas aceitaram representar algumas das linhas presentes no texto, principalmente a cena final.
Idris Elba é Ben
Dirigido por Hany Abu-Assad, o filme escancara a tendência do cineasta pelo mais fácil, pelo épico raso.
Após o ótimo 'Paradise Now', Abu-Assad realizou o piegas e clichê 'O Ídolo' e agora nos entrega esse outro engodo, que não funciona, nem como ação, drama de sobrevivência ou romance.
Se temos belas tomadas, é por causa das paisagens incríveis da região, com a bela fotografia de Mandy Walker reforçando os vastos espaços e a força daquela imensidão branca.
Ao menos o casal mostra química em cena
Mas é muito pouco para salvar o filme, algo que nem os badalados protagonistas conseguem.
Contando com Beau Bridges e Dermot Mulroney desperdiçados em papéis secundários, o longa conta com um terceiro protagonista, um simpático cão labrador que fica preso na montanha com a dupla principal - embora ele mesmo tenha problemas com os dois sobreviventes.
Em meio a tantas obras recentes sobre a luta para sobreviver - 'O Regresso', '127 Horas', 'Gravidade' - fica difícil ao espectador mergulhar em uma jornada tão infeliz como essa.
Falta claramente um senso de realismo que faz da obra algo absolutamente esquecível - e descartável.
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
DEPOIS DAQUELA MONTANHA
Título Original:
THE MOUNTAIN BETWEEN US
Gênero:
Drama
Direção:
Hany Abu-Assad
Elenco:
Adam Lolacher, Andres Joseph, Beau Bridges, Bethany Brown, Carl Lindquist, Dania Nassar, Dermot Mulroney, Idris Elba, Kate Winslet, Lee Majdoub, Linda Sorensen, Lucia Walters, Marci T. House, Nancy Sivak, Natasha Burnett, Orval Roberts, Tintswalo Khumbuza, Vincent Gale
Roteiro:
Chris Weitz, J. Mills Goodloe
Produção:
David Ready, Dylan Clark, Jenno Topping, Peter Chernin
Thor (Chris Hemsworth) está aprisionado do outro lado do universo, seu poderoso martelo Mjölnir for destruído e ele precisa correr contra o tempo, tendo Loki (Tom Hiddleston) como aliado e para evitar o Ragnarok — a destruição de sua terra natal e o fim da civilização de Asgard pelas mãos de uma nova e poderosa ameaça, a impiedosa deusa da morte Hela (Cate Blanchett).
Mas antes, ele deve sobreviver a um duelo mortal numa arena de gladiadores onde seu adversário é um antigo aliado e colega Vingador - o Incrível Hulk (Mark Ruffalo).
CONFIRA AS BIOGRAFIAS DOS PERSONAGENS PRINCIPAIS:
CRÍTICA:
Para quem é fã de Thor - como eu - e mesmo para os não fãs, os dois primeiros longas solo do deus do trovão deixaram a desejar.
Tanto, que foram os mais criticados do MCU, talvez porque nunca se encontrou o tom certo para as histórias desse personagem grandioso, um deus nórdico alienígena que vive num castelo medieval no meio do espaço.
Assim, nos acostumamos a ver Thor (Chris Hemsworth) rendendo muito mais nos filmes dos Vingadores, principalmente por mostrar um personagem mais humano e muito mais divertido e bem-humorado do que nos seus dois longas solo anteriores.
Tudo isso muda - e para melhor - com 'Thor: Ragnarok', que estreia hoje aqui no Brasil.
O acerto se dá na escolha do tom certo - um mix de humor e espetaculares cenas de ação - fruto do belíssimo trabalho do diretor Taika Waititi, o homem certo na hora certa para explorar melhor esse lado.
O diretor Taika Waititi instrui Chris Hemsworth para uma cena do longa - Fotos dessa Postagem - Divulgação/Disney
Espetacular, o longa consegue ser divertido como qualquer filme da Marvel, com a diferença que, ao abusar de elementos bizarros vistos em 'Guardiões Da Galáxia' e 'Doutor Estranho', o mundo de Thor se torna mais interessante e a narrativa funciona bem melhor.
A trama mostra como a deusa da morte, Hela (Cate Blanchett), retorna para dominar Asgard e como Thor precisa salvar sua terra e os 9 reinos que fazem parte do domínio de Odin.
Primeira vilão de peso do MCU, Hela é interpretada por Cate Blanchett
Se aparentemente não veremos nada de novo, a trama inteligentemente se apropria do arco 'Planeta Hulk' das HQs, para mostrar o deus do trovão obrigado a se tornar um gladiador e lutar contra o Gigante Esmeralda (Mark Ruffalo).
Evidentemente, a cena que marca o reencontro dos dois é o ponto alto do longa.
Como a Marvel não tem os direitos para fazer um filme solo do Hulk (que pertencem à Universal Pictures), a sacada de se apropriar de uma de suas melhores histórias nos quadrinhos num filme protagonizado por outro personagem não é só inteligente, como funciona bem na telona.
A participação do Hulk é muito boa no geral, já que ele aparece de uma forma como nunca vimos no cinema.
Thor e Banner: química absurda
O próprio Bruce Banner está bem diferente dos filmes anteriores, graças à soberba atuação de Mark Ruffalo, muito mais desesperada e cômica, dando um ar interessante ao personagem, que passou por poucas e boas nos últimos dois anos - após o que vimos no último 'Vingadores'.
Pela primeira vez, vemos o personagem com diálogos e mostrando toda a sua dualidade: quando Hulk, vemos nuances de Banner aprisionado dentro do Gigante Esmeralda e enquanto Banner, podemos perceber, graças ao trabalho corporal de Rufallo, o monstro preso dentro dele.
O Hulk é praticamente um deus em Sakaar
A narrativa do filme, pontuada com excelentes cenas de ação como a muito não víamos, segue clichês básicos ao mostrar o triunfo de um herói novamente hesitante - mas ao menos o filme é ágil e fluido.
Felizmente, o senso de humor quase sempre acerta, mesmo apelando para piadas físicas ou exageradas, que arrancam muitas risadas do público.
Visualmente, o longa é incrível, ainda mais colorido do que os outros filmes da Casa das Ideias, com cenários e personagens bastante criativos.
O planeta Sakaar é um lugar interessante demais, com uma sociedade bizarra e sem lei que só podia ser dominada por um tipo estranho como o Grão Mestre, vivido pelo ótimo Jeff Goldblum.
Jeff Goldblum, em cena como o Grão Mestre
A trilha sonora também dá show - a começar pela excelente 'Immigrant Song', do Led Zeppelin embalando as cenas de ação - para mim, é a melhor trilha dos filmes da Marvel até agora.
Chris Hemsworth surge muito seguro como o protagonista - principalmente nas cenas de humor e de batalha, onde percebe que não precisa do seu martelo para invocar os poderes do trovão.
Nas espetaculares cenas de batalha, Thor finalmente usa seu icônico elmo - o que deixa os fãs esfuziantes
Já a primeira vilã do universo cinematográfico da Marvel, soberbamente interpretada pela ganhadora do Oscar Cate Blanchett, dá a Hela o peso e a importância que gostaríamos de ver.
Mas o destaque maior do longa fica sendo a Valquíria, interpretada por Tessa Thompson: linda na telona, debochada e excepcional, tanto nas cenas de diálogos quanto nas de luta, com certeza ela aparecerá ainda com mais destaque em outros longas.
Valquíria É interpretada por Tessa Thompson
Por fim, Tom Hiddleston reinventa Loki mais uma vez, mantendo a essência do personagem que conhecemos, mas acrescentando mais humor e um inédito senso de família.
Thor e Loki: finalmente irmãos
Se não apresenta nada novo em termos de narrativa ou história, o terceiro longa solo do deus do trovão continua a ampliar o ótimo universo cinematográfico da Marvel e, como os outros filmes do estúdio, fez um ótimo trabalho quando falamos de diversão.
Filmaço.
SPOILERS:
(se não quiser saber, pule esse tópico)
*
Quando Thor retorna a Asgard, Loki se faz passar por Odin e assiste a uma peça de teatro exaltando o seu próprio heroísmo. Thor acha tudo muito estranho.... Na peça, Loki é interpretado por Matt Damon, em divertida participação especial.
*
Já em Nova York, Thor e Loki tentam encontrar Odin - Loki o tinha deixado num asilo de velhos. É a deixa para a participação especial de Benedict Cumberbatch como o Dr. Estranho.
*
É desse encontro que foi tirada a cena pós créditos de 'Dr. Estranho', onde a caneca de cerveja que o mago oferece a Thor nunca se esvazia.
*
Hela é a filha mais velha de Odin - portanto, irmã de Thor e Loki - e verdadeira herdeira do trono de Asgard.
*
Depois de ser encontrado num campo na Noruega e logo após revelar a Thor e Loki que tem uma filha mais velha e que a baniu de Asgard, Odin morre - e Hela aparece - e destrói o Mjölnir, o poderoso martelo de Thor.
*
Só depois de um tempo em que foi aprisionado em Sakaar por ela, é que Thor descobre que a personagem de Tessa Thompson é uma Valquíria, mulheres guerreiras de Asgard.
*
Antes de ir lugar na arena com o Hulk, Thor tem o seu longo cabelo cortado por um espetacular barbeiro: nada menos que Stan Lee, usando uma engenhoca à la 'Edward Mãos de Tesoura'! Sim, esse é o cameo do gênio da Marvel no longa.
*
Desde o final de 'A Era de Ultron', quando desapareceu, Hulk nunca mais voltou a ser Bruce Banner - em Sakaar, como ele vence todas as lutas, Hulk virou uma espécie de deus, com o povo o tietando e usando máscaras com seu rosto.
*
Na belíssima luta final entre Thor e Hela, vemos o maior spoiler do longa: mestre no lançamento de adagas, Hela fere Thor - que perde um olho e aparece, na sequência final, com um tapa-olho parecido ao que já conhecíamos no rosto de Odin.
*
Hela fica mais forte à medida que suga o poder de Asgard e do seu povo - quando o Ragnarok começa, Heimdall consegue embarcar toda a população numa gigantesca nave, Hela fica fraca e é derrotada.
*
Asgard é completamente destruída.
*
A primeira cena pós créditos mostra Thor e Loki juntos, na nave que resgatou os asgardianos a caminho da Terra, quando topam com a enorme plataforma de Thanos no espaço - fazendo assim a ligação com 'Vingadores: Guerra Infinita'.
*
Nem espere pela segunda cena pós créditos: de volta ao planeta Sakaar, vemos o final da rebelião e o Grão Mestre também caindo no meio do lixão onde Thor caiu assim que chegou ao planeta - cena sem graça, mais sem graça que a do Capitão América em 'Homem-Aranha: De Volta ao Lar'.
PÔSTERES ORIGINAIS:
TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
'THOR:RAGNAROK'
Título Original:
THOR:RAGNAROK
Gênero:
Ação
Direção:
Taika Waititi
Elenco:
Amali Golden, Anthony Hopkins (Sir), Ashley Ricardo, Benedict Cumberbatch, Cate Blanchett, Charlotte Nicdao, Chris Hemsworth, Clancy Brown, Georgia Blizzard, Idris Elba, Jaimie Alexander, Jeff Goldblum, Karl Urban, Mark Ruffalo, Rachel House, Ray Stevenson, Shalom Brune-Franklin, Tadanobu Asano, Taika Waititi, Tessa Thompson, Tom Hiddleston, Zachary Levi
Roteiro:
Christopher Yost, Craig Kyle, Eric Pearson
Produção:
Kevin Feige
Fotografia:
Javier Aguirresarobe
Trilha Sonora:
Mark Mothersbaugh
Montador:
Joel Negron, Zene Baker
Estúdio:
Marvel Entertainment, Marvel Studios, Walt Disney Pictures